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O Coral Amba Werá, formado por indígenas Guarani Mbya da Aldeia Tekoa Pyau (Jaraguá, SP), une-se à Orquestra ALMAI na criação do álbum Amba Werá e Orquestra ALMAI, com lançamento previsto para fevereiro de 2026. Com direção e arranjos de José Calixto e Anselmo Mancini, o projeto propõe um diálogo inédito entre a tradição guarani e a música de concerto. Diferente das abordagens consagradas da tradição orquestral, aqui o coral indígena conduz o processo criativo, colocando suas canções e espiritualidade no centro da experiência artística. A ALMAI, reconhecida por integrar o clássico, o popular e o cinema, soma sua sonoridade à força viva da cultura Guarani, resultando em uma fusão que amplia horizontes e propõe novas formas de escuta. Com todas as faixas já gravadas, o projeto se prepara para circular pelo Brasil com apresentações, oficinas e debates, celebrando a diversidade e a inovação na música brasileira.
Amba Werá e Orquestra ALMAI é um encontro inédito entre o canto ancestral guarani e a música de concerto contemporânea. O álbum nasce da parceria entre o Coral Amba Werá — formado por coralistas Guarani Mbya da Aldeia Tekoa Pyau, no Jaraguá (SP) — e a Orquestra ALMAI, sob direção dos compositores e arranjadores Anselmo Mancini e José Calixto.O projeto propõe um diálogo profundo entre tradição e modernidade, no qual o coral indígena conduz o processo criativo, trazendo suas canções, espiritualidade e modo de cantar para o centro da experiência artística. A orquestra, por sua vez, amplia essas vozes com texturas e harmonias que revelam novas dimensões da música guarani, sem perder sua essência ritual e poética.O resultado é uma sonoridade única, que une a força da natureza e o rigor da escrita orquestral em uma mesma respiração. Mais do que um álbum, Amba Werá e Orquestra ALMAI é um gesto de respeito e escuta — uma celebração da cultura viva dos povos originários em diálogo com a tradição da música clássica brasileira.
Objetivo Geral O Coral Amba Werá, formado por coralistas indígenas Guarani Mbya, vai se apresentar junto de uma orquestra. Esta apresentação é resultado da gravação do álbum AMBA WERA e ORQUESTRA ALMAI com previsão de lançamento em fevereiro de 2026. As músicas do álbum foram compostas, arranjadas e realizadas a partir da parceria entre o coral indígena, a orquestra de câmara e os diretores, compositores e arranjadores deste projeto: José Calixto e Anselmo Mancini. Com vinte anos de trajetória na cena cultural da Grande São Paulo, o Coral Amba Wera tem suas raízes na Aldeia Guarani Tekoa Pyau, localizada no Território Indígena do Jaraguá, na capital paulista. À frente do grupo está Maurício Biguai Poty, também liderança importante em sua comunidade. Sob direção do compositor Anselmo Mancini, a Orquestra ALMAI consolidou-se como uma das mais versáteis e ousadas do cenário musical paulista, unindo tradição orquestral a novas linguagens e experiências. Desde sua fundação em São Paulo, a ALMAI tem como proposta democratizar a música de concerto, aproximando-a do grande público em espetáculos que transitam entre o clássico, o cinema, a música popular e projetos interdisciplinares. A proposta representa um marco para a música brasileira. O diálogo entre a tradição dos povos originários e a música de concerto sempre esteve presente na obra de grandes nomes, como Villa-Lobos, Camargo Guarnieri e Kilza Setti. No entanto, este trabalho traz um diferencial essencial: é o coral indígena quem conduz a criação, participando ativamente de todas as faixas e colocando suas canções no centro da experiência artística. O modo singular de cantar do povo Guarani e a profundidade espiritual de suas composições ganham novos contornos na interação com o universo orquestral. O resultado é uma sonoridade inédita, que amplia horizontes e propõe novas formas de escuta. Mais do que um projeto musical, a circulação deste lançamento é um gesto de inovação e respeito, que celebra a força viva da cultura guarani em diálogo com a tradição da música clássica, oferecendo ao público uma experiência única e transformadora. Agora com todas as faixas já gravadas, a parceria está pronta para circular por todo o Brasil. O objetivo geral deste projeto é promover uma turnê nacional com apresentações, oficinas e mesas de debate. Objetivos Específicos Circulação nacional do concerto AMBA WERA e ORQUESTRA ALMAI. Realizar 5 (cinco) espetáculos diferentes em temporada única com 100% (cem por cento) de ingressos gratuitos, visando permitir o acesso democrático ao público; Realizar 5 (cinco) oficinas de com o Coral Amba Wera onde serão apresentados aspectos da cultura musical Guarani Mbya, bem como todos serão convidados a experienciar seu canto e dança originário.
O projeto Amba Werá e Orquestra ALMAI representa um marco na música brasileira contemporânea ao promover o encontro entre o canto ancestral guarani e a linguagem orquestral. Trata-se de uma iniciativa artística e cultural que ultrapassa fronteiras estéticas, simbólicas e sociais, valorizando o protagonismo indígena e propondo novas formas de diálogo entre tradição e modernidade.O Coral Amba Werá, com duas décadas de atuação, é formado por coralistas Guarani Mbya da Aldeia Tekoa Pyau, situada no Território Indígena do Jaraguá, em São Paulo. Sob a liderança de Maurício Biguai Poty, o grupo é reconhecido por sua força expressiva, pela profundidade espiritual de suas canções e por sua contribuição à difusão da cultura Guarani. Sua trajetória é marcada por apresentações em espaços culturais e educacionais, sempre com o propósito de fortalecer a identidade e a voz de seu povo.Já a Orquestra ALMAI, dirigida pelo compositor Anselmo Mancini, destaca-se pela versatilidade e pela capacidade de transitar entre repertórios e linguagens diversas — da música erudita ao cinema, da canção popular às criações interdisciplinares. Fundada em São Paulo, a ALMAI tem como missão democratizar o acesso à música de concerto, aproximando o público de novas experiências sonoras e de artistas de diferentes origens. A orquestra atua como um laboratório de experimentação e inovação, capaz de dar novas dimensões à música contemporânea e expandir os limites do formato tradicional.A união entre o Coral Amba Werá e a Orquestra ALMAI nasce do desejo de estabelecer um diálogo genuíno entre universos culturais distintos, em que o respeito, a escuta e a coautoria são princípios fundamentais. As composições e arranjos, criados por José Calixto e Anselmo Mancini, surgem a partir de trocas diretas com o coral indígena, sem impor uma estética externa, mas acolhendo as formas próprias de expressão Guarani — suas melodias, ritmos, timbres e modos de cantar. Assim, o coral não apenas interpreta, mas conduz o processo criativo, colocando sua arte e espiritualidade no centro da obra.Historicamente, a relação entre a música indígena e a música de concerto esteve presente na obra de grandes compositores como Villa-Lobos, Camargo Guarnieri e Kilza Setti. Contudo, essas referências partiram predominantemente do olhar de artistas não indígenas, resultando em traduções simbólicas ou estilísticas das sonoridades dos povos originários. Amba Werá e Orquestra ALMAI propõe um gesto inverso e inovador: é o coral indígena quem guia a criação, dando voz e forma à sua própria tradição em diálogo com a orquestra. Trata-se de um processo de escuta recíproca, que rompe com a hierarquia tradicional entre o erudito e o popular, o ocidental e o originário.O resultado é uma sonoridade inédita, que carrega a intensidade espiritual das canções guarani e a riqueza harmônica da música de concerto. Essa fusão não busca apenas o contraste entre culturas, mas a criação de um território comum, em que ambas se transformam mutuamente. O repertório gravado reflete essa síntese: cada faixa nasce de uma vivência coletiva, fruto de encontros presenciais nas aldeias, oficinas musicais e ensaios com a orquestra, construindo um repertório que é, ao mesmo tempo, contemporâneo e ancestral.O lançamento do álbum, previsto para fevereiro de 2026, será acompanhado de uma turnê nacional com apresentações, oficinas e mesas de debate. A circulação busca alcançar diferentes regiões do país, levando ao público uma experiência artística de rara potência simbólica. Além dos concertos, as atividades formativas permitirão que comunidades locais, estudantes e profissionais da área musical conheçam os processos criativos e a cosmovisão guarani, ampliando o entendimento sobre a diversidade cultural brasileira.Do ponto de vista sociocultural, o projeto contribui diretamente para o fortalecimento da presença indígena nos espaços de criação e fruição artística. Em um momento em que o país discute de forma mais ampla a representatividade e o direito à voz dos povos originários, iniciativas como esta reafirmam o papel da arte como instrumento de diálogo, reconhecimento e transformação. A valorização do canto guarani em sua forma original — e não apenas como inspiração estética — reforça o compromisso com uma produção cultural ética e inclusiva.Além do impacto simbólico e educacional, o projeto também se destaca pela qualidade técnica e artística. A gravação, já concluída, contou com arranjos cuidadosamente elaborados para valorizar as nuances vocais e o caráter ritualístico das canções, preservando a autenticidade da expressão indígena enquanto amplia seu alcance através da linguagem orquestral. O repertório foi registrado em estúdios profissionais e envolveu músicos de excelência, garantindo um resultado à altura da proposta artística.O álbum e sua circulação representam, portanto, um gesto de reconciliação entre mundos — o ancestral e o contemporâneo, o popular e o erudito — reafirmando a capacidade da música de promover encontros e gerar novas perspectivas. Trata-se de um projeto que honra o passado, celebra o presente e aponta caminhos para o futuro da música brasileira.Por sua relevância estética, simbólica e social, Amba Werá e Orquestra ALMAI justifica-se como uma iniciativa transformadora. Sua proposta ultrapassa o âmbito do entretenimento para se afirmar como um ato de resistência cultural e de renovação artística. Ao levar a força viva da cultura guarani aos palcos e às salas de concerto, o projeto não apenas cria uma nova sonoridade, mas oferece ao público uma oportunidade rara de escuta profunda — uma escuta capaz de reconhecer, no canto ancestral dos povos originários, a essência da própria humanidade.
Especificações Técnicas de Som, Luz e Projeção:- Projeção digital: H264 - 4K, com legendas em português;- Tela de projeção: 8 a 12 metros de largura;- Projetor de vídeo: mínimo de 30.000 ANSI lumens;- Sistema de som: PA estéreo, mínimo de 6 vias, potência mínima de 20.000W RMS;- Console de áudio digital: mínimo de 40 canais;- Sistema de monitoração de palco;- Iluminação: luz cênica em LED, controle via DMX, dimerização e presets específicos para cada música;Requisitos de Palco e Infraestrutura:- Palco com área mínima de 20m (L) x 16m (P) x 6m (A);- Blackout total;- Tomadas 110V e 220V / 60Hz;- Backstage lateral com acesso à plateia;- 4 camarins coletivos (femininos e masculinos) e 3 individuais;- Tempo de montagem: 6 a 8 horas;- Passagem de som: 2 horas;- Desmontagem: 3 horas.Duração do espetáculo:60 minutos
APRESENTAÇÕES- ACESSIBILIDADE FÍSICA - As apresentações musicais irão ocorrer em locais que dispõem de acessibilidade física.- ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS - Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia) sempre que necessário e falas sobre os repertórios antes do início das apresentações. Os programas de concerto terão boa legibilidade.- ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - "Intérprete e tradutor em Libras capacitado será disponibilizado nas conversas com o público antes e após os concertos, e nas atividades paralelas (oficinas e mesas).OFICINAS E MESAS- ACESSIBILIDADE FÍSICA: As aulas acontecerão em espaços que possuem rampas, salas no térreo e banheiros adaptados.- ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS - Audiodescrição será realizada em todas as atividades, se demandado.- ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - A tradução simultânea em Libras será realizada em todas as atividades em que sejam demandadas, conforme inscrição.A proposta se encontra em conformidade com o Decreto 11.453/23, artigo 57, inciso II - proporcionar, quando tecnicamente possível, condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do disposto no art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, nos termos do disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999;.
Acesso Territorial e DescentralizaçãoA circulação do projeto será planejada para contemplar 5 (cinco) diferentes cidades do Brasil. Essa descentralização permitirá que públicos historicamente afastados de iniciativas culturais de grande porte possam vivenciar uma experiência artística de alto nível. Sempre que possível, as apresentações serão realizadas em espaços públicos, centros culturais e instituições de ensino, garantindo acesso gratuito ou a preços populares.Acessibilidade e InclusãoTodas as atividades do projeto — concertos, oficinas e mesas de debate — contarão com recursos de acessibilidade. Haverá interpretação em Libras, audiodescrição e legendas projetadas nos concertos, quando tecnicamente viável. O objetivo é assegurar que pessoas com deficiência visual, auditiva ou outras limitações possam participar plenamente da experiência artística.Também será disponibilizado material informativo em formatos acessíveis (digital e impresso), com linguagem clara e inclusiva, explicando o contexto do projeto, os artistas envolvidos e o repertório apresentado.Ações Formativas e EducativasA dimensão pedagógica é essencial para o projeto. Serão promovidas oficinas e rodas de conversa conduzidas por integrantes do Coral Amba Werá, pela equipe da Orquestra ALMAI e pelos diretores musicais José Calixto e Anselmo Mancini. Nessas atividades, serão abordados temas como a relação entre música indígena e música de concerto, processos criativos colaborativos, arranjo e composição intercultural, e o papel da arte como instrumento de diálogo e resistência. Essas ações serão voltadas a estudantes de música, educadores, artistas, pesquisadores e comunidades locais, estimulando a troca de saberes entre tradições orais e acadêmicas. A participação dos integrantes do Coral Amba Werá como condutores de parte dessas atividades reforça a perspectiva de protagonismo indígena e o reconhecimento de seus mestres como agentes de conhecimento.Formação de Público e Mediação CulturalO projeto desenvolverá um plano de mediação cultural para preparar o público para a escuta e compreensão da proposta artística. Antes de cada concerto, serão realizados breves encontros com o público, apresentando aspectos da cultura guarani, o significado das canções e a construção dos arranjos orquestrais.Participação Comunitária e InterculturalidadeO projeto incentiva a participação ativa de comunidades indígenas, estudantes, artistas locais e instituições culturais nas cidades por onde circulará. Em cada localidade, será buscada a parceria com grupos vocais, corais, escolas de música e universidades, possibilitando intercâmbios artísticos e vivências conjuntas com os integrantes do Coral Amba Werá e da Orquestra ALMAI. Essas parcerias visam estimular o diálogo entre culturas e gerações, fortalecendo o senso de pertencimento e o reconhecimento da diversidade como valor essencial da arte brasileira.Difusão e Acesso DigitalPara ampliar ainda mais o alcance do projeto, será realizada uma ampla estratégia de difusão digital. Os concertos serão documentados em vídeo e disponibilizados em plataformas online, acompanhados de legendas e materiais explicativos. Também será lançado um minidocumentário sobre o processo criativo do álbum e da turnê, com depoimentos dos artistas e registros das apresentações, permitindo que pessoas de todo o país — e do exterior — possam acessar o conteúdo gratuitamente. A presença digital também será reforçada por meio das redes sociais da Orquestra ALMAI e do Coral Amba Werá, com postagens educativas, clipes e entrevistas, estimulando o engajamento do público e o reconhecimento da cultura indígena contemporânea.Gratuidade e Política de Ingressos PopularesA maior parte das atividades será gratuita. Quando houver cobrança de ingressos, serão disponibilizados lotes a preços simbólicos e reservas de assentos para estudantes de escolas públicas, pessoas em situação de vulnerabilidade social e comunidades indígenas locais. Essa política assegura que o aspecto financeiro não seja um obstáculo à participação.Impactos EsperadosAs ações de democratização de acesso do projeto Amba Werá e Orquestra ALMAI pretendem gerar impactos concretos em três dimensões principais:- Cultural: ampliação do repertório simbólico do público, valorizando a diversidade e promovendo novas formas de escuta.- Social: fortalecimento da representatividade indígena e estímulo à convivência respeitosa entre diferentes identidades culturais.- Educacional: formação de novos públicos, professores e estudantes sensibilizados para a importância da interculturalidade na arte.
Coordenação Geral e Direção Artística – José Calixto e Anselmo ManciniResponsável pela concepção geral do projeto, definição estética e artística dos concertose acompanhamento da execução das etapas. Coordena também o planejamentoestratégico, garantindo a concretização dos objetivos e metas.Regente / Maestra – Giovanna EliasResponsável pela direção musical e pela condução da orquestra nos ensaios e concertos.Atua na preparação técnica e artística dos músicos e na escolha do repertório emconjunto com a direção artística.Produtor ExecutivoOrganiza a logística de ensaios e apresentações, coordena a comunicação entre equipe eparceiros, e supervisiona os contratos e pagamentos.Equipe de Comunicação e DivulgaçãoPlanejamento e execução de estratégias de divulgação em mídias digitais, escolas,rádios comunitárias e centros culturais, garantindo visibilidade e alcance do público.Equipe Técnica (som, luz e audiovisual)Responsável pelo suporte técnico durante ensaios, apresentações e gravações, incluindosonorização, iluminação e registro audiovisual.Músicos da Orquestra ALMAIIntérpretes de trajetória nacional e internacional que integram o corpo artístico,executando o repertório dos concertos e participando das ações educativas.Músicos do Coral Amba WeraCom mais de 20 (vinte) anos de atuação em São Paulo, o coral já se apresentou no Teatro Municipal de São Paulo, escolas, teatro e se apresentou junto com a OSUSP em 2023.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.