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"Araras Vermelhas" é um curta-metragem de animação de aproximadamente 15 minutos baseado na obra daescritora pernambucana Cida Pedrosa. Inspirado em sua poesia, o projeto adota a forma de documentário animadoutilizando a técnica de cut-out e recorte digital, transformando a palavra em imagem. A narrativa revisitamemórias históricas, culturais e políticas da década de 1970 e da Guerrilha do Araguaia, focando nas trajetórias dehomens e mulheres que lutaram por transformação social e se tornaram mártires. Ao iluminar personagensanônimos e esquecidos, o filme presta homenagem à resistência e à esperança sob o olhar de uma Amazônia emchamas.
Araras Vermelhas" é um documentário em animação curta-metragem que entrelaça memória, história e resistência. Através de cinco cantos poéticos, o filme revisita memórias de infância e acontecimentos da ditadura militar no Brasil, explorando experiências de resistência política, cultural e afetiva. Com uma narrativa que combina imagens de arquivo, animação e recortes sonoros, a obra traça um diálogo entre passado e presente, revelando os impactos da repressão e a força da memória coletiva. Um mergulho sensível e político na história do país, guiado por uma linguagem visual e sonora que emociona e instiga reflexões.Público-alvo:Faixa etária 10 anos.O curta é direcionado a jovens, adultos e educadores interessados em reflexões sobre história, memória, cultura e política. Além disso, será uma importante ferramenta para escolas e universidades que desejam abordar a Guerrilha do Araguaia e a história recente do Brasil de forma inovadora.Araras Vermelhas" é um documentário em animação média-metragem que entrelaça memória, história e resistência. Através de cinco cantos poéticos, o filme revisita memórias de infância e acontecimentos da ditadura militar no Brasil, explorando experiências de resistência política, cultural e afetiva. Com uma narrativa que combina imagens de arquivo, animação e recortes sonoros, a obra traça um diálogo entre passado e presente, revelando os impactos da repressão e a força da memória coletiva. Um mergulho sensível e político na história do país, guiado por uma linguagem visual e sonora que emociona e instiga reflexões. Público-alvo: Faixa etária 10 anos. O curta é direcionado a jovens, adultos e educadores interessados em reflexões sobre história, memória, cultura e política. Além disso, será uma importante ferramenta para escolas e universidades que desejam abordar a Guerrilha do Araguaia e a história recente do Brasil de forma inovadora.
Objetivo GeralCriar uma obra que resgate e preserve um capítulo pouco explorado da história brasileira, transformando a poesiade Cida Pedrosa em uma narrativa animada capaz de dialogar com diferentes gerações sobre autoritarismo,resistência, utopia e memória ambiental.Objetivos Específicos- Adaptar o poema Araras Vermelhas para um roteiro audiovisual que mantenha a potência poética e histórica daobra original.- Utilizar a técnica de cut-out e recorte digital para recriar, de forma estilizada, os cenários, personagens eeventos ligados à Guerrilha do Araguaia e à Amazônia ameaçada.- Combinar trilhas sonoras históricas — Beatles, Rolling Stones, Chico Buarque e Ferreira Gullar — a um desenho desom imersivo que evoque o contexto cultural e político da época.- Provocar reflexões sobre memória, violência de Estado, destruição ambiental e busca por justiça social, por meiode uma abordagem sensível e visualmente impactante.- Realizar ampla circulação do filme em festivais, cineclubes, plataformas públicas e comunitárias de exibição,fortalecendo o acesso democrático à obra.
A realização de Araras Vermelhas depende do apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), pois trata-se de uma obra de relevante interesse público, cujo tema —apesar de fundamental para a formação histórica e cidadã — não encontra espaço nos circuitos comerciais de audiovisual. O projeto se enquadra nos incisos I e III do Art. 1º da referida lei, por estimular a produção e a difusãocultural brasileira e por proteger e valorizar a memória, a identidade e a pluralidade cultural do povo brasileiro. Além disso, atende aos objetivos do Art. 3º, especialmente nos incisos I, II e IV, ao contribuir para a formaçãocultural da sociedade, facilitar o acesso da população aos bens culturais e estimular a produção de conteúdos que promovam reflexão crítica e fortalecimento da cidadania. Assim, o incentivo fiscal não representa apenas umafonte de financiamento, mas o reconhecimento da arte como ferramenta de preservação da memória e construção democrática.
A Guerrilha do Araguaia é um dos episódios mais emblemáticos e silenciados da história recente do Brasil. Envolvendo jovens idealistas que sonhavam com um país mais justo, o movimento foi brutalmente reprimido pelo regime militar, resultando na morte e no desaparecimento de dezenas de combatentes. Apesar de sua relevância histórica, o tema ainda recebe pouca atenção na educação formal e na cultura popular, permanecendo restrito a círculos acadêmicos e políticos.O curta-metragem de animação Araras Vermelhas surge como uma resposta a essa lacuna, utilizando a poesia de Cida Pedrosa como fio condutor para recontar essa história sob um viés sensível e artístico. A escolha da técnica de animação cut-out e recorte digital possibilita uma abordagem visual rica e metafórica, resgatando imagens fragmentadas do passado e reconstruindo a memória coletiva de um período marcado pelo autoritarismo, mas também pela resistência.Além disso, a obra dialoga diretamente com a necessidade de preservação da memória histórica e do direito àverdade, fundamentais para evitar que os erros do passado se repitam. Ao trazer uma trilha sonora que percorre Beatles, Rolling Stones, Chico Buarque e Ferreira Gullar, a animação não apenas situa o espectador na atmosferadas décadas de 1960 e 1970, mas também estabelece conexões entre a cultura, a política e os movimentos de contestação da época.A produção de Araras Vermelhas se justifica, portanto, pela sua contribuição à difusão da memória da Guerrilha doAraguaia, oferecendo um meio acessível e envolvente para a compreensão da história nacional. O curta não apenas resgata personagens esquecidos, mas também reitera a importância da arte como ferramenta deresistência e de construção de futuros possíveis.
Filme em Animação – Documentário “Araras Vermelhas”Duração: 15 minutos (aproximada, podendo variar conforme edição final)Formato: HD digital (1920x1080), 16:9Técnica: Animação 2D, stop motion, cut out, rotoscopia e recortes de imagens de arquivoMaterial: Arquivos históricos, imagens de acervo pessoal, narrações, trilha sonora originalProjeto pedagógico: O filme será acompanhado de guia educativo que propõe debates e reflexões sobre memória,ditadura militar, resistência política e cultura nos anos 1970. Indicado para escolas, universidades e espaçosculturais.Exibição e DifusãoFormato: Festivais, sessões em escolas, universidades, centros culturais e plataformas digitaisMaterial: Projeção em tela ou streaming, acompanhamento do guia pedagógicoProjeto pedagógico: Mediação com debates, análise crítica e produção de conteúdos educativos complementares,promovendo reflexão sobre memória, história e cidadania
1. Acessibilidade Comunicacional (garantia de acesso ao conteúdo audiovisual para todos os públicos)Legendagem Descritiva (Closed Caption - CC): O média contará com legendas para surdos e ensurdecidos (LSE),garantindo acesso à narrativa, diálogos e informações sonoras importantes.Audiodescrição (AD): Versão do filme com audiodescrição, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visãocompreendam as cenas e a ambientação visual.Libras: O filme terá uma versão com interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras), ampliando o alcancepara a comunidade surda.2. Acessibilidade Arquitetônica (facilitação do acesso físico às exibições presenciais e oficinas educativas)Salas de Exibição Acessíveis: As sessões presenciais serão realizadas em espaços com infraestrutura acessível,incluindo rampas, elevadores e assentos reservados para PcD.3. Acessibilidade Atitudinal (sensibilização e formação para ampliar a inclusão na cultura e no audiovisual)Treinamento da Equipe: Formação da equipe do projeto sobre inclusão e atendimento a pessoas com deficiência,garantindo acolhimento adequado nas exibições e oficinas.Parcerias com Instituições de Inclusão: Contato com associações e coletivos voltados para PcD, promovendo aexibição do curta em espaços voltados para inclusão social e cultural.Material de Divulgação Acessível: Publicações em redes sociais e materiais promocionais com audiodescrição,Libras e formatos adaptados para leitores de tela.
O média-metragem Araras Vermelhas terá sua distribuição planejada com foco na ampla democratização de acesso, garantindo a circulação da obra para além dos espaços hegemônicos de exibição e alcançando públicos diversos emterritórios urbanos, rurais e periféricos.- Lançamento em festivais nacionais e internacionais, com foco em mostras de cinema ambiental, de direitoshumanos, memória e animação;- Exibição em cineclubes, escolas públicas, institutos federais e universidades, acompanhada de debates emateriais pedagógicos digitais de livre reprodução;- Parcerias com TVs públicas e privadas (TV Brasil, TV Cultura, TVs universitárias e emissoras regionais),assegurando alcance em diferentes faixas etárias e regiões do país;- Disponibilização em plataformas digitais gratuitas após o circuito de festivais (YouTube, Vimeo e plataformas destreaming público como Itaú Cultural Play e SPCine Play);- Ações de circulação em territórios periféricos e escolas do campo por meio de cine-debates itinerantes emparceria com movimentos sociais e educacionais.- A comercialização comercial tradicional (como plataformas pagas ou licenciamento internacional) será adotadaapenas em etapas posteriores, sem comprometer o compromisso central do projeto com o direito de acessouniversal à memória e à arte.
Cotidiano Filmes é uma produtora audiovisual sediada em Gravatá, no agreste pernambucano, com atuação voltada para a gestão, produção e difusão de obras cinematográficas, bem como para a realização de seminários, festivais, oficinas e ações de formação.A empresa é responsável pela gestão de títulos históricos do cinema de animação pernambucano, como Vendo Ouvindo (1972) e A Volta da Asa Branca (1979), ambos dirigidos por Lula Gonzaga, além de obras contemporâneas como Ciranda Feiticeira (2023, direção de Lula Gonzaga e Tiago Delácio) e Da Boca da Noite à Barra do Dia (2021, direção de Tiago Delácio).Entre suas ações recentes, destacam-se:1. Produção da 10ª edição da MARÉ – Mostra Ambiental de Cinema do Recife (2025);2. Curso de Formação para agentes culturais no município do Cabo de Santo Agostinho – PNAB;3. Coordenação dos seminários do Pontão de Cultura Mestres dos Saberes, realizados nas cidades de Gravatá, Caruaru, Limoeiro e Glória de Goitá;4. Produção do Dia Internacional da Animação;Atualmente, a Cotidiano Filmes encontra-se em fase de produção do curta de animação O Homem Árvore e no desenvolvimento de seu primeiro longa-metragem denominado Pipipã, a partir de desenhos do animador Lula Gonzaga.Tiago Delacio (direção)É realizador audiovisual, com especialização em documentário na Escuela Internacional de Cine y TV (Cuba) e é mestre em Desenvolvimento Urbano (UFPE). Foi parecerista do edital da PNAB Piauí. É coordenador do MUCA – Museu de Cinema de Animação. Diretor dos filmes: Enraizada (8’, 2018), curta premiado sobre a capacidade de resistência de Dona Olívia; Eu o declaro meu inimigo (2’, 2019), vídeo clipe da banda Devotos do Ódio; Da boca da noite à barra do dia (18´, 2022), que recebeu premiações no 54º Festival de Brasília, no CINE PE e melhor filme no Curta Taquary e a animação; Ciranda Feiticeira (8’, 2023) com sessões na 27ª Mostra de Cinema de Tiradentes, 44º Festival de Cinema de Havana e diversos outros festivais.Cida Pedrosa (roteirista) Poeta e advogada. É autora do livro Solo para Vialejo, vencedor do Prêmio Jabuti 2020 nas categorias Livro do Ano e Livro de Poesia e do livro Araras Vermelhas, Melhor Livro de Poesia de 2022, pelo Prêmio APCA.Chia Belloto (diretora de animação)Chia Beloto é animadora, ilustradora e cineasta. Atua na direção de videoclipes, documentários e séries para TV e animações stop motion. É diretora do curta Fazenda Rosa, que levou o prêmio de Melhor Curta Brasileiro na edição 2017 e está de volta para a programação do Animage Digital. Junto a Marila Cantuária (@marilacantuaria) faz a Produções Ordinária (@producoesordinaria), produtora de filmes de animação especializada na técnica paper cut out. Chia e Marila comandam uma das oficinas da nossa programação.Bruno Cabus (direção de animação)Bruno Cabús é biólogo, educador ambiental e artista multimídia, com trajetória marcada pela integração de diversas linguagens artísticas, incluindo vídeo, fotografia, animação e esculturas. Atua na criação de projetos que unem arte e educação ambiental, promovendo consciência ecológica por meio de experiências visuais e interativas. Desenvolve animações e obras audiovisuais que exploram a relação entre natureza, cultura e sociedade. Participa de oficinas e projetos educativos, incentivando a participação comunitária e a reflexão crítica. Seu trabalho combina ciência, arte e sensibilização ambiental de forma inovadora e poética.Lula Gonzaga (consultor)Lula Gonzaga é cineasta, roteirista e pioneiro do cinema de animação em Pernambuco, nascido em Recife e Patrimônio Vivo do Estado. Iniciou sua carreira em 1970 na produtora Persin Perrin, no Rio de Janeiro, e foi um dos primeiros associados da ABD. Em 1972, dirigiu com Fernando Spencer “Vendo/Ouvindo”, a primeira animação pernambucana. Entre suas obras destacam-se “A Saga da Asa Branca” (1979), eleita pela ABCA entre as 100 melhores animações brasileiras, “Cotidiano” (1980) e “Ciranda Feiticeira” (2023). Especializou-se em animação pela CAPES/MEC, com estágios na Zagreb Film e Trik Film. Coordenou o I Encontro Nacional de Cinema de Animação (1987) e fundou a A Saga Audiovisual, o MUCA – Museu de Cinema de Animação e o ANIMACINE – Festival do Agreste.Mariana Bernardo (Produtora Executiva)Mariana Bernardo é bacharela em Cinema e Audiovisual pela UFPE e mestranda em Economia e Política da Cultura e das Indústrias Criativas pela UFRGS e Itaú Cultural. Atua como realizadora e produtora audiovisual, com destaque para os documentários Samburá 1 (2020) e Samburá 2 (2023), além do longa-metragem Sem Coração (2023). Possui experiência em produção de eventos e captação de recursos, incluindo atividades no Instituto Yandê e coordenação de mostras de cinema, como a MARÉ. É também roteirista e diretora do documentário Ser Carnaval e coordenadora de produção do documentário O Reino dos Bobos. Participa de projetos culturais e oficinas voltadas à valorização da cultura popular, como o Forró Milagreiro e a Rede de Mulheres Pescadoras.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.