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O Festival Arco-Rires realiza, em São Paulo, uma mostra de humor com stand-up, esquetes, humor drag e rodas de conversa em dois espaços (um teatro e uma externa com telão), reunindo mais de 20 artistas, visando alcançar até 1000 pessoas. A programação ocupa um dia inteiro com 4 oficinas gratuitas pela manhã, 2 rodas de conversa e pelo menos 20 apresentações à tarde/noite. Haverá intérpretes de LIBRAS no palco, materiais acessíveis e preços populares com cotas gratuitas.
O Arco-Rires é um festival que celebra a genialidade da comédia produzida por artistas LGBTQIAPN+, reunindo linguagens diversas — stand-up, esquetes, humor drag e rodas de conversa — em uma experiência curada para provocar riso, reflexão e conexão.Mais do que um evento, o festival é um encontro afirmativo e festivo, que amplia o palco para que identidades e estilos próprios brilhem, criando um espaço de visibilidade, pertencimento e celebração da diversidade.Em um único dia de programação, o público poderá vivenciar apresentações de grandes nomes da comédia LGBTQIAPN+, descobrir novos talentos e participar de atividades formativas, como oficinas e debates sobre o humor contemporâneo.O Arco-Rires propõe um formato inovador, que integra entretenimento, formação e impacto social, reafirmando o humor como uma poderosa linguagem de expressão da comunidade LGBTQIAPN+ no Brasil.
OBJETIVOS GERAISVisando se tornar referência na comédia LGBTQIAPN+ no Brasil, objetiva-se anualmente realizar (e com este projeto dar início à sua 1a edição) o Festival Arco-Rires em São Paulo, no fim de semana anterior à Parada, com diversidade de atrações de humor (stand-up, esquetes, humor drag e rodas), contrapartidas formativas, acessibilidade e política de preços populares, gerando impacto social e cultural, afirmando a comédia como linguagem legítima de expressão da comunidade LGBTQIAPN+.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. Realizar a 1a edição de um festival anual em São Paulo, com duração contínua de 1 dia.2. Realizar 20 ou mais apresentações de artistas da cena cômica LGBTQIAPN+3. Realizar 3 intervenções com DJs durante o evento4. Realizar 4 oficinas gratuitas5. Realizar 2 rodas de conversa
O Festival Arco Rires nasce para celebrar e amplificar o talento da comunidade LGBTQIAPN+ na comédia, reunindo artistas com identidades próprias, estilos singulares e um repertório criativo que contribui para tornar o humor brasileiro mais plural. A proposta reúne artistas já consolidados junto de iniciantes na cena com o propósito de gerar intercâmbio de saberes, novos negócios e parcerias. São desses encontros, com artistas reunidos, que nascem novos projetos, ideias, cenas, retroalimentando a cena cultural. Já o público, este terá a oportunidade de conhecer nomes em ascensão, ao mesmo tempo em que prestigia grandes referências do humor LGBTQIAPN+, regado à representatividade e à liberdade artística. A escolha do calendário — fim de semana anterior à Parada — potencializa o alcance sem diluir a proposta artística, favorecendo formação de plateia e diversidade de públicos.Ocupando uma lacuna do circuito: o humor produzido hoje por artistas LGBTQIAPN+ ainda circula de forma fragmentada e com pouca curadoria dedicada. O festival organiza, em um único dia e duas áreas, formatos variados de comédia (stand-up, esquetes, humor drag e rodas), o que amplia a experiência do público e qualifica a cena ao promover encontro entre nomes de referência e artistas emergentes.O Festival Arco Rires dá seu primeiro passo com o objetivo de se consolidar como um marco anual de referência para o humor LGBTQIAPN+, impulsionando carreiras, ampliando a visibilidade da produção artística da comunidade. Evidentemente que um evento desta magnitude não se garante com bilheteria. Muito menos ao visar garantir acessibilidade, contratações formais, estrutura técnica e preços populares. Assim sendo, a Lei 8.313/1991 vem a ser o instrumento mais adequado, assegurando viabilidade financeira, planejamento antecipado e difusão, com contrapartidas e métricas (ocupação, perfil, uso de acessibilidade, registros). O projeto atende o Art. 1º: I (acesso), II (valorização da produção artística nacional), III (difusão), IV (pluralidade de expressões) e IX (priorização do produto cultural brasileiro); e cumpre o Art. 3º: II.c (realização de espetáculo de artes cênicas em mostra/evento) e I.c (ações formativas). Resultado: circulação, renda e visibilidade para artistas e técnicos; público ampliado; e registro público (clipping, pesquisa e relatório) que fortalece edições futuras e patrocínios responsáveis.Justificativa do conteúdo para o segmento de públicoConteúdos e formatos foram pensados para jovens e adultos (16+), público LGBTQIAPN+ e aliados, habituados a linguagens digitais e presenciais de humor. A combinação stand-up / esquetes / humor drag / DJs / rodas oferece portas de entrada variadas: quem busca riso imediato encontra stand-up; quem prefere criação cênica acessa esquetes teatrais e drag-comedy; quem quer contexto e reflexão leve participa das rodas. A acessibilidade (LIBRAS nas falas/mediações definidas, materiais em alto contraste, áudio-sinopse por QR, entrada antecipada e assentos reservados) garante fruição a diferentes perfis. A política de preços populares e cotas gratuitas amplia o alcance territorial e social. Em calendário estratégico (véspera da Parada), o festival forma plateia e fortalece repertório de humor plural sem abrir mão de qualidade técnica e artística.
Proposta Curatorial — Festival Arco-RiresO Arco-Rires nasce como um encontro de comédia em muitas vozes, feito por artistas LGBTQIAPN+. A curadoria parte de um princípio simples: diversidade é método. O festival organiza, num único dia, diferentes linguagens cômicas — stand-up, esquetes e humor drag — em diálogo com DJs e rodas de conversa, para que o público circule entre formatos, descubra novos nomes e se reconheça no palco e na plateia. Programar aqui é criar condições de pertencimento: ritmo, acolhimento e qualidade artística em primeiro plano.Recorte e objetivo. Selecionar trabalhos autorais de humor produzidos por artistas LGBTQIAPN+ brasileiros, combinando headliners e revelações em uma mesma experiência. O recorte contempla pluralidade estética, territorial e geracional, com especial atenção a artistas fora do eixo tradicional de circulação, sem abrir mão de acabamento técnico e potência de palco. A experiência do público orienta escolhas de duração, ordem e transições: blocos vivos, mediações curtas e DJs que mantêm a energia nas viradas.Critérios de seleção. As propostas serão avaliadas por força autoral e domínio de linguagem (texto, tempo, presença), qualidade cênica e técnica, pertinência ao recorte LGBTQIAPN+, diversidade de trajetórias (raça, gênero, território), viabilidade operacional no desenho do festival e aderência ao ambiente acolhedor do evento. Não buscamos uniformidade de tom; buscamos coerência de cena e capacidade de se comunicar com plateias diversas. Propostas que incluam esquetes dirigidas, comicidade drag e misturas de formato terão atenção especial, para ampliar repertório muito além de stand-up tradicional.Metodologia curatorial. A seleção combina convite a três headliners e chamada dirigida para artistas de “tamanhos” variados. A curadoria analisa materiais enviados (link de vídeo, release, ficha técnica) e o histórico recente de apresentações. Para emergentes, dá-se preferência a vídeos com plateia real. A grade final alterna nuances de humor (observacional, físico, musical, deboche drag, roteiros curtos dirigidos), evita blocos redundantes e assegura tempo de palco suficiente para que cada artista mostre seu melhor recorte.Formação e pensamento. Quatro artistas convidados ministram oficinas ligadas às suas especialidades, publicadas após a confirmação da curadoria para manter aderência real ao perfil de cada docente. Duas rodas de conversa tratam de temas como contexto e responsabilidade do humor, circulação e mercado, e processos criativos que cruzam drag e comédia. A formação buscará ser prática e aplicável, sem perder a leveza do encontro.Acessibilidade e acolhimento como premissa curatorial. A programação explicita, por atividade, os recursos de acessibilidade (interpretação em LIBRAS nas falas e mediações definidas; materiais de comunicação em alto contraste com legenda; áudio-sinopse por QR), com calendário público no site. A ordem de show considera acessibilidade na operação de palco e o fluxo do público, com entrada antecipada e assentos reservados para PcD e acompanhante, mapas de rota acessível e recepção instruída. A política de banheiro inclusivo e a identificação opcional de pronomes fazem parte do desenho de experiência, não de um apêndice.Equilíbrio artístico e técnico. Cada bloco tem objetivos claros de ritmo e variedade. A cenografia é funcional; o desenho de luz e som privilegia inteligibilidade e agilidade de troca. DJs entram como costura dramatúrgica do dia — abertura, viradas e encerramento —, mantendo a energia do evento sem competir com o palco. A mediação é breve, objetiva e conversa com o clima do bloco.Transparência e integridade. A curadoria registra critérios, justificativas de escolha e eventuais impedimentos éticos (conflito de interesse), preservando artistas e instituições. O que move o festival é qualidade e diversidade, não o patamar de fama. A comunicação evita sensacionalismo e prioriza informação útil ao público: horários, acessibilidade, preços populares e cotas gratuitas.Resultados esperados. Para o público, uma experiência contínua de riso e reconhecimento, sem rupturas bruscas de tom. Para os artistas, visibilidade qualificada, registro profissional de palco (foto/vídeo) e oportunidades de conexão com pares e contratantes. Para a cena, uma referência anual de comédia em chave plural, que forma plateia e atualiza o repertório do humor brasileiro.Princípios e Pilares CriativosOs objetivos do Arco-Rires nascem de certos princípios: fortes linguagens no palco, diversidade na curadoria, experiência para o público e efeito, visibilidade e valorização de carreira para artistas. Cada pilar está presente nas entregas da programação criada para o evento, na operação e na entrega e divulgação dos resultados durante a pós-produção.1) Riso (linguagem e método)Humor como ferramenta de expressão e diálogo com públicos diversos. Estará presente na curadoria com múltiplos subgêneros (stand-up, esquetes, drag-comedy, improviso), variação de tempos de palco e blocos com mediação ágil para manter ritmo e acessibilidade de cada linguagem.2) Diversidade (forma e conteúdo)Pluralidade de corpos, trajetórias e estéticas e de formatos cômicos. Serão possíveis de se verificar no line-up com headliners e revelações, recortes territoriais e diferentes linguagens da comicidade.3) Conexão & Pertencimento (experiência)Ambiente seguro para que o público se sinta pertencente. Para isso, DJs nas viradas para manter energia, área externa com telão e pontos de encontro, política de banheiro inclusivo; mediações curtas que busca (sempre na comicidade) aproximar plateia e palco.4) Descoberta e carreiraVitrine para novos nomes na cena e sustentabilidade para trajetórias sólidas. Assim será em um espaço dedicado a artistas emergentes, com registro profissional (foto/vídeo) e workshops/mesas voltados à prática de mercado (negociação com casas, persona cômica, escrita de set, direção de esquetes).Mensagem centralArco-Rires: riso como linguagem, pluralidade como repertório e público no centro da experiência.A risada é certa. O deboche, mais ainda.O Arco-Rires convida o público a experimentar a potência criativa da comédia LGBTQIAPN+ em um espaço onde o riso vira encontro e afeto, onde a variedade de cada artista aproxima as diferenças em um lugar seguro para rir e ficar.
O evento contará com 02 áreas de apresentação: teatro e área externa. A programação do teatro e área externa serão intercaladas de hora em hora, sendo que dois tipos de ingressos serão comercializados, um para cada setor. A diferença é que os ingressos “teatro” terão acesso à área do teatro, enquanto o ingresso “área externa” terá acesso somente à área externa, que contará com telão e transmissão dos shows do teatro. Além dos shows, o festival contará com praça de alimentação, área de socialização e pontos de foto.Programação:09h - 12h: oficinas de atuação, estruturação de cenas e rodas de conversa 15h - 22h: apresentações e atividades O evento contará com mais de 20 artistas na programação.Beneficiários do produto e forma de seleçãoBeneficiários diretos: público de até 1.000 pessoas nas atividades artísticas (teatro e área externa), participantes das 4 oficinas gratuitas (turmas de 40 pessoas/oficina, conforme espaço), e público mais amplo de 150 pessoas para cada uma das 2 rodas de conversa (acesso livre mediante inscrição). Beneficiários indiretos: artistas e técnicos contratados (visibilidade, registro profissional e networking), além da rede de parceiros comunitários.Seleção do público: ingressos via venda on-line e bilheteria física, com meia-entrada legal, 10% de ingressos populares (até R$ 40) e 10% de cotas gratuitas destinadas a ONGs/parceiros (ex.: Casa Florescer, Coletivo Arouchianos) e listas afirmativas para pessoas trans e não binárias. As oficinas e rodas terão inscrição gratuita por formulário simples, com confirmação por ordem de chegada e reserva de vagas para públicos prioritários (pessoas trans e não binárias, PcD, estudantes de escolas públicas).Seleção dos artistas: curadoria mista (convite de 3 headliners e seleção de 17 artistas por chamada dirigida), observando diversidade de linguagem, território e trajetória. DJs (3) definidos pela curadoria, equilibrando perfis e tempos de palco. Mediadores e convidados das rodas indicados pela curadoria conforme temas.
O projeto visa sua realização na Cinemateca Brasileira, no bairro da Vila Mariana em São Paulo, que já possui elevador de acessibilidade, vagas para cadeirantes e banheiros acessíveis. Caso, por falta de pauta a produção selecione outra locação, sua seleção exigirá rampas/elevadores de acesso, banheiros adaptados, assentos reservados e sinalização clara de rotas acessíveis. O site publicará o calendário de recursos por atividade. Haverá interpretação em LIBRAS nas falas, oficinas e mediações definidas; Para pessoas com deficiência visual, disponibilizamos áudio-sinopse por QR (1–2 min, gravação da equipe, hospedagem não listada). A sinalização e os cards digitais usarão alto contraste e fontes ampliadas, e todos os vídeos de divulgação sairão legendados. No dia do evento, garantimos entrada antecipada e assentos reservados para PcD e 1 acompanhante, com orientação pela recepção. Cada local terá mapa com rota acessível (PDF/PNG: entrada → foyer → plateia → banheiros), validado em visita técnica.
Geral_10% dos ingressos serão destinados à projetos sociais parceiros, como Casa Florescer e Coletivo Arouchianos, e também através de listas afirmativas para pessoas trans e não binárias. 10% dos ingressos serão colocados à venda com preços populares, até R$ 40,00, garantindo a oportunidade de pessoas de baixa renda acessarem o evento. Cotas de ingressos respeitando às normas de meia entrada.Contrapartidas sociais_Contratação e treinamento de pessoas trans em parceria com o projeto TransForma, da TransEmpregos. 4 Oficinas gratuitas, que serão selecionadas pela curadoria; 2 Rodas de conversa e bate papos gratuitosFornecimento de material profissional de foto e vídeo para artistas em ascensão Sustentabilidade_Comunicação prévia sobre sustentabilidade Coletores específicos para diferentes tipos de resíduosTriagem in loco Logística reversa em parceria com cooperativas e/ou projetos de destinação correta Eliminação de plástico de uso único
Diretor geral: Guga RahnerCom 20 anos de experiência no mercado de entretenimento LGBTQIAPN+, Guga Rahner tem na bagagem produção e co-produção em 08 países, foi gestor da maior operação de turismo LGBTQIAPN+ do Brasil entre 2009 e 2018, participou como voluntário no Winter Party Festival (Miami), foi head de operação do Réveillon Segredos (único evento LGBTQIAPN+ do Brasil a conseguir o selo Lixo Zero), idealizador do projeto TikTok Drag Sync, atendeu marcas em projetos de diversidade como Absolut, Calvin Klein e Havaianas e como palestrante foi convidado no GNETWORK360 em Buenos Aires, participou do painel sobre mercado LGBTQIAPN+ no Brazil Music Conference e é criador da plataforma papo de efeito, onde palestrou em empresas como Odontoprev e Suntory Brasil, além de ministrar aulas sobre design de experiência com a empresa On Stage Lab. Atualmente é gestor da agência efeito, especializada no mercado LGBTQIAPN+, produtor artístico da agência Fishfire e ocupa uma das cadeiras do Comitê de Cultura do grupo UMAUMA. Dennis Vianêz – Proponente / Direção de Produção Produtor cultural e sócio-fundador da Cuco Agência, com mais de 15 anos de experiência em eventos e projetos culturais. Responsável por produções de grande porte como Jazz Mansion e Drag Brunch Brasil, unindo música, performance e experiências gastronômicas em formato imersivo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.