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PRONAC 2513309Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Parabelo do Existencial

THASSILO SALIBA WEBER
Solicitado
R$ 197,0 mil
Aprovado
R$ 197,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-12
Término
2026-05-08
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"O Parabelo da Existência" é um curta-metragem de ficção sensorial e filosófico sobre tempo, memória e impermanência. A obra propõe uma reflexão sobre a condição humana por meio de uma linguagem simbólica e poética. Filmado na Lapa, o curta transforma o bairro em metáfora da existência. Valoriza o cinema autoral e experimental como expressão artística e crítica. Prevê exibições gratuitas e difusão digital para democratizar o acesso ao cinema de arte.

Sinopse

O Parabelo da Existência é um curta-metragem de ficção ambientado na Lapa, no Rio de Janeiro — um território onde o real e o imaginário se misturam sob a chuva, a música e o tempo. A história acompanha Cacaio, um homem que observa a cidade da janela de seu ateliê e, aos poucos, se perde entre as lembranças e os sonhos. À medida que pinta o mesmo cenário repetidas vezes, sua percepção se fragmenta, e a fronteira entre passado, presente e desejo começa a se dissolver.A narrativa transita entre momentos de lucidez e delírio, silêncio e ruído, luz e sombra. O filme não apresenta respostas, mas convida o público a construir as suas próprias: quem é Cacaio? Um artista em crise? Um homem que revive o que já perdeu? Ou apenas um reflexo entre tantos outros?A Lapa se torna mais do que cenário — é personagem e espelho, espaço onde as histórias humanas se repetem, se cruzam e se reinventam. Entre a chuva e o concreto, entre o sonho e a decadência, o filme propõe uma travessia simbólica pela experiência de existir.Sem buscar linearidade, O Parabelo da Existência combina o olhar poético com a linguagem cinematográfica contemporânea, transformando a cidade em pintura viva. A trilha sonora original conduz o espectador por um estado de suspensão e sensibilidade, onde cada gesto, cada silêncio e cada reflexo sugerem algo que escapa à compreensão.Mais do que um enredo, o filme é uma atmosfera. Um convite à contemplação. Uma experiência que fala sobre o que permanece quando tudo o mais já passou — a memória, a arte, o instante e o olhar. Film In (proponente)Responsável por toda a gestão administrativa e financeira do projeto, representará o projeto Bene na estrada, em todas as etapas e juntos, fornecedores, prestadores de serviço, mídia e etc.Lola Nunes (Direção de produção)Produtora independente desde 2009, já participou da produção e execução de vários eventos voltados para a beleza na cidade de Como o "casar na serra" que contou com várias edições. Em 2019 inicia os trabalhos como produtora executiva do Rapper Durangokid. Desempenhou a função de auxiliar de produção e platô no show "Prólogo: DKMERON - Uma Epifania Digital” no ano de 2020, projeto aprovado no edital Cultura Presente Nas Redes da SececRJ. Em 2021, desempenha a função de assistente de produção no disco DKMERON- Delírios Distópicos, e das lives Dkptando raros e exclusivos ambos os projetos aprovados no edital municipal da lei Aldir Blanc de incentivo à cultura. Ainda em 2021, atua como produtora executiva e produtora de platô do clipe "Flow Petrópolis", música do álbum DKMERON- Delírios distópicos".Em 2022 muda-se para cidade do Rio de Janeiro, onde tem um projeto cultural voltado à economia solidária, aprovado pela SEIM- Secretaria municipal de integração metropolitana.Em paralelo integrou o time do Porta dos Fundos, no Podcast" Só 1 Minutinho", com Ed Gama e Estevam Nabote. No podcast produziu e participou em cena de aproximadamente 60 vídeos, quadros e entrevistas. Entre eles "Neném do Tapete", com 422mil visualizações no youtube e a entrevista com Marcelo Adnet, que durou aproximadamente 3 horas. Ao término do contrato, volta a escrever projetos culturais e a vender o projeto "Bené convida", show de stand up comedy do Pedro Benevides e o projeto de stand up comedy contos canabicos com Molusco e Bené.Guilherme Guimo Mota (coordenação de produção/ Produção musical)Guimo Mota é produtor musical, pianista, compositor, cantor e acordeonista com mais de 25 anos de trajetória. Iniciou seus estudos aos 6 anos e formou-se em Piano Clássico, Piano Popular, Harmonia e Canto Coral, tendo atuado como regente e professor em diversas instituições. Teve oportunidades de dividir palco com nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Criolo, Racionais, Emicida. Como produtor, já criou trilhas para Porta dos Fundos, Petrobrás e Shell. Desde 2023, vem se destacando com sua carreira solo — com 10 singles lançados — incluindo “O vento é que leva”, finalista do Prêmio Rádio MEC 100 anos.Ao longo da carreira, Guimo participou de 8 álbuns, mais de 30 singles e diversas trilhas e produções audiovisuais para artistas e empresas no Brasil e no exterior, assinando direção musical, arranjos, interpretação e produção fonográfica.

Objetivos

Objetivo GeralRefletir, por meio da linguagem cinematográfica, sobre os múltiplos sentidos da existência humana — o tempo, a memória, a arte e o esquecimento —, propondo ao espectador uma experiência poética e aberta à interpretação.O filme busca provocar sensações e leituras diversas, estimulando a contemplação e o pensamento crítico, e reafirmando o cinema como espaço simbólico, sensível e filosófico de expressão artística. Objetivos Específicos1. Explorar a linguagem do cinema poético como meio de expressão estética e filosófica, unindo som, imagem e silêncio como instrumentos de construção narrativa.2. Traduzir visualmente os contrastes da Lapa, utilizando sua paisagem urbana como metáfora da coexistência entre beleza e decadência, movimento e pausa, luz e sombra.3. Estimular diferentes interpretações a partir de uma estrutura narrativa aberta, permitindo que o público atribua significados próprios às cenas e personagens.4. Valorizar a arte como espelho da vida, revelando o gesto criativo como ato de resistência, reinvenção e autoconhecimento.5. Promover o diálogo entre cinema, música e filosofia, utilizando a trilha sonora e o som ambiente como camadas simbólicas que conduzem a experiência emocional do filme.6. Propor um exercício de escuta e contemplação, permitindo ao espectador desacelerar e refletir sobre o tempo, o olhar e o silêncio.7. Contribuir para a difusão do cinema autoral brasileiro, fortalecendo a produção independente e a criação artística como patrimônio cultural.8. Fomentar o acesso à linguagem cinematográfica por meio de exibições públicas e ações educativas que estimulem o pensamento sensível e o pertencimento cultural.9. Registrar, de forma simbólica, a cidade do Rio de Janeiro como território de memórias e reinvenções, revelando a Lapa como cenário vivo da complexidade humana.10. Provocar experiências estéticas e emocionais que transcendam o enredo e permaneçam na percepção do espectador, reafirmando o cinema como linguagem de liberdade e de transformação interior.

Justificativa

O Parabelo da Existência é um curta-metragem de ficção que propõe uma experiência cinematográfica sensorial e filosófica sobre o tempo, a memória e a impermanência. Ao adotar uma linguagem simbólica e aberta à interpretação, o filme convida o espectador a refletir sobre a própria condição humana, aproximando a arte da vida cotidiana e ressignificando o ato de olhar.A obra se insere no contexto da produção audiovisual brasileira contemporânea como um exercício de liberdade estética e intelectual. Em um cenário cultural ainda marcado por restrições orçamentárias e pela predominância de formatos convencionais, o projeto reafirma a importância da arte autoral e experimental como espaço de investigação poética e crítica. O incentivo público se torna, portanto, essencial para garantir a existência de obras que não se enquadram nas lógicas comerciais do mercado, mas que possuem profundo valor simbólico, cultural e educativo.O filme se ancora na Lapa — território histórico e simbólico do Rio de Janeiro — como representação viva da pluralidade cultural brasileira. A escolha desse cenário não é apenas geográfica, mas conceitual: a Lapa é metáfora da própria existência, onde o caos e a beleza, a ruína e a criação convivem em permanente diálogo. Por meio dessa ambiência, a obra aborda o encontro entre o indivíduo e o coletivo, o passado e o presente, o visível e o invisível.A relevância cultural do projeto reside em sua capacidade de despertar no público o desejo de contemplação e reflexão. Ao priorizar o silêncio, o ritmo, o olhar e o som como elementos narrativos, o filme convida o espectador a um estado de presença e introspecção. Nesse sentido, O Parabelo da Existência transcende o entretenimento e se posiciona como um exercício de sensibilidade, uma investigação sobre o que nos move e o que nos escapa.A proposta está alinhada aos princípios da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), especialmente nos incisos I e III do Art. 1º — que tratam do fomento à produção e difusão de bens culturais — e nos incisos III, IV e V do Art. 3º, que estimulam a formação de público, a valorização da diversidade cultural e o acesso à arte como direito fundamental.Ao incentivar a criação de uma obra poética e reflexiva, o projeto contribui para ampliar o repertório estético da cinematografia nacional, estimulando o público a vivenciar a arte como experiência intelectual e emocional. A Lei de Incentivo à Cultura é, neste contexto, o instrumento que torna possível a concretização de propostas que dialogam com o imaginário coletivo e com o patrimônio simbólico do país.O Parabelo da Existência não busca apenas contar uma história, mas provocar uma escuta mais profunda do mundo. Um filme que se propõe a existir no limite entre sonho e realidade, palavra e silêncio, tempo e imagem — e que, ao fazê-lo, reafirma a função da arte como forma de resistência, memória e transcendência.O Parabelo da Existência é um curta-metragem de ficção que propõe uma experiência cinematográfica sensorial e filosófica sobre o tempo, a memória e a impermanência. Ao adotar uma linguagem simbólica e aberta à interpretação, o filme convida o espectador a refletir sobre a própria condição humana, aproximando a arte da vida cotidiana e ressignificando o ato de olhar.A obra se insere no contexto da produção audiovisual brasileira contemporânea como um exercício de liberdade estética e intelectual. Em um cenário cultural ainda marcado por restrições orçamentárias e pela predominância de formatos convencionais, o projeto reafirma a importância da arte autoral e experimental como espaço de investigação poética e crítica. O incentivo público se torna, portanto, essencial para garantir a existência de obras que não se enquadram nas lógicas comerciais do mercado, mas que possuem profundo valor simbólico, cultural e educativo.O filme se ancora na Lapa — território histórico e simbólico do Rio de Janeiro — como representação viva da pluralidade cultural brasileira. A escolha desse cenário não é apenas geográfica, mas conceitual: a Lapa é metáfora da própria existência, onde o caos e a beleza, a ruína e a criação convivem em permanente diálogo. Por meio dessa ambiência, a obra aborda o encontro entre o indivíduo e o coletivo, o passado e o presente, o visível e o invisível.A relevância cultural do projeto reside em sua capacidade de despertar no público o desejo de contemplação e reflexão. Ao priorizar o silêncio, o ritmo, o olhar e o som como elementos narrativos, o filme convida o espectador a um estado de presença e introspecção. Nesse sentido, O Parabelo da Existência transcende o entretenimento e se posiciona como um exercício de sensibilidade, uma investigação sobre o que nos move e o que nos escapa.A proposta está alinhada aos princípios da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), especialmente nos incisos I e III do Art. 1º — que tratam do fomento à produção e difusão de bens culturais — e nos incisos III, IV e V do Art. 3º, que estimulam a formação de público, a valorização da diversidade cultural e o acesso à arte como direito fundamental.Ao incentivar a criação de uma obra poética e reflexiva, o projeto contribui para ampliar o repertório estético da cinematografia nacional, estimulando o público a vivenciar a arte como experiência intelectual e emocional. A Lei de Incentivo à Cultura é, neste contexto, o instrumento que torna possível a concretização de propostas que dialogam com o imaginário coletivo e com o patrimônio simbólico do país.O Parabelo da Existência não busca apenas contar uma história, mas provocar uma escuta mais profunda do mundo. Um filme que se propõe a existir no limite entre sonho e realidade, palavra e silêncio, tempo e imagem — e que, ao fazê-lo, reafirma a função da arte como forma de resistência, memória e transcendência.

Especificação técnica

Produto principal: Título: O Parabelo da Existência Formato: Curta-metragem de ficção Duração: Aproximadamente 15 minutos Gênero: Drama poético / experimental Classificação indicativa: Livre Suporte de captação: Digital 4K (formato widescreen 16:9) Câmeras: Câmera cinema digital com lentes fixas e zoom, em gravação RAW 4K Captação de som: Som direto estéreo (48kHz / 24 bits), microfones boom e lapela Iluminação: Kit de luz LED bicolor com controle de temperatura e difusores Edição e finalização: Software profissional de edição (Adobe Premiere / DaVinci Resolve), correção de cor, mixagem e masterização de som Trilha sonora original: Composição inédita criada especialmente para o filme Legendas e acessibilidade: Legendas descritivas, versão com audiodescrição e tradução em Libras Produto final: Arquivo digital (.mp4 / .mov) e DCP (Digital Cinema Package) para exibição em salas de cinema Distribuição:Exibições públicas e gratuitas em espaços culturais, cineclubes e praçasDisponibilização gratuita em plataforma digital de streamingInscrição e participação em festivais nacionais e internacionais Materiais de Comunicação e DifusãoCartaz oficial em formato A3 (impressão e versão digital)Folders e release de imprensa (4 páginas, papel couché 150g, impressão colorida)Conteúdos digitais para redes sociais (vídeos curtos, teasers e fotos de bastidores)Dossiê técnico e catálogo de divulgação do curta (10 páginas em PDF)

Acessibilidade

O projeto “O Parabelo da Existência” garantirá acessibilidade física e de conteúdo em todas as suas etapas. As atividades presenciais, como a estreia gratuita em cinema, as exibições públicas e os debates com o público, serão realizadas em espaços culturais que possuam infraestrutura acessível, com rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos reservados e sinalização adequada. Esses locais serão previamente avaliados para assegurar conforto e mobilidade a pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, garantindo condições plenas de participação.A acessibilidade de conteúdo será assegurada por meio de recursos que possibilitem a compreensão e a fruição da obra por todos os públicos. O filme contará com audiodescrição para pessoas com deficiência visual, legendas descritivas e closed caption para pessoas surdas ou ensurdecidas, além de tradução e interpretação em Libras nas sessões acompanhadas de debate. O material de divulgação será disponibilizado em formato digital acessível a leitores de tela, e as exibições poderão incluir experiências sensoriais que ampliem a percepção tátil e sonora do processo criativo.Com essas ações, o projeto busca promover a inclusão plena, garantindo igualdade de acesso à arte e à cultura, em consonância com o Decreto nº 5.296/2004 e com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Dessa forma, “O Parabelo da Existência” reafirma seu compromisso com a democratização cultural e com a acessibilidade universal em todas as suas dimensões.

Democratização do acesso

O projeto “O Parabelo da Existência” tem como princípio central a democratização do acesso à arte e à produção audiovisual brasileira. A obra será distribuída de forma gratuita, priorizando o alcance público e a inclusão social. A estreia oficial ocorrerá em cinema com entrada franca, aberta à comunidade local e com recursos de acessibilidade. Além da estreia, serão realizadas exibições públicas e gratuitas em espaços culturais, cineclubes, praças e escolas, seguidas de rodas de conversa e debates com a equipe, promovendo a formação de plateia e o diálogo sobre o processo criativo e os temas do filme.Após o circuito presencial, o média-metragem será disponibilizado integralmente e sem custo em plataforma digital, garantindo que o público de todo o país possa assistir à obra em ambiente online, de forma acessível e permanente. Essa distribuição gratuita na internet amplia o alcance do projeto, permitindo que pessoas que não têm acesso a salas de cinema possam vivenciar a experiência cinematográfica e refletir sobre a arte nacional contemporânea.Como ação complementar, o projeto realizará ensaios abertos e oficinas audiovisuais voltadas para estudantes e jovens artistas, abordando os processos de criação, roteiro e estética poética do cinema independente. Tais atividades serão oferecidas gratuitamente, com inscrições abertas e vagas destinadas a participantes de comunidades do entorno dos locais de exibição.Essas ações integradas visam garantir que “O Parabelo da Existência” ultrapasse o formato tradicional de exibição, tornando-se um instrumento de formação cultural, inclusão e democratização efetiva do acesso ao cinema brasileiro, fortalecendo o vínculo entre arte, público e território.

Ficha técnica

Thassilo webber(proponente)Responsável por toda a gestão administrativa e financeira do projeto, representará o projeto Bene na estrada, em todas as etapas e juntos, fornecedores, prestadores de serviço, mídia e etc.Lola Nunes (Direção de produção)Produtora independente desde 2009, já participou da produção e execução de vários eventos voltados para a beleza na cidade de Como o "casar na serra" que contou com várias edições. Em 2019 inicia os trabalhos como produtora executiva do Rapper Durangokid. Desempenhou a função de auxiliar de produção e platô no show "Prólogo: DKMERON - Uma Epifania Digital” no ano de 2020, projeto aprovado no edital Cultura Presente Nas Redes da SececRJ. Em 2021, desempenha a função de assistente de produção no disco DKMERON- Delírios Distópicos, e das lives Dkptando raros e exclusivos ambos os projetos aprovados no edital municipal da lei Aldir Blanc de incentivo à cultura. Ainda em 2021, atua como produtora executiva e produtora de platô do clipe "Flow Petrópolis", música do álbum DKMERON- Delírios distópicos".Em 2022 muda-se para cidade do Rio de Janeiro, onde tem um projeto cultural voltado à economia solidária, aprovado pela SEIM- Secretaria municipal de integração metropolitana.Em paralelo integrou o time do Porta dos Fundos, no Podcast" Só 1 Minutinho", com Ed Gama e Estevam Nabote. No podcast produziu e participou em cena de aproximadamente 60 vídeos, quadros e entrevistas. Entre eles "Neném do Tapete", com 422mil visualizações no youtube e a entrevista com Marcelo Adnet, que durou aproximadamente 3 horas. Ao término do contrato, volta a escrever projetos culturais e a vender o projeto "Bené convida", show de stand up comedy do Pedro Benevides e o projeto de stand up comedy contos canabicos com Molusco e Bené.Guilherme Guimo Mota (coordenação de produção/ Produção musical)Guimo Mota é produtor musical, pianista, compositor, cantor e acordeonista com mais de 25 anos de trajetória. Iniciou seus estudos aos 6 anos e formou-se em Piano Clássico, Piano Popular, Harmonia e Canto Coral, tendo atuado como regente e professor em diversas instituições. Teve oportunidades de dividir palco com nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Criolo, Racionais, Emicida. Como produtor, já criou trilhas para Porta dos Fundos, Petrobrás e Shell. Desde 2023, vem se destacando com sua carreira solo — com 10 singles lançados — incluindo “O vento é que leva”, finalista do Prêmio Rádio MEC 100 anos.Ao longo da carreira, Guimo participou de 8 álbuns, mais de 30 singles e diversas trilhas e produções audiovisuais para artistas e empresas no Brasil e no exterior, assinando direção musical, arranjos, interpretação e produção fonográfica.JEssICA LIMA (PRODUÇÃO EXECUTIVA) Em 2015, se tornou parte do RioMarket, a área de negócios do Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, assumindo a coordenação geral do evento e a curadoria de mercado audiovisual em 2019. Como coordenadora de rodadas de negócios, compreendeu a dinâmica e estruturação do setor audiovisual, identificando players, produtores independentes e talentos; acompanhou toda a curadoria de palestras, convidados, abordagem dos temas e tratou, ainda, das negociações com patrocinadores voltadas para as contrapartidas de mercado e logística de cada área.No mercado publicitário, atuou como assistente de produção executiva do comercial “Ritmos” e da série de branded content “Fashion Futures”, da marca C&A. Atualmente, escreve roteiros e tratamentos para concorrências publicitárias, adequando o conceito da campanha à visão do diretor.Na Total Entertainment, uma das maiores produtoras brasileiras, responsável por sucessos de bilheteria como “Se Eu Fosse Você”, “Divã” e “Assalto ao Banco Central”, atuou na produção dos longas-metragens “Apaixonados”, “Amor.com”, “Não Se Aceitam Devoluções”, “Crô em Família” e “Minha Família Perfeita”.Como roteirista, assinou a série “Geração Xuxa”, exibida na PlayPlus, plataforma de streaming do Grupo Record.Como colaboradora de roteiro e diretora de produção, assina também “Avassaladoras 2”, com lançamento em maio de 2024 nos cinemas em todo o Brasil, e Mamonas Assassinas - o filme, além da obra seriada, licenciada para a Amazon e Max.Como produtora executiva, idealiza, desenvolve e viabiliza projetos audiovisuais e culturais desde a sua concepção, passando pela formatação da obra, inscrição em editais, captação de recursos até a prestação de contas. Assina também a direção de produção do documentário “Aretha no Everest”, que conta a história da primeira mulher negra latino-americana a chegar ao cume da montanha mais alta do mundo.Gregori Bastos(videomaker)Gregori Bastos, começou na área produzindo vídeos de skate. Toda a bagagem vinda da cultura dos vhs’s de skate, da música hip-hop, do hard-core e da arte de rua no geral, serviram de estopim para se jogar no universo do audiovisual quando tudo ficou digital e acessível em 2006. Começou a trabalhar profissionalmente em 2010 na produtora de filmes petropolitana Theobald Filmes, dirigindo fotografia e finalizando peças publicitárias, filmes institucionais e documentários dentro e fora da cidade.Em 2014 assina um trabalho solo como diretor de videoclipes através da Crim-e Filmes, uma produtora focada em conteúdo musical e cultura urbana onde até hoje assina trabalhos para vários artistas e marcas. Em 2016 recebe o prêmio Maestro Guerra-Peixe de Cultura da Fundação de Cultura de Petrópolis pelo conjunto de obras realizadas em 2015. Hoje, ainda em Petrópolis dirige fotografia, monta e finaliza trabalhos dos mais diversos seguimentos ao lado de quase todos os profissionais da área da cidade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.