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O projeto consiste na realização de dois concertos e palestras ministradas pelo conceituado regente Ricardo Rocha e demais artistas no segundo em abril de 2026, no Rio de Janeiro, para a difusão da obra do mais profícuo compositor de todos os tempos, Johan Sebastian Bach, em abril de 2025. O projeto inclui uma oficina de música como contrapartida social, ministrada pelo maestro Ricardo Rocha e dois músicos assistentes.
Sinopse – VI Festival Bach Rio 2026: A Grande Missa em Si MenorO VI Festival Bach Rio de Janeiro tem como foco a montagem da monumental Grande Missa em Si Menor, de Johann Sebastian Bach (1685–1750) — considerada uma das obras mais importantes da história da música. Criado em 2007, o Festival consolidou-se como um espaço de difusão, formação e intercâmbio cultural, promovendo concertos, seminários, cursos e palestras com músicos e professores de renome nacional e internacional.Nesta edição, o evento reunirá orquestra, coro e solistas em duas apresentações da Missa em Si Menor e uma palestra pública intitulada “Missa em Si Menor: Carta à posteridade de um coração ecumênico”, dedicada à análise histórica e simbólica da obra. A programação busca aproximar o público da música erudita, valorizar artistas brasileiros e fortalecer o diálogo entre tradição e contemporaneidade.O Festival reafirma sua missão de difundir o legado de Bach e promover o intercâmbio entre artistas, pesquisadores e o público, destacando o papel da música como patrimônio cultural universal e instrumento de formação, diversidade e reflexão artística.
Objetivo Geral:Promover a difusão e valorização da obra de Johann Sebastian Bach por meio da realização da sexta edição do Festival Bach do Rio de Janeiro, consolidando-o como um evento anual de referência na música erudita. O projeto visa estimular o intercâmbio artístico e pedagógico entre músicos nacionais e internacionais, oferecer ao público concertos, cursos e seminários de alto nível, e valorizar a produção musical brasileira ao destacar artistas e professores locais de excelência, fortalecendo o patrimônio cultural e a formação de novos públicos para a música clássica.Conforme o Decreto 11.453, art. 3º, o projeto atende ao que trata os incisos: I- valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II _ estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõe a sociedade brasileira; V _ incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; e XV _ apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação.Objetivos Específicos:Realizar duas apresentações do concerto VI Festival Bach, em abri de 2026 na Sala Cecília Meireles e na Cidade das Artes, alcançando um público estimado em 10.000 pessoas.Realizar uma Oficina de Música no Centro de Artes Calouste Gulbekian.Democratizar o acesso à Música de Concerto nacional e internacional, promovendo a inclusão cultural e formando novas plateias. Engajar o público no processo criativo e reflexivo da música, promovendo conexões que vão além da simples apreciação sonora.Inspirar e incentivar novas gerações de músicos, oferecendo exemplos, oportunidades e referências.Fortalecer a produção artística brasileira, valorizando a riqueza cultural do país.Desenvolver competências sociais e emocionais por meio da música, resgatando a tradição oral, histórias de vida e experiências compartilhadas também pelas palestras e rodas de conversas.Promover a integração entre os participantes através da música.Oferecer novas perspectivas a jovens em situação de vulnerabilidade social, utilizando a música como forma de inclusão e desenvolvimento pessoal.Contribuir para o fortalecimento da economia criativa por meio da contratação de uma equipe multidisciplinar, dinâmica e altamente colaborativa.
Villa-Lobos afirmava que "a música de Bach é fonte de folclore universal". Essa afirmação sintetiza a relevância de Johann Sebastian Bach como referência permanente da criação musical ocidental. Redescoberto em 1829 por Felix Mendelssohn, ao apresentar a Paixão segundo São Mateus, Bach passou a inspirar gerações de músicos e pesquisadores, tornando-se o compositor que mais cresce em difusão e influência no mundo, com Sociedades Bach fundadas nos cinco continentes e presença marcante inclusive na música popular e na cultura midiática contemporânea.No Brasil, sua influência é notável, especialmente no Chorinho e na obra de Heitor Villa-Lobos, que lhe prestou tributo no ciclo das Bachianas Brasileiras. Assim, o Festival Bach do Rio de Janeiro se insere em uma tradição de diálogo entre o legado clássico e a identidade musical brasileira, contribuindo para a formação de público e o fortalecimento da vida cultural do país.Mais do que um conjunto de concertos, o Festival constitui uma ação continuada de difusão, formação e intercâmbio artístico, com impacto direto sobre a democratização do acesso à música de concerto e o fortalecimento da cadeia produtiva da cultura. Sua realização contribui para reduzir desigualdades de acesso à chamada "alta cultura", ampliando oportunidades de fruição estética e educação musical para diferentes públicos.Em conformidade com a Lei 8.313/ 91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II- promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; e VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Para atender ao disposto no art. 1º, a execução do projeto seguirá os objetivos estabelecidos no art. 3º, sendo eles: art. 3º: II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de arte cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Produtos: Concerto Musical e Oficina de MúsicaConcerto Musical: Duas apresentações do espetáculo Missa em Si Menor (VI Festival Bach do Rio de Janeiro) com 90 min de duração e duas palestras pelo idealizador e regente do projeto, Ricardo Rocha.Oficina de Música: Centro de Artes Calouste Gulbekian (Praça XI – Centro, Rio de Janeiro), ministrada pelo Maestro Ricardo Rocha e músicos assistentes.Público- alvo: O público-alvo do VI Festival Bach é amplo e diverso, abrangendo homens e mulheres de 17 a 65 anos, das classes B, C e D, interessados em arte, música e cultura. O projeto é voltado especialmente para artistas, músicos, estudantes e professores de música e artes, além de apreciadores da música erudita e do patrimônio cultural. Também busca alcançar o público local das regiões onde ocorrerão as apresentações, promovendo formação de plateia e acesso gratuito, bem como atrair turistas culturais. Assim, o festival pretende reunir diferentes perfis em uma experiência musical e educativa, incentivando o acesso democrático e a valorização da diversidade cultural.
Produto: Concerto Musical (VI Festival Bach)Acessibilidade Física: Os teatros em que serão exibidos o espetáculo serão escolhidos adequados a todos os critérios de acessibilidade: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos, espaços para cadeirantes. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Serviço de audiodescrição nas sessões do espetáculo realizado por profissionais certificados.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Reserva de locais próximos ao palco para espectadores que tenham audição comprometida.Produto: Contrapartida Social (Oficina de Música)Acessibilidade Física: O local onde será realizada a oficina será escolhido atendendo a todos os critérios de acessibilidade previstos. Acessibilidade para Deficientes Visuais: O conteúdo da oficina será oral em sua totalidade, de forma a permitir acesso e entendimento do conteúdo pelos participantes com deficiência visual. Para perfeito entendimento da oficina, o material impresso será disponibilizado em braile, para os que apresentarem essa necessidade.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de libras para atender participantes com deficiência auditiva. Além disso, a produção reservará os lugares mais próximos ao ministrante da oficina, de modo a facilitar a leitura labial.
O VI Festival Bach Rio 2026 garante amplo acesso e democratização da cultura, destinando parte dos ingressos para distribuição gratuita promocional e social (incluindo professores de escolas públicas), oferecendo preços acessíveis e respeitando as leis de meia-entrada. Além disso, disponibilizará online gratuitamente os registros audiovisuais dos espetáculos com Libras e audiodescrição, e promoverá atividades paralelas gratuitas, como ensaios abertos e oficina de teatro para crianças e adolescentes, reforçando seu compromisso com o acesso inclusivo, educativo e democrático à cultura.
Ricardo Wilson Duarte da Rocha (Direção Artística e Musical | Maestro). Ricardo Rocha é um renomado regente brasileiro, fundador e diretor da Sociedade Musical Bachiana Brasileira desde 1986. Reconhecido internacionalmente, atuou como regente convidado na Alemanha por 11 anos, conduzindo grandes orquestras como a Sinfônica de Bamberg e a Filarmônica da Turíngia. Possui formação acadêmica de destaque, com pós-graduação em regência pela Universidade de Karlsruhe e mestrado pela UFRJ. Autor dos livros "Regência, uma arte complexa" e "As Nove Sinfonias de Beethoven – Uma Análise Estrutural", contribui amplamente para a pesquisa musical. Também é professor, palestrante e segue desenvolvendo novas obras. Vicente Porto de Barros (Coordenador Geral). Profissional com 20 anos de carreira no mercado cultural/showBusiness, atuou como produtor e tour manager de artistas relevantes do mercado nacional e internacional, dentre eles: Marina Lima, Lulu Santos e Milton Nascimento. Empresário do artista Paulinho Moska desde 2018 até os dias atuais. Empresário das artistas Zélia Duncan e Simone nos anos de 2023 e 2024. Sócio do Festival Medio y Medio.br. Sérgio Vieira de Lima Netto (Gravação de vídeo, áudio e edição). Atuou em algumas das principais gravações de áudio e edições de vídeo na trajetória da Bachiana nos últimos 15 anos, grande parte delas no Canal da Cia. Bachiana Brasileira, no YouTube ou no arquivo de gravações das SMBB, ainda não publicada. Entre elas, Suites, Sinfonias, Concertos Solistas, Poemas Sinfônicos, Cantatas, Oratórios etc. As gravações deram-se em diversos locais da cidade, como no Theatro Municipal RJ, Sala Cecília Meireles, Cidade das Artes, Igrejas Candelária e Antiga Sé do Carmo, Mosteiro de São Bento, Centro Cultural Justiça Federal, Lonas e Arenas Culturais, Teatro Sesi-Firjan, entre outros. Cláudia Tisato (Assessoria de Imprensa e Comunicação). Jornalista e relações públicas formada pela PUC-RS (MBA TV Digital – UFF) com mais de 25 anos de experiência na área de comunicação, jornalismo, assessoria de imprensa, atuando como apresentadora e roteirista. Atualmente, é assessora de imprensa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e editora/ jornalista da página @dicasdatisato no Instagram e Dicas Da Tisato no Facebook. Trabalha também com conteúdo, revisão de textos, produção e edição em editoria de cultura/entretenimento.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.