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PRONAC 2513185Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

HARMONIA QUE CURA

RENATA CRISTINA BONALDO
Solicitado
R$ 152,6 mil
Aprovado
R$ 152,6 mil
Captado
R$ 87,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

57.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Rio Claro
Início
2026-06-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (6)
Campinas São PauloMogi Mirim São PauloPiracicaba São PauloRio Claro São PauloSorocaba São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Harmonia que Cura" propõe uma série de 25 apresentações de música instrumental com duo de violão e violoncelo, a serem realizadas gratuitamente em hospitais, escolas públicas e teatros de cidades do interior do Estado de São Paulo.A iniciativa visa democratizar o acesso à música de concerto, promover o bem-estar em ambientes hospitalares e contribuir para a formação cultural de estudantes.Quatro das apresentações em escolas terão a participação especial de um oboísta, ampliando a experiência sonora e didática.

Sinopse

O projeto “Harmonia que Cura” é uma iniciativa de música instrumental de câmara que une violão e violoncelo em uma formação intimista, interpretando obras de compositores brasileiros e universais.A proposta estética busca criar uma experiência sonora acolhedora e reflexiva, conduzindo o público a um estado de escuta sensível e bem-estar.Nos concertos didáticos realizados em escolas, o oboé se soma à formação, ampliando o espectro tímbrico e possibilitando uma abordagem pedagógica sobre os instrumentos e a construção da música.O repertório transita entre o erudito e o popular, evidenciando as conexões entre diferentes estilos e períodos musicais.

Objetivos

Objetivo geral:Promover o acesso gratuito à música instrumental por meio de concertos em espaços de relevância social e cultural, fortalecendo o diálogo entre arte, saúde e educação no interior paulista.Objetivos específicos:Realizar 25 apresentações de música instrumental, sendo elas: 17 em hospitais, 4 escolas públicas e 4 teatros.Estimular o bem-estar e a humanização em ambientes hospitalares.Promover a formação musical e cultural de crianças e jovens.Valorizar a música de câmara e o trabalho de músicos brasileiros.Incentivar o intercâmbio entre artistas e comunidades locais.Garantir acessibilidade e democratização da arte.

Justificativa

A música instrumental possui um papel essencial na promoção do bem-estar, no estímulo cognitivo e no fortalecimento dos vínculos sociais. Em ambientes hospitalares, estudos apontam que a música ao vivo reduz níveis de estresse e contribui para a humanização do cuidado. Em escolas, desperta sensibilidade estética e amplia horizontes culturais, estimulando a escuta, a concentração e o convívio respeitoso.Nos teatros, por sua vez, valoriza a difusão da música de concerto e incentiva a formação de plateias no interior paulista.O projeto "Harmonia que Cura" nasce da necessidade de aproximar a arte da vida cotidiana, levando a música para espaços onde ela pode atuar como instrumento de cura simbólica, educação e encontro humano.A proposta contribui diretamente para os eixos da IN nº 23/2025, especialmente aqueles voltados à democratização do acesso, à formação de público, à inclusão social e à descentralização das ações culturais.

Especificação técnica

Formato das apresentações em teatros e escolas: concertos de 45 a 60 minutos de duração;Formato das apresentações em hospitais: 120 minutos de apresentação musical em pontos estratégicos como: recepção, corredor próximo aos quartos, UTI's, etc.Locais: hospitais, escolas públicas e teatros municipais;Equipe artística em cena: 2 músicos fixos (violão e violoncelo) + 1 oboísta convidado em 4 apresentações;

Acessibilidade

O projeto “Harmonia que Cura” tem como princípio fundamental a acessibilidade plena à fruição artística, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, intelectuais ou sociais, possam usufruir das ações culturais propostas.As medidas previstas incluem:Acesso físico: seleção de espaços (hospitais, escolas e teatros) com infraestrutura acessível a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015);Acessibilidade comunicacional: utilização de linguagem clara e mediadores nas apresentações didáticas, assegurando compreensão ampla do conteúdo musical e dos contextos abordados;Acessibilidade simbólica e social: escolha de repertório e abordagem que valorizam a diversidade cultural brasileira, favorecendo a identificação e o pertencimento de diferentes públicos;Acessibilidade econômica: todas as atividades serão gratuitas e abertas ao público, sem cobrança de ingresso ou barreira financeira;Essas medidas reforçam o compromisso do projeto com o direito à cultura como direito humano fundamental, em consonância com o art. 3º, incisos I, IV e V da IN nº 23/2025.

Democratização do acesso

O projeto promove democratização do acesso à arte e à música instrumental por meio de ações descentralizadas e inclusivas.Suas principais estratégias são:Interiorização da atividade cultural: realização de 25 apresentações em cidades do interior do Estado de São Paulo, priorizando localidades com menor oferta de atividades culturais permanentes;Gratuidade e fruição pública: todos os concertos serão gratuitos, garantindo o acesso de públicos diversos e ampliando o alcance social da proposta;Integração com equipamentos públicos: atuação em hospitais e escolas públicas, fortalecendo a presença da arte em espaços de saúde e educação;Ações formativas: concertos didáticos e encontros de mediação com estudantes, visando formação de público e estímulo à escuta sensível;Valorização de artistas brasileiros e repertório plural, ampliando a representatividade cultural e regional.Essas ações contribuem para a circulação da produção artística nacional, fortalecendo o princípio da equidade no acesso à cultura, conforme previsto nos arts. 3º, 4º e 5º da IN nº 23/2025.

Ficha técnica

RENATA CRISTINA BONALDO (Coordenadora Geral, Direção criativa e produção de conteúdo) - CPF 347.480.498-71 - Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda pelo CLARETIANO - CENTRO UNIVERSITÁRIO concluiu em 2009 como Destaque Acadêmico da turma. Cursou Design Gráfico para Editores, Jornalista e Publicitários (ESPM), Direção de Arte & Criação (BELAS ARTES) e Pós-Graduação em Gestão de Marketing (CLARETIANO). Há 12 anos desenvolve eventos e campanhas publicitárias para o Claretiano - Rede de Educação, sendo responsável pela comunicação interna e externa de dez colégios e mais de cento e dez polos de educação no Brasil e no exterior. Organizou diversas palestras e eventos culturais, dentre eles: FESTIVAL CLARETIANO RÍTMICA E DANÇA, edições de 2017, 2018 e 2019; Palestra "ÓDIO E INTOLERÂNCIA: O PROBLEMA DA POLARIZAÇÃO DE IDEOLOGIAS”, ministrada pelo Prof. Dr. Leandro Karnal (em 2017); Palestra "ÉTICA, COMPETÊNCIA E SUCESSO: COMO CONCILIAR ESSAS INSTÂNCIAS NO FAZER DO PROFISSIONAL DE SAÚDE”, ministrada pelo Prof. Dr. Rossandro Klinjey (em 2018); evento "MULHER: DA ADOLESCÊNCIA À MATURESCÊNCIA " (em 2019); e o evento "CLARETIANO INTERCULTURAL" (em 2019). EEnquanto Proponente, realizará a função de Coordenador Geral: (1) envolvimento em todas as etapas do projeto; (2) contratação dos artistas envolvidos e da equipe técnica; (3) coordenação das etapas de pré-produção, produção/execução e pós-produção; (4) organização das equipes administrativas; (5) realização dos pagamentos e conferência das notas e cupons fiscais emitidos e (6) prestação de contas (controle e gestão).LUCAS DE OLIVEIRA LEITE PENTEADO (Violonista) - CPF 219.284.558-83 - Natural de Rio Claro, interior de São Paulo, iniciou seus estudos musicais aos 11 anos. Em 2004, ganhou bolsa de estudos do renomado professor Henrique Pinto e concluiu o curso de bacharelado em violão clássico pela FIC (Faculdades Integradas Cantareira). Foi premiado nos concursos Souza Lima (2007) e Cantareira (2007 e 2009), onde ganhou um violão exclusivo do luthier Samuel Carvalho. Em 2009 participou do VII Encuentro Internacional de Guitarra do Panamá, e em 2012 do XX Festival Internacional de Guitarra de Koblenz (Alemanha), ambos com o apoio do Ministério da Cultura através do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural sob a iniciativa da Secretaria de Incentivo e Fomento à Cultura (SEFIC). Participou de importantes festivais de violão no Brasil e no exterior, onde recebeu orientações de grandes violonistas da atualidade, como Aniello Desiderio (Itália), Álvaro Pierre (Uruguai), Marco Tamayo e Manuel Barrueco (Cuba), Fábio Zanon, Edson Lopes, Sérgio e Odair Assad (Brasil) entre outros. Trabalhou como músico intérprete (Violonista) dos Projetos de Lei de Incentivo à Cultura (antiga Lei Rouanet): PRONAC 115086 "Violões Artes Trio" (2012), PRONAC 126190 "Concertos Didáticos do Violão" (2013), PRONAC 134646 "Circuito do Violão" (2014), PRONAC 147380 "Violões Artes Trio Brasileirando" (2014), PRONAC 1410306 "Circuito do Violão" (2015). Integrou o "Violões Artes Trio" ao lado do renomado e premiado maestro, compositor e arranjador Pedro Cameron, de quem recebe orientações de arranjo e composição desde 2001. Considerado por muitos especialistas como um grande intérprete da atualidade, Lucas Penteado é dotado de uma expressão musical ímpar; de impactante sensibilidade, que estimula o pluralismo e a difusão da produção contemporânea erudita e popular em diálogo com a diversidade histórica da música clássica nacional e suas influências no mundo. Apresenta o violão em suas mais nobres faces, desde o elevado nível de execução técnica interpretando obras raras e complexas de renomados compositores de diferentes períodos. Difunde seus arranjos, transcrições e composições em diferentes formações (solo, duo, trio, quarteto e quinteto de cordas). Em 2018, idealizou e realizou o projeto "Concertos nas Escolas: do barroco à música brasileira", através do edital da Secretaria da Cultura de Rio Claro, levando a música para mais de 30 escolas municipais com uma formação instrumental inusitada (violão, violoncelo e bandolim) dando oportunidade aos alunos de conhecerem diferentes instrumentos e também variados estilos musicais. Funções no projeto: (1) direção do processo de criação artística e sua realização; (2) administrador de todos os recursos artísticos, garantindo os resultados musicais almejados; (3) planejamento e escolha do repertório de acordo com o tipo de apresentação; (4) desenvolvedor dos arranjos de acordo com as diferentes formações instrumentais; (5) músico.JONAS MONCAIO (Violoncelista) - CPF 281.725.298-56 - No Conservatório Dramático Musical de TATUÍ, estudou violoncelo, sendo orientado por Marialbi, Luis Hernani e Clodoaldo. Como professor participou do Projeto Guri nos polos de Limeira, São Roque, Pirapora do Bom Jesus, Pirassununga e Santa Gertrudes. Participou da Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra Sinfônica de São José dos Campos, Orquestra de Ópera de Campinas, Orquestra Sinfônica Paulista de Tatuí, Orquestra Sinfônica de Rio Claro e Orquestra Sinfônica de Limeira. Atualmente integra a Orquestra Filarmônica de Rio Claro e também o Pró Jovem de Rio Claro, sendo responsável pelas aulas dos instrumentos de cordas. Tocou e gravou com grandes nomes da música popular brasileira como: Cauby Peixoto, Ângela Maria, Luís Melodia, Leci Brandão, Arnaldo Antunes, Benito de Paula, Zeca Baleiro, Tereza Cristina, Elza Soares e Banda Ira (Acústico MTV). Gravou documentário sobre Milton Nascimento e o Clube da Esquina, exibido no Canal Brasil. RODRIGO RANCHEL NAVA MÜLLER (Oboísta, Diretor Musical e Artístico) - CPF 139.584.848-32 - Músico instrumentista, arranjador, diretor musical e regente, foi oboísta da Orquestra Sinfônica de Rio Claro e da Orquestra Sinfônica Municipal de Americana, também foi músico convidado de importantes orquestras como; Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Conservatório Musical de Tatuí, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e Orquestra Filarmônica Brasileira. Foi músico integrante da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo de 2001 até sua extinção em 2017. Foi regente convidado das Orquestras: Sinfônica Municipal de Americana, Sinfônica de Rio Claro, Madrigal Cantábilis de Jundiaí, de Câmara de Piracicaba e Banda Sinfônica de Sumaré. Em 1995, assumiu a estruturação e regência da Orquestra Sinfônica de Limeira e a criação das oficinas de música. Em 1998 recebeu do governo do Estado o título de "Parceiro da Cultura", por seus trabalhos realizados no Projeto Guri, onde foi regente nos pólos Limeira, primeiro pólo do interior paulista e pólo Julio Prestes. Em 2004, recebeu do poder Legislativo o "Troféu Limeira", em reconhecimento ao seu trabalho frente a Orquestra Sinfônica de Limeira e formação musical através da Escola Livre de Música. Em 2007, foi laureado com o Troféu Fumagalli, em 2010, recebeu com aprovação unânime da Câmara Municipal de Limeira o título de Cidadão Limeirense, em 2011, recebeu do Rotary Club de Limeira o título de "Profissional destaque do ano", título esse concedido pela primeira vez à um profissional da área cultural e em 2012, recebe da Associação Brasileira de Artes, Cultura e Educação a condecoração da "Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes", no grau de Comendador. Frente a Orquestra Sinfônica de Limeira e Cia Ópera São Paulo, foi diretor musical e regente das óperas; Carmen de G.Bizet, L’Elisir D’Amore de G.Donizetti e La Traviata de G.Verdi. Fez a transcrição musical, direção musical e regência do musical "Os Saltimbancos" de Chico Buarque. Foi professor de oboé da UNASP - Campos II e professor convidado do Curso de Música de Ribeirão Preto da ECA - USP.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$87.000,00 em 24/04/2026.