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O projeto visa a produção de um podcast cultural com 20 episódios gravados em comunidades quilombolas do Nordeste. Cada episódio trará entrevistas com personagens locais, registrando narrativas, tradições, memórias e perspectivas sobre identidade, ancestralidade e resistência, além da preservação de conhecimentos, tecnologias e práticas da cultura quilombola. Será também produzido e divulgado o álbum musical "Entre Quilombos", com 10 faixas gravadas ao vivo nas comunidades, com participação direta dos moradores em performances individuais e coletivas. O álbum será distribuído gratuitamente em plataformas digitais e publicado no YouTube como "álbum musical", acompanhado de registros audiovisuais acessíveis. Paralelamente, serão realizadas 10 oficinas de audiovisual, uma em cada comunidade, voltadas a crianças e jovens, abordando gravação, edição, publicação de vídeos, criação de canais no YouTube e estratégias de redes sociais, promovendo formação cultural e inclusão digital.
O projeto Podcast AFROntamento – Entre Quilombos será composto por dois produtos culturais complementares:Produto 1 – Podcast e Álbum AFROntamento – Entre Quilombos A proposta prevê a produção de 20 (vinte) episódios gravados em diferentes comunidades quilombolas da Paraíba, distribuídas em 10 municípios. Cada episódio trará entrevistas com personagens locais, resgatando memórias, tradições, experiências cotidianas e perspectivas sobre identidade, ancestralidade e resistência cultural. O podcast será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais de áudio e vídeo (YouTube, Spotify e congêneres), com recursos de acessibilidade como legendas e audiodescrição. A meta é alcançar 10 mil espectadores/ouvintes nas plataformas de streaming, ampliando a difusão da cultura quilombola e fortalecendo sua visibilidade no cenário cultural brasileiro.Além do Podcast, será realizado a produção, gravação e divulgação do álbum musical quilombola "Entre Quilombos", com registros realizados ao vivo nas comunidades quilombolas visitadas e distribuição gratuita em plataformas digitais, com ações de difusão voltadas ao fortalecimento da música regional e da cultura quilombola. O trabalho contará com a participação direta dos moradores, em performances individuais ou coletivas, captando os sons, vozes e ritmos tradicionais das localidades. As gravações serão acompanhadas por registros audiovisuais, posteriormente disponibilizados no YouTube com "álbum visual", garantindo difusão ampla e gratuita da obra. Produto 2 – Oficinas de Audiovisual Paralelamente às gravações do podcast e gravação do álbum, serão realizadas 10 oficinas de audiovisual, uma em cada comunidade quilombola visitada, voltadas a crianças, adolescentes e jovens. Cada oficina terá a participação de aproximadamente 20 jovens, totalizando 200 beneficiados diretamente. O conteúdo formativo abordará noções de gravação, edição e publicação de vídeos, além de estratégias de criação de canais no YouTube, posicionamento em redes sociais e possibilidades de monetização digital. Todas as oficinas serão registradas em vídeo e um resumo editado será publicado no YouTube, com expectativa de gerar 1.000 interações (visualizações, curtidas, comentários e compartilhamentos), fortalecendo a interatividade e a participação comunitária.Combinando o resgate do patrimônio cultural imaterial e formação digital, o projeto busca valorizar e difundir a cultura quilombola, ao mesmo tempo em que promove inclusão produtiva e protagonismo juvenil por meio das ferramentas do audiovisual.
Objetivo GeralValorizar e difundir narrativas quilombolas da Paraíba por meio da produção do Podcast AFROntamento - Entre Quilombos e da realização de oficinas de audiovisual em 10 comunidades, promovendo preservação da memória, inclusão digital e participação ativa de jovens e adolescentes no ambiente cultural e tecnológico. Objetivos EspecíficosProduto 1 - Podcast AFROntamento - Entre Quilombos- Produzir e disponibilizar 20 (vinte) episódios de podcast, gravados em 10 comunidades quilombolas da Paraíba, em plataformas digitais de áudio e vídeo (YouTube, Spotify e congêneres).- Entrevistar personagens locais, registrando memórias, tradições e perspectivas culturais das comunidades quilombolas.- Produzir, gravar e publicar o álbum musical quilombola "Entre Quilombos" com registros realizados ao vivo nas comunidades quilombolas visitadas.- Garantir acessibilidade ao conteúdo, com legendas e audiodescrição, possibilitando maior alcance do público.- Alcançar 10 mil interações de espectadores/ouvintes nos canais de streaming (visualizações, curtidas, comentários e compartilhamentos), ampliando a visibilidade da cultura quilombola.Produto 2 - Oficinas de Audiovisual- Realizar 10 oficinas de audiovisual, uma em cada comunidade quilombola visitada, com carga horária total de 12h (3 dias x 4h).- O projeto prevê a participação de 20 jovens em cada localidade, totalizando 200 beneficiados diretamente.- Ensinar técnicas básicas de gravação, edição e publicação de vídeos, com foco em criação de canais no YouTube e uso estratégico das redes sociais.- Orientar jovens e adolescentes sobre monetização digital, estimulando protagonismo e geração de renda a partir da produção cultural.- Registrar todas as oficinas em vídeo e publicar um resumo editado no canal da proponente no YouTube, com expectativa de alcançar 1.000 interações (visualizações, curtidas, comentários e compartilhamentos).
O Podcast AFROntamento - Entre Quilombos surge da necessidade de registrar e difundir as narrativas das comunidades quilombolas da Paraíba, que ainda enfrentam invisibilidade midiática e ausência de representatividade nos meios de comunicação. Ao aliar entrevistas em podcast com oficinas de audiovisual voltadas a jovens e adolescentes, o projeto promove a salvaguarda da memória e o fortalecimento da identidade cultural, ao mesmo tempo em que amplia a inclusão digital e produtiva.O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso I - contribuir para a difusão da cultura brasileira em benefício de todos os segmentos da população;Inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.Da mesma forma, atende aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, em especial:Inciso II, alínea "c" - fomento à produção cultural e artística mediante a realização de espetáculos de música e de folclore;Inciso IV, alínea "a" - preservação do patrimônio cultural material e imaterial por meio da difusão de bens culturais de natureza imaterial;Inciso V, alínea "c" - apoio a projetos de formação cultural, capacitação e acesso às tecnologias da informação.Assim, o projeto contribui para:- Difusão cultural - por meio dos 20 episódios do podcast que darão voz às comunidades quilombolas.- Regionalização da produção cultural - ao priorizar territórios quilombolas paraibanos, em municípios diversos.- Inclusão digital e formação - ao capacitar cerca de 200 jovens em oficinas de audiovisual, estimulando o uso de ferramentas digitais como instrumento de geração de renda e fortalecimento comunitário.- Ampliação do acesso - com disponibilização gratuita e acessível dos conteúdos em plataformas de streaming, com alcance estimado de 10 mil espectadores no podcast e 1.000 interações no resumo das oficinas.Dessa forma, o Podcast AFROntamento - Entre Quilombos atua como instrumento de valorização da cultura afro-brasileira, fortalecendo a memória coletiva e a cidadania das comunidades quilombolas, ao mesmo tempo em que promove oportunidades de formação e visibilidade digital.
O Brasil é herdeiro de uma riqueza histórica e cultural profundamente marcada pelas contribuições das populações negras, em especial das comunidades quilombolas, guardiãs de saberes, práticas, cosmologias e modos de vida essenciais para a construção da identidade nacional. Apesar disso, esses territórios seguem enfrentando apagamentos históricos, invisibilidade midiática e dificuldades de acesso às políticas públicas de cultura.O projeto AFROntamento – Entre Quilombos surge como resposta a essa realidade, registrando e difundindo memórias vivas por meio de uma série de 20 (vinte) episódios de podcast e da produção do álbum musical “Entre Quilombos”, gravado ao vivo nas comunidades visitadas. As gravações terão a participação direta dos moradores em performances individuais e coletivas, captando vozes, sons e ritmos tradicionais. O álbum será disponibilizado em plataformas digitais e publicado no YouTube como “álbum musical”, acompanhado por registros audiovisuais acessíveis, assegurando difusão ampla e gratuita.A proposta reconhece a oralidade como tecnologia ancestral de resistência e utiliza o audiovisual como ferramenta de memória e permanência. A direção artística de Sarah Soul, mulher negra, LGBTQIAP+, artista, podcaster e pesquisadora, garante uma mediação sensível e politicamente comprometida com os territórios visitados.O projeto ancora-se ainda na descentralização territorial, priorizando comunidades fora dos grandes centros urbanos, e na acessibilidade, com episódios acompanhados de legendas descritivas e audiodescrição. Atua também como instrumento de formação ao promover oficinas de audiovisual em cada comunidade, voltadas a crianças e jovens, estimulando produção digital, inclusão e protagonismo juvenil.Dessa forma, AFROntamento – Entre Quilombos transforma-se em um legado de acesso livre para escolas públicas, coletivos culturais e espaços de educação popular, fortalecendo a memória, a dignidade e a cultura quilombola como patrimônio imaterial afro-brasileiro.Comunidades Quilombolas a serem atendidas: 1. Quilombo Ipiranga (Conde - PB); 2. Quilombo de Paratibe (João Pessoa - PB); 3. Quilombo dos palmares (União dos Palmares - Alagoas); 4. Quilombo do coqueiro (Mirangaba- Bahia); 5. Quilombo Alto do tororó (Salvador -Bahia); 6. Quilombo Remanso (Lençóis - Bahia); 7. Quilombo Pitanga dos Palmares - (Simões Filho - Bahia); 8. Quilombo de Catucá (Camaragibe - Pernambuco); 9. Quilombo Engenho (Rio Formoso - Pernambuco); 10. Quilombo de Castainho - (Garanhuns - Pernambuco)Plano de Execução das Oficinas de AudiovisualCaracterização GeralAs Oficinas de Audiovisual – Entre Quilombos serão realizadas em 10 comunidades quilombolas, integradas às ações do projeto AFROntamento – Entre Quilombos. As oficinas têm caráter prático e inclusivo, voltadas a crianças, adolescentes e jovens quilombolas, com foco na produção audiovisual comunitária e no uso das mídias digitais como ferramentas de expressão cultural, memória e geração de oportunidades.Quantidade de oficinas: 10Participantes por oficina: aproximadamente 20Total de beneficiados diretos: 200 participantesCarga horária por oficina: 4 horasCarga horária total: 40 horas Objetivos das Oficinas. Introduzir noções básicas de audiovisual adaptadas à realidade das comunidades quilombolas.. Capacitar jovens para criação, gravação, edição e publicação de conteúdos digitais.. Estimular o protagonismo juvenil e a valorização da cultura local por meio do audiovisual.. Apresentar estratégias iniciais de posicionamento em redes sociais e monetização de conteúdo. Estrutura e Conteúdo ProgramáticoMódulo 1 – Introdução ao Audiovisual Comunitário (2 horas)Conteúdo:. O audiovisual como ferramenta de memória, identidade e resistência cultural.. Noções básicas de linguagem audiovisual: enquadramento, planos, movimento e narrativa.. Captação de imagem e som com equipamentos acessíveis (celular, microfones simples).. Iluminação natural e ambientação.. Construção de roteiros simples para vídeos curtos.Metodologia:. Exposição dialogada.. Demonstração prática com equipamentos acessíveis.. Exercícios de gravação realizados pelos próprios participantes. Módulo 2 – Produção Digital, Redes Sociais e Monetização (2 horas)Conteúdo:. Introdução à edição de vídeo em aplicativos gratuitos.. Criação e organização de canais no YouTube.. Noções de direitos autorais e uso responsável de imagens e músicas.. Estratégias básicas de posicionamento em redes sociais.. Introdução às possibilidades de monetização de conteúdos digitais.Metodologia:. Atividade prática de edição e publicação.. Simulação de criação de canal e postagem de conteúdo.. Troca de experiências e construção coletiva de ideias. Acessibilidade e Inclusão - As oficinas contarão com:. Espaços acessíveis (circulação adequada e sanitários acessíveis).. Materiais didáticos em linguagem simples, fonte ampliada e formatos acessíveis.. Intérprete de Libras quando houver demanda.. Metodologia adaptada para participação de pessoas com deficiência intelectual ou psicossocial. Registro e ResultadosTodas as oficinas serão registradas em vídeo. Ao final do ciclo formativo, será produzido um vídeo-resumo acessível, com legendas descritivas e audiodescrição, a ser publicado gratuitamente no YouTube, com expectativa de alcançar 1.000 interações.Resultados Esperados. Formação básica em audiovisual para 200 jovens quilombolas.. Estímulo à produção de conteúdos digitais autorais nas comunidades.. Ampliação da inclusão digital e do protagonismo juvenil.. Criação de um legado formativo e audiovisual de acesso livre.
Comunicação1. Plataforma de exibição online gratuitaTodos os 20 (vinte) episódios serão lançados e hospedados no canal da proponente no YouTube, com organização por playlist, descrição dos conteúdos e destaque para os territórios e personagens retratados. Os vídeos contarão com:● Legendas descritivas em português● Audiodescrição● Acessibilidade de navegação por capítulos2. Produção de peças para redes sociais e divulgação digitalSerá desenvolvido um conjunto de materiais de comunicação visual e textual com identidade própria do projeto, incluindo:● Vídeos curtos (teasers) para redes sociais● Cards informativos sobre cada quilombo visitado● Arte para divulgação por coletivos e parceiros● Versões acessíveis para Instagram, Facebook, WhatsApp e TikTok● Páginas exclusivas do projeto nas redes sociais com informações institucionais, equipe, objetivos e acesso aos episódios3. Parcerias estratégicas para disseminaçãoA equipe atuará em articulação com:● Redes negras, quilombolas e de cultura periférica (como coletivos de comunicação popular);● Escolas públicas, universidades e institutos federais com programas de estudos afro-brasileiros;● ONGs e coletivos de comunicação comunitária.Essas parcerias serão fundamentais para ampliar o alcance orgânico e territorial do conteúdo.4. Envio de kit educativo-digital para instituiçõesSerá disponibilizado um kit de difusão com links para acessar os episódios, release institucional, ficha técnica, texto de apoio pedagógico e sugestões de uso em sala de aula, rodas de conversa e projetos culturais. O material será enviado para:● Escolas públicas e universidades● Centros culturais e bibliotecas comunitárias● Pontos de Cultura● Redes quilombolas e instituições do campo cultural5. Monitoramento e avaliação do alcanceDurante e após a campanha de difusão, serão monitorados:● Visualizações, interações e comentários nos episódios● Compartilhamentos em redes e sites de parceiros● Acesso ao material complementar● Feedback das lideranças das comunidades envolvidasEsses dados integrarão o relatório de avaliação de impacto.
Produto 1 – Podcast e Álbum AFROntamento – Entre QuilombosAcessibilidade Física: - Os espaços utilizados para gravação das entrevistas e do álbum nas comunidades quilombolas contarão com infraestrutura de apoio, como banheiros acessíveis e rampas de acesso, quando disponíveis, assegurando condições de participação de pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo: - Todos os episódios do podcast e o álbum terão uma cópia publicada com audiodescrição, descrevendo cenários, ambientes e elementos visuais. - Serão disponibilizadas legendas descritivas em português, contemplando falas, sons e identificação dos interlocutores. - O Podcast será publicado em plataformas compatíveis com softwares leitores de tela (YouTube e Spotify).- O Álbum será publicado como álbum musical no YouTube.- As peças gráficas e materiais digitais de divulgação terão descrição textual alternativa, uso de contrastes adequados e tipografias legíveis. Produto 2 – Oficinas de AudiovisualAcessibilidade Física:- As oficinas serão realizadas em espaços comunitários adaptados, com rampas, banheiros acessíveis e circulação adequada.- Se necessário, serão utilizados guias táteis (autocolantes) para orientar pessoas com deficiência visual.- Haverá reserva de assentos em locais de fácil acesso para pessoas com mobilidade reduzida, idosos e acompanhantes.Acessibilidade de Conteúdo:- Disponibilização de intérprete de Libras , sempre que houver demanda da comunidade local.- Produção de materiais de apoio em PDF acessível, compatíveis com softwares de leitura de tela e, se necessário, em Braille.- Oferta de visita sensorial ao espaço e aos equipamentos audiovisuais antes das oficinas.- O vídeo-resumo das oficinas, publicado no YouTube, contará com legendas descritivas e audiodescrição, ampliando o alcance do conteúdo.
O projeto Podcast AFROntamento – Entre Quilombos adota medidas que garantem o acesso gratuito e inclusivo da população aos seus produtos culturais, em consonância com o Art. 47 da IN MinC nº 23/2025.Produto 1 – Podcast e Álbum AFROntamento – Entre Quilombos: Incisos I, III, IV e VI - Distribuição gratuita: os 20 (vinte) episódios e o álbum gravado serão disponibilizados em plataformas digitais de áudio e vídeo (YouTube, Spotify e similares), sem qualquer custo ao público.- Conteúdo acessível: Todos os episódios e o álbum contarão com legendas e cópia com audiodescrição, assegurando inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual.- Alcance estimado: pretende-se atingir pelo menos 10 mil espectadores/ouvintes nas plataformas digitais.- Acesso educacional: o material poderá ser utilizado por escolas públicas, universidades e coletivos culturais como ferramenta pedagógica de valorização da cultura quilombola.Produto 2 – Oficinas de Audiovisual em Comunidades Quilombolas: Incisos III, V e VI- Participação gratuita: serão oferecidas 10 oficinas presenciais, uma em cada comunidade quilombola, com 20 vagas em cada localidade, totalizando 200 jovens e adolescentes beneficiados diretamente.- Prioridade local: as vagas serão destinadas prioritariamente a moradores das próprias comunidades, garantindo representatividade quilombola.- Difusão digital: será produzido um vídeo-resumo das oficinas, publicado gratuitamente no YouTube, com expectativa de gerar 1.000 interações (curtidas, visualizações, comentários e compartilhamentos).- Ação formativa: o projeto oferece oportunidades de capacitação em audiovisual e mídias digitais, estimulando a inclusão produtiva e o protagonismo juvenil.
Sarah Soul – Diretora Artística e ApresentadoraMulher, Cisgênero, LGBTQIAP+, Negra/Preta, SolteiraSarah Soul é cantora, compositora, apresentadora e produtora cultural, natural de Porto Velho/RO, com mais de 8 anos de atuação profissional. Sua trajetória une música e audiovisual, com destaque para sua atuação como apresentadora e roteirista do Campus Cast, podcast oficial do Campus Festival (PB), onde entrevistou nomes do mercado musical e digital como Arthur Fitzgibbon (CEO da OneRPM Brasil), representantes da CD Baby, além de artistas e gestores culturais de projeção nacionalNo campo do audiovisual, Sarah lançou em 2022 o álbum “Correria”, aprovado pela Lei Aldir Blanc, acompanhado de registros em vídeo e circulação em grandes festivais. Em 2025, realiza a gravação do DVD “Correria Tour”, aprovado pela Lei Paulo Gustavo – Paraná (2024), ampliando o impacto visual de sua obra. Também em 2025, circula com o show Correria em três cidades do Paraná (Cascavel, Toledo e Medianeira), em projeto financiado pela PNAB Paraná (2025)Como artista e comunicadora, Sarah Soul tem consolidado sua presença tanto nos palcos quanto em plataformas digitais, unindo performance musical, audiovisual e produção de conteúdos formativos, com ênfase na valorização da cultura negra e quilombola. No projeto, será responsável pela condução dos encontros nas comunidades, mediação das entrevistas e curadoria estética e narrativa dos episódios;Jader Rodolpho - Produção RadiofônicaHomem Cisgênero, Negro/Pardo, SolteiroJader Rodolpho Finamore é músico, produtor cultural e diretor musical, com mais de 25 anos de experiência em projetos de música regional, audiovisual e artes integradas. Atuou como trompetista, cavaquinhista e arranjador em importantes festivais, como o Fórum Nacional de Forró, o Festival de Música da Paraíba (onde foi diretor musical e geral entre 2018 e 2022) e a SIM São Paulo.Como produtor e arranjador, trabalhou com artistas e grupos como Os Fulano, Cabruera, Bixarte, Flaira Ferro, Nathalia Bellar, Sandra Belle e Leandro Lima, além de assinar trilhas para espetáculos, desfiles de Ronaldo Fraga e para séries como Coisa Mais Linda (Netflix). Em 2023, dirigiu o show do álbum visual Rojão da banda Os Fulano e realizou turnê internacional com o grupo em países da Europa. Em 2025, segue como diretor musical de projetos de grande relevância, como a Homenagem a Antônio Barros e Biliu de Campina, organizada pelo Estado da Paraíba.Sua trajetória reúne experiência em gravação, mixagem e masterização de álbuns, direção de shows e produção de trilhas sonoras para cinema, TV e publicidade, consolidando-se como um dos principais nomes da música regional nordestina contemporânea. No projeto será responsável pela produção radiofônica do Podcast e do álbum musical.Péricles Sobrinho – Coordenador Geral do ProjetoHomem, Cisgênero, Hétero, Negro/Preto, CasadoGestor de projetos culturais, esportivos e sociais, criador do Método GPC (Gerar, Potencializar, Catalisar). Graduado em Gestão Pública, já aprovou ecoordenou mais de R$ 5 milhões em projetos culturais via Lei Rouanet, Lei Paulo Gustavo e PNAB. Entre seus trabalhos destacam-se:. Plano Anual da Fundação Cultural de Céu Azul/PR (Rouanet 2024), no valor de R$ 1,7 milhão.. 9o Festival Iê Viva a Amazônia – Rondônia, aprovado pela Rouanet.. Coordenação de diversos livros, festivais e álbuns aprovados pela Lei Rouanet em SP, RO e PR.. Produção e consultoria de projetos patrocinados pela CAIXA, BASA, CORREIOS e CCBB.Será responsável pela coordenação geral do projeto, incluindo elaboração da proposta, o acompanhamento da execução orçamentária, além da elaboração de relatórios e prestação de contas.Carol Terra – Produtora ExecutivaMulher, Cisgênero, LGBTQIAP+, Negra/Parda, Solteira Cantora, compositora e produtora cultural, cofundadora do Coletivo Mina Livre e idealizadora do Festival AFROntamento. Possui experiência na produção de festivais, feiras e congressos musicais e culturais em Rondônia, Paraíba e São Paulo. Entre seus trabalhos, destacam-se: . Livro “Mãe aos 15 – Maternidade, Música e Resiliência”, aprovado no Programa Rouanet Norte. . Shows “Carol Terra Canta o Afrontamento”, aprovado no Paraná via Política Nacional Aldir Blanc. . Festival AFROntamento, aprovado em Rondônia, valorizando a cultura afro-brasileira. . Produção de eventos de grande porte como o Campus Festival (PB). Será responsável pela produção executiva, incluindo coordenação logística nas viagens interação com lideranças locais e supervisão do conteúdo artístico e cultural durante toda a execução do projeto.Lucídia Rocha - Gestão de Mídias DigitaisMulher Cisgênero, Negra/Parda, PcD (PIDC), Casada Lucídia Calixto Rocha Sobrinho (Belo Horizonte/MG, 1981) é cantora, compositora, produtora cultural e gestora de mídias sociais, com mais de 20 anosde atuação artística. Ao longo de sua trajetória, realizou mais de 300 apresentações em igrejas, festivais e eventos culturais, consolidando-se comointérprete e artista gospel independente. Entre 2022 e 2024, atuou como vice-presidente da Fundação Cultural de Céu Azul/PR, onde coordenou eventoscomunitários e culturais de grande alcance, como o Espetáculo de Encerramento da Fundação, que reuniu mais de 260 participantes. Também esteveenvolvida na produção de festivais, cantatas e mostras musicais, exercendo funções de direção de palco, cerimonial e gestão de redes sociais. Foicontemplada em editais da Lei Paulo Gustavo (2023), com a produção dos videoclipes Maravilhosa Graça e Amor Incondicional, reafirmando suacapacidade de execução de projetos culturais aprovados em mecanismos de fomento público. Participou ainda de eventos como o Festival Afrontamento(RO, 2022), o Festival Pratas da Casa (PR, 2023/24) e o DVD Correria da artista Sarah Soul (PR, 2025), atuando em produção, marketing e comunicaçãodigital. Atualmente, é CEO da Rocha Mídias, empresa especializada em comunicação e gestão de mídias sociais, ampliando sua atuação comoestrategista de marketing cultural. Sua experiência combina arte, gestão e produção, com destaque para a execução de projetos que unem música, fé efortalecimento da cultura local.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.