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PRONAC 2513324Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Documentario: Living Theatre 55 anos em Ouro Preto

HUGO MARCIO LEMOS TEIXEIRA ASSESSORIA DE COMUNICACAO
Solicitado
R$ 1,27 mi
Aprovado
R$ 1,27 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-03-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisOuro Preto Minas Gerais

Resumo

O projeto visa resgatar e difundir a memória da histórica prisão do grupo teatral norte-americano Living Theatre em Ouro Preto (1971), um marco da resistência artística durante a ditadura militar. O produto cultural resultante será a produção de um documentário de média-metragem (até 70 minutos, em alta resolução 4K UHD) com a abordagem sobre Living Theatre - 55 anos em Ouro Preto, a proposta reflete sobre a relação entre arte, política e democracia. O documentário fornecerá recursos de Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE), tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e Audiodescrição. Serão realizadas 04 sessões gratuitas de exibição do documentário e uma masterclass.

Sinopse

Produto 1: Documentário "Living em Ouro Preto – 55 Anos de Liberdade Censurada" (até 70 min)Sinopse: O documentário resgata a memória da passagem do grupo teatral norte-americano Living Theatre pelo Brasil, focando no episódio de sua prisão em Ouro Preto, em 1971, em plena ditadura militar. A obra investiga o impacto cultural e político do grupo na cena artística local e o embate entre sua estética libertária e a repressão estatal, que culminou na expulsão do grupo do país. O filme conecta este evento histórico aos debates contemporâneos sobre democracia, resistência e liberdade de expressão.Classificação Indicativa Etária (Provisória): Livre. Produto 2: Ação Formativa (Masterclass/Debate)Sinopse: Encontro gratuito com os diretores do projeto, Hugo Teixeira e Ricardo Campos. A atividade abordará os bastidores da pesquisa, as fontes históricas utilizadas (como os arquivos do DOPS) e os desafios da transposição de um evento de memória e resistência para a linguagem documental. O debate focará na intersecção entre cinema, história e direitos humanos, convidando o público (especialmente estudantes e pesquisadores) a refletir sobre o tema do documentário.

Objetivos

Objetivo GeralResgatar e difundir a memória histórica da prisão do grupo teatral norte-americano Living Theatre em Ouro Preto (1971), um episódio emblemático da repressão à cultura durante a ditadura militar. O projeto tem como propósito ampliar o debate sobre a relação entre arte, política e a luta pela democracia, garantindo o acesso da sociedade a este marco da resistência cultural brasileira. Objetivos Específicos Para que o objetivo geral seja alcançado, o projeto executará as seguintes metas, que constituem seus produtos e ações de distribuição:Produto Principal: Produzir 1 (um) documentário de média-metragem, com duração de até 70 minutos, sobre o tema "Living Theatre _ 55 anos em Ouro Preto".Acessibilidade: Garantir 100% de acessibilidade comunicacional no documentário, fornecendo recursos de Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE), tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e Audiodescrição.Distribuição/Difusão: Realizar 4 (quatro) sessões gratuitas de pré-estreia do documentário, sendo 2 (duas) em Ouro Preto/MG e 2 (duas) em Belo Horizonte/MG, visando alcançar um público total estimado de 400 pessoas.Distribuição Online: Disponibilizar gratuitamente o documentário em plataforma digital de vídeo (YouTube ou Vimeo) pelo período mínimo de 12 (doze) meses, visando alcançar a meta 10.000 visualizações no primeiro ano.Ação formativa: 1 (um) encontro presencial gratuito (debate/masterclass) com os diretores do projeto.

Justificativa

A Justificativa para este projeto reside na urgência de resgatar e preservar um capítulo fundamental da história cultural brasileira e da resistência democrática. O Living Theatre não é apenas um dos grupos mais influentes do teatro contemporâneo mundial; sua prisão em Ouro Preto, em 1971, é um símbolo potente do embate universal entre a liberdade da criação artística e a repressão estatal.Ao revisitar este evento 55 anos depois, o projeto se mostra de vital importância. Em um momento em que a sociedade brasileira debate a solidez de suas instituições e os rumos da democracia, a produção de um documentário sobre este tema utiliza a arte como uma ferramenta essencial para ampliar a reflexão sobre memória, direitos humanos e resistência. O projeto conecta o passado ao presente, provando que a luta pela liberdade de expressão é contínua. Adequação ao Mecanismo de Incentivo (Lei nº 8.313/91)A realização de um documentário de média-metragem com esta densidade de pesquisa, que envolve investigação profunda em arquivos e a produção de um conteúdo de alto valor histórico, possui custos que o tornam inviável comercialmente, apesar de sua inequívoca relevância pública. A lógica de mercado não absorve obras desta natureza, sendo o fomento cultural incentivado a única via para sua realização.Por esta razão, o projeto se alinha integralmente às finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), estabelecidas no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que visa "incentivar a produção cultural e artística" e "proteger as expressões das culturas" e o "patrimônio cultural brasileiro" _ neste caso, a memória de um evento histórico-artístico que moldou o teatro político nacional.Igualmente, o projeto atende diretamente aos objetivos fundamentais listados no Art. 3º da referida lei, notadamente ao:Inciso I: "facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", ao garantir a produção da obra e sua difusão gratuita em sessões públicas e online;Inciso II: "promover e difundir (...) a produção cultural e artística", levando ao grande público um tema de alta relevância que, de outra forma, permaneceria restrito ao debate acadêmico;Inciso V: "estimular a produção de obras (...) com vistas à preservação dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico", sendo a memória da passagem do Living Theatre pelo Brasil um patrimônio imaterial da resistência artística nacional.

Estratégia de execução

Em 1971, integrantes do grupo teatral norte-americano Living Theatre foram presos em Ouro Preto, acusados de posse de drogas, em plena ditadura militar.O episódio gerou protestos internacionais de artistas como Samuel Beckett, Jean-Paul Sartre, John Lennon, Michel Foucault e Susan Sontag, resultando na expulsão do grupo do Brasil.Em julho de 2026, completam-se 55 anos desse acontecimento histórico. O projeto resgata essa memória em um momento no qual o Brasil reviveu recentemente ameaças à democracia, aproximando passado e presente em quatro vertentes artísticas e educativas.

Especificação técnica

Produto 1: Documentário "Living em Ouro Preto – 55 Anos de Liberdade Censurada"Duração: até 70 minutos.Formato de Captação: Digital 4K, utilizando câmeras (ex: Sony FX3, Canon EOS R5) e lentes que garantam estética cinematográfica. Incluirá uso de drone (ex: DJI Mavic 3) para imagens aéreas de locação.Formato de Finalização (Master): Arquivo digital em alta resolução (4K UHD), ProRes 422 HQ (ou similar).Formato de Exibição (Eventos): DCP (Digital Cinema Package) 2K ou 4K para exibição em cinemas, ou arquivo .MP4 (H.264) de alta qualidade para auditórios.Formato de Distribuição Online: Arquivo .MP4 (H.264) em resolução Full HD (1080p), otimizado para streaming em plataformas (YouTube/Vimeo).Áudio: Mixagem de som profissional (Estéreo 2.0 e/ou 5.1).Especificações de Acessibilidade (Técnicas): O produto final conterá 3 (três) trilhas de acessibilidade integradas:Trilha de Libras (Janela de intérprete);Trilha de LSE (Legenda Oculta - Closed Caption);Trilha de Audiodescrição (Narração em áudio).* Apresentamos anexo detalhamento de Metodologia de Abordagem e Plano de Direção. Produto 2: Sessões de Pré-Estreia (4 eventos)Formato: 4 (quatro) sessões gratuitas de exibição presencial em Ouro Preto (2) e Belo Horizonte (2).Especificação de Local: Os locais (cinemas ou auditórios) deverão ser dotados de infraestrutura de acessibilidade física (rampas, elevadores, banheiros adaptados e assentos reservados).Especificação de Exibição: Projeção digital de alta definição (DCP ou arquivo digital) e sistema de som profissional compatível com o áudio do documentário. Produto 3: Ação Formativa (Masterclass/Debate)Formato: 1 (um) encontro presencial gratuito (debate/masterclass) com os diretores do projeto.Duração Estimada: 120 minutos (aprox. 70 min de exibição do filme + 50 min de debate).Projeto Pedagógico: A atividade consistirá em uma sessão comentada. Após a exibição do documentário, os diretores apresentarão a metodologia de pesquisa e roteiro, o contexto histórico e a relevância da obra. Em seguida, será aberto um debate mediado com o público, focado em estudantes de artes, história e comunicação, para aprofundar as temáticas de arte, política e memória.Suporte Técnico: O local deverá dispor de sistema de som com microfones para os palestrantes e para a plateia.

Acessibilidade

O projeto garante a acessibilidade plena em suas duas frentes de entrega ao público: o produto audiovisual (conteúdo) e os eventos de lançamento (físico).1. Acessibilidade de Conteúdo (Produto Audiovisual)O produto principal do projeto, o documentário de 70 minutos, será integralmente acessível para pessoas com deficiência auditiva e visual. Para isso, o projeto contratará serviços especializados para a inclusão de:Libras (Língua Brasileira de Sinais): Janela de intérprete de Libras durante todo o documentário.Legendas Descritivas (LSE): Legendagem em português (LSE - Legenda para Surdos e Ensurdecidos), que inclui, além das falas, a descrição de sons relevantes para a narrativa (ex: "música de suspense", "porta batendo").Audiodescrição (AD): Roteiro de audiodescrição com narração especializada descrevendo cenas, figurinos, cenários e ações relevantes que não são audíveis, permitindo a compreensão por pessoas com deficiência visual.Todas as cópias do filme, tanto as utilizadas nas exibições públicas quanto a versão disponibilizada online, conterão obrigatoriamente estas três trilhas de acessibilidade. 2. Acessibilidade Física (Eventos de Pré-Estreia)Para as 4 (quatro) sessões de pré-estreia gratuitas (em Ouro Preto e Belo Horizonte), o projeto se compromete a selecionar locais/espaços de exibição (cinemas, auditórios ou centros culturais) que já possuam infraestrutura de acessibilidade física, garantindo:Acesso Universal: Rampas de acesso e/ou elevadores que permitam a circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida em todas as áreas comuns.Instalações Sanitárias: Disponibilidade de banheiros adaptados e devidamente sinalizados.Locais Reservados: Reserva de assentos prioritários para pessoas com deficiência (PCD), pessoas com mobilidade reduzida (PMR) e idosos, posicionados em locais de boa visibilidade e fácil acesso.

Democratização do acesso

Visando o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso irrestrito às fontes da cultura, este projeto adotará as seguintes medidas de democratização de acesso, sendo 100% de seus produtos e ações inteiramente gratuitos para a população: 1. Gratuidade Total (Distribuição e Comercialização)O projeto não prevê qualquer tipo de comercialização de produtos ou serviços. A distribuição do documentário será pautada pela gratuidade total, da seguinte forma:Sessões de Pré-Estreia: Serão realizadas 4 (quatro) sessões de pré-estreia gratuitas e abertas ao público, sendo duas em Ouro Preto (local histórico dos eventos) e duas em Belo Horizonte, visando atender prioritariamente o público-alvo (estudantes, professores, comunidade cultural local) e o público geral.Transmissão pela Internet (Ampliação de Acesso): O documentário será disponibilizado na íntegra, gratuitamente, em plataforma digital de vídeo de amplo alcance (YouTube ou Vimeo), permanecendo disponível por, no mínimo, 12 meses. Esta ação garante o acesso nacional e internacional ao conteúdo, de forma contínua e irrestrita. 2. Medidas de Acessibilidade (Acesso ao Conteúdo)Conforme detalhado no campo "Acessibilidade", 100% do documentário será acessível, contendo as ferramentas de Libras (Língua Brasileira de Sinais), LSE (Legenda para Surdos e Ensurdecidos) e Audiodescorrência (AD), garantindo a fruição por pessoas com deficiência auditiva e visual. 3. Ação Formativa (Contrapartida Social)Para ampliar o impacto do projeto e promover o debate qualificado, será realizada 1 (uma) Masterclass / Debate com os diretores do projeto (Hugo Teixeira e Ricardo Campos) em uma das cidades de exibição (Belo Horizonte ou Ouro Preto). O evento será gratuito, focado em estudantes de artes, história e comunicação, abordando o processo de pesquisa e a relação entre cinema, memória e direitos humanos.

Ficha técnica

Atividade do Proponente no ProjetoO proponente desta proposta é a pessoa jurídica HUGO MARCIO LEMOS TEIXEIRA ASSESSORIA DE COMUNICACAO (CNPJ: 36.741.059/0001-88), que possui em seus CNAEs secundários a atividade de "Produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão" (Cód. 59.11-1-99), estando plenamente habilitado para a execução do objeto.Conforme permitido pela legislação, o dirigente da instituição proponente, Hugo Marcio Lemos Teixeira, prestará serviços efetivos ao projeto, exercendo a função técnica de Direção Geral. Sua remuneração será prevista na Planilha Orçamentária, respeitando o limite legal de 50% do valor total captado pelo projeto. Currículo Resumido dos Principais ParticipantesDireção Geral: Hugo Teixeira Gestor cultural e comunicador com mais de 20 anos de experiência em cargos de alta direção. Foi Diretor-Executivo da Rede Minas de Televisão e Diretor Administrativo da Imprensa Oficial de Minas Gerais. Atuou como Superintendente de Imprensa do Governo de Minas e Assessor no BDMG. Possui formação em Museologia (UFMG) e estudos de Doutorado em Administração (FUMEC) e Sociologia (UFMG), aliando competência gerencial à pesquisa acadêmica na área da cultura e memória. Direção / Roteiro e Pesquisa: Ricardo Campos Jornalista e roteirista com mais de 40 anos de experiência na concepção e gestão de narrativas. Formado em Comunicação Social (PUC-MG), com pós-graduação em Marketing Político (USP). Exerceu cargos como Diretor de Redação (Jornais O Tempo e Super Notícia) e Superintendente de Imprensa (Governo de Minas), liderando equipes de mais de 150 profissionais, o que comprova sua capacidade investigativa (Pesquisa) e de estruturação de conteúdo (Roteiro). Produção Executiva: Vanessa Gomes Graduada em Cinema e Audiovisual (UNA). Atua como assistente de direção, diretora de produção e produtora executiva em longas, curtas-metragens e publicidade. É especializada em gestão cultural e Propriedade Intelectual. É produtora e assistente de direção do premiado curta-metragem espanhol "Corollarium" e produtora executiva do longa-metragem "Bom Retorno". Produção: Vitor Bastos Produtor audiovisual formado pela Escola Livre de Cinema (2017) e atuante no mercado desde 2016, com mais de 40 projetos realizados (longas, curtas, documentários e publicidade). Entre seus trabalhos relevantes estão "Marte Um" (selecionado para representar o Brasil no Oscar 2023) e a série "A Vítima Invisível" (Top 1 Brasil e Top 4 Global na Netflix). Co-Direção: Julio Folha Diretor de cena e fotografia com sete anos de atuação no cinema e publicidade. Dirigiu três curtas-metragens e assinou a fotografia de um quarto, com obras exibidas e premiadas em festivais no Brasil, Canadá e Estados Unidos. Atualmente comanda sua própria produtora, com foco em narrativas criativas e direção autêntica. Direção de Fotografia: Victor Abaurre Atua há nove anos no cinema e audiovisual, graduado em Cinema. Possui trajetória sólida como produtor e diretor de fotografia em curtas, longas-metragens e séries. Seu mais recente longa como diretor de fotografia, “Causos Fantásticos”, foi selecionado para o Marché du Film do Festival de Cannes 2025. Assina a direção de fotografia de campanhas para grandes marcas nacionais e multinacionais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.