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PRONAC 2513325Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ESCOLA DE MUSICA INCLUSIVA DA AMAZONIA

29.692.231 BRUNO NERY DOS SANTOS
Solicitado
R$ 626,7 mil
Aprovado
R$ 626,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2026-01-05
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O projeto consiste na implementação da 1a Escola de Música Inclusiva da Amazônia, oferecendo aulas de 6 diferentes instrumentos e canto coral para jovens de 15 a 29 anos, sendo que 60% das vagas serão ofertadas a pessoas com deficiência. As oficinas formativas durarão 1 ano e após esse prazo serão selecionados os alunos destaque para formação da "Orquestra Parasinfônica da Amazônia". A iniciativa é liderada pelo músico e Doutorando em Música Inclusiva Bruno Nery e visa o protagonismo cultural inclusivo e a integração social através da música.

Sinopse

PRODUTO: OFICINATEMÁTICA EDUCATIVAMúsicac) Música Erudita ou InstrumentalCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 15 ANOS

Objetivos

Objetivo geral:Realizar um trabalho contínuo, social e cultural, no qual cerca de 350 jovens estudantes com múltiplas deficiências possamdesenvolver o aprendizado de um instrumento musical, criando uma perspectiva de futuro através da música com a criação deuma Orquestra Pará Sinfônica da Amazônica, formada pelos músicos de destaque de cada instrumento, em sua maioria PCDs.Objetivos Específicos:Criar a primeira escola inclusiva de música da região amazônicaOferecer 7 aulas de instrumentos distintos, a saber: canto coral, trombone, trompete, percussão, violão, flauta doce e violinodurante 1 ano.Capacitar e integrar 350 jovens músicos, através de aulas teóricas e práticas, motivando a participação de grupos de estudos,monitorados pelos professoresPromover a junção de 50 musicistas para formação de uma orquestra parasinfônicaContribuir para a formação e valorização do músico local e regional

Justificativa

Segundo levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil tem pelo menos 17,3 milhões de pessoascom deficiência. No entanto, essa proporção está longe de ser representada na música. Foi pensando em dar protagonismo àspessoas com deficiência que idealizamos a criação de uma Escola de Música Inclusiva. Já existe uma larga bibliografia arespeito de como a música auxilia principalmente crianças e jovens com neuropatias em seus desenvolvimentos psíquicos e bemestar social. A ONG Incluir atua em Mosqueiro há quase 10 anos, apesar de seu registro jurídico mais recente. Atualmenteatende a mais de 100 famílias que necessitam de acompanhamento multidisciplinar.A proposta em tela é tornar-se a primeira Escola de Música Inclusiva da Amazônia, dando origem a uma orquestra protagonizadapor jovens com deficiência, promovendo o protagonismo de músicos PCDs e contribuindo para uma sociedade menospreconceituosa. É inegável, portanto, o comprometimento da ONG Incluir com a acessibilidade das mais diversas camadas dapopulação ao patrimônio imaterial representado por sua música e sua história, através da oferta de educação musical quepromova formação e inclusão sociocultural.Dessa forma a ONG procederá com a seleção de músicos de 15 a 29 anos, PCDs ou não, e formação de novos musicistas comdeficiência, buscando a formação de plateias e ampliando o desenvolvimento cultural e musical dos participantes, tendo comofoco a formação profissional, a educação de jovens e adultos e a inclusão social. A Escola de Música Inclusiva da Amazônia iráoferecer formação profissional em instrumentos de orquestra e canto coral para até 350 integrantes. A finalidade desse projetoé, por meio das suas atividades, contribuir para a disseminação da musica e incluir musicistas em inicio de carreira no cenáriomusical brasileiro para que se possa promover a cidadania cultural, através da acessibilidade artística e da diversidadeconforme o os incisos V e VI do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021.Este projeto se enquadra nos incisos I, IV e VIII do Art. 1o da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelopluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, culturae memória;Os objetivos que serão alcançados enquadram-se no Art. 3o da lei No 8.313/91, no inciso:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ouestrangeiros residentes no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamentode pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básicaque visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem finslucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes;

Estratégia de execução

LINKS DE REFERENCIA:https://www.instagram.com/incluirmosqueirohttps://www.instagram.com/brunonerymusic/https://www.opesp.com.br/https://www.youtube.com/watch?v=AWi6WAnaEZQhttps://www.youtube.com/watch?v=2D6PEFGMovshttps://diariopcd.com.br/2024/09/28/projeto-musica-inclusiva-reune-musicos-com-e-sem-deficiencia/https://inclusao.musica.ufrn.br/

Especificação técnica

OFICINAS:VIOLAOFLAUTA DOCETROMBONETROMPETEVIOLINOPERCUSSAOCANTO CORALCARGA HORÁRIA: 120 HORAS CADA TURMA - 10 MESESPERIODICIDADE: 3H/SEMANAOFERTA DE VAGAS: 50 PARA CADA TURMA, 350 TOTALEMENTA: As oficinas visam o aperfeiçoamento da técnica instrumental e da capacidade de expressão musical do aluno, de formainclusiva, com a orientação semanal, por parte dos professores, da rotina diária de estudo. Durante o período serão tambémdefinidas as escolhas de repertório mais adequadas a cada indivíduo.OBJETIVOS DA DISCIPLINA: Assimilação da técnica, desenvolvimento da capacidade analítica, da interpretação e da didáticaatravés de estudos próprios para os instrumentos, peças com acompanhamento de piano ou conjuntos camerísticos (diversasformações). Estabelecimento de bases para a aplicação dos métodos de ensino no campo didático e profissional (orquestras,conjuntos ou solistas).METODOLOGIA: Aulas ministradas em regime tutorial com possibilidade de eventuais masterclasses e oficinas.AVALIAÇÃO: A avaliação é de caráter contínuo estando previsto audição pública na qual o aluno deve apresentar o repertórioabordado durante o período.DIREÇÃO: BRUNO NERYOs professores serão selecionados por sua capacidade de ministrar as oficinas, aliado ao conhecimento sobre medidas deacessibilidadeOs alunos serão recebidos conforme inscrição, atendimento aos requisitos e disponibilidade de vagas, sem seleção prévia.

Acessibilidade

Acessibilidade arquitetônicaO Instituto, sede da Escola, está localizado em área central da Ilha de Mosqueiro. O espaço é planejado para ser seguro eacolhedor, proporcionando às famílias um ambiente onde se sintam respeitadas e fortalecidas, oferecendo ampla acessibilidadecomo rampas, piso tátil, corrimãos, banheiros adaptados e áreas reservadas para cadeirantes, assegurando mobilidade parapessoas com deficiência física e facilidade de acesso. Dispomos de apoio de monitores especializados em acessibilidade, demodo que todos possam participar das atividades de forma inclusiva.Acessibilidade ComunicacionalHaverá intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) disponíveis durante as aulas, apresentações culturais e eventos,garantindo que o público surdo tenha acesso ao conteúdo. Para pessoas com baixa visão ou cegas, serão disponibilizadosmateriais impressos em fontes ampliadas e formatos digitais acessíveis. Além disso, os materiais de divulgação do projeto,tanto impressos quanto digitais, serão desenvolvidos com linguagem acessível e clara, assegurando que as medidas deacessibilidade estejam visíveis e compreensíveis para o público.Todo material de divulgação publicado em redes sociais contará com legenda, legenda descritiva LSE e será acessível através detexto descritivo fazendo uso da #PraTodoMundoVer.Serão disponibilizados abafadores de ruído para pessoas com TEA.Acessibilidade AtitudinalO projeto está pautado na acessibilidade atitudinal, priorizando a formação de pessoas com deficiência, em especial jovens 15a 29 anos. Então, além de termos uma reserva de 60% das vagas para pessoas com deficiência, temos umaprodutora executiva PCD e a contratação de uma consultoria de acessibilidade para refletir os aspectos técnicos e artísticos dasjanelas de comunicação acessível desde o desenvolvimento do projeto.Acessibilidade arquitetônica O Instituto, sede da Escola, está localizado em área central da Ilha de Mosqueiro. O espaço é planejado para ser seguro e acolhedor, proporcionando às famílias um ambiente onde se sintam respeitadas e fortalecidas, oferecendo ampla acessibilidade como rampas, piso tátil, corrimãos, banheiros adaptados e áreas reservadas para cadeirantes, assegurando mobilidade para pessoas com deficiência física e facilidade de acesso. Dispomos de apoio de monitores especializados em acessibilidade, de modo que todos possam participar das atividades de forma inclusiva. Acessibilidade Comunicacional Haverá intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) disponíveis durante as aulas, apresentações culturais e eventos, garantindo que o público surdo tenha acesso ao conteúdo. Para pessoas com baixa visão ou cegas, serão disponibilizados materiais impressos em fontes ampliadas e formatos digitais acessíveis. Além disso, os materiais de divulgação do projeto, tanto impressos quanto digitais, serão desenvolvidos com linguagem acessível e clara, assegurando que as medidas de acessibilidade estejam visíveis e compreensíveis para o público. Todo material de divulgação publicado em redes sociais contará com legenda, legenda descritiva LSE e será acessível através de texto descritivo fazendo uso da #PraTodoMundoVer. Serão disponibilizados abafadores de ruído para pessoas com TEA. Acessibilidade Atitudinal O projeto está pautado na acessibilidade atitudinal, priorizando a formação de pessoas com deficiência, em especial jovens 15 a 29 anos. Então, além de termos uma reserva de 60% das vagas para pessoas com deficiência, temos uma produtora executiva PCD e a contratação de uma consultoria de acessibilidade para refletir os aspectos técnicos e artísticos das janelas de comunicação acessível desde o desenvolvimento do projeto.

Democratização do acesso

TODA A FORMAÇÃO SERÁ OFERECIDA GRATUITAMENTE E COM CHAMADAS PÚBLICAS QUE BUSQUEM PROMOVER OACESSO IGUALITÁRIO ÀS OPORTUNIDADESCRITÉRIOS DE SELEÇÃO PARA AS OFICINASSer morador de Belém ou região Metropolitana (Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides, Santa Bárbara do Pará e Santa Izabeldo Pará, inclusive suas ilhas e zonas rurais)Ser maior de 15 anosTer experiência com música, ainda que de forma amadora60% das vagas destinadas pessoas com deficiência40% das vagas deverão ser ocupadas por mulheres, LGBTQIA+, negres e indígenas.

Ficha técnica

Bruno Nery - Diretor da Escola, Proponente, o poder decisório está nas mãos do proponenteBruno Nery é bacharel em trombone e mestre em educação musical (PPGMUS) pela UFBA. Com uma trajetória múltipla e ampla,transita com naturalidade pelo universo acadêmico, erudito, popular e docente, unindo performance, etnomusicologia epesquisa no campo da educação musical. Como educador musical, contribuiu na fundação da REMUSC (rede de ensino musical),atua como coordenador pedagógico e professor. Realizou atividade também na coordenação de núcleo do NEOJIBA, professor doConservatório de Música Sinfônica de Camaçari-Ba, onde leciona metais e teoria musical. Professor da escola Nota Jazz emSalvador, onde leciona Trombone, Harmonia Funcional e Improvisação. Além de palestrante em diversas instituições culturais.Há 2 anos é trombonista da Amazônia Jazz Band, músico da banda Fruta Quente e das cantoras Lia Sophia, Mel Chaves e criadordo projeto Acarajazz que acontece mensalmente em Belém.Carine Araújo - Produtora ExecutivaJornalista, formada pela Universidade Federal da Bahia, Carine Araújo é produtora cultural há 18 anos, e há 15 dirige aTabuleiro Produções. Premiada duas vezes pela Funarte, atuou no cinema como cineclubista, logo depois assumindo a Diretoriade Produção do Conselho Nacional de Cineclubes, onde produziu festivais como o de Atibaia e Bahia Afro Film Festival. Foiresponsável pela produção local do premiado filme Pau Brasil, a produção executiva da Mostra Curto Encontro realizadasimultaneamente em todos os 13 espaços culturais da FUNCEB, além de produzir os documentários Capela D’ajuda já deu sinale A vida na Boa Morte, ambos para a TVE, Viva São João e Preservar Igarassu, ambos para o IPHAN, todos eles com finalidade deregistro como patrimônio, além de trabalhar no registro de manifestações carnavalescas no interior da Bahia, através daTabuleiro Produções. Produziu o Festival IN Bahia, patrocinado pela Caixa, os Festivais do Licor e Cachoeira Agosto do Blues,com patrocínio da Bahiatursa, além de produzir diversos eventos pela Bahia e Brasil. Lançou em 2020 seu primeiro livro depoesias Desfile Poético sob a chuva, pela Amazon e premiado pelo BNB e FUNDAJ. Há 3 anos mora em Belém e atua naassessoria de projetos para o Centro de Dança Ana Unger, Muirak Studio, para as ONGs Arte pela Vida, Ná Figueiredo e XikrinBerê e produz o projeto mensal Acarajazz.Keké Bandeira - Consultora de AcessibilidadeProdutora Cultural, poeta, curadora, fotógrafa e produtora de audiovisual, multiartista com deficiência física e ativista PCD.Mestre em sociologia, pela Universidade Federal do Pará, estuda questões relacionadas a capacitismo, acessibilidade eprodução cultural de pessoas com deficiência.Aureo Deo Freitas Junior - Consultoria PedagógicaPossui graduação em Violoncello Performance pela University of Missouri (Columbia, 1989), mestrado em VioloncelloPerformance pela Louisiana State University (Baton Rouge, 1992) e doutorado em Ph.D. em Educação Musical pela University ofSouth Carolina (Columbia, 2005). Atualmente é professor do Instituto de Ciências da Arte da UFPA (ICA) onde ensino no âmbitodo Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGARTES) e Escola Técnica de Música (EMUFPA). Na extensão universitária, coordenaa Orquestra de Violoncelistas da Amazônia (OVA) e Programa Cordas da Amazônia. Na pesquisa, coordena o Grupo de PesquisaTranstornos do Desenvolvimento e Dificuldades de Aprendizagem (GP-TDDA). Na gestão, coordena o Núcleo de Atendimento aPessoas com Necessidades específicas (NAPNE).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.