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PRONAC 2513293Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Baby Breaking

41.462.811 STEFANY TRICIANE SILVA DUARTE
Solicitado
R$ 100,0 mil
Aprovado
R$ 100,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
25

Localização e período

UF principal
GO
Município
Aparecida de Goiânia
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Goiânia Goiás

Resumo

O Baby Breaking é um curso de dança urbana voltado para crianças de 3 a 12 anos, com foco na linguagem do breaking, uma das expressões do Hip Hop. O projeto surgiu a partir das vivências intergeracionais do Coletivo N'Ativa nos treinos e eventos, e intensificaram com a circulação do grupo pelos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) com uma oficina de breaking para crianças pequenas. As aulas propostas para este curso acontecerão aos sábados, das 09h às 11h, no Ponto de Cultura Buracão da Arte, espaço tradicional da Capoeira Angola e do Samba Chula em Goiânia-GO, fortalecendo a integração entre diferentes linguagens da cultura popular e urbana. Ao todo serão 24 horas de atividades formativas, por meio de jogos e brincadeiras que promovem a escuta, o ritmo, a improvisação e a convivência entre a pequenada.

Sinopse

CURSO DE BREAKINGA abordagem metodológica do curso será centrada no lúdico, utilizando jogos, brincadeiras e dinâmicas adaptadas à linguagem do breaking e da cultura Hip Hop, respeitando a faixa etária e os diferentes níveis de desenvolvimento das crianças. Cada aula será conduzida por arte-educadoras experientes em suas áreas de atuação com apoio de uma monitora, garantindo cuidado, acolhimento e atenção individualizada. O curso também contará com lanche coletivo em todas as aulas como estratégia de fortalecimento de vínculos e socialização. Por fim, haverá um dia extra de batalha entre as crianças, com entrega de prêmios e certificados de participação. O curso será documentado por uma equipe de comunicação e avaliado continuamente por meio de observação direta, escuta das crianças e dos responsáveis, registros audiovisuais e relatórios. ARTIGO CIENTÍFICOPretende-se analisar como os saberes do hip hop são compartilhados, ressignificados e vivenciados nas aulas. O foco estará nas interações, nas formas de aprendizagem, nas expressões corporais e nas narrativas que emergem do grupo. Com uma abordagem que privilegia a escuta sensível e o olhar atento ao cotidiano, reconhecendo as experiências das crianças como fonte legítima de conhecimento, em diálogo com a arte, a educação e a cultura popular e urbana.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a formação cultural e artística de crianças de 3 a 12 anos por meio de um curso de breaking com abordagem lúdica, incentivando o desenvolvimento de habilidades corporais, criativas e sociais.Objetivos Específicos:1. Oferecer 24h de vivências gratuitas de breaking para o público infantil, aos sábados, das 09h às 11h, durante 3 meses, no Ponto de Cultura Buracão da Arte;2. Adquirir materiais pedagógicos para as atividades do projeto, e 40m² de Tatame EVA de 1m x 1m com de 30mm para o conforto e segurança das crianças;3. Realizar uma batalha com as crianças como contrapartida social do projeto, no dia 04 de julho de 2026, das 14h às 18h;4. Fazer o acabamento do piso do Ponto de Cultura Buracão da Arte (80m²), tornando-o apropriado para a prática do breaking;5. Publicar um artigo científico, colaborativo, relatando a experiência do projeto em um Periódico Qualis Capes.

Justificativa

O breaking é uma linguagem corporal riquíssima em possibilidades educativas. A prática entre crianças promove coordenação motora, autoestima, consciência corporal e pertencimento. Ao ser conduzido a partir do lúdico, buscamos respeitar o tempo e o interesse das crianças.O curso será realizado no Ponto de Cultura Buracão da Arte, espaço reconhecido pela preservação e transmissão da Capoeira Angola e do Samba Chula em Goiás. Esse espaço cultural é também lugar de acolhimento, resistência e construção coletiva de saberes ancestrais. Ao inserir o Baby Breaking nesse contexto, fortalecemos os laços entre as expressões afro-brasileiras.Dessa forma, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), é essencial para viabilizar financeiramente o projeto, garantindo sua execução gratuita e com qualidade para a comunidade. Este projeto se enquadra no Art. 1º, nos incisos I, II e III da referida Lei, ao promover a formação cultural de crianças, democratizar o acesso à cultura e valorizar uma manifestação da cultura urbana e periférica. A iniciativa se alinha aos objetivos da legislação, buscando não apenas o desenvolvimento de habilidades de uma linguagem de dança, mas a ampliação do repertório cultural, a convivência e a socialização dos participantes.Enquadramento nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91O projeto "Baby Breaking" se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Rouanet, que estabelece os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac):I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: o projeto oferece um curso de dança gratuito para crianças, um público com acesso restrito a atividades culturais de qualidade, especialmente as relacionadas ao Hip Hop. A oferta em um Ponto de Cultura em Goiânia democratiza o acesso e promove a inclusão social e cultural;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais: a iniciativa valoriza o trabalho do Coletivo N'Ativa, um grupo de mulheres com vivências intergeracionais no breaking em Goiânia e Região Metropolitana. Ao atuar em um espaço tradicional da cultura local, o projeto fortalece a produção cultural da região e integra diferentes linguagens artísticas;III - Apoiar e difundir as manifestações culturais e seus respectivos criadores: ao capacitar crianças na linguagem do breaking, o projeto apoia e difunde uma das manifestações culturais mais relevantes do movimento Hip Hop. Além disso, valoriza o trabalho do Coletivo N'Ativa, reconhecendo sua trajetória e expertise.IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional: o breaking é uma expressão da cultura urbana, muitas vezes marginalizada, mas fundamental para a identidade de grupos sociais em contextos periféricos. Ao trabalhar essa manifestação com crianças, o projeto ajuda a proteger e a valorizar o pluralismo cultural do país.V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira: Ao publicizar as ações do projeto por meio de artigo científico estamos incentivando outras/os arte-educadores do Hip Hop a trabalharem com gente de pouca idade e a criarem outras maneiras de dançar breaking.VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro: o breaking é considerado uma manifestação imaterial da cultura. O curso contribui para a salvaguarda dessa forma de expressão, garantindo sua transmissão para as novas gerações por meio da formação de novos praticantes.Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 que serão alcançados:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos: Como nos ensina nosso patrono da educação brasileira, ao formar outros seres estamos nos formando como arte-educadores, nos capacitando para atuar com públicos diversos.II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes: Será publicado um artigo, relatando a experiência do projeto dialogando com autores, em especial, da dança, da sociologia da infância, da educação não-formal e do lúdico.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos: Nenhum produto ou atividade do projeto será comercializada.V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) Outros projetos culturais não previstos nos incisos anteriores e considerados relevantes pelo Ministério da Cultura, ou que se enquadrem nos objetivos do Pronac: o projeto pode ser enquadrado neste inciso devido à sua relevância na formação de público, na inclusão social e na valorização da cultura urbana, fortalecendo o Ponto de Cultura Buracão da Arte que trabalha com duas expressões da cultura popular brasileira: a capoeira e o samba. Ademais, o curso responde à necessidade de ampliação do acesso à arte para/com a infância, oferecendo uma formação cultural sensível e comprometida com o cuidado coletivo, visando a formação de público em Goiânia-GO e arredores da capital.

Estratégia de execução

OS ANEXOS DESSA PROPOSTA INCLUEM:1. Plano de curso detalhado2. Portfólio e Currículo do Coletivo N'Ativa3. Portfólio do Ponto de Cultura Buracão da Arte4. Termo de Anuência do Espaço

Especificação técnica

Nome do curso: BABY BREAKINGParticipantes: 20 criançasPúblico-alvo: crianças de 3 a 12 anos de idadeModalidade: PresencialCarga horária: 24 horasEquipe responsável: Coletivo N’ativaDia e Horário: sábado das 09h às 11hPrevisão do curso:Data de início: 28/03/2026Data final: 27/06/2026Data da batalha: 04/04/2026LOCAL ONDE O PROJETO SERÁ EXECUTADO: Ponto de Cultura Buracão da Arte: Rua SR-58 com SR-70, Quadra 85, Lote 16, Recanto das Minas Gerais, Goiânia-GO.

Acessibilidade

1. Acolhimento presencial: - O Ponto de Cultura Buracão da Arte possui acesso nivelado e estacionamento amplo, facilitando a entrada e circulação de pessoas idosas, com uso de cadeira de rodas ou com mobilidade reduzida. Possui piso tátil, rampas, banheiros, bebedouros e área de alimentação acessíveis, sinalização em todos os espaços, acentos para pessoas obesas, barras de apoio, muletas e cajados de apoio, e iluminação adequada;- Uma monitora estará presente em todas as aulas para auxiliar na inclusão de crianças com as mais diversas características, respeitando o ritmo e as necessidades de cada uma;- Com os recursos do projeto, vamos dar acabamento no piso e adquirir pisos emborrachados, de forma que fique o mais adequado possível para atender as crianças.2. Comunicação acessível: - Todos os materiais de divulgação (posts, flyers, panfletos, convites, certificados) serão produzidos com linguagem simples e objetiva, seguindo normas de acessibilidade digital; - Imagens usadas nas redes sociais contarão com descrição alternativa;- Textos, conteúdos informativos e avaliações serão adaptados para leitura de leitores de tela, com organização clara e linguagem acessível;- Vídeos do projeto contarão com legendas e audiodescrição.3. Atividades inclusivas: - Está incluso no orçamento um curso de Acessibilidade Cultural para a equipe; - As aulas de breaking serão conduzidas com metodologia lúdica e adaptável, permitindo que todas as crianças participem, independentemente de suas condições físicas ou cognitivas;- Os jogos e exercícios poderão ser modificados de acordo com a demanda do grupo, priorizando a integração e o respeito às diferenças.

Democratização do acesso

O projeto é voltado principalmente para crianças de 3 a 12 anos, com foco especial na região Leste de Goiânia. Inclui, entre essas crianças, aquelas que já participam das aulas de Capoeira Angola e Samba Chula no Ponto de Cultura Buracão da Arte. Também contempla mulheres e crianças do Coletivo N’Ativa, promovendo sua formação, profissionalização e capacitação para atuar com diferentes públicos. Além disso, a comunidade do Hip Hop será beneficiada com o acesso a conteúdos pedagógicos desenvolvidos ao longo do projeto, que serão compartilhados pelas redes sociais e por meio de artigo científico, ampliando o alcance das ações.Todos os produtos e atividades do projeto BABY BREAKING serão oferecidos gratuitamente à comunidade, sem qualquer tipo de cobrança ou exigência para participação. Em vez disso, o projeto investe na distribuição livre de conteúdos, como materiais informativos digitais e vídeos com registro das oficinas, que serão disponibilizados em plataformas online e redes sociais do projeto.Nosso compromisso político é com uma atuação inclusiva, comunitária, antirracista, intergeracional e acessível, que respeite a diversidade de corpos, vivências e as culturas locais. Acreditamos que a arte transforma quando é construída com e para a comunidade, e não apenas apresentada a ela. Assim, o projeto contribui para a democratização do acesso à cultura e ao cuidado, onde arte não se separa de dignidade, memória e pertencimento.

Ficha técnica

COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO: Stéfany Triciane Silva Duarte, natural de Macapá-AP, nasceu em 04 de abril de 1996, hoje está com 29 anos. Teve seu primeiro contato com o breaking em 2011, por meio de um projeto cultural das escolas municipais. Em 2012 iniciou nas competições para além do estado do Amapá. Em 2016 entrou para o grupo WE CAN DO IT BGIRLS BRASIL. Foi professora de breaking na Bounce 62 e na Escola de Breaking de Goiânia. Graduada em Letras Língua Portuguesa na Estácio de Sá (2024). Produtora e Professora de Breaking na Casa de Cultura da Juventude.COORDENAÇÃO GERAL: Nayara Lorrany Cardoso Santos, natural de Goiânia-GO, nasceu em 27 de fevereiro de 1997, atualmente com 28 anos. Desde os 4 anos se envolveu em diversos esportes, como basquete, handebol, vôlei, futsal, natação e karatê, participando ativamente de diversas equipes. O encanto pela dança de rua surgiu em 2008, por meio de um projeto na casa de cultura. Há 6 anos concluiu sua formação em Educação Física pela Estácio de Sá. Hoje, é instrutora física e representante do Coletivo N’Ativa na escola de breaking em Goiânia. Atua também como personal trainer.COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA:Maria Antonia de Oliveira Souza, nasceu dia 20 de outubro de 1993, tem 31 anos. Professora do Curso de Dança da Faculdade de Educação Física e Dança da UFG. Doutoranda em Antropologia Social na UnB. Mestra em Antropologia Social pela UFG. Licenciada em Dança pela UFG. Foi bolsista do Projeto de Extensão Dançando com a Diferença: Arte, Inclusão e Comunidade. Autora do Projeto Marias que existem em mim. Integrante do Grupo de Pesquisa “Laboratório de Estudos de Gênero, Étnicos Raciais e Espacialidade” (LaGente).COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA:Sátila Locateli dos Santos, natural de Goiânia-GO, nasceu em 21 de agosto de 1989, hoje tem 36 anos, é mamãe de três filhos que também são dançarinos, a Ana Júlia, o Samukinha e o Antony. Conheceu a dança de rua por meio de um projeto em 2005 na Casa de Cultura do Jardim Guanabara. Engajada na cultura Hip Hop desde 2009. Representa o Coletivo N’Ativa na Escola de Breaking de Goiânia - Centro de Referência da Juventude. Servidora pública - Agente de Apoio Educacional, na Escola Municipal Padre Lima desde 2017.COORDENAÇÃO DE PESQUISA:Jéssica Tavares de Faria, mãe da Mariana e da Clarice, natural de Minaçu-GO, 34 anos, nasceu em 04 de abril de 1991. Conheceu o breaking por meio de um projeto que aconteceu na escola em 2007 promovido pelo Instituto da Juventude Dom Fernando I (PUC-GO). Graduada em Dança pela Faculdade de Dança e Educação Física (UFG/2016). Faz parte, também, do grupo Angoleiros do Samba Chula e do grupo de capoeira Só Angola, no Ponto de Cultura Buracão da Arte. Coordenadora e arte educadora do Projeto Arte, Cultura e Saúde em Senador Canedo-GO.COORDENAÇÃO DO PROJETO:Vanderly Francisco de Oliveira, Mestre Vermelho, tem 60 anos, natural da Cidade de Goiás, pai de quatro filhos e companheiro da Mestra Marcinha. É sócio-fundador e atual presidente da Associação de Capoeira Angola de Goiás, sediada no Ponto de Cultura Buracão da Arte. Integra o Grupo Só Angola e coordena o Grupo Angoleiros do Samba Chula, atuando como vocalista e percussionista. Mestre Vermelho também é luthier de instrumentos de percussão. Desde 1985, dedica-se ao desenvolvimento de ações culturais voltadas para a comunidade, sempre de forma gratuita, promovendo o acesso à arte e à ancestralidade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.