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Nova montagem da peça "Um Muriqui Aqui 1/5". 20 apresentações com 10 atores para palco italiano. Novo Cenário - Será melhorado. Novo Figurino- Serão recriados a maioria e melhorados A Peça é a primeira de uma série de 5 peças onde uma das personagens principais é o Muriqui: maior macaco das américas, único primata sem violência que vive no alto das árvores, e está em extinção. A outra é Luaê: uma menina rica negra que vive isolada em uma mansão sem amigos. O cenário é grande com 23 hexaedros. São os Sólidos Platônicos e são montados na encenação. As coreografias seguem as geometrias do cenário. As músicas compreendem as curvas das personagens ilustrando as mudanças emocionais e mensagens antirracistas e do meio ambiente. A peça 1/5 faz a integração com as Artes Plásticas com projeções ao vivo de artistas plásticos em referência a Terra, as florestas e a poesia. 1 livro e 1 exposição fotográfica sobre o Muriqui.
‘O Muriqui ainda filhote foi sequestrado da Mata Atlântica por um dono de circo, quando ele foge e chega à cidade bate a cabeça em um poste e perde a memória passando a pensar que é um cachorro. A Luaê é uma menina rica que desconhece o mundo e seu maior desejo é conhecer a vida sozinha. Um dia encontra o Muriqui, um macaco em extinção da Mata Atlântica, que por não saber quem é e nem de onde veio não sabe o que pode fazer. Uma em busca da liberdade e o outro de sua identidade desenvolvem: Amizade e Fidelidade em uma aventura que começa conhecendo a natureza e acaba na missão de salvar a Amazônia. Cada um conhecendo melhor a si mesmo.’ O Brasil como o Muriqui desconhece quem é, e hora, se reconhece, desconhece o outro. A ausência de uma identidade nacional ou a crença que a sua unilateralidade nesse conjunto é a realidade do todo nos desorganiza e desestabiliza nossa sociedade em diversos aspectos. Assim como o Muriqui precisamos saber quem somos para saber do que somos capazes. Resumo do Texto: A peça começa na copa do mundo de futebol onde o Brasil será campeão. O macaco Muriqui ainda criança foi sequestrado da Mata Atlântica (Aldeia Indígena) por um dono de circo, e ainda pequeno foge para a cidade onde bate a cabeça e esquece quem é, e passa a pensar que é um cachorro por muitos anos. A peça começa com ele se confundindo com um cachorro. Luaê é uma menina muito rica que desconhece o mundo e o seu maior desejo é conhecer o mundo. Seus pais vivem viajando e se comunicam dando presentes de todos os lugares do mundo para Luaê. A janela para ela é uma promessa de vida. Sua babá e mordomo precisam garantir sua segurança mantendo-a distante da promessa de vida. Um dia Luaê ganha de seus pais uma bandeira do Brasil autografada pelos jogadores da seleção de futebol. No último jogo do Brasil faz muito frio e venta muito. A bandeira voa pela janela e cai sobre o Muriqui dormindo e passando frio. A bandeira o aquece. Luaê, inventiva, criativa e corajosa vai recuperar a sua bandeira e enfrenta o macaco Muriqui. Tentando pegar a sua bandeira eles dizem palavras mágicas que os transportam para a Amazônia onde encontram o espírito da árvore que informa que toda floresta está ameaçada. Luaê quer ajudar e o Muriqui quer fugir da briga, mas acaba se vendo obrigado a ajudar mesmo tendo muito medo de espíritos. O espírito lhes passa uma missão de encontrar coisas –ingredientes - que podem salvar a natureza. Os guias da floresta que ajudam os dois são os poetas: Castro Alves e Fernando Pessoa, ambos levam os dois até as pistas ou coisas que o espírito da árvore pediu. Enfrentam a fome, os caçadores, onças e seus próprios medos. O Muriqui reencontra a sua família (muriquis) descobre quem é e de onde veio e pedem para ele decidir entre a amiga Luaê e sua verdadeira família, pois fica sabendo que os humanos os exterminaram, e agora os muriquis são poucos e não confiam mais nos humanos. Mas o Muriqui reconhece que só chegou até lá por causa de Luaê, com Luaê. E agora é injusto abandoná-la no meio da missão e prova sua fidelidade a amizade a ela. O Muriqui tentando salvar o planeta quase morre poluído, inalando CO2, e Luaê demonstra seu afeto e carinho, e ele se recupera. Por fim, salvam a floresta levando todos os ingredientes que o espírito da árvore pediu. Luaê volta para sua casa e conserta muitas coisas, e principalmente o seu egoísmo e apreende que liberdade só existe com responsabilidade. E os fugitivos nunca são livres, pois são eternos fugitivos’. A terceirização da criação, educação e a substituição da presença paterna e materna por bens de consumo é uma forma de abandono muito comum. Desenho de crianças quando representam suas famílias, é comum ver a babá, o motorista e o cachorro perto da criança e os pais distantes na parte superior da folha. O conceito de proteção que priva, nega as experiências e evita desafios tem lotado consultórios terapêuticos pois a formação emocional para lidar com as adversidades, frustrações, perdas e obstáculos foram negligenciadas. O adulto deixou de desenvolver-se aos poucos com os pequenos desafios da vida, tornando-se emocionalmente frágil mesmo quando materialmente privilegiado.
Objetivo Geral Apresentar ao público a pesquisa etnográfica na dramaturgia, com qualidade artística. Inspirados em trabalhos como "Castelo Rá-Tim-Bum" e "Palavra Cantada" desenvolvemos, possivelmente a primeira pentalogia infanto juvenil do Brasil ou peça seriada. Objetivamos realizar uma temporada, com 20 apresentações, e mais 5 como contrapartidas, totalizando 25 apresentações. Dar visibilidade a causa ambiental e preservação do Muriqui. Contribuir para a proteção do Muriqui e de outros animais assim como das florestas. Levar um texto como mediador dos conhecimentos curriculares das escolas. Estabelecer conexão com as Artes Plásticas e multimídia. Conectar as cênicas a literatura e a fotografia na luta da preservação do Muriqui Contribuir com um espetáculo de qualidade para a agenda cultural da cidade. Utilizar a maioria de produção de materiais reciclados e reaproveitados Objetivo específico 1. Locação de Sede Adm. no centro de São Paulo 2. Locação de galpão de criação de 240m2 aproximadamente 3. Locação de espaço para ensaios 4. Locação de Teatro para Temporada e materiais de Temporada, Luz, som e projeção. 5. Coordenar a equipe de criação para a nova visão estética da peça a. Figurinos, Cenários, Contrarregragem, artes-plásticas b. Usar materiais sustentáveis, de preferência recicláveis, reutilizáveis e duradouros evitando desperdício c. Priorizar fornecedores afro ou indígenas, e cooperativas inclusivas 6. Ensaios i. Seleção de atores que possivelmente possam precisar ser substituídos ii. Chamada para audição iii. Testes iv. Uma semana de testes finais v. 3 meses de ensaios 5 dias por semana 10 atores mais equipe de preparação de elenco vi. 2 Ensaios Gerais 7. Temporada em Teatro de fácil acesso ao público com 20 apresentações 8. Publicar o 2º livro da série. Publicação do livro inédito: Sonhos de Luaê que será o 2º da série, o primeiro foi "Cadê o Muriqui?". 9. Divulgação na mídia e redes sociais 10. 5 apresentações para escolas públicas como contrapartida 11. Oficinas como contrapartidas a. Artes-Plásticas 8 aulas de 3h b. Dança 8 aulas de 2h c. Teatro 8 aulas de 4h c. 5 Palestras em escolas para professores com o Dramaturgo 12. Filmagem de um clipe de divulgação 13. Filmagem do espetáuclo
A peça "Um Muriqui Aqui" foi escrita em 2008 por Max Mu, e desde então diversas vezes buscou patrocínio, editais e apoios sem sucesso. Durante esse período a Cia Um Brasil de Teatro e Artes realizou diversas peças, exposições fotográficas e produções artísticas no Brasil e fora do Brasil. Porém a Peça "Um Muriqui Aqui" nunca era aprovada e nem subsidiada por recursos públicos ou privados. Em 2021 finalmente o projeto foi aprovado pela 13ª Edição do Prêmio Zé Renato para execução de duas peças "Um Muriqui Aqui 1/5" e "Um Muriqui Acolá 2/5", porém os recursos foram muito abaixo do mercado diminuindo a nossa meta de produção. O projeto era de 18 meses, onde realizamos 20 apresentações para cada peça atendendo mais de 4 mil crianças e adultos. Superando as adversidades econômicas e do pós pandemia, atingimos sucesso e fomos convidados pela Secretaria Municipal de Cultura a fazer uma temporada das duas peças no Teatro Municipal Alfredo Mesquita na Zona Norte de São Paulo. As temporadas foram bem-sucedidas alcançando um público grande com sucesso de público e mídia. Contudo uma Cia negra dirigida e produzida por uma pessoa negra nos editais tem menos oportunidades pois quando a cotas são desproporcionais a quantidade de proponência, e cada vez mais os editais ficam sobrecarregados não atendendo a alta demanda da cidade de São Paulo, por isso justifica-se o uso deste mecanismo para aumentar as oportunidades de condições de uma produção mais potente. Manter dez atores em cena sem apoio, é dificilimo. Justifica-se também a aprovação deste por: - O Muriqui é uma espécie de macaco em extinção e sua divulgação visa fomentar a sua preservação, e a preservação do Muriqui exige a preservação do Meio Ambiente colaborando com as ações de prevenção as mudanças climáticas. - A Luaê por ser uma menina negra rica quebra estereótipos e constrói uma nova imagem disruptiva no histórico do imaginário do Brasil. - Ser uma Cia. antirracista com pesquisa etnográfica, negra e indígena. - Por ser provavelmente a única peça seriada ou pentalogia infantojuvenil sobre o Muriqui - Pelo histórico de mais de 20 anos realizando obras inéditas e de vanguarda com relevantes impactos sociais e culturais. - Justifica compor a temporada com duas exposições para: a. Dar mais visibilidade ao Muriqui e seus habitats b. Comemorar os 20 anos da Cia Um Brasil de Teatro e Artes Outras Justificativas: Locação de um galpão de aproximadamente 240m2 se faz necessário para produção e montagem do cenário de "Um Muriqui Aqui", para os figurinos e adereços, e armazenamento dos materiais cênicos. O Cenário é aéreo e grande: - São 11 bonecas em PDF ou MDF frente e verso que descem do urdimento quando a cena é na casa da Luaê e sobem quando é na Amazônia ou na Mata Atlântica. No início são bonecas brancas e no final serão pretas e diversas. - São 23 Hexaedros de 50cm X 50cm que montam 4 cenários como "cubo mágico" - Casa de Luaê - Cidade - Amazônia - Mata Atlântica Os Figurinos serão potencialmente produzidos neste espaço. Inclusive para testes e armazenamento de materiais recicláveis para cenário, figurino e adereços. Locação de Sede Administrativa: Para otimizar a produção, articulação, organização de documentação e gestão do projeto, um escritório agilizará a produção. E facilitar a prospeção de continuidade da temporada após os recursos do patrocínio. Locação de espaço para ensaio: Para poder ensair com qualidade, silêncio, gerenciar nossos horários da melhor forma possível é importante um espaço de qualidade para ensaios. Que não competirá com os exercícos administrativos de gestão. 02 Projetores e 02 Ipad´s: Para projeção de artes plásticas ao vivo, sem cabo, produzindo um cenário novo a cada apresentação será necessário a locação de um projetor de alta potência capaz de compor o cenário juntamente a forte iluminação do teatro e não somente no escuro. 1 Projetor frontal e um traseiro ampliando os efeitos das artes feitas ao vivo nos ipad´s por dois artistas plásticos. Será um Cenário vivo todos os dias. Duas semanas de imersão criativa fora da cidade de São Paulo - Uma imersão de criação e aprofundamento na pesquisa - Uma semana em um local próximo aos Muriquis para tentar contato, convivência com Muriqui e/ou seu habitat e se possível, talvez produzir fotos que se passarem pelo crivo da curadoria poderão fazer parte da exposição. - Em uma das expedições pelo habitat do Muriqui faremos as fotos dos Muriquis para exposição. Exposição Fotográfica - Um Drone se justifica pois o Muriqui é um macaco aéreo, vive mais no alto, e nas copas das árvores do que no chão, é desinteressado da interação com outros primatas, humanos inclusive. E para fotografa-lo em seu habitat o Drone será fundamental. É raro o contato com ele. - A exposição poderá circular em diversos espaços após a peça, e manterá viva a campanha pela preservação do Muriqui independente da peça, por tres meses 2o Livro: Cada peça terá 05 livros, o primeiro já existe chama-se "Cadê o Muriqui?", o próximo será "Os Sonhos da Luaê". Os livros dão continuidade a proposta. Curso de Libras: A Cia Um Brasil pretende prepara atores com dominio de libras para conseguir aos poucos incluir em cena e quem sabe um dia uma peça bilingue, por enquanto apenas cada ator poderá incluir em sua performance as palavras em libras que combiunarem com suas encenações.
Por que o Muriqui? Muriqui só para os íntimos; para os outros Sr. Mono-Carvoeiro. Para os estudiosos, biólogos e desconhecidos: Sr. Brachyteles Arachnoides. Ele é endêmico da Mata atlântica Brasileira. Com quase 1,60 m de comprimento e pesando até 15 kg, o Muriqui é o maior Macaco do Novo Mundo, e o maior primata não Humano das Américas. É considerado uma espécie em perigo de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), sobretudo devido a destruição e fragmentação de seu habitat e pela caça ilegal. Muriqui vem do tupi muri'ki e significa “gente bamboleia”, o vai e vem do corpo. A espécie é conhecida como o “povo manso da floresta”, graças a seus hábitos pacíficos e de permanência em grupo. De braços e pernas longos e finos, gosta de se balançar nas árvores segurando-se apenas pela cauda, que é preênsil. Suas atividades são quase sempre lúdicas e muito simpáticas para as crianças. O Mono-Carvoeiro é um dos primatas mais ágeis, por isso é capaz de conseguir 171 espécies de frutas, até mesmo no final das ramas. Eles podem balançar com rapidez pelas árvores, percorrendo até 12m com apenas um braço. Os Monos-Carvoreiro têm evoluído numa sociedade muito flexível para acompanhar o amadurecimento imprevisível das frutas. Eles se movem ao redor das florestas, sozinhos ou em grupos de até 20 indivíduos, e se separam poucas horas depois. Trabalham em equipe e compartilham a comida quando a acham. Sua comunicação física é o abraço, estão sempre se abraçando e por isso transmitem bondade e afetuosidade. Nunca brigam. Quando precisam disputar algum território eles gritam, quem grita mais alto, vence. Para o nosso espetáculo esse grito é: “um grito de paz pela natureza”. São considerados um dos primatas mais ameaçados de extinção do mundo por: A) Destruição da floresta, o seu habitat original. B) Caça ilegal nas áreas estatais preservadas. C) Comércio ilegal em áreas privadas. Escolhemos o Muriqui pela sua conduta exemplar de não violência, e, pela sua natureza bondosa serem inspiradoras para as crianças. Protegê-lo trata de olhar e observar seu habitat, seu contexto na natureza, e por sua vez, nós precisamos cada vez mais da natureza também. Portanto ao olhar para o Muriqui cuidamos de nós mesmos e da floresta pois ele não vive fora dela. “Um dos maiores mamíferos brasileiro, maior macaco do continente, é um bicho ágil, sociável e de bom gênio. A ciência trata de conhecê-lo numa corrida contra o tempo: também ele pode desaparecer.” "Os muriquis, em especial, têm surpreendido os primatologistas pelo comportamento peculiar, se comparado ao das outras espécies de macaco. Maiores mamíferos endêmicos do Brasil (tanto a fêmea quanto o macho chegam a medir 1.5m e pesar 15 kg na fase adulta), não brigam nem pelo domínio de um grupo, nem pela comida, nem pelo acasalamento. Ao contrário organizam-se com base na fraternidade, trocam abraços a todo momento e mantém-se unidos conforme uma espécie de hierarquia que é regida pelo afeto - coisa inusitada entre os briguentos primatas.". INTEGRAR outras artes, integrar as linguagens humanas criando um ciclo sustentável onde a nossa diversidade coexista, integre-se sem a violência da aculturação, negação e marginalização produzida pelo eurocentrismo caucasiano em relação as demais expressões no mundo. O trabalho integra questões ambientais e sustentáveis, filosóficas, sociais e emocionais. Semeando uma gota de cura, ou apenas a esperança de cura, ou a tentativa de curar para tanta confusão e angústia dos últimos tempos vividos em todo o planeta. Com camadas pedagógicas a peça se faz mediadora de conhecimento, podendo ser uma aliada no processo de aprendizagem. Todas as peças serão ordenadas com cenários modais, e sólidos platônicos.
Espetáculo Musical InfantoJuveni para toda a família Palco Italiano 8x12 com 10 atores 5 pessoas na equipe tecnica entre contra regra, luz, som, projeção Músico ao vivo
Os Locais serão escolhidos conforme a legislação vigente de acessibilidade. Haverá um assistente para acessibilidade. Todos os atores farão curso de libras para aprenderem seus papeis em libras. Haverá apresentações com intérprete de libras.
Haverá uma assessoria de imprensa, uma social mídia para ampliação do alcance da divulgação. Um assistente para as mídias digitais. Serão distribuídas cotas de ingressos aos parceiros e patrocinadores Serão feitas 5 apresentações como contrapartida para as escolas públicas. Haverá cota de ingressos grátis todos os dias para crianças de movimentos sociais, ongs ou entidades vinculadas a assistência social. As cotas serão combinadas junto ao teatro. Haverá oficinas de cenário e de dança. 2 ensaios abertos
Max Mu - Dramaturgo, Diretor Geral Mestrando em Artes da Cena, (Célia Helena / Itaú Cultural), Pós-Graduado em Arte-Educação e Graduado em Pedagogia pela Universidade Claretiano. Leciona Artes Cênicas em projetos sociais desde 1997. Fez cursinho pré-vestibular no Núcleo de Consciência Negra da USP, onde passou a atuar em causas para promoção da igualdade racial. Foi Co-Fundador do CENE – Coletivo de Estudantes Negros em 1994 aproximadamente. É curador da Exposição Reciclos Muros Invisíveis em 2023 foi curador nos CEU´s de São Paulo, pelo Proart/SME, a exposição de foto escultura está em circuito desde 2014. Virada Sustentável 2014: Reciclos e a outra face dos catadores: https://www.youtube.com/watch?v=_PpbZb8sq0I Em 2023 realizou a Curadoria da Exposição Luiz Gama 10 anos, realizada em 2013, está em cartaz até 31/03/2024 no Sítio da Ressaca, ao lado do Centro Cultural Jabaquara Mãe Sylvia de Oxalá: https://www.ciaumbrasil.com.br/luiz-gama https://www.facebook.com/MemorialLuisGama/ Ainda em 2023 e 2022 dirigiu dois espetáculos infantis onde foi autor; “Um Muriqui Aqui”, e “Um Muriqui Acolá”, contemplado no 13o Edital do Prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura. Já organizou intercâmbio Brasil x Portugal de Teatro por 04 anos. Onde em 2003 se apresentou no XXIII Festival Fazer a Festa de Porto. Em 2017 e 2018 escreveu as peças da Cia de Dança Brasileira “Levanta Poeira”, de Montreal, da diretora Raquel Bastazin, onde foi dramaturgo e ator na peça: “I Love Quebrada”, Montréal, Quebec – Direção Raquel Bastazian , Théâtre le Gesu. ( 01 de Deszembro): https://www.youtube.com/watch?v=F8MLvUkZEsY . e dramaturgo e pesquisador na peça “Deixem-me Dançar!” Direção Raquel Bastazin, Escola Levanta Poeira, Théatre Rialto, Domingo, 18/06/ 2017, Montréal Quebec. http://theatrerialto.ca/event/brazilian-dance-school-levanta-poeira-celebrate-10-years-with-deixem-me-dancar/ ou https://www.levantapoeira.com/ Eduardo Silva - Preparador de Elenco / Assistente de Direção Ator e Preparador de elenco. Biólogo formado pela USP. Um dos atores mais premiado do Brasil, com 21 Prêmios de Melhor Ator. Ficou reconhecido com o personagem "Bongô" do Castelo Rá-Tim-Bum. Atualmente pode ser visto em séries, cinema e teatro. Como preparador de elenco, prepara os principais coletivos negros de teatro de São Paulo, de longa-metragem, série e programas de televisão. Desde 2021 integra oficialmente o Núcleo Artístico da Cia Um Brasil de Teatro e Artes. Embora desde 2006 sempre esteve conectado com os trabalhos da Cia Um Brasil. Marcelo Secco – Cenografia– Marcelo Secco é filho de músico e cantora, se formou em arquitetura em 1999, cursou também o curso superior de música da FPA – Faculdade Paulista de Artes, incompleto. Saxofonista. Arquiteto E Cenografo. Foi o responsável por toda a Técnica da peça “Torquemada 17 Balas” de 2010 a 2012, criando, instalando e operando luz, som e projeção. A peça” Torquemada 17 balas” do Coletivo Garoa onde um dos fundadores foram Max Mu e Rodrigo Caldeira. Simultaneamente desenvolve as atividades de arquiteto e de músico no cenário alternativo. Projetou o Icosaedro de “Um Muriqui Acolá”. Desde 2022 integra oficialmente o Núcleo Artístico da Cia Um Brasil de Teatro e Artes. BETHO PACHECO - Coreografo Bailarino, Ator, Coreógrafo, Produtor Cultural, formado bailarino pelo Teatro Brasileiro de Dança (TBD), e Ator pela Escola de Artes Dramáticas Emilio Fontana, fez especialização em Gestão Cultural na Firjan, Empreendedorismo Direcionado ao Terceiro Setor no IBEMC, Produção Executiva de Shows e Eventos na IATEC, graduando em Pedagogia na Universidade Estácio de Sá. Como coordenador do núcleo de dança no Grupo Cultural AfroReggae- RJ, (2001 a 2020), na favela de Vigário Geral RJ, onde criou um grupo de pesquisa de movimento e introdução da Dança Negra Contemporânea utilizando sua própria metodologia de trabalho baseado nas técnicas de dança moderna de Lester Horton, Jose Limon e Kaus Vianna. Através desse grupo de estudo surgiu o Grupo Makala, Em 2022 assume a Coreografia da Cia Um Brasil de Teatro e Artes e iniciam uma pesquisa coordenada entre o corpo e suas dimensões no espaço cênico. Rodrigo Caldeira - Ator - Muriqui Foi fundador de 2 grupos de pesquisa continuada, criação e trabalho coletivos, em São Paulo: O Hangar de Elefantes, teve destaque com a obra site specific Terra À Vista (2011-2013) em que foi proponente do projeto contemplado pelo PROAC 2011 Produção de Obras Inéditas; e o Coletivo Garoa junto com Max Mu e outros integrantes, com destaque no projeto Torquemada (2010-2012) a partir de obra de Augusto Boal, que teve início com o convite para a intervenção na Bienal de Arte de São Paulo em 2010. Desde 2021 integra oficialmente o Núcleo Artístico da Cia Um Brasil de Teatro e Artes. Desde 2010 acompanha os trabalhos da Cia Um Brasil com proximidade foi ator em “Quando as Máquinas Param”. **Larissa Noel – *( Foi a 1ª Luaê. A nova Luaê deverá ser do mesmo nível. Atriz negra retinta, destacada por sua versatilidade, potência vocal e presença cênica. Especialista em teatro musical, Larissa une técnica e emoção em interpretações marcantes, com repertório que abrange clássicos do gênero e produções contemporâneas brasileiras. Fez a “Luaê” na primeira temporada em “Um Muriqui Aqui 1/5” depois entrou em grandes espetáculos Depois fez grandes musicais e foi premiada: Melhor Atriz Revelação em Musical – Prêmio Bibi Ferreira (2019), por "O Rei Leão".Homenagem Cultural de São Paulo (2023), por sua contribuição à cena teatral negra paulistana.Premio Bibi Ferreira em 2024 **Dado o sucesso e agenda da atriz precisaremos fazer testes para nova Luaê. Natan Assis - Ator e Projeto de Luz Estudou violino na associação Opereta. (2008) -Orquestra Sons da Educação do município de Poá (2012-2016), cursando Teatro profissionalizante, Instituição ETA- Estúdio de Treinamento Artístico (2017- presente), e formado pelo NFT- Núcleo de Formação de Técnicos (2019). Desde então se mantém dedicado a atuação realizando diversos trabalhos, como por exemplo: “O Mágico de Oz” (2016); “Quem é você?” (2017); Companhia, Os Satyros: “Vida Perfeita” (2017); “A Câmara do Dr. Caligari” (2018); Grupo Afoxê Omo xango: “RESISTÊNCIA” (2018); Curta-metragem pelo Inc- InstitutoNacional de Cinema: “Paranoid Vamp” (2018); “Enlace” (2019;); Facebook APP: “Juntos em casa” (2020); “O Arraiá da Boa Preguiça” (2021); HBO MAX: “Pico da Neblina 2” (2021); Produções Horrorosas: “O Show de Talentos da Kimberly” (2022); Atualmente faz parte do elenco da Cia Um Brasil: “Um Muriqui Aqui” (2023); “Um Muriqui Acolá” (2023).
PROJETO ARQUIVADO.