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O Projeto "Papo de Mestres Podcast _ 3ª Temporada" visa continuar promovendo o registro, a preservação e a difusão da história da música do Congo do Espírito Santo, por meio da realização da terceira temporada de um programa de podcast, entrevistando mestres e mestras das Bandas de congo capixaba, que constituem importante legado da manifestação cultural do estado, sendo um dos principais símbolos da cultura capixaba, registrado como patrimônio cultural imaterial em âmbito estadual, e já com estudo para registro como patrimônio cultural imaterial do Brasil junto ao IPHAN.
POdcast- O Projeto “Papo de Mestres Podcast – 3ª Temporada” visa continuar promovendo o registro, a preservação e a difusão da história da música do Congo do Espírito Santo, por meio da realização da terceira temporada de um programa de podcast, entrevistando mestres e mestras das Bandas de congo capixaba, que constituem importante legado da manifestação cultural do estado, sendo um dos principais símbolos da cultura capixaba, registrado como patrimônio cultural imaterial em âmbito estadual, e já com estudo para registro como patrimônio cultural imaterial do Brasil junto ao IPHAN.Manutenção do Site -Site que hospeda todo o conteúdo do projeto, desde sua primeira temporada.https://papodemestres.net/Seminário de lançamento -Realização de uma seminário na Universidade Federal do Espírito Santo com a participação de mestres/as de congo capixaba participantes das três temporadas, contendo um Mediador, representantes de órgãos governamentais ( Iphan, Secult-ES), um representante de uma Universidade Federal( UFES/IFES), um Parlamentar Estadual e Municipal da Pasta da Cultura e ou Patrimônio Cultural Imaterial, para debater temas relevantes para a manutenção, preservação e potencialização do Patrimônio Imaterial do ES, o tema do seminário será construído de acordo com as necessidades apontadas pelos mestres e mestras do congo capixaba entrevistados nos três episódios do Papo de Mestres Podcast.O seminário também contará com apresentações artísticas de três grupos de territórios distintos para mostrar a diversidade rítmica, melódica, artística e cultural dos grupos de Congo capixaba.
objetivo Geral:O Congo é um ritmo musical tradicional do estado do Espírito Santo, símbolo da identidade cultural e musical local e influenciou diretamente toda uma geração de artistas e músicos com a formação de diversas bandas que tiveram no ritmo e na cadência do congo a sua inspiração. Bandas como o Manimal, Casaca, Zé Maria, Pé do lixo e muitas outras encontraram na célula rítmica do congo a inspiração para diversas músicas, discos, e shows memoráveis, que faziam a mistura do rock, pop rock e congo, num ritmo que ficou conhecido como Rockongo. O cantor e compositor Silva, que atualmente é a maior expressão artística musical do estado, inseriu a sonoridade e células do ritmo do congo em um dos seus maiores sucessos, a canção "A Cor é Rosa" e colocando uma banda de congo no vídeo clip da canção.Uma das mais importantes canções da carreira de Martinho da Vila é uma música de congo, que narra uma declaração de amor nos versos "Madalena, Madalena, você é meu bem-querer (...)". Além de ter influenciado gerações de músicos, e centenas de músicas, o congo capixaba fez história ao chegar no planeta Marte, em 2004 a música "Da da da" da banda Casaca, a mesma foi tocada para "despertar" a sonda espacial Spirit, um momento de muito orgulho para os capixabas. De um lado, o congo era o elemento rítmico regional que formou diversas bandas inspiradas pelo movimento mangue beat, e do outro era o elemento de devoção e tradição transmitida de uma geração à outra. Os anos de ouro do Rockcongo acabaram no início dos anos 2000, mas o congo em sua essência permanece resistindo, o que torna importante a realização deste projeto que propõe registrar, promover e divulgar, por meio da 3ª temporada de um programa de podcast, essa importante manifestação cultural musical reconhecida como patrimônio cultural imaterial do estado do Espírito Santo, que mesmo tendo sido fundamental para o surgimento de toda uma cena artística, ainda hoje carece de registros.Em sua origem, o congo une a ancestralidade indígena, africana e dos nossos colonizadores, tendo como instrumentos básicos um reco-reco com uma cabeça esculpida chamado de casaca e remete à contribuição indígena. De outra fonte, o tambor de madeira e couro de boi, como contribuição e herança musical dos negros africanos que foram trazidos escravizados ao Brasil no período colonial.Como na maioria das manifestações da cultura afro-brasileira, o congo do Espírito Santo possui na figura do Mestre, o meio pelo qual se transmite as tradições às novas gerações, normalmente trata-se de uma das pessoas mais antigas das bandas. Mas não é a regra, uma vez que a responsabilidade de conduzir uma banda de congo é transmitida de uma geração à outra, podendo ocorrer o surgimento de mestres jovens. O mestre ou mestra é responsável por reger a roda de congo, ensinar o ritmo e as canções do congo aos integrantes mais novos.Atualmente o Espírito Santo possui 61 bandas de congo, segundo o Atlas do Folclore Capixaba (Humberto Campai, 2009), cada uma com características próprias, que desenvolvem o ritmo e o cancioneiro do congo de formas peculiares, com cadências específicas no tambor de congo e em outros casos na forma de se tocar a casaca. Algumas músicas do cancioneiro também sofrem pequenas alterações de uma região à outra, mas sempre abordando o cotidiano popular, o amor e a devoção central à São Benedito, o Santo Preto.É desse universo diversificado de bandas de congo, que o projeto pretende, registrar, potencializar e amplificar a voz dos mestres e mestras, as bandas de congo e divulgar o cancioneiro popular do Espírito Santo.Continuar realizando esse registro é importante para a formação de acervo de pesquisa sobre congo do Espírito Santo, abrindo a possibilidade de discussões qualitativas sobre o congo em espaços acadêmicos, por exemplo, bem como ampliar para outros públicos o acesso a essa importante manifestação cultural. Para o cenário da música capixaba é importante difundir o conhecimento da própria cultura, uma cena musical que se reconhece em seus símbolos é mais rica e genuína.A exemplo da primeira e segunda temporada, que se encontra disponível com acesso gratuito em todas as plataformas de hospedagem de podcast, que registrou mais de 40 horas de entrevistas em 10 episódios cada, a continuação deste projeto é uma forma de preservar a história e a memória de seus mestres e mestras e seu cancioneiro para as gerações mais novas. Outro fator importante e urgente deste projeto, é a idade avançada de muitos dos nossos mestres e mestras do Congo Capixaba, e que infelizmente estão nos deixando. Um exemplo foi o falecimento do mestre Guimalde que tivemos a sorte e a felicidade de ter sido registrado na primeira temporada do Papo de Mestres Podcast. A sua história oral, cultural e devocional a frente do congo da Vila de Regência, litoral norte capixaba. Ele era o último mestre detentor e conhecedor da linda e potente história da criação e dos fazeres devocionais e culturais da Banda de Congo de Regência. Com isso, temos a história do congo de Regência registrada e contada por ele que hoje está no Orum, e este importante e histórico documento de áudio digital está disponível nas plataformas digitas que hospedam podcast para quem quiser conhecer, pesquisar, estudar, e principalmente, para as novas gerações de congueiros da banda de Congo de Regência, que saberão da sua história e contada pelo seu mais velho, o querido potente e devoto de São Benedito, nosso saudoso, Mestre Guimalde. Outro exemplo e mais recente para a importância da continuidade do projeto com a sua terceira temporada foi o falecimento do Mestre Expedito, que criou e comandava com muita devoção e alegria a Banda de Congo Mestre Expedito, uma das mais importantes Banda de Congo da Serra, que é o maior celeiro de bandas de congo do estado, em 30 de dezembro de 2024, logo após sua entrevista ser publicada na segunda temporada nas plataformas digitais que hospedam o Papo de Mestres Podcast onde ele narra como entrou no congo desde menino, sua vivência no fazer devocional e cultural dos festejos de São Benedito na Serra, e a criação de sua banda de congo para louvar não só São Benedito, o Santo Preto de maior devoção no Congo, mas também Santo Expedito, que também era seu santo de devoção.Objetivo Específico:- Registro audiovisual de 10 mestres e mestras de congo do Espírito Santo para integrar o PODCAST Papo de Mestre, compondo uma temporada com 10 episódios com aproximadamente 400 minutos de duração total, disponibilizados gratuitamente nas plataformas que hospedam podcast.- Realização de uma seminário na Universidade Federal do Espírito Santo com a participação de mestres/as de congo capixaba participantes das três temporadas.
O projeto "Papo de Mestres Podcast _ 3ª Temporada" se insere em um contexto social, político e cultural fundamental para o fortalecimento das políticas públicas de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial do Espírito Santo. Seu objetivo central é registrar, preservar e difundir a memória oral e musical das bandas de congo capixabas, por meio de entrevistas com mestres e mestras dessa manifestação afro-brasileira reconhecida, desde 2014, como patrimônio cultural imaterial do Estado. A proposta está alinhada com os dispositivos da Constituição Federal de 1988 (artigos 215 e 216), da Convenção da UNESCO sobre Patrimônio Cultural Imaterial (2003), da Lei Estadual nº 11.246/2021 (Plano Estadual de Cultura), e da Lei nº 6.237/2000, que institui o Registro de Bens Culturais Imateriais no Espírito Santo. Também se conecta às diretrizes do Sistema Estadual de Cultura, promovendo os princípios de acessibilidade, memória, descentralização, equidade e diversidade. Com 61 bandas em atividade no estado, segundo o Atlas do Folclore Capixaba (Campai, 2009), o congo representa uma das expressões mais potentes da cultura afro-capixaba. A manifestação reúne elementos da ancestralidade africana, indígena e europeia, e é marcada por forte religiosidade popular, sobretudo a devoção a São Benedito. A figura do mestre ou mestra tem papel central na transmissão dos saberes musicais, coreográficos e rituais, sendo responsável por reger os grupos, ensinar os toques, orientar os novatos e preservar o cancioneiro tradicional. Contudo, a ameaça à continuidade desses saberes é real, principalmente diante do envelhecimento de muitos mestres e da fragilidade das formas orais de transmissão. O projeto, portanto, atua como uma ação de salvaguarda emergencial, documentando histórias de vida, memórias coletivas, experiências devocionais e práticas culturais que correm o risco de desaparecer sem o devido registro. Exemplos concretos reforçam essa urgência: a primeira temporada do podcast registrou a história de Mestre Guimalde, da Banda de Congo da Vila de Regência, último detentor de saberes específicos da tradição local, falecido após sua participação no programa. O mesmo ocorreu com Mestre Expedito, da Serra, falecido em dezembro de 2024 logo após sua entrevista na segunda temporada. Esses episódios demonstram a importância do projeto como instrumento de memória, valorização e continuidade. As duas primeiras temporadas do podcast, com 20 episódios e mais de 40 horas de conteúdo, já registraram mestres e mestras de diferentes regiões, e estão disponíveis gratuitamente em plataformas digitais, com transcrição textual e site com recursos de acessibilidade (LIBRAS e navegação adaptada). A terceira temporada propõe entrevistar mais 10 mestres e mestras, aprofundando a pluralidade da manifestação e consolidando um acervo público, acessível e duradouro. Além da oralidade como fonte histórica, o podcast contribui para a representatividade da cultura negra, reforçando ações de reparação e promoção da igualdade racial. Ao amplificar vozes tradicionalmente silenciadas e reconhecer os mestres como intelectuais populares, o projeto atua no enfrentamento ao Outro ponto relevante é a influência do congo na música contemporânea capixaba. A tradição rítmica inspirou bandas como Casaca, Manimal, Pé do Lixo, Zé Maria, e inclusive o surgimento do movimento Rockongo, que mesclava elementos do congo ao rock e ao pop. Artistas como Silva, maior nome da música capixaba na atualidade, incorporam o congo em suas produções, como na canção "A Cor é Rosa". Até mesmo Martinho da Vila gravou uma canção no ritmo do congo. Em 2004, a música "Da Da Da", da banda Casaca,tocou na sonda espacial Spirit, da NASA, sendo ouvida no planeta Marte — um feito que atesta o alcance simbólico do ritmo capixaba.Por isso, além de ação de salvaguarda, o projeto também atua como ferramenta de valorização da identidade cultural capixaba, ao conectar tradições e juventudes por meio de uma linguagem contemporânea — o podcast — e promover a educação patrimonial em espaços formais e informais de ensino. O acervo poderá ser usado em escolas, universidades, centros culturais, festivais e feiras, ampliando o diálogo entre cultura, educação e comunicação.A terceira temporada também prevê ações de lançamento com mesa de diálogo e apresentação cultural de banda de congo, a serem definidas em curadoria com as associações representativas dos mestres e grupos, fortalecendo o protagonismo comunitário e a construção coletiva da iniciativa.Em síntese, o Papo de Mestres Podcast _ 3ª Temporada representa uma ação concreta, estratégica e inovadora de salvaguarda e valorização do congo capixaba. Ao reunir tecnologia, tradição, escuta qualificada e acessibilidade, o projeto promove o reconhecimento e a continuidade de um bem cultural imaterial essencial à formação da identidade do Espírito Santo, consolidando-se como referência nacional de política cultural participativa, antirracista e intergeracional.Pela relevância e valor do projeto, que se enquadra no Art. 20: VII - podcasts: R$ 30.000,00 (trinta mil reais) por episódio; é essencial, para sua viabilidade, a aprovação do mesmo na Lei de Incentivo à Cultura. O projeto se enquadra nas seguintes finalidades do Art. 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E como obra audiovisual o projeto se enquadra no Art. 3° da Lei 8.313/91 em seu inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.
Podcast - 10 episódios em audio com duração média de 40 minutos cada, compondo um conteúdo estimado total de 400 minutos de material editado.Site - site com todos os episódios de todas as temporadas do podcast.Seminário - seminário aberto ao público com presença de entrevistados do podcast, outros convidados e bandas de congo.
Acessibilidade de conteúdo:disponibilização da transcrição dos áudios nas respectivas plataformas de streaming, bem como o texto em PDF acessível; O website sera disponibilixado com um plug-in VLibras (Língua Brasileira de Sinais);No youtube os episódios terão closed caption (CC)O seminário será realizado na Ufes, Universidade Federal do Espírito Santo, espaço que conta com acessibilidade física, como rampas, banheiros adaptados e etc.
Os conteúdos do podcast estarão disponíveis em plataformas gratuitas, no próprio site, no Spotify e no Youtube.O seminário de lançamento será gratuito em ambiente de fácil acesso (Universidade Federal de Espírito Santo - UFES)
Alexandre Serafini (proponente) - produtor executivo - Realizador e produtor de audiovisual com um longa-metragem, Os incontestáveis, filme que depois de lançado nos cinemas integrou catalogo de grandes plataformas, inclusive Amazon Prime. Consultor de roteiro na série "Acorda, Carlo!", da NETFLIX, que concorreu ao Emmy International em 2024. Através da Atrom Produções foi Produtor Executivo do Projeto Lugares de Ler, programa de incentivo à leitura da Secretaria de Cultura do Estado do Espírito Santo, com recursos da Lei Paulo Gustavo. Atualmente é diretor geral do Estúdio Escola de Animação no Espírito Santo, projeto de formação de profissionais para o mercado de desenho animado, relaizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC).FABIO CARVALHO – COORDENAÇÂO GERAL e APRESENTAÇÃO - Capixaba, nasceu na cidade de Vitória no estado do Espírito Santo em 1969, de São Benedito, estudioso da cultura do Espírito Santo (em especial o Congo Capixaba) e dos devoto ritmos regionais brasileiros, Músico, Bacharel em Composição Musical pela UFES, com ênfase em Trilha Sonora Musical, Pós graduado com Especialização em Políticas e Gestão Cultural, UFRB, BA, Educador Social, Agente Cultural, Gestor do Centro Cultural Caieiras, Representante dos Pontos de Cultura do ES, Membro da Comissão Nacional de Pontos de Cultura do Brasil, foi membro do Conselho do Negro da Cidade de Vitória e atualmente Membro do Conselho de Políticas Publicas Culturais da Cidade de Vitória, Idealizador e apresentador do Papo de Mestres Podcast, Idealizador e curador dos Festivais Torta Black e Tortinha Black de cultura.Antonioni Afonso – Consultor - Doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA, pesquisando o fomento ao patrimônio cultural imaterial; graduado em Processos Gerenciais com Ênfase na Gestão das Organizações do Terceiro Setor pela Universidade do Estado de Minas Gerais (2011); Especialista em Direitos Humanos e Contemporaneidade pela Faculdade de Direito da UFBA (2020); Especialista em Política e Gestão Cultural pelo Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas da UFRB (2023); Mestre em Desenvolvimento e Gestão Social pela Escola de Administração CIAGS/UFBA (2022). Atualmente é Consultor Técnico na Ayó Educação e Cultura; Coordenador do Projeto Ayó Gbobo Axé - Salvador Cidade Patrimônio, Coordenador do Projeto - Artesanato da Bahia: Tradição, Ancestralidade e Renda; Coordenação de Desenvolvimento Institucional no Teatro Escola (Instituto de Arte e Cultura da Bahia - IAC); Professor no Programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Social e Políticas Públicas do Patrimônio Cultural; Pesquisador no Grupo de Pesquisa MIlonga (EA/UFBA).Coordenou a Comercialização do Programa Artesanato da Bahia pela Associação Fábrica Cultural; é consultor em Diversidade, Equidade e Inclusão no Programa Equânime da AZ4 Consultoria/Pacto de Promoção da Equidade Racial. Compõem o Comitê de Certificação de Origem do Artesanato da Bahia pela CFA/SETRE; É membro da Associação Beneficente Bembé do Mercado e da Associação Beneficente Ilê Axé Ojú Onirê. Compôs a coordenação nacional do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), a Coordenação Geral da Plataforma DHESCA Brasil de Direitos Humanos e a Coordenação do projeto de Articulação para o Monitoramento dos Direitos Humanos no Brasil (MNDH, Processo de Articulação e Diálogo - PAD e parceiros de Misereor no Brasil).Possui experiência no campo da gestão sociocultural e ambiental, com ênfase na gestão de projetos com organizações públicas, privadas e da sociedade civil, nacionais e internacionais, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura, patrimônio material e imaterial, racismo e diversidade, direitos humanos, gestão e elaboração de projetos, captação e mobilização de recursos, planejamento estratégico, desenvolvimento institucional, prestação de contas, acountability, relacionamento com comunidades e povos tradicionais, representação e participação em conselhos de políticas públicas, controle social, políticas públicas para crianças e do adolescentes, SICONV (Plataforma Mais Brasil), Leis de Incentivo (cultura e esporte), fundos especiais (criança e adolescente, idosos), Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), Leis Emergenciais Culturais (Aldir Blanc, Paulo Gustavo e Aldir Blanc II)MAICON GOMES: PRODUÇÃO SONORA - FORMADO NO CFM (CURSO DE FORMAÇÃO MUSICAL) DA FAMES EM VIOLÃO DE SETE CORDAS NO ANO DE 2018. HOJE TOCA INSTRUMENTOS DE CORDAS, PERCUSSÃO E TECLAS, PRODUTOR MUSICAL. EM JULHO DE 2 022 I NICIA O ESTUDO DO ACORDEON (SANFONA). I NDICADO AO 2º PRÊMIO DA MÚSICA CAPIXABA NA CATEGORIA INSTRUMENTISTA ANO 2023. COM FOCO NA MÚSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA, JÁ TOCOU EM BANDA DE F FORRÓ PÉ DE SERRA, MPB, BOSSA NOVA, S AMBA, CHORINHO, JAZZ BRASILEIRO.Léo Caetano– Edição, mixagem e finalização dos áudios para as plataformas -Produtor Musical e Músico há aproximadamente 30 anos, trabalhou junto a várias bandas no Espírito Santo como Condomínio Fechado, Mahnimal, etc. Produziu também vários álbuns de artistas capixabas sendo os mais recentes "O Tempo e o Sinal" (Banda Pé de Guerra), "Incidente in Valles Marineris"(Gustavo Haddad) e "Afro Congo Beat" (|Fábio Carvalho) Juntamente com Marcel Dadalto.Apoena Medeiros – Registro fotográfico - Fotógrafo documental, realizador audiovisual, Vassalo do Rei de Congo do Baile de Congo de São Benedito de Conceição da Barra que se dedica ao registro de comunidades tradicionais e cultura popular no Espírito Santo. Preserva o acervo da extinta Agência VIX, de fotografia, com obras de diversos fotógrafos do Espírito Santo, com destaque para o acervo do Rogério Medeiros, e desenvolve projetos a partir deles. É colaborador da Mosaico Fotogaleria. Atuou na produção de documentários web para a TV Século, núcleo audiovisual do Portal Século diário. Em 2024 fotografou para o projeto “Papo de Mestres Podcast – 2ª Temporada”.Amanda Lobo - Web Desing – Desing gráfico - Amanda Lobos, ou @maisdeumlobo, é ilustradora e designer graduada pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), trabalha com ilustrações digitais, murais, projetos gráficos e outros formatos. Atuando como autônoma desde 2018, foi premiada no Prêmio Brasileiro de Design 2021 e 2022, selecionada para a Bienal Iberoamericana de Design 2022 (Madrid), premiada no Latin American Design Awards por seu portfólio como Young Talent em 2023 e contemplada com três projetos autorais em 2024 e é finalista do Colorful Young Guns 2024. Já trabalhou para clientes como: Google, Adobe, Youtube, Ambev, Apple Music, Converse, Lollapalooza, Hershey's e HBO.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.