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Realização da 12ª edição do RECIFEST _ Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, que reafirma sua relevância como uma das principais plataformas de difusão do audiovisual LGBTQIAPN+ no Brasil. A edição será realizada na cidade do Recife, durante o ano de 2026, e contará com uma programação gratuita e aberta ao público, composta por mostras competitivas de curtas-metragens, mostras não competitivas de longas e curtas internacionais além da mostra Div.A - Diversidade em Animação, oficinas, debates, lançamentos de publicações e performances artísticas. Além das exibições no Cinema São Luiz, a programação conta com ações já consolidadas como o Recifest nas Comunidades e o Recifest nas Escolas, que são ações cineclubistas em bairros da periferia da Região Metropolitana do Recife. O festival permanece como evento de acesso universal, com todas as suas atividades sendo gratuitas e acessíveis, respeitando a classificação indicativa de cada conteúdo.
A 12ª edição do RECIFEST – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero será realizada na cidade do Recife em 2026, consolidando-se como uma das principais plataformas de difusão do audiovisual LGBTQIAPN+ no país. Com uma programação gratuita e aberta ao público, o festival contará com mostras competitivas de curtas-metragens brasileiros, mostras não competitivas de longas e curtas internacionais, a Mostra Div.A – Diversidade em Animação, além de oficinas, debates, lançamentos de publicações e performances artísticas. Nesta nova fase, o Recifest se alinha ao contexto de reconstrução democrática e fortalecimento das políticas públicas de cultura, reafirmando seu papel como espaço de resistência, formação e celebração da diversidade de corpos, vivências e expressões estéticas dissidentes. As exibições acontecerão no Cinema São Luiz, com continuidade de ações como o Recifest nas Comunidades e o Recifest nas Escolas, que levam atividades cineclubistas a territórios periféricos da Região Metropolitana do Recife e a instituições de ensino da rede pública estadual. Toda a programação será gratuita, acessível e adaptada à classificação indicativa de cada conteúdo, reafirmando o compromisso do festival com o acesso universal e a inclusão. Fortalecendo o compromisso com o acesso à cultura e aos direitos humanos, o festival promove a realização de ações nas comunidades periféricas do Recife, por meio do projeto Recifest nas Comunidades. A programação inclui sessões e rodas de diálogo para pessoas em situação de cárcere ou egressas do sistema penal, além de atividades abertas ao público geral em unidades do Compaz – Centro Comunitário da Paz, promovendo o encontro entre o cinema e territórios historicamente excluídos dos circuitos culturais. A programação inclui ainda debates presenciais com realizadores após as sessões no cinema, rodas de diálogo em formato híbrido e o lançamento de um podcast com realizadores. O festival também homenageia personalidades que contribuem para a arte e os direitos da população LGBTQIAPN+, e reconhece os destaques da edição com os prêmios de Melhor Filme Pernambucano e Melhor Filme Nacional, concedidos pelo júri oficial. Todos os filmes selecionados recebem também uma contribuição financeira referente aos direitos de exibição, valorizando o trabalho artístico e incentivando a produção independente. Além das mostras competitivas, a programação de filmes inclui duas mostras com curadoria de Alexander Mello — produtor do Festival Internacional de Cinema Rio LGBTQIAPN + e com mais de 15 anos de experiência na curadoria e produção de mostras e festivais nacionais e internacionais A Mostra Internacional reúne filmes de realizadores LGBTQIAPN+ de diversos países, enquanto a Div.A – Diversidade em Animação é dedicada exclusivamente a animações que abordam a temática da diversidade. Como parte de sua programação formativa e política, o 12º Recifest irá promover uma série de rodas de conversa temáticas com foco em questões urgentes e ainda pouco debatidas no campo da diversidade. As atividades irão abordar temas como a reflexão sobre os caminhos do mercado audiovisual na contemporaneidade, com atenção às desigualdades de acesso e permanência de profissionais LGBTQIAPN+; os desafios enfrentados pela população de homens trans no acesso à saúde integral; a visibilidade e apagamentos históricos da bissexualidade nas narrativas culturais; e as conexões e interseccionalidades entre as vivências LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência (PCD), ressaltando a necessidade de políticas inclusivas e representações plurais. Essas rodas de conversa visam fomentar o diálogo, a escuta ativa e a articulação entre diferentes sujeitos, territórios e experiências. Serão realizadas duas oficinas gratuitas com foco na qualificação técnica e artística de públicos diversos. A primeira delas, "Entre Traços e Personagens: O poder da maquiagem cênica", será ministrada pela maquiadora e figurinista Andréa Afonso, abordando técnicas de caracterização e construção de personagens. A segunda, "Olhar em Movimento: Oficina de Iniciação Audiovisual", será conduzida pelo cineasta e produtor audiovisual Manu Monteiro, com foco nos fundamentos da linguagem audiovisual e estímulo à produção independente. As atividades acontecem em dois territórios distintos, ampliando o alcance do festival: uma no Recife e outra em uma unidade do Sesc Caruaru, reafirmando o compromisso do Recifest com a descentralização do acesso à formação em cultura e audiovisual. Nesta edição, o festival reforça seu compromisso com a cidadania ao propor um grande mutirão de retificação de nome e gênero em documentos para pessoas trans e não binárias, em articulação com entidades governamentais, instituições parceiras e ONGs que já caminham junto ao festival há anos. A ação, mais que um serviço, é uma expressão concreta de cuidado e respeito, voltada para a promoção da autoestima e garantia de direitos básicos. Ao tratar da humanização do processo de retificação, o Recifest reafirma que não é apenas um espaço de arte e cultura, mas um território de acolhida, escuta e transformação social, onde a identidade de cada pessoa é reconhecida e celebrada em sua plenitude. Como novidade desta edição, o Recifest propõe a realização de uma Mostra Online não competitiva de filmes internacionais, assinados por realizadores LGBTQIAPN+ de diferentes partes do mundo. A mostra reúne obras que abordam temas urgentes como os fluxos migratórios globais — com destaque para as populações palestina, ucraniana, venezuelana, afegã e os povos indígenas — e a emergência climática, refletindo sobre como essas questões impactam subjetividades, territórios e direitos. A curadoria propõe um diálogo direto com o contexto brasileiro atual, ampliando o olhar do festival para as conexões entre as lutas globais e locais, a partir da perspectiva de quem vive na interseção entre gênero, sexualidade, deslocamento e resistência ambiental.O Recifest estabelece como pilar curatorial das mostras competitivas a obrigatoriedade de que todos os filmes selecionados apresentem recursos de acessibilidade comunicacional, como legendasdescritivas, audiodescrição e Libras, garantindo que pessoas com deficiência possam fruir plenamente das obras exibidas e participem ativamente da experiência cinematográfica. Além disso, todas as sessões presenciais no Cinema São Luiz contarão com intérpretes de Libras, assegurando o acesso pleno à mediação cultural e aos debates. O espaço físico onde será realizada a programação presencial do festival dispõe de estrutura acessível, incluindo rampas de acesso, mapa tátil da planta do local, assentos adequados para pessoas obesas e ferramentas específicas para o acolhimento de pessoas cegas e cadeirantes.
Objetivo Geral- Realizar o 12º RECIFEST _ FESTIVAL DE CINEMA DA DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO, na cidade do Recife e outras da RMR e na cidade de Caruaru, durante 10 dias, em 2026, com mostras de filmes, atividades formativas _ debates e oficinas - e outras que promovam a reflexão sobre o tema da diversidade sexual e de gênero e a inclusão da comunidade LGBTQIA+Objetivo específicos- Realizar uma Mostra Competitiva de Curtas Nacional, com até 30 filmes de curta duração, produzidos por diretores brasileiros ou residentes no País, lançados a partir de 2023 com temática LGBTQIA+ ou de temáticas diversas e realizados por pessoas identificadas como LGBTQIA+, no Cinema São Luiz do Recife;- Realizar a Mostra Internacional, com curtas produzidos em vários países do mundo, lançados a partir de 2023, com temática LGBTQIA+ ou outras, desde que realizados por pessoas identificadas como LGBTQIA+, no Cinema São Luiz;- Realizar a Mostra DIV.A -Diversidade em Animação - com filmes que utilizam várias técnicas em animação e que sejam oriundos dos vários países com temática LGBTQIA+, lançados a partir de 2020, no Cinema São Luiz;- Exibir longas metragens - mfora de competição;- Premiar os melhores filmes Nacionais e os melhores Pernambucanos da Mostra Competitiva de Curtas, escolhidos pelo Júri Oficial com troféus e premiação em dinheiro;- Premiar os melhores filmes Nacionais e Pernambucanos da Mostra Competitiva de Curtas, escolhidos pelo júri popular;- Realizar a Mostra RECIFEST nas Comunidades, seguida de debates, em bairros periféricos da RMR;- Realizar a Mostra RECIFEST nas Escolas, seguida de debates, em escolas públicas do estado de Pernambuco;- Realizar Lançamento em Pernambuco de, pelo menos, um filme de longa metragem (fora da competição), no Cinema São Luiz;- Realizar atividades formativas no Recife e em Caruaru;- Pesquisar e agregar ações de outras linguagens, como fotografia, literatura, teatro, dança e moda, que tenham foco nos público LGBTQIA+ para somarem na programação do RECIFEST.- Homenagear pessoa(s) ou grupo(s) ativista(s) que trabalha(m) no combate à homofobia, transfobia e ao racismo no Brasil.- Promover debates e rodas de diálogos acerca das questões de direitos e bem-estar da comunidade LGBTQIA+ e outras a partir das temáticas trazidas nos filmes e com participação dos diretores/representantes dos filmes, abertos ao público, em locais a serem definidos no Recife, em formato híbrido on-line e presencial.- Atualizar Site e mídias sociais Instagram e Facebook do RECIFEST (www.recifest.com.br) (@recifestoficial) (@recifest) e divulgá-lo na imprensa nacional.
Em um novo momento político no Brasil, em que se retoma o compromisso com os direitos humanos, a cultura e a diversidade, o Recifest _ Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero se (re)conecta ao momento de reconstrução democrática, valorização da diversidade e retomada das políticas públicas para a cultura, reafirmando seu papel como espaço de resistência, formação e celebração da pluralidade de corpos, narrativas estéticas dissidentes e movimentando a cena LGBTQIAPN+ no audiovisual, assim também reafirma sua importância como evento cultural estratégico e necessário. Desde 2013, o Recifest construiu-se como um território de visibilidade, escuta, acolhimento e valorização de produções audiovisuais LGBTQIAPN+, além de um espaço contínuo de formação, articulação e afetos entre artistas, ativistas, educadores, estudantes e o público em geral. A 12ª edição surge como resposta e continuidade de uma luta por narrativas plurais, marcando presença em um tempo de esperança, recomeços e avanços sociais, onde é urgente retomar a confiança na democracia e investir em projetos que refletem e promovem a diversidade cultural do país. Ao longo de sua trajetória, o Recifest consolidou um público fiel de até cinco mil pessoas por edição, fomentou o surgimento de novos realizadores, movimentou a cena drag na cidade ampliou debates nas escolas e periferias do Recife, dialogou com comunidades indígenas e estabeleceu parcerias duradouras com universidades, sindicatos, ONGs e coletivos. Em 2026, a proposta é concentrar forças na qualificação artística e política das ações no Recife, ampliando o impacto local e fortalecendo o festival como referência nacional. Seguem na programação as ações de democratização do acesso por meio do Recifest nas Comunidades e nas Escolas, fomentando o diálogo intergeracional, a cidadania e a educação para os direitos humanos. Promover a diversidade sexual e de gênero em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável -ODS, que são uma agenda global definida pela ONU para promover um futuro mais sustentável até 2030, incluem diversos aspectos que se relacionam diretamente com a diversidade sexual e de gênero, não é apenas uma questão de justiça social, mas também crucial para o desenvolvimento sustentável. Ao garantir que todas as pessoas, independentemente de sua identidade de gênero ou orientação sexual, tenham igualdade de oportunidades e proteção de seus direitos, podemos avançar em direção a sociedades mais justas e igualitárias. Dentro das dezessete ODS, destacamos algumas, Igualdade de Gênero que tem como objetivo alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres, meninas e todas as expressões de gênero. Isso inclui promover direitos iguais, combater a violência de gênero e eliminar práticas prejudiciais, o que abrange também as questões relacionadas às identidades de gênero não-binárias e trans. A redução das desigualdades, enfatizando a necessidade de promover a inclusão social e econômica de todos, incluindo pessoas LGBTQIAPN+. Isso implica em políticas que combatam a discriminação e promovam a equidade sexual e das mais diversas expressões de gêneros. Garantir a proteção dos direitos humanos da comunidade LGBTQIAPN+, é essencial para garantir a justiça e a igualdade de todos os indivíduos. A economia circular é um conceito que visa a redução de resíduos e a promoção de um uso mais eficiente dos recursos. Esse modelo é especialmente relevante e fará parte desta edição do Recifest, contribuirmos na minimização dos impactos ambientais e na promoção de práticas sustentáveis. Ao investir na realização do Recifest, investe-se em um projeto comprometido com a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e plural, onde a arte e o cinema são instrumentos de liberdade, afirmação e transformação.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: - Inciso I: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. - Inciso II: Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. - Inciso III: Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.
LINHA CURATORIAL - XII RECIFEST - FESTIVAL DE CINEMA DA DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO Em sua décima segunda edição, o RECIFEST – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, trará para o estado de Pernambuco um painel contemporâneo do que vem sendo produzido no universe LGBTQAPN+ no Brasil e no mundo, lançados a partir de 2023, privilegiando a diversidade de olhares, de abordagens, a Geografia humana e social tantos das personagens quanto dos/as/es realizadores/ras/rus,e procurando contemplar as várias regiões e ainda países diversos. As Mostras competitivas serão definidas por uma comissão curatorial composta por pessoas de notório saber no cinema, que se identificam e atuam na comunidade LGBTQIAPN+ no Brasil, buscando conpo-la ainda observando a diversidade de gênero, sexualidade raça/etnia, o que propiciará uma diversidade de olhares benéficas à curadoria. Já as mostras de curtas D.IVA (Diversidade em Animação) serão curadas por Alexander Melo. A curadoria focará em filmes que tragam a força de personagens não-binárias, trans, lésbicas, bi e gay. Essa diversidade é importante e preciosa, pois as imagens “oficiais” que nos cercam cotidianamente, nas TVs ou nas peças publicitárias que preenchem as ruas das cidades e outras mídias, não mostram algo onde a comunidade LGBTQIAPN+ possa se reconhecer. A curadoria trabalhará a fim de proporcionar ao público um alento nesse contexto, valorizando a DIFERENÇA. Mas para além dessa representação, porque só os personagens não são suficientes, buscará nas produções propostas estéticas ousadas e transgressoras da própria linguagem cinematográfica. Buscando não só os filmes queer mas também filmes queer em sua FORMA.Seguindo a lógica estabelecida desde a quinta edição não teremos a separação entre “mostra pernambucana” e “mostra brasileira”, embora continuemos a premiar filmes nessas duas modalidades pelas origens geográficas, por entender ser um estímulo à produção no Estado de Pernambuco. As mostras do festival serão construídas distribuindo os curtas selecionados em sessões buscando um DIÁLOGO entre os filmes. Esse desenho curatorial permite sessões mais instigantes para quem quer ter a experiência de se entregar a um determinado fluxo de imagens sentado numa poltrona de cinema. As sessões seguirão eixos temáticos, a serem definidos pela comissão curatorial após assistirem a todos os filmes que se inscrevem, sempre buscando criar conexões entre registros, tipos de imagem, personagens e histórias as mais diversas, situações similares, e ainda o colorido das imagens, da animação, da experimentação e da performance. Integrantes da comissão, bem como a diretora artística, poderão sugerir filmes não inscritos para compor essas sessões, mas estes só serão convidados, com o consenso de todes da comissão. Cada filme selecionado para as mostras competitivas receberá o valor simbólico, pelos direitos de exibição. Os filmes concorrentes serão avaliados por um Júri Oficial, composto por três pessoas LGBTQIAPN+ e atuação no setor e com notório saber em cinema e também pelo público na etapa Recife, no CINEMA SÃO LUIZ, as votações são online via formulário com login pelo e-mail, o que só permite um voto para cada e-mail. Os vencedores serão premiados da seguinte maneira: Os melhores curtas pernambucano e nacional pelo júris oficial e popular receberão troféus e premiação em dinheiro. O nosso troféu chama-se Rutílio de Oliveira, idealizador junto com Rosinha Assis, deste festival, mas que faleceu em 2013, pouco antes da primeira edição ser realizada.Já em relação às demais ações do festival, como exibição de longas, e filmes para as mostras do Recifest nas Escolas e Recifest nas Comunidades, a direção artística do festival terá participação nas escolhas, junto à comissão curatorial convidada. Como nas edições anteriores poderemos ter ainda as premiações de parceiros em serviços e de entidades da classe, a exemplo da Associação Pernambucana de DOcumentaristas e Cineastas de Pernambuco, ABD-APECI-PE e da Federação Pernambucana de Cineclubes – FEPEC, que participam do Recifest desde a sua primeira edição, instituindo júris próprios, que conferem troféus, Segundo critérios adotados pelas respectivas instituições aos filmes concorrentes nas mostras competitivas. Da mesma forma temos o Prêmio Sétima Arte e Direitos Humanos, concedido por júri instituído pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos da Prefeitura do Recife.
Todas as atividades do RECIFEST serão planejadas de forma a garantir acessibilidade comunicacional e física aos participantes.O projeto adota medidas que asseguram a participação de pessoas surdas, cegas e/ou com baixa visão, ampliando as possibilidades de inclusão nas ações formativas e culturais.O Recifest estabelece como pilar curatorial das mostras competitivas a obrigatoriedade de que todos os filmes selecionados apresentem recursos de acessibilidade comunicacional, como legendas descritivas, audiodescrição e Libras, garantindo que pessoas com deficiência possam fruir plenamente das obras exibidas e participem ativamente da experiência cinematográfica. Além disso, todas as sessões presenciais no Cinema São Luiz contarão com intérpretes de Libras, assegurando o acesso pleno à mediação cultural e aos debates. Os espaços físicos onde serão realizadas as programações presenciais do festival - CINEMA SÃO LUIZ RECIFE - RMR PERNAMBUCO /BRASIL; UNIDADES DO COMPAZ (COMUNIDADES PERIFÉRICAS DA RMR) RECIFE - RMR PERNAMBUCO /BRASIL, EREMS - ESCOLAS PÚBLICAS ESTADUAIS DE REFERENCIA EM ENSINO MÉDIO - RECIFE - RMR PERNAMBUCO /BRASIL, E SESC CARUARU - PERNAMBUCO/BRASIL - dispõem de estrutura acessível, incluindo rampas de acesso, mapa tátil da planta do local, assentos adequados para pessoas obesas e ferramentas específicas para o acolhimento de pessoas cegas e cadeirantes.Essas medidas reafirmam o compromisso do RECIFEST com a inclusão e a democratização do acesso à cultura, reconhecendo que a acessibilidade é um processo que envolve planejamento, produção e cuidado em todas as etapas.
A proposta do XII RECIFEST contempla medidas concretas de democratização do acesso aos bens e serviços culturais do projeto, em conformidade com o artigo 27 da IN nº 01/2023 da Lei Rouanet.As ações do festoval são planejadas para atingir públicos diversos, priorizando pessoas em situação de vulnerabilidade social e a rede pública de ensino, articulando formação, difusão e inclusão.Desde a sua primeira edição o RECIFEST mantêm todas as suas atividades gratuitas e abertas ao publico, respeitando a classificações indicatocas de cada atividade e a capacidade de poublico onde as atividades são realizadas.
Toda a equipe do RECIFEST é composta por pessoas identificadas como LGBTQIAPN+, e que agregamos à equipe pessoas dos locais para onde o RECIFEST itinera, observando ainda, além da questões de gênero, a inclusão étnico-racialEMPRESAS PRODUTORASA Casa de Cinema de Olinda, proponente, é uma produtora fundada no Recife-PE em 2016. Desenvolve e produz projetos de longas metragens e obras seriadas, além de projetos de formação e difusão, com temáticas ligadas às diversidades cultural, racial, sexual. Reúne profissionais das áreas de conteúdo, artes e tecnologia, buscando criar e inovar em todas as áreas e formatos do audiovisual, trabalhando em parceria com várias outras empresas produtoras, diretores/as e produtoras/es associadas/os a cada projeto. Desde 2017, coproduz com a Olinda Filmes o Festival de cinema “Recifest – Festival da Diversidade Sexual e de Gênero”. https://www.casadecinemadeolinda.com/A proponente será a responsável pela gestão integral do projeto, abrangendo tanto as decisões criativas quanto técnico-financeiras. Supervisionando todas as atividades previstas na realização do RECIFEST. garantindo o cumprimento das metas e a execução do projeto dentro do cronograma previsto. Não haverá delegação de atividades que caracterizem intermediação.Olinda Produções - é coproduora do projeto, atuando junto à Casa de Cinema na produção do evento.Somos a Olinda, nascemos no carnaval de 2019 com o intuito de promover a cultura,cidadania e fazer história, a Olinda surge da fusão de energias entre os produtores culturais Manu Dias e Rosinha Assis. Somos movidos por desafios, e desenvolvemos projetos que valorizam diálogos e mudanças sociais.https://www.olindafilmes.com/Direção ExecutivaEQUIPE PRINCIPALDireção ArtísticaCarla Francine é formada em Jornalismo e pós-graduada em Gestão e Produção Cultural. Atua no audiovisual desde os anos 1990 e já participou da produção de mais de 100 obras, dentre filmes e séries. De 2007 a 2014 foi Coordenadora de Audiovisual de Pernambuco e de 2017 a 2018 integrou o Comitê Gestor do FSA, pela sociedade civil. É sócia e atua como produtora, roteirista e diretora na Casa de Cinema de Olinda, que tem foco em projetos de formação, difusão e produção de longas e séries com temáticas principais ligadas à cultura, e às diversidades de gênero, raça e etnia. Integra a equipe do Recifest desde 2016.Direção/Produção ExecutivaRosinha Assis é uma das idealizadoras do Recifest, junto a Rutílio de Oliveira (in memoriam), com 10 edições. Atua na difusão audiovisual, participando como júri e curadora em festivais em PE, PB, RN, CE, RJ e GO. Na produção, trabalhou em filmes e séries como Questão de Gênero e Umbilina e Sua Grande Rival (Marlom Meirelles), As Lunáticas e Filhas da Noite (Henrique Arruda), Fale a ela o que me aconteceu (Pethrus Tibúrcio), entre outros.Direção de Produção / Coordenador Mostra nas ComunidadesMauro Lira é produtor há mais de 20 anos em projetos audiovisuais, musicais e teatrais. Trabalhou na UNESCO, onde coordenou o programa Escola Aberta, pela ONU. Foi coordenador da Rede de Pontos de Cultura do MinC-NE de 2005 a 2008 e da SECULT-PE de 2010 a 2011. Assessorou a Coordenadoria do Audiovisual de Pernambuco de 2011 a 2014. É idealizador dos projetos Olhar do Alto, Taxi Cultural e Live-se, vencedor do Prêmio Brasil Criativo 2014. Integra equipes de festivais de cinema e produtos audiovisuais, como as séries "Índios no Brasil", “Anjos Humanos”, “Destinos da Fé”, “Canta Poeta” e os longas "Cão Sem Plumas" e "Piedade", de Cláudio Assis.Direção de Produção / Coordenador Mostra nas EscolasManu Monteiro um nômade criado no mundo, ativista dos direitos humanos Co-fundador da ONG Rede Povos da Terra, teve seu primeiro contato com o cinema através do curso de produção audiovisual da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), foi lá onde ele começou a amar cada vez mais a sétima arte e entender o poder de mudança social que ela pode causar. Há 14 anos propondo atividades audiovisuais em escolas e espaços de resistência, trazendo a reflexão através das imagens em movimento, decidiu no ano de 2016 voltar para a academia e se dedicar à psicologia para poder dar uma contribuição melhor às comunidades etnográficas e minorias ativas.Apresentadora PricipalRuby Nox é multiartista pernambucana, atriz e Drag Queen há mais de 11 anos, que une sensibilidade estética, força cênica e criatividade em suas produções. Com experiência em artes visuais, teatro e performance, tem trajetória marcada pela fusão entre o burlesco, o circo e a arte drag, explorando sempre linguagens híbridas e experimentais. Seu trabalho reflete o diálogo entre tradição e contemporaneidade, trazendo referências da cultura popular, destacando-se pela presença marcante no palco, pela construção de personagens intensos e pela pesquisa constante em torno da expressão do corpo, da identidade e da liberdade artística. Coordenação Técnica e de projeçãoArtur Abdon Nascido em 26/09/91, é morador do Bairro de Santo Amaro, Recife. Foi estudante de escola pública onde teve oportunidades de cursos que começaram a direcioná-lo para o audiovisual. Começou a integrar a equipe do cinema São Luiz na sua reabertura em 2010, onde se encontra até hoje, trabalha como projecionista desde 2015 onde obteve várias experiências com festivais e mostras internacionais, nacionais e pernambucanas.Intérpretes de LibrasDeise Castro - Produtora cultural, consultora de acessibilidade na cultura, secretária/membra da diretoria da Associação de Surdos de Pernambuco- ASSPE, é tradutora intérprete de Libras, audiodescritora e brailista. Já atuou como consultora de acessibilidade do Recifest em diversas edições, e em vários outros festivais. Idealizou o Cineclube Canoa Grande, o sinalário em Língua de Sinais dos Patrimônios Históricos de Igarassu, e o projeto Acessibilidade Cultural e Empreendedorismo. Atualmente atua na Gerência de Educação Inclusiva da Secretaria de Educação de Igarassu e como professora intérprete de Libras no Governo do Estado de Pernambuco.Gustavo John Castro - homem trans, pessoa autista, especialista em Libras, gestor da TRANSforma Comunicação e Arte, empresa responsável pelos recursos de acessibilidade de diversas obras do audiovisual pernambucano. Atua como intérprete de Libras no Recifest, e coordenar equipes de acessibilidade em vários eventos. Atualmente trabalha como intérprete de Libras na rede municipal de Igarassu.Assessor de Mídias DigitaisALEF PONTES é comunicador, produtor cultural e realizador audiovisual. Desde 2015, acumula experiências em projetos como o Festival Curta na Serra, Recifest - Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, Cineclube Angu, Cineclube Adufepe, Mostra de Cinema Curta no Brejo, Festival Janela Internacional de Cinema e outros. Também colaborou em obras como os filmes 'Entre Forças' e 'Reversível', e os livros 'Não Deixem o Brinquedo Morrer' e 'Festa no Terreiro Mágico'.Assessoria de ComunicaçãoLula Portela, sócio da Verbo Comunicação, é formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco em 1994. Trabalhou como repórter na sucursal da revista Veja no Recife, Jornal do Commercio e Diário de Pernambuco. Foi assessor de comunicação da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe e correspondente do jornal virtual Panorama Brasil – São Paulo. Também como correspondente e freelancer, tem matérias assinadas nas revistas Playboy, Quatro Rodas, Época e jornal O Globo.Fotógrafo StillEudes Regis é Fotógrafo da Objetiva Imagem, Heudes Regis passou por diversos veículos de comunicação. Entre eles a Veja São Paulo, Forbes, Exame, Você S.A., VIP, Caminhos da Terra, Viagem e Turismo, Revista 4 Rodas e Jornal do Commercio. Participou das exposições Pernambuco Vivo (2011) e Condenados a Vida (2018). Em 2020 lançou o livro Festa no terreiro mágico - 100 anos do Cambinda Brasileira. Nos anos 2021, 2022 e 2023 integrou a equipe de comunicação do festival Recifest.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.