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PRONAC 2513367Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Biguaçu. O rio que corre em nossas veias.

GERALDO ZIMMERMANN
Solicitado
R$ 469,4 mil
Aprovado
R$ 469,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SC
Município
Antônio Carlos
Início
2026-01-05
Término
2028-01-04
Locais de realização (1)
Antônio Carlos Santa Catarina

Resumo

O rio Biguaçu é um importante patrimônio natural e cultural, com relevante impacto econômico e ambiental no município de Antônio Carlos e região, na grande Florianópolis, em Santa Catarina. Entretanto, o rio sofre com os efeitos do lançamento irregular de efluentes domésticos, com o forte impacto da urbanização e com a diminuição das matas ciliares. Desta forma, por meio da produção de uma audiovisual de média metragem, pretende-se dar visibilidade e promover o reconhecimento da importância deste manancial, buscando sua preservação e valorização regional.

Sinopse

O audiovisual proposto neste projeto tem como temática principal promover a preservação do rio Biguaçu. Trata-se de um documentário media metragem com censura livre. Por meio de cenas gravadas no próprio rio, entrevistas e depoimentos, buscará sensibilizar e estimular ações que visem resgatar sua importância e valorização.

Objetivos

Objetivo Geral Este projeto tem como objetivo geral dar visibilidade a um importante patrimônio natural e cultural, o rio Biguaçu, localizado no município de Antônio Carlos e região, na grande Florianópolis, em Santa Catarina. Com relevante impacto econômico e ambiental o rio sofre com os efeitos do lançamento irregular de efluentes domésticos, com o forte impacto da urbanização e com a diminuição das matas ciliares em suas margens. Ao destacar sua relevância, busca-se estimular ações subsequentes voltadas a sua preservação e valorização regional. Objetivo específico Criar, produzir e distribuir obra audiovisual de media metragem sobre o rio Biguaçu, a ser realizado no município de Antônio Carlos e região, ou seja, da nascente a foz do rio. Por meio do audiovisual pretende-se, por um lado, reapresentar e sensibilizar este importante patrimônio natural à população do seu entorno, buscando cumplicidade, adesão e apoio as ações de preservação. A obra também busca apontar os impactos da ação humana ao longo do seu percurso, tanto nas áreas rurais como urbanas, destacando a relevância econômica e social de seus usos, assim como os impactos negativos sobre o meio ambiente. A metodologia de linguagem utilizará uma abordagem poética com apelo a beleza estética, buscando enaltecer a capacidade que um rio possui em nos conduzir ao encontro da nossa sensibilidade, essência e valores humanitários, nos remetendo a uma época em que as águas dos rios faziam sentido para a vida por saciar nossa sede, pelos momentos de deleite que nos proporcionavam, seja no ato de contemplá-las sentados à sua margem, seja nos banhos nos dias quentes ou na navegação em seu leito. Já no que se refere as informações sobre a atual situação do rio, serão utilizados dados de fontes oficiais, estudos técnico-científicos, além de entrevistas e depoimentos de profissionais de reconhecida competencia ligados à preservação hídrica e ambiental.

Justificativa

Discorrer sobre a importância de um rio na vida de uma comunidade pode parecer obvio, porquanto desde que se organiza em grupos, a humanidade tem nos rios o ponto de partida para sua consolidação.Não é diferente com o Rio Biguaçu. Nascendo na Serra das Congonhas a uma altitude de 800m, o rio drena uma bacia hidrográfica de 385km, cortando dois municípios, Antônio Carlos e Biguaçu, na micro região da grande Florianópolis, e desaguando no oceano Atlântico, no litoral centro-norte de Santa Catarina.Desde que apenas indígenas habitavam a densa floresta no seu entorno, o rio Biguaçu protagoniza a vida na região. Inicialmente, um tipo de canoa rasa, chamada de chata, flutuava sobre seu leito transportando alimentos produzidos no interior para o adensamento populacional que surgia na localidade de alto Biguaçu. Depois vieram os engenhos de farinha movidos a água, atividade considerada um marco da industrialização em Santa Catarina e hoje reconhecida como patrimônio cultural imaterial.A vocação para o cultivo, utilizando as águas do rio como principal insumo para seu desenvolvimento, deu a Antônio Carlos o título de Capital Catarinense das Hortaliças, tornando-se a principal atividade econômica do município, envolvendo 80% das famílias da região, com uma produção anual de 150 mil toneladas de hortifrutigranjeiros.Outra atividade que também depende das águas do Rio Biguaçu, e tem relevância para a economia da cidade, é a produção do refrigerante Coca-Cola, pertencente ao grupo multinacional FEMSA.Diante do exposto, é apropriado afirmar que o rio se constitui na força motriz da engrenagem econômica do município de Antônio Carlos. Entende-se que, por si só, este aspecto justifique todo o esforço que intencione a promoção da sua preservação e valorização.Mas, para além das razões econômicas, deve-se acrescentar, com ênfase, o fato de que um rio e suas zonas úmidas, sendo a morada de incontáveis espécies da fauna e da flora, é essencial para o equilíbrio do ecossistema local e, portanto, para a qualidade de vida da população.Somando-se ao já relatado e não menos importante, é imperativo ressaltar o significado cultural de um rio, uma vez que constitui um elemento central a forjar a identidade das pessoas que habitam seu entorno. Um rio, com sua fluidez, que leva e traz, que sobe e desce, que é fonte de renovação, de lazer, crenças e lendas. Um rio é, para uma comunidade, como o sangue que corre em nossas veias. Não há vida sem ele.No entanto, se todos os ativos provenientes do uso dos recursos naturais não resultassem em um passivo demasiadamente elevado, não haveria sentido no propósito deste projeto. É sobre o viés desta problemática que passamos a argumentar na sequência.Lamentavelmente, o Rio Biguaçu, nos últimos cem anos, é mais um a figurar na lista dos rios ameaçados pela ação humana. Pe Raulino Reitz, biólogo e historiador de reconhecimento internacional, em seu livro de 1988 _ Alto Biguaçu Narrativa Cultural Tetraracial, no capítulo 122 _ Vida e agonia do rio Biguaçu, relata: A calamitosa enchente de 1916, acima citada, levou o rio Biguaçu para um estado de agonia. As águas diminuíram drasticamente, o leito ficou assoreado e a navegação desapareceu. Em outro trecho ele alerta: A agonia do rio Biguaçu, após a enchente catastrófica de 1916, carreando o solo e detritos das áreas desmatadas para o leito do rio, com a consequente paralisação da navegação, é um alerta para os responsáveis pela ocupação do solo e pela preservação do meio ambiente, em Santa Catarina.Mais recentemente, em 2024, a proposta de Enquadramento das Bacias Hidrográficas do Rio Tijucas, Rio Biguaçu e Bacias Contíguas realizada pelo Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica dos Rios Tijucas, Biguaçu e Bacias contíguas, com apoio da Entidade Executiva Instituto Água Conecta, submetida à Secretaria do Meio Ambiente e da Economia Verde de Santa Catariana, realiza o seguinte diagnóstico: apesar de se constituir em um rio que possui boa oxigenação que permite biodegradar a maior parte da matéria orgânica, o rio Biguaçu sofre com o impacto do lançamento irregular de efluentes domésticos, que pode ser comprovado pela alta concentração de coliformes termotolerantes. Em função dessa problemática, a qualidade atual de suas águas é compatível com a classe 4, sendo a pior classificação perante a legislação (Resolução CONAMA 357/05). Além do mais, foi constado que há áreas utilizadas para agricultura nas margens de seus afluentes, onde deveria existir mata ciliar e, finalmente, há um forte impacto da urbanização em suas margens, especialmente na área urbana do município de Biguaçu. Assim justificado, entende-se que o projeto apresentado atende ao preconizado na Lei 8.313/1991 em seu art. 1°, inciso V, que é o de salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, tendo como objetivo, segundo a mesma lei, art. 3°, inciso II, a produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. O projeto ora proposto também evidencia sua relevância em decorrência da associação a pelo menos cinco, dentre os dezessete objetivos de desenvolvimento sustentável estabelecidos pela ONU _ Organizações das Nações Unidas. São eles: Objetivo 2 - acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável (aqui a associação refere-se especialmente ao tange a agricultura sustentável); Objetivo 6 - assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos (a relação com este objetivo está no direcionamento do olhar para o rio, como um despertar, pois somente se cuida daquilo que se conhece); Objetivo 11 - tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis (ao prover a visibilidade para o rio pretende-se contribuir para ações posteriores que visem a disponibilidade hídrica local em qualidade e quantidade para atender a atual e as futuras gerações); Objetivo 14 - Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável (ao difundir a necessidade de termos um rio com seu ecossistema preservado, contribui-se para que os oceanos recebam água de melhor qualidade, proporcionando uma região estuarina equilibrada para o desenvolvimento de espécies fundamentais para os mares); Objetivo 15 - proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da Terra e deter a perda da biodiversidade (é relevante demonstrar os impactos que existem na ausência da mata ciliar e a necessidade imperativa da recuperação desses espaços, para que haja conectividade aos remanescentes florestais e a presença de um corredor verde ao redor do rio).

Estratégia de execução

Importante informar que o roteiro do áudio visual deverá ser realizado na etapa de pré-produção, pois será escrito com base nas informações coletadas nesta fase.

Especificação técnica

Produção de audiovisual media metragem, com captação de imagens externas do rio, da nascente à foz. Para ilustrar o contexto histórico, será produzida uma réplica de uma embarcação chamada de” chata”, onde será encenado o transporte pluvial utilizado para o deslocamento de alimentos.Como trata-se de um documentário, o vídeo será intercalado com entrevistas e depoimentos dos diversos públicos envolvidos com o rio: agricultores, cientistas, empresários e habitantes da região.Para dar visibilidade ao percurso e amplitude do rio, também será utilizado para captação de imagens o uso de drone e embarcações de pequeno porte.Buscando trazer uma visão atualizada para o audiovisual, será utilizado recursos de computação gráfica.A obra será finalizada em formato digital Full HD (1920x1080) ou 4K, e possuirá janela com versão em libras, legenda em português e audiodescrição.

Acessibilidade

Arquitetônica: os auditórios onde serão lançados o audiovisual priorizarão rampas de acesso, bem como circulação e sanitários acessíveis;Comunicacional: janela com versão em libras na obra cinematográfica e versão da obra com audiodescrição; dois interpretes de libras para apresentação do audiovisual e para acompanhamento da roda de conversa no lançamento do audiovisual;Comunicação e divulgação acessíveis: as ações de acessibilidade serão citadas em todas a peças de divulgação do projeto.

Democratização do acesso

Democratização de acessoO audiovisual será distribuído de forma totalmente gratuita. As ações que visam promover o acesso a obra cinematográfica são os seguintes:- Evento de lançamento nas cidades de Antônio Carlos e Biguaçu. Para tanto serão definidos pelos menos dois espaços que possibilitem a exibição do documentário;- Outros espaços alternativos que permitam a exibição da obra nestas cidades, após o lançamento, visando sensibilizar o público alvo prioritário do projeto: poder público, agricultores, comerciantes e industrias que se utilizam das águas do rio para atividade econômica, além de alunos e professores da rede pública municipal e estadual de ensino. (IN 23/2025 art.46 inciso III)- O audiovisual também será destinado a plataformas de streaming de vídeo, como o YouTube e plataformas educacionais que manifestem interesse além de ficar disponível para exibição em pontos de cultura e cineclube. Com vistas a impactar o maior número possível de telespectadores, será empreendida uma campanha de comunicação composta pelas seguintes ações: - Criação de identidade visual (logomarca), páginas próprias e específicas sobre rio no nas redes sociais como Instagram, facebook e telegran, chamando o público para o lançamento do audiovisual;- Assessoria de imprensa junto as prefeituras, entidades de classe, associações comerciais e escolas públicas de Antônio Carlos e Biguaçu; - Assessoria de imprensa junto à mídia em geral e digital (rádios, jornais, portais de conteúdo e demais veículos de comunicação locais no período que antecede o lançamento);- Disponibilização no Youtube para acesso gratuito ao audiovisual;- Convite digital do lançamento do vídeo para distribuição em mídias digitais;- Criação de super banners para exibição em frente aos locais de exibição do audiovisual.Ampliação de acessoVisando atender as medidas de ampliação de acesso, conforme prevê o Art 47, inciso V da IN 23/2025, será realizada uma roda de conversa por ocasião do lançamento do audiovisual nas cidades de Antônio Carlos e Biguaçu. A ação acontecerá na sequência da exibição do audiovisual. Serão convidados profissionais de diversas áreas do conhecimento, como engenharia ambiental, engenharia hidráulica e saneamento, agronomia e biologia, originários do setor público, privado e do terceiro setor, que atuam direta ou indiretamente com a preservação hídrica. A roda de conversa será conduzida por um debatedor/moderador previamente selecionado dentre os participantes da roda e estará aberta a participação do público que assistiu à exibição do audiovisual. Considerando estes profissionais como difusores e influenciadores de informação e de formulação de ações, pretende-se ampliar os impactos do projeto por meio da provocação de novas ações que reforcem o resgate a sua essencialidade, beleza e importância histórica.

Ficha técnica

> Geraldo Zimmermann - Diretor Graduando em história pela Universidade Federal de SC, pesquisador, fotógrafo, diretor, editor e documentarista autodidata, com mais de 20 anos de experiência em audiovisual.Geraldo está à frente da Iris Filmes produzindo material audiovisual para diversos seguimentos na cidade de Antônio Carlos, tais como: História da fundação do município de Antônio Carlos (documentário/vídeo media metragem); História da educação no município de Antônio Carlos (documentário /vídeo; Seminário de Formação Religiosa Católica (documentário/vídeo; História da agricultura de Antônio Carlos (documentário/vídeo), Anjo de Luz – a história da parteira Anastácia (docudrama/média metragem). Membro fundador da Associação Cultural Veredas – Antônio Carlos; Representante setorial de Audiovisual do Conselho municipal de Antônio Carlos.É idealizador deste projeto e exercerá a função de diretor geral da obra.> Rosilene Fraga - Coordenação executivaAdministradora, especialista em marketing com larga experiência nas atividades de gestão de projetos e na área de comunicação e marketing. Atuou em agência de propaganda por 17 anos e posteriormente seguiu carreira solo prestando assessoria diretamente à empresas de diversos setores, com planejamento de marketing e realização de projetos diversos.Foi coordenadora das ações para fundação da Associação Cultural Veredas de Antônio Carlos e primeira presidente. De julho deste ano à presenta data, realizou três cursos presenciais sobre a Lei Rouanet, ministrados pela empresa Incentive. Também fez o curso de Formação Inicial e Continuada em Analista e Parecerista de projetos do MINC e participou do Fórum de Incentivo à Cultura em Florianópolis. Neste projeto foi responsável pela elaboração do projeto e exercerá a coordenação executiva do mesmo.> José Arlen - Operador de Câmera/Editor/FinalizadorPossui mais de 15 anos de experiência na área. Atuou como cinegrafista e diretor de fotografia do docudrama Anjo de Luz e foi diretor do documentário Engenho, obra que apresenta a história dos engenhos em Antônio Carlos.> Alissa Azambuja - Roteirista e ProdutoraFormada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, possui mais de 10 anos de experiência em televisão e audiovisual. > Joseane Zimmermann Vidal - PesquisadoraGraduada em Licenciatura em História pela UFSC e mestra em História também pela UFSC. Professora aposentada pela Prefeitura de Florianópolis. É autora do livro Guardados com Afeto: fotografia e memórias em Antônio Carlos/SC e Avesso perfeito: ensaios biográficos, ambos realizados com recursos de programas de incentivo à cultura. Atuou como pesquisadora/historiadora nos documentários Anjo de Luz – a história da parteira Anastácia de Geraldo Zimmermann e Engenhos: a primeira indústria e sonho de uma vida melhor, de José Arlem> Ademir Reis - Consultor técnico ambientalDoutor em biologia, professor titular de pós-graduação da UFSC, pesquisador em restauração ambiental e em botânica. É autor 65 trabalhos científicos e possui 18 livros publicados. Neste projeto execerá a função de consultor técnico ambiental.> Rubia Girardi – Consultora técnica ambientalQuímica, mestra e doutora em Engenharia Ambiental. Pesquisadora visitante da Universidade do País Vasco (Bilbao/Espanha), participante da Comissão Técnica de Assunto institucionais e Legais e da Comissão Técnica de Enquadramento do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH-SC). Vice-presidente do Instituto Água Conecta, foi coordenadora técnica da equipe do Instituto na execução dos comitês das bacias hidrográficas do Itajaí, Cubatão e Madre, Tijucas e Biguaçu e Camboriú.> Vanderléia Schmmitz – Consultora técnica ambientalEngenheira Sanitarista e Ambiental, mestre em Engenharia Ambiental na área de Hidrologia e Hidráulica.> Alondra Beatriz Alvarez Perez – Consultora técnica ambientalEngenheira Sanitarista e Ambiental, doutora em Engenharia Ambiental na área de Hidrologia e Recursos HídricosColaboradores, parceiros e fornecedores poderão ser contratados e/ou alterados ao longo do projeto, de acordo com a disponibilidade de cada um.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.