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PRONAC 2513253Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Curta Metragem: Rio das Almas

ELIANE DE CASTRO RIBEIRO
Solicitado
R$ 390,2 mil
Aprovado
R$ 390,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2026-08-01
Término
2027-02-01
Locais de realização (1)
Pirenópolis Goiás

Resumo

O projeto Rio das Almas propõe a produção de um curta-metragem documental de 15 minutos, filmado em Pirenópolis (GO), com foco na relação afetiva, histórica, cultural e ambiental da comunidade local com o rio que corta a cidade, de nome 'Rio das Almas'. A obra reunirá depoimentos de moradores de diferentes gerações, imagens aéreas e terrestres do rio e de seu entorno, compondo uma narrativa sensível sobre memória, pertencimento e preservação ambiental. O documentário contará com trilha sonora original, acessibilidade em Libras, legendas e audiodescrição, e será disponibilizado para ser exibido gratuitamente em escolas, espaços culturais e plataformas digitais. O projeto busca estimular a consciência ecológica e valorizar o patrimônio imaterial de Pirenópolis por meio da arte e da escuta comunitária.

Sinopse

SinopseO projeto Rio das Almas compreende a produção, difusão e ações formativas relacionadas a um curta-metragem documental, acompanhado de roda de conversa pública e oficina educativa com crianças da comunidade de Pirenópolis (GO). Todos os produtos têm como eixo central a valorização da cultura local, a preservação ambiental e o fortalecimento do vínculo entre arte, natureza e educação. 1. Curta-Metragem Documental “Rio das Almas”Produto principal do projeto, o filme propõe um mergulho sensível e poético na relação entre os moradores de Pirenópolis (GO) e o rio que atravessa a cidade, cheio de memória, identidade e pertencimento.Com direção de Eliane de Castro, o curta terá duração de 15 minutos e apresentará depoimentos de moradores de diferentes gerações, imagens aéreas e subaquáticas, registros históricos e trilha sonora original composta por Bororó Felipe em parceria com as crianças da Arandu Ecopedagogia.O documentário abordará as relações culturais e afetivas entre a comunidade e o Rio das Almas, valorizando a memória coletiva, as tradições locais e as expressões simbólicas que emergem desse convívio com a natureza. A obra propõe um olhar poético sobre o Cerrado como paisagem cultural, espaço de saberes, histórias e pertencimentos, traduzido em uma linguagem acessível, sensorial e profundamente humana.O filme será finalizado em alta definição (Full HD), com versões acessíveis contendo tradução em Libras, legendas descritivas e audiodescrição, garantindo ampla acessibilidade e democratização do conteúdo.O produto audiovisual será distribuído gratuitamente em escolas públicas, centros culturais, cineclubes e plataformas digitais, com classificação indicativa livre, podendo ser utilizado também em contextos educativos e festivais de cinema ambiental.2. Contrapartida Social – Roda de Conversa “O Rio como Memória Viva” + Exibições em Escolas PúblicasComo contrapartida social e educativa do projeto, será promovido um conjunto de ações integradas que inclui uma roda de conversa presencial aberta ao público e a exibição do documentário em três escolas públicas (municipais e estaduais) de Pirenópolis.A roda de conversa, intitulada “O Rio como Memória Viva”, ocorrerá logo após a sessão de estreia do curta-metragem, reunindo moradores locais, educadores, lideranças comunitárias, crianças e jovens participantes das oficinas, além da equipe técnica e artística do projeto. A atividade terá como foco o compartilhamento de memórias, saberes e experiências relacionadas ao Rio das Almas, incentivando o diálogo intergeracional e o fortalecimento da identidade cultural e ambiental da comunidade.Já as exibições escolares serão mediadas pedagogicamente e adaptadas à faixa etária dos estudantes. O objetivo é promover a sensibilização ambiental e cultural por meio de exibição audiovisual e conversa guiada com educadores ou equipe do projeto.Todas as atividades serão gratuitas, com acessibilidade garantida (intérprete de Libras, microfones de apoio e estrutura física acessível) e alinhadas aos princípios da democratização do acesso, promoção da cultura local e formação de público.3. Oficina de Trilha Sonora e Audiovisual com Crianças da Arandu EcopedagogiaComo parte do processo formativo do projeto, será realizada uma oficina educativa gratuita voltada às crianças da escola Arandu Ecopedagogia, que participarão da criação da trilha sonora e acompanharão etapas do processo de produção audiovisual.A oficina será ministrada pelo músico e educador Bororó Felipe, em parceria com a direção do projeto, e terá caráter prático e vivencial, abordando noções básicas de som, ritmo, captação e escuta.As atividades promoverão o protagonismo infantojuvenil, aproximando a arte da educação ambiental e estimulando a compreensão da música e do cinema como ferramentas de transformação social e expressão coletiva.O resultado da oficina será incorporado à trilha original do documentário, ampliando o vínculo afetivo entre o público jovem e o patrimônio natural que o projeto busca valorizar.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a valorização cultural, histórica e ambiental do Rio das Almas, por meio da produção e difusão de um curta-metragem documental de 15 minutos, que registre as memórias, percepções e afetos da comunidade de Pirenópolis (GO) em relação ao rio. O projeto busca sensibilizar o público para a importância da preservação ambiental e da memória coletiva, utilizando a arte audiovisual como instrumento de educação, pertencimento e conscientização.Além disso, pretende envolver crianças e jovens do projeto educacional Arandu Ecopedagogia em atividades práticas de trilha sonora e acompanhamento de produção, promovendo formação artística e ambiental por meio da experiência direta com o cinema.Objetivos EspecíficosProduzir 1 (um) curta-metragem documental de 15 minutos, com alta qualidade técnica e narrativa.Realizar entrevistas com 15 moradores de Pirenópolis, abrangendo diferentes faixas etárias, gêneros, classes sociais e etnias.Registrar imagens aéreas e terrestres do Rio das Almas, de suas margens e de espaços culturais da cidade.Integrar fotografias históricas, registros sonoros e animações que ampliem a compreensão simbólica do rio e de sua presença na vida local.Produzir trilha sonora original com participação de crianças do projeto educacional Arandu Ecopedagogia, estimulando práticas de educação musical e ambiental.Realizar oficinas introdutórias de produção audiovisual com estudantes do Arandu Ecopedagogia, permitindo que acompanhem parte do processo de filmagem e edição.Garantir acessibilidade integral ao produto audiovisual, incluindo legendagem, tradução em Libras e audiodescrição.Realizar 3(três) sessões públicas gratuitas do documentário em escolas públicas de Pirenópolis.Disponibilizar o filme gratuitamente em plataformas digitais (YouTube e site institucional), ampliando o alcance para o público nacional.Promover 1 (uma) roda de conversa pública com moradores, educadores e lideranças locais, discutindo o papel do rio na identidade cultural e ambiental do município.Inscrever o documentário em festivais de cinema e mostras ambientais nacionais, ampliando sua difusão e reconhecimento.Gerar materiais de comunicação e divulgação (cartaz, teaser, redes sociais) para fortalecer a difusão e o engajamento comunitário.

Justificativa

O projeto Rio das Almas, proposto pela Angico Imagens Sensoriais, é uma iniciativa audiovisual independente que visa registrar, valorizar e difundir a importância cultural, histórica, social e ambiental do Rio das Almas, localizado em Pirenópolis (GO), por meio da produção de um curta-metragem documental de 15 minutos. A obra propõe um olhar sensível e poético sobre a relação entre comunidade e natureza, revelando o rio como um símbolo de identidade, memória e pertencimento.O documentário busca retratar o Rio das Almas não apenas como paisagem, mas como uma fonte de vida e de histórias compartilhadas, integrando depoimentos de moradores, imagens da natureza local e trilhas sonoras produzidas por jovens da comunidade. Essa abordagem expressa um cinema comprometido com a realidade ambiental e social do território, valorizando os saberes tradicionais, as narrativas orais e os vínculos intergeracionais que sustentam o tecido cultural de Pirenópolis.Nos últimos anos, a região vem enfrentando desafios ambientais crescentes, como o desmatamento das margens, o assoreamento e a degradação da qualidade da água, reflexos da urbanização desordenada, do turismo intensivo e do uso inadequado do solo. Diante desse cenário, o curta-metragem se constitui como uma ação cultural e educativa, que utiliza o cinema como ferramenta de sensibilização, promovendo a reflexão coletiva sobre o equilíbrio entre desenvolvimento, natureza e pertencimento comunitário.O projeto se fundamenta nos princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), especialmente no Artigo 1º, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) e estabelece como finalidade "contribuir para facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (inciso I), "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" (inciso II), "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" (inciso III), "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira" (inciso V) e "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro" (inciso VI).Da mesma forma, atende ao Artigo 3º da mesma lei, que orienta o PRONAC a "estimular a produção cultural e artística, mediante produção e difusão de obras" (inciso II), "preservar o patrimônio cultural e histórico brasileiro, mediante inventários, registros e documentação" (inciso III) e "propiciar meios para o conhecimento dos bens e valores artísticos e culturais" (inciso IV).O Rio das Almas concretiza esses princípios ao registrar e difundir o patrimônio natural e imaterial de Pirenópolis, ao fortalecer o acesso da população às fontes da cultura, ao valorizar os conteúdos locais e a produção regional, e ao reafirmar o pluralismo das expressões brasileiras como base da identidade e da cidadania cultural.A proposta tem ainda caráter formativo, envolvendo crianças e jovens do projeto educacional Arandu Ecopedagogia na criação da trilha sonora e no acompanhamento das etapas de produção audiovisual. Essa ação estimula a educação ambiental e artística, alinhando-se ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 _ Educação de Qualidade da Agenda 2030 da ONU, que incentiva experiências pedagógicas voltadas à sustentabilidade e à aprendizagem ativa.Além do ODS 4, o projeto dialoga diretamente com outros compromissos da Agenda 2030, entre eles o ODS 6 _ Água Potável e Saneamento, ao tratar da preservação dos ecossistemas aquáticos e da recuperação das matas ciliares; o ODS 13 _ Ação Contra a Mudança Global do Clima, ao estimular o debate sobre o uso consciente do solo e a mitigação dos impactos ambientais; e o ODS 15 _ Vida Terrestre, ao valorizar o bioma Cerrado e suas espécies ameaçadas, reforçando o vínculo entre cuidado ambiental e conhecimento ancestral.O documentário, portanto, une a arte à sustentabilidade, apresentando o audiovisual como linguagem capaz de despertar consciência ecológica e responsabilidade coletiva. A produção enfatiza o direito à cultura e à informação ambiental, contribuindo para a formação de público e o fortalecimento da economia criativa local. Sua realização em Pirenópolis reforça o compromisso com a descentralização das políticas culturais, ampliando o alcance da Lei Rouanet para além dos grandes centros e estimulando o desenvolvimento regional.O uso do mecanismo de incentivo fiscal é fundamental para a execução do projeto, uma vez que se trata de uma produção independente e de interesse público, com relevância educativa e comunitária. Os recursos captados viabilizarão a contratação de equipe técnica qualificada, a aquisição de equipamentos e serviços especializados, a implementação de recursos de acessibilidade e a realização de exibições públicas gratuitas, acessíveis a toda a comunidade.O projeto também prevê ações de difusão e mediação cultural, como exibições abertas em escolas, espaços culturais e eventos ambientais, acompanhadas de rodas de conversa com os realizadores, de modo a promover o diálogo entre os espectadores e os temas abordados no filme. Essa estratégia amplia o alcance social da obra e contribui para o desenvolvimento de uma cultura de paz, de respeito à diversidade e de convivência harmônica entre sociedade e natureza, princípios previstos tanto na Instrução Normativa MinC nº 23/2025 quanto nos Objetivos da Agenda 2030.A escolha de Pirenópolis como local de realização nasce do vínculo direto da equipe com o território e com o próprio rio das Almas, espaço de convivência e aprendizado cotidiano. A diretora Eliane de Castro, à frente da Angico Imagens Sensoriais, possui trajetória consolidada na produção de conteúdos audiovisuais e na mediação de projetos socioculturais voltados à educação ambiental, atuando em parceria com o Instituto Bororó, que aqui figura como colaborador institucional.Ao unir cinema, memória e ecologia, o Rio das Almas reafirma o papel da arte como linguagem de transformação social, despertando novos olhares sobre o patrimônio natural e cultural do Cerrado. A proposta integra preservação ambiental, valorização cultural, formação educativa e inclusão social, em total consonância com os princípios da Lei Rouanet, da Instrução Normativa MinC nº 23/2025 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, reforçando o compromisso da arte com um futuro mais consciente, sustentável e coletivo

Estratégia de execução

O projeto Rio das Almas, proposto pela Angico Imagens Sensoriais, foi concebido como uma ação de valorização cultural, ambiental e educativa, cujo impacto ultrapassa os limites da obra audiovisual. Além de produzir um curta-metragem de alta qualidade técnica e artística, a iniciativa deixa um legado duradouro para a comunidade de Pirenópolis (GO), ao fortalecer vínculos sociais, estimular a consciência ecológica e ampliar o acesso à produção cultural independente.O documentário atuará como um registro histórico e patrimonial do território, reunindo relatos de moradores, educadores e crianças em torno de um tema essencial: o cuidado com a água e a preservação do Cerrado. O filme será um arquivo audiovisual de memória, disponível para utilização em escolas, universidades, cineclubes e centros culturais, contribuindo para o ensino de história, geografia, meio ambiente e cultura popular.A proposta apresenta também potencial de replicabilidade. A metodologia de trabalho — que integra arte, educação ambiental e escuta comunitária — poderá ser adaptada para outros territórios e bacias hidrográficas brasileiras, especialmente em contextos onde o diálogo entre cultura e sustentabilidade ainda é incipiente. A experiência das oficinas e rodas de conversa será sistematizada em um relatório pedagógico, servindo como referência para educadores, pesquisadores e gestores culturais.O projeto conta com o apoio institucional do Instituto Bororó, parceiro da Angico Imagens Sensoriais, cuja trajetória é marcada pela valorização das culturas afro-indígenas, pela pesquisa sobre tradições orais e pela promoção da arte como ferramenta de transformação social. Essa atuação contínua confere ao projeto uma base institucional sólida, experiência em gestão cultural e compromisso com políticas públicas voltadas à cultura, à educação e ao meio ambiente.O Rio das Almas reafirma seu alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente os ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 6 (Água Potável e Saneamento), ODS 13 (Ação Contra a Mudança Climática) e ODS 15 (Vida Terrestre). Além disso, adota práticas de sustentabilidade na execução, priorizando o uso de materiais recicláveis, transporte coletivo, contratação de mão de obra local e compensação ambiental simbólica por meio do plantio de mudas nativas às margens do rio.Por sua relevância cultural, ambiental e formativa, o Rio das Almas representa uma ação concreta de democratização do acesso à cultura e fortalecimento da identidade local, dialogando com as políticas nacionais de economia criativa, educação ambiental e preservação da memória. A proposta reforça o papel da arte como ponte entre comunidade, natureza e futuro, contribuindo para um legado de pertencimento, consciência e respeito ao território.

Especificação técnica

O projeto Rio das Almas contempla três produtos principais: um curta-metragem documental, uma roda de conversa pública e uma oficina educativa de trilha sonora e audiovisual. Cada produto foi planejado de modo integrado, formando um conjunto coerente de ações culturais, pedagógicas e ambientais voltadas à valorização da identidade local e à conscientização ecológica da comunidade de Pirenópolis (GO).1. Curta-Metragem Documental “Rio das Almas”Formato e Duração:Curta-metragem documental com duração média de 15 a 20 minutos, em formato Full HD (1920x1080, 25fps), finalizado em arquivo digital .mp4 e também em versão compatível com exibição em festivais e plataformas on-line.Conteúdo e Estrutura:O filme é híbrido com cenas reais e de animação, contando a história do rio desde quando ele existia no meio da natureza do Cerrado no interior de Goiás, sem interferência humana, seu trajeto, desde sua nascente na Serra dos Pireneus, passando por Pirenópolis e seguindo rumo ao norte do Brasil, passando por mais de cinquenta cidades, recebendo e encontrando com rios, córregos e ribeirões, passando por diversas bacias hidrográficas até chegar no Oceano Atlântico. Aos poucos foram chegando os caçadores de ouro, começaram a ocupar a região até surgir a cidade hoje denominada Pirenópolis. As imagens serão alternadas entre aéreas, subaquáticas, planos de observação da paisagem e depoimentos de moradores de diferentes gerações que viveram e vivem tendo o Rio das Almas como um sujeito\personagem importante presente em suas vidas. Haverá também entrevistas com profissionais do meio ambiente para falar sobre a demanda que o rio sofre hoje, a ocupação desenfreada pelo turismo em massa e suas consequências. A trilha sonora é original composta pelo músico Bororó Felipe e executada em parte pelas crianças da Arandu Ecopedagogia.O roteiro articula depoimentos, registros sonoros e visuais da natureza, imagens antigas de acervos pessoais, trechos animados desenvolvidos por Paulo Caetano, compondo uma narrativa sensorial sobre a importância cultural, histórica e ambiental do Rio das Almas.Aspectos Técnicos:● Captação de imagem em câmera digital 4K, com lentes de alta definição;● Captação de som direto em estéreo, com microfones de lapela e boom;● Edição em software profissional (Premiere Pro / DaVinci Resolve);● Correção de cor, mixagem e masterização de áudio;● Inserção de legendas descritivas, tradução em Libras e faixa de audiodescrição.Equipe Técnica Envolvida:Direção e Fotografia: Eliane de Castro;Roteiro: Eliane de Castro e Aline Lino;Trilha Sonora Original: Bororó Felipe;Animação: Paulo Caetano;Edição e Legendagem: Thiago Lobo;Desenho de Som: Pedro CaetanoMixagem: Pedro CaetanoProdução Executiva e Prestação de Contas: Uyara QueirózCoordenação Pedagógica e produção executiva: Telita ArantesClassificação Indicativa: Livre.Acessibilidade:O produto contará com versão acessível contendo tradução em Libras, legendas descritivas e audiodescrição, além de cartazes e materiais digitais com descrição de imagem (alt text).Entrega final:1 (uma) cópia digital master em HD, com versões acessíveis;1 (uma) cópia em formato compacto para web e festivais;Relatório técnico de produção e registro fotográfico.Produto: Contrapartida Social – Exibições Públicas e Roda de ConversaDuração:Total aproximado de 5 horas de atividades presenciais:3 exibições em escolas públicas (1h cada, incluindo mediação);1 roda de conversa comunitária (2h), após a exibição pública de lançamento.Formato:Exibição audiovisual do curta-metragem “Rio das Almas” (15 minutos), seguida de roda de conversa orientada e mediada por equipe técnica e educadores locais. A atividade é estruturada como ação educativa, formativa e de escuta comunitária.Local:Escolas públicas (municipais e estaduais) de Pirenópolis (3 unidades);Espaço cultural de uso comunitário para a exibição pública e roda de conversa.Público estimado:150 estudantes no total (em três sessões escolares);80 a 100 participantes na roda de conversa pública.Material didático/pedagógico:Será preparado um roteiro de mediação pedagógica para os educadores das escolas, contendo:Guia de exibição com temas abordados no filme;Sugestões de perguntas e atividades pós-exibição;Ficha de avaliação e espaço para feedback dos estudantes.Recursos técnicos envolvidos:Equipamento de projeção e sonorização;Intérprete de Libras;Microfones para participação do público;Espaço com acessibilidade física (rampas, banheiros adaptados);Registro audiovisual da roda de conversa.Objetivo pedagógico:Fomentar o pensamento crítico sobre cultura, memória coletiva e cuidado ambiental. Valorizar saberes tradicionais por meio da oralidade, promover o diálogo intergeracional e estimular o protagonismo de crianças e jovens como guardiões do Rio das Almas. 3. Oficina de Trilha Sonora e Audiovisual – Arandu EcopedagogiaFormato e Duração:Oficina prática com carga horária total de 8 horas presenciais, distribuídas em dois encontros de 4 horas cada.Conteúdo Pedagógico:A oficina será ministrada pelo músico e produtor Bororó Felipe, com apoio de educadores da Arandu Ecopedagogia. As crianças participarão ativamente da criação da trilha sonora do documentário, explorando sons do ambiente natural, percussão corporal, gravação de vozes e instrumentos simples.O conteúdo abordará temas como:Introdução ao som e à escuta sensível;Gravação de sons da natureza e instrumentos locais;Criação de paisagens sonoras e ritmos coletivos;Integração entre música, meio ambiente e audiovisual.Metodologia:As atividades seguirão princípios da ecopedagogia e da arte-educação, valorizando o aprendizado vivencial, a criatividade e o trabalho colaborativo. O processo será documentado em vídeo e poderá integrar o making-of do curta.Infraestrutura e Materiais:Espaço da escola Arandu Ecopedagogia, com instrumentos musicais simples (tambores, chocalhos, violão, microfones), gravadores portáteis, notebook e caixa de som.Público-Alvo:Crianças e adolescentes da escola Arandu Ecopedagogia, com faixa etária entre 7 e 14 anos.Entrega final:1 (uma) oficina completa com carga horária total de 8 horas;Registro audiovisual e fotográfico da atividade;Relatório pedagógico com lista de participantes e resumo das etapas.

Acessibilidade

O projeto Rio das Almas adota um conjunto de ações voltadas à acessibilidade física e de conteúdo, assegurando que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas, possam acessar, compreender e participar plenamente das atividades propostas.Acessibilidade FísicaA exibição presencial do documentário ocorrerá em espaço público e cultural de Pirenópolis (GO), priorizando local que possua infraestrutura acessível, com rampas de acesso, banheiros adaptados, piso tátil e sinalização visual adequada.Durante o evento, haverá reserva de assentos para pessoas com deficiência, apoio de monitores treinados para o acolhimento de pessoas com mobilidade reduzida e orientação visual e sonora para o deslocamento seguro no ambiente.Além disso, a equipe de produção será capacitada em acessibilidade atitudinal, garantindo um atendimento humanizado e respeitoso a todos os públicos.Acessibilidade de ConteúdoPor se tratar de um documentário audiovisual, o Rio das Almas terá recursos de acessibilidade incorporados ao produto final, contemplando:Tradução em Libras durante as exibições públicas e na versão digital do filme;Legendagem descritiva para pessoas com deficiência auditiva;Audiodescrição para pessoas com deficiência visual, descrevendo ambientes, expressões e cenas importantes;Versão com legendas e audiodescrição disponível online, garantindo o acesso universal ao conteúdo;Materiais de divulgação acessíveis, com textos descritivos (alt text) e linguagem inclusiva;Cartazes e releases em versões digitais compatíveis com leitores de tela;Roda de conversa e oficina com mediação acessível, incluindo intérprete de Libras e linguagem simples.O projeto também prevê, durante a sessão de lançamento, a realização de visitas sensoriais prévias, permitindo que pessoas com deficiência visual ou neurodivergentes possam conhecer o ambiente e compreender o contexto da exibição antes do início do filme.

Democratização do acesso

O projeto Rio das Almas foi concebido com base nos princípios da democratização da cultura e do acesso universal aos bens culturais, conforme o Art. 3º, incisos I e IV, da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) e o Capítulo IV da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, garantindo a participação gratuita, descentralizada e inclusiva de todos os públicos. A proposta busca aproximar a comunidade de Pirenópolis (GO) e de outras regiões do país da produção audiovisual independente, incentivando o diálogo entre meio ambiente, memória e identidade cultural, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4, 10 e 11 da Agenda 2030 da ONU, que tratam de educação de qualidade, redução das desigualdades e fortalecimento de comunidades sustentáveis.Distribuição e Exibições PúblicasO documentário terá distribuição integralmente gratuita. Será realizada uma sessão de lançamento público em Pirenópolis, com entrada franca e acessibilidade plena (rampas de acesso, banheiros adaptados, tradução em Libras, legendagem descritiva e audiodescrição). A sessão contará com a presença da equipe técnica e convidados da comunidade local, seguida de uma roda de conversa pública sobre os temas abordados no filme, estimulando o diálogo e a reflexão coletiva sobre cultura e meio ambiente. Após o evento, o curta-metragem será disponibilizado gratuitamente em plataforma digital de amplo acesso, permitindo seu uso pedagógico e cultural por escolas públicas, espaços comunitários e cineclubes. Essa estratégia assegura a democratização do acesso, a difusão ampla do conteúdo audiovisual e o fortalecimento da consciência ecológica e cultural da população.Acesso Digital e NacionalO curta será disponibilizado de forma gratuita em plataformas digitais — canal do YouTube da Angico Imagens Sensoriais — em versões acessíveis, com tradução em Libras, legendas e audiodescrição. Serão produzidos teasers e vídeos educativos para redes sociais, com linguagem simples e didática, ampliando o alcance do conteúdo e favorecendo o uso pedagógico do material por professores, estudantes e coletivos ambientais. O projeto também prevê a inscrição do documentário em festivais e mostras de cinema ambiental, promovendo a circulação nacional da obra e a visibilidade da produção audiovisual independente de Goiás.Ações Formativas e de Engajamento ComunitárioComo ação educativa e social, será promovida uma oficina introdutória de audiovisual com estudantes do projeto Arandu Ecopedagogia, que acompanharão o processo de criação da trilha sonora e etapas da produção, vivenciando o aprendizado coletivo e prático do cinema. Como contrapartida social, o projeto realizará a roda de conversa “O Rio como Memória Viva”, logo após a sessão de estreia, reunindo moradores, educadores, artistas, lideranças ambientais e mestres locais. O encontro valoriza a oralidade, o saber tradicional e o diálogo intergeracional, fortalecendo a identidade comunitária e o vínculo da população com o rio. Além disso, o curta será exibido em três escolas públicas de Pirenópolis (municipais e estaduais), com mediação pedagógica e discussão guiada sobre cultura, meio ambiente e memória.Materiais de Divulgação e Comunicação PopularSerão produzidos materiais digitais acessíveis — cartaz, teaser e posts informativos — com legendas, descrição de imagens e linguagem inclusiva. A comunicação priorizará mídias locais e comunitárias, rádios regionais, escolas e redes sociais de Pirenópolis, garantindo que as informações cheguem a públicos diversos, incluindo comunidades rurais da região.Compromisso com a Democratização CulturalO documentário Rio das Almas reafirma seu compromisso com os princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura, garantindo acesso gratuito, regionalização da produção e inclusão sociocultural. Por meio da difusão digital, das ações formativas e da participação direta da comunidade, o projeto contribui para a formação de público, o fortalecimento da economia criativa local e a ampliação da consciência ambiental, promovendo o encontro entre arte, educação e sustentabilidade — pilares de uma cultura verdadeiramente democrática.

Ficha técnica

Ficha TécnicaEquipe Técnica Principal (a ser atualizada junto ao SALIC)Eliane de Castro (Angico Imagens Sensoriais) - ProponenteFunção no projeto: Direção / Direção de Fotografia / RoteiroEliane de Castro é artista visual, fotógrafa, roteirista e diretora de audiovisual, com mais de quatro décadas de atuação cultural. Iniciou sua carreira fotográfica na década de 1980 e, desde 2010, atua na produção de curtas e documentários com temática ambiental e cultural no Cerrado. É diretora da produtora Angico Imagens Sensoriais e tem em seu portfólio filmes como As Águas que Brotam do Cerrado (2022), O Divino e Sua Corte (2019), Gertrudes e Seu Homem (2011) e Romãozinho (2010), todos premiados e exibidos em mostras como Ecofalante, FICA, Cine PE e Goiânia Mostra Curtas. Sua atuação envolve roteiro, direção, produção e fotografia, com abordagem estética sensorial e foco em territórios, ancestralidade e meio ambiente. Também realiza ações formativas e de difusão com acessibilidade.Bismarque Villa RealFunção no projeto: Assistente de direção / Consultoria TécnicaProdutor cultural, diretor e documentarista com longa trajetória em audiovisual. Foi produtor executivo dos filmes “Santoro – O Homem e sua Música” (FAC-DF), “As Águas que Brotam do Cerrado”, “As Idades de Brasília” e diversos documentários premiados. Dirigiu vídeos com foco em patrimônio, turismo e meio ambiente, como “O Cerrado tem Futuro” (WWF-Brasil), “Interlegis” (Senado Federal) e “Cerrado” (Videografia). Fundador do Instituto Paidéia, idealizou projetos de longa duração como o Caminho de Cora Coralina e atua como consultor de políticas culturais e roteiros turísticos sustentáveis.Bororó FelipeFunção no projeto: Trilha Sonora/ OficinaBororó é músico, compositor, multi-instrumentista e produtor cultural com mais de 50 anos de atuação na cena artística nacional. Reconhecido por seu trabalho de valorização das expressões afro-brasileiras e populares, integra projetos que unem música, arte e educação.Nos últimos anos, ampliou sua atuação também para o audiovisual, compondo trilhas sonoras originais para filmes e documentários premiados, entre eles Vapor d’Água (premiado no Mumbai International Film Awards, Índia), Resistência.doc, Desta Terra Viverei e Semeador de Sonhos.Atualmente, é Diretor-Presidente do Instituto Bororó, onde desenvolve ações voltadas à cultura, educação e memória, promovendo o encontro entre tradição e contemporaneidade por meio da arteTelita Arantes SantosFunção no projeto: Produtora Executiva / Coordenação PedagógicaProdutora cultural com forte atuação em projetos de audiovisual e memória cultural. Produziu o filme-documentário “O Som da Pisada” (Funarte, 2023), e foi responsável pela produção do projeto audiovisual “Brasil Terreiro: Danças que nos levam às origens”, ambos com circulação nacional. Também realizou o filme “Entre Bois, Caretas, Catulé e Mascarados” (2023), com protagonismo de crianças e mestres da cultura popular. Sua produção une curadoria, acessibilidade e intergeracionalidade, com ênfase nas culturas afro-indígenas e populares. Atua na integração entre educação, audiovisual e território.Aline LinoFunção no projeto: Educadora / Intérprete de Libras/ RoteiroEducadora, artista e intérprete de Libras com forte atuação em projetos culturais e audiovisuais voltados ao público infantil. É fundadora da Arandu Ecopedagogia, onde coordena oficinas de trilha sonora, audiovisual e máscaras. Atuou nos filmes “Pirenópolis – A Guardiã das Águas” (2023) e “Entre Bois, Caretas, Catulé e Mascarados” (2023), contribuindo com roteiro, figurino e direção de arte. Também trabalha como intérprete de Libras em eventos culturais desde 2017, com experiência em acessibilidade comunicacional e mediação artística.Uyara QueirozFunção no projeto: Produção ExecutivaProdutora, pesquisadora e gestora cultural, atua em elaboração e gestão de projetos incentivados com foco em cultura, memória e audiovisual. Tem experiência na produção de documentários e curtas com abordagem territorial e socioambiental. Compõe a equipe diretiva do Instituto Bororó, onde atua com captação de recursos, coordenação institucional e desenvolvimento de estratégias de democratização de acesso e impacto cultural. Desenvolve ações com ênfase em projetos de base comunitária.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.