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PRONAC 2513208Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Olhares Originários de Minas Gerais

BROCOLIS PROPOLIS PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,19 mi
Aprovado
R$ 1,19 mi
Captado
R$ 50,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

4.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Indígenas
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-02-02
Término
2028-02-02
Locais de realização (4)
Belo Horizonte Minas GeraisCarmésia Minas GeraisResplendor Minas GeraisSanta Helena de Minas Minas Gerais

Resumo

Produção de um documentário de média-metragem, de até 70 minutos, intitulado "Olhares Originários de Minas Gerais", em formato audiovisual documental, captado em resolução 6K (widescreen 16:9) e finalizado em padrão .MXF, áudio estéreo 2.0. O documentário abordará as perspectivas de três povos indígenas de Minas Gerais — Maxakali, Krenak e Pataxó — sobre cultura, território e ancestralidade, registrando seus modos de vida e narrativas a partir das oficinas de fotografia realizadas nas aldeias. O projeto conjuga ação formativa e produção artística, garantindo protagonismo indígena na construção das imagens e discursos apresentados. A obra será exibida gratuitamente em plataformas digitais (YouTube), assegurando recursos de acessibilidade.

Sinopse

Este documentário de até 70 minutos busca explorar, por meio da documentação de oficinas fotográficas realizadas em três aldeias indígenas localizadas no estado de Minas Gerais, o olhar dos próprios indígenas sobre seus territórios. Com uma linguagem que mescla o documental e o artístico, o filme propõe um mergulho profundo e sensível nas diversas visões que as fotografias produzidas por moradores dessas comunidades podem revelar — tanto para si mesmos quanto para quem assiste.A narrativa será conduzida a partir de uma costura poética e imersiva entre entrevistas com lideranças indígenas, fotógrafos e moradores das aldeias, registros das oficinas fotográficas, imagens dos territórios e as próprias fotografias produzidas ao longo do processo. A proposta é criar um espaço de escuta e visibilidade para as múltiplas perspectivas indígenas sobre o território, os modos de vida e as transformações — muitas vezes violentas — que esses espaços vêm sofrendo ao longo do tempo.As filmagens irão ocorrer nas três aldeias dos povos selecionados: Maxakali (Santa Helena de Minas), Krenak (Resplendor) e Pataxó (Carmésia). Cada uma delas será acompanhada com atenção às suas especificidades culturais, ambientais e sociais. Serão mostradas suas habitações e os ambientes ao redor; a natureza viva e exuberante, mas também locais onde a degradação ambiental é visível — não de forma romantizada ou meramente visual, mas como parte integrante do olhar crítico e afetuoso dos indígenas sobre suas próprias realidades. Este, afinal, é o cerne do documentário: compreender como os próprios indígenas veem, sentem e narram seus territórios.A pesquisa de campo incluirá entrevistas aprofundadas com lideranças e fotógrafos indígenas, que terão papel central na construção da narrativa, trazendo suas experiências, histórias e olhares sobre o território e a fotografia. Além disso, conversaremos com moradores e líderes locais das aldeias, ampliando o repertório de vozes e criando um mosaico complexo e verdadeiro sobre o que significa viver e resistir nesses espaços.Esteticamente, o filme adotará uma linguagem visual que prioriza a imersão e a autenticidade. As filmagens utilizarão câmeras em movimento para criar uma sensação de presença e proximidade, colocando o espectador dentro dos espaços, das oficinas e das conversas. As entrevistas poderão ser feitas em movimento — acompanhando os personagens em seus cotidianos — ou com o uso de tripé, para que certas histórias possam ser contadas com mais calma, profundidade e tempo.A iluminação será natural sempre que possível, preservando a atmosfera real dos ambientes e valorizando a luz como elemento narrativo e simbólico. O som será captado com microfones de lapela e direcionais, garantindo clareza nas falas e riqueza sonora nas paisagens. Drones também serão utilizados, oferecendo vistas aéreas das aldeias e seus entornos, revelando a amplitude dos territórios e seus contrastes — entre beleza e ameaça, resistência e transformação.O projeto não busca apenas retratar; ele propõe um diálogo e uma devolutiva: as fotografias feitas pelos indígenas durante as oficinas serão exibidas ao longo do filme como protagonistas visuais e simbólicas. Elas não ilustram — elas falam. Revelam o que o olhar indígena vê, sente e deseja expressar. Ao final, o filme pretende devolver ao público uma nova perspectiva: menos sobre o que vemos das aldeias, e mais sobre o que as aldeias nos mostram de si mesmas.Por meio dessa proposta documental e artística, o filme se estabelece como um convite à escuta, à contemplação e à desconstrução de olhares coloniais. Trata-se de uma jornada compartilhada — feita com os indígenas, não sobre eles — que valoriza a potência do olhar próprio, da autoria e da memória visual como instrumentos de resistência, identidade e reconstrução.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover o reconhecimento e a valorização da diversidade cultural dos povos indígenas de Minas Gerais, fortalecendo seu protagonismo e preservando sua memória coletiva por meio da produção integrada de um documentário audiovisual e oficinas de fotografia.Objetivos Específicos:1. Produzir um documentário audiovisual de até 70 minutos, a partir do material captado nas oficinas e de registros complementares, garantindo a aplicação de recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição e legendagem descritiva) para ampliar o alcance da obra.2. Realizar oficinas de fotografias em 3 aldeias indígenas (territórios Maxakali, Krenak e Pataxó), envolvendo líderes e membros de cada povo, para registrar práticas culturais e cotidianas.3. ⁠Promover a difusão do documentário por meio de exibições gratuitas em comunidades indígenas, cineclubes e plataformas digitais, com o intuito de valorizar as narrativas originárias e sensibilizar o público sobre a diversidade cultural do estado.

Justificativa

Minas Gerais abriga dezenove etnias indígenas com histórias, saberes e modos de vida diversos, que, apesar de sua relevância cultural, permanecem sub-representadas nas mídias, nas artes e nas narrativas institucionais. O projeto "Olhares Originários de Minas Gerais" propõe-se a contribuir para a formação de uma memória coletiva visual e oral sobre esses povos, em diálogo direto com suas lideranças e integrantes, valorizando suas expressões culturais e promovendo seu devido reconhecimento por parte da sociedade mineira.As tradições Maxakali estão profundamente conectadas ao seu modo de vida, que inclui atividades como a caça, a pesca e a agricultura de subsistência. O povo Maxakali é conhecido por suas danças e cantos, que são partes fundamentais de suas celebrações e rituais. A língua maxakali, que pertence à família linguística macro-jê, é um aspecto crucial de sua identidade. A cultura do povo Maxakali ainda resiste em meio a desafios contemporâneos significativos. A luta pela preservação de suas terras, cultura e identidade é um testemunho da resistência indígena no Brasil.O povo Krenak, ao longo de sua história, têm sofrido diversos tipos de violência e expropriações culturais e territoriais, o que acontece desde o período colonial. Além disso, o rompimento da barragem de Fundão em Mariana/MG afetou de forma significativa a vida dos Krenak, pois para eles o rio Watu _ o Rio Doce, na língua krenak _ foi morto, significando a impossibilidade de exercerem suas práticas culturais e de sobrevivência relacionadas com o rio. Entretanto, mesmo com a violência e as expropriações que os Krenak têm sofrido ao longo da sua história, os indígenas não deixaram de resistir e lutar em defesa de seu território tradicional.Considerados filhos da água, os guerreiros pataxós, são símbolo de resistência a mais de 510 anos. A chegada dos Pataxó em Minas é consequência de dois fatos históricos importantes: o primeiro, quando ocorre o famoso ‘Fogo de 51′ caracterizado pelaação violenta da polícia baiana que desarticulou as aldeias, dispersando o Povo Pataxó, como forma de promover a ‘ocupação civilizada’ na região de Porto Seguro; o segundo foi a transformação de 23.000 hectares de seu território em parque nacional _ o Parque Nacional do Monte Pascoal, criado em 1943. A cultura pataxó é mantida através das danças, costumes e rituais, além do artesanato e da pintura corporal que sobrevive no tempo e nos corpos. Essa atitude demonstra a força de um povo que acredita que a preservação da cultura é um principio fundamental da constituição de uma nação, pois sem isso o povo se desintegra.O uso de recursos incentivados é essencial para viabilizar o projeto, que possui natureza pública, educativa e não comercial, e atua em áreas com baixo acesso a investimentos culturais diretos. O financiamento público permitirá a realização de ações com ampla participação comunitária, formação de público e fomento a artistas e técnicos locais, além da difusão de conteúdos culturais de grande valor formativo e histórico.A produção contará com o protagonismo indígena em todas as etapas, garantindo a escuta ativa e a representação ética das culturas envolvidas. Esta proposta se enquadra aos incisos descritos abaixo do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Através da realização do projeto buscamos alcançar os seguintes objetivos de acordo com os incisos do Art. 3° da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante alíneas: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante alínea d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante alínea b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;A realização das oficinas e um documentário audiovisual é estratégica para garantir a ampla difusão, acessibilidade e valorização do conteúdo produzido. As oficinas promovem o acesso à tecnologia e o engajamento da comunidade. O documentário possibilita o registro vivo das narrativas, cantos, expressões e modos de vida dos povos indígenas, promovendo uma conexão sensível e direta com o público. Juntos, esses suportes se complementam, assegurando que os olhares originários ganhem voz, visibilidade e respeito nos espaços culturais e na consciência coletiva da sociedade mineira.

Estratégia de execução

VIAGENS:- LOGÍSTICA DA PRÉ-PRODUÇÃO:Dia 1: De Belo Horizonte a Santa Helena de Minas (640km)Dia 2: De Santa Helena de Minas ao Território Maxakali (24km ida e volta)Dia 3: De Santa Helena de Minas à Resplendor (460km)Dia 4: De Resplendor ao Território Krenak (36km)Dia 4: Do Território Krenak até Carmésia (345km)Dia 5: De Carmésia ao Território Pataxó (8km)Dia 5: Do Território Pataxó à Belo Horizonte (215km)TOTAL APROXIMADO: 1.728 Km- Cálculo de Combustível da Van : 250 L x 6,30 = R$1.575,00- Veículos necessários para a Etapa Produção = 1- Observação: Apenas as lideranças e coordenadores do projeto irão viajar na etapa de Pré Produção.- LOGÍSTICA DA PRODUÇÃO:Dia 1: De Belo Horizonte a Santa Helena de Minas (640km)Dias 2, 3, 4 e 5: Gravação no Território Maxakali (Ida e Volta para o Hotel = 96Km)Dia 6: De Santa Helena de Minas até Resplendor (460km)Dia 7: Folga da equipe em ResplendorDias 8, 9, 10 e 11: Gravações do Território Krenak (Ida e Volta para o Hotel = 288Km)Dia 12: De Resplendor à Carmésia (345km)Dia 13: Folga em CarmésiaDias 14, 15, 16 e 17: Gravações e Oficinas no Território Pataxó (Ida e Volta para o Hotel = 64km)Dia 18: De Carmésia à Belo Horizonte (215km)TOTAL APROXIMADO: 2.108 Km- Cálculo de Combustível da Van : 302 litros x R$ 6,30 = R$ 1.902,60- Veículos necessários para a Etapa Produção = 3- Justificativa para a locação de 3 Vans: Equipe composta por mais de 20 profissionais, que além das bagagens pessoais irão levar todo o equipamento necessário para a filmagem.- Total de Combustível = R$ 5.707,80

Especificação técnica

1.Formato de CaptaçãoResolução: 6K (6144 x 3456)Taxa de Quadros (frame rate): 30 e 60 fpsProporção de Tela (aspect ratio): 16:9 (widescreen)Câmeras utilizadas: Red Dragon 6kCodecs de gravação: RAW2. Formato de Finalização (Pós-produção)Software de edição: DaVinci ResolveCor finalizada: Sim / Colorista ProfissionalFormato final do arquivo: .MXFÁudio mixado em: Stereo 2.0.Legendas: Anexadas ao arquivo final, opcional utilizar ou não, SRTDuração final: 70 minutos3. Especificações de ÁudioCaptação de som direto: Sim Microfones utilizados: Lapela e BoomSample rate: 48 kHz / 24 bitsÁudio mixado e masterizado? Sim Pistas de áudio separadas: Diálogos, trilha, efeitos (stems) - SIM4. ConteúdoRoteiro / Argumento: Sim / Na pré teremos um pré roteiro para a filmagemLocuções / Narração: Sim, podemos utilizar com algum aluno, o fotógrafo ou algum participante do filmeEntrevistas: SimMaterial de arquivo: NãoAnimações / Gráficos: vinheta abertura, créditos das pessoas e ficha técnica5.Entrega e DistribuiçãoVersões finais: Master, versão com/sem legenda, teaserPlataformas de exibição:Material apto para tv, streaming, cinema e internet

Acessibilidade

Acessibilidade de Conteúdo: Para permitir a compreensão plena dos materiais por públicos com diferentes necessidades: Intérprete de Libras e Audiodescrição no documentário. Para as oficinas, será destinado um intérprete de Libras para as aldeias e um tradutor indígena no território Maxakali, única não-falante de português.O projeto "Olhares Originários de Minas Gerais" adota o princípio do desenho universal e se compromete a garantir o mais amplo acesso às suas ações e produtos, removendo barreiras para a participação de pessoas com deficiência e outros públicos com necessidades específicas. Para isso, serão implementadas as seguintes medidas:1.⁠ ⁠Acessibilidade de Conteúdo (Para o Documentário):Para garantir que o documentário possa ser fruído por pessoas com deficiência visual e auditiva, o produto final contará com os seguintes recursos de tecnologia assistiva, que estarão disponíveis em todas as suas exibições e na versão online:•⁠ ⁠Janela de Libras (Língua Brasileira de Sinais): Haverá uma janela com intérprete de Libras durante toda a exibição do filme, assegurando o acesso ao conteúdo para a comunidade surda.•⁠ ⁠Legendas Descritivas (LSE): Serão produzidas legendas que, além de transcreverem os diálogos, descrevem sons relevantes para a narrativa (como músicas, ruídos de ambiente, etc.), atendendo pessoas com deficiência auditiva ou surdos oralizados.•⁠ ⁠Audiodescrição: Será criado um roteiro de audiodescrição que narra as informações visuais importantes do documentário (cenas, expressões, cenários), permitindo que pessoas com deficiência visual possam compreender a obra em sua totalidade.2.⁠ ⁠Acessibilidade Comunicacional (Para as Oficinas):Reconhecendo a diversidade do público participante, as atividades formativas serão adaptadas para garantir a comunicação plena:•⁠ ⁠Intérprete de Libras: Um profissional intérprete de Libras acompanhará as atividades das oficinas caso haja participantes surdos inscritos, garantindo sua plena participação e interação. O proponente fará uma busca ativa por este público durante a fase de divulgação.•⁠ ⁠Tradução e Mediação Cultural: Para as oficinas no território Maxakali, cuja comunidade não tem o português como primeira língua, o projeto contratará um tradutor/mediador cultural indígena. Este profissional fará a ponte linguística entre os oficineiros e os participantes, garantindo que as barreiras idiomáticas não se tornem barreiras de acesso ao conhecimento.3.⁠ ⁠Acessibilidade Atitudinal e Física:•⁠ ⁠Equipe Orientada: Toda a equipe do projeto passará por um treinamento de capacitação indigenista, que incluirá orientações sobre práticas anticapacitistas e formas de acolhimento e interação com pessoas com deficiência, assegurando um tratamento respeitoso e adequado a todos.•⁠ ⁠Adaptação dos Espaços: Os locais escolhidos para a realização das oficinas e das exibições públicas do documentário nas cidades serão, preferencialmente, espaços que ofereçam acessibilidade física (rampas, banheiros adaptados) para pessoas com mobilidade reduzida. Nas aldeias, os espaços serão organizados para facilitar a circulação e o conforto de todos os participantes.

Democratização do acesso

Distribuição e Comercialização:- O documentário será divulgado nas redes sociais com acesso gratuito.Medidas Complementares de Ampliação de Acesso:- Ao longo da fase de execução, serão oferecidas oficinas gratuitas de fotografia documental, narração oral e produção audiovisual destinadas a jovens, comunidade local e lideranças indígenas. Conduzidas por profissionais especializados, as atividades combinam demonstrações práticas, exercícios de campo e reflexões sobre processos criativos, fortalecendo a autonomia cultural e a capacitação técnica dos participantes. - Transmissão pela Internet: O documentário será exibido gratuitamente pela plataforma YouTube.

Ficha técnica

O proponente ficará responsável pela articulação entre as equipes e a logística de todas as fases, sendo remunerado na fase de Produção.Segue o currículo resumido dos principais participantes:Helber Oliveira (Coordenador Técnico) : Atua na produção artística, possui 25 anos de experiência no show business, na maior parte do tempo na gestão da Banda Jota Quest, coordenando grandes eventos, musicais e turnês pelo país. Realizou a turnê de Caetano Veloso e Maria Bethânia, que atraiu mais de 500.000 pessoas ao longo das apresentações. Tatiana Giacoia (Orientadora teórica/coordenadora) : Fundadora do Instituto Awêry, instituição sem fins lucrativos atuante na promoção da soberania dos povos indígenas de Minas Gerais, referência em articulação entre a sociedade civil e lideranças.Fábio Bertolino (Gestor Administrativo) : Diretor e consultor administrativo com 15 anos de experiência, atua na gestão de projetos em parceria com o Ministério Público de Minas Gerais, Prefeitura de Belo Horizonte e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, possui experiência com projetos de impacto, com certificação pela UFMG e em prestações de contas e elaboração de relatórios. Edgard Kanaykõ (Liderança Indígena): Fotógrafo profissional, promovedor de oficinas, mestre em Antropologia e Etnofotografia, indígena do Povo Xakriabá.Douglas Krenak (Liderança Indígena): Liderança Krenak e articulador(a) regional da luta indígena em Minas Gerais. Seu trabalho valoriza consentimento livre, prévio e informado, salvaguarda de conhecimentos tradicionais e cocriação com as comunidades.João Flores (Diretor de Audiovisual) : Diretor e montador da série documental Coisas Daqui, 17 episódios divididos em quatro temporadas, exibidos em Julho de 2022, Outubro de 2023, novembro e dezembro de 2024 e Outubro e Novembro de 2025 na Globo Minas, GNT e no Globo Play. Diretor e montador das 4 temporadas do programa Rameh Cozinha, 1 e 2 temporadas exibidas em 2024 e a 3 e 4 serão exibidas em 2025 e 2026 na Rede Minas e no Streaming Minasplay, MG.Hélio Martins (Produtor Executivo) : Produtor desde 19885 com direção de produção em inúmeros projetos como: Coisas Daqui Temporada 4, O Maior Mineiro do Mundo – José Aparecido de Oliveira – Direção de Produção - Longametragem Azulejaria em MG - 1)Franz Weissman – Músico do Silêncio – Diretor de Produção 2) João Camara – Diretor de Produção 3) Petrópolis – A Cidade de Pedro – Diretor de Produção 4) Tradições Gaúchas – Diretor de ProduçãoAlexandre Baxter (Diretor de Fotografia) : Diretor de fotografia filiado à ABC (Associação Brasileira de Cinematografia) desenvolve trabalhos para Cinema, TV, Publicidade e Artes Visuais. Trabalhou em filmes que já foram exibidos e premiados no Brasil e no Exterior. Fotografou o curta-metragem Hannah, ganhando o premio de “Best Cinematographer no festival The Single-Take Challenge 2018 na Flórida. Com o filme O Quebra Cabeça de Tarik, de Maria Leite, recebeu o prêmio de melhor fotografia no Festival de Curta de Santos 2015 e foi finalista do Prêmio ABC (Associação Brasileira de Cinematografia) em 2016. Finalista do Lions Cannes Entertainment 2017 com o filme manifesto Carro Evidência. Em 2013, com um filme para a OFMG, recebeu o prêmio de Melhor Direção de Fotografia no Prêmio Melhores da Comunicação Mineira. Nhá Nhá, video instalação realizada em parceria com Niura Bellavinha, foi exposto na Bienal do Mercosul, no Uruguai, na Biwako Binnale, no Japão, na Galeria Millan em São Paulo e no Oi Futuro RJ e BH. Moradores, outro trabalho em Artes Visuais, ja foi exibido em praça pública, em mais de 13 cidades do Brasil e em Montevideo, no Uruguai.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.