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Realização da quarta edição da Mostra Cine da Mata, Como Festival Cine da Mata - 2026 em uma versão maior e melhor estruturada, da mostra que hoje ocorre no município de Dom Pedro - MA. Esta proposta visa realizar uma mostra de cinema exibindo obras independentes nacionais(maranhenses e brasileiras) de forma gratuita e também realizar capacitações em áreas básicas do cinema e audiovisual como: roteiro, fotografia, direção, som, atuação e edição. A realização da mostra pretende se torna referência tanto no município de Dom Pedro, quanto na região central maranhense, médio-mearim e cocais, dada a sua localização estratégica, podendo assim mirar em uma consolidação na região nordeste. Produtos:1. Festival Cine da Mata - 20262.Oficina de formação básica em cinema e audiovisual3. Show Musical
A Mostra Cine da Mata acontece em Dom Pedro - MA desde 2023, tendo iniciado de forma totalmenteindependente e colaborativa, com a participação da comunidade, exibindo filmes nacionais e locais emcomunidades periféricas e na zona rural do município.Seu início se deu no bairro Vila Ribamar I, um bairro periférico, a partir da identificação da necessidade de iniciativas que visassem à democratização do acesso a conteúdos audiovisuais que não estão disponíveis a todos por meio da internet, TV ou streaming, levando em consideração a realidade social da comunidade.Logo após a primeira exibição, recebemos diversos convites de outras comunidades semelhantes, ou mais distantes do centro da cidade, e assim pudemos identificar uma necessidade real que abrangia todo o município.Desde então, realizamos mais duas edições: a Rota 2024 (com percurso reduzido, devido à falta de recursos) e a Rota 2025, já com um modesto apoio da PNAB municipal, na qual pudemos expandir o alcance de público, saltando de 200 espectadores para uma perspectiva de 400 espectadores, e ainda em crescimento. Nessa edição, tivemos como convidados o diretor Cícero Filho e o ator maranhense Alberto Danúzio, que participaram de um bate-papo e formações. O evento também contou com exposições fotográficas e show musical com artistas locais.Logo após o lançamento oficial, iniciamos a itinerância em outros bairros e comunidades, o que ainda acontece, mediante a disponibilidade da equipe e o interesse da população.Em 2024, por meio da realização de uma chamada pública, recebemos 415 inscrições de filmes nacionais, abrangendo os mais diversos gêneros e durações. Esse acervo passou a compor a base para a seleção das obras que integram o catálogo de filmes da edição de 2025.Em cada exibição, a escolha do filme apresentado leva em consideração a realidade local, de modo que a obra selecionada promova identificação e diálogo com a comunidade, fortalecendo o vínculo entre o público e a obra exibida.Hoje, seguimos para a IV Edição, com perspectivas de aprimoramento, desde a estrutura de exibição até a seleção dos conteúdos, passando pelo oferecimento de capacitação audiovisual e pela presença de um convidado especial: um ator nordestino de relevância nacional(a ser criteriosamente selecionado).A Mostra Cine da Mata é idealizada e realizada originalmente pelo cineasta e produtor cultural dompedrense Daniel Prado.
Objetivo GeralPromover o acesso democrático ao cinema brasileiro e maranhense, fortalecendo meios independentes de distribuição e promovendo formação audiovisual em áreas geográficas que não possuem, ou de difícil acesso a salas de cinema, criando espaços de fruição, reflexão e aprendizado que estimulem a produção e o consumo consciente de obras nacionais independentes e que dialoguem de forma global com culturas e realidades locais.Objetivos específicosDifundir o cinema nacional e maranhense independente - Realizar exibições gratuitas de 05 curtas que tratem de temas relacionados à sustentabiliade e meio-ambiente, 05 longa-metragens, 01 brasileiro e 01 maranhense(em cada comunidade) em comunidades com pouco ou nenhum acesso a salas de cinema, ampliando o alcance dessas obras e valorizando a produção cultural estadual e nacional.Descentralizar o acesso à cultura - Levar o cinema para comunidades com pouco ou nenhum acesso a salas de exibição ou eventos culturais, reduzindo desigualdades de acesso aos bens culturais. - Fomentar a formação de platéia com público mínimo de até 1000(mil) pessoas(número cumulativo durante os 05 dias de evento). - Estimular o interesse pelo cinema e pelo audiovisual por meio da debates/rodas de conversa e/ou mediação cultural após as sessões, promovendo o pensamento crítico. - Oferecer 05 oficinas práticas de produção audiovisual, incluindo noções de roteiro, captação de imagem e som, edição e finalização, incentivando a criação de narrativas locais. - Capacitar 30 jovens e adultos em noções básicas do audiovisual(roteiro, direção, fotografia, som eedição). Incentivar a produção comunitária - Apoiar a realização de 01 pequena produção coletivas durante as oficinas, possibilitando que os participantes contem suas próprias histórias com identidade local. - Valorizar identidades e memórias locais; - Estimular a reflexão sobre temas sociais, ambientais e culturais relevantes para cada comunidade, fortalecendo o senso de pertencimento e identidade local.Formar agentes multiplicadores - Identificar e capacitar 03 lideranças locais, durante a realização das oficinas, para dar continuidade às ações de exibição e produção audiovisual após o término do projeto. - Ampliar o circuito de exibição alternativa - Criar uma rede de mostras e cineclubes parceiros para que as obras exibidas possam circular continuamente em diferentes localidades.Promover a inclusão social e diversidade - Garantir a participação de diferentes grupos sociais, com atenção especial para juventude, população negra, comunidades periféricas e tradicionais.
JUSTIFICATIVAA execução deste projeto requer o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91, por se tratar de uma ação de interesse público que promove o acesso gratuito ao cinema nacional e à capacitação audiovisual em áreas periféricas e rurais, onde a presença de equipamentos culturais é escassa ou inexistente. Nos termos do Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra principalmente nos seguintes incisos: Inciso I: "Estimular a produção, difusão e circulação de bens culturais e serviços culturais." Inciso II: "Preservar, promover e difundir o patrimônio cultural e artístico." Inciso III: "Estimular a formação artística e cultural, capacitando novos quadros para o setor." Inciso VI: "Democratizar o acesso aos bens de cultura." A presente iniciativa contribui ainda para alcançar os objetivos do Art. 3º da referida lei, com destaque para: Inciso I: "Fomentar e incentivar a produção, difusão e distribuição de bens culturais." Inciso III: "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira." Inciso IV: "Garantir o pleno exercício dos direitos culturais e apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais." Inciso V: "Promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais." Inciso VII: "Propiciar meios para que a população em geral possa criar, fruir e participar das manifestações culturais."A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, indispensável para a viabilização financeira do projeto, permitindo a captação de recursos junto à iniciativa privada e garantindo a estrutura necessária para transporte de equipe e equipamentos, aluguel de equipamentos, montagem de espaços de exibição, contratação de profissionais qualificados e realização de oficinas formativas. Dessa forma, assegura-se não apenas a difusão do cinema independente brasileiro e maranhense, mas também a formação de novos públicos, a descentralização da oferta cultural e o fortalecimento da economia criativa nos territórios atendidos.
PLANO PEDAGÓGICO – FORMAÇÃO AUDIOVISUAL1. APRESENTAÇÃO A Oficina Audiovisual propõe a imersão prática em cincoáreas fundamentais da produção cinematográfica: Roteiro, Fotografia/Direção, Som,Atuação e Edição/Finalização. Em formato intensivo de 5 dias, o projeto visa capacitarjovens a partir de 15 anos, estimulando o trabalho colaborativo e criativo entre osparticipantes, resultando na produção de um curta-metragem assinado pelos própriosalunos.2. OBJETIVOS • Promover a compreensão das etapas da produção audiovisual. • Desenvolver habilidades técnicas e artísticas em diferentes áreas do cinema. • Estimular o trabalho em equipe, a criatividade e a expressão individual. • Produzir um curta-metragem coletivo como resultado da oficina.3. METODOLOGIA O processo pedagógico será baseado na integração prática entre asáreas, de modo que cada participante experimente funções diversas dentro da realizaçãoaudiovisual. As atividades combinarão teoria e prática, com dinâmicas participativas,exercícios guiados e acompanhamento técnico-pedagógico dos oficineiros.4. ESTRUTURA E CRONOGRAMA DIA 1 – IDENTIFICAÇÃO E FORMAÇÃO DE GRUPOS Apresentação dos participantes e dos oficineiros, sensibilização sobre o fazeraudiovisual, introdução às áreas e divisão das equipes conforme interesse: roteiro,fotografia/direção, som, atuação e edição/finalização.DIA 2 – ROTEIRO E FOTOGRAFIA/DIREÇÃO Os roteiristas desenvolvem a ideia docurta, enquanto o grupo de fotografia e direção trabalha conceitos de enquadramento,linguagem visual e composição. As equipes interagem para alinhar estética e narrativa.DIA 3 – SOM E ATUAÇÃO Os alunos aprendem sobre captação e design de som,gravação de diálogos e ambientação. Paralelamente, o grupo de atuação realizapreparação cênica, ensaios e construção de personagens em diálogo com o roteiro.DIA 4 – FILMAGEM Integração de todas as áreas na gravação do curta. Cada equipeassume funções técnicas e criativas conforme a divisão de papéis planejada. O dia édedicado integralmente à prática de set.DIA 5 – MONTAGEM E FINALIZAÇÃO Os alunos das áreas de edição e som coordenamo processo de montagem do curta, com participação das demais equipes. São abordadosconceitos de ritmo, continuidade, trilha, correção de cor e mixagem. Ao final, ocorre aexibição do produto final em formato de mostra local.5. CARGA HORÁRIA A oficina terá carga total de 100 horas, distribuídas em 20 horas pormódulo/área (Roteiro, Fotografia/Direção, Som, Atuação e Edição/Finalização).6. AVALIAÇÃO A avaliação será contínua, considerando a participação, o desempenhoindividual e coletivo, e o envolvimento na execução do curta. O resultado final – o filmeproduzido – será o principal instrumento de aferição do aprendizado.7. PÚBLICO-ALVO Jovens e adultos a partir de 15 anos, com ou sem experiência préviaem audiovisual, interessados em desenvolver competências técnicas e artísticas na área.8. RESULTADOS ESPERADOS • Formação de novos realizadores audiovisuais. • Fortalecimento da produção cultural local. • Criação de redes colaborativas entre jovens artistas. • Exibição pública do curta produzido.9. CONSIDERAÇÕES FINAIS O plano pedagógico busca unir formação e prática artísticaem um mesmo processo. A oficina se propõe a despertar vocações, gerar pertencimentocultural e democratizar o acesso à linguagem audiovisual como instrumento deexpressão, educação e transformação social.
Produto principal: Festival Cine da Mata - 202610 exibições de filmes em comunidades periféricas e tradicionais no município de Dom Pedro - MAComunidade Vila Ribamar - (periférico urbano): - 01 Curta-metragem maranhense, 01 Longa-metragem nacional;Comunidade Centro dos Pretinhos(quilombola, rural): - 01 curta-metragem com temática de protagonismo do povo preto, 01 longa-metragem maranhense;Comunidade bairro Vila Cordeiro(periférico urbano): - 01 curta-metragem maranhense, 01 longa-metragem nacional;Comunidade Centro do Primo(rural): - 01 curta-metragem maranhense, 01 longa-metragem maranhense;Centro da cidade: - 01 curta-metragem maranhense, 01 longa-metragem nacional.Produto secundário: Capacitação - Cinema e Audiovisual (Plano pedagógico consta na aba "outras informações") Local: Comunidade Vila Ribamar - I, Dom Pedro - MA- 01 módulo de roteiro- 01 módulo de fotografia/direção- 01 módulo de captação de som- 01 módulo de edição/finalização- 01 módulo de atuação- Atividades práticas Produto secundário: Show MusicalShow musical com artista/banda local e regional(Maranhão) a ser realizado no evento final, após a exibição dos filmes.
1) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:· Realização de atividades em espaços com acessibilidade (rampas, banheirosadaptados, espaço de circulação para cadeirantes);· Reserva de vagas para pessoas com mobilidade reduzida;· Disponibilização de cadeiras de rodas para deslocamentos internos, quandonecessário.2) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DECONTEÚDO:a) Para pessoas com deficiência visual:· Placas de sinalização em braile nos locais das atividades, quando aplicável.b) Para pessoas com deficiência auditiva:· Intérprete de Librasc) Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:· Monitoria especializada inclusiva com uso de linguagem simples;· Disponibilização de óculos escuros e abafadores sonoros para diminuir a exposição à luz e ao som parapessoas com TEA3) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NA COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO:· Criação de materiais de divulgação com linguagem simples e vídeos comlegenda e libras, quando aplicável.· Informações sobre medidas de acessibilidade publicadas no site e redessociais do projeto.
Todas as atividades serão oferecidas ao público de forma gratuita, com classificação indicativa livre, em ação centrípeta, iniciando pelas comunidades periféricas, rurais e tradicionais até à culminância no centro da cidade, ocupando espaços públicos como praças, escolas, centros comunitários e associativos, visando a democratização ao acesso a produtos culturais nacionais e capacitação profissinal.
Daniel Prado - pardo Direção/coordenação geral do projeto/direção de produção/produção executiva.Cineasta maranhense de Dom Pedro, atua no audiovisual desde 2010, iniciando no cinemacom o curta "Que Horas São?", em 2013. Trabalha de forma independente em curtas,documentários e videoclipes, além de atuar como fotógrafo e cinegrafista. Temformação em Direção de Fotografia pela Escola de Cinema do Maranhão, UV-IEMA, além de capacitações em roteiro e direção. Atualmente, desenvolve projetoscomo:- Capacitação Audiovisual - Da Ideia ao Filme (Lei Paulo Gustavo - Municipal - 2024),- Mostra Cine da Mata (coordenação geral, idealizador),- Trilhas e Tons VII(comunicação e registro fotográfico/videográfico - Lei ROUANET, Instituto Cultural Vale)- Roteiro de longa - metragem "Bernardino", contemplado pela Lei Paulo Gustavo - MA, 2024.Alberto Danúzio - branco - Ator/instrutor da oficina(atuação)Ator maranhense com 26 anos de carreira. Participou da novela Travessia (TV/GLOBO)e fez três novelas nos Estados Unidos (TELEMUNDO). No cinema atuou com Lilia Cabral,Silvero Pereira, Tony Tornado, dentre outros. Formado pela NYFA, em Los Angeles.Danuzio tem vários prêmios de melhor ator incluindo o Prêmio Volts 2023.Giselle Bossard- parda - Roteirista/instrutora da oficina(roteiro)Jornalista, produtora, roteirista,diretora de filmes.Desenvolve projetos audiovisuais educativos para jovens. Dirigiu e roteirizou os filmes Brincando na Floresta e Os Tremembé da Raposa.É produtora e roteirista do filme Digital Originário, de Jesús Pérez (Ocupa CCVM Amazônia).Atualmente, é mediadora do projeto Cineclube na Escola, realizado pela Escola de Cinema do Maranhão, no C. E. Luiz Alves Ferreira, no bairro Liberdade - São Luís.Foi coordenadora geral do projeto Ilha em Edição II e coordenadora de produção do Ilha em Edição I, que promovem a formação de jovens na área audiovisual em São Luís - MA. Ranyere Serra - negro - Cineasta/Instrutor da oficina(fotografia e direção)/registro videográficoProdutor cultural, documentarista e antropólogo maranhense, atua no audiovisual e na produção cultural há mais de seis anos, com trajetória marcada pela valorização de narrativas sensíveis sobre identidade, memória e cultura popular. Dirigiu e co-dirigiu o documentário "Nosso Terreiro", premiado como Melhor Documentário e Melhor Direção no Cine Guranicê 2024. Atua de forma independente em documentários, séries, curadorias e eventos culturais, com experiências em direção, produção executiva, montagem e fotografia aérea com drone. Possuigraduação em Ciências Sociais pela UFMA e formações em Cinema Pós-colonial, Produção Audiovisual e Direção de Documentário Musical. Atualmente, atua como responsável editorial na Culture Socioambiental LTDA e desenvolve projetos autorais que integram arte, território e ancestralidade.Luan Costa - negro- Instrutor da oficina(edição)Luan Costa atua como Designer, Editor e Filmaker desde 2010. Dompedrense (MA), ele construiu sua carreira no cenário da publicidade e produção audiovisual em Cuiabá-MT e no Maranhão. Com mais de uma década de experiência, Luan domina o processo criativo, desde a concepção gráfica até a finalização do produto. Sua expertise abrange uma vasta gama de projetos, incluindo:Publicidade: Criação e edição de peças comerciais e campanhas.Audiovisual: Direção, filmagem e montagem de curtas-metragens.Música: Produção e pós-produção de videoclipes.Luan Costa é um profissional audiovisual completo, atuando como Designer, Editor e Filmaker desde 2010.Dompedrense (MA), ele construiu sua carreira no cenário da publicidade e produção audiovisual em Cuiabá-MT e no Maranhão.Com mais de uma década de experiência, Luan domina o processo criativo, desde a concepção gráfica até a inalização do produto. Sua expertise abrange uma vasta gama de projetos, incluindo:Publicidade: Criação e edição de peças comerciais e campanhas.Audiovisual: Direção, filmagem e montagem de curtas-metragens.Música: Produção e pós-produção de videoclipes.Fernando Oliveira - pardo - ProduçãoProdutor audiovisual.Assistente de produção no projeto Cine da Mata. Integrante da Deuflip Produções, sediada em Dom Pedro - MA.Roteirista, produtor e diretor do curta-metragem Degolado - A História Que Não Foi Contada.Fernando também é Master e cinegrafista de TV regional.Alessandra Silva - negro - Registro fotográficoEm atuação desde 2016, reconhecida e premiada na LPG municipal(Dom Pedro - MA por sua trajetória artística na fotografia na região central Maranhão,também premiada na PNAB municipal (Dom Pedro, MA - 2025), com a realização da exposição fotográfica "Cotidianos".Diretora de fotografia do documentário Raimunda, realizado em 2024.Ronyere Lima - negro - Assessoria jurídicaBacharel em Direito e advogado por formação, pesquisador da cultura africana e afro-brasileira, instrutor, educador social, integrante do movimento negro, assessor jurídico de entidades sociais e de movimentos sociais antirracistas e contracoloniais, curador das atividades culturais do Quilombo Cruzeiro em Dom Pedro - MA, escritor, membro da Confraria Cultural Brasil-Portugal e produtor cultural. Trabalha na vertente do direito alternativo e boa parte da atuação como advogado é de consultoria para grupos culturais, associações, cooperativas e movimentos sociais na dimensão dos Direitos Humanos e Participação Popular. Como ativista do movimento negro realiza palestras e eventos de decolonialidade no território do Quilombo Cruzeiro para estudantes de escolas públicas e movimentos sociais populares. Desde o ano de 2017 desenvolve o trabalho de autoidentificação de povos e comunidades tradicionais, notadamente no quilombo Cruzeiro, se dedica à pesquisa da formação do quilombo Cruzeiro e o contexto da escravidão nessa região do Maranhão, integra a Comissão da Verdade sobre a Escravidão da OAB-MA e a Comissão da Liberdade Religiosa da OAB-MA. É fundador do Coletivo Nagô – Coletivo Dompedrense de Cultura Afro-brasileira e foi o mentor do Movimento de Articulação dos Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro da Microrregião de Presidente Dutra-MA. É escritor premiado em concurso internacional e tem textos publicados em obra coletiva.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.