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PRONAC 2513426Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Prêmio Transborda

TRANSBORDA PRODUCAO E ARTE LTDA
Solicitado
R$ 1,10 mi
Aprovado
R$ 1,10 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Premiações
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-01-01
Término
2028-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O Prêmio Transborda prevê seleção, exposição e premiação de artistas atuantes no bioma Cerrado, através da avaliação de um júri composto por curadores de renome nacional, além de distribuição de catálogos, realização de programa educativo, palestras, visitas mediadas e ações de acessibilidade. O projeto propõe-se a ser bianual, contemplando progressivamente outros contextos do país à medida que se consolida como um dos principais editais de arte contemporânea no Brasil.

Sinopse

Criado a partir da experiência do Transborda Brasília - principal prêmio de arte contemporânea da cidade desde 2015 -, o Prêmio Transborda representa um movimento de expansão e descentralização, um verdadeiro “transbordamento” de Brasília e seu entorno para abranger artistas de todo o bioma Cerrado. Essa ampliação territorial e simbólica valoriza a produção artística em um dos biomas mais diversos e ameaçados do país, reconhecendo-o como território de criação, experimentação e pesquisa artística contemporânea.Abrangência: bioma Cerrado, contemplando artistas residentes ou atuantes nos estados de Goiás (GO), Distrito Federal (DF), Tocantins (TO), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Minas Gerais (MG), Bahia (BA), Maranhão (MA), Piauí (PI), Rondônia (RO), São Paulo (SP), Paraná (PR) e em pequenas porções dos estados do Amapá (AP), Amazonas (AM) e Pará (PA).Público-alvo: artistas visuais, estudantes, pesquisadores, curadores e o público em geral interessado em arte contemporânea, meio ambiente e cultura. Estima-se um público presencial de cerca de 5.000 visitantes e distribuição de 1.000 catálogos.

Objetivos

Objetivo GeralO Prêmio Transborda pretende consolidar-se como o principal reconhecimento da arte contemporânea do bioma Cerrado, contribuindo para o fortalecimento da produção regional e para a valorização da diversidade cultural brasileira. A médio prazo, o projeto almeja tornar-se referência nacional em prêmios de arte com foco territorial e ambiental, fomentando políticas culturais descentralizadas e sustentáveis.Objetivos Específicos- Fomentar e dar visibilidade à produção artística contemporânea do bioma Cerrado.- Realizar exposição com obras de 12 artistas selecionados via edital público. A exposição terá 60 dias de duração e será aberta ao público com entrada franca.- Promover intercâmbio entre artistas e curadores de renome nacional.- Produzir e distribuir 1.000 catálogos impressos e versão digital de livre acesso.- Realizar duas visitas guiadas com os 12 artistas selecionados, cada uma com seis artistas. É esperada a presença de um público de cerca de 60 pessoas de trajetórias diversas.- Realizar uma palestra com a comissão de seleção aberta ao público. É esperada a presença de 40 pessoas.- Realizar uma visita guiada para estudantes da rede pública do DF. É esperada a presença de 30 alunos.- Promover acompanhamento crítico individual a cada artista selecionado.- Premiar 12 artistas com aquisição de obra para acervos públicos ou institucionais.- Contribuir para o mapeamento da produção contemporânea do Cerrado.

Justificativa

Criado a partir da experiência do Transborda Brasília, principal prêmio de arte contemporânea da cidade desde 2015, o Prêmio Transborda representa um movimento de expansão e descentralização, um verdadeiro 'transbordamento' de Brasília e seu entorno para abarcar artistas de todo o bioma Cerrado. Essa ampliação territorial e simbólica valoriza a produção artística em um dos biomas mais diversos e ameaçados do país, reconhecendo-o como território de criação e pesquisa artística contemporânea.O bioma Cerrado abrange os estados de Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí, Rondônia, São Paulo e Paraná, além de pequenas porções em Amapá, Amazonas e Pará. Essa abrangência revela uma riqueza cultural e ambiental que se expressa nas linguagens visuais, na diversidade de práticas artísticas e nos modos de vida que integram arte e território.Ao propor um prêmio de caráter nacional com foco regionalizado, o Transborda fortalece as conexões entre artistas, curadores, instituições culturais e o público, estimulando o reconhecimento da arte contemporânea produzida fora dos grandes eixos hegemônicos. A experiência acumulada em quatro edições anteriores, com júris compostos por nomes como Agnaldo Farias, Moacir dos Anjos, Fernando Cocchiarale, Marília Panitz, André Severo e Gleyce Ellen, entre outros, confere credibilidade e solidez à presente proposta.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8.313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

4 Pessoas (curadoria) saindo de cada região do país para julgamento dos trabalhos e abertura da exposição.12 Artistas saindo de sua cidade de origem até Brasília para abertura da exposição.

Especificação técnica

Exposição: A exposição deverá ser composta por 3 a 5 obras de cada artista selecionado, totalizando cerca de 50 obras de 12 artistas, sempre atenta à diversidade dos participantes. As obras serão criteriosamente selecionadas por uma comissão de reconhecida trajetória no cenário brasileiro e internacional, contribuindo para a formação de público e o fortalecimento da credibilidade da profissão de artista visual na região. A exposição terá duração de 60 dias, aberta ao público e com entrada franca.Visita guiada com artistas selecionados: As visitas possibilitam a discussão sobre o processo de criação das obras a partir das vivências dos próprios artistas, permitindo o surgimento de novos questionamentos junto ao público, reunindo seis artistas por encontro. Os encontros terão 90 minutos.Palestra com a comissão de seleção: O debate com a curadoria oferece a oportunidade de conhecer o trabalho dos curadores, ouvir suas reflexões sobre o panorama observado a partir dos trabalhos inscritos e das obras selecionadas, além de discutir a pertinência da produção da região em relação ao que vem sendo produzido nacional e internacionalmente. A palestra, com duração aproximada de 90 minutos, contará com a participação de todos os membros do júri, será aberta ao público e inteiramente gratuita.Acompanhamento crítico: Será promovido um encontro presencial, nos dias seguintes à abertura da mostra, entre cada artista selecionado e um membro da comissão de seleção, para acompanhamento crítico de sua produção. Cada artista terá 4 horas de encontro com um membro do júri, dedicadas à análise de portfólio e ao debate sobre suas pesquisas em desenvolvimento. Essa iniciativa promove a troca de conhecimentos entre artista e curador, podendo gerar novos questionamentos e criar pontes entre o artista e outros projetos do curador. Catálogo: O material será produzido com cerca de 50 páginas, em 4x0 cores, contendo textos de apresentação e curadoria, fotografias e especificações de todas as obras presentes na exposição. O catálogo servirá ao propósito de registro e memória do momento artístico do bioma Cerrado, ao mapeamento realizado, à comprovação da produção artística e técnica da equipe do projeto, e à difusão do trabalho por meio de sua distribuição em instituições educacionais e culturais, além do reconhecimento da trajetória dos artistas. A distribuição será feita por meio de envio a entidades ligadas às artes e escolas públicas, além do local expositivo.Premiação e aquisição de obra: Propõe-se, para esta edição, que os 12 artistas que comporão a mostra apresentem cada um de 3 a 5 obras para seleção. A exposição deverá contar, sempre que possível, com mais de uma obra por artista, de modo que sua pesquisa e/ou trajetória possa ser percebida com maior clareza.Em conjunto, júri e artista definirão uma obra a ser adquirida e doada para acervos institucionais públicos. Ao final, instituições terão seus acervos atualizados com 12 obras de arte contemporânea de artistas do Cerrado. Cada artista receberá o valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais) pela aquisição da obra, totalizando R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) em prêmios, além do acompanhamento crítico.O prêmio expressivo deve atrair a atenção da mídia e de artistas renomados e iniciantes da região, trazendo visibilidade para este que se pretende consolidar como o principal prêmio regional de arte contemporânea do país. Os valores equânimes mostram-se mais adequados à aquisição de obras, sem distinção de trajetórias ou linguagens. Com o acompanhamento crítico, o prêmio visa à ampliação do diálogo entre artista e curador-pesquisador, à valorização do trabalho do artista e ao incentivo à continuidade de sua produção.

Acessibilidade

- Realização integral das atividades em locais que dispõem de banheiros PNE, rampas de acesso, corrimãos, pisos táteis e todas as medidas necessárias para o pleno uso de pessoas com deficiência física e/ou com mobilidade reduzida.- Produção de audioguia da exposição para pessoas com deficiência visual e disponibilização online de catálogo em formato acessível (PDF com descrição de imagens). - Legendagem em português de todos os vídeos com fala ou narração postados nas redes sociais do projeto.- Contratação de intérprete de libras para as conversas públicas, palestras e visitas guiadas.- Disponibilização de kit sensorial para pessoas autistas.

Democratização do acesso

O acesso às atividades do projeto (exposição, palestras, visitas guiadas e debates) será inteiramente gratuito, visando facilitar para todos o acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, como prevê o exposto no Art. 46 da Instrução Normativa MINC nº 23 de 2025.Além disso, em atendimento à política de ampliação do acesso, adotaremos as medidas previstas nos seguintes incisos Art. 47 da Instrução Normativa MINC nº 23 de 2025, a saber:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);Distribuição gratuita de 200 catálogos impressos a escolas, universidades e bibliotecas públicas.III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Disponibilização online de catálogo em formato acessível (PDF com descrição de imagens). Produção de conteúdo educativo para redes sociais e site oficial do projeto.VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;Oferta de visita guiada para estudantes da rede pública.

Ficha técnica

Direção Geral: Transborda Produção e ArteTransborda produção e arte é uma empresa brasiliense atuando no campo de publicidade desde 2015, a partir de 2018, sob a diretoria de Virginia Manfrinato passa a realizar produções culturais como a terceira edição do Transborda Brasília – prêmio de arte contemporânea, Casulo de Darlan Rosa no CCBB Brasília, Vaivém exposição também no CCBB Brasília, Semana Pensamento Criativo, Christus Nóbrega – Uma aventura na China na Bienal de Curitiba, entre outros. Virginia Manfrinato é mestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília a partir de dissertação que versa sobre expografia. e formada na mesma instituição em 2004. Desde então criou e gerenciou o escritório Esquadra Arquitetos desenvolvendo inúmeros projetos residenciais, comerciais e principalmente cenográficos. Tendo recebido prêmios e produzido exposições e mostras. Atuou como cenógrafa e produtora em projetos institucionais para Ministério do Esporte, Ministério do Turismo, GDF, Banco do Brasil entre outros. Desenvolveu e produziu eventos privados e públicos em diversas cidades brasileiras. De 2010 a 2015 realizou em Brasília o curso O Processo Criativo, ministrado pelo escocês Charles Watson além de representar o projeto Dynamic Encouters promovendo viagens por todo o mundo em visitas educativas a museus, galerias e ateliês de grandes nomes da arte contemporânea. Recentemente projetou a exposição Mulheres que mudaram os 200 anos realizada simultaneamente nas sete unidades da Caixa Cultural do Brasil. Colaborou ainda na a gerência de projetos culturais de grande porte inclusive com companhias internacionais como Studio Festi (Itália) e Cia Les Passagers (França). Desde 2015 realiza o Transborda Brasília – prêmio de arte contemporânea e a Semana Pensamento Criativo, ambos projetos realizados em parceria com a Caixa Cultural de Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza. Nesse período foi sócia na empresa Mira produção e arte juntamente com Bruna Neiva.A proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, para tal, receberá pela rubrica de Direção Geral, respeitando os percentuais previstos na Instrução Normativa MINC nº 23 de 2025.Coordenação de Produção: Luiza CoelhoArquiteta e Urbanista formada pela Universidade de Brasília em 2017, cursou graduação sanduíche, através do programa Ciências sem Fronteiras, no Instituto de Tecnologia de Illinois, Chicago, EUA. Co-fundadora da Coletiva Arquitetas (in)Visíveis (2014), grupo dedicado às equidades no âmbito da Arquitetura e Urbanismo. Atua como arquiteta, produtora cultural, pesquisadora e consultora em ações afirmativas em Arquitetura e Urbanismo. Desde 2014 se envolve com produção de exposições. Em 2022, trabalhou como produtora e expografa no Camões - Centro Cultural Português em Brasília, vinculado à Embaixada de Portugal em Brasília, sendo responsável pelos projetos Só É Possível Se Formos 2 de Fernanda Fragateiro, Voltar aos Passos que Foram Dados da Fundação José Saramago, A Bagagem do Viajante do Coletivo Borderlovers, Pavilhão de Portugal na 26º Bienal Internacional do Livro de São Paulo e (DES) Alma de Carlos Mota. Desde 2023 atua como produtora local em diversos projetos, sendo eles: Arquitetura e Feminismo: Sem Fim Nem Começo do Instituto Cervantes (2023, Espaço Cultural Três Poderes), Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak do Instituto Tomie Ohtake (CCBB Brasília), Natureza Urbana (CCBB Brasília), Luiz Zerbini - Paisagens Ruminadas (CCBB Brasília), Roucka - kafka em movimento (CCBB Brasília). Enquanto produtora fez parte dos projetos A Construção da Profissão do Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento do Distrito Federal (2023-24, CAU/DF), Revoluções: Guiné-Bissau, Angola e Portugal (1969-1974) da Embaixadas de Portugal e da Itália (2024, Museu Nacional da República), Arte no Jardim da Embaixada de Portugal (2024, Embaixada de Portugal), Casulo Interativo - Manutenção e Melhorias do CCBB Brasília, Curriculum da Embaixada Espanha (2025, FAU-UnB).Coordenação de Ações e Relacionamento: José KizamProdutor cultural com experiência na concepção, planejamento e execução de projetos. Atuou como produtor executivo das exposições Natureza Urbana (CCBB Brasília) e História(s) da Arte Brasileira: Multiplicidade da Coleção Moraes e Oliveira (CAIXA Cultural), além dos projetos internacionais XYZ.T (Time Space Existence) e Art Master Class (União Europeia). É produtor colaborador do Estúdio Empena e da Referência Galeria de Arte. Desde 2022, integra o Instituto Vulica Brasil, onde desenvolve estratégias de captação e gestão institucional. Liderou eventos como Acorda, Conic! (FAC-DF) e o segmento de arte urbana no Imagine Skate Tour (Banco do Brasil). Atualmente, é produtor executivo da 6ª edição do Festival de Arte Urbana Vulica Brasil (Petrobras). Na Arte em Curso, coordenou projetos como 81⁄2 Festa do Cinema Italiano e Jaguar Parade. Mestre em Linguística e graduado em Letras pela UnB, pesquisa as representações discursivas de Brasília.Curadoria: Nas edições anteriores, o Transborda Brasília contou com júris formados por especialistas de reconhecida experiência no campo da arte contemporânea, nomes como Agnaldo Farias, Moacir dos Anjos, Fernando Cocchiarale, Marília Panitz, André Severo e Gleyce Ellen, dentre outros. Para a próxima edição, o comitê ainda será definido, mas a proposta prioriza a presença feminina e a diversidade entre os participantes, considerando grupos historicamente minorizados - mulheres, indígenas, negras, comunidades tradicionais, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+. Além disso, busca-se a inclusão de representantes de diferentes regiões do país, garantindo difusão do trabalho dos participantes e abrangência das ações a nível nacional.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.