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PRONAC 2513336Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Raízes e Horizontes – Arte Contemporânea no Jardim

ASSOCIACAO QUANTA CULTURA
Solicitado
R$ 824,2 mil
Aprovado
R$ 824,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A mostra "Raízes e Horizontes _ Arte Contemporânea no Jardim" será realizada no Jardim Botânico de São Paulo. O projeto apresenta cinco obras site-specific de artistas de diferentes regiões do Brasil, dois selecionados por edital, que integram arte e natureza em instalações sensoriais e contemplativas, transformando o espaço em um museu a céu aberto e promovendo o acesso à arte popular contemporânea em profundo diálogo com o meio ambiente.

Sinopse

A mostra “Raízes e Horizontes – Arte Contemporânea no Jardim” é um projeto de artes visuais que transforma o Jardim Botânico de São Paulo em um museu a céu aberto, integrando arte, natureza e experiência sensorial. Realizada pela Casa da Arte Brasileira, braço da Quanta Cultura, a exposição apresenta seis obras site-specific criadas por artistas de diferentes regiões do Brasil — quatro convidados e dois selecionados por edital público — que exploram o diálogo entre criação contemporânea, meio ambiente, ancestralidade e sustentabilidade.Cada obra nasce em relação direta com o espaço natural, utilizando materiais e linguagens que potencializam a contemplação, o silêncio, o som, o toque e o olhar atento à paisagem. O público é convidado a percorrer o Jardim Botânico de forma imersiva, percebendo as obras como extensões poéticas da natureza. A exposição propõe uma reflexão sobre a presença humana no planeta e os vínculos entre arte, tempo e ecossistema, estimulando uma experiência de encontro e pertencimento.Além da mostra principal, o projeto oferece as seguintes atividades complementares:Oficina formativa “Arte e Natureza: processos de criação”, voltada a estudantes e educadores, com práticas e debates sobre arte ambiental e site-specific.Roda de conversa com artistas e curadores, aberta ao público, sobre o papel da arte contemporânea em espaços não convencionais.Visitas mediadas regulares e visitas inclusivas e sensoriais, com recursos de acessibilidade, promovendo um contato ampliado e inclusivo com as obras.Com classificação indicativa livre, a exposição busca atingir públicos de todas as idades, incentivando o olhar curioso, o aprendizado e o prazer estético. “Raízes e Horizontes” é, sobretudo, um convite à escuta da natureza e ao reconhecimento da potência criativa da arte brasileira em suas múltiplas linguagens, territórios e sensibilidades.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover o acesso democrático à arte contemporânea brasileira por meio da realização da exposição "Raízes e Horizontes _ Arte Contemporânea no Jardim", no Jardim Botânico de São Paulo, integrando arte e natureza em um museu a céu aberto que estimule a contemplação, a reflexão sobre temas sociais e ambientais e o diálogo entre artistas, público e natureza. Além disso:Valorizar e divulgar a produção de artistas contemporâneos de diferentes regiões do Brasil.Promover o acesso à arte contemporânea em um espaço de grande circulação.Estimular o diálogo entre arte e meio ambiente, fortalecendo a consciência ecológica e estética do público.Transformar o Jardim Botânico de São Paulo em um museu vivo, onde arte e natureza se encontram e se complementam.Incentivar o olhar sensível, a contemplação e a experiência artística como forma de conexão e reflexão sobre o mundo.Objetivos Específicos:Realizar uma (01) exposição ao ar livre com duração de 90 dias, apresentando seis (06) obras site-specific criadas por artistas contemporâneos brasileiros de diferentes regiões do país.Selecionar dois (02) artistas por meio de edital público nacional, garantindo transparência, diversidade regional e oportunidade para novos criadores.Produzir quatro (04) obras inéditas comissionadas diretamente pela curadoria, envolvendo artistas convidados com trajetória consolidada.Realizar oito (08) visitas mediadas (duas por semana), conduzidas por educadores capacitados para dialogar com diferentes perfis de público, sendo que quatro (04) dessas visitas serão inclusivas e sensoriais voltadas especificamente a pessoas com deficiência visual, auditiva ou intelectual, contando com recursos de tradução em Libras e materiais táteis.Oferecer 30 oficinas formativas (para 35 pessoas cada) gratuitas intitulada "Arte e Natureza: processos de criação", voltada a professores e alunos de escolas públicas do ensino médio, estimulando o aprendizado e a troca de saberes sobre práticas site-specific.Realizar 01 roda de conversa pública com artistas e curadores participantes, fomentando o diálogo sobre arte contemporânea, meio ambiente e políticas culturais.Realizar 01 evento de abertura da exposição _ com presença de artistas, curadores, imprensa e convidados.Registrar e difundir digitalmente a exposição, com produção de vídeos, fotos e textos disponibilizados no site e redes sociais da mostra, ampliando o acesso ao público que não puder comparecer presencialmente.Assegurar a gratuidade para 20% dos ingressos, destinados a escolas públicas, instituições sociais e grupos prioritários, além da manutenção da política de meia-entrada e preços populares.Atender a um público estimado de 1000 visitantes diários durante o período expositivo.Impressão de 1500 catálogos, que se configura em um importante material educativo para ampliar o acesso às informações da mostra e às suas possibilidades pedagógicas.

Justificativa

A exposição "Raízes e Horizontes _ Arte Contemporânea no Jardim" possui relevância cultural, educativa e ambiental, pois transforma um espaço natural emblemático em uma galeria de arte a céu aberto, promovendo o acesso à arte contemporânea fora do ambiente formal de um museu e incentivando o diálogo entre arte, natureza e sociedade.O projeto propõe a criação de obras site-specific de seis artistas brasileiros, sendo dois selecionados por meio de edital público, garantindo democratização do acesso aos meios de produção artística, valorização de novos talentos e diversidade regional e estética. O edital possibilitará que artistas de diferentes localidades apresentem propostas originais voltadas à ocupação de um espaço natural, fomentando a circulação de ideias e práticas artísticas que promovem reflexões sobre o meio ambiente, a ancestralidade e o papel da arte na contemporaneidade.A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet) é fundamental para viabilizar a exposição, dada a natureza não comercial do evento, bem como a necessidade de recursos para produção, transporte, montagem das obras, comunicação, acessibilidade e seleção via edital. O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da referida Lei, ao:I _ incentivar e valorizar as formas de expressão artística e cultural;II _ promover o acesso da população à cultura;III _ preservar e difundir bens e valores culturais.Em relação aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, o projeto contribui para:Inciso I _ apoiar e estimular a produção, difusão e o acesso aos bens culturais;Inciso II _ proteger as expressões culturais regionais e a diversidade artística;Inciso V _ propiciar meios para que a população em geral possa usufruir e participar da criação cultural;Inciso VII _ estimular a formação de novos criadores e a ampliação de oportunidades para artistas emergentes.Assim, o uso do mecanismo de incentivo é essencial para assegurar a realização da mostra em padrões técnicos e curatoriais adequados, garantindo qualidade artística, acessibilidade e gratuidade integral ao público. A iniciativa contribui de forma concreta para o fortalecimento da arte contemporânea brasileira, a valorização de espaços de cultura e natureza, e o acesso democrático à produção artística nacional, alinhando-se aos princípios da Lei de Incentivo à Cultura e às políticas públicas de fomento e democratização cultural.

Especificação técnica

Exposição de Artes VisuaisFormato: Exposição coletiva com seis obras site-specific (quatro artistas convidados e dois selecionados por edital).Local: Jardim Botânico de São Paulo.Duração: 30 dias de exibição.Materiais: Madeira de reflorestamento, fibras naturais, ferro, barro, elementos orgânicos e reaproveitados, tecidos, pigmentos naturais, som.Conceito Curatorial: Integração entre arte e natureza, propondo uma experiência sensorial e reflexiva sobre a relação do ser humano com o ambiente.Acessibilidade: Obras com mediação tátil, audiodescrição via QR-Codes e sinalização bilíngue (português/inglês).Classificação indicativa: Livre.Oficina “Arte e Natureza: processos de criação”Formato: Encontro teórico-prático voltado a estudantes do ensino médio e educadores de 03 escolas públicas de São Paulo.Duração: 4h cada.Conteúdo: Introdução à arte site-specific e ambiental; Criação coletiva a partir de elementos naturais; Reflexão sobre sustentabilidade e práticas responsáveis no campo da arte.Metodologia: Aula debate e exercícios práticos.Recursos: Material didático digital, ferramentas e materiais sustentáveis.Projeto pedagógico: Estimular o olhar ecológico e o pensamento criativo, aproximando arte, natureza e comunidade.Roda de Conversa com Artistas e CuradoresFormato: Encontro aberto ao público, nas dependências do Jardim Botânico de São Paulo.Duração: 2 horas.Conteúdo: Discussão sobre arte contemporânea, sustentabilidade, ancestralidade e processos de criação no espaço público.Participantes: Artistas da exposição e curadores.Objetivo: Ampliar o debate sobre o papel da arte na formação cultural e ambiental da sociedade. Visitas Mediadas e Ações de AcessibilidadeFormato: Atividades de mediação cultural presenciais e inclusivas.Duração: Durante todo o período expositivo.Equipe: Educadores e mediadores.Recursos: Audiodescrição via QR-Codes, Libras, roteiro tátil, catálogo.Objetivo: Promover o acesso de diferentes públicos, fortalecendo a democratização cultural.Catálogo da ExposiçãoFormato: Publicação bilíngue (português/inglês) em versão impressa (500 exemplares) e digital (PDF gratuito para download).Dimensões: 21 x 28 cm (formato retangular).Paginação: Aproximadamente 80 páginas.Conteúdo: Textos curatoriais e ensaios críticos; Biografias dos artistas participantes; Imagens das obras e do processo de montagem; Referências à pesquisa e reflexões sobre arte e natureza.Objetivo: Registrar e difundir nacional e internacionalmente a produção artística contemporânea brasileira, fortalecendo a memória da exposição.Distribuição: Gratuita para bibliotecas, universidades, centros culturais, imprensa e público visitante da exposição.Versão digital: Disponibilizada no site da Casa da Arte Brasileira.Documentação AudiovisualFormato: Vídeo institucional (10 min) e registro fotográfico profissional.Conteúdo: Bastidores da montagem, entrevistas com artistas e público, e cenas da exposição.Objetivo: Preservar a memória do processo a

Acessibilidade

A mostra será realizada no Jardim Botânico de São Paulo, espaço que já conta com infraestrutura acessível, incluindo banheiros adaptados, rampas de acesso, piso regular em grande parte do percurso expositivo e sinalização em áreas de circulação.A montagem das obras e o traçado da visitação serão planejados em conjunto com a equipe técnica do Jardim, garantindo fluxos de deslocamento seguros e acessíveis para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.Além da acessibilidade física, o projeto prevê os seguintes recursos de acessibilidade de conteúdo, assegurando que pessoas com diferentes tipos de deficiência possam compreender, sentir e vivenciar plenamente a experiência artística:Audioguia e audiodescrição: disponível em pontos estratégicos da exposição via QR Code, com descrições detalhadas das obras, da ambientação e das intenções poéticas dos artistas.Sinalização com textos em fonte ampliada: aplicados nos painéis de apresentação e legendas das obras, garantindo leitura adequada para pessoas com baixa acuidade visual.Legenda descritiva: os vídeos e registros audiovisuais produzidos para a exposição contarão com legendas descritivas, possibilitando a compreensão por pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Visitas mediadas inclusivas: realizadas por educadores capacitados para atender grupos com diferentes necessidades. Haverá visitas mediadas específicas para públicos com deficiência auditiva, visual e intelectual, incluindo visitas sensoriais, nas quais será possível tocar materiais de referência utilizados nas obras e explorar elementos sonoros e táteis da mostra.Formação da equipe: todos os profissionais envolvidos na mediação e produção participarão de uma capacitação em acessibilidade, garantindo um acolhimento sensível, respeitoso e preparado para a diversidade do público. A equipe de educadores inclui pessoas com deficiência (PCD).

Democratização do acesso

Buscando garantir ampla democratização de acesso à mostra, o ingresso será vendido a valores populares, seguindo a política de meia-entrada conforme a legislação vigente e com a reserva de 20% dos ingressos gratuitos destinados a públicos prioritários, como estudantes de escolas públicas, instituições sociais, idosos, pessoas com deficiência e comunidades do entorno.A equipe de produção e educadores inclui pessoas com deficiência e pessoas LGBTQIAPN+.Além da visita espontânea do público, serão implementadas ações formativas e de mediação voltadas à ampliação do acesso e à aproximação entre público e artistas:Visitas mediadas: realizadas semanalmente por educadores e mediadores culturais, oferecendo ao público a oportunidade de compreender o processo criativo, o conceito curatorial e o diálogo das obras com o ambiente natural do Jardim Botânico. Oficina “Arte e Natureza: processos de criação”: voltada a estudantes de escolas públicas, a oficina propõe reflexões e práticas sobre o conceito de site-specific, sustentabilidade e uso de materiais naturais, incentivando o pensamento crítico e o fazer artístico em diálogo com o meio ambiente.Roda de conversa com artistas e curadores: aberta ao público, promovendo troca de saberes sobre os desafios e potências da arte contemporânea em espaços não convencionais.Registro audiovisual e difusão digital: o projeto contará com vídeos e fotografias documentais disponibilizados no site e nas redes sociais dos envolvidos, ampliando o alcance da mostra para pessoas que não possam visitá-la presencialmente.Essas ações promovem a formação de público, o diálogo entre arte e meio ambiente e o exercício da cidadania cultural, assegurando que a programação permaneça democrática, acessível e de interesse público, ampliando o alcance social e educativo da exposição.

Ficha técnica

A Quanta Cultura é uma produtora especializada em idealização, planejamento e execução de projetos culturais, educativos e artísticos nas áreas de artes visuais, literatura, audiovisual e cultura popular. Atua com foco na valorização da diversidade cultural brasileira, na democratização do acesso à arte e na formação de público.No projeto “Raízes e Horizontes – Arte Contemporânea no Jardim”, a Quanta Cultura será responsável pela produção executiva e coordenação geral, abrangendo as seguintes atividades:Elaboração e acompanhamento do cronograma geral;Planejamento orçamentário e gestão financeira;Contratação de equipe técnica e artística;Produção e acompanhamento do edital de seleção de artistas;Supervisão de montagem e desmontagem das obras;Coordenação de ações de acessibilidade, mediação e oficinas;Assessoria de comunicação e difusão digital;Elaboração de relatórios e prestação de contas.Equipe e principais participantes:Joana Germani - Coordenação de Produção. Desde 1999 atua como produtora cultural e diretora, trabalhando em eventos e produtos culturais nas áreas da música, artes plásticas, circo, literatura, festivais, cinema e vídeo, participando desde a concepção dos projetos até sua execução. É produtora dos músicos Ale Carmani, João Arruda, João Bá, dos artistas plásticos Geraldo Porto e Antônio Roseno de Lima (A.R.L.), e de eventos como Arreuní, Casarão das Violas, Roda de Mestres, dentre outros. Além de sua própria empresa de produção cultural, a Joana Germani Produções, fundada em 2001, Joana é co-diretora da Quanta Cultura, especializada em criar experiências de arte, como o Just So Brasil, Festival Quanta Cultura, Festival Aviva, Fabuloso Festival de Histórias, Mundo Munduruku, entre outros.Maíra Gama - Direção Artística. Atua no gerenciamento de criação, adaptação de materiais e montagem; gerenciamento da equipe criativa, mídia e imprensa; educativo e ações paralelas. Formou-se em Artes Plásticas pela UNICAMP e trabalhou como arte educadora antes de entrar para a área da Propaganda e, depois, na área de Produção Cultural. É uma das fundadoras da Quanta Cultura, que atua na criação, programação e produção de eventos culturais desde 2012. Na Casa da Arte Brasileira faz, desde 2018, o trabalho de catalogação, organização e iniciativas de difusão das obras do acervo.Amanda Grispino - Produção. Professora, arte-educadora e atelierista, atuou na CEI Baroneza de Limeira, uma das maiores escolas públicas em educação infantil do Brasil, à frente dos projetos de Arte e Cultura - com 800 crianças entre 2 e 6 anos de idade. Teve quatro projetos escolhidos na Jornada Pedagógica da Prefeitura de São Paulo, entre eles: A cultura africana e afro-brasileira na educação infantil e As Interações e Brincadeiras como princípios para a ação pedagógica nas Unidades Educacionais. É Educadora Social, desenvolveu projetos no terceiro setor, mobilizando famílias e organizações na construção de comunidades educadoras, criando e potencializando propostas coletivas e de inclusão. Formação em História da Arte, na Pinacoteca. Atualmente, leciona no Ateliê de duas escolas privadas em São Paulo, promovendo sessões artísticas com crianças de 3 a 10 anos de idade, considerando os aspectos estéticos, éticos e políticos, para construção de processos que possam integrar o pensar e o fazer na infância. Idealizadora do Projeto Ateliê Itinerante na Aldeia Tekoa Pyau, de etnia Guarani, levando aos bebês e as crianças do território indígena, ações e contextos imersivos para acessar as múltiplas linguagens das Artes – acolhendo a rica cultura Guarani. Realiza mensalmente, encontro com crianças e jovens em diversas organizações não governamentais, com o projeto Ateliê e Literatura para Florir. Produz eventos culturais para crianças e jovens participando de editais abertos em São Paulo, é contadora de histórias, apaixonada por cultura da infância e pesquisadora de literaturas infanto-juvenis.Artistas pré-selecionados:Azol - Artista visual formado em Cinema e Artes Gráficas nos Estados Unidos, Azol dirigiu curtas-metragens e produziu programas para TVs como Manchete, Bandeirantes e Globo. Atuou com publicidade, criação de conteúdo digital e produção de vídeos institucionais. Trabalha de forma multidisciplinar, dialogando com pintura, escultura, colagem, mural, videoarte, literatura e fotografia. Desde 2016, integra o grupo de estudos de arte no ateliê de Sérgio Fingermann, aprofundando suas pesquisas visuais. Realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior (França, EUA e Nações Unidas), além de feiras internacionais em Paris e Nova York.Sua série “O sertão virou mar”, com curadoria de Marcus Lontra, circula por importantes espaços culturais, como o Centro Cultural Correios (RJ), Cais do Sertão (Recife), Sobrado Dr. José Lourenço (Fortaleza) e Pinacoteca Potiguar (Natal).Possui obras em acervos do Centro Cultural Correios (RJ), Pinacoteca Potiguar (RN), Funcarte (Prefeitura de Natal) e Sistema FIERN. Em 2020, recebeu diploma comemorativo da Academia de Ciências, Letras e Artes de São Paulo.Geraldo Porto - Artista plástico, curador e professor doutor pela UNICAMP, Geraldo Porto é um dos nomes de destaque da arte contemporânea brasileira. Iniciou sua trajetória em 1966, aos 16 anos, quando foi selecionado por Mário Schemberg para o Primeiro Salão de Arte Moderna da Juventude de São Paulo, realizado na inauguração do Museu de Arte Contemporânea de Campinas.Participou de exposições em importantes instituições, como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e o Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, além de realizar curadorias para espaços culturais de grande relevância.Sua pesquisa sobre o fotógrafo Antonio Roseno de Lima foi publicada na Suíça e amplamente divulgada na imprensa brasileira. Em sua produção recente, Porto investiga o diálogo entre técnicas tradicionais e linguagens digitais, expandindo os limites da pintura e da imagem contemporânea.Francisco Graciano - Escultor e pintor autodidata, Francisco Graciano Cardoso (Juazeiro do Norte, 1965) é um dos grandes nomes da arte popular brasileira contemporânea. Filho do mestre Manuel Graciano, referência da arte do Cariri cearense, Francisco transformou suas experiências de vida no sertão — marcadas pelo trabalho precoce e pela relação com a pedra e a natureza — em força criativa e expressão artística singular.Sua obra transita entre escultura em madeira e pedra, pintura e objetos simbólicos, expressando o universo do povo nordestino com poesia, religiosidade e crítica social. Reconhecido em diversos circuitos culturais, Francisco é presença constante em exposições e feiras de arte popular no Brasil e no exterior, consolidando-se como um representante autêntico da produção artística do Cariri.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.