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PRONAC 2513362Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Websérie: Reciclos

49.873.970 TAMARA GUERRA CUSSA
Solicitado
R$ 294,2 mil
Aprovado
R$ 294,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Produção de websérie
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Palmeiras
Início
2026-04-06
Término
2027-02-28
Locais de realização (1)
Palmeiras Bahia

Resumo

O projeto "Reciclos" propõe a produção e difusão de uma websérie documental em formato de mini documentários, com quatro episódios de até 20 minutos sobre ações de reciclagem, reaproveitamento e reflorestamento realizadas na zona rural do Vale do Capão, Chapada Diamantina, Bahia, localizada em Caeté Açu (Distrito de Palmeiras). A série apresenta pessoas negras, trans e idosas engajadas em práticas sustentáveis e será disponibilizada gratuitamente em plataformas digitais, com versões acessíveis em Libras e audiodescrição. O projeto também realizará cinema itinerante em escolas públicas e comunidades quilombolas, além de oficinas e visitas guiadas conduzidas pelos personagens, ampliando o acesso e a conscientização ambiental na região.

Sinopse

Sinopse geral “Reciclos” é uma websérie em formato de mini documentários que propõe um mergulho sensível e educativo nas práticas sustentáveis desenvolvidas por moradores do Vale do Capão, na Chapada Diamantina (BA). Em quatro episódios independentes, mas interligados, o projeto retrata histórias de pessoas que transformam resíduos, saberes e desafios em possibilidades de existência, contribuindo para um futuro mais consciente e sustentável. Vivemos um tempo de consumo desenfreado, emergência climática e produção massiva de lixo. Nesse contexto, “Reciclos” surge como uma narrativa urgente e inspiradora: um convite para olhar o mundo com mais cuidado, reconhecendo que reciclar é também reciclar o olhar, os hábitos e as formas de estar no planeta. A série apresenta pessoas com forte representatividade social: Seu Ovídio, Ju e Manoel e Seu Santinho são pessoas negras e idosas, e Vôa é uma mulher trans, cada um atuando como protagonista de seu episódio e também guiando oficinas, visitas educativas e sessões de cinema itinerante no projeto. Cada episódio aborda temas como reaproveitamento de materiais, educação ambiental, moda consciente, agroecologia e sabedoria popular, mostrando que a transformação começa nas mãos de quem acredita na possibilidade de mudar o mundo ao seu redor. A série é um convite à ação, à reflexão e à valorização de saberes locais, promovendo representatividade, inclusão e educação ambiental. Classificação indicativa: Livre Gênero: Documentário / Série educativa Formato: 4 mini documentários de 15 a 20 minutos cada Acessibilidade: legendas, intérprete de Libras e audiodescrição Distribuição: gratuita em plataformas digitais e exibições presenciais em comunidades rurais, quilombolas e escolas públicas. EPISÓDIO 1 — “DO LIXO AO LUXO” O primeiro episódio acompanha Seu Ovídio, homem negro e idoso, que construiu sua casa inteiramente a partir de materiais descartados. Latas, garrafas, madeiras e plásticos ganham novas formas em um lar que é também uma obra de arte ecológica. Seu Ovídio compartilha suas experiências e reflexões, imaginando um futuro, onde as pessoas precisarão coletar no lixo tudo o que é necessário para sobreviver — da construção à alimentação — e transformá-lo em soluções criativas para a vida cotidiana. O episódio propõe uma crítica ao modelo atual de consumo e exalta o poder das pequenas ações que podem gerar grandes transformações. EPISÓDIO 2 — “RECICLA CAPÃO” Neste episódio, conhecemos Ju e Manoel, casal negro e idoso, líderes do coletivo Recicla Capão, uma rede comunitária dedicada à gestão de resíduos e à educação ambiental. Por meio de mutirões, oficinas e campanhas educativas, a dupla mobiliza moradores, escolas e comerciantes locais, mostrando que o cuidado com o meio ambiente começa na coletividade. O episódio inclui cenas impactantes no lixão da região de Palmeiras, revelando a realidade do descarte de resíduos e a importância da atuação comunitária na transformação desse cenário. O episódio destaca a importância da organização social, da educação ambiental e da ação comunitária como pilares de uma sociedade mais sustentável. EPISÓDIO 3 — “VÔA VÊNUS” O terceiro episódio mergulha no universo criativo de Vôa, mulher trans, artista e costureira que transforma sobras de tecidos em peças de roupa e acessórios por meio da técnica de upcycling. Através da costura, Vôa tece novas narrativas sobre consumo, estética e identidade, mostrando que a moda sustentável é também uma forma de resistência política e afetiva. O episódio destaca que a indústria têxtil é uma das mais poluentes do mundo, gerando grandes impactos ambientais, e propõe uma reflexão sobre a necessidade de repensar a relação entre moda, corpo, consumo e natureza. EPISÓDIO 4 — “HORTO DE SEU SANTINHO” O episódio final acompanha Seu Santinho, homem negro e idoso, guardião de plantas nativas e medicinais do Capão. Em seu horto comunitário, ele compartilha saberes ancestrais e ensina que o cuidado com a terra é um gesto espiritual, comunitário e regenerativo. Além do cultivo de ervas para cura e culinária, Seu Santinho desenvolve ações de reflorestamento através da criação de bombas de sementes, estimulando a recuperação de áreas degradadas e promovendo a biodiversidade local. Mais do que plantar, Seu Santinho ensina a regenerar — o solo, a vida e as relações. O episódio encerra a série com uma mensagem de esperança, valorizando ciclos naturais e a sabedoria popular como ferramentas de resistência frente à crise ambiental. OFICINAS EDUCATIVAS E VISITAS GUIADAS As oficinas educativas do projeto “Reciclos” são conduzidas pelos próprios personagens da websérie e têm como objetivo estimular a consciência ambiental, o protagonismo comunitário e o aprendizado prático sobre sustentabilidade. As atividades incluem práticas de reaproveitamento de resíduos sólidos, costura criativa, upcycling de roupas e produção de materiais ecológicos, além de rodas de conversa sobre diversidade, representatividade social e economia circular. Como parte complementar das ações formativas, serão realizadas visitas guiadas ao Horto Comunitário do Vale do Capão — espaço de reflorestamento e cultivo agroecológico — e à casa “Do Lixo ao Luxo”, de Seu Ovídio, onde os participantes conhecerão experiências reais de transformação de resíduos em objetos de uso cotidiano e arte. Com metodologia acessível e inclusiva, as oficinas e visitas oferecem vivências práticas que integram saberes populares, práticas ambientais e educação criativa, promovendo a troca intergeracional, o fortalecimento das redes locais e a valorização do território como espaço de aprendizagem e pertencimento. CINEMA ITINERANTE “RECICLOS NAS ESCOLAS” O cinema itinerante leva a websérie “Reciclos” para escolas públicas e comunidades quilombolas do Vale do Capão e arredores, promovendo a democratização do acesso ao audiovisual e ao debate sobre meio ambiente e inclusão social. As exibições acontecem em espaços acessíveis e contam com monitores de apoio, versões da série com Libras e audiodescrição, além de conversas pós-sessão com os realizadores e personagens da série. Essa ação amplia o alcance do projeto, transformando o cinema em uma ferramenta de diálogo, formação e pertencimento territorial.Obs: O produto websérie tem valor total de R$238.500, o que seria 59.000 por episósio, cabendo nas leis da rouanet. Os outros custos no orçamento são referentes aos outros produtos.

Objetivos

Objetivo Geral Produzir e difundir a websérie documental "Reciclos", composta por quatro episódios sobre ações de reciclagem e reflorestamento realizadas no Vale do Capão, Chapada Diamantina/Bahia, promovendo o registro audiovisual de práticas sustentáveis e a democratização do acesso por meio de exibições gratuitas e acessíveis. Objetivos Específicos -Produzir quatro episódios da websérie "Reciclos"; -Veicular os quatro episódios da websérie "Reciclos" gratuitamente em plataformas digitais; -Apresentar medidas de acessibilidade com intérprete de Libras e audiodescrição nos quatro episódio;. -Realizar duas oficinas de reciclagem para crianças e jovens das comunidades do Vale do Capão e comunidades quilombolas com o Recicla Capão; --Realizar uma oficina de costura e upcycling para jovens da comunidade do Vale do Capão, com Voa;-Realizar uma visita guiada e educativa ao Horto Comunitário para jovens da comunidade do Vale do Capão, com Seu Santinho; -Realizar uma visita educativa à casa "Do Lixo ao Luxo", de Seu Ovídio, para jovens da comunidade do Vale do Capão; -Realizar cinema itinerante em três escolas públicas do Vale do Capão; -Realizar cinema itinerante em três comunidades quilombolas da região de Palmeiras: Tejuco, Lagoa dos Patos e Serra Negra; -Contratar uma coordenadora de acessibilidade responsável por planejar, orientar e acompanhar as ações do projeto, assegurando a participação plena de pessoas com deficiência nas exibições, oficinas e visitas guiadas.

Justificativa

O projeto "Reciclos" tem como finalidade produzir e difundir uma websérie documental que registra práticas de reciclagem, reflorestamento e sustentabilidade realizadas no Vale do Capão, Chapada Diamantina. O projeto apresenta ações educativas e culturais voltadas a comunidades rurais e quilombolas, incluindo crianças, jovens, pessoas negras, idosas e pessoas trans, promovendo inclusão social, educação ambiental e democratização do acesso à cultura.A realização do projeto depende do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei 8.313/91, pois envolve produção audiovisual, exibições públicas, oficinas educativas e ações de acessibilidade (Libras e audiodescrição), todas voltadas à promoção e difusão da cultura e educação ambiental. O financiamento público permite viabilizar a logística, a remuneração da equipe, o cachê dos participantes, materiais das oficinas e equipamentos de exibição, garantindo que o projeto seja acessível e gratuito para a população-alvo.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Inciso I _ Apoiar a produção e a difusão de obras e atividades artísticas e culturais, mediante patrocínio ou doação.Inciso III _ Incentivar a formação de público, a inclusão social e o acesso à cultura, especialmente em regiões com baixo acesso a bens culturais.Além disso, o projeto contribui diretamente para os objetivos previstos no Art. 3º da Lei 8.313/91, incluindo:Art. 3º, I _ Difundir a produção cultural, ampliando o acesso da população a obras e manifestações artísticas.Art. 3º, II _ Promover a valorização da diversidade cultural e a inclusão social, assegurando o protagonismo de grupos sociais historicamente marginalizados.Art. 3º, III _ Apoiar projetos que contribuam para educação e formação cultural, incluindo iniciativas de ensino, oficinas e atividades educativas complementares.

Especificação técnica

Produto 1 – Websérie Documental “Reciclos”Duração: Cada episódio terá entre 15 e 20 minutos, totalizando quatro episódios.Formato: Vídeo digital em alta definição (HD 1080p), com versões separadas em Libras e audiodescrição.Material: Filmagem em locações no Vale do Capão, Chapada Diamantina; captação de imagem com câmeras profissionais, microfones direcionais e equipamentos de iluminação portáteis; edição digital com softwares de pós-produção compatíveis com acessibilidade (inserção de legendas, audiodescrição e Libras).Produto 2 – Cinema ItineranteDuração: Exibição dos quatro episódios, com sessões de 20 minutos cada, totalizando 80 minutos de programação por exibição.Formato: Projeção digital em equipamentos portáteis, com suporte a Libras, audiodescrição e legendas.Material: Telão portátil, projetor, caixas de som, geradores ou fonte de energia local; cadeiras e rampas para acessibilidade física.Projeto pedagógico: Monitoria durante as sessões, com monitores treinados para apoiar pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual. Serão realizadas mediações pós-exibição, incentivando debate e reflexão sobre sustentabilidade, reciclagem e preservação ambiental.Produto 3 – Oficinas EducativasDuração: Cada oficina terá duração de 2 horas, distribuídas em encontros práticos.Formato: Oficinas presenciais de reciclagem, costura/upcycling, visitas ao Horto Comunitário e à casa “Do Lixo ao Luxo”.Material: Materiais recicláveis, tecidos reaproveitados, ferramentas de jardinagem, kits educativos adaptados para acessibilidade.Projeto pedagógico: As oficinas terão conteúdo educativo e interativo, promovendo aprendizagem prática sobre sustentabilidade e valorização de saberes locais. Monitores orientarão todos os participantes, com atenção especial a pessoas com deficiência, idosos e jovens.

Acessibilidade

A websérie documental contará com uma coordenadora de acessibilidade, profissional responsável por planejar, supervisionar e garantir a execução de todas as ações inclusivas do projeto, assegurando a participação plena de pessoas com deficiência em todas as etapas — da produção à difusão dos conteúdos e atividades formativas.A websérie “Reciclos” terá duas versões acessíveis: uma com intérprete de Libras e outra com audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Durante as exibições em formato de cinema itinerante em escolas públicas e comunidades quilombolas, as versões acessíveis serão disponibilizadas conforme a necessidade do público, assegurando total inclusão.Os espaços de exibição contarão com rampas de acesso, assentos adaptados, banheiros acessíveis e sinalização tátil, garantindo o conforto e a mobilidade de todos os espectadores. Nas oficinas educativas — de reciclagem, costura e upcycling —, nas visitas guiadas ao Horto Comunitário e à casa “Do Lixo ao Luxo”, bem como nas sessões de cinema itinerante, haverá monitores capacitados para auxiliar pessoas com deficiência intelectual, visual ou auditiva, oferecendo orientação e suporte durante todas as atividades.Os materiais de divulgação e mídias digitais do projeto também seguirão princípios de acessibilidade comunicacional: serão produzidos em formatos compatíveis com leitores de tela (PDFs acessíveis), conterão descrição textual de imagens, vídeos legendados e serão utilizadas linguagem simples e direta, favorecendo a compreensão por pessoas com deficiência intelectual.

Democratização do acesso

As ações de democratização de acesso serão centrais na proposta, garantindo que a comunidade local, especialmente as populações negras, trans, idosas e quilombolas, possam usufruir gratuitamente dos produtos culturais gerados.A forma de distribuição dos produtos será inteiramente gratuita, atendendo ao disposto no Art. 28, incisos I, IV e VI da IN nº 01/2023. Os quatro episódios da websérie serão disponibilizados livremente em plataformas digitais (YouTube e redes sociais do projeto), permitindo o acesso amplo e permanente ao conteúdo. Além disso, serão destinados à distribuição gratuita com caráter social, contemplando escolas públicas, comunidades quilombolas e instituições culturais da região, em conformidade com o inciso I do Art. 28.Como medida de ampliação de acesso (inciso IV), os episódios serão disponibilizados na internet, garantindo alcance nacional e gratuito. O projeto ainda prevê sessões de cinema itinerante gratuitas em três escolas públicas do Vale do Capão e em três comunidades quilombolas da região de Palmeiras (Tejuco, Lagoa dos Patos e Serra Negra), promovendo o acesso à obra também para populações rurais com pouco acesso à internet ou salas de cinema.Além das exibições, o projeto desenvolverá ações formativas paralelas gratuitas, nos termos do inciso VI do Art. 28, ampliando a dimensão educativa da proposta. Serão realizadas duas oficinas de reciclagem para crianças e jovens, uma oficina de costura e upcycling, uma visita guiada ao horto comunitário e uma visita educativa à casa “Do Lixo ao Luxo”, de Seu Ovídio, personagem da série. Todas essas atividades serão ministradas pelos próprios personagens retratados na websérie, fortalecendo o vínculo entre as ações registradas nos episódios e o aprendizado prático das comunidades. Assim, as pessoas que protagonizam as práticas sustentáveis também se tornam educadores ambientais, promovendo um intercâmbio de saberes e valorizando o conhecimento local.A distribuição gratuita dos episódios e as exibições públicas no formato de cinema itinerante, somadas às oficinas e visitas educativas conduzidas pelos personagens da série, representam um conjunto robusto de ações que fortalecem a democratização do acesso cultural, ambiental e social no território da Chapada Diamantina. O projeto reafirma o compromisso com a sustentabilidade, a inclusão e a valorização das comunidades rurais, cumprindo o papel de um produto cultural de interesse público e coletivo, que se alinha plenamente aos princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91).

Ficha técnica

Coordenação do projeto, diretora e roteirista Tâmara Guerra CussaProdutora sociocultural, diretora, roteirista, performer, dançarina e escritora, com atuação em projetos artísticos e culturais diversos que transitam pelas artes cênicas, pelo setor social e educativo e pelo audiovisual – tanto nos bastidores quanto em cena. Sócia-proprietária da Juá Produções Culturais, dedica-se ao desenvolvimento e à capacitação de projetos e artistas independentes, com foco especial em zonas rurais e comunidades em vulnerabilidade social. No audiovisual, foi premiada com seu primeiro documentário Histórias d’um Pé de Juá (2022), no qual atuou como diretora e roteirista. Em 2024, recebeu o prêmio de circulação Facine pelo documentário Garimpando, como produtora executiva, e dirigiu e roteirizou o curta-metragem Tra.l.ma, exibido no Festival de Cinema Facine. Ministra oficinas de audiovisual em comunidades, promovendo a formação e o acesso às linguagens artísticas. Com 25 anos de experiência na dança, estudou em instituições como UFBA, FUNCEB e Teatro Vila Velha, além do CRD (Centro de Referência da Dança) em São Paulo. Atualmente, desenvolve projetos que exploram as relações entre corpo, ecologia e cinema a partir dos conceitos de ecoperformance e ecofeminismo, com foco nas questões ambientais da Chapada Diamantina, onde reside há cinco anos e publicou o artigo como aluna especial de mestrado na área de cinema “Análise do corpo como fronteira: Uma metáfora da mulher à terra”Iury Taillan Função: Direção de arte e Edição Iury Taillan, Graduado em design, formado em Direção de fotografia e cinematografia com Alziro Barboza , ABC pela Bucareste Ateliê de cinema, Atua como Diretor e diretor de fotografia. dirigiu os clipes de Baco exu do blues, Rincon Sapiência e Attooxa (Arrastão), Melly feat Hiran e da Mc Cronista da Morro, vencedora da premiação M-V-F- Awards dos melhores videoclipes de 2019, como melhor edição, e no ano de 2021 vencemos melhor Clipe envolvendo diversidade com o clipe Shakespeare do Gueto, do rapper Ravi Lobo. fez Direção de arte da campanha de lançamento do primeiro disco do rapper soteropolitano Baco Exu do Blues “Esú” e do EP do grupo Afrocidade, como diretor de fotografia participou do projeto (Especialistas de Verão) das Havaianas e TikTok convidado Carlinhos Brown e artistas nordestinos.Victor BrasileiroCaptação e desenho de som É produtor e pesquisador sonoro baiano, com formação em Comunicação Social – Rádio e TV pela Universidade Estadual de Santa Cruz e especialização em Som para Cinema e TV pela Academia Internacional de Cinema. Atua nas áreas de captação e pós-produção de som para audiovisual e mídias sonoras, explorando o som como linguagem narrativa e elemento imersivo capaz de transmitir emoções e memórias.Com ampla experiência como freelancer desde 2012, já trabalhou em produções para cinema, televisão, web e música, incluindo a série Santo (Netflix), o videoclipe Pra Gente Acordar (Os Gilsons) e documentários como Invisíveis da Mata e Agdavi do Jeje. Também desenvolveu trabalhos em podcasts, como Elas Fazem Cidade, e ministra oficinas sobre sonoplastia e captação de som.Participou de diversos cursos e programas de formação voltados à escuta, arte sonora e práticas experimentais, como Sonoridades Contemporâneas no Audiovisual (UFBA) e formações do Festival Novas Frequências. Sua pesquisa e prática artística buscam expandir os limites da escuta, entendendo o som como meio de comunicação, criação e transformação social.Dico OliveiraTrilha sonora, mixagem e masterização Dico Oliveira é músico compositor, produtor musical, ator, narrador nascido na cidade de São Paulo. Atualmente vive no Vale do Capão/Chapada Diamantina. Iniciou seus estudos artísticos aos 12 anos de idade no Conservatório Municipal de Guarulhos onde cursou violão clássico. Desde então, se especializou em diversas áreas em busca de descobrir seu eu criador. Se formou técnico em design gráfico pela Etec Carlos de Campos em 2011. Em 2012 se formou em Áudio e Acústica no IAV - Instituto de Áudio e Vídeo. Em 2017 se formou ator pelo Indac Escola de Atores, em São Paulo.Como ator, protagonizou o longa metragem “Meio-irmão”, dirigido por Eliane Coster e ganhador de prêmios nacionais como Prêmio Petrobras de Cinema de Melhor Filme de Ficção Brasileiro, Prêmio da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) de Melhor Filme de Diretor Estreante na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2018). É narrador da biografia oficial “Lula do Brasil”, a saga “O Vampiro Rei”, “Lovecraft - Grandes Contos” e mais 6 títulos pela Storytel Brasil.Na sua trajetória profissional no áudio, trabalhou durante 8 anos em grandes estúdios de dublagem em São Paulo como Unidub, Sigma, Centauro, DPN e outros. Também é compositor de trilha original para TV, com músicas sincronizadas nos canais globo e em emissoras de países como Canadá e Alemanha. É criador de trilhas sonoras para audiolivros com destaque para “Histórias para Ninar” pela Storytel Brasil. Trabalhou para o estúdio francês Sharly Dubbing Produtions como Sound Designer/ Foley em séries internacionais. Como artista solo, Dico produziu seus singles "Ilhadela" e "Cacau com Mel", disponíveis nas plataformas digitais. Dico produziu trilhas sonoras para o documentário "Garimpando" e o Curta-metragem "TRA.L.MA"Direção de fotografia e filmagem Gessica Correia Fotógrafa e documentarista da Chapada Diamantina. Me dedico a registrar e valorizar a rica cultura da minha região através de fotografias artísticas, documentais e audiovisuais.filmmakerfotografia de eventos, retrato, editorial, artística, documental e paisagem. 2016 – 2023 Criação de roteiroDireção e criação de documentários“Anos Luz” 2024Garimpando | Minidoc - Garimpo em Palmeiras - Ba 2024Criação de webdocs para a secretaria de Turismo e Cultura da cidade de Palmeiras/Ba Dedicada à fotografia de pessoas pretasDedicada à fotografia artística de criançasEnsaios artísticos da banda Yaya MassembaCobertura do projeto - Samba na feira com Yaya Massemba em SeabraCobertura do projeto - Samba na feira com Yaya Massemba no Vale do CapãoEnsaio artístico para o projeto GamelaEnsaio editorial da marca MURIEnsaio editorial da marca DADÁCobertura da 1 e 2 edição da feira preta em PalmeirasCobertura da 1 e 2 edição da feira preta no Vale do Capão 2022– 2023fotógrafaAuxiliar de FotógrafoSegunda câmera na cobertura fotográfica de eventos como casamentos, festas e outras celebrações2022 – 2023Coordenação de produção Rony Cácio Rony Cácio. Ator formado pela UFBA, agitador cultural, produtor, poeta, costureiro, modelista e bordadeiro formado pela Escola de Moda da Secretaria de Serviço Social do Estado de São Paulo.Coordenadora de acessibilidade Jéssica Lacerda - Paraibana, tradutora intérprete de Língua de Sinais, colaboradora da CAPNE no IFBA campus Seabra e professora de Libras. Graduada em Letras Libras (UFPB), Especialista em Libras (FIP-Patos) e pesquisadora de estudos da tradução. Consultora de acessibilidade e inclusão em projetos/eventos artísticos, culturais e educacionais. Tradutora do 1° Cordel Sinalizado "Kika e a estrela encantada", tradução de Cordel no livro "Fogo - Porque se gritar SOCORRO ninguém vem", atuação em Festivais musicais e em produções audiovisuais (documentários "Surdos Profundos: Quilombo do Agreste" e "Vila Nova, velhos problemas"). Atuações artísticas e performances poéticas em Libras/Português. Atualmente consultora e intérprete comunicacional de acessibilidade no projeto "Escola Livre de Audiovisual" (ELA) da Chapada Diamantina.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.