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O Movimento Boca de Brasa - FGM 40 anos tem o objetivo de enaltecer a potência da Periferia. O evento envolverá atividades transversais, explorando a potência da iniciativa enquanto espaço de trocas entre artistas de diversos territórios soteropolitanos e diversos níveis em suas trajetórias. Em 2026, o evento terá em sua programação, painéis, atividades formativas, apresentações artísticas, shows e feira de economia criativa, potencializando a diversidade e criatividade das comunidades periféricas. Ao destacar a riqueza inventiva das periferias ao longo dos anos, o Festival pretende envolver os aspectos social, empreendedor e inovador atrelados às diversas linguagens artísticas. Traremos também a Exposição "Eu Sou Boca de Brasa há 40 anos" que será estruturada como forma de pôr em evidência o programa e promover a valorização da memória do Boca de Brasa. A exposição será composta por fotografias, vídeos, objetos e espaço imersivo, destacando a potência da cultura comunitária.
O Movimento Boca de Brasa chega à sua nona edição em 2026, celebrando os 40 anos da Fundação Gregório de Mattos (FGM) e reafirmando o protagonismo da periferia como centro pulsante da criação cultural soteropolitana. Com o tema “As Batalhas da Periferia”, o Festival mergulha no universo das batalhas de SLAM, Hip Hop e Cultura Ballroom, linguagens que sintetizam resistência, inovação, diversidade e resistência da juventude negra soteropolitana.O evento acontece no Quarteirão das Artes, ou seja, espaços simbólicos da cidade: Teatro Gregório de Mattos (exposição Eu sou Boca de Brasa no foyer e espetáculos na sala de espetáculos), Centro Cultural Barroquinha (teatro e palco de música no pátio), Café Teatro Nilda Spencer e Boca de Brasa Centro (oficinas). A programação inclui painéis, atividades formativas, apresentações artísticas, shows e feira de economia criativa, promovendo trocas entre artistas de diferentes territórios e trajetórias, do emergente ao consolidado.Ao longo de suas ações, o Festival evidencia o impacto social, empreendedor e inovador das expressões periféricas, fortalecendo a economia criativa e a diversidade cultural. Como destaque, será apresentada a Exposição “Eu Sou Boca de Brasa há 40 anos”, composta por fotografias, vídeos, objetos e experiências imersivas, em homenagem ao legado do programa e à memória das comunidades que o alimentam.Mais do que um festival, o Movimento Boca de Brasa é um espaço de encontro, celebração e reconhecimento da potência criativa das periferias de Salvador, onde a arte se afirma como símbolo, cidadania e valor econômico.
OBJETIVO GERALRealizar um festival de arte integradas, focado na Cultura Periférica de Salvador, que valorize os resultados criativos das Escolas Criativas Boca de Brasa e que incentive o intercâmbio entre os territórios, e o empreendedorismo, por meio da feira de economia criativa, das formações, dos painéis e palestras acerca do tema, durante os dias de evento.OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar três (3) dias de festival, com 1 mostra artística com os alunos e egressos das Escolas Criativas Boca de Brasa (mostras do territórios) e artistas convidados. A mostra contemplará obras das áreas das artes cênicas, música, artes integradas e artes visuais. Sua estrutura é composta Abertura e Shows - serão 03 shows de médio porte.Realizar uma (1) feira de economia criativa composta por uma exposição e comercialização de produtos criativos (moda, design, gastronomia, artesanato, etc) e por um espaço para networking e circulação de empreendedores criativos vindos das periferias de Salvador e vinculados ao Programa Boca de Brasa.Realizar uma (1) Exposição "Eu Sou Boca de Brasa há 40 anos" que será estruturada como forma de pôr em evidência a história do programa e promover a valorização da memória do Boca de Brasa atrelada à memória da própria Fundação. A exposição será composta por fotografias, vídeos, objetos e espaço imersivo, destacando a potência da cultura comunitária.Realizar dois (2) painéis e debates com artistas periféricos e gestores culturais.Realizar no mínimo três (3) oficinas com artistas, gestores, professores e fazedores da cultura.
A Fundação Gregório de Mattos _ FGM é uma fundação cultural mantida pela prefeitura da cidade de Salvador. Foi criada em 1986 e seu nome homenageia o poeta do Brasil colonial Gregório de Mattos.A FGM está vinculada à Secretaria de Cultura e Turismo. É responsável por formular e executar a política cultural do Município do Salvador e ainda, pela administração de espaços culturais soteropolitanos, como o Café Teatro Nilda Spencer, a Casa do Benin, a sala Nelson Maleiro, o Teatro Gregório de Mattos, o Espaço Cultural da Barroquinha, além das Bibliotecas Nair Goulart, Denise Tavares e Edgard Santos. É presidida pelo produtor e diretor teatral Fernando Guerreiro.O programa Boca de Brasa foi criado em 1986, e tornou-se um importante mecanismo para fomento da cultura na periferia e no centro da cidade, promovendo a cidadania e incentivando as manifestações artísticas da capital baiana. O programa tem sua retomada, em novas bases, a partir de 2013, com a realização de atividades formativas e do Movimento Boca de Brasa. A partir de 2017 surgem os Espaços Boca de Brasa.Em 2023, o Programa Boca de Brasa é estruturado a partir do tripé: Espaços Boca de Brasa, Escola Criativa Boca de Brasa e Movimento Boca de Brasa.A primeira edição da Escola Criativa Boca de Brasa foi realizada em 2023, através de parceria com Organizações da Sociedade Civil, selecionadas por edital da FGM, através do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC). Em 2023, as formações aconteceram nos territórios Centro/Brotas, Subúrbio/Ilhas , Valéria e Cidade Baixa . Em 2024, aconteceram nos territórios Centro/Brotas, Subúrbio/Ilhas, Valéria, Cajazeiras, Cidade Baixa, Itapuã, Barra-pituba. Em 2025, os polos contemplados foram Cidade Baixa, Centro/Brotas, Valéria, Cajazeiras, Pau da Lima e Liberdade/São Caetano.A partir das experiências e vivências construídas ao longo da primeira edição da ECBB, foram propostos ajustes na estratégia de seleção de participantes e na metodologia, de forma a contemplar diferentes perfis de entrada e a proposição de percursos formativos que contribuam para a incubação e aceleração de iniciativas criativas e culturais.Importante ressaltar que os Espaços Boca de Brasa funcionam como epicentro de atividades regulares das Escolas Criativas Boca de Brasa e iniciativas espontâneas das comunidades. No que concerne às Escolas Criativas Boca de Brasa, elas apontam para valores criativos em arte e cultura:1- Potencialização da vocação de Salvador para o pioneirismo, inovação e diversidade cultural e criativa.2- Construção de uma cidadania participativa, em especial dentre cidadãos em situação de vulnerabilidade e exclusão social.3- Valorização da diversidade cultural nas dimensões simbólica, cidadã e econômica, corroborando com os Sistemas Nacionais de Educação e Cultura.4- Promoção e respeito aos direitos culturais na perspectiva da democracia, da cidadania cultural e da interculturalidade.5- Contribuição para a superação da segregação socioespacial, socioeconômica, racial, de gênero e orientação sexual.6- Democratização do acesso à cultura nos meios de criação, produção, circulação, distribuição e fruição de bens culturais.7- Contribuição para a promoção da acessibilidade, considerando as dimensões arquitetônica, comunicacional, metodológica, instrumental e programática.8- Integração, transversalidade e intersetorialidade de ações culturais.9- Descentralização de ações culturais com ampla abrangência de públicos.10- Participação cidadã na implementação das políticas culturais dos territórios.11- Fomento à economia criativa, ao empreendedorismo, à geração de renda e à inserção de agentes culturais e criativos no mercado de trabalho.12- Foco no fortalecimento, potencialização, sustentabilidade e atuação colaborativa de iniciativas culturais e criativas existentes nos territórios de Salvador.Para além dessa dimensão, o programa Boca de Brasa, com todas as ações que o integram, aponta uma construção metodológica de trabalho fundamentada na concepção de cultura adotada pela FGM e referenciada em documentos institucionais, articulada em três dimensões: simbólica, cidadã e econômica.Ao propormos a nona edição do Movimento Boca de Brasa, em 2026, destacamos que se trata de uma edição comemorativa dos 40 anos da FGM. O tema escolhido é "As Batalhas da Periferia", em referência às batalhas de SLAM, Hip Hop e Cultura Ballroom, que evidenciam a potência criativa, a resistência e a inovação cultural que emergem das margens da cidade e dialogam diretamente com a proposta do programa.O Festival acontece em espaços emblemáticos da cidade: no Teatro Gregório de Mattos, com exposição no foyer e espetáculos na sala de espetáculos; no Centro Cultural Barroquinha, com apresentações no teatro e um palco de música montado no pátio; no Café Teatro Nilda Spencer; e no Boca de Brasa Centro, que será o polo das oficinas. Essa configuração permite uma articulação entre linguagens artísticas, territórios criativos e espaços de memória, conectando tradição e inovação. Esse conjunto de equipamentos culturais denominamos de Quarteirão das Artes.Salvador é reconhecidamente um município com significativo potencial de cultura enquanto vetor de desenvolvimento econômico. O Movimento Boca de Brasa destaca a importância do fortalecimento e do desenvolvimento da capacidade empresarial e empreendedora das iniciativas criativas e culturais participantes, fortalecendo a dimensão econômica territorial.Estas iniciativas integram a economia criativa e é indispensável a implementação de ações que fortaleçam efetivamente a ampliação de sua renda e construam as bases da sua sustentabilidade, identificando e implementando estratégias variadas e não vinculadas exclusivamente ao apoio oriundo do poder público.Portanto, as atividades planejadas para o Movimento Boca de Brasa visam: a) Fortalecer a atuação de artistas, grupos e iniciativas culturais locais, estimulando o desenvolvimento, a qualificação, a experimentação e a inovação por meio da troca de saberes. b) Atender um público local diverso, nos territórios criativos da cidade, composto por: pessoas físicas, microempreendedores individuais, grupos ou coletivos não formalizados, pessoas jurídicas da área cultural. c) Estimular a participação da comunidade local nas ações de difusão da Rede Boca de Brasa, dinamizando os Espaços Culturais geridos por essa instituição, bem como o reconhecimento e a valorização da cultura local. d) Promover a diversidade cultural no território, com reconhecimento e valorização das diferentes expressões, identidades, saberes e modos de vida. e) Fomentar as culturas populares, identitárias e tradicionais dos territórios criativos da cidade. f) Difundir e fortalecer a produção cultural soteropolitana, por meio das mostras artísticas, em diversas áreas da cultura. g) Promover a articulação em rede e a sustentabilidade das cadeias produtivas da cultura, considerando as vocações territoriais.Assim, o presente projeto se justifica por estar alinhado, em suas diretrizes, com o Art. 1 da Lei 8.313/91, contribuindo "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Nesta edição comemorativa dos 40 anos da Fundação Gregório de Mattos, a sabedoria e a força criativa dos fazedores culturais da cidade estarão em foco, colocando à luz as vozes desses agentes que, por meio de suas ações em arte e cultura, influenciaram novas gerações e fazem permanecer tradições locais ao longo dessas quatro décadas de história da instituição.
Mostra Artística - Movimento Boca de Brasa - FGM 40 Anos :A Mostra artística voltada à difusão e circulação de obras de diversas áreas da arte, em especial de agentes culturais periféricos, ligados às Escola Criativas Boca de Brasa. A Mostra será resultado, principalmente, da continuidade do que foi gerado pelo programa Boca de Brasa, no ano de 2025Sua duração será de 3 dias de espetáculos, exposição e painéis nas áreas de:- Artes Cênicas: com espetáculos de teatro, dança, performance.- Música: com shows, concertos e encontros musicais.- Artes Visuais: com atividades de intervenções urbanas e instalações- Literatura: com saraus, lançamentos de livros, e atividades de leituras públicas.Todas as ações da Mostra Artística terão seleção, por meio de comissão constituída por profissionais de notório saber, composta por representantes de cada área artística enumerada nesse produto. Irão compor a programação:3 espetáculos de artes cênicas3 atividades na área da música1 atividade de artes visuais - exposição “Eu sou Boca de Brasa há 40 anos”.Cada atividade durará entre 2 e 4 horas.Painéis e Oficinas:Serão atividades formativas, parte da programação do Movimento, vinculadas ao programa Boca de Brasa e sua gestão criativa:- Painéis e oficinas com artistas, professores da ECCBB e gestores culturais.Durante os 3 dias de evento, faremos 2 painéis e 3 oficinas.Todas as atividades serão gratuitas.Feira de Economia Criativa: Essa atividade foi formulada enquanto uma ação estratégica de potencialização da cultura como uma atividade econômica e de geração de renda. Vinculada às formações, esta feira visa colocar em evidência o trabalho de artistas que vivem da comercialização dos seus produtos e serviços. Funcionará como uma estação de negócios e será composta por uma exposição e comercialização de produtos criativos (moda, design, gastronomia, artesanato, etc) além de um espaço para networking e circulação de empreendedores criativos.A feira ficará disposta na Rua do Couro - Barroquinha - Salvador, por toda a duração do festival. Os stands serão oferecidos gratuitamente e haverá uma seleção desses expositores.Exposição “Eu sou Boca de Brasa há 40 anos” Essa exposição terá como foco curatorial a história do Boca de Brasa que se funde com a própria história da FGM, relacionando obras e registros aos territórios.No total, serão 30 dias de exposição com exibiçõePod Potências da Periferias de obras e visitas guiadas.Durante o festival, será gravado ao vivo 1 episódio do Podcast no belo cenário do Teatro da Barroquinha. O Podcast abre espaço para um conversa sobre a potência dos chãos dos territórios periféricos, ouvindo projetos e iniciativas que trabalham com educação, cultura e negócios.
A acessibilidade, do Movimento Boca de Brasa - FGM 40 anos, está prevista nas seguintes ações:- Acessibilidade arquitetônica para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida: nos espaços de realização de todas as ações do festival serão disponibilizadas estruturas e sinalizações de facilitação do acesso.- Acessibilidade comunicacional para pessoas com deficiência visual: audiodescrição e contratação de equipe de mediação para suporte nas ações.- Acessibilidade comunicacional para pessoas surdas: Intérpretes de LIBRAS e contratação de equipe de mediação para suporte nas ações.- Acessibilidade comunicacional para autistas: utilizando recursos como a Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) e/ou Picture Exchange Communication System (PECS), além de contratação de equipe de mediação especializada para suporte nas ações.- Acessibilidade metodológica: adaptação dos materiais pedagógicos e de divulgação contemplando linguagem visual, simples e formatos virtuais dos materiais, possibilitando o uso de tecnologias assistivas.Além disso, toda a equipe do projeto receberá formação em mediação para acessibilidade cultural. As ações de formação em acessibilidade capacitarão os profissionais para criar ambientes, utilizar tecnologias e serviços inclusivos para PcDs. Estas formações terão o foco, nesse projeto, na mediação cultural para garantir a acessibilidade da pessoa com deficiência e no uso de tecnologias assistivas, preparando a equipe para aplicar os princípios da acessibilidade em diversos contextos, durante as ações do projeto. Serão oferecidas três formações preparatórias nas seguintes temáticas: 1- Conceitos e terminologias da acessibilidade2- Comunicação e Atitudes Inclusivas: focando em estratégias, comportamentos na prática da empatia e do conhecimento para reduzir as barreiras atitudinais.3. Tecnologias Assistivas.
As estratégias de democratização e acesso aos produtos culturais elencados para esse projeto serão: 1. Mostra ArtísticaA Mostra Artística buscará garantir a pluralidade, a acessibilidade e a valorização da diversidade cultural de Salvador, contemplando diferentes linguagens e diferentes territórios atendidos pelas Escolas Criativas Boca de Brasa. Ações de acesso democrático:- Gratuidade das atividades.- Intérpretes de Libras em atividades de palco.- Audiodescrição para espetáculos. 2. Painéis e EncontrosAções de Democratização:- Transmissão online no Youtube FGM e com acesso gratuito.- Registro em vídeo legendado e com audiodescrição disponível em plataforma digital.- Participação de estudantes, artistas independentes e comunidades com acesso gratuito.3. Pod Potência da PeriferiaAções de Democratização:- Acesso gratuito aos episódios em plataformas digitais, garantindo que o conteúdo produzido circule de forma ampla e inclusiva.- Participação de artistas, coletivos e lideranças comunitárias dos territórios criativos de Salvador, com foco em suas narrativas, trajetórias e saberes.- Tradução em Libras e legendagem de episódios selecionados, promovendo a acessibilidade comunicacional.- Registro e memória do Festival e do programa Boca de Brasa, com entrevistas, debates e relatos de experiências.4. Feira de Economia CriativaAções de acesso e inclusão:Participação gratuita para empreendedores de diferentes territórios de Salvador- Incentivo à presença de mulheres, juventude periférica e artesãos tradicionais, em especial, comunidade negra, PcDs, LGBTQIAPN+, quilombolas e povos originários.- Espaço acessibilidade comunicacional e arquitetônica para pessoas com deficiência.Estratégias Gerais de Democratização e Acesso1 - Gratuidade em todas as atividades.2 - Acessibilidade comunicacional – Libras, audiodescrição, legendas e materiais em linguagem simples.3 - Plataforma digital – transmissão online e registro audiovisual do projeto.As estratégias de democratização e acesso aos produtos culturais elencados para esse projeto serão: 1. Mostra ArtísticaA Mostra Artística buscará garantir a pluralidade, a acessibilidade e a valorização da diversidade cultural de Salvador, contemplando diferentes linguagens e diferentes territórios atendidos pelas Escolas Criativas Boca de Brasa. Ações de acesso democrático:- Gratuidade das atividades.- Intérpretes de Libras em atividades de palco.- Audiodescrição para espetáculos. 2. Painéis e EncontrosAções de Democratização:- Transmissão online no Youtube FGM e com acesso gratuito.- Registro em vídeo legendado e com audiodescrição disponível em plataforma digital.- Participação de estudantes, artistas independentes e comunidades com acesso gratuito.3. Pod Potência da PeriferiaAções de Democratização:- Acesso gratuito aos episódios em plataformas digitais, garantindo que o conteúdo produzido circule de forma ampla e inclusiva.- Participação de artistas, coletivos e lideranças comunitárias dos territórios criativos de Salvador, com foco em suas narrativas, trajetórias e saberes.- Tradução em Libras e legendagem de episódios selecionados, promovendo a acessibilidade comunicacional.- Registro e memória do Festival e do programa Boca de Brasa, com entrevistas, debates e relatos de experiências.4. Feira de Economia CriativaAções de acesso e inclusão:Participação gratuita para empreendedores de diferentes territórios de Salvador- Incentivo à presença de mulheres, juventude periférica e artesãos tradicionais, em especial, comunidade negra, PcDs, LGBTQIAPN+, quilombolas e povos originários.- Espaço acessibilidade comunicacional e arquitetônica para pessoas com deficiência.Estratégias Gerais de Democratização e Acesso1 - Gratuidade em todas as atividades.2 - Acessibilidade comunicacional – Libras, audiodescrição, legendas e materiais em linguagem simples.3 - Plataforma digital – transmissão online e registro audiovisual do projeto.
Talita Costa é gestora cultural e educadora com ampla experiência em cultura, educação e tecnologias. Mestra em Educação e Contemporaneidade pela UNEB, tem MBA em Bens Culturais pela FGV, é especialista em Projetos Sociais e Culturais pela UFRGS e graduada em Administração, atua como Gerente de Projetos Especiais na Fundação Gregório de Mattos e professora na Universidade SENAI CIMATEC. Desde 2012 colabora com o Instituto Casa Via Magia em projetos de economia criativa, memória e arte-educação. Ao longo da carreira, coordenou iniciativas como Bahia Criativa/ SECULT BA, Mercado Cultural, em Salvador e projetos vinculados ao PNUD em Brasília. Publicou obras e materiais didáticos sobre gestão da cultura, economia criativa, patrimônio, corpo e diversidade, e realizou conferências e cursos em âmbito nacional e internacional. Sua trajetória integra arte, inovação e diversidade, sempre em diálogo com políticas públicas e processos de educação e cultura. No projeto, será a responsável pela assessoria estratégica de gestão e articulação entre as gerências responsáveis pelo desenvolvimento do projeto na FGM . Talita é uma pessoa PcD, foi diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), é especialista no estudo das relações entre metodologias e acessibilidade para pessoas autistas, o que agrega valor a esse projeto. Equipe FGM Júlio Marques - Gestor e consultor com foco de atuação em Economia Criativa, Políticas Culturais, Empreendedorismo e Negócios Sociais, possui vinte e sete anos de experiência dispondo de soluções e pesquisas para empreendedores, empreendimentos, segmentos artísticos, territórios criativos e políticas públicas voltadas para a cultura e empreendedorismo social, no primeiro, segundo e terceiro setor. Com formação em Comunicação Social/ RRPP (UNEB) e Pós-graduação em Produção Cultural e Mídia (UNIJORGE), apresenta também certificações em: Economia da Cultura; Elaboração de Planos Municipais de Cultura; Empretec; Sustentabilidade, criação e dinamização de redes e mobilização de recursos para a cultura; Gerenciamento de Projetos; Ferramentas de Gestão para o 3º Setor; Gestão Colaborativa e Produção Multimídia. Enquanto docente, ministrou aulas de Introdução às Políticas Públicas e Gestão Cultural no Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Dança, na Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia, além de ministrar, na capital, interior e outros estados, diversos cursos voltados para a formação e capacitação de empreendedores, gestores e líderes socioculturais. De 2010 a 2018, esteve credenciado ao SEBRAE, na área de Desenvolvimento Setorial – Cultura, incluindo atendimento especializado do setor audiovisual. Responsável pela modelagem e formatação do Projeto Qualicultura (convênio firmado com a SECULT/ BA) em 2011, bem como do aditivo do projeto em 2012, atuou também nos programas Áity Incubadora Criativa (convênio firmado com a SECTI/BA) e Territórios Criativos. Em 2020 foi credenciado enquanto parecerista da Secretaria Especial da Cultura para análise e pareceres de projetos culturais cadastrados no âmbito da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Foi membro da Comissão de Monitoramento e Avaliação do Edital de Ações Continuadas 2017-2020 (Programa de Apoio a Ações Continuadas e Instituições Culturais) na condição de representante da Sociedade Civil. Atualmente é Chefe da Assessoria Estratégica de Gestão da Fundação Gregório de Mattos (FGM). Vagner Rocha é doutor em Estudos Étnicos e Africanos pela UFBA, mestre em Cultura e Sociedade, especialista em Gestão Cultural e graduado em Produção Cultural. Sua dissertação sobre o ofício das baianas de acarajé foi finalista no Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade (IPHAN, 2013) e subsidiou a pesquisa do premiado documentário "Àkàrà, no fogo da intolerância" (2020). Há mais de 15 anos estuda as relações entre comida, religião e cultura em Salvador-BA, especialmente questões ligadas à culinária afro-baiana, religiões de matriz africana e patrimônios imateriais, como o ofício das baianas de acarajé e a festa de Santa Bárbara. Atualmente, está Diretor de Patrimônio e Equipamentos Culturais da FGM. No projeto, atuará na coordenação geral, sem remuneração prevista em planilha orçamentária, por ser funcionário público, coordenando todas as frentes de execução. Vagner é um homem negro e atua na manutenção da memória afro-diaspórica em suas investigações acadêmicas e trabalhos artísticos. Talis Castro, atual Gerente de Artes e Fomento da Fundação Gregório de Matos, é impulsionado pela paixão pela atuação, a comunicação, a direção artística e a gestão cultural. Ao longo de sua trajetória profissional, ele atuou em diversas áreas, incluindo cultura, marketing, novas mídias e entretenimento, sempre em busca de novos desafios e na identificação de ideias, comportamentos e estilos emergentes na sociedade. No campo da gestão cultural, Talis Castro atua com foco na economia criativa e no desenvolvimento de políticas públicas eficazes para o fomento e a democratização da cultura. Sua experiência como empreendedor da economia criativa possibilitou o desenvolvimento de habilidades em gestão, negociação e liderança, ampliando sua visão sobre o mercado cultural. Desde cedo, Talis se envolveu em projetos culturais, participando de grupos e espaços, produzindo eventos e explorando as diversas linguagens artísticas. Ele gerenciou e programou festivais nacionais e internacionais, e produziu shows, espetáculos, convenções e conteúdos audiovisuais. Entre suas notáveis realizações, destaca-se a coordenação da Bahia Film Commission e a programação de conferências com o World Creativity Festival. Talis Castro dedica-se a contribuir para a construção de um cenário cultural mais dinâmico, inovador e inclusivo, que valorize a diversidade e promova a transformação social por meio da arte e da criatividade. Josiane Oliveira Guimarães Costa, 41 anos, casada, formada em Comunicação Social, com habilitação em Produção em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (jul/2008). Servidora municipal há 19 anos, lotada desde 2009 na Fundação Gregório de Mattos. Atualmente é Gerente de Promoção Cultural (GEPROC) da FGM, onde é co-responsável pela coordenação da equipe e pelos procedimentos internos da gerência, tais como confecção, formalização e tramitação de processos, execução e acompanhamento de editais, elaboração de contratos e relatórios do setor. Possui outras experiências profissionais: 09/2008 a 09/2009 – Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA) / Função: Assessoria de Comunicação; 01/2006 a 09/2009 – Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SECULT) /Função: Assistente Administrativo; 01/09 a 15/10/2005 – EP Produções Culturais /Nathalia Leal - Gerente Boca de Brasa É gestora, administradora e produtora cultural com ampla experiência na gestão pública e no terceiro setor, atuando em políticas culturais e na coordenação de equipamentos e programas culturais. Doutoranda e mestre em Cultura e Sociedade pelo IHAC/UFBA, é especialista em Gestão Cultural pelo Instituto Itaú Cultural/Universidade de Girona e em Comunicação Corporativa pela UNIFACS. Atualmente, é gerente do Programa Boca de Brasa e dos Pontos de Cultura da Fundação Gregório de Mattos, onde coordena ações formativas, editais e convênios voltados ao fortalecimento da cultura em Salvador. Já trabalhou instituições como a Fábrica Cultural, Escola de Dança da FUNCEB e a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, com atuação destacada na elaboração e execução de projetos, editais e políticas públicas para o setor cultural.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.