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PRONAC 2513355Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Plural LAB - Tecnologias, Audiovisual e Novas Narrativas

CINEMA NOSSO
Solicitado
R$ 1,06 mi
Aprovado
R$ 1,06 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2027-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

É um projeto gratuito de formação técnica e artística que une audiovisual, games e cultura digital a reflexões sobre gênero e diversidade. Voltado a jovens periféricos, oferece oficinas, mentorias e apoio pedagógico, culminando na criação de curtas-metragens, jogos e conteúdos digitais apresentados em mostras. A iniciativa promove inclusão produtiva, fortalecimento identitário e circulação de novas narrativas na economia criativa. Além de estimular o pensamento crítico e o trabalho colaborativo, conectando os participantes a oportunidades no setor criativo. Assim, contribui para o desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais essenciais à inserção profissional e à autonomia juvenil.

Sinopse

Classificação etária: A partir de 18 anos

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a formação técnica, crítica e emocional de jovens periféricos nas áreas de audiovisual, games e cultura digital, a partir de discussões de gênero, incentivando a construção de novas narrativas.Objetivos Específicos:Produto principal - FormaçõesPercurso formativo de cinema - 120h horas - Gratuito para todos os alunosPercurso formativo de produção de jogos - 160 horas - Gratuito para todos os alunosPercurso formativo de comunicação e cultura digital - 120 horas - Gratuito para todos os alunosProduto secundário - Workshops/ oficinas5 Workshops de empreendedorismo e gestão de carreira - Gratuito para todos os alunos10 Oficinas sobre temas variados - Gratuito para todos os alunosProduto secundário - Mostra Final/ Evento1 maratona de produção - Gratuito para todos os alunos1 Mostra Final - Gratuito para todos os alunos

Justificativa

O projeto Plural LAB nasce com o propósito de fomentar a inserção de jovens periféricos na economia criativa, oferecendo formação técnica e cidadã em diálogo com temas como gênero, diversidade e território. A iniciativa reconhece que a representatividade e a pluralidade de vozes no campo da cultura e das tecnologias criativas são essenciais para o fortalecimento de uma sociedade democrática e inclusiva.A discussão de gênero é um dos eixos centrais do projeto, uma vez que ainda há fortes desigualdades na distribuição de oportunidades e na ocupação de espaços de poder entre homens e mulheres. Segundo o Think Olga (2023), as mulheres, especialmente as mulheres negras, seguem enfrentando sobrecarga de trabalho e de cuidados, além de insegurança econômica. Ao mesmo tempo, os homens são socializados a reprimir emoções e vulnerabilidades — 73,2% relatam ter sido ensinados a não demonstrar fragilidade, e mais de 75% afirmam lidar com distúrbios emocionais (Instituto PdH + Zooma, 2019). Discutir gênero, portanto, é também abrir espaço para o diálogo sobre as diferentes formas de existir, expressar-se e criar.No campo audiovisual, essa desigualdade se expressa de maneira contundente. Apesar de as mulheres representarem 51% da população brasileira, sua presença em cargos de liderança no cinema nacional é significativamente menor. Segundo dados do site Melhores Filmes (2022), apenas 21% dos filmes brasileiros lançados foram dirigidos exclusivamente por mulheres. Já a Forbes Brasil (2023) mostra que elas ocupam apenas 22% das funções de direção, roteiro, produção, edição e cinematografia nos 250 filmes de maior bilheteria do país.O Plural LAB surge para, através da educação não formal, promover formações no campo criativo e atuar como um espaço de reflexão social. Por meio de oficinas, mentorias e apoio de desenvolvimento pessoal, os participantes são capacitados para criar filmes, jogos e conteúdos digitais, culminando em mostras de suas produções.Todas as atividades oferecidas estão alinhadas com nossa proposta político pedagógica baseada na metodologia de ensino STEAM, que prioriza um processo educacional e formativo onde todos contribuem e participam de forma ativa na construção de um conhecimento coletivo, baseado em competências e habilidades, bem como na construção de um protótipo que visa buscar soluções para problemáticas sociais.O uso da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) é essencial para a execução do projeto, garantindo que o acesso à formação, equipamentos, mentorias e oportunidades de difusão cultural seja totalmente gratuito e acessível. O apoio de empresas permitirá a realização de um projeto que devolve à sociedade impacto social, promovendo inclusão, diversidade e cidadania por meio da arte e tecnologia.O projeto se enquadra nos incisos I, II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que estabelecem como finalidades da política nacional de cultura:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Além disso, serão alcançadas as finalidades do Art. 3º, da referida forma:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;A proposta se enquadra no art.18 da Lei n.º 8.313/21.Art. 18. Com o objetivo de incentivar as atividades culturais, a União facultará às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, tanto no apoio direto a projetos culturais apresentados por pessoas físicas ou por pessoas jurídicas de natureza cultural, como através de contribuições ao FNC, nos termos do art. 5o, inciso II, desta Lei, desde que os projetos atendam aos critérios estabelecidos no art. 1o desta Lei. § 1o Os contribuintes poderão deduzir do imposto de renda devido as quantias efetivamente despendidas nos projetos elencados no § 3o, previamente aprovados pelo Ministério da Cultura, nos limites e nas condições estabelecidos na legislação do imposto de renda vigente, na forma de: (Incluído pela Lei nº 9.874, de 1999)a) doações; e (Incluída pela Lei nº 9.874, de 1999)b) patrocínios. (Incluída pela Lei nº 9.874, de 1999)§ 2o As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real não poderão deduzir o valor da doação ou do patrocínio referido no parágrafo anterior como despesa operacional. (Incluído pela Lei nº 9.874, de 1999)§ 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: a) artes cênicas; b) livros de valor artístico, literário ou humanístico; c) música erudita, instrumental ou regional; d) exposições de artes visuais; e) doações de acervos para bibliotecas públicas, museus, arquivos públicos e cinematecas, bem como treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos para a manutenção desses acervos;f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual; eg) preservação do patrimônio cultural material e imaterial. (Incluída pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)h) construção e manutenção de salas de cinema e teatro, que poderão funcionar também como centros culturais comunitários, em Municípios com menos de 100.000 (cem mil) habitantes. i) produção ou coprodução de jogos eletrônicos brasileiros independentes, bem como formação de profissionais do setor.

Estratégia de execução

As ações formativas serão realizadas em formato de aulas, laboratório prático e oficinas, combinando aprendizado técnico, criação coletiva e experimentação artística. A programação será organizada em ações:Ação 1 - Formações: Cinema de Ficção e Cinema Documental;Ação 2 - Laboratórios: jogos e cultura digital;Ação 3 - Oficinas, workshops técnicos e mentorias de gestão de carreiras, empreendedorismo, gestão financeira, debates sobre diversidade, gênero e território e suporte socioemocional;Ação 4: Mostra Final - Evento presencial com o lançamento dos produtos culturais produzidos pelos alunos durante os cursos formativos.Durante o processo, os participantes serão estimulados a desenvolver projetos autorais que dialoguem com suas vivências e contextos, os produtos finais a serem entregues serão relacionados ao percurso formativo pelo qual passaram. Assim:Percurso formativo de cinema - Entrega de filmes curta metragem; Laboratórios: Entrega de jogos digitais, produtos e projetos digitais;Todas as atividades serão totalmente gratuitas e abertas à participação de jovens periféricos, priorizando a equidade de gênero, raça e território.

Acessibilidade

A Acessibilidade está no cerne das ações do Cinema Nosso, que além de realizar os projetos de Formação Audiovisual, também executa o Cinema Inclusivo, projeto que há 10 anos traz sessões de cinema com bate papo para crianças em situação de vulnerabilidade social, e com transtorno de espectro autista, e adultos com algum tipo de deficiência ou transtorno mental. Assim, nossa preocupação é sempre atender aqueles que possuem algum tipo de limitação ao acesso à linguagem do cinema, seja como público, seja como produtor e buscamos oferecer as ferramentas necessárias para que esse acesso seja viável.Também é importante ressaltar que o Cinema Nosso, em sua sede, dispõe em seu primeiro andar uma sala de cinema com rampas de acesso a cadeirantes, bem como um banheiro totalmente adaptado, permitindo também a alunos que tenham alguma limitação em mobilidade, o acesso às aulas. Neste caso, realizamos nossas atividades, prioritariamente em nosso primeiro andar.Serão adotadas as seguintes medidas:ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: legendagem de todos os produtos audiovisuaisACESSIBILIDADE PARA PESSOAS CADEIRANTES: Rampa de acesso e banheiro adaptado no andar térreo da instituição, onde está localizada a sala de cinema

Democratização do acesso

- Para o produto principal O acesso será feito através de inscrição em formulário da própria instituição Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 27 da IN nº 01/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal - Para as oficinas e workshops O acesso será feito através de inscrição em formulário da própria instituição Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 27 da IN nº 01/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativoSerão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal

Ficha técnica

Mércia BrittoCoordenação geral - responsável pela gestão do processo decisório do projetoDoutoranda em Governação, Conhecimento e Inovação na Universidade de Coimbra (FEUC). Mestre em Intervenção social, Inovação e Empreendedorismo na Universidade de Coimbra (Portugal). Graduada em Serviço Social pela UERJ. Sócio-fundadora e diretora executiva do Cinema Nosso. Faz parte da equipe de consultores em Economia Criativa do Sebrae/RJ e na In.Esdi - Incubadora de Empresas de Design da Esdi/Uerj. Atua com movimentos sociais e audiovisual desde 1997, membro da plataforma internacional de gestores culturais, Proyecta Cultura desde 2004.Natalia Capano Coordenação de produção Formação em Relações Internacionais pela PUC-RIO, mestrado em Direitos Humanos pela Universidade de Padova, na Itália, e MBA em Gerenciamento de Projetos. Com mais de 10 anos de experiência em gerenciamento de projetos, trabalhou com projetos desafiadores e adquiriu habilidades, como resolução de conflitos, coordenação de eventos e parcerias com órgãos governamentais e internacionais.Samanta Guimarães NatalinoGestão de projetoLicenciatura em Artes (Candido Mendes), Mestrado em Educação, Contextos Contemporâneos e Demandas (UFRRJ) e Doutorado em andamento em Arte e História da Arte (UERJ). Professora com experiência na área de Pedagogia, com ênfase em Aprendizagem, alinhamento com a BNCC. Atua com coordenação de projetos.Ariadne NascimentoAdministração Pós-graduação em andamento em Planejamento Financeiro na UERJ, Graduação em Ciências Contábeis Universidade Gama Filho - Contadora com CRC ativo e mais de 20 anos de experiência na área financeira e administrativa. Expertise em execução orçamentária, prestação de contas, conciliação bancária e controle de custos. Passou por empresas como Marmoraria Aki, Skafe Cosméticos e Jota Contábil. Fernanda Magalhães AdministraçãoGraduada em Administração de Empresas - experiência sólida nas áreas administrativa e financeira, experiência em projetos incentivados (Lei Rouanet, ICMS), orçamento, conciliação bancária e gestão de contratos. Passou por cargos de gerência em associações e empresas como LS Serviços e AfroReggae, com forte atuação em controle orçamentário e fluxo de caixa.João TavaresProdutor audiovisualFormado em Cinema pela Estácio de Sá. Trabalha como produtor, editor e educador sempre na linha Cinema e Educação, tem experiência com edição e curadoria, realiza atividades cineclubistas e oficinas com os alunos na rede pública.Isabel RodriguesCoordenação de projeto ou de Diversidade e RaçaLicenciada em Pedagogia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Foi educadora popular em um programa de complemento escolar para crianças do Morro do Sapo, no Complexo da Mangueirinha. Participou de projetos de pesquisa e extensão, incluindo "Central de Produção Multimídia Kaxinawá" e a iniciação à docência no "Canal Laborav: Televisão, Educação e Periferia", produção de conteúdo audiovisual.Tiana do Espírito Santo Assistente de ProjetoFormada em Cinema Documentário (Cinema Nosso), Produção de Filmes e Séries Módulo Teórico (ABC Cursos de Cinema) e Criação de Podcast (LAB CN) - Dirigiu o curta Pedagogias da Navalha, premiado e exibido em festivais. Experiência com projetos culturais, produção executiva, monitoria de turmas e comunicação digital.Helena Freire Coordenadora de Comunicação Profissional de Comunicação e Relações Públicas com ampla experiência em comunicação corporativa, marketing digital, assessoria de imprensa e responsabilidade social. Atua como Coordenadora de Comunicação no Cinema Nosso. Passou por instituições como COOPAMA, Instituto Onda Azul, S.O.S. Vida e Petrobras. Especializada em gestão de marca, endomarketing, eventos e relacionamento comunitário. Naionminy MouraAssistente de Comunicação Formação em andamento em Comunicação e Mídia (UFF), atuando como Assistente de Comunicação no Cinema Nosso e Produtora na Leopoldina Hip Hop. Formanda em Estudos de Mídia pela UFF, com experiência em gestão de redes sociais, SEO, produção de conteúdo e assistência em direção de arte para audiovisual. Passou pelo IBGE como Agente Censitária, desenvolvendo habilidades em organização e liderança Caio Renan Borba.Fotógrafo e Filmmaker Experiência com fotografia e filmagem. Faz a comunicação audiovisual do projetoPaloma Cristina Lima SantosEducadora Atuou como educadora de áudio em módulos dos cursos promovidos pelo Cinema Nosso desde 2021, já tendo atuado nos projetos LAB CN, Hackaton, Game Jam Delas e Super Hacka Kids. É sound designer e mestranda em música pela UFBA.Quézia LopesEducadoraArte-educadora, cineasta e pesquisadora em cinema negro curta-metragista contemporâneo. Mestre em Cinema e Audiovisual pelo PPGCine-UFF. Licenciada e Bacharela em Cinema e Audiovisual (UFF). Pesquisa subjetividades de mulheres negras no cenário curta-metragista negro brasileiro por meio do cinema como escrevivências negras e femininas. Professora Regente na formação em Cinema de Ficção da escola Cinema Nosso (RJ). Oficineira nos ciclos de Oficinas de Práticas Pedagógicas Antirracistas do NEAB-UERJ, organizadas pela professora Sônia Santos (UERJ).Daiane SouzaEducadoraRoteirista, escritora e professora mestra em História Social pela UFF. Pesquisa e escreve sobre as trajetórias das pessoas negras. Possui 2 curtas-metragens produzidos por leis de incentivo (Lei Paulo Gustavo), a saber, “Da Janela” e “ Fogo nos Macacos”, além do desenvolvimento em co-autoria de um longa metragem de animação. Participou de salas de roteiro de séries de TV na produtora Pródigo para Paramount Plus e na produtora Cinefilm para a Star Plus, foi uma das roteiristas da série "Americana". Teve a série documental “Seta: Caminhos Possíveis” produzida pela ActionAid disponível no Futura/Globoplay e no YouTube o programa de entrevistas “Alô: Narrativas Negras para a Infância” da Solo, projeto incentivado pela Lei Aldir Blanc/RJ.Keila BorgesEducadoraSupervisiona e coordena projetos na fase de pós-produção atuando desde a etapa de desenvolvimento ou pré-produção. Atuou em dezenas de projetos de produtoras e casas de finalização como a Conspiração, Hungry Man, Zola, Gullane, Ocean Films, DotCinema, na produtora Kromaki para a Netflix. Dá aulas de pós e contribui em projetos de educação audiovisual. Pedro Tomaz EducadorAutônomo criativo com mais de 12 anos de experiência em marketing, design, audiovisual, produção de jogos digitais, 3D, UX/UI; todas aplicadas às metodologias ágeis como SCRUM para as sprints do projeto, oferecendo raspagem de dados, análises e insights para ações preeminentes.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.