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O documentário de média-metragem "Dom Jaime em direção aos Céus" abordará detalhes da vida do primeiro bispo de Maringá-PR, Dom Jaime Luiz Coelho. Estimado em 69 minutos, o filme será finalizado em 4K e exibido de forma gratuita para a população local.
Em uma cidade que nascia entre as promessas do futuro e os ecos do sertão, um jovem sacerdote chegou com uma missão: semear fé onde o concreto ainda era sonho.Dom Jaime Luiz Coelho, primeiro bispo de Maringá-PR, foi mais do que um líder religioso — foi um construtor de caminhos espirituais e materiais. Sob sua orientação, ergueram-se igrejas, escolas, hospitais e a imponente Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória, símbolo máximo de uma fé que também moldou a paisagem.“Dom Jaime: em direção aos Céus” percorre sua trajetória desde as origens em Franca-SP até o alto do campanário de Maringá, onde sua presença ainda ressoa nas histórias, nas memórias e nas orações da cidade que ajudou a fundar.Entre depoimentos e imagens de arquivo, o documentário revela o homem por trás da batina: firme, visionário e profundamente humano. Um filme sobre fé, legado e sobre a eterna busca — não apenas por Deus, mas por sentido.Estimado em 69 minutos, o filme será finalizado em 4K e exibido de forma gratuita para a população local. Ainda, por se tratar de obra destinada ao campo da Educação Patrimonial, segundo o Guia Prática – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ, a classificação indicativa será livre para todos os públicos.
O projeto "Dom Jaime: em direção aos Céus" tem como Objetivos Gerais:• Produzir documentário de média metragem, previsto em 69 minutos, com finalização em 4K, sobre a história da vida e obra do primeiro bispo de Maringá-PR, Dom Jaime Luiz Coelho, a ser distribuído gratuitamente em plataformas virtuais para aproximadamente 10 mil expectadores, conforme previsto no plano de distribuição;• O projeto será realizado para destacar a influência da liderança religiosa e dos projetos executados na cidade ao longo das décadas de 1950 e anos 2000, conforme previsto pelo Artigo 3 do Decreto Nº 11.453/2023, em seus itens: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão e II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. Por essa razão, ainda, destacam-se como objetivos gerais:- Despertar o interesse da sociedade contemporânea acerca de monumentos presentes em Maringá-PR, como a Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, fruto da liderança de Dom Jaime Luiz Coelho, além de diversos outros aspectos de envolvimento sociocultural do bispo;- Entrevistar antigos familiares do personagem em questão, pesquisadores, historiadores e pessoas com relação direta com a história da Igreja Católica em Maringá-PR.Como Objetivos específicos, o projeto prevê:• Disponibilizar esse conteúdo, de maneira organizada em formato de documentário média-metragem, por meio de plataformas digitais e redes sociais do Maringá Histórica, promovendo a sua disseminação e popularização. A expectativa é atingir pelo menos 10 mil expectadores ao todo;• Planeja-se entrevistar, ao menos, 10 pessoas, para compor a narrativa do documentário.
Projetos de resgate histórico são fundamentais para a preservação da memória e da identidade de um povo. O documentário "Dom Jaime: em direção aos Céus" propõe resgatar, preservar e difundir a trajetória de Dom Jaime Luiz Coelho (1916_2013), primeiro bispo e arcebispo de Maringá-PR, figura central na formação espiritual, educacional e social dessa região.Ao longo de mais de meio século de atuação, Dom Jaime foi protagonista na consolidação de uma das mais emblemáticas experiências de urbanização e desenvolvimento do país — a construção de Maringá. Sua liderança não se restringiu ao campo religioso: ele foi responsável direto pela criação de instituições de ensino, hospitais, obras sociais e culturais que impactaram milhares de vidas e ajudaram a moldar a identidade dos maringaenses. Dentre duas de suas grandes realizações estão a Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória que, com 124 metros de altura, é considerada um dos maiores monumentos católicos do mundo; e o Núcleo Social Papa João XXIII, um projeto de acolhimento que viabiliza morais para famílias por meio de alugueis reduzidos.A produção deste documentário se justifica pela urgência de registrar, com rigor histórico e linguagem audiovisual contemporânea, o percurso de um personagem que ultrapassa fronteiras confessionais, sendo reconhecido como um símbolo de fé, humanismo e visão de futuro. A obra tem como objetivo promover a valorização da memória coletiva e fortalecer o diálogo entre fé, cultura e cidadania, pilares que orientaram a atuação de Dom Jaime. O filme se apoiará em pesquisa documental, acervos públicos e privados, entrevistas com especialistas, registros iconográficos e reconstruções cênicas, compondo uma narrativa envolvente e acessível ao grande público.Além de sua relevância artística e histórica, o projeto possui alto potencial educativo e de impacto social, podendo ser exibido em escolas, instituições culturais, mostras e plataformas digitais, alcançando públicos diversos e fomentando o interesse pela história regional e nacional.Dessa forma, os produtos culturais em audiovisual, em formato de documentários, são essenciais e fundamentais para a preservações de nosso passado. Neste caso, a experiência do Cidades Históricas, que há quase duas décadas atua resgatando a história local, encontra amparo para essa produção.Posto isso, a proposta aqui descrita vai ao encontro do que preconiza a Lei Nacional de Incentivo à Cultura (Lei Federal nº 8.313/91), que em seu Art. 1º que visa:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.E, em seu Art. 3º, II _ fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.Ainda, para fins de enquadramento, evoca-se o Art. 18, § 3º, alínea f.
Vale ressaltar que o Cidades Históricas possui amplo acervo documental, imagético e textual sobre o tema em questão. Além desses milhares de arquivos, serão incorporados novos documentos a serem garimpados em acervos públicos, bem como aqueles que poderão ser disponibilizados pelos entrevistados ao longo do processo de execução do projeto.Todas as imagens dos entrevistados, bem como esses conteúdos impressos históricos contarão com as respectivas autorizações para veiculação, bem como cessão de direitos autorais, quando necessário for, conforme estabelecido pelas legislações vigentes.
Conforme estabelecido pela IN 23/2025, o conteúdo de audiovisual aqui previsto será desenvolvido dentro das limitações de média-metragem, em acordo com respectivo CNAE previsto no cartão de CNPJ do proponente (59.12-0-99). Com isso, considerar-se-á que o documentário terá, no máximo, 69 minutos.A captação de imagens se dará com equipamentos condizentes para resultar em material 4K e som surround 5.1. Lentes específicas serão incorporadas às captações para o melhor resultado, conforme orientações a serem estabelecidas pela equipe técnica.Com a direção fotográfica e a concepção artística de audiovisual, o produto cultural será colorizado e tratado de acordo com os objetivos da direção geral e seu respectivo roteiro.
O projeto de documentário de média-metragem, “Dom Jaime: em direção aos Céus”, será desenvolvido para veiculação em mídia digitais (YouTube), bem como o site do Maringá Histórica (www.maringahistorica.com.br). Desse modo, considerar-se-á a legislação vigente, atendendo aos aspectos de acessibilidade previstos para as pessoas com necessidades especiais, bem como o estipulado pelo art. 27 do Decreto nº 5.761, 27 de abril de 2006, pelo art. 47 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e pelo art. 2º do Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004.Em atendimento ao Capítulo IV, da Instrução Normativa nº 23/2025, adotaremos todas as medidas de acessibilidade mediante descrito pelo Art. 42: “(...) conter medidas de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis, compatíveis tecnicamente com as características do objeto para cada linguagem artística de seus produtos, justificados e fundamentados (...)”.Além disso, o produto resultante contará com versões em:a) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil;b) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes.Obs. 1: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.
Por sua característica, o projeto, “Dom Jaime: em direção aos Céus”, será veiculado abertamente no canal do YouTube do Maringá Histórica, bem como em seu site, por onde mais de 10 mil pessoas circulam todos os dias em busca de informações sobre o passado da cidade.Naturalmente, a sua distribuição aos espectadores se dará gratuitamente, sem qualquer tipo de pré-cadastro ou registro, ação que poderia inibir ou limitar o acesso aos conteúdos que serão produzidos. Essa informação será circulada por meio dos materiais publicitários e veículos de comunicação, a fim de estimular ainda mais a participação e o engajamento do público.Ainda, em consonância com a Seção II da Instrução Normativa nº 23/2025, seguem as medidas de ampliação acesso ao produto previsto por este projeto:- disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras (...);- garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;- Acesso ao conteúdo de forma desburocratizada e completamente gratuita.
Cidades Históricas / Proponente e coordenador do projetoO Cidades Históricas surgiu em 2007, por meio do pesquisador Miguel Fernando que criou o Maringá Histórica com o objetivo de reunir vídeos antigos do Norte e Noroeste do Paraná, em especial da cidade de Maringá. Contudo, a proposta ganhou uma esfera maior do que o esperado e se transformou em Blog no ano de 2009. Em 2015, ganhou página no Facebook, onde tem mais de 16 mil curtidas, além de ter iniciado a produção de vídeos para o Youtube com conteúdos sobre pontos e estruturas da história local, onde contabiliza mais de 34 mil inscritos. No Instagram conta com mais de 30 mil seguidores. Com essas importantes ferramentas, a história local se tornou acessível ao grande público (www.maringahistorica.com.br).Atualmente, o Cidades Históricas se transformou em um dos maiores acervos históricos virtuais independentes do Brasil. Além do Maringá Histórica, conta com a produção de conteúdos diários por meio do Londrina Histórica, Curitiba Histórica, Ponta Grossa Histórica, Cascavel Histórica, Paraná Histórica e São Paulo Histórica.São mais de 15 mil publicações com arquivos imagéticos, documentos, textos e depoimentos sobre essas regiões, alcançando mais de 750 mil pessoas todos os meses. Miguel Fernando / Roteirista e diretor geralComo documentarista e pesquisador, Miguel Fernando produziu, apresentou e dirigiu diversas obras audiovisuais de cunho histórico. Dentre os destaques está "Scherer: do nazismo à terra vermelha", indicado como "Melhor Roteiro (Não Ficção)" e "Melhor Série Educacional" pelo Rio WebFest 2023. Como empreendedor, estruturou o maior programa de preservação e divulgação da história das cidades. Atualmente, o Cidades Históricas coordena o Paraná Histórica, uma rede que se dedica a produção de conteúdos sobre as memórias de Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa e Cascavel. É bacharel em Turismo e Hotelaria pelo Centro Universitário de Maringá - UNICESUMAR (2008), com especializações em História e Sociedade do Brasil pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2010) e em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona/Itaú Cultural - Espanha (2017). É mestre e está doutorando em História Política pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2024). Foi um dos idealizadores do jornal cultural O Duque e coordenou o departamento de eventos da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM). Também ocupou as funções de diretor executivo do Instituto Cultural Ingá (ICI) e de secretário municipal de Cultura de Maringá (2018-2020). Atua como consultor para projetos artísticos e culturais, bem como pesquisador biográfico, empresarial e institucional. Ainda é colunista da CBN Maringá e da Mundo Livre FM, além de manter quadro semanal em TV aberta sobre a história local (RIC TV Record). Cosmos Filmes / Direção de fotografia, captação de imagens/áudio, tratamento e colorização de imagens e ediçõesIniciou suas atividades em junho de 2016, atuando no mercado publicitário, educacional e cultural. Atende clientes como Instituto Cultural Ingá, Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Teclaser, Grupo Telhaço, Euphoria Eventos, PAM Saúde, Grupo G10, Arbache Innovation, Sancor Seguros, Santa Casa de Maringá, Spraytech Fertilizantes, Nortox e Maringá Histórica, além de produzir seus próprios projetos de vídeo documentários.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.