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PRONAC 2513380Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cinema da Favela

NOS DA FITA LTDA
Solicitado
R$ 737,6 mil
Aprovado
R$ 737,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-05-04
Término
2027-07-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O Cinema da Favela é um projeto de formação audiovisual continuada realizado em escolas públicas da região Noroeste de Belo Horizonte, que atendem às comunidades da Pedreira Prado Lopes, Sumaré e entorno. Voltado para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, o projeto tem como objetivo democratizar o acesso ao audiovisual e incentivar a expressão criativa por meio de experiências práticas de realização cinematográfica. Serão realizados quatro ciclos formativos, cada um em uma escola diferente, nos quais os participantes vivenciarão todas as etapas de produção de um curta-metragem autoral — da concepção da ideia, escrita do roteiro, gravação e edição, até a exibição pública. O encerramento acontecerá com a Mostra "Cinema da Favela", aberta à comunidade, que apresentará os filmes produzidos, valorizando o protagonismo dos alunos e fortalecendo os vínculos entre arte, educação, identidade e território.

Sinopse

O Cinema da Favela é um projeto de formação audiovisual continuada voltado para jovens de 12 a 17 anos de escolas públicas da região da Pedreira Prado Lopes, em Belo Horizonte/MG. Realizado em parceria com as Secretarias Municipais de Educação e Cultura, o projeto promove a integração entre comunidade, poder público e setor cultural.Oficinas Formativas:As oficinas proporcionam uma imersão prática em todas as etapas de criação de um curta-metragem — da concepção da ideia à exibição pública na Mostra Cinema da Favela. Mais do que o aprendizado técnico, o projeto valoriza o protagonismo juvenil, a expressão criativa e o fortalecimento das identidades culturais locais.Produção do curta-metragem:Os participantes realizam um curta autoral, assumindo funções de direção, produção, fotografia, som, arte e figurino. O processo é acompanhado por mentores e conta com estrutura técnica, logística e de segurança. A produção representa o ponto alto do processo coletivo e o exercício da autoria.Mostra Cinema da Favela: Evento de encerramento e celebração do processo formativo, a Mostra apresenta o curta produzido pelos alunos e obras de jovens realizadores periféricos. A programação inclui sessões comentadas e bate-papos, reunindo comunidade, familiares e convidados do audiovisual, reafirmando o papel das juventudes como criadoras e narradoras de suas próprias histórias.Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a formação audiovisual de jovens de 12 a 17 anos em quatro escolas públicas das vilas e favelas da Pedreira Prado Lopes, Sumaré e entorno, contemplando todas as etapas de realização de um curta-metragem autoral — da criação à exibição.Objetivos Específicos- Ampliar o acesso de jovens do interior à formação em cinema e audiovisual.- Estimular o protagonismo e a autoria de narrativas a partir do território.- Apresentar o audiovisual como campo de expressão, formação profissional e empreendedorismo criativo.- Desenvolver habilidades técnicas, artísticas e colaborativas.- Fomentar o diálogo entre escola, cultura e comunidade local.- Realizar 04 ciclos formativos de 4 meses, um em cada escola (2 por semestre),- Capacitar 20 alunos por turma, com até 80 estudantes no total.- Implementar, em cada ciclo, um programa de 11 oficinas práticas nas áreas de introdução, roteiro, direção, fotografia, som direto, direção de arte, caracterização, produção, pós produção audiovisual, e criação de cineclube.- Conduzir atividades práticas de pré-produção em cada escola, incluindo locações, elenco, cronograma, materiais e ensaios.- Produzir 04 curtas-metragens autorais realizados integralmente pelos alunos, com acompanhamento técnico e pedagógico.- Realizar 01 mostra pública "Cinema da Favela", com exibição dos filmes, sessões comentadas e debates com a comunidade.

Justificativa

O Cinema da Favela é uma iniciativa da produtora Nós da Fita, sediada no bairro Lagoinha, Belo Horizonte, em diálogo direto com as comunidades da Pedreira Prado Lopes, Sumaré e entorno. O projeto busca fortalecer a região da Pedreira Prado Lopes como referência para o audiovisual periférico, formando jovens estudantes de escolas públicas em todas as etapas de realização de um curta-metragem autoral.A primeira edição aconteceu em 2025, na Escola Municipal Belo Horizonte, com a participação de 20 alunos. O engajamento e a criatividade demonstrados em todas as etapas — da escrita do roteiro à filmagem do curta — evidenciaram a potência dos jovens e a necessidade de ampliar o projeto, abrindo espaço para que mais vozes do território possam se expressar.Esse cenário dialoga com a realidade das novas gerações, que já produzem vídeos com celulares e os compartilham em plataformas como TikTok, Instagram e YouTube. Uma pesquisa do YouTube mostra que 65% dos jovens entre 14 e 24 anos se identificam como criadores de vídeos, revelando tanto o interesse espontâneo pelo audiovisual quanto um domínio inicial das ferramentas digitais. Ao mesmo tempo, o setor enfrenta escassez de profissionais qualificados: segundo a Firjan, 76,7% das empresas audiovisuais relatam dificuldades de contratação de mão de obra qualificada. O Cinema da Favela conecta esses dois cenários ao transformar a produção amadora em formação estruturada e coletiva, ampliando o potencial criativo dos estudantes e criando condições para que novas vozes periféricas ocupem espaço em um mercado ainda marcado pela predominância de pessoas brancas, cis e de classe média alta.Esse processo de formação se insere em uma trajetória nacional. Desde os anos 2000, a produção audiovisual em comunidades periféricas brasileiras tem crescido, afirmando-se como ferramenta de transformação social e fortalecimento identitário. Um exemplo notável é o Instituto Querô, em Santos, que em 20 anos capacitou cerca de 600 jovens periferia, produziu mais de 400 obras e conquistou mais de 100 prêmios, sendo documentado pela BBC e reconhecido pelo UNICEF. A experiência levou Santos a ser escolhida como Cidade Criativa do Cinema pela UNESCO e inspirou a criação do programa público Cinescola, mostrando como a articulação entre Estado, sociedade civil e empresas pode transformar o audiovisual em vetor de desenvolvimento cultural e social.Em Belo Horizonte, o projeto ganha ainda mais relevância. A cidade consolidou-se como um dos principais polos audiovisuais do país, registrando crescimento de 108% no número de trabalhadores do setor nos últimos sete anos e ocupando a 2ª posição no ranking nacional. Esse cenário evidencia tanto a expansão do mercado quanto a urgência de conectar jovens da periferia a esse campo, ampliando perspectivas profissionais, fortalecendo o vínculo com o território e enriquecendo a produção cultural com novas vozes.Nesse contexto, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 é fundamental. A realidade socioeconômica dos participantes impossibilita a manutenção do projeto sem apoio público incentivado, tornando o fomento cultural indispensável para sua execução. O projeto se enquadra nos incisos II, III e V do Art. 1º, ao contribuir para o desenvolvimento cultural nacional, fomentar a produção artística e democratizar o acesso à cultura; e atende aos incisos II, IV, V e VI do Art. 3º, ao estimular a formação cultural infantojuvenil, assegurar direitos culturais, ampliar a diversidade de vozes e valorizar a produção local.Assim, o Cinema da Favela se apresenta como um projeto estratégico: reconhece práticas audiovisuais que já fazem parte do cotidiano dos jovens e cria condições para qualificá-las, expandi-las e conectá-las a um mercado em crescimento. O Cinema da Favela é uma ação que integra escola, comunidade e território, oferecendo formação audiovisual de qualidade e ampliando horizontes para as juventudes periféricas.

Especificação técnica

Local de realização: Escolas públicas do interior da região da Pedreira Prado Lopes, em Belo Horizonte/MG Público-alvo: Jovens de 12 a 17 anos. Número de participantes: Até 20 por escola. Duração total: 12 meses. Ciclos formativos: 3 meses cada. Etapas: Preparação - Oficinas formativas – Pré-produção e Produção (filmagens) – Finalização(edição dos curtas) – Mostra pública. Classificação indicativa: Livre.MetodologiaAs oficinas serão conduzidas por profissionais atuantes no mercado audiovisual, combinando momentos expositivos e atividades práticas. A formação será organizada em núcleos temáticos interligados — introdução ao audiovisual, roteiro, direção, fotografia, som direto, direção de arte, figurino e maquiagem, produção, preparação de atores, edição e finalização, e formação de cineclube na escola.Os participantes vivenciarão todas as etapas do processo cinematográfico, compreendendo como se constrói um filme do início ao fim. Ao final do ciclo, a turma se organiza em funções e realiza coletivamente um curta-metragem autoral, com acompanhamento de mentores, liberdade criativa e foco no aprendizado prático.Oficinas Formativas e Carga Horária- Como se faz um filme? (6h/aula) – Introdução ao audiovisual com exibição e análise do filme Saneamento Básico, o Filme. Identificação de funções técnicas e etapas de produção.- Roteiro (12h/aula) – Desenvolvimento de ideias e escrita de roteiros coletivos baseados em vivências dos alunos.- Direção (6h/aula) – Função do diretor como articulador criativo. Leitura de roteiro, linguagem visual, decupagem e diálogo entre setores.- Fotografia (6h/aula) – Composição, luz, cor, textura, movimento de câmera e exercícios práticos.- Som Direto (2h/aula) – Fundamentos de captação sonora, microfonação, ruídos e ambiência.- Direção de Arte (6h/aula) – Criação do universo estético do filme (cenários, objetos, paletas e texturas).- Figurino e Maquiagem (6h/aula) – Construção de personagens a partir de fichas, paleta de cores e caracterização básica.- Produção (12h/aula) – Planejamento do filme: cronograma, equipe, orçamento, autorizações e casting.- Preparação de Atores (6h/aula) – Jogos teatrais, exercícios de escuta, expressão corporal e improvisação.- Edição e Finalização (12h/aula) – Montagem, mixagem, trilha sonora, correção de cor e finalização técnica.- Formação de Cineclube (6h/aula) – Curadoria, mediação de debates, divulgação e continuidade das ações após o projeto.Materiais e Infraestrutura: Equipamentos: câmeras, lentes, tripés, kits de iluminação, microfones, gravadores de áudio, computador com softwares de edição, projetor, tela e caixas de som.Materiais de oficina: quadro branco, papel, canetas, post-its, roteiros impressos, tecidos, maquiagem básica, objetos de cena e materiais de ambientação.Infraestrutura: transporte e alimentação durante as filmagens, suporte técnico e logístico.Produtos Resultantes4 curtas-metragens autorais produzidos integralmente pelos alunos.1 mostra audiovisual pública, com exibição do curta e sessões comentadas.Formação prática em audiovisual para até 20 jovens por ciclo.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: As oficinas acontecerão em escolas públicas da região, que em geral já dispõem de banheiros adaptados, rampas de acesso e outros recursos básicos. Antes do início das atividades será feito um mapeamento em cada unidade para identificar a estrutura disponível e garantir a participação de todos os estudantes.Acessibilidade de conteúdo: O projeto prevê a contratação de profissionais pedagógicos capacitados e, quando necessário, intérprete de Libras para alunos surdos. As demandas específicas serão levantadas no momento da inscrição. Além disso, os curtas realizados terão legendas descritivas e audiodescrição, e a Mostra Cinema da Favela contará com tradução em Libras e e espaços adaptados para PCD .

Democratização do acesso

Todas as atividades do Cinema da Favela são gratuitas, incluindo as oficinas de formação realizadas em escolas públicas, destinadas a alunos de 12 a 17 anos. Os curtas-metragens produzidos pelos estudantes serão exibidos em sessões públicas durante a Mostra Cinema da Favela, aberta à comunidade escolar, familiares e moradores da região, com debates e bate-papos após as exibições.Além das sessões presenciais, as obras realizadas serão disponibilizadas em plataforma online gratuita, garantindo maior alcance e visibilidade.

Ficha técnica

Tamira Abreu – Direção Geral e Ministrante da Oficina “Como Fazer um Filme” Produtora cultural com mais de 18 anos de experiência, com atuação destacada em projetos audiovisuais. Trabalhou com empresas como Camisa Listrada, Quarteto Filmes, Giramundo Teatro de Bonecos e Instituto Fernando Sabino, acumulando ampla experiência em desenvolvimento e gestão de projetos culturais. É fundadora da produtora Nós da Fita, responsável por iniciativas como o Cine Lapinhô – festival de cinema ao ar livre na Lapinha da Serra –, o Cine Bitaca, mostra itinerante de curtas exibidos em botecos de Belo Horizonte, e o Cinema da Favela, projeto de formação audiovisual com jovens da periferia de BH.Silvia Dias – Produção e Ministrante das Oficinas de Produção Diretora de Produção desde 2010 e Produtora Executiva desde 2013, possui sólida trajetória no audiovisual brasileiro, atuando em obras independentes e grandes produções premiadas. Colaborou com produtoras como O2 Filmes, Gullane Entretenimento, Conspiração Filmes e Maria Farinha, realizando conteúdos para plataformas como HBO, Netflix, Amazon e Globoplay. Sua experiência abrange todas as etapas da produção, com foco em planejamento, execução e entrega de conteúdos audiovisuais.Barbara Burgarelli – Marketing e Assistente de Produção Formada em Marketing pela Estácio e com MBA em Gestão com Ênfase em Marketing e Mídias Digitais pela FGV, atua em produção, comunicação e gestão de projetos culturais. Desde 2022 integra a equipe da Nós da Fita, colaborando em projetos como Cine Lapinhô e Cinema da Favela, com foco em produção e estratégias de divulgação. Em 2024 passou a atuar também na Tandera Filmes, na elaboração de projetos e assistência executiva na finalização da série Cartografias do Corpo. Já trabalhou com Instituto Fernando Sabino, Bloco Samba Queixinho e Festival Paraíso Veg, reunindo experiência em marketing, eventos e cultura.Felipe Canedo – Ministrante das Oficinas de Roteiro Diretor e roteirista, lançou em 2024 o longa Palimpsesto, no 57º Festival de Brasília, e o média Amadeu, no 28º Forumdoc. Autor do romance Monstera Deliciosa (Urutau), realizou curtas premiados como O Bailarino (2015) e Arara (2017). É mestre em Audiovisual pela Universidade do Minho e ex-repórter do Estado de Minas. Sua obra explora temas de memória e identidade, aliando literatura e cinema.André Amparo – Ministrante das Oficinas de Direção de Cena Diretor, roteirista e produtor de documentários, séries e filmes exibidos em mais de 40 países. Seus trabalhos foram apresentados no MoMA (NY), Centre Georges Pompidou (Paris) e Instituto Artes Alameda (Cidade do México), além de festivais como Festival do Rio, Gramado e Tiradentes. Na TV, dirigiu conteúdos para HBO, CNN, TV Cultura, Canal Brasil e MTV. Seu trabalho alia rigor técnico a uma profunda pesquisa estética e documental.Túlio Cipó – Ministrante das Oficinas de Fotografia Diretor de fotografia, cineasta e sócio da Babilonya Film Music, com forte atuação em videoclipes e narrativas ligadas à cultura urbana e periférica. Assinou a fotografia de clipes de Djonga, Iza Sabino, Hot & Oreia e Edgar, com destaque para Carro de Boy, vencedor do prêmio de Melhor Direção de Fotografia no MVF Awards. Reconhecido também em campanhas publicitárias e festivais internacionais, traz uma estética marcada por identidade política e sensorial.Oswaldo Ferreira – Ministrante das Oficinas de Som Direto Técnico de som direto com três décadas de experiência no audiovisual. Atuou em produções como O Lodo (Helvécio Ratton), Holocausto Brasileiro (HBO) e Diamantes (Daniela Thomas e Bato Amaral), além de séries como 1986 (Eder Santos) e Mineiras Uai (Márcio Trigo). Com passagem pelo PROJAC/Globo RJ e Sistema Salesiano de Vídeo, mantém carreira sólida, colaborando em projetos dirigidos por Petra Costa, Vanessa Maia e Guilherme Reis.Mariana Rocha – Ministrante das Oficinas de Direção de Arte Diretora de arte e produtora de objetos, graduada em Cinema e Audiovisual pela UNA-BH. Trabalhou em obras como os longas Bom Retorno, Mamãe Saiu de Férias e Amores 1500, e séries como Fala Sério! e Hit Parade (Canal Brasil). Assinou também os curtas Beijos de Peixes, Homônimas e O Potro. Seu trabalho combina concepção estética e execução prática, valorizando a narrativa visual.Gabriela Dominguez – Ministrante das Oficinas de Caracterização Caracterizadora e artista da cena, formada em Arte Educação pela Escola Guignard, teatro pelo CEFART e maquiagem pela Catharine Hill Stage Makeup (SP). Assinou a maquiagem de produções teatrais e cinematográficas como Eclipse Solar, Norma, Romeu e Julieta, Hit Parade (Marcelo Caetano) e Marte Um (Filmes de Plástico) – representante do Brasil no Oscar 2023. Integra a nova geração de profissionais que articulam a caracterização como linguagem estética e política.Natacha Vassou – Ministrante das Oficinas de Pós-Produção Montadora e diretora, formada em Jornalismo pela PUC Minas, com mais de dez anos de atuação em cinema, documentários e publicidade. Assinou a montagem do longa O Dia do Galo (vencedor do Júri Popular no Festival de Tiradentes, 2018). Dirige projetos ligados à música, como o documentário Essas Mina é Zica, sobre o rap feminino de BH. Também dirigiu clipes como Cigarro (Hot & Oreia) e Vem Balançar (Ohana), finalista do M-V-F 2021.Polyana Horta – Ministrante das Oficinas de Preparação de Atores Atriz e diretora teatral com mais de 25 anos de carreira. Formada pelo Teatro Universitário da UFMG e licenciada em Teatro pela mesma instituição, foi indicada diversas vezes aos prêmios de Melhor Atriz e Melhor Diretora em BH. Atuou em produções como Hit Parade (Marcelo Caetano), Batismo de Sangue (Helvécio Ratton) e Comadres (Globo Minas). É integrante do Grupo Maria Cutia e do Coletivo Eva, que pesquisa a relação entre teatro e cinema.Luiz Henrique Santos Malta – Ministrante das Oficinas de Formação de Cineclubes Cientista social e mestre em Arquitetura e Urbanismo, atua desde 2015 com cineclubismo e produção audiovisual. Participou de projetos como o Cineclube FAFICH, Coletivo Cinefronteira, e do Festival de Cinema de Diamantina (2023). Dirigiu o curta Plano Geral 8 (2020) e foi assistente de direção do longa Palimpsesto (2024). Sua prática articula cinema, território e formação de público.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.