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O projeto Cinema à Brasileira _ 2ª edição é um festival que acontecerá na Casa 264, em Niterói (RJ), com acesso gratuito ao público. A programação será composta pela exibição de 49 filmes brasileiros, entre curtas e longas-metragens, advindos de diferentes regiões do país, além de debates pós-exibições e duas oficinas de audiovisual. A curadoria especializada garantirá a diversidade e a qualidade das obras selecionadas, reafirmando o compromisso da mostra com a democratização do acesso ao cinema nacional.
A 2ª edição do Cinema à Brasileira é um festival gratuito de cinema nacional realizado na Casa 264, em Niterói (RJ). O evento apresentará 49 filmes brasileiros, entre curtas e longas-metragens de diversas regiões do país, selecionados por curadoria especializada. A programação contará ainda com duas oficinas de audiovisual de 6 horas-aulas cada, voltadas à introdução prática ao cinema, especialmente para estudantes e jovens iniciantes, e com debates após as sessões. A escolha do melhor filme será realizada por meio de júri popular, com votação realizada através de QR Code disponibilizado aos espectadores após as sessões. Todas as atividades serão gratuitas e contarão com tradução em LIBRAS e Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE). O festival valoriza a ocupação de espaços culturais independentes, promovendo experiências cinematográficas inclusivas, afetivas e formativas.
Objetivo Geral:Ampliar o acesso gratuito ao cinema brasileiro contemporâneo e fomentar a formação de público e de novos profissionais do audiovisual, promovendo a diversidade cultural e o fortalecimento do setor na cidade de Niterói.Objetivos Específicos:- Realizar a 2ª edição do Cinema à Brasileira, com duração de 7 dias, no equipamento cultural independente "Casa 264", em Niterói (RJ);- Exibir gratuitamente 49 filmes brasileiros (curtas e longas-metragens);- Eleger o melhor filme do festival por meio de júri popular;- Entregar um troféu ao melhor filme eleito e certificado de menção honrosa aos outros quatro melhores colocados;- Oferecer duas oficinas formativas em audiovisual, gratuitas, com 6 horas-aula cada, totalizando 12 horas de formação;- Garantir acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal ao público que irá acessar o evento;- Atrair um público direto estimado de, no mínimo, 300 pessoas ao longo do festival;- Incentivar o intercâmbio cultural com a participação de obras de diferentes estados brasileiros, com pelo menos 50% para filmes do Norte e/ou do Nordeste;- Valorizar o equipamento cultural independente Casa 264, como centro cultural de referência em Niterói;- Contribuir para o fortalecimento da cadeia produtiva local por meio da contratação de fornecedores e prestadores de serviços da região;- Reforçar a formação de plateia por meio de parcerias com escolas públicas e instituições educacionais;- Promover ampla divulgação da programação em mídias digitais e impressas para garantir o engajamento da comunidade.
O Festival Cinema à Brasileira _ 2ª edição _ justifica-se pela necessidade de continuidade e fortalecimento de uma política cultural de valorização do cinema nacional, especialmente no que diz respeito à difusão de obras de diversas regiões do país e à formação de novos públicos. Realizado pela primeira vez em outubro de 2024, com apoio da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria da Cultura de Niterói, o festival provou-se uma ação estratégica no fomento ao audiovisual independente, promovendo o acesso gratuito a uma curadoria de filmes brasileiros contemporâneos e oferecendo formação por meio de oficinas e encontros com profissionais do setor.A partir da experiência da 1ª edição, que exibiu 49 obras brasileiras (47 curtas e 2 longas-metragens), promoveu rodas de conversa com realizadores, uma oficina de introdução ao audiovisual para estudantes da Rede Pública de Ensino e debates sobre o mercado audiovisuL, torna-se evidente a potência transformadora dessa proposta para o município de Niterói e seu entorno. A programação, diversa em gêneros, origens e formatos, atraiu um público direto estimado em 150 pessoas e alcançou um público indireto de cerca de 300 pessoas, com impacto na cadeia produtiva local e na imagem da Casa 264 como espaço de referência na cultura independente da cidade.Nesta segunda edição, o projeto pretende não apenas repetir o sucesso anterior, mas ampliar o impacto, investindo em estratégias de comunicação mais robustas, fortalecimento da acessibilidade e ações de democratização do acesso. A gratuidade é um pilar fundamental, e o incentivo da Lei Rouanet é o principal mecanismo para assegurar que todas as atividades, da exibição à formação, sejam ofertadas sem custo ao público. De acordo com o Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos incisos:I _ Estímulo à formação cultural da população;III _ Preservação e difusão de bens culturais.Em relação ao Art. 3º da mesma norma, atende aos seguintes objetivos:I _ Estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal;III _ Ampliação do acesso da população aos bens culturais;V _ Valorização da cultura nacional e regional;VII _ Apoio a iniciativas que favoreçam o surgimento de novos criadores e agentes culturais.A realização do Festival também reafirma a importância da ocupação de espaços culturais alternativos como a Casa 264, situada em um ponto estratégico e de fácil acesso em Niterói. O uso de espaços internos e externos, incluindo projeções ao ar livre, contribui para a ressignificação do espaço público e aproxima a arte do cotidiano da população. A programação busca atrair pessoas de diferentes faixas etárias, com destaque para famílias, estudantes, artistas, produtores e interessados no setor audiovisual. A escolha do melhor filme será realizada por meio de júri popular, com votação realizada através de QR Code disponibilizado aos espectadores após as sessões, a fim de ressaltar a participação do público. Com ações formativas, curadoria qualificada, debates, ações de acessibilidade e foco na descentralização da produção cultural, o Festival Cinema à Brasileira propõe-se a atuar como plataforma de visibilidade para o cinema brasileiro e de transformação social por meio da cultura. Por isso, o uso do mecanismo da Lei Rouanet é essencial para garantir a gratuidade e a excelência das atividades propostas, ampliando seu alcance e fortalecendo a cena cultural local e nacional.
A proponente do projeto, Beatriz Rodrigues, atuará no Festival como diretora, coordenadora de produção e curadora. Em vista disso, receberá o valor de R$ XXXXX como remuneração do seu trabalho.Beatriz Rodrigues, representante da Casa 264, proponente do projeto, atuará no Festival como coordenadora geral, oficineira e curadora. Em vista disso, receberá os seguintes valores:Coordenação geral: 5x R$ 4.000 = R$ 20.000 Curadoria: 1x 9.000 = R$ 9.000Locação do Espaço: R$ 2.450Oficina:6x R$ 180,00 = R$ 1.080,00Total: R$ 32.530,00
Não se aplica.
Em consonância a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, e com a Lei LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015, Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, o Festival Cinema à Brasileira - 2ª Edição compromete-se com medidas de acessibilidade descritas detalhadamente logo abaixo. ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA A Casa 264, espaço onde acontecerá o Festival Cinema à Brasileira, dispõe de rampa de acesso, banheiro adaptado e barras de apoio, assegurando o acesso a pessoas com deficiência física e/ou com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONALComo já realizado com sucesso na primeira edição, o projeto contará com intérpretes de LIBRAS presentes nas principais atividades presenciais, como exibições, oficinas, debates e cerimônias de abertura e encerramento. Ademais, os filmes exibidos no festival conterão LSE (Legendagem para Surdos e Ensurdecidos) embutida. Os conteúdos de divulgação nas redes sociais do festival disporão igualmente de acessibilidade comunicacional, como vídeos em Libras, inserção de legendas em vídeos, uso de texto alternativo e utilização de linguagem simples, ampliando o acesso a pessoas com deficiência auditiva, visual e intelectual. ACESSIBILIDADE ATITUDINALA equipe de trabalho do Festival Cinema à Brasileira contará com uma profissional de assessoria em acessibilidade que dará formação à equipe de produção e comunicação do projeto, e estará dedicada à acessibilidade durante todos os dias do evento, oferecendo suporte individualizado a quem necessitar de auxílio. Toda a comunicação do projeto respeitará o uso de linguagem simples, bem como recursos de legenda alternativa e para todos verem. A acessibilidade atitudinal será presente por ações como autodescrição das pessoas participantes, boas vindas fora do microfone para localização espacial para pessoas com deficiência visual.Com essas ações, o projeto reafirma seu compromisso com uma cultura acessível, democrática e inclusiva.
Todas as atividades do Festival Cinema à Brasileira – 2ª edição serão oferecidas gratuitamente ao público. Para garantir que o acesso seja efetivamente democrático, serão adotadas medidas específicas de ampliação de público:Oficinas formativas gratuitas voltadas a jovens e estudantes da Rede Pública de Ensino, com foco na introdução ao audiovisual;Sessões ao ar livre e ocupação de espaços não convencionais como a rua e o jardim da Casa 264, com projeções que possibilitam o acesso de transeuntes e moradores do entorno;Divulgação em múltiplos canais, com foco nas redes sociais, rádios comunitárias e distribuição de cartazes em escolas, centros culturais, estações de transporte público e equipamentos de saúde e assistência social;Parcerias com escolas públicas e instituições educativas para mediação de sessões e formação de plateia;Ações afirmativas de acessibilidade, como LIBRAS, legendagem LSE, sinalização e acompanhamento individualizado.O projeto pretende ampliar seu público direto em relação à edição anterior, estimando receber ao menos 300 pessoas, com estratégias que favoreçam o acesso de pessoas de todas as faixas etárias, origens sociais e condições físicas.
A proponente do projeto Beatriz Rodrigues terá a função de coordenadora geral e oficineira, além de ser uma das curadoras do Festival Cinema à Brasileira (currículo nos anexos).A curadoria será composta ainda pelas seguintes pessoas:Pedro DiógenesPedro Diógenes dirigiu e roteirizou 9 longas-metragens, realizou 11 curtas e trabalhou como técnico de som em mais 60 filmes. Seus longas foram distribuídos nas salas de cinema do Brasil, além de terem sido exibidos e premiados em importantes festivais. Pedro dirigiu os longas: Centro Ilusão (2024), A Filha Do Palhaço (2022), Pajeú (2020), Inferninho (2018), O Último Trago (2016), Com Os Punhos Cerrados (2014), No Lugar Errado (2011), Os Monstros (2011) e Estrada Para Ythaca (2010). Pedro Diógenes se formou na primeira turma da Escola de Audiovisual de Fortaleza em 2008, integrou o coletivo Alumbramento entre 2010 e 2016 e atualmente faz parte do grupo Marrevolto Filme.Sara SíntiqueSara Síntique é escritora e curadora de artes, atriz, gestora e produtora cultural. Gestora da Arbórea Cultural, idealizadora do Festival de Cinema Ceará Voador. Coordenou e produziu mais de uma centena de ações culturais como saraus, lançamentos de livros, palestras e oficinas, peças teatrais shows e festivais musicais pelo Centro Cultural do Banco do Nordeste Fortaleza (2021-2025), além de ações culturais independentes e também com foco em povos de terreiro (filha do Ilê Axé Icimimó - Cachoeira-BA). Mestra em Literatura Comparada pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com pesquisa em Literatura e Cinema; Especialista em Gestão Cultural pela Universidade Vale do Acaraú (UVA), Graduada em Letras Português-Francês (UFC) e graduanda em Direito (Unifor). Autora dos livros "a ciência do que não existe" (Mórula Editorial, 2022), "ÁGUA ou testamento lírico a dias escassos" (Ellenismos, 2019) e "Corpo Nulo” (Editora Substânsia, 2015). Publicou em diversas antologias e revistas nacionais.Luís Carlos de Alencar Baiano, mora no Rio de Janeiro. Pós-graduado em Cinema e Audiovisual no M_EIA, Instituto de Arte de Cabo Verde; Pós-graduado em Comunicação e Imagem na PUC-Rio; Graduado em Direito pela Universidade Federal da Bahia. Dirigiu Contagem Regressiva, premiado no Rio WF 2016 como Melhor Documentário e Melhor Trilha Sonora, também indicado a Melhor Roteiro, exibido em diversos países, Menção Honrosa no Festcine Amazônia e Melhor Doc: 60 Seconds or Less Video Festival – Chestertown/ Estados Unidos; dirigiu o doc “Bombadeira”, levado a mais de 30 festivais nacionais e estrangeiros, laureado com o prêmio RedeTrans - 10 anos de Bombadeira, pela contribuição da obra para a comunidade transexual. Atualmente dirige o longa "Não é a primeira vez que lutamos pelo nosso amor", sobre a população LGBT e ditadura militar; o curta "Homens Invisíveis", sobre homens trans e o sistema carcerário; e a série para a ESPN "Corpos Periféricos". Trabalhou na Assistência de Direção para 5 séries documentárias em diversos canais.Paloma BurquerFormada em História (UFF), e pós-graduada em História do Brasil (Cândido Mendes) e Produção Audiovisual (ESPM-RIO) atua no Departamento de Arte do mercado audiovisual há 18 anos, com experiência em diversos formatos: Filmes (longas/curtas), Tvs aberta e fechada, Publicidade, Clipe e Streaming. No campo do ensino, orientou a Disciplina Direção de Arte por 3 anos na Graduação de Cinema e Produção Audiovisual da ESPM-RJ, e participou de diversos encontros sobre formação audiovisual pelo Brasil. Um dos seus trabalhos mais marcantes foi realizar a Produção de Arte (set decorator) do filme “Ainda estou aqui”, de Walter Salles. Atualmente, é mestranda do Programa Artes de Cena - ECO UFRJ , acabou de encerrar a Produção de Arte da série “O dono do jogo”, da Netflix, e está em produção do filme “Julia e Clara”, da Paris Filmes.A produção executiva estará a cargo de Fernanda Rangel, enquanto a produção terá à frente Lis Marry. As oficinas, por sua vez, serão ministradas por Paloma Buquer, que também estará na curadoria, assim como a proponente Beatriz Rodrigues. Abaixo seguem os respectivos currículos resumidos:Fernanda RangelÉ gestora e produtora cultural de Niterói - RJ. Formada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Com um perfil versátil, Fernanda domina a gestão administrativa, financeira, logística e a produção geral de eventos, consolidando-se como uma profissional de referência no setor cultural. Sua carreira abrange experiências significativas em instituições culturais de peso, como o Sesc Rio, onde atuou como fotógrafa, e a Escola de Cinema Darcy Ribeiro, onde foi assistente de gravação. Entre 2013 e 2015, integrou o Circuito Universitário de Cultura e Arte da UFF, produzindo eventos. Sua atuação na Fundação de Arte de Niterói, de 2014 a 2016, incluiu um estágio em produção no Museu de Arte Contemporânea e no Módulo de AçãoComunitária, além de um período no Teatro Municipal de Niterói (2016-2018). Fernanda também atuou no Teatro Popular Oscar Niemeyer como coordenadora administrativa e coordenadora de produção entre 2018 e 2022, assumindo a direção artística do espaço de 2022 a 2023. Desde 2024, trabalha no departamento de Fomento e Difusão na Secretaria Municipal das Culturas de Niterói.Lis Marry do Nascimento SilvaÉ produtora cultural, fotógrafa e atriz, graduanda em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atua na realização de eventos culturais e artísticos em espaços como a Casa 264 e a Sala Nelson Pereira dos Santos, onde desenvolve atividades de produção, logística e atendimento a pautas. Possui experiência em montagem de espetáculos, fotografia freelance e atuação teatral. Complementa sua formação com cursos nas áreas de produção cultural, planejamento de eventos, cultura digital e teatro. Tem domínio avançado do pacote Office e conhecimentos intermediários em edição de imagem e vídeo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.