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O Festival "Circuito Cultural do Mar à Montanha" é um evento audiovisual que promove atividades culturais associadas a eventos de aventura na natureza e as fomenta como estratégia de concientização para a preservação ambiental. A proposta visa a realização de 1 Mostra de Cinema com filmes sobre a relação do homem com a natureza (Mostra/Festival Audiovisual) com pelo menos 02 dias em 02 sessões. Além das mostras, integram a programação um Laboratório/oficina audiovisual, uma oficina de procedimentos de segurança para gravações em ambientes naturais e 2 shows musicais de encerramento nos dois dias de festival, como produtos secundários.
O "Circuito Cultural do Mar à Montanha" é um evento audiovisual que enriquece o aspecto cultural de atividades de aventura na natureza e as promove como estratégia de conscientização para a preservação ambiental, com a realização de uma Mostra de Cinema como produto principal e Laboratório Audiovisual, Oficina de Procedimentos de Segurança em Ambientes Naturais e Shows Musicais, como atividades secundárias para jovens de comunidades de vulnerabilidade social. O projeto dedica-se a desenvolver a difusão do audiovisual como mecanismo de conscientização ambiental e valorização cultural dos territórios, destacando narrativas sobre a relação do homem com a natureza e as potencialidades dos ecossistemas do mar à montanha. O projeto promove a discussão de temas como preservação ambiental, turismo sustentável, esportes de aventura conscientes e identidade territorial, através da exibição de filmes brasileiros e da produção de conteúdos audiovisuais imersivos com tecnologia 360°, capacitando jovens para registrar e difundir as riquezas naturais e culturais de suas comunidades de forma segura e qualificada. Participantes Diretos - Alunos das Formações do Circuito Cultural Jovens de 16 a 29 anos, prioritariamente de comunidades em vulnerabilidade social da Grande Vitória (ES), desempregados ou matriculados em escolas públicas e cursos técnicos, com ou sem experiência prévia em produção audiovisual. O projeto prioriza o acesso de jovens que tenham interesse em aventura, natureza, esportes outdoor e produção de conteúdo digital, oferecendo formação técnica em realização audiovisual com câmeras 360° e procedimentos de segurança para gravações em trilhas e ambientes naturais.Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente o ODS 10 (Redução das Desigualdades) e ODS 15 (Vida Terrestre). Público dos Eventos e Ações de Difusão dos Conteúdos Produzidos Educadores ambientais, artistas, cineastas, atletas de esportes de aventura, guias de turismo, agentes culturais e comunitários, produtores audiovisuais, jovens e adultos, moradores das comunidades de vulnerabilidade social envolvidas e/ou residentes em toda Grande Vitória (ES), que participem da Mostra Audiovisual presencial e gratuita, das apresentações musicais de encerramento, ou sejam alcançados pelas demais ações de difusão e comunicação do projeto. O evento é aberto a todas as idades e perfis, promovendo a democratização do acesso ao cinema brasileiro e à reflexão sobre a importância da preservação dos territórios naturais. Classificação Indicativa Etária Livre - O conteúdo da Mostra Audiovisual, oficinas, bate-papos e shows musicais é adequado para todos os públicos, promovendo valores de respeito à natureza, consciência ambiental e valorização cultural, sem restrições etárias. As atividades formativas (laboratório e oficina) são direcionadas prioritariamente para jovens a partir de 16 anos, mas o evento como um todo é acessível e recomendado para famílias e comunidades.
>> Objetivos gerais:O benefício principal é o ampliar o alcance do cinema e a democratização do acesso aos conteúdos cinematográficos brasileiros, tendo como consequência a conscientização ambiental e a valorização cultural dos territórios atendidos pelo projeto, que é totalmente gratuito.>> Objetivos Específicos:>> Realizar 01 Mostra Audiovisual PRESENCIAL e GRATUITA com pelo menos 08 títulos de de curta-duração, com duração de até 02 dias, na Grande Vitória. Produto principal: Festival/Mostra Audiovisual. O objetivo aqui é aproximar a sociedade de conteúdos audiovisuais de relevância ajudando na conscientização ambiental e valorização cultural dos territórios abrangidos. Visamos aqui atingir o público previsto e informado no Campo de Plano de distribuição. A proposta visa atingir um público estimado de 2000 pessoas.>> Realizar como produtos secudários de forma gratuita: um laboratório de realização audiovisual (40h) de produção de vídeos com câmeras 360° e uma oficina de procedimentos de segurança para regitros audiovisuais em trilhas e ambientes naturais para 20 jovens de comunidades de vulnerabilidade social, além de duas apresentações musicais de encerramento das mostras audiovisuais.
O Festival "Circuito Cultural do Mar à Montanha" apresenta-se como uma iniciativa de relevante impacto cultural e social que demanda o apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) por sua natureza essencialmente pública, gratuita e democratizante, características que inviabilizam a sustentabilidade financeira por meio de bilheteria ou outras fontes de receita direta. A realização deste projeto depende fundamentalmente do incentivo fiscal porque visa atender populações que historicamente têm acesso limitado a produtos culturais cinematográficos de qualidade, especialmente aqueles que promovem a consciência ambiental e a valorização dos territórios locais. Sem o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, a gratuidade integral do evento — condição essencial para garantir a democratização do acesso — seria inviável, impossibilitando o alcance do público estimado de 2.000 pessoas e, particularmente, dos 20 jovens de comunidades em vulnerabilidade social que serão beneficiados pelas oficinas formativas. O projeto enquadra-se perfeitamente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que estabelece as finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC): Inciso I - "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"A Mostra Audiovisual presencial e gratuita, com exibição de filmes brasileiros sobre a relação do homem com a natureza, facilita o acesso direto e sem barreiras econômicas a conteúdos cinematográficos de qualidade para a população da Grande Vitória. A gratuidade integral elimina obstáculos financeiros que frequentemente impedem o acesso de comunidades periféricas e grupos em vulnerabilidade social aos bens culturais, promovendo o pleno exercício dos direitos culturais assegurados constitucionalmente. Inciso II - "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"O festival valoriza a produção audiovisual brasileira ao exibir exclusivamente títulos nacionais que retratam a relação entre homem e natureza, com ênfase nos territórios e paisagens do Brasil. Além disso, as oficinas de realização audiovisual com câmeras 360° e de procedimentos de segurança para registros em ambientes naturais capacitam recursos humanos locais, especialmente jovens de comunidades vulneráveis, fortalecendo a cadeia produtiva regional do audiovisual e estimulando a criação de conteúdos que reflitam as especificidades culturais e ambientais da região. Inciso III - "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"O projeto difunde manifestações culturais audiovisuais brasileiras ao proporcionar espaço de exibição para curtas-metragens nacionais, valorizando o trabalho de cineastas e realizadores. As apresentações musicais de encerramento complementam essa difusão, celebrando a diversidade das expressões artísticas nacionais e fortalecendo o circuito de distribuição e fruição cultural. Inciso IV - "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional"Ao promover conteúdos que abordam a relação do homem com a natureza — tema intrinsecamente ligado às culturas tradicionais, indígenas, quilombolas e comunidades litorâneas e rurais brasileiras —, o festival protege e valoriza expressões culturais fundamentais para a identidade nacional. A conscientização ambiental promovida pelo evento dialoga diretamente com saberes ancestrais e práticas culturais de preservação que caracterizam grupos formadores da sociedade brasileira. Inciso V - "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira"O laboratório de realização audiovisual e a oficina de segurança para registros em trilhas e ambientes naturais salvaguardam e perpetuam modos de criar e fazer próprios da cultura audiovisual brasileira, transmitindo conhecimentos técnicos e artísticos para novas gerações. A formação de jovens em técnicas de produção audiovisual garante a continuidade e o florescimento dessas práticas culturais, essenciais para a documentação e preservação da memória cultural e ambiental do país. O Festival "Circuito Cultural do Mar à Montanha" contribui diretamente para o alcance dos seguintes objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91: Inciso I - "incentivar a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"Os filmes exibidos na Mostra Audiovisual abordam temas de valor universal — a relação entre humanidade e natureza, a preservação ambiental, a aventura e o respeito aos ecossistemas —, formando consciências e informando sobre questões urgentes da contemporaneidade. O audiovisual, como linguagem universal, forma conhecimento e preserva memória sobre os territórios brasileiros e suas riquezas naturais. Inciso II - "proteger e conservar o patrimônio cultural brasileiro"Ao promover a conscientização ambiental através do cinema, o projeto contribui para a proteção do patrimônio natural brasileiro, indissociável do patrimônio cultural. As paisagens, trilhas e ambientes naturais retratados nos filmes e nas oficinas representam patrimônios culturais e naturais que necessitam de preservação, e o festival atua como instrumento de educação patrimonial. Inciso III - "desenvolver a consciência internacional sobre a cultura brasileira"Embora o foco seja local, a produção de conteúdos audiovisuais em formato 360° e a capacitação de jovens realizadores potencializam a criação de obras que poderão circular em festivais nacionais e internacionais, ampliando a visibilidade da cultura e dos territórios brasileiros no cenário global. Inciso IV - "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor regional, formadores de identidade cultural"O projeto estimula a produção regional ao capacitar jovens locais em técnicas audiovisuais e ao valorizar conteúdos que retratam os territórios da Grande Vitória e do Espírito Santo, fortalecendo a identidade cultural regional e promovendo o reconhecimento das especificidades ambientais e culturais da região. A Lei de Incentivo à Cultura é indispensável para a viabilização deste projeto porque: - Garante a gratuidade integral, condição essencial para democratizar o acesso ao cinema e à formação cultural, especialmente para populações vulneráveis;- Viabiliza a formação de jovens em situação de vulnerabilidade social, promovendo inclusão produtiva e desenvolvimento de competências no setor audiovisual;- Assegura a qualidade técnica e artística da programação, permitindo a contratação de profissionais qualificados, equipamentos adequados e infraestrutura necessária para um evento de excelência;- Promove objetivos de interesse público — democratização cultural, conscientização ambiental, valorização territorial e preservação patrimonial — que não geram retorno financeiro direto, mas produzem imenso valor social;- Fortalece a cadeia produtiva do audiovisual brasileiro, criando oportunidades de difusão para realizadores nacionais e formando novos profissionais para o setor. Sem o apoio do mecanismo de incentivo fiscal, o projeto não conseguiria cumprir sua missão de ampliar o alcance do cinema brasileiro, democratizar o acesso à cultura e promover a conscientização ambiental de forma gratuita e inclusiva, privando a sociedade de uma iniciativa que alia cultura, educação e sustentabilidade em benefício do interesse público e do desenvolvimento cultural do país.
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MOSTRA (atividade principal): Em relação a mostra de cinema para promover o acesso às exibições cinematográficas às pessoas com deficiência visual e auditiva, vamos adotar todas as medidas a seguir, em cada cidade (todas as sessões) que o projeto percorrer: Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE; e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS . Oficina Audiovisual - (atividade secundária) No laboratório dos 20 participantes diretamente impactados (além dos outros que terão acesso às aulas gravadas), todos eles oriundos das periferias urbanas, comprovada através de ficha de inscrição e autodeclaração de residência. Pelo menos 01 das aulas (Aula Inaugural) será oferecida com medida de acessibilidade em libras, caso haja participantes inscritos que indiquei esta necessidade. Obs.: Todas as ações previstas aqui sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. Obs.2: As rubricas referentes aos custos elencados acima encontram-se na planilha orçamentária na aba de inclusão de legendas: Intérprete de Libras Narrador de audiodescrição Legendagem Audiodescritiva
O projeto proporcionará a participação de escolas de comunidades locais, bem como proporcionará acesso gratuito a mostra de filmes de qualidade, proporcionando acesso de pessoas de todas as classes sociais e idades. Uma vez realizado por uma empresa de produção cultural através de captação de recurso também público, a produção busca manter toda a grade de programação do evento totalmente gratuita. As atividades sempre serão realizadas em locais de fácil acesso, atingindo um número aproximado e esperado de 2.000 pessoas. A ação formativa cultural como atividade secundária será realizada com a produção/viabilização de oficinas que relacionem produção de conteúdo audiovisual. A proposta é conscientizar para a importância da produção de conteúdos criativos e qualitativos. Estudantes, inclusive das áreas de audiovisual, artes visuais etc, também estarão incluídos no hall de temas de interesse e são público alvo da proposta. Em uma ou mais das atividades previstas, também cumpriremos o Art. 28, com vistas a: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Através das oficinas, cumprimos também o Item VI do Art. 28, conforme: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Carolina Castilholi - Direção jurídica, administrativa e financeira Presidente do Instituto Com.Cha, Carolina Castilholi é Craduada em Direito pela Universidade Federal de Viçosa e Mestra em Gestão Pública pela Universidade Federal do Espírito Santo, Carolina é advogada, professora universitária, e pesquisadora, com ênfase na avaliação de impacto na gestão de recursos públicos e desenvolvimento de programas de compliance como estratégia para o fortalecimento da captação de recursos e aumento do impacto de negócios sociais e organizações do terceiro setor, especialmente por meio das leis de incentivo e do investimento social privado. Foi diretora da peça de teatro “O cientista maluco” (2007); participou do projeto de formação audiovisual Geração Futura (2010); foi organizadora dos eventos Discovery Days (evento de formação de lideranças jovens realizado em 2012), Ideia Social (encontro de profissionais do terceiro setor realizado em 2012) e “Global Village” (feira de cultura internacional realizada em 2013). É especialista em chás, tendo ministrado cursos voltados à popularização da cultura do chá no Brasil. Além disso, atua desde 2009 com o terceiro setor, tendo participado da fundação de três OSCs e integrado os quadros de outras cinco entidades. Atuou como advogada de diversos projetos culturais, dentre eles Festa da Criatividade, Festival MC 2022, MC.Arte, MC.Mulheres, Bordando Memórias, Geração Reels do Futuro, Cidade Pedal, Cine Marias e Crias.Lab. Como dirigente do Instituto, Carol exercerá a função de direção jurídica / administrativa e financeira, responsável pela gestão do processo decisório na execução do projeto.Sullivan Silva - Direção de produção e produção executivaJornalista de formação, Sullivan é documentarista e atua na área cultural e de eventos, na comunicação do Festival de TV e Cinema de Muqui (Fecim), em Muqui, e o Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo (Cine.Ema), que acontece no distrito de Burarama, em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Estado. Foi repórter da redação multimídia da Rede Gazeta, com trabalhos voltados para a rádio CBN Vitória e jornais A GAZETA e NA. Em seu currículo está a cobertura da greve da Polícia Militar do Espírito Santo, ocorrido no mês de fevereiro de 2017. Escreveu reportagens especiais sobre o Caparaó Capixaba e a Ilha de Trindade, arquipélago localizado a mais de 1.000 quilômetros da Costa do Espírito Santo. Em 2019, lançou a série de podcast Vidas Bandidas, com a história de criminosos que marcaram as páginas policiais no Estado.Léo Alves - Direção de programaçãoLéo Alves nasceu no dia do Espírito Santo e acredita ter uma ligação espiritual com a diversidade do estado. Natural de Muqui, maior sítio histórico do Espírito Santo, é mestrando em "Tendências e Gestão da Cultura" pela Universidade de Lisboa e graduado em Jornalismo - Comunicação Social na Universidade Federal de Ouro Preto. É cocriador dos festivais Cine.Ema - Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo, Fecim - Festival de TV e Cinema de Muqui e MoV.Cidade - Mostra de Criatividade e Sustentabilidade Urbana de Vitória - ES e fundador da Pássaro de Papel - Projetos Criativos. É autor de livros, curtas e longas metragens, além de séries de TV. Em produção cultural atua e já atuou como criador, coordenador, captador de recursos e produtor executivo.Antonio Cezar Martins - Coodenador PedagógicoAntonio Cezar Martins tem 35 anos e é jornalista desde 2006. Trabalha como videomaker desde a faculdade e sempre desenvolveu trabalhos para televisão. Foi um dos primeiros repórteres multimídia da TV Gazeta, em 2007. Atualmente é editor da TV Gazeta. Já passou também pela TV Tribuna como repórter e editor. Foi um dos criadores e depois responsável pela reformulação do programa de cultura Ponto Cult, na TV Tribuna. Fundador do projeto Sonzêra, no Youtube, com apresentações ao vivo de artistas regionais pelo Espírito Santo. Também é roteirista, diretor e editor.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.