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O projeto "Tambor de Esperança: Arte, Vida e Superação na Casa Ronald" é uma ação cultural e terapêutica realizada pelo Instituto Afro Açaí em parceria com a Casa Ronald McDonald-RJ, unindo arte, cultura e acolhimento para transformar a rotina de crianças e adolescentes com câncer e de seus familiares. Durante 10 meses, serão realizadas oficinas gratuitas de percussão afro-baiana, dança afro, artesanato e exercícios laborais, com atividades adaptadas às condições de cada participante, fortalecendo a autoestima, o vínculo familiar e a esperança. As experiências vividas serão registradas em uma mini websérie documental e apresentadas na mostra final "O Som da Esperança", reafirmando o poder da arte como fonte de cura, alegria e transformação social.O projeto também deixará um legado permanente à Casa Ronald McDonald-RJ, com doação dos instrumentos, metodologia registrada e conteúdo educativo acessível, garantindo continuidade e impactoo duradouro após o término da execução.
O projeto “Tambor de Esperança: Arte, Vida e Superação na Casa Ronald” é uma obra viva, sensível e pulsante que une arte, cultura e solidariedade em um mesmo compasso. Desenvolvido pelo Instituto Afro Açaí em parceria com a Casa Ronald McDonald-RJ, o projeto nasce para transformar o cotidiano de crianças e adolescentes com câncer e de seus familiares em uma experiência de afeto, alegria e expressão criativa.Mais do que um conjunto de oficinas, o “Tambor de Esperança” é uma jornada de reconexão com a vida. A proposta se estrutura em quatro eixos artísticos — percussão afro-baiana, dança afro, artesanato e exercícios laborais — que se entrelaçam em um processo contínuo de criação e descoberta. Durante dez meses de execução, o som dos tambores, o movimento dos corpos, as cores das mãos que criam e o ritmo suave da respiração coletiva compõem uma narrativa de cura e convivência.As oficinas de percussão afro-baiana formam o coração rítmico do projeto. Adaptadas às condições físicas dos participantes, elas introduzem o universo dos tambores como símbolo de força, ancestralidade e vitalidade. Cada batida representa um passo em direção à alegria, à coragem e à celebração da vida. Ao longo das oficinas, crianças, adolescentes e familiares aprendem que o tambor é mais do que um instrumento: é uma voz coletiva que traduz emoções, histórias e sonhos.Nas oficinas de dança afro e expressão corporal, o corpo se torna instrumento de liberdade e reencontro. Através de movimentos leves e ritmos adaptados, os participantes resgatam a autoestima e o prazer de se expressar, mesmo diante das limitações impostas pelo tratamento médico. A dança é apresentada como linguagem universal de resistência, que transforma dor em arte, fragilidade em beleza e timidez em brilho.As oficinas de artesanato e criação coletiva oferecem momentos de calma e introspecção, onde mãos pequenas e corajosas moldam materiais recicláveis e sustentáveis em objetos de significado profundo. Cada peça é um reflexo do amor, da criatividade e da força de quem cria. O resultado final dessas oficinas servirá como cenário e parte da ambientação visual da mostra de encerramento, compondo um espaço artístico feito pelos próprios participantes.Já as oficinas de exercícios laborais e alongamento proporcionam equilíbrio físico e emocional, promovendo relaxamento, respiração e mobilidade. Realizadas de forma lúdica, essas atividades conectam corpo e mente, trazendo leveza e disposição para o dia a dia das crianças e familiares acolhidos na Casa Ronald.Durante todo o processo, as atividades serão registradas em fotos e vídeos, culminando na produção de uma mini websérie documental intitulada “Tambor de Esperança”. Dividida em cinco episódios curtos, a websérie apresentará os bastidores das oficinas, depoimentos das famílias e da equipe técnica, e cenas que revelam o poder transformador da arte em contextos de vulnerabilidade. Com trilha sonora original, legendas, audiodescrição e tradução em Libras, a obra audiovisual será disponibilizada gratuitamente nas redes sociais do Instituto Afro Açaí, da Casa Ronald McDonald-RJ e de parceiros, alcançando um público ainda maior e sensibilizando pessoas em todo o país.O ponto alto da proposta será a Mostra Final “O Som da Esperança”, um evento gratuito de encerramento e celebração. A mostra reunirá apresentações das oficinas de percussão e dança, exposição dos trabalhos de artesanato e a exibição oficial da websérie. O evento será aberto a familiares, parceiros, voluntários e patrocinadores, funcionando como um grande ato de reconhecimento do potencial humano e artístico das crianças e adolescentes participantes. Mais do que um espetáculo, a mostra será uma vivência sensorial e afetiva, na qual cada gesto, som e sorriso representarão o poder da arte em gerar cura e pertencimento.A classificação indicativa da obra é livre, adequada a todos os públicos, por tratar-se de um projeto educativo, cultural e terapêutico de caráter humanitário. As atividades e exibições respeitarão sempre as condições físicas e emocionais dos participantes, sob acompanhamento profissional das equipes da Casa Ronald e do Instituto Afro Açaí.Todos os produtos culturais do projeto serão de acesso gratuito e distribuição ampla. As oficinas acontecerão dentro da Casa Ronald, e os materiais produzidos — vídeos, fotos, camisetas, banners e peças artesanais — serão disponibilizados a participantes e apoiadores como lembrança simbólica e registro de um processo coletivo de superação. Parte dos instrumentos e materiais adquiridos será doada à Casa Ronald McDonald-RJ, garantindo a continuidade das atividades culturais após o término do projeto.O “Tambor de Esperança” é, acima de tudo, um gesto poético de resistência e amor. É o tambor que ressoa a vida. É a arte que desperta a fé. É o movimento que une corações e transforma o silêncio em música. É o sorriso de uma criança que, mesmo em meio à luta, encontra força para dançar e esperança para sonhar.Em cada oficina, em cada som e em cada olhar, o projeto reafirma que a cultura pode ser um ato de cura — e que a arte, quando compartilhada com amor, tem o poder de salvar vidas.A série tem o propósito de emocionar e inspirar, difundindo nacionalmente a mensagem de que a arte pode curar, e que a esperança é o som que nunca silencia.A execução técnica contará com acompanhamento contábil e jurídico especializado, assegurando conformidade e transparência nos processos administrativos e financeiros.
Objetivo Geral: Promover o desenvolvimento humano, o bem-estar emocional e a valorização da cultura afro-brasileira entre crianças e adolescentes em tratamento oncológico e seus familiares acolhidos pela Casa Ronald McDonald-RJ, utilizando a arte e o movimento como instrumentos de acolhimento, alegria, esperança e superação.Objetivos Específicos:Realizar oficinas culturais e terapêuticas gratuitas, voltadas a crianças, adolescentes e seus acompanhantes, com foco em quatro eixos principais: percussão afro-baiana, dança afro, artesanato e exercícios laborais, conectando ritmo, corpo e criatividade em um ambiente de acolhimento e pertencimento.Estimular a autoestima, a confiança e a convivência familiar, promovendo o fortalecimento de laços afetivos e o equilíbrio emocional durante o processo de tratamento do câncer infantil e juvenil.Proporcionar acesso democrático à arte e à cultura afro-brasileira, valorizando a diversidade cultural como elemento de inclusão social, cidadania e respeito à ancestralidade.Produzir uma mini websérie documental com cinco episódios, registrando os processos, as histórias e os resultados das oficinas, revelando a sensibilidade, a força e a transformação vivenciadas pelos participantes, familiares e equipe técnica.Divulgar amplamente o projeto e seus resultados, por meio de ações de comunicação social, mídias digitais e materiais visuais (camisetas, banners e conteúdos para redes), ampliando o alcance e o engajamento da sociedade com a causa da Casa Ronald McDonald-RJ.Promover uma mostra pública intitulada "O Som da Esperança", reunindo apresentações das oficinas, exibição da websérie e depoimentos dos participantes, com o objetivo de celebrar o aprendizado, fortalecer a rede de apoio e sensibilizar patrocinadores e o público em geral.Integrar arte, saúde e solidariedade, mostrando que a expressão artística é também um instrumento terapêutico capaz de aliviar tensões, reduzir o estresse e gerar bem-estar físico e emocional.Capacitar a equipe técnica e os oficineiros em práticas de inclusão e acessibilidade cultural, garantindo que todas as atividades sejam seguras, adaptadas e acolhedoras às condições físicas e emocionais dos participantes.Contribuir para o fortalecimento institucional da Casa Ronald McDonald-RJ e do Instituto Afro Açaí, unindo duas referências em suas áreas: a primeira na assistência a crianças com câncer e suas famílias, e a segunda na promoção da cultura afro-brasileira e na transformação social por meio da arte.Fomentar a formação de plateia e o gosto pela arte, estimulando o reconhecimento da cultura afro-brasileira como parte essencial da identidade nacional, especialmente entre crianças e jovens em contextos de vulnerabilidade.Garantir a plena acessibilidade e a inclusão social, com oficinas adaptadas, linguagem acessível e acompanhamento psicossocial constante, respeitando as limitações e potencialidades de cada participante.Incentivar o voluntariado e o engajamento comunitário, aproximando a sociedade civil, as empresas e os apoiadores da causa, por meio da participação em eventos, doações de materiais e divulgação institucional.Registrar e sistematizar as boas práticas do projeto, permitindo sua replicação em outras unidades de acolhimento infantil e em centros de atendimento oncológico, fortalecendo o legado da parceria entre o Instituto Afro Açaí e a Casa Ronald McDonald-RJ.Consolidar uma rede de apoio emocional, artístico e educativo, que ultrapasse o período do projeto e sirva de inspiração contínua para crianças, famílias e instituições envolvidas.Divulgar resultados e impactos sociais de forma transparente, com relatórios, registros audiovisuais e depoimentos, demonstrando a eficiência do uso dos recursos públicos incentivados e a relevância social do investimento cultural.Consolidar um modelo pedagógico e terapêutico que poderá ser replicado em outras unidades da Rede Ronald McDonald e instituições parceiras, fortalecendo a integração entre arte, acolhimento e saúde em âmbito nacional, inspirando outras institutições da resde.Impacto Esperado:O projeto "Tambor de Esperança: Arte, Vida e Superação na Casa Ronald" pretende beneficiar diretamente cerca de 240 pessoas, entre crianças, adolescentes e familiares, e alcançar milhares de espectadores por meio da mini websérie e das redes sociais. Através da linguagem universal da música e do movimento, a proposta busca restaurar a alegria, fortalecer o espírito e transformar o cotidiano hospitalar em um espaço de expressão e esperança.O Instituto Afro Açaí traz para este projeto sua sólida experiência em inclusão social através da cultura afro-brasileira, acumulada em mais de 15 anos de atuação em comunidades do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense, além de reconhecimentos em editais públicos e prêmios culturais. Já a Casa Ronald McDonald-RJ, há mais de 30 anos, é um exemplo de amor e acolhimento, oferecendo hospedagem, alimentação e apoio a famílias inteiras em meio à luta contra o câncer infantil.A união dessas duas instituições resulta em um projeto cultural de profundo alcance humano e simbólico: um gesto de fé na vida, na arte e na força de cada batida do tambor, que ecoa dentro e fora da Casa Ronald, transformando dor em ritmo, fragilidade em beleza e esperança em realidade, Metas quantitativas:_ 100 oficinas realizadas;_ 240 beneficiários diretos;_ 10.000 visualizações da websérie;_ 150 pessoas na mostra final;_ 5 episódios de 7 minutos cada.
O projeto "Tambor de Esperança: Arte, Vida e Superação na Casa Ronald" nasce da união entre duas forças transformadoras: o Instituto Afro Açaí, referência na promoção da cultura afro-brasileira e na inclusão social por meio da arte, e a Casa Ronald McDonald-RJ, símbolo nacional de acolhimento, cuidado e amor às crianças e adolescentes com câncer e suas famílias.A proposta surge da compreensão de que a arte é um dos mais poderosos instrumentos de cura emocional e fortalecimento humano. Em meio à rotina exaustiva de tratamentos, internações e incertezas, a música, o movimento e a criação artística funcionam como respiro, alívio e reencontro com a alegria. Através das oficinas de percussão afro-baiana, dança afro, artesanato e exercícios laborais, o projeto transforma o ambiente de acolhimento em um espaço de vida, cor, ritmo e esperança.A Casa Ronald McDonald-RJ, há mais de 30 anos, realiza um trabalho exemplar de proteção social de alta complexidade, oferecendo hospedagem, alimentação, transporte e apoio psicossocial a crianças e adolescentes vindos de todo o Brasil para tratamento oncológico em hospitais do Rio de Janeiro. Paralelamente, o Instituto Afro Açaí, fundado em 2008 por Vaguinho Fernandes, atua há mais de 17 anos na integração entre cultura, educação e cidadania, desenvolvendo projetos reconhecidos em editais públicos e prêmios de fomento à cultura, como o Prêmio Ruy Afrânio Peixoto (Lei Paulo Gustavo _ Nova Iguaçu/RJ), além de parcerias com instituições como Olodum, Ilê Aiyê, Malê Debalê e Calouste Gulbenkian.A união dessas trajetórias dá origem a um projeto cultural que une dois universos: o da arte como expressão de ancestralidade e identidade, e o da saúde como cuidado integral do ser humano. Essa conexão entre o tambor e o coração traduz o propósito maior do projeto: mostrar que cultura também é cuidado e que cuidar também é um ato de amor e arte.A proposta é integralmente gratuita e sem fins comerciais, enquadrada no Art. 18 da Lei nº 8.313/91. Seu orçamento foi construído de forma realista e proporcional ao impacto social esperado, priorizando a qualificação técnica da equipe e a aquisição de materiais duráveis que permanecerão como legado pedagógico da instituição.O uso da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91, Art. 18) é essencial para viabilizar a execução desta iniciativa, uma vez que todas as atividades serão gratuitas e de acesso universal, sem fins lucrativos. O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da referida lei, por promover a formação cultural, o exercício da cidadania e a democratização do acesso à arte. Também contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º, especialmente nos incisos I (fomento à produção cultural), II (formação e aperfeiçoamento artístico), IV (difusão cultural) e VI (preservação da memória e das expressões culturais brasileiras).Os recursos captados por meio do incentivo fiscal permitirão cobrir os custos de recursos humanos qualificados, materiais artísticos, equipamentos de percussão, produção audiovisual da websérie e ações de divulgação, assegurando a sustentabilidade e a transparência da proposta. O projeto não possui viabilidade comercial, mas apresenta um impacto social e cultural significativo, tornando-se elegível à captação integral via Art. 18 da Lei Rouanet.O investimento proposto apresenta excelente relação custo-benefício: cada R$ 1,00 aplicado beneficia diretamente mais de 35 pessoas e gera impacto indireto sobre milhares, considerando o alcance digital e a rede de difusão da Casa Ronald e do Instituto Afro Açaí.Do ponto de vista simbólico e emocional, o "Tambor de Esperança" representa a batida da vida dentro da Casa Ronald. Cada oficina é um encontro entre o som dos tambores e o pulsar dos corações de crianças que lutam diariamente pela cura. Cada movimento de dança é uma celebração da resistência. Cada peça de artesanato é um gesto de amor e criação coletiva. E cada exercício laboral é um convite à reconexão entre corpo e alma.Além de atuar na melhoria do bem-estar dos participantes, o projeto também fortalece o elo entre a Casa Ronald e a sociedade, mostrando aos patrocinadores e apoiadores que investir em cultura é também investir em saúde, dignidade e cidadania. Ao apoiar esta proposta, empresas e pessoas físicas se tornam parte de uma rede de solidariedade que dá novo sentido à responsabilidade social: transformar a dor em arte, a rotina em celebração e o medo em esperança.A mini websérie documental que será produzida ao longo da execução servirá não apenas como registro artístico, mas como um legado de inspiração, mostrando o poder transformador da arte e da empatia. Serão cinco episódios que retratarão o dia a dia das oficinas, os depoimentos das famílias e o impacto humano dessa experiência — ampliando a visibilidade da iniciativa nas redes sociais e na mídia, e levando a mensagem da Casa Ronald e do Instituto Afro Açaí para além dos muros da instituição.A mostra final "O Som da Esperança" marcará o encerramento do ciclo, reunindo apresentações das oficinas e a exibição da websérie, aberta ao público, parceiros e patrocinadores. Esse evento celebrará a superação, o aprendizado e a beleza da convivência, reforçando que o verdadeiro propósito da arte é criar pontes entre pessoas, corações e mundos.O "Tambor de Esperança: Arte, Vida e Superação na Casa Ronald" é, portanto, um projeto de cultura com alma, nascido da fé na arte como força curadora. Ele não se limita a ensinar música, dança ou artesanato — ele ensina a sonhar de novo. É um convite para que empresas e cidadãos se unam a essa batida de solidariedade, participando de uma iniciativa que honra a vida, respeita as diferenças e reafirma o poder transformador da cultura.Ao final de sua execução, o projeto deixará marcas permanentes: instrumentos doados à Casa Ronald, capacitação de profissionais, uma websérie inspiradora e, principalmente, sorrisos e memórias afetivas que jamais se apagarão. Porque quando o tambor toca, o coração também desperta — e a esperança, enfim, se faz ouvir.O projeto também se alinha às políticas nacionais de cultura e saúde integradas, como a Política Nacional de Cultura Viva e as diretrizes de humanização do SUS, reforçando o papel da arte como parte do cuidado integral.Ao apoiar o "Tambor de Esperança", o patrocinador se torna parte de uma iniciativa reconhecida que une cultura, saúde e solidariedade, transformando a vida de crianças com câncer e de suas famílias. É um investimento com retorno social, emocional e de imagem, um gesto de amor que reverbera na sociedade como símbolo de responsabilidade e esperança.
O projeto “Tambor de Esperança: Arte, Vida e Superação na Casa Ronald” representa a síntese de duas trajetórias sólidas e complementares: a do Instituto Afro Açaí, com sua reconhecida atuação na área cultural, educativa e social, e a da Casa Ronald McDonald-RJ, instituição referência nacional em acolhimento a crianças e adolescentes em tratamento de câncer e suas famílias. Essa união confere ao projeto um caráter único, em que arte, saúde e cidadania se unem em torno da esperança.O Instituto Afro Açaí foi fundado em 2008 e possui mais de 17 anos de experiência na promoção da cultura afro-brasileira como instrumento de transformação social. Sua atuação é marcada por uma rede de projetos culturais e socioeducativos em diversas cidades do Rio de Janeiro, como “Afro Açaí Percussão & Dança”, “Reciclar Social RJ”, “Música Percussiva pela Vida” e “Tambor e Economia Criativa: Caminhos do Carnaval Fluminense”. O Instituto já atendeu milhares de crianças, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade, desenvolvendo ações em parceria com escolas, conselhos municipais, universidades e secretarias de cultura.Com um portfólio consistente e reconhecimentos públicos, o Instituto Afro Açaí vem consolidando sua identidade como organização de impacto cultural e social, com base na metodologia “Educar pelo Tambor” — um modelo pedagógico que utiliza a arte afro-brasileira como canal de aprendizado, autoestima e empoderamento. A instituição conta com equipe técnica qualificada, coordenação pedagógica, profissionais de comunicação, produção e audiovisual, além de estrutura jurídica, contábil e administrativa compatível com a execução de projetos via Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91).Por sua vez, a Casa Ronald McDonald-RJ, fundada em 1992, é uma entidade filantrópica reconhecida de utilidade pública, que integra a rede internacional Ronald McDonald House Charities (RMHC). A instituição oferece hospedagem, alimentação e suporte psicossocial gratuito a crianças e adolescentes com câncer e seus familiares que vêm de outras cidades e estados para tratamento médico no Rio de Janeiro. Ao longo de três décadas, a Casa já acolheu mais de 15 mil famílias, tornando-se referência em assistência social de alta complexidade e em políticas de proteção integral da infância e juventude, conforme a Lei nº 8.069/90 (ECA) e a Lei nº 8.742/93 (LOAS).A parceria entre as duas instituições surgiu do reconhecimento mútuo de que a arte tem papel fundamental no processo de cura emocional e no fortalecimento da esperança. O projeto “Tambor de Esperança” será desenvolvido dentro dessa filosofia: cuidar do corpo e da alma, transformar o cotidiano do tratamento em um espaço de criação e alegria. Essa convergência institucional amplia o alcance do projeto, que, além do público interno da Casa Ronald, também alcançará a sociedade por meio da websérie e das ações de comunicação digital.O projeto se destaca pelo baixo custo e alto impacto social — cada real investido beneficia diretamente 35 pessoas e alcança milhares de outras por meio digital — demonstrando eficiência e relevância pública. Com resultados tangíveis e mensuráveis: cerca de 240 beneficiários diretos, mais de 100 oficinas realizadas, cinco episódios audiovisuais produzidos, centenas de materiais visuais distribuídos e milhares de pessoas alcançadas pelas redes sociais. Todos os produtos culturais são de acesso gratuito, garantindo plena democratização e inclusão.A metodologia do projeto valoriza o processo coletivo de aprendizagem. As oficinas são conduzidas de maneira afetiva, integrando linguagem oral, corporal e musical. Cada participante é estimulado a descobrir e celebrar suas próprias potencialidades, respeitando suas limitações e conquistas. A metodologia “Aprender Sentindo” combina a pedagogia afro-brasileira, o brincar e o fazer artístico com a escuta sensível e o acolhimento humano. Essa abordagem inovadora é o diferencial do Instituto Afro Açaí e tem sido replicada com sucesso em diversos contextos educacionais e comunitários.Outro destaque é o forte compromisso com a acessibilidade e a inclusão cultural. Todas as atividades serão adaptadas às condições físicas e cognitivas dos participantes e contarão com recursos de acessibilidade comunicacional, como legendas, Libras e audiodescrição. O espaço da Casa Ronald é totalmente acessível, com rampas, banheiros adaptados e estrutura de acolhimento, e a equipe do Instituto Afro Açaí é treinada para lidar com diversidade, empatia e cuidado.A sustentabilidade do projeto está assegurada por meio de três pilares:Capacitação local e legado institucional, com doação dos instrumentos e materiais pedagógicos à Casa Ronald após o término do projeto, permitindo a continuidade das atividades culturais;Difusão digital permanente, com a websérie e conteúdos publicados nas plataformas do Instituto Afro Açaí, da Casa Ronald e de parceiros, perpetuando o alcance e a visibilidade da ação;Formação de rede de apoio, envolvendo voluntários, profissionais da saúde, educadores, artistas e patrocinadores, consolidando um ecossistema de cooperação que pode gerar novos desdobramentos culturais e sociais.O impacto simbólico do “Tambor de Esperança” também é um ponto central. A obra audiovisual e a mostra final “O Som da Esperança” ultrapassam o caráter artístico: são instrumentos de mobilização e sensibilização social. O projeto convida o público e as empresas patrocinadoras a enxergarem a arte como investimento em vida e dignidade humana. Cada episódio da websérie e cada oficina registram histórias reais de superação, tornando-se testemunhos de fé e solidariedade.Para o Ministério da Cultura e para os avaliadores técnicos, é importante destacar que o projeto atende a todos os critérios de enquadramento do Art. 18 da Lei Rouanet, por ser uma ação de natureza cultural e educativa, sem fins lucrativos, acessível, gratuita e de relevante interesse público. O Instituto Afro Açaí possui plena capacidade jurídica e técnica para execução e prestação de contas, contando com CNPJ ativo, estatuto atualizado, diretoria eleita, conselho fiscal e histórico de regularidade institucional junto aos órgãos públicos e editais anteriores.Além do valor artístico, o “Tambor de Esperança” se alinha a agendas nacionais e internacionais de políticas culturais e de direitos humanos, especialmente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, com destaque para os ODS 3 (Saúde e Bem-Estar), 4 (Educação de Qualidade), 10 (Redução das Desigualdades), 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes) e 17 (Parcerias e Meios de Implementação). Dessa forma, o projeto reafirma o papel da cultura como ferramenta de transformação social e fortalecimento da cidadania.Por fim, cabe ressaltar que o projeto “Tambor de Esperança: Arte, Vida e Superação na Casa Ronald” é uma iniciativa exemplar da união entre o poder público, a iniciativa privada e a sociedade civil. Ao investir nessa proposta, empresas e patrocinadores estarão contribuindo diretamente para o bem-estar de crianças e adolescentes em tratamento de câncer, fortalecendo uma rede de solidariedade e impacto positivo que vai muito além da arte.Mais do que um projeto cultural, o “Tambor de Esperança” é um gesto coletivo de amor e fé na vida — uma sinfonia de cores, sons e gestos que reafirma a força da vida. Cada tambor que soa dentro da Casa Ronald McDonald-RJ ecoa não apenas um ritmo, mas uma mensagem: a cultura pode curar, a arte pode transformar e a esperança pode vencer o medo.O projeto conta com equipe técnica experiente, governança transparente e assessoria contábil especializada para acompanhamento financeiro e prestação de contas. Essa estrutura garante plena conformidade com as normas da Lei Rouanet e demonstra a maturidade institucional do Instituto Afro Açaí na execução de projetos socioculturais.
O projeto “Tambor de Esperança — Arte, Vida e Superação na Casa Ronald” será desenvolvido em formato híbrido de oficinas presenciais, registros audiovisuais e produção cultural colaborativa, totalizando 10 meses de execução (de março a dezembro de 2026). Cada produto artístico, educativo e técnico foi planejado de forma integrada para garantir qualidade, acessibilidade e impacto social. 1. Oficinas de Percussão Afro-BaianaFormato: oficinas presenciais, duas vezes por semana, com duração média de 90 minutos cada.Duração total: 8 meses (abril a novembro de 2026).Material: instrumentos de percussão leves (tambores, repiques, caixas, surdos, ganzás, xequerês e baquetas adaptadas), adquiridos especialmente para o projeto, com atenção à ergonomia e à segurança dos participantes.Metodologia pedagógica: ensino lúdico baseado em jogos rítmicos, repetição progressiva e estímulos sonoros. As atividades serão conduzidas por instrutor especializado em musicalização social e cultura afro-brasileira, utilizando técnicas simplificadas e linguagem acessível.Resultado esperado: desenvolvimento da coordenação motora, expressão corporal, percepção rítmica, autoestima e integração coletiva. Parte dos instrumentos será doada à Casa Ronald McDonald-RJ ao final do projeto. 2. Oficinas de Dança Afro e Expressão CorporalFormato: oficinas presenciais, duas vezes por semana, com duração média de 90 minutos.Duração total: 8 meses (abril a novembro de 2026).Espaço físico: sala de convivência e área de dança adaptada, com piso antiderrapante e ventilação adequada.Metodologia: abordagem pedagógica centrada na ludicidade, improvisação e liberdade de movimento. Os participantes serão incentivados a expressar emoções e sentimentos através da dança, respeitando seus limites físicos e clínicos.Materiais: tecidos coloridos, adereços, instrumentos leves de acompanhamento rítmico e sistema de som portátil.Resultado esperado: fortalecimento da autoestima, estímulo à socialização e promoção da autoconfiança. 3. Oficinas de Artesanato e Criação ColetivaFormato: oficinas presenciais, uma vez por semana, duração média de 90 minutos.Duração total: 8 meses (abril a novembro de 2026).Materiais utilizados: papéis coloridos, tecidos, tintas atóxicas, colas, tesouras sem ponta, linhas, fitas, materiais recicláveis e sustentáveis (garrafas PET, tampas, papelão, tecidos reaproveitados).Metodologia pedagógica: aprendizagem prática, voltada à criatividade, à motricidade fina e ao estímulo emocional. O conteúdo é desenvolvido de forma livre, com orientação temática em torno da esperança, da ancestralidade e da alegria.Resultado esperado: confecção de objetos artísticos e decorativos que serão utilizados como parte da cenografia da mostra final “O Som da Esperança”. 4. Oficinas de Exercícios Laborais e AlongamentoFormato: encontros presenciais semanais, duração média de 60 minutos.Duração total: 8 meses.Espaço físico: área comum e pátio interno da Casa Ronald McDonald-RJ.Metodologia: prática corporal leve, voltada ao relaxamento, respiração e alongamento. Serão utilizados exercícios simples de consciência corporal, adaptados à realidade dos pacientes em tratamento, com acompanhamento de educador físico e supervisão psicossocial.Materiais: colchonetes, elásticos, cadeiras ergonômicas e instrumentos musicais leves para ambientação sonora.Resultado esperado: melhora da disposição física, alívio de tensões e fortalecimento do vínculo entre corpo e mente. 5. Mini Websérie Documental “Tambor de Esperança”Formato: obra audiovisual documental, composta por 5 episódios curtos (5 a 7 minutos cada).Duração total: 35 minutos (estimada).Captação: câmeras digitais DSLR, microfones de lapela e direcionais, iluminação leve de LED e suporte técnico profissional.Edição: realizada em software profissional (Adobe Premiere e DaVinci Resolve), com trilha sonora original, legendas, audiodescrição e tradução em Libras (via VLibras Widget).Linguagem estética: documental sensível, voltada à valorização das histórias reais e dos bastidores das oficinas.Distribuição: gratuita e digital, nas redes sociais do Instituto Afro Açaí e da Casa Ronald McDonald-RJ, em formato acessível e com linguagem inclusiva.Objetivo: difundir a experiência do projeto, inspirar o público e sensibilizar patrocinadores e novos parceiros. 6. Mostra Final “O Som da Esperança”Formato: evento presencial de encerramento, gratuito e aberto ao público.Duração: 1 dia, com duração estimada de 3 horas, realizado em dezembro de 2026.Local: auditório e áreas externas da Casa Ronald McDonald-RJ, com estrutura de palco, som, iluminação e projeção.Conteúdo: apresentações das oficinas de percussão e dança, exposição dos trabalhos de artesanato, exibição da mini websérie e fala de encerramento.Produção técnica: montagem de palco e sonorização com equipamentos de pequeno porte, operação de luz e som, projeção em tela, apoio de intérprete de Libras e equipe de recepção.Objetivo: celebrar a arte e a esperança, fortalecendo o vínculo entre participantes, familiares, voluntários, patrocinadores e comunidade. 7. Materiais de Divulgação e Identidade VisualProdutos: criação e impressão de 500 camisetas, banners, cartazes e materiais digitais.Paginação e design: identidade visual desenvolvida por designer gráfico, com aplicação da marca do projeto, logotipos institucionais, patrocínios e selo do Ministério da Cultura.Formato digital: banners virtuais, posts e vídeos curtos para redes sociais.Formato físico: camisetas em tecido 100% algodão, impressas em serigrafia colorida; banners em lona vinílica de 1,50m x 1,00m; cartazes em papel couche A3.Objetivo: ampliar a visibilidade e fortalecer o reconhecimento público do projeto, promovendo orgulho e pertencimento entre os participantes. 8. Materiais Pedagógicos e AdministrativosPaginação: apostila digital de acompanhamento interno (20 páginas em formato PDF), contendo cronograma das oficinas, metodologia, fichas de frequência, relatórios de acompanhamento e indicadores sociais.Projeto pedagógico: documento estruturado pelo Instituto Afro Açaí, com base em práticas de educação inclusiva, metodologias de ensino pela arte e referências da cultura afro-brasileira como instrumento de formação cidadã e emocional.Público-alvo: crianças e adolescentes em tratamento oncológico, familiares e equipe técnica da Casa Ronald McDonald-RJ.Objetivo: sistematizar a metodologia para futura replicação do modelo em outras instituições. 9. Classificação Indicativa e Natureza do ConteúdoClassificação: livre para todos os públicos.Natureza: educativa, cultural, terapêutica e social, com ênfase na valorização da diversidade, no respeito à vida e no estímulo à convivência familiar e comunitária. 10. Duração e Encadeamento dos Produtos O conjunto das ações culturais terá duração total de dez meses, sendo um mês de pré-produção, oito meses de oficinas e gravações e um mês de pós-produção e encerramento. A sequência pedagógica é contínua: cada oficina alimenta a outra e todas convergem para a produção da websérie e da mostra final. O projeto utiliza metodologia participativa, que envolve os beneficiários em todas as etapas — planejamento, criação, execução e celebração.O resultado final será uma obra de arte coletiva que une som, movimento, imagem e emoção em uma única batida. Cada produto técnico, artístico e pedagógico do “Tambor de Esperança” foi pensado para ser acessível, seguro e profundamente humano, reafirmando que a cultura é um direito, um remédio e um caminho para a esperança.Metas quantitativas:– 100 oficinas realizadas;– 240 beneficiários diretos;– 10.000 visualizações da websérie;– 150 pessoas na mostra final;– 5 episódios de 7 minutos cada.
O projeto “Tambor de Esperança: Arte, Vida e Superação na Casa Ronald” foi concebido de forma integralmente inclusiva, respeitando a diversidade humana e as condições físicas, emocionais e cognitivas de todos os participantes. A acessibilidade é um valor estruturante da proposta, que busca garantir o direito à participação cultural plena e digna de crianças e adolescentes com câncer, seus familiares, acompanhantes e demais visitantes da Casa Ronald McDonald-RJ.1. Acessibilidade FísicaA Casa Ronald McDonald-RJ já dispõe de estrutura adequada ao atendimento de pessoas com mobilidade reduzida ou em tratamento médico delicado. O projeto utilizará esses espaços, assegurando que todas as atividades sejam realizadas em ambientes seguros, adaptados e confortáveis.As ações contemplam:Salas e áreas comuns acessíveis, com rampas, corrimãos e ampla circulação para cadeiras de rodas e andadores;Banheiros adaptados e com barras de apoio;Elevadores e rotas acessíveis entre os espaços da Casa;Sinalização visual e tátil, garantindo autonomia e orientação espacial aos participantes;Iluminação adequada e antirreflexo para segurança durante as oficinas e apresentações;Disponibilidade de assentos preferenciais e áreas de descanso durante as atividades;Acompanhamento permanente da equipe técnica e psicossocial, garantindo apoio físico e emocional a quem necessitar de cuidados especiais;Protocolos de segurança e conforto térmico, essenciais a crianças em tratamento médico intensivo.Além das adaptações já existentes, a equipe do Instituto Afro Açaí trabalhará com metodologias pedagógicas e artísticas inclusivas, adequando os exercícios e movimentos de dança, percussão e atividades manuais às condições físicas de cada participante. O foco estará sempre na participação simbólica e afetiva, respeitando os limites individuais e valorizando as potencialidades de cada pessoa.2. Acessibilidade de ConteúdoPara assegurar o acesso à informação e à comunicação em todas as etapas do projeto, serão adotadas medidas de acessibilidade comunicacional e de conteúdo que permitam a compreensão, interação e envolvimento de públicos diversos, com ou sem deficiência.As ações previstas incluem:Interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais) em momentos-chave, como a mostra final “O Som da Esperança”, apresentações públicas e gravações da mini websérie;Utilização do VLibras Widget em todo o conteúdo audiovisual divulgado em plataformas digitais, garantindo tradução automática em Libras, com avatares inclusivos (Ícaro, Hosana ou Guga);Legendas descritivas em todos os vídeos produzidos, assegurando compreensão por pessoas com deficiência auditiva;Audiodescrição nos vídeos da mini websérie e nas imagens institucionais, possibilitando que pessoas com deficiência visual possam acompanhar o conteúdo integralmente;Materiais impressos e visuais com contraste adequado, fonte ampliada e linguagem acessível;Explicações orais e materiais táteis simplificados durante as oficinas, quando aplicável, especialmente nas atividades de artesanato;Roteiro acessível na Mostra Final, com textos lidos e adaptados para públicos diversos;Formação de equipe e sensibilização de monitores e oficineiros quanto às boas práticas de inclusão, comunicação e abordagem com o público infantojuvenil e famílias em tratamento médico.Essas ações permitem que todos — crianças, familiares, visitantes e público digital — compreendam o projeto, participem de suas experiências e se reconheçam como parte da mensagem central: a arte é para todos e todos são parte da arte.3. Acessibilidade Emocional e SocialAlém das dimensões física e comunicacional, o projeto adota a acessibilidade emocional como eixo transversal. Por isso:As oficinas e atividades são conduzidas com apoio direto de assistente social e psicólogo, garantindo sensibilidade diante das limitações e vulnerabilidades do público atendido;O ambiente é estruturado para oferecer acolhimento, empatia e escuta ativa, respeitando o ritmo e o estado emocional de cada participante;A metodologia prioriza a autoexpressão e o afeto, substituindo a lógica de desempenho pela lógica do encontro e da partilha;As atividades de dança, percussão e artesanato são planejadas para promover inclusão sensorial, permitindo participação simbólica mesmo daqueles em restrição física temporária.A equipe do Instituto Afro Açaí possui experiência comprovada em educação inclusiva e práticas socioculturais acessíveis, acumulada ao longo de mais de 15 anos de atuação em projetos comunitários e educacionais, sempre com foco na diversidade, no respeito e na escuta.4. Compromisso com a Inclusão PermanenteO compromisso do projeto com a acessibilidade vai além do cumprimento legal. Ele se alinha à visão humanitária da Casa Ronald McDonald-RJ, que compreende o acolhimento não apenas como hospedagem, mas como um gesto de amor e equidade.Assim, todas as etapas — do planejamento à execução e à prestação de contas — observarão as diretrizes de acessibilidade cultural do Ministério da Cultura, da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e da Política Nacional de Cultura Viva.O “Tambor de Esperança” assume o compromisso de contribuir para o fortalecimento de uma cultura mais justa, empática e representativa, na qual a arte se coloca a serviço da vida e da dignidade humana.Síntese FinalA acessibilidade, em todas as suas formas, é o coração do projeto. Cada batida de tambor, cada gesto de dança e cada criação artesanal serão construídos em um ambiente inclusivo, seguro e acolhedor, no qual nenhuma criança, adolescente ou familiar será deixado de fora. Ao unir arte, cultura e cuidado, o projeto reafirma que a verdadeira inclusão é aquela que reconhece o outro não pela limitação, mas pelo seu potencial de sentir, criar e sonhar.Além das medidas físicas e comunicacionais, o projeto adota uma acessibilidade afetiva e pedagógica, considerando o estado clínico e emocional de cada criança. As atividades são adaptadas individualmente, respeitando limites físicos e celebrando conquistas pessoais.
O projeto “Tambor de Esperança: Arte, Vida e Superação na Casa Ronald” foi concebido para garantir acesso livre, gratuito e universal a todas as suas atividades, produtos e resultados. A proposta não possui nenhum caráter comercial: todas as ações culturais, oficinas, materiais e produtos finais serão distribuídos sem custo aos participantes, familiares, visitantes e ao público em geral, reforçando o princípio da democratização do acesso à arte e à cultura afro-brasileira.1. Acesso Gratuito e Público-AlvoTodas as atividades do projeto serão 100% gratuitas e realizadas nas dependências da Casa Ronald McDonald-RJ, espaço reconhecido pela acessibilidade, acolhimento e estrutura adequada à permanência de crianças, adolescentes e familiares em tratamento oncológico.Participam diretamente:Crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer (acolhidos pela Casa Ronald);Familiares e acompanhantes, que poderão participar das oficinas como apoio e integração afetiva;Voluntários e colaboradores da instituição;Visitantes e parceiros da rede de apoio, durante ensaios e eventos abertos.Não haverá cobrança de ingresso, taxa de inscrição ou qualquer tipo de restrição econômica ou geográfica. O projeto foi desenhado para que a cultura chegue até o público, dentro de seu espaço de acolhimento e cuidado, eliminando todas as barreiras de acesso. 2. Formas de Distribuição e Circulação dos Produtos CulturaisOs principais produtos do projeto serão distribuídos gratuitamente e de forma ampla:Mini Websérie Documental “Tambor de Esperança”: composta por 5 episódios curtos (5 a 7 minutos cada), a websérie será disponibilizada gratuitamente nas redes sociais e canais digitais do Instituto Afro Açaí, da Casa Ronald McDonald-RJ e de parceiros institucionais. O conteúdo será legendado e com interpretação em Libras, ampliando o alcance para pessoas com deficiência auditiva e visual.Apresentações públicas e ensaios abertos: ao longo do projeto, serão realizados momentos de partilha e socialização das oficinas com convidados e familiares, permitindo que a comunidade do entorno e apoiadores acompanhem a evolução dos participantes e o impacto das atividades.Mostra Final “O Som da Esperança”: evento de encerramento gratuito, aberto a parceiros, familiares e comunidade, com apresentações das oficinas de percussão e dança, exposição de artesanatos e exibição da websérie. Será também um momento de celebração e prestação de contas pública sobre os resultados alcançados.Materiais de divulgação e memória: banners, cartazes, camisetas e catálogos digitais com fotos e depoimentos serão distribuídos de forma gratuita a participantes e apoiadores, servindo como material educativo e inspirador.Instrumentos e materiais pedagógicos: ao final do projeto, parte dos instrumentos de percussão e materiais utilizados nas oficinas será doada à Casa Ronald, garantindo a continuidade das atividades culturais após o encerramento do ciclo apoiado pela Lei Rouanet. 3. Ampliação de Acesso e Participação SocialPara ampliar o impacto e democratizar ainda mais o acesso, o projeto adotará estratégias de comunicação inclusiva e difusão digital, assegurando que seus resultados cheguem a diferentes públicos:Transmissões e publicações online das oficinas e eventos finais, com legendas e tradução em Libras, disponibilizadas gratuitamente em plataformas como YouTube, Instagram e Facebook;Ações de mídia social com conteúdos acessíveis (vídeos curtos, bastidores, falas inspiradoras), aproximando o público da rotina das crianças e dos artistas envolvidos;Campanhas educativas sobre o papel da arte na saúde emocional, veiculadas digitalmente com apoio dos parceiros e patrocinadores;Parceria com veículos locais e redes de comunicação solidária, fortalecendo a visibilidade do projeto e a difusão de sua mensagem de esperança e inclusão;Ensaio aberto com escolas públicas e voluntários, permitindo que grupos externos à Casa Ronald conheçam a iniciativa, interajam com as crianças e vivenciem a potência transformadora da arte.Essas medidas ampliam o alcance e o impacto cultural do projeto, multiplicando o número de beneficiários indiretos e criando pontes entre o espaço institucional e a comunidade. 4. Acessibilidade Cultural e LinguísticaA democratização do acesso também se dá pelo cuidado com a acessibilidade de conteúdo, garantindo que pessoas com deficiência ou limitação sensorial possam compreender e participar integralmente:Legendas descritivas e audiodescrição nos vídeos da websérie;Interpretação em Libras em eventos e vídeos;Materiais impressos com fonte ampliada e alto contraste;Linguagem simples e inclusiva nas redes sociais e nas comunicações institucionais.Essas práticas estão em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e com as diretrizes de acessibilidade cultural do Ministério da Cultura, reafirmando o compromisso do Instituto Afro Açaí com a cultura como direito de todos. 5. Impacto Educativo e SocialA proposta também atua como ferramenta de formação de público e de sensibilização social, transformando o espaço da Casa Ronald em um núcleo de vivência cultural. As oficinas não apenas ensinam técnicas artísticas, mas também cultivam valores de empatia, diversidade, solidariedade e respeito às diferenças. A partir das oficinas, participantes e familiares tornam-se multiplicadores da experiência, levando a mensagem do projeto para suas comunidades de origem.Além disso, a websérie e os materiais de divulgação funcionarão como ferramentas pedagógicas, que poderão ser utilizadas por escolas, instituições e organizações sociais interessadas em desenvolver atividades semelhantes, gerando efeito multiplicador e sustentabilidade cultural a longo prazo. 6. Gratuidade e TransparênciaTodas as ações do projeto são inteiramente gratuitas, não havendo comercialização de produtos ou cobrança de ingressos. A proposta será executada com transparência e acompanhamento institucional, seguindo os princípios da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91) e as boas práticas de gestão cultural. O Instituto Afro Açaí se compromete a prestar contas publicamente dos resultados e impactos sociais, fortalecendo a confiança dos patrocinadores e do público. Síntese FinalA democratização do acesso é o eixo central do projeto. Ao unir a arte afro-brasileira à causa do acolhimento de crianças com câncer, o “Tambor de Esperança” leva a cultura a um público que raramente tem acesso a experiências artísticas. Cada oficina, cada vídeo e cada batida de tambor é uma celebração da vida e da diversidade — e todos são convidados a participar.A arte aqui não está em um palco distante, mas dentro da Casa Ronald McDonald-RJ, pulsando entre corredores, sorrisos e corações. O projeto reafirma, na prática, que a cultura é um direito humano e que o verdadeiro acesso se faz com empatia, inclusão e amor.Toda a metodologia, materiais e conteúdos digitais produzidos serão disponibilizados gratuitamente nas plataformas do Instituto Afro Açaí e da Casa Ronald McDonald-RJ, ampliando o alcance e democratizando o acesso ao aprendizado artístico e terapêutico.Essas ações asseguram que o projeto atenda plenamente ao inciso III do Art. 1º da Lei Rouanet, promovendo o acesso equitativo e gratuito à produção cultural.
Proponente: Instituto Afro Açaí — CNPJ 52.648.298/0001-44 Período de Execução: 02/03/2026 a 18/12/2026Coordenação Geral – Vaguinho Fernandes (Vagner Nunes Fernandes)Músico, produtor e gestor cultural com mais de 40 anos de atuação, fundador e presidente do Instituto Afro Açaí. Responsável pela supervisão técnica e administrativa do projeto, gestão de equipe, articulação institucional, acompanhamento de metas e interlocução com a Casa Ronald McDonald-RJ e patrocinadores. Sua trajetória artística e social foi reconhecida por prêmios como o Prêmio Ruy Afrânio Peixoto (Nova Iguaçu, 2023) e moções da Câmara Municipal e da Câmara dos Deputados. É referência em percussão afro-brasileira e gestão de projetos de impacto social, garantindo legitimidade e capacidade técnica à execução do projeto.Coordenação de Projetos – William Faria da SilvaAdministrador e produtor cultural, vice-presidente do Instituto Afro Açaí, com experiência em gestão de projetos sociais e culturais, captação de recursos e execução de programas de impacto social. Será responsável pela coordenação executiva, cronograma, relatórios, controle de resultados e prestação de contas. Sua atuação garante a integração entre os setores administrativos e pedagógicos.Coordenação Pedagógica – Profissional em processo de confirmação/documentaçãoResponsável pela elaboração da metodologia das oficinas, acompanhamento das práticas educativas, formação continuada dos instrutores e avaliação de impacto das atividades. Atua de forma transversal, garantindo coerência entre os eixos de música, artes cênicas e expressão corporal.Músico Maestro / Instrutor de Percussão Afro-Baiana – Vaguinho FernandesResponsável pelas oficinas de percussão afro-brasileira e regência das apresentações musicais. Desenvolve conteúdo didático baseado no método “Educar pelo Tambor”, criado pelo Instituto Afro Açaí, que alia ritmo, disciplina e autoestima. Também responde pela preparação artística das crianças e pela musicalização dos eventos.Instrutor de Dança Afro / Coreógrafo – Líslia Nascimento dos Santos (Pérola Negra)Educadora e performer com experiência em dança afro-brasileira, coreografia e expressão corporal. Coordenará as oficinas de dança, desenvolvendo atividades que unem corpo, ancestralidade e alegria. A dança é apresentada como ferramenta de inclusão, liberdade e fortalecimento emocional das crianças e familiares.Agente Educativo / Arte-Educador (Artesanato e Criação Coletiva) – Profissional em processo de confirmação/documentaçãoResponsável pela condução das oficinas de artesanato e expressão artística, utilizando materiais recicláveis e sustentáveis. Atua com foco na criatividade, coordenação motora fina e reconstrução simbólica das experiências dos participantes.Agente Educativo / Professor (Laboral e Alongamento) – Profissional em processo de confirmação/documentaçãoEducador físico responsável pelas práticas corporais leves e exercícios de relaxamento. As oficinas laboratoriais visam promover a consciência corporal, aliviar tensões e estimular o equilíbrio físico e emocional dos participantes em tratamento.Especialista – Assistente Social – Profissional em processo de confirmação/documentaçãoAtua na integração social das famílias, realizando acolhimento, acompanhamento e apoio psicossocial aos participantes. Contribui para a identificação de demandas e para o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários dentro do ambiente da Casa Ronald McDonald-RJ.Especialista – Psicólogo – Profissional em processo de confirmação/documentaçãoResponsável pelo suporte emocional de crianças, familiares e equipe técnica, realizando atendimentos individuais e dinâmicas coletivas de escuta e convivência. Atua em articulação com a equipe pedagógica, garantindo que as oficinas funcionem também como espaços de cura emocional.Fotógrafo e Vídeo Maker – Profissional em processo de confirmação/documentaçãoProfissional responsável pela captação e edição de imagens para a Mini Websérie Documental “Tambor de Esperança”, além da cobertura fotográfica das oficinas e da Mostra Final “O Som da Esperança”. O registro audiovisual garantirá visibilidade, transparência e memória institucional ao projeto.Roteirista – Profissional em processo de confirmação/documentaçãoElaborará o roteiro da websérie e acompanhará o processo de captação, conduzindo entrevistas e estruturando a narrativa documental. Sua função assegura que a produção audiovisual traduza a essência humana e artística do projeto, valorizando as histórias de superação e esperança.Designer Gráfico – Profissional em processo de confirmação/documentaçãoCriação da identidade visual, arte das camisetas, banners, cartazes, posts digitais e materiais institucionais. O trabalho gráfico garante a coerência estética do projeto e amplia sua visibilidade junto ao público e patrocinadores.Comunicação e Marketing / Gestora de Redes Sociais – Jéssika LeitePedagoga e especialista em comunicação digital e marketing de impacto social. Responsável pela divulgação e cobertura das ações do projeto, gestão das redes sociais, campanhas de engajamento e comunicação acessível (com legendas, Libras e audiodescrição).Justificativa Geral de Contratação e Composição da EquipeA equipe técnica foi estruturada com base na natureza interdisciplinar do projeto, que une arte, educação, comunicação e saúde emocional. Cada profissional foi selecionado considerando experiência comprovada, sensibilidade social e capacidade técnica para atuar com o público-alvo (crianças e adolescentes em tratamento oncológico e seus familiares).Os profissionais Vaguinho Fernandes, William Faria da Silva, Líslia Nascimento e Jéssika Leite têm histórico consolidado no Instituto Afro Açaí, conforme seus portfólios e currículos anexados. Os demais cargos encontram-se em processo de confirmação documental e curricular, e serão oficialmente nomeados antes do início da execução, conforme exigência do Ministério da Cultura.As contratações asseguram a plena execução pedagógica, artística e administrativa do projeto, com responsabilidade social e técnica em todos os níveis — desde o planejamento até a prestação de contas.Observação: Esta ficha técnica tem caráter provisório, podendo ser atualizada durante a fase de homologação do projeto no SALIC. Todos os currículos e comprovações de vínculo profissional serão anexados oficialmente antes da análise documental.A equipe contará ainda com serviço contábil e jurídico especializado para garantir conformidade legal, controle financeiro e adequada prestação de contas ao Ministério da Cultura.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.