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PRONAC 2513376Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Que Encontramos Quando Estamos Perdidos.

POEXISTA LTDA
Solicitado
R$ 889,6 mil
Aprovado
R$ 889,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-03-16
Término
2026-09-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção do filme média metragem "O Que Encontramos Quando Estamos Perdidos" que mistura ficção e documentário. Sob a orientação da Neurocientista Dra. Carla Tieppo retratamos temas pertencentes à realidade de todos: os vícios que permeiam o nosso dia a dia. O filme mergulha e busca trazer soluções para os abismos dos vícios: pornografia, jogos, comida, álcool, drogas depressoras, redes sociais e estimulantes. Com uma visão profissional, o filme não aponta culpados, mas escuta, observa e provoca: será que não estamos todos, de um jeito ou de outro, tentando tapar buracos invisíveis? "O Que Encontramos Quando Estamos Perdidos" é uma pergunta em aberto — mas que estamos perto de solucionar através da ciência.

Sinopse

O Que Buscamos Quando Estamos Perdidos é um filme híbrido, que atravessa as fronteiras entre a ficção e o documentário para explorar a relação íntima, romantizada, de pessoas comuns que, entre trabalho, festas, solidão e silêncios, acabam se agarrando a vícios como se fossem velhos amantes. De forma sensível, poética e provocativa, o projeto mergulha na paisagem emocional de uma saciedade marcada por excessos silenciosos, dependências sutis e uma busca constante por preenchimento. Ao longo da narrativa, acompanhamos personagens que compartilham uma rotina aparentemente comum, mas permeada por vícios diversos: o consumo compulsivo de telas, o excesso de comida, o uso de pornografia, além de substâncias lícitas e ilícitas. Esses vícios não são tratados como vilões externos, mas como presenças íntimas — quase como amantes — que se infiltram nos espaços mais vulneráveis da existência. Eles habitam o cotidiano, afetam os afetos, moldam os desejos, reorganizam prioridades e distorcem a percepção de prazer, dor e pertencimento.A linguagem do filme é construída a partir de uma alternância fluida entre momentos documentais — depoimentos sobre suas emoções e sensações — e cenas ficcionais atuadas, que revelam simbolicamente os estados emocionais e as fantasias inconscientes ligadas ao vício. O espectador é convidado a navegar por um território onde o real e o imaginário se confundem, provocando reflexões não apenas sobre o que se vê, mas sobre o que se sente.O projeto nasce da urgência de olhar para os vícios não apenas como problemas clínicos, mas como sintomas sociais, afetivos e espirituais de uma época. Em um mundo hiperconectado, acelerado e ansioso, os vícios funcionam muitas vezes como tentativas de preenchimento, de controle, de fuga ou de anestesia emocional. Mais do que condenar, o filme busca compreender: o que encontramos, de verdade, quando nos entregamos a eles?Com a presença da neurocientista Carla Tieppo, que une em seu personagem uma perspectiva científica sobre os mecanismos cerebrais da dependência, o filme amplia sua abordagem, conectando o íntimo ao coletivo, o biológico ao simbólico. A ciência se une à poesia visual para criar uma obra sensorial e reflexiva, que questiona as raízes do vício sem buscar respostas fáceis.“O Que Encontramos Quando Estamos Perdidos” é, acima de tudo, uma pergunta em forma de filme. Uma jornada visual e emocional que convida o espectador a se reconhecer — não no vício em si, mas naquilo que ele revela: nossas carências, nossas repetições, nossos desejos não ditos e nossas formas de buscar sentido em um mundo cada vez mais saturado.

Objetivos

Objetivo GeralProduzir um filme documental-ficcional de 50 minutos que busca provocar reflexão sobre as compulsões e os vícios no cotidiano da sociedade acompanhando personagens reais e explicitando como todos são, de diferentes formas, reféns de seus vícios, e muitas vezes nem mesmo percebem.Objetivos EspecíficosRetratar com profundidade a relação da sociedade brasileira com os vícios em pornografia, jogos, comida, álcool, drogas depressoras, redes sociais e estimulantes;Explorar a presença de vícios no cotidiano das pessoas e informar estratégias de mitigação de risco e redução de danos baseado na neurociencia pautadas na ciência;Informar cientificamente o papel da neurociência na autocompreensão;Combater a desinformação e ampliar a visibilidade e representação de temas educacionais e científicos no audiovisual brasileiro;Produzir o documentário com recursos de acessibilidade — legendas, audiodescrição e tradução em Libras — garantindo o acesso de diferentes públicos;Realizar exibições públicas seguidas de debates e ações educativas voltadas à valorização da informação e educação neurocientífica;Fortalecer o protagonismo feminino nas funções criativas e técnicas do projeto, promovendo a equidade de gênero na produção audiovisual;Contribuir para a renovação estética e narrativa do documentário brasileiro, aproximando a linguagem cinematográfica da educação através da arte.

Justificativa

O projeto O Que Encontramos Quando Estamos Perdidos propõe um olhar profundo e científico sobre a relação do brasileiro com vícios cotidianos, recusando as narrativas convencionais de superação simplória ou exclusão social. A obra busca explicitar a diversidade ao se relacionar com cada vício, a compreenção da dependência, o uso e entendimento da ciencia libertadora. Por meio do audiovisual, pretende-se promover uma educação sensível da sociedade, estimulando novas formas de se relacionar e lidar com as dependencias.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para a viabilização desta proposta, pois trata-se de uma produção independente de caráter autoral e inclusivo, cuja natureza educativa, artística e social demanda recursos específicos para garantir acessibilidade, qualidade técnica e ampla difusão. O projeto envolve custos com equipe artística e técnica, pesquisa aprofundada na área de atuação e acessibilidade comunicacional (audiodescrição, Libras e legendagem), finalização e distribuição gratuita do filme.Enquadramento na Lei nº 8.313/91Art. 1º _ Incisos atendidos:Inciso II _ Incentivo à produção cultural e artística;Inciso III _ Promoção e difusão da cultura e da arte;Inciso VI _ Valorização da diversidade cultural e das expressões regionais.Art. 3º _ Objetivos alcançados:I _ Estimular a produção, difusão e circulação de bens culturais e artísticos de caráter educativo e formador;III _ Promover o acesso da população aos bens culturais, garantindo a democratização e a inclusão social;V _ Apoiar iniciativas que valorizem a diversidade e a pluralidade cultural brasileira;VII _ Fomentar projetos que promovam a formação de público e a educação estética;IX _ Incentivar a produção audiovisual nacional como meio de expressão artística e reflexão social.Assim, O Que Encontramos Quando Estamos Perdidos justifica plenamente o uso do mecanismo de incentivo, pois atua na intersecção entre arte, eduação e cidadania, ampliando a representatividade da ciência no cinema brasileiro, fortalecendo o protagonismo feminino e promovendo o diálogo entre arte, pesquisa e cuidado. O investimento público, por meio da Lei Rouanet, é essencial para garantir que este projeto alcance seu potencial artístico, educativo e social, consolidando-se como um produto cultural de relevância nacional.

Estratégia de execução

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Especificação técnica

Produto Principal – Filme Documental-Ficcional O Que Encontramos Quando Estamos PerdidosFormato: Audiovisual – Documentário Ficcional Duração: 50 minutosSuporte de exibição: Formato digital (4K) e DCP (Digital Cinema Package)Captação de imagem: Câmeras digitais profissionais, lentes fixas e móveis de alta resoluçãoCaptação de som: Direto e ambiente, microfones de lapela e boom, trilha sonora original e paisagens sonoras captadas em campoEdição e montagem: Realizadas em plataforma profissional (Adobe Premiere Pro ou DaVinci Resolve), com montagem educativa e poética, explorando ritmo, silêncio e performance. Finalização: Correção de cor, masterização de áudio e inserção de trilha sonora originalAcessibilidade:Audiodescrição profissional gravada e mixada na trilha;Legendagem descritiva em português;Interpretação integral em Libras;Versão com janela de Libras para exibições presenciais e online.Distribuição e suporte físico:Cartaz oficial e folder digital com ficha técnica e sinopse.

Acessibilidade

Acessibilidade Física:Por tratar-se de um projeto audiovisual, a fruição da obra não depende da presença física em um espaço específico, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida, deficiência física ou idosos possam acessá-la integralmente em diferentes ambientes e plataformas. Nas exibições presenciais previstas, serão priorizados espaços culturais acessíveis, com rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização tátil, garantindo conforto e autonomia a todos os públicos.Acessibilidade de Conteúdo:O projeto O Que Encontramos Quando Estamos Perdidos será desenvolvido com um compromisso integral com a acessibilidade comunicacional, assegurando a participação e compreensão de pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual. O filme contará com:Libras (Língua Brasileira de Sinais), interpretando integralmente o conteúdo audiovisual;Audiodescrição, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão compreendam as ações, expressões e ambientes;Legendagem descritiva em português, detalhando sons relevantes e falas;Materiais informativos acessíveis, com versões em formato digital compatíveis com leitores de tela;Essas medidas reforçam o caráter inclusivo e democrático do projeto, alinhado às diretrizes de acessibilidade cultural e ao compromisso de tornar o cinema um espaço de escuta, empatia e pertencimento para todos.

Democratização do acesso

Em virtude da comercialização do produto, o filme será representado em feiras e festivias audiovisuais visando negociar a venda do filme a distribuidoras nacionais e internacionais. Essas distribuidoras atuarão na difusão do média-metragem junto a canais de televisão e plataformas de streaming, ampliando a visibilidade da obra e garantindo sua sustentabilidade comercial.Visando democratizar o acesso ao conteúdo audiovisual do filme, o projeto "O que Encontramos Quando Estamos Perdidos." implementa formas de divulgação que viabilizam o acesso livre e gratuito à obra para diversos públicos.Será disponibilizado 10% da minutagem total do média-metragem para distribuição gratuita destinada aos patrocinadores, conforme legislação vigente. Adicionalmente, 10% da minutagem total será divulgada gratuitamente em redes sociais e plataformas digitais, ampliando o alcance do projeto e promovendo o acesso público ao conteúdo, especialmente a espectadores não contemplados pelas exibições presenciais.O projeto também inclui exibições públicas gratuitas durante a fase inicial de distribuição, com foco em espaços culturais e comunitários, a fim de fortalecer o princípio do acesso universal à cultura e estimular a formação de público para produções audiovisuais nacionais.Através destas iniciativas, o projeto reforça o seu compromisso com a divulgação democrática da produção cultural brasileira, garantindo que uma parte considerável do trabalho seja acessível gratuitamente à sociedade, em linha com os objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Ficha técnica

Direção Geral: Claudia SantosDireção Geral da série "Cientistas Brasileiros entre os Melhores" exibida na TV Cultura, Rede Minas, e outras tvs públicas. A série também foi finalista do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro.Produtora do filme "Eu, um outro", com com participação nos festivais: 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; 27º Festival Mix Brasil, São Paulo; Outfest Fusion 2020, Califórnia, EUA; Outfest Los Angeles 2020, Califórnia, EUA; Melanin Pride Festival, Boston - EUA; 14º Cine Esquema Novo.Autora e Produtora da série "#Falasério!" que já foi produzida, finalizada e será exibida na TV Cultura em 2026.Autora e Produção na série "Fala Galera!", Exibida na TV Cultura, TV Brasil, TVE Rio, Rede Minas e nas tvs públicas do Brasil.Claudia estudou Broadcasting na Flórida International University, na Flórida, EUA, onde também fez seu mestrado em International Intercultural Education. Ainda na Flórida, Claudia trabalhou no Discovery Channel Latin America e Univision Miami. Direção de Cinematografia: Leonardo Hermont Good GodDireção de Fotografia nas séries "Mostra Sua Cara!" e "O Mundo da Gente", ambas as séries vencedoras do Edital Prodav 11/2014.Direção de Fotografia em "Fala Galera!", Exibida na TV Cultura, TV Brasil, TVE Rio, Rede Minas e nas tvs públicas do Brasil.Direção de fotografia em "Retratos de Fé", em 52 episódios de 26 minutos cada, exibida na TV Brasil (2014-2015).Direção de fotografia no documentário "Nos Passos de Aleijadinho" com participação nos festivais 10º CineOP e o Festival Cinema Brasil de Shibuya-Tóquio, no Japão.Produtora: Poexista LTDAProdução do Curta Metragem "Nico", finalizado em 2025.Produção e Direção do Curta Metragem "Desabrochar", finalizado em 2024,Roteiro para série "#Falasério!" que já foi produzida, finalizada e será exibida na TV Cultura em 2026.Assistente de produção (Lucas Marra) no filme "Eu, um outro", com com participação nos festivais: 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; 27º Festival Mix Brasil, São Paulo; Outfest Fusion 2020, Califórnia, EUA; Outfest Los Angeles 2020, Califórnia, EUA; Melanin Pride Festival, Boston - EUA; 14º Cine Esquema Novo.Roteiro: Lívia MagalhãesAutora e Diretora do documentário "Mãe por Escolha", Contemplado pelo Edital 02/2023 da Lei Paulo Gustavo.Autora e Roteirista do longa-metragem de animação "Caçadores de Estrelas", Contemplado pelo Edital 02/2023 da Lei Paulo Gustavo.Roteirista da série “Cientistas Brasileiros Entre os Melhores”, finalista do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, hoje disponível na Amazon Prime Video.Roteirista da série "#Falasério!" que já foi produzida, finalizada e será exibida na TV Cultura em 2026.Prod Executiva: Carla TieppoSócia-fundadora da Ilumne Consultoria de Gestão e Negócios, CNPJ Sócia-fundadora da Educação Inédita, CNPJ Produtora de Videos e do Canal do YouTube "Nada Trivial" É a unica mulher faculty da Singularity University Brasil.Doutora em Ciências pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.