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SALVE-SARAVÁ, é um exercício coletivo de reverência, gratidão e aprendizado, dedicado à CULTURA NEGRA. Uma iniciativa do Grupo Sovaco de Cobra Trio, que oferece um circuito cultural comemorativo à nossa ancestralidade através da música instrumental de compositores negros no Brasil, em especial do choro, com viés educativo-musical por meio de encontros em territórios, comunidades, escolas e lugares de referência para a cultura negra e para a luta antirracista, nas cidades de Pelotas e de Rio Grande.
SALVE-SARAVÁ é um circuito de encontros com comunidades e locais de referência para a cultura negra e a luta antirracista. Através da música instrumental de compositores negros e intervenções de historiadores e sociólogos, estabelecer uma roda de fruição e diálogo sobre aspectos históricos, sociais e afetivos sobre ancestralidade e resistência, compartilhando informações sobre compositores, obras e seus contextos históricos, numa iniciativa do Sovaco de Cobra Trio.
OBJETIVO GERAL:Reverenciar a cultura negra através do chorinho, proporcionando a fruição da música e dos compositores negros brasileiros contribuindo para a luta antirrasista, especialmente junto aos jovens estudantes das escolas públicas, em cidades onde a presença de negros escravizados foi decisiva para a formação econômica e cultural.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Realizar o SALVE-SARAVÁ nas cidades de Pelotas e Rio Grande, na Zona Sul do Rio Grande do Sul, onde a presença de negros escravizados foi decisiva para a formação econômica e cultural;Apresentar o projeto SALVE-SARAVÁ em 8 locais de referência para a Cultura Negra e a Luta Antirracista, nessas 2 cidades do RS;Proporcionar a 8 grupos culturais vinculados à cultura negra a participação no projeto, realizando a abertura das apresentações do Grupo Sovaco de Cobra Trio;Visitar 8 instituições de Ensino Fundamental das comunidades ou entornos, para atividade didática/artística dedicada aos temas abordados pelo Salve-Saravá;Valorizar 8 lideranças antigas dos territórios por onde o projeto passar, para atuarem como palestrantes convidados;Distribuir material gráfico com conteúdo histórico dos compositores, referências bibliográficas e links dos choros e temáticas abordadas pelo SALVE-SARAVÁ;Reunir gratuitamente aproximadamente 1.600 pessoas com as 8 apresentações e 8 encontros em escolas;
Em seu 19º ano de atividade, o Sovaco de Cobra Trio, formado pelo violonista Silvério Barcellos, o percussionista Jucá De León e o flautista Gil Soares, acumula uma trajetória de palcos e estúdios que já passou pelas principais cidades do RS e realizou três turnês pelo Uruguai, sempre passando pela capital Montevidéu, e lançou três cedês; dois deles exclusivamente dedicados a compositores pelotenses de Choro. Com essa experiência e a longa militância na divulgação da produção local do gênero, o grupo quer aprofundar sua relação com as bases ancestrais da Cultura Negra.Conforme o dossiê de patrimonialização do Choro Patrimônio Histórico Imaterial do Brasil "podemos compreender o choro, ao mesmo tempo, como um conjunto de práticas musicais, além de um gênero guarda-chuva que caracteriza tais práticas, e como a rede de sociabilidade que as engendra, formada principalmente por instrumentistas, instrumentos, repertórios, partituras, gravações, rodas, bailes, bandas, rádios, bares, praças, salas de aula, salas de concerto… O choro é uma prática cultural complexa, diversa e perene por sua existência no tempo e no espaço, presente em todas as regiões do Brasil e disseminada em outros países. Nesse sentido, um dos primeiros desafios do processo de registro do choro está ligado ao reconhecimento do seu caráter plural, às diferenças estéticas associadas aos seus contextos performativos, aos diferentes "sotaques" regionais, às cosmologias e aos cânones atribuídos por diferentes comunidades de chorões e choronas em diversas regiões do Brasil e aos diferentes mitos de origem e continuidades históricas ligadas ao choro em cada contexto."Também mostra o dossiê que o choro como cultura popular serve de bandeira, ao longo do tempo, para a luta contra o racismo, para o desenvolvimento e o fortalecimento da autoestima. É lugar onde as famílias negras se protegeram.Nesse cenário, o trio criou há 2 anos o Projeto SALVE-SARAVÁ, viabilizado na primeira edição pela Lei Paulo Gustavo - LPG - e, na edição de 2025, pela Política Nacional Aldir Blanc - PNAB. SALVE-SARAVÁ é um exercício coletivo de reverência, gratidão e aprendizado, dedicado à CULTURA NEGRA, através da música. Propõe encontros com comunidades e locais de referência para essa cultura e a luta antirracista. Rodas de diálogo e trocas, com a música executada ao vivo pelo Sovaco de Cobra Trio servindo de fio condutor dos conteúdos históricos, sociológicos e afetivos. Religiosidade e ancestralidade em suas relações profundas com a formação de nossas matrizes estéticas. Luta e festa. Assim tem sido por todos os territórios por onde tem passado.Ressaltar a importância dos compositores negros da música brasileira, reverenciá-los, divulgá-los é o mote desta proposta. Para além disso, enaltecer a recente Patrimonialização do Choro, reforçando na prática o papel fundamental das rodas para o intercâmbio de conhecimentos e contato com a comunidade, para nós é muito precioso. Por tudo isso beneficiar-se do mecanismo de incentivo fiscal é fundamental para concretização de nossa iniciativa que contribuirá para o alcance das finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura, em seu Art 1º, como segue:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Por fim, SALVE-SARAVÁ, também atende ao Art. 3º da Lei 8.313/91 conforme os seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;e, ainda,IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
REPERTÓRIO E COMPOSITORESCANTO DE XANGÔ/CANTO DE OSSANHA - Baden Powel/Vinícius de MoraesFLOR AMOROSA - Antonio CalladoPROEZAS DE SOLON - PixinguinhaSE VOCÊ JURAR - Ismael Silva (tema incidental SAMBA DO ARNESTO - Adoniran Barbosa)SE ACASO VOCÊ CHEGASSE - Lupicínio Rodrigues (tema incidental AI QUE SAUDADE DA AMÉLIA - Ataulfo Alves/Mário Lago)NERVOS DE AÇO - Lupicínio RodriguesPRIMEIRO AMOR - Patápio SilvaTIO JOÃO - ToinhaVOU DEITAR E ROLAR - Baden PowelURUBU MALANDRO - Pixinguinha/João de Barro/LouroSAMBA DA BÊNÇÃO - Baden Powel/Vinícius de Moraes
O projeto está organizado para acontecer em duas frentes, sendo:NAS ESCOLASApresentação do projeto, seus objetivos e motivaçõesApresentação dos músicos e educadoresExecução de um dos temas, seguido de informações biográficas sobre o compositor, sua relevância e contexto histórico; curiosidades; convite para que os alunos opinem, expressem suas impressões, conhecimentos prévios e percepções a respeito.Intervenção de um dos educadores da equipe Salve-Saravá (breve texto sobre as temáticas propostas); convite para que os alunos opinem, expressem suas impressões, conhecimentos prévios e percepções a respeito.Execução de mais temas e repetição do ciclo.EncerramentoAs escolas públicas escolhidas serão as situadas nas proximidades do local da apresentação que ocorrerá nos dias que seguem a atividade escolar. É voltada aos alunos do 6º ao 9º Anos do Ensino Fundamental.Pretende reunir aproximadamente 100 estudantes em cada instituição.A atividade não tem custo para as escolas. Aos alunos será ofertado pelo projeto um lanche (recheada e suco) de confraternização após a atividade.NAS APRESENTAÇÕESAbertura com artistas locais (música, poesia, dança…)Início da apresentação do Sovaco de Cobra Trio, com uma saudação de toque de tambor, seguido da execução de três temas instrumentais.Apresentação do projeto, seus objetivos e motivaçõesIntervenção de um dos educadores da equipe Salve-Saravá (breve texto sobre as temáticas propostas).Execução de três temas instrumentais, com breves explicações sobre os compositores e contextos históricos. Intervenção de um dos educadores da equipe Salve-Saravá (breve texto sobre as temáticas propostas).Execução de dois temas instrumentais, com breves explicações sobre os compositores e contextos históricos. Intervenção de um dos educadores da equipe Salve-Saravá (breve texto sobre as temáticas propostas);Encerramento
Para atender às normativas do MinC adotaremos as seguintes ações para assegurar a ACESSIBILIDADE de todas as pessoas, sendo:ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICASerão escolhidos espaços que possam receber pessoas com deficiência física e/ou com mobilidade reduzida.Também serão reservados os lugares mais próximos dos músicos para que idosos e cadeirantes possam colocar suas cadeiras ou ocuparem os assentos, caso as apresentações ocorram em lugares como centros culturais comunitários, teatros ou bibliotecas. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOPESSOAS CEGAS OU COM VISÃO REDUZIDA em se tratando da música nosso produto principal alcançaremos esse público com nossa arte.PESSOAS SURDAS OU COM BAIXA AUDIÇÃO contrataremos intérprete de Libras e reservaremos os lugares mais à frente conforme citado nas medidas arquitetônicas. Cabe aqui ressaltar que a grande maioria do repertório será composto de música instrumental, dificultando um pouco adotar medidas para esse público.PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL serão oferecidos abafadores às pessoas com o espectro autista, também usaremos linguagem adequada para comunicação dos músicos com a plateia.Também será distribuído cordão do girassol para identificar todos esses públicos para que possamos, por meio da equipe de produção e de acolhimento, identificá-los.Por último e não menos importante, buscaremos priorizar que os encontros com escola pública ou projeto social previstos para ocorrerem em cada edição contemplada pelo SALVE-SARAVÁ, possam ser realizados prioritariamente em APAES, Escolas para Cegos ou Centros de Atendimento a Autistas. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL/DIVULGAÇÃOTodas as peças de divulgação e entrevistas farão a comunicação das medidas que serão adotadas para receber todos os públicos.
Todas as apresentações terão entrada franca, e sempre que houver possibilidade de realização em uma casa de religião de matriz africana ou em locais onde já exista o hábito e o vínculo com a cultura negra e reverência aos cultos de matriz africana, esta será a escolha. A troca de informações com as lideranças locais será fundamental para a identificação desses pontos estratégicos, além da produção local.Os resultados serão medidos pela adesão aos eventos e serão documentados através de fotos, vídeos, depoimentos e demais peças de divulgação veiculadas nos canais virtuais do projeto, dos participantes e dos convidados.Outra forma de democratizar ainda mais o acesso será a visita em escola pública ou projeto social em cada edição para divulgação dos principais autores negros da música instrumental brasileira e do choro como expressão musical genuinamente brasileira e patrimônio nacional, além de também buscar a inserção de pessoas com deficiência, quando for o caso.
GILVAN CORRÊA SOARES – MEIFunção: administração e gestão do projetoMicro empreendimento individual do músico, compositor e arranjador Gil Soares. Como empresa já realizou inúmeros projetos financiados por editais públicos na cidade de Pelotas e do Programa Municipal de Incentivo à Cultura em Pelotas. É produtor cultural cadastrado junto à Secretaria de Estado da Cultura. GIL SOARESFunção: Músico FlautistaFlautista graduado pela UFPel. atuou como Professor Substituto, através de seleção pública, no Curso Superior de Música da UFPel, na cadeira de Flauta Transversal. De 2012 a 2019 atuou como educador social no projeto Música é Vida, no CRAS Getúlio Vargas, na cidade de Camaquã. Além de ministrar aulas de pífaro e flauta, desenvolveu atividades de musicalização para crianças e adolescentes, aulas de teoria e percepção musical. A partir de 2014 assumiu a coordenação da escola de música do Projeto e a regência da Orquestra de Câmara Getúlio Vargas, vinculada a ela. Como instrumentista participa em festivais do circuito nativista do RS desde o final dos anos 1980, contando inúmeras premiações e gravações ao lado de compositores e intérpretes consagrados do gênero. É membro do Clube do Choro de Pelotas desde sua fundação em 2014. Junto a esse coletivo realiza atividades de pesquisa, produção de conteúdos didáticos e divulgação do gênero na cidade e região. SOVACO DE COBRA TIO (GIL SOARES (flauta), JUCÁ DE LEON (pandeiro) e SILVÉRIO BARCELLOS (violão)Formação instrumental pelotense em atividade ininterrupta desde 2006. Acumulam passagens por palcos importantes do RS e Uruguai, país onde excursionam com frequência desde 2010, principalmente na capital Montevidéu e arredores. Possuem uma discografia de três cedês, sendo dois deles financiados pelo Procultura Pelotas. Selecionados várias vezes para participação em eventos e mostras de relevância, como: Musical Petropar no Teatro São Pedro PoA; Festival Música de la Tierra, em Jacksonville, Montevidéu; Tum Tum Instrumental, em Caxias do Sul; Show de abertura no Reponte, em São Lourenço do Sul; Verão Cultural no Cassino (3 vezes); Estação SESC em Caxias do Sul; Festival Acorde, em Pelotas; Sarau no Solar, da Assembleia Legislativa, em PoA, Circula Sesc em Porto Velho (RO), dentre outros.CARLA ÁVILAFunção: PesquisadoraPossui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pelotas (2006), mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pelotas (2011) e doutorado em Política Social e Direitos Humanos/UCPEL (2022). Professora de Sociologia no curso de Serviço Social na Universidade Católica de Pelotas. Coordenadora do Programa de Extensão, Ensino e Pesquisa Relações Étnico-Raciais da Universidade Católica de Pelotas. Atuando principalmente nos seguintes temas: Raça e Etnia, Feminismo Negro; ritual- política e religião, antropologia- corpo- educação integral- comunicação- sociedade, etnia/identidade/corpo e consciência negra e direitos sociais e política de ações afirmativas.THAÍS CARVALHOFunção: PesquisadoraDoutora em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), pesquisou a noite pelotense, a boemia do Bar Liberdade, os notívagos das crônicas policiais e a masculinidade dos botequins, privilegiando as intersecções entre fontes orais, impressas e judiciais na investigação sobre a vida noturna, suas sociabilidades e conflitos. Atualmente é professora da rede municipal de Capão do Leão e da rede estadual de educação (Seduc-RS) na cidade de Pelotas.CAIUÁ CARDOSO AL-ALAMFunção: PesquisadorProfessor e historiador. Especialista nos temas da História Social da Escravidão e do Pós-Abolição, vem desenvolvendo pesquisas há mais de 20 anos. Doutor em História e docente da Universidade Federal do Pampa, desenvolve junto com a comunidade fronteiriça do Brasil-Uruguai, projetos de extensão como a Oficina dos Territórios Negros em Jaguarão. Tem diversos textos e livros publicados, destacando-se aqueles que evidenciam os protagonismos negros no Rio Grande do Sul. Na sua trajetória, trabalhou com o campo da museologia, inclusive com projetos vinculados a museus comunitários e memórias de bairros. No campo da arte, trabalhou com teatro, música e poesia, desenvolvendo diversas ações desde 2001.CECÍLIA SOARESFunção: Intérprete – participação especialJovem talento das artes, ainda em formação por sua pouca idade, 18 anos. Como instrumentista estudou piano desde os 7 anos. Como intérprete tem estudado com o professor João Ferreira Filho. Vem se lançando na arte de cantar, tendo atuado no Coral da Sociedade Pelotense Música Pela Música com quem participou do Festival Internacional SESC de Música. Em 2024 tem sido uma das vozes do Clube do Choro de Pelotas e vem atuando como cantora do coletivo Juntos e Misturados. Teve uma passagem pelo cinema no filme Domingo de Clara Linhart e Fellipe Barbosa, como uma das crianças do elenco. MICHELE FERREIRAFunção: Produção Executiva e Coordenação de DivulgaçãoÉ jornalista em Pelotas. Durante 24 anos atuou como repórter do Jornal Diário Popular, o maior da Zona Sul do Estado por mais de um século. Ao longo da carreira, conquistou premiações nos principais concursos do Jornalismo gaúcho. Só da Associação Riograndense de Imprensa (ARI) foi finalista por 5 vezes e em duas delas levou o troféu para casa. Tem se dividido em 2 frentes principais: a assessoria de imprensa da Escola de Artes e Ofícios do Samba (EAOS), da Academia do Samba, que levará 22 oficinas gratuitas a 240 pessoas; e a produção/direção do documentário Margens, Vidas e Cores, que coloca o Arroio Pelotas, que ajudou a “fundar” a cidade, no centro da pauta. O doc, que deve estar disponível no YouTube em março de 2026, em 4 episódios, é financiado pela Política Nacional Aldir Blanc (Pnab). , Paralelamente, a jornalista ainda integra a equipe de produção executiva do projeto Salve Saravá, do Sovaco de Cobra Trio, em fase de execução, com financiamento da Pnab. ALESSANDRA FERREIRAFunção: Coordenação GeralProdutora Cultural com mais de 25 anos de experiência na gestão pública e privada da cultura. Esteve a frente da Diretoria de Projetos da Secretaria Municipal de Cultura de Pelotas, nos últimos 11 anos, tendo sido a coordenadora do Sistema Municipal de Cultura e gestora do Programa Municipal de Incentivo à Cultura da cidade de Pelotas e de inúmeras atividades e programas como o Dia do Patrimônio. Foi parecerista do Ministério da Cultura junto à FUNARTE. Foi conselheira municipal de cultura em diversas oportunidades como membro titular tanto pela Secretaria de Cultura quanto eleita pela sociedade civil.Como produtora cultural, atuou com músicos locais, na produção independente, com dança, com edições da Feira do Livro de Pelotas, com Orquestra e Coro Música Pela Música e com edições do carnaval de rua tanto em Pelotas, quanto em São Lourenço do Sul. De volta a iniciativa privada desde junho do corrente ano, tem atuado junto à Associações de cultura, como a OTROPORTO Indústria Criativa e a Academia do Samba.Esteve, no ano de 2024, Conselheira Estadual de Cultura, indicada pela Secretaria Estadual de Cultura, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.