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PRONAC 2513216Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Concertos no Paço

SOCIEDADE ORQUESTRA FILARMONICA DO RIO DE JANEIRO
Solicitado
R$ 799,0 mil
Aprovado
R$ 799,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-08-02
Término
2027-02-28
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto Concertos no Paço realizará uma série de oito concertos gratuitos de música de câmara no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, com a Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro. As apresentações ocorrerão sempre no primeiro domingo de cada mês, entre agosto de 2026 e fevereiro de 2027, reunindo dez músicos em formação de orquestra de câmara. Os concertos recriarão o ambiente histórico do século XIX por meio de figurinos de época, encenações breves e repertórios que dialogam com momentos marcantes da história brasileira. A proposta visa promover o acesso à música erudita, valorizar o patrimônio histórico e estimular o interesse do público pela cultura e pela memória do Rio de Janeiro imperial.

Sinopse

O projeto Concertos no Paço apresenta uma série de oito concertos de música de câmara realizados pela Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro no Paço Imperial, recriando o ambiente artístico e social do século XIX. As apresentações unem música, história e cena, com figurinos de época e pequenas intervenções teatrais que evocam momentos marcantes da vida política e cultural do Brasil imperial. O público é convidado a vivenciar uma experiência imersiva, em que o espaço histórico se transforma em palco de reencontro entre passado e presente, arte e memória.Classificação indicativa: livre

Objetivos

Objetivo GeralPromover o acesso gratuito à música de câmara e à memória cultural brasileira por meio da realização de uma série de concertos temáticos no Paço Imperial, recriando o ambiente artístico e social do século XIX e aproximando o público da história e do patrimônio cultural do Rio de Janeiro. Objetivos Específicos. Realizar oito concertos gratuitos de música de câmara com a Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro, entre agosto de 2026 e fevereiro de 2027, no Paço Imperial.. Apresentar repertórios que dialoguem com temas históricos e culturais do período imperial brasileiro, de forma flexível e educativa.. Integrar música e teatro, com pequenas encenações e figurinos de época, promovendo uma experiência imersiva e histórica para o público.. Valorizar o patrimônio histórico e artístico do Paço Imperial como espaço de difusão da cultura brasileira.. Estimular o interesse do público pela música erudita e pela história nacional, ampliando o acesso a bens culturais.. Envolver 10 músicos e 2 atores em apresentações mensais, gerando oportunidades de trabalho para artistas e técnicos da área cultural.. Garantir acessibilidade e gratuidade, com distribuição antecipada de ingressos e ações de mediação cultural.

Justificativa

O projeto Concertos no Paço justifica-se pela necessidade de ampliar o acesso da população à música de concerto e de promover a valorização do patrimônio histórico e cultural brasileiro por meio de uma programação gratuita e de qualidade, em um dos espaços mais simbólicos da história nacional: o Paço Imperial. A realização de uma série de concertos com figurinos e ambientação de época cria uma ponte entre arte, memória e educação, oferecendo ao público uma vivência cultural acessível e formativa.O uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura é essencial, pois projetos de música erudita e ações de preservação histórica têm custo de produção elevado e pouca viabilidade comercial, o que inviabiliza sua realização sem o apoio fiscal previsto na Lei nº 8.313/91. O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º, ao contribuir para o fomento à produção cultural, o estímulo à difusão e o apoio à preservação e valorização do patrimônio histórico e artístico brasileiro.Atende ainda aos objetivos previstos no Art. 3º, incisos I, II, III e V, ao:estimular a criação, produção e difusão de bens culturais;ampliar o acesso da população às fontes da cultura nacional;proteger as expressões culturais vinculadas à história e às tradições do país;e apoiar artistas e profissionais da área cultural por meio da geração de trabalho e renda.Dessa forma, o Concertos no Paço contribui diretamente para os propósitos da Lei de Incentivo à Cultura, fortalecendo o papel social da arte e promovendo o encontro entre a música, a história e o público em um espaço de referência do patrimônio brasileiro.

Especificação técnica

Produto principal: Série de oito concertos de música de câmara intitulados Concertos no Paço, realizados pela Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro.Duração: Cada concerto terá aproximadamente 60 a 80 minutos, incluindo breves introduções comentadas sobre o repertório e o contexto histórico.Formato e estrutura: Apresentações com dez músicos em formação de orquestra de câmara, dois atores em participações cênicas e equipe técnica responsável por sonorização, figurino e ambientação de época. O espaço do Paço Imperial será em seu teatro com capacidade aproximada de 100 lugares.Material técnico: Iluminação e sonorização adequadas ao espaço histórico; figurinos inspirados no século XIX; instrumentos acústicos e materiais de apoio cênico discretos, respeitando o patrimônio histórico do local.Projeto pedagógico e educativo: Antes de cada concerto haverá uma breve mediação cultural, com explicações sobre as obras, os compositores e o contexto histórico representado, voltada à formação de público e à difusão do conhecimento musical. Serão produzidos programas de concerto impressos e digitais com textos explicativos, acessíveis a diferentes públicos.Classificação indicativa: Livre.

Acessibilidade

Acessibilidade Física As apresentações do projeto Concertos no Paço serão realizadas no Paço Imperial, equipamento cultural federal localizado no centro histórico do Rio de Janeiro, que possui estrutura física acessível ao público: rampas de acesso, piso nivelado, banheiros adaptados e elevadores para pessoas com mobilidade reduzida. A produção do projeto garantirá sinalização adequada, reserva de assentos para pessoas com deficiência e equipe de apoio treinada para o atendimento ao público com necessidades específicas.Acessibilidade de Conteúdo Serão adotadas medidas de acessibilidade comunicacional, de forma a ampliar o acesso e a compreensão do conteúdo artístico apresentado. As ações incluem:Audiodescrição introdutória dos concertos e do espaço, transmitida antes do início das apresentações;Intérprete de Libras em todas as apresentações, permitindo o acesso do público surdo às falas e intervenções cênicas;Materiais impressos (programas de concerto) com versão em fonte ampliada e linguagem simples, para melhor leitura e compreensão;Disponibilização digital dos programas em formato acessível para leitores de tela;Mediação cultural com explicação breve sobre o contexto histórico e musical de cada concerto, favorecendo a inclusão de públicos diversos.Essas medidas garantem que o Concertos no Paço seja plenamente acessível tanto do ponto de vista físico quanto de conteúdo, reafirmando o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura e à memória histórica brasileira.

Democratização do acesso

Todos os concertos do projeto Concertos no Paço serão gratuitos e abertos ao público, com entrada franca mediante retirada antecipada de ingressos distribuídos no próprio Paço Imperial e por meio de plataforma digital de inscrição. O objetivo é garantir o acesso democrático e ordenado, assegurando a presença de diferentes públicos — moradores do Rio de Janeiro, turistas, estudantes e visitantes ocasionais do museu.A divulgação será ampla, com ações em redes sociais, imprensa local e instituições de ensino, reforçando o caráter público e educativo do projeto. Além das apresentações, será realizada uma atividade de mediação cultural gratuita antes de cada concerto, em formato de ensaio comentado e aberto, em que o maestro e os músicos apresentarão o repertório e contextualizarão os temas históricos abordados.Os programas de concerto também serão disponibilizados em formato digital acessível, e as apresentações terão registro audiovisual, com transmissão posterior pela internet (canal da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro e redes sociais), ampliando o alcance do projeto para todo o território nacional.Essas ações garantem que o Concertos no Paço não apenas ofereça acesso físico gratuito, mas também amplie o alcance cultural e educativo das apresentações, promovendo a formação de plateia e a democratização do acesso à música erudita e à memória histórica brasileira.

Ficha técnica

A Sociedade Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro, fundada em 1930 pelo maestro e pianista Walter Burle-Marx, é uma das mais tradicionais instituições sinfônicas do país. Desde sua criação, vem contribuindo para a difusão da música erudita e para a valorização da cultura brasileira, tendo realizado concertos históricos com grandes nomes como Guiomar Novaes e Bidu Sayão. A Filarmônica foi responsável pela estreia no Brasil de obras fundamentais do repertório internacional e nacional, como as Sinfonias nº 1 e nº 9 de Beethoven, a Bachiana Brasileira nº 1 de Heitor Villa-Lobos e o Concerto em Sol de Maurice Ravel, além de peças de Camargo Guarnieri, José Maurício Nunes Garcia e Francisco Mignone. Coordenação - Geral: Kleber Kurt Vogel - Graduado em violino e bandolim pela UFRJ. - Mestrado em música pela UFRJ. - Foi diretor de comunicação e editor da Revista Músical do Sindicato dos Músicos RJ. Foi coordenador do site da Orquestra Sinfônica Brasileira, ganhador de 3 prêmios IBest como melhor site na categoria. - Pós-graduado em Música e Negócios pela PUC-Rio - Cursos de Lei Rouanet no Rio e São Paulo. Há 35 anos é músico do naipe de violinos da OSB e há 40 anos da Filarmônica do Rio. Atualmente exerce a vice-presidência e a diretoria executiva da Orquestra Filarmônica do Rio. Diretor Musical e Maestro: Leonardo Bruno é um maestro, arranjador e compositor brasileiro. Foi regente titular da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo e da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro. Como arranjador, destacam-se trabalhos ao lado de Gilberto Gil, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Beth Carvalho, Antonio Carlos e Jocafi e Clara Nunes. Como compositor, destacam-se parcerias em canções como Frevo Rasgado com Gilberto Gil, Maracatu do meu Avô com Nei Lopes e Zumbi dos Palmares com Martinho da Vila. Em 1965, realizou sua primeira orquestração profissional, Pena e Penar, para o músico Sérgio Ricardo. Em 1967, é chamado para integrar a Orquestra da Rede Globo, em seguida, a orquestra de Érlon Chaves. No mesmo ano, fez arranjos para Louvação, álbum de estreia de Gilberto Gil o qual tornou-se parceiro. No mesmo ano, ao lado de Toquinho e outros músicos de São Paulo, integrou o Quinteto de Roda, formada por Gilberto Gil, para as apresentações mensais no Teatro Paramount, alternada com as de Caetano Veloso, Elis Regina e Chico Buarque. Em 1970 iniciou seus estudos com o maestro José de Lima Siqueira. No mesmo ano, foi chamado a reger a Orquestra da Rede Globo no Festival Internacional da Canção, cargo que dividiu com o maestro Mário Tavares. Regeu quase todos os FICs, tendo sido o orquestrador de BR-3, Pedro Nadie, Kirie e outras vencedoras do evento da Rede Globo. Logo depois, tornou-se diretor musical do programa Som Livre Exportação. O último festival da Globo que regeu foi no Theatro Municipal de São Paulo, em 1975. Na mesma época, recebia prêmio de melhor arranjo para a canção Pra Dizer Adeus do disco de Maria Creuza. Leonardo Bruno, para esta música fez 7 diferentes vozes e sua irmã Vânia Ferreira, fez 3 vozes. Em 1972, recebeu do governo francês uma bolsa de estudos, frequentando, por orientação musical do maestro José de Lima Siqueira, aulas de Olivier Messiaen e Roger Boutry, no Conservatório de Paris. Recebeu declaração de notório saber dos maestros Mário Tavares, Ernani Aguiar, César Guerra-Peixe e Henrique Morelembaum. Em outubro do mesmo ano, fixou-se em Mannheim, Alemanha, onde recebeu orientação musical do maestro Cláudio Santoro, então professor de composição e regência.[Pelas mãos de Cláudio Santoro pode conviver com o ambiente musical daquele tradicional centro sinfônico. A partir de 1975, com vistas à regência de ballet, frequentou aulas de ballet clássico com Eugênia Feodorova, Madeleine Rosay e Jane Féraudy. Posteriormente começou a trabalhar com Maria Bethânia, Gal Costa, João Marcelo Bôscoli, Lennie Dale e Luís Carlos Miele. Sua primeira trilha para cinema feita sobre temas de Caetano Veloso, para o filme Proezas de Satanás na Vila de Leva e Traz, do cineasta Paulo Gil Soares. Diretor Artístico: Bruno Pongelupe Leite de Castro - Formado em comunicação pela Instituto de Educação Superior de Brasília, com especialização em Music Marketing pela Berklee College of Music e MBA em Gestão do Entretenimento pela ESPM/RJ, se especializou em Áudio Espacial pela Universidade de Artes de Tóquio em 2011. Bruno iniciou produzindo orquestras sinfônicas como: Orquestra Sinfônica de Budapeste, Orquestra de Câmara de Munique, Orquestra Sinfônica Simón Bolívar, Orquestra Sinfônica de Rotterdam entre outras. Em 2015 lançou como vice-presidente da ONG Amigos da Vida em parceria com a Mauricio de Sousa Produção a revista Turma da Mônica em Amiguinhos da Vida. Foi convidado a levar o projeto para Feira do Livro de Paris em 2015 o primeiro gibi da Turma da Mônica traduzido para o francês, onde o Brasil era o país convidado de honra. No ano seguinte ganhou como produtor musical o Prêmio da Música Brasileira na categoria melhor álbum estrangeiro com The Chico Buarque Experience. Em 2018 assumiu como Diretor Artístico da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro sendo responsável por concertos como GAMEXP e Concerto Bandeira da Fé - 80 anos de Martinho da Vila no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Produção- Executiva: Barbara Lino Libânio, Graduada em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB) com especialização em Film & TV Business pela Fundação Getulio Vargas (FGV), Bárbara é uma executiva de criação e produtora criativa com mais de 14 anos de experiência na indústria de entretenimento com expertise em coordenação e desenvolvimento narrativo e storytelling de projetos para Discovery, History, Al Jazeera, NHK, Warner, HBO e Globo, com mais de 30 realities, documentários e séries. Coordenou o planejamento estratégico criativo dos conteúdos Originais Estúdios Globo e estruturação de um pipeline de projetos de 7 anos da divisão de Dramaturgia. Como gerente de criadores da Globo coordenou equipes criativas da Novela Vai Na Fé (2023),Novela Amor Perfeito (2023), Série Histórias Impossíveis (2023), Documentário Chic Show(2023), entre outros. Foi executiva de projetos da Cine Group assumindo a coordenação de projetos do History, Space, Discovery, GNT e Canal Futura se destacando nos projetos O Infiltrado - 2a temp./History (APCA, TELAS e indicação ao Emmy) e Mulheres de Aço - GNT (Monet). Bárbara foi executiva de comunicação na Pro Natura International se destacando na liderança no desenvolvimento e formatação do projeto Expedição Rondon Roosevelt em parceria Globo e LC Barreto.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.