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PRONAC 2513461Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Brown – O Canto Ancestral do Brasil.

CASAMATA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 5,02 mi
Aprovado
R$ 5,02 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-03-31
Término
2027-01-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

"Brown _ O Canto Ancestral do Brasil" é um espetáculo musical de grande porte que celebra a herança afro-brasileira e o poder criador da música como ponte entre o sagrado e o humano. Inspirado na trajetória de Carlinhos Brown, o projeto une mito e história, ancestralidade e contemporaneidade, propondo uma narrativa cênico-musical que parte da mitologia dos tambores Rum, Rumpi e Lê para narrar o nascimento de Timbau, o escolhido — metáfora poética para o artista que transforma o som em ferramenta de cura, resistência e identidade.

Sinopse

“Brown – O Canto Ancestral do Brasil” é um espetáculo musical que celebra a herança afro-brasileira e a força da oralidade como expressão de memória, resistência e fé. Inspirado na trajetória de Carlinhos Brown, o espetáculo une mito e contemporaneidade para narrar a origem simbólica de Timbau, o homem que transforma o som dos tambores em ponte entre o sagrado e o humano. Com 30 apresentações gratuitas em Salvador, o projeto integra música, teatro, dança e percussão em uma experiência sensorial que homenageia a cultura preta e reafirma o papel da arte como instrumento de transformação social.

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar a montagem e a temporada de 30 apresentações do espetáculo musical inédito "Brown _ O Canto Ancestral do Brasil", concebido como uma obra cênico-musical que homenageia a trajetória artística e espiritual de Carlinhos Brown. O projeto tem como finalidade difundir a cultura afro-brasileira e o legado da oralidade através da música, da performance e da cena, promovendo o encontro entre mito e contemporaneidade em uma experiência estética, sensorial e educativa de amplo alcance cultural. Objetivos Específicos:ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (MUSICAL): realizar a montagem completa e a temporada de 30 apresentações do espetáculo "Brown _ O Canto Ancestral do Brasil", em diferentes regiões do país, com acesso gratuito ou a preços populares.CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO (FORMAÇÃO ARTÍSTICA CÊNICA): oferecer 15 oficinas gratuitas de formação artística voltadas a jovens de comunidades periféricas, abordando teatro musical, expressão corporal, canto e percussão afro-brasileira.

Justificativa

O projeto "Brown - O Canto Ancestral do Brasil" nasce do reconhecimento de que a cultura brasileira é resultado de um encontro profundo entre matrizes africanas, indígenas e europeias, cujos diálogos e conflitos moldaram a identidade múltipla do país. Entre essas forças, a cultura afro-brasileira ocupa papel central: dela vieram o ritmo, a palavra, o gesto e o modo de existir que deram à arte brasileira sua marca de originalidade e resistência.A oralidade é o fio que costura essa herança. Antes do livro, havia a voz; antes da escrita, o tambor. A tradição oral africana, trazida pelos povos escravizados, encontrou no Brasil terreno fértil para se reinventar. Nasceu nos terreiros, nas festas, nas ruas e nas canções que transformaram a dor da diáspora em celebração, fé e sabedoria. Preservar essa oralidade é mais do que um ato artístico — é um gesto de reparação histórica, de memória e de justiça cultural.Carlinhos Brown é, nesse sentido, herdeiro e continuador dessa linhagem. Nascido no bairro do Candeal, em Salvador, cresceu em meio aos sons dos atabaques e às narrativas de resistência que moldaram o povo baiano. Músico, compositor, ator e inventor de instrumentos, Brown construiu uma obra que traduz em som a complexidade do Brasil: o sincretismo religioso, a alegria que brota da adversidade, a força criativa que brota da coletividade. Sua trajetória é também um ato pedagógico — uma lição viva sobre o poder transformador da arte e o papel social do artista.Ao propor um espetáculo que parte da mitologia dos tambores sagrados — Rum, Rumpi e Lê — e a associa à figura simbólica de Timbau, o musical reafirma a ancestralidade como fonte de criação e consciência. A montagem faz dialogar mito e história, o sagrado e o profano, a África e o Brasil, convertendo o palco em espaço de escuta, diálogo e celebração da herança negra que estrutura a nação.A proposta responde também à urgência de fortalecer o ensino e a valorização da cultura afro-brasileira, conforme estabelece a Lei nº 10.639/03, que tornou obrigatória a inclusão da História e Cultura Afro-brasileira e Africana no currículo escolar. Apesar de seu avanço legal, essa política ainda não alcança plenamente todas as escolas e comunidades. O projeto, ao promover ações formativas e espetáculos gratuitos, busca contribuir de forma efetiva para o cumprimento desse princípio, traduzindo em linguagem artística aquilo que muitas vezes não chega às salas de aula.Mais do que um tributo, "Brown - O Canto Ancestral do Brasil" é um ato de reconhecimento e continuidade: a reafirmação da cultura preta como base da arte brasileira e da oralidade como instrumento de resistência e transformação social. É também um convite à escuta — à escuta dos tambores, das vozes e das histórias que nos constituem como povo.O enquadramento na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91, art. 18) se justifica por promover a difusão de bens culturais e a valorização das expressões afro-brasileiras, assegurando o acesso gratuito às apresentações, a oferta de oficinas formativas e a inclusão de públicos historicamente excluídos do processo cultural. Através da arte, o projeto transforma memória em movimento, conhecimento em som e espiritualidade em celebração.Precisa indicar onde o projeto se enquadra nos artigos 1o e 3o la lei 8313/91, transcrevendo os incisos que o projeto se enquadra

Estratégia de execução

PRÉ-ROTEIRO:Brown – O Canto Ancestral do BrasilConcepção e texto: André SampaioCuradoria musical: Carlinhos Brown Concepção geral:O roteiro será desenvolvido com curadoria de Carlinhos Brown, responsável pela seleção e adaptação das canções que marcaram sua trajetória pessoal e artística. As músicas — entre sucessos consagrados, obras espirituais e composições inéditas — conduzirão a narrativa, costurando a dimensão mítica de Timbau, o homem que fala pelos tambores, à biografia real do artista que transformou som em identidade, ritmo em resistência e fé em criação.A dramaturgia combina elementos da tradição oral, da mitologia yorubá e da biografia poética, revelando a ponte entre homem e mito, Brasil e África, Candeal e mundo. Cena 1 – O chamado dos tambores:Os irmãos sagrados Rum, Rumpi e Lê reúnem-se diante da fogueira ancestral. O som precede a palavra. Eles pressentem o tempo da travessia e a dor que está por vir.Canção sugerida: Rum, Rumpi e Lê (Prelúdio) – criação percussiva inspirada em padrões rítmicos de Brown.Tema: a origem do som e o nascimento da profecia. Cena 2 – O conselho de Ifá:Os irmãos consultam o Babalaô. O oráculo revela que nascerá um homem capaz de reconstruir a ponte entre África e Brasil. Comovido, Orunmilá os transforma em tambores sagrados.Canção sugerida: Amor I Love You (versão coral e ritual).Tema: profecia e missão. Cena 3 – A travessia:O Atlântico torna-se caminho de dor. O som dos tambores ecoa aprisionado, misturado ao pranto dos cativos. Mesmo oprimida, a música sobrevive como reza.Canção sugerida: Paixão de Rua (arranjo coral-percussivo).Tema: exílio e resistência espiritual. Cena 4 – Nasce Timbau:Do eco dos tambores nasce o menino Timbau, na Bahia. O som o acompanha desde o ventre; ele cresce cercado de fé e comunidade.Canção sugerida: Maria Caipirinha (versão acústica e lúdica).Tema: infância e descoberta. Cena 5 – O chamado de Ògún:Timbau amadurece, molda ferro e som. Ògún o inspira a transformar matéria em melodia.Canção sugerida: Oba, Lá Vem Ela (versão instrumental afro-mecânica).Tema: invenção e ofício sagrado. Cena 6 – O som da rua:O Candeal transforma-se em território sagrado e urbano. Timbau leva o tambor ao povo e cria um novo modo de existir.Canções sugeridas: A Namorada, Tá Perdoado e trechos de Tribalistas (medley festivo).Tema: coletividade e o nascimento da Timbalada. Cena 7 – A ponte entre mundos:O artista reconhece que seu dom é mediação entre Òrum e Àiyé, entre som e silêncio.Canção sugerida: Velha Infância (versão coral-orquestral).Tema: espiritualidade e legado. Cena 8 – A celebração final:Todos os personagens retornam ao palco. O público é convidado a celebrar a união entre mito e realidade.Canção final: O Canto Ancestral do Brasil – composição inédita de Carlinhos Brown.Tema: comunhão e continuidade. Observações dramatúrgicas:A curadoria de Brown guiará toda a escolha musical, garantindo que cada canção represente um momento essencial de sua trajetória. O espetáculo alternará entre planos míticos (Rum, Rumpi e Lê) e biográficos (Timbau/Brown), unidos no clímax final. As transições serão marcadas por narrações poéticas, cantos iorubás e projeções audiovisuais. O roteiro final será desenvolvido em colaboração direta entre André Sampaio e Carlinhos Brown, preservando o caráter ancestral e contemporâneo da obra. __________________________________________________________________________________________________________________________________________________PLANO PEDAGÓGICO:Projeto: Brown – O Canto Ancestral do BrasilCoordenação Pedagógica: André Sampaio Introdução:As oficinas formativas integram o eixo educativo do projeto, promovendo o encontro entre arte, ancestralidade e cidadania. Inspiradas na obra e trajetória de Brown, as atividades valorizam a cultura afro-brasileira e a oralidade como tecnologia de memória e transmissão de saberes, em consonância com a Lei nº 10.639/03, que estabelece o ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Objetivos:Promover formação artística gratuita para jovens de comunidades de Salvador, fortalecendo consciência histórica e pertencimento.Específicos: desenvolver percepção rítmica, vocal e corporal; estimular expressão crítica e criativa; promover respeito à diversidade; e formar multiplicadores culturais comprometidos com seus territórios. Estrutura e Metodologia:Serão realizadas 15 oficinas formativas gratuitas, totalizando 160 horas presenciais. As atividades serão divididas em quatro eixos — percussão, canto e oralidade, corpo e expressão cênica, e história e cultura afro-brasileira — e aplicarão metodologia vivencial e colaborativa: rodas de conversa, práticas rítmicas, jogos corporais e experimentação vocal. A pedagogia é inclusiva e horizontal, reconhecendo cada participante como sujeito de memória e criação. Eixos Temáticos:Percussão e Ancestralidade Sonora: estudo dos tambores Rum, Rumpi e Lê; fundamentos da percussão afro-baiana; ritmo e espiritualidade.Canto e Oralidade: técnicas de respiração e afinação; cantos tradicionais e leitura simbólica das canções de Brown.Corpo e Expressão Cênica: danças afro-brasileiras; consciência de presença e energia.História e Cultura Afro-brasileira: heranças culturais e religiosas da África; resistência negra; aplicação da Lei nº 10.639/03. Acessibilidade:Todas as oficinas terão intérprete de Libras, materiais adaptados e monitores de apoio, assegurando acessibilidade física, visual, auditiva e cognitiva. Avaliação:Será processual e qualitativa, observando engajamento, desenvolvimento técnico e sensibilidade coletiva. Cada oficina elaborará relatório pedagógico registrando avanços e impactos sociais. Resultados Esperados:Formar 400 jovens em práticas artísticas e cidadania cultural; fortalecer autoestima e identidade afro-brasileira; ampliar o acesso à educação cultural de qualidade; contribuir para a implementação da Lei nº 10.639/03 e consolidar redes de jovens criadores e multiplicadores. Considerações Finais:As oficinas de “Brown – O Canto Ancestral do Brasil” reafirmam que cultura é direito, não privilégio. Cada batida, corpo e palavra celebram a memória ancestral e projetam um futuro plural. O projeto une cena e formação para afirmar que a arte é também reza, escola e resistência.

Especificação técnica

O projeto “Carlinhos Brown – O Canto Ancestral do Brasil” compreende dois eixos complementares: o espetáculo musical e o ciclo de oficinas formativas. Juntos, formam um produto cultural de caráter artístico, pedagógico e social, concebido para dialogar com a comunidade e ampliar o acesso à cultura afro-brasileira.Espetáculo Teatro Musical:A montagem contará com estrutura cênica de grande porte, composta por palco com cenografia modular, painéis de LED, projeções mapeadas e sistema de iluminação digital programável. O som será de padrão profissional, com microfones individuais, retorno de palco e mesa de mixagem digital, assegurando qualidade acústica e inteligibilidade das vozes e percussões.O elenco será formado por 40 artistas — entre atores-cantores, bailarinos e músicos — acompanhados por orquestra com 15 instrumentistas. Os figurinos serão originais, inspirados nas estéticas afro-baianas e nos elementos simbólicos da mitologia dos tambores Rum, Rumpi e Lê, confeccionados com tecidos naturais, bordados e acessórios artesanais.A cenografia incluirá elementos móveis que permitam diferentes composições visuais, remetendo às paisagens do Candeal e aos terreiros de Candomblé. Haverá recursos de projeção audiovisual sincronizada com trilhas sonoras compostas especialmente para o espetáculo, criando uma experiência sensorial imersiva.Todas as 30 apresentações serão realizadas em Salvador, em teatros e espaços culturais com plena acessibilidade física, visual e auditiva. O espetáculo será registrado em vídeo de alta definição para difusão gratuita e preservação do acervo cultural.Oficinas Formativas:As oficinas compõem o eixo pedagógico do projeto e serão desenvolvidas paralelamente à montagem do espetáculo, totalizando 160 horas de atividades gratuitas. Serão ofertadas 8 oficinas, divididas em quatro eixos temáticos:Percussão e ancestralidade sonora – estudo dos toques tradicionais, criação de novos instrumentos e integração rítmica.Canto e oralidade – práticas vocais baseadas em repertórios afro-brasileiros e cantos de terreiro.Corpo e expressão cênica – integração de dança, movimento e teatralidade, inspirada nas tradições afro-baianas.História e cultura afro-brasileira – abordagens formativas sobre a diáspora, a memória coletiva e a Lei nº 10.639/03.Cada oficina terá 20 horas de duração, distribuídas em cinco encontros de quatro horas, atendendo 400 participantes no total. Os encontros ocorrerão em espaços parceiros na cidade de Salvador, com infraestrutura acessível e acompanhamento de monitores de inclusão.Serão utilizados materiais pedagógicos impressos e digitais, instrumentos de percussão, equipamentos de som, projetores e recursos audiovisuais. Ao final das oficinas, os participantes integrarão uma atividade prática coletiva, vivenciando no palco os conteúdos aprendidos e ampliando sua formação artística e cidadã.E o plano pedagógico das oficinas? E não se esqueça que as oficinas têm que ter relação com o segmento, no caso aqui teatro musical

Acessibilidade

O projeto assegura acessibilidade física, sensorial e comunicacional em todas as suas etapas. Serão disponibilizados intérpretes de Libras nas apresentações, audiodescrição a partir de "QR" codes, com acesso livre a partir de "smart phones". Todo o conteúdo de divulgação incluirá versões acessíveis para pessoas com deficiência visual e auditiva. Além disso, a proposta estética considera a multissensorialidade como princípio, fazendo com que som, luz e vibração criem um ambiente acessível também aos corpos não normativos.Disponibilização de equipe de monitores para atendimento a pessoas com dificuldade de compreensão de conteúdo (definiciências intelectuais), encaminhando esse público para áreas específicas no percurso das apresentações.

Democratização do acesso

Todas as atividades formativas e apresentações terão ingresso gratuito. A difusão se estenderá por meios digitais, com registro audiovisual integral do espetáculo e disponibilização gratuita nas plataformas do projeto e das instituições parceiras. Em atendimento ao artigo 47, da Instrução Normativa n.23/2025, o proponente se compromete a atender o inciso III do citado artigo:"disponibilizar, na internet, registros audiovisuais do espetáculo, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição."

Ficha técnica

Coordenação Geral e Proponente do Projeto: Casamata Produções.A Casamata Produções é uma empresa baiana com ampla trajetória no setor cultural e artístico, especializada na realização de grandes eventos, turnês musicais, espetáculos e ações de impacto sociocultural. Com mais de 15 anos de atuação, a produtora consolidou-se como referência em gestão, produção e planejamento de projetos no âmbito da música popular, da cultura afro-brasileira e das artes cênicas.Em seu portfólio constam colaborações com alguns dos maiores nomes da cena musical brasileira, como Carlinhos Brown, Timbalada, É o Tchan, Léo Santana e Margareth Menezes, além de projetos em parceria com o Governo da Bahia e o Ministério da Cultura.A Casamata destaca-se pela excelência técnica e pela capacidade de articular produção cultural, responsabilidade social e inovação criativa, atuando em todas as etapas do processo — da concepção e captação à execução e prestação de contas. Sua missão é fortalecer a cadeia produtiva da cultura e ampliar o acesso à arte em seus mais diversos formatos. Direção Geral: Carlinhos Brown.Carlinhos Brown é cantor, compositor, multi-instrumentista, produtor musical, arranjador e um dos maiores expoentes da música afro-brasileira contemporânea. Nascido no bairro do Candeal, em Salvador, construiu uma trajetória marcada pela originalidade, pela inovação rítmica e pelo compromisso com a valorização das raízes africanas na música brasileira.Com mais de quatro décadas de carreira, Brown é reconhecido internacionalmente por seu trabalho como fundador da Timbalada, criador do Candyall Guetho Square e cofundador do grupo Tribalistas, ao lado de Marisa Monte e Arnaldo Antunes. Sua atuação transcende o campo artístico: é também um agente de transformação social, idealizador de projetos educativos e culturais voltados à juventude das periferias de Salvador.Nomeado Embaixador Ibero-Americano da Cultura, Brown é símbolo da convergência entre arte e compromisso social. Em “Brown – O Canto Ancestral do Brasil”, sua direção traduz essa síntese entre ancestralidade, ritmo e invenção, conduzindo a obra como um rito de celebração da identidade afro-brasileira. Direção Musical: Salvador Produções.A Salvador Produções é uma das mais importantes empresas de entretenimento do Nordeste, com atuação consolidada na gestão de carreiras artísticas, produção musical e realização de shows e grandes eventos. Fundada em Salvador, é responsável pela administração de nomes de destaque da música baiana e nacional, como Léo Santana, Parangolé, Harmonia do Samba e Timbalada, além de projetos de difusão cultural em parceria com marcas e instituições públicas.Com expertise em direção musical, a empresa reúne profissionais de alto nível técnico nas áreas de arranjo, mixagem, masterização e sonorização ao vivo. A Salvador Produções alia tecnologia e sensibilidade artística, garantindo excelência em todas as etapas da criação sonora. No projeto “Brown – O Canto Ancestral do Brasil”, assume a direção musical com o compromisso de traduzir, por meio da música, a força dos tambores ancestrais e a contemporaneidade das sonoridades afro-baianas. Texto e Concepção Original: André Sampaio.André Luís da Silva Sampaio Hardman é dramaturgo, diretor, ator e produtor cultural, com mais de 25 anos de carreira dedicados às artes cênicas e à formação artística. Doutorando em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP, sob orientação de Reginaldo Prandi, desenvolve pesquisa sobre oralidade, mito e dramaturgia afro-brasileira. É também autor de obras teatrais, roteiros musicais e projetos culturais reconhecidos em âmbito nacional.Fundador e diretor da Diversus Cia Teatral, companhia inclusiva que integra pessoas com e sem deficiência, André coordena ainda a Casa de Cultura André Sampaio, espaço dedicado à democratização do acesso à arte. Entre seus principais trabalhos estão os espetáculos Dom Quixote do Brasil, O Pequeno Príncipe em Versão Brasileira, Uma Broadway Brasileira e É Pela Água que a Canção Escorre – Omi ni Orin nṣàn.Em “Brown – O Canto Ancestral do Brasil”, André assina o texto e a concepção original, propondo uma dramaturgia que une mito, poesia e memória, reafirmando a arte como instrumento de resistência e espiritualidade. Produção Executiva: Casamata Produções.Responsável pela execução técnica e administrativa do projeto, a Casamata Produções atua na coordenação de equipes, logística de produção, gestão orçamentária e relacionamento institucional. Sua experiência consolidada em produções de grande porte assegura o cumprimento rigoroso dos prazos, metas e exigências legais, garantindo a viabilidade e a excelência de todas as etapas do espetáculo. A empresa pauta seu trabalho em práticas sustentáveis e inclusivas, priorizando a contratação de profissionais locais e o fortalecimento das cadeias produtivas da cultura. Coordenação Administrativa e Jurídica: Nildo Hardman.Nildo Hardman é gestor administrativo e produtor cultural com ampla experiência em planejamento financeiro, captação de recursos e prestação de contas de projetos aprovados por leis de incentivo à cultura. Atua há mais de 20 anos na área cultural, tendo coordenado iniciativas em parceria com o Ministério da Cultura, o Governo da Bahia e instituições privadas.É sócio da Casamata Produções e responsável pela estrutura administrativa e jurídica da empresa, zelando pelo cumprimento das normas legais e pela transparência na execução dos projetos. Sua atuação combina rigor técnico e sensibilidade social, assegurando eficiência e responsabilidade em todos os processos administrativos e contábeis. Cenografia: Marco Lima.Marco Lima é cenógrafo, diretor de arte e artista visual com sólida trajetória nas artes cênicas brasileiras. Trabalhou em produções de teatro, dança e música, assinando cenários para grandes espetáculos e eventos culturais em todo o país. Sua estética alia tecnologia, ancestralidade e simbolismo, criando espaços cênicos que dialogam com a narrativa e a emoção dos intérpretes.No musical “Brown – O Canto Ancestral do Brasil”, Marco propõe uma cenografia imersiva, que incorpora elementos naturais, projeções digitais e materiais sustentáveis, evocando as águas, os tambores e as paisagens do Candeal como territórios de memória e criação. Figurino: Claudio Tovar.Claudio Tovar é figurinista e artista plástico de renome nacional, com mais de 40 anos de carreira dedicados ao teatro, à ópera, à dança e ao cinema. Reconhecido por sua sofisticação estética e pelo domínio técnico, criou figurinos para produções emblemáticas, sendo premiado diversas vezes por seu trabalho inovador e autoral.Tovar tem como marca o diálogo entre cor, textura e movimento, traduzindo visualmente o universo simbólico das obras que assina. Em “Brown – O Canto Ancestral do Brasil”, seu figurino celebra a pluralidade da cultura afro-brasileira, fundindo tradição e contemporaneidade em uma paleta vibrante e poética. Produção: Fran Fillon.Françoise Fillon é produtora cultural e diretora de produção com ampla experiência na realização de projetos artísticos, musicais e educativos. Atua há mais de 20 anos na área da cultura, com passagens por grandes eventos, festivais e turnês nacionais. É cofundadora do Grupo Prismma, onde desenvolve produções em parceria com artistas e instituições de todo o Brasil.Seu trabalho é pautado pela organização, sensibilidade e compromisso com a qualidade técnica e estética de cada projeto. Em “Brown – O Canto Ancestral do Brasil”, responde pela coordenação de produção, assegurando o alinhamento entre as equipes artística, técnica e administrativa, e contribuindo para a realização plena do espetáculo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.