Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
"Pelo Telefone" é um espetáculo de teatro musical que integra música, dança, teatro, poesia e rádio cênica, revelando as raízes do samba brasileiro desde sua origem na Pequena África, no Rio de Janeiro, até a consolidação desse gênero como símbolo da identidade nacional. A montagem reverencia Tia Ciata, Donga e os mestres capixabas do samba, unindo memória e resistência negra em uma narrativa cênico-musical vibrante. Com 17 atores, 23 dançarinos e 6 músicos ao vivo, o espetáculo homenageia nomes históricos e contemporâneos, destacando a contribuição do Espírito Santo à cultura do samba. Serão realizadas 8 apresentações gratuitas em Vitória (ES), promovendo acesso à arte, valorização da herança afro-brasileira e o fortalecimento do samba como expressão de resistência e celebração da ancestralidade negra.
“Pelo Telefone” é um espetáculo de teatro musical que integra música, dança, poesia e rádio cênica, em uma grande celebração das raízes do samba brasileiro e capixaba. A narrativa parte da figura lendária de Tia Ciata, ialorixá e matriarca do samba, cuja casa se tornou o berço do primeiro samba registrado no Brasil — “Pelo Telefone”, de Donga — e símbolo de resistência cultural e ancestralidade afro-brasileira.A dramaturgia conduz o público por uma jornada histórica e emocional, desde os tempos da escravidão e formação dos quilombos, passando pelas rodas de samba da Pequena África, as perseguições policiais e a criminalização do samba, até a ascensão das escolas de samba e o reconhecimento do gênero como patrimônio nacional.Encenado em formato de rádio comunitária, o espetáculo utiliza locuções, músicas ao vivo, coreografias e depoimentos poéticos para construir um diálogo entre passado e presente. A cenografia viva e simbólica recria terreiros, becos e bares, transformando o palco em espaço de memória, luta e celebração.Entre os personagens estão Donga, João da Baiana, Tia Ciata, compositores da velha guarda e sambistas capixabas, como Edson Papo Furado, Lajota e Elias Borges, que representam a herança do samba no Espírito Santo. A trilha sonora reúne canções emblemáticas — de Paulinho da Viola, Zé Keti, Beth Carvalho, Clementina de Jesus — e versos de Solano Trindade, que ecoam como gritos de liberdade e afirmação.Com direção artística de Verônica Gomes, dramaturgia de Alexandre Nascimento Wenceslau, direção de produção de Suely Bispo e coreografia de Gil Mendes, “Pelo Telefone” é uma obra que celebra o corpo, a voz e a história do povo negro. Um espetáculo que une memória, espiritualidade e resistência, reafirmando o samba como ato político, poético e de identidade nacional.
Objetivo GeralRealizar o espetáculo musical "Pelo Telefone", promovendo uma experiência cênico-musical que una teatro, música, dança, poesia e rádio cênica, valorizando as raízes do samba brasileiro e capixaba e reafirmando o samba como expressão artística da resistência negra, em 8 apresentações gratuitas na cidade de Vitória (ES), voltadas à democratização do acesso à cultura e à preservação da memória afro-brasileira. Objetivos Específicos-Resgatar a trajetória histórica do samba, desde suas origens africanas e a Pequena África até sua consolidação como símbolo nacional.-Valorizar a contribuição do Espírito Santo e de seus sambistas para o desenvolvimento do gênero.-Evidenciar o papel das mulheres negras, de Tia Ciata à contemporaneidade, na construção da cultura do samba.-Promover o reconhecimento da arte negra como instrumento de resistência e afirmação identitária.-Oferecer apresentações culturais gratuitas, ampliando o acesso da população à produção artística de qualidade.-Estimular a formação de público e o diálogo sobre ancestralidade, cultura afro-brasileira e inclusão social.-Integrar múltiplas linguagens cênicas — música, dança, teatro e poesia — em uma narrativa poética e educativa sobre a história do samba.-Fortalecer a cena cultural capixaba por meio da difusão de um espetáculo que celebra a diversidade e a memória coletiva do povo brasileiro.De acordo com o Art. 3º do Decreto 11.453, de 23 de março de 2023, a proposta contribui para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. Objetivo EspecíficoMontagem do espetáculo "PELO TELEFONE", com 8 apresentações gratuitas na cidade de Vitória (ES). As apresentações ocorrerão em teatros e espaços culturais de grande porte, estimando-se um público total entre 1.000 e 2.000 pessoas. O espetáculo tem duração média de 1h20min, reunindo 17 atores e 23 bailaronos 6 músicos ao vivo, entre percussionistas, baixista, baterista,violinistas e guitarrista.O espetáculo "PELO TELEFONE" tem importância fundamental no debate e afirmação da identidade e resistência negra no Brasil, ao resgatar as raízes do samba como expressão de memória, ancestralidade e pertencimento. Concebido dentro de uma proposta que dialoga com a antropologia da performance, o projeto propõe uma reflexão cênico-musical sobre a história do samba, reverenciando figuras históricas como Tia Ciata, Donga e Edson Papo Furado, e reconhecendo o papel do Espírito Santo na construção desse legado cultural.Todas as apresentações serão gratuitas e amplamente divulgadas, garantindo o acesso democrático à arte e à valorização da cultura afro-brasileira. Contrapartida SocialEm atendimento ao Art. 30 da IN nº 1/2023, §2º, inciso II _ Ação Formativa gratuita _, serão realizados workshops e encontros formativos com a diretora do espetáculo, o diretor musical, a preparadora corporal e os atores, voltados a alunos e professores da rede pública do Espírito Santo, incluindo participantes de projetos sociais.Essas ações têm como objetivo sensibilizar para a importância da arte e da cultura afro-brasileira, a partir da experiência do espetáculo. A ação formativa cultural corresponderá a pelo menos 10% do público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 e até 1.000 beneficiários, sendo 50% estudantes e professores da rede pública de Vitória (ES).Serão 16 horas de atividades, divididas em 4 dias de 4 horas cada, com capacidade para até 100 participantes por dia, conforme o cronograma acordado com as escolas. As atividades ocorrerão nas mesmas cidades onde o espetáculo for apresentado, fortalecendo o vínculo entre arte, educação e comunidade.Além das apresentações, todo o processo das oficinas e palestras será registrado em vídeo, compondo uma documentação audiovisual sobre o desenvolvimento do projeto e suas interações com o público.
A proposta apresentada está alinhada às finalidades expressas no Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Em consonância com os objetivos do Art. 3º da referida Lei, o projeto PELO TELEFONE atende aos princípios do fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas e musicais, com foco na valorização da cultura afro-brasileira. O espetáculo PELO TELEFONE apresenta e debate, de forma sensível e poética, os conceitos e preconceitos historicamente impostos à cultura afro-brasileira. Valoriza e afirma a força estética, simbólica e política do samba como expressão da resistência negra no Brasil, resgatando a importância de figuras como Tia Ciata, Donga e Edson Papo Furado, e destacando o protagonismo das comunidades capixabas na formação da identidade cultural nacional. Concebido sob uma perspectiva da antropologia da performance, o projeto propõe um olhar artístico e histórico sobre o samba como patrimônio imaterial, integrando música, dança, teatro e poesia em uma narrativa decolonial e de resistência. A proposta busca romper com o olhar exótico e folclorizado historicamente imposto às manifestações afro-brasileiras, afirmando-as como formas legítimas de criação e conhecimento, fundamentais para a compreensão da formação cultural brasileira. Por meio de linguagem lúdica, musical e onírica, PELO TELEFONE promove reflexão sobre a trajetória do povo negro, a luta pela liberdade e a contribuição das matrizes africanas na arte brasileira. Mais do que uma homenagem à música, o projeto é um manifesto pela valorização da memória e pela reafirmação da identidade negra, evidenciando o papel do samba como elo entre passado, presente e futuro. Ao mesmo tempo em que celebra o legado cultural afro-brasileiro, PELO TELEFONE reconhece as lutas contemporâneas contra o racismo e as desigualdades. Assim, o espetáculo contribui para o fortalecimento das políticas públicas de cultura, a democratização do acesso aos bens culturais e o reconhecimento do Espírito Santo como território de resistência e criação. PELO TELEFONE reafirma a cultura como instrumento de cidadania, memória e pertencimento, dialogando com o Brasil e com o mundo a partir do ritmo e da alma do samba.
O projeto “PELO TELEFONE – Uma Reverência às Origens do Samba no Brasil e no Espírito Santo” se insere na tradição das manifestações culturais que, no território capixaba, revelam a força da ancestralidade afro-brasileira e o protagonismo de artistas que, por meio da música e da coletividade, mantêm viva a memória do samba como patrimônio imaterial.O samba capixaba é uma expressão cultural que atravessa gerações, unindo morros, comunidades e agremiações carnavalescas que nasceram da resistência negra e popular. No Espírito Santo, essa herança encontra-se fortemente presente nos bairros de Vitória, como Piedade, Fonte Grande, Moscoso e Ilha das Caieiras, berços de compositores, instrumentistas e intérpretes que moldaram uma identidade sonora singular.Entre os nomes de destaque estão Edson “Papo Furado” Rodrigues Nascimento, considerado o primeiro puxador de escola de samba do Estado; Carlos Augusto “Lajota”, Elias Borges, Mônica Macieira, Ivan Reis e Walter da Piedade, artistas que integraram e fortaleceram a Velha Guarda do Samba Capixaba — coletivo que mantém viva a tradição das escolas de samba locais e dialoga diretamente com o legado do samba carioca.Além de seu caráter festivo, o samba capixaba cumpre importante papel de formação cultural, sociopolítica e identitária, funcionando como espaço de educação comunitária, autoestima negra e afirmação territorial. Nos morros de Vitória e nas escolas de samba como Unidos da Piedade, Mocidade da Fonte Grande, Chegou o Que Faltava e Unidos de Jucutuquara, o samba não é apenas expressão artística, mas também um modo de viver e resistir.O espetáculo PELO TELEFONE reconhece essa dimensão e propõe uma ponte entre o samba nacional e o samba capixaba, destacando que o Espírito Santo faz parte ativa do mapa da cultura afro-brasileira. Ao homenagear mestres locais e valorizar a produção contemporânea, o projeto contribui para o fortalecimento da identidade cultural do Estado, fomentando o sentimento de pertencimento e continuidade entre as novas gerações de sambistas, músicos e bailarinos.Por meio de sua abordagem artística, pedagógica e inclusiva, PELO TELEFONE reafirma que o samba capixaba é um patrimônio vivo, expressão da resistência, da criatividade e da esperança de um povo que canta sua história para se manter presente na memória coletiva do Brasil.
Especificações Técnicas do Produto Cultural – Espetáculo “PELO TELEFONE”Título: Pelo Telefone – Uma Reverência às Origens do Samba no Brasil e no Espírito Santo Formato: Espetáculo de teatro musical com música, dança, poesia e rádio cênica. Duração: 1h20 (80 minutos). Classificação indicativa: Livre. Número de apresentações: 8 apresentações gratuitas na cidade de Vitória (ES). Equipe artística: 17 atores, 23 bailarinos e 6 músicos em cena. Equipe técnica: direção artística, direção musical, dramaturgia, produção executiva, cenotécnica, figurino, iluminação, som, operação de palco e equipe de acessibilidade (Libras, audiodescrição e apoio técnico). 1. Estrutura e Paginação CênicaO espetáculo é dividido em 8 atos (cenas principais), conectados por locuções de uma rádio cênica comunitária, que costura as transições entre música, performance e poesia. Cada cena é construída com base em um núcleo temático:Prólogo – Rádio Comunitária: introdução às raízes do samba e à narrativa sonora;Tia Ciata e o nascimento do samba: a origem do “Pelo Telefone”;Nos tempos da escravidão: corporeidade e ancestralidade como resistência;Resistência e formação dos quilombos: poesia e capoeira em cena;Umbigada – o semba como origem: coreografia e dança afro-brasileira;Perseguição ao samba: dramaturgia política e denúncia do racismo estrutural;Primeiras escolas de samba: nascimento das agremiações e da cultura popular;Samba capixaba: homenagem aos mestres e à Velha Guarda do Espírito Santo.A encenação utiliza cenografia móvel e modular, permitindo transições fluidas entre os ambientes — rádio, bar, terreiro, morro, quilombo e avenida — simbolizando o percurso histórico e espiritual do samba. 2. Cenografia e MateriaisA cenografia será construída com materiais reaproveitáveis e sustentáveis, integrando painéis de madeira, estruturas metálicas leves e tecidos translúcidos para projeções. Os elementos cênicos reproduzem espaços icônicos como o bar de Tia Ciata, o terreiro, o quilombo, e as ruas do Rio e de Vitória, criando atmosferas dinâmicas através de projeções visuais, iluminação cênica e sonorização ao vivo. Serão utilizados projetores, refletores LED, sistema de som profissional, microfones sem fio, caixas acústicas, instrumentos de percussão, cavaquinho, baixo elétrico, flauta e bateria. 3. Figurino e CaracterizaçãoO figurino traduz a evolução do samba no tempo, representando as baianas, os sambistas da Lapa, os trabalhadores, os músicos e as lavadeiras. As peças serão confeccionadas em tecidos naturais e materiais sustentáveis, com referências às cores da Bahia, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A caracterização inclui adereços de religiosidade afro-brasileira, coroas, turbantes, saias rodadas e panos da costa, simbolizando a força ancestral. 4. Iluminação e SonoplastiaA iluminação atua como elemento narrativo, utilizando paleta quente e contrastes dramáticos para pontuar as cenas de alegria e resistência. Refletores móveis e focos de luz serão utilizados para destacar solos e coreografias. A sonoplastia mistura ritmos percussivos afro-brasileiros, samba de raiz, samba-enredo e cantos de terreiro, criando uma atmosfera imersiva. Todas as músicas são executadas ao vivo, pelos seis músicos da banda. 5. Projeto Pedagógico e FormativoAlém do espetáculo, o projeto prevê uma ação formativa pedagógica voltada à democratização do acesso e à valorização da cultura afro-brasileira:Workshops e oficinas gratuitas com o elenco, diretor musical, preparador corporal e equipe técnica, voltadas para alunos e professores da rede pública, coletivos culturais e projetos sociais.As oficinas abordarão temas como: “A história do samba e suas matrizes africanas”, “Corpo, voz e ancestralidade”, “Ritmos e percussão afro-brasileira” e “A mulher negra na formação do samba brasileiro”.Serão ofertadas 20 horas de atividades formativas, divididas em 4 dias, com carga horária de 5h por dia, contemplando até 200 participantes por dia.Todo o processo será documentado em vídeo e relatório pedagógico, compondo um acervo cultural e educativo. 6. Acessibilidade e InclusãoO espetáculo contará com intérprete de Libras, audiodescrição em sessões específicas, materiais de apoio em Braille (sinopse e ficha técnica) e visitas sensoriais aos cenários. Os espaços de apresentação terão acessibilidade física completa, com rampas, banheiros adaptados e áreas reservadas para cadeirantes. A equipe técnica adota política de contratação inclusiva, priorizando mulheres, pessoas com deficiência, pessoas trans e profissionais de diferentes origens étnico-raciais, reforçando o compromisso com a diversidade e a equidade no setor cultural. 7. Produtos Culturais Gerados01 espetáculo teatral-musical inédito com 8 apresentações;01 documentário institucional (20 min) com registro de ensaios, apresentações e oficinas;01 catálogo digital ilustrado com textos, fotografias e informações sobre o processo criativo;01 série de oficinas formativas (4 encontros de 5h cada);01 relatório técnico e pedagógico sobre o impacto sociocultural do projeto.
O projeto “PELO TELEFONE” adota práticas de acessibilidade que garantem o acesso físico, sensorial e comunicacional do público às atividades culturais propostas, promovendo a inclusão plena de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou limitações sensoriais.Acessibilidade FísicaAs apresentações ocorrerão em espaços culturais acessíveis, com infraestrutura adequada para circulação e permanência de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Os locais contarão com:Rampas de acesso e corrimãos, facilitando o deslocamento de cadeirantes e pessoas idosas;Banheiros adaptados e sinalizados;Áreas reservadas para cadeiras de rodas, garantindo conforto e visibilidade;Sinalização tátil e visual nos principais pontos de circulação;Equipes de apoio treinadas para orientar o público e oferecer auxílio durante as apresentações.Essas medidas visam assegurar que todos os espectadores possam vivenciar o espetáculo com autonomia e segurança, respeitando a diversidade de corpos e formas de mobilidade.Acessibilidade de ConteúdoO espetáculo também contempla estratégias de acessibilidade comunicacional e sensorial, promovendo a compreensão e participação ampliada de diferentes públicos:Intérprete de Libras durante as apresentações, garantindo acesso ao público surdo;Audiodescrição em sessões específicas, permitindo a fruição do conteúdo por pessoas com deficiência visual;Legenda descritiva em projeções e vídeos utilizados na encenação;Material de divulgação acessível em formatos digitais compatíveis com leitores de tela;Visita sensorial ao palco e aos figurinos antes de apresentações destinadas a grupos de pessoas com deficiência visual ou intelectual;Materiais informativos em Braille, com sinopse e ficha técnica do espetáculo, disponibilizados nos locais das apresentações.Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a democratização do acesso à arte e à cultura, tornando o espetáculo PELO TELEFONE uma experiência inclusiva, educativa e cidadã.
O projeto “PELO TELEFONE” tem como princípio a democratização do acesso à cultura e a promoção da diversidade em todas as etapas do processo criativo, produtivo e formativo. O espetáculo reafirma o compromisso com uma arte plural e acessível, valorizando a representatividade e a inclusão social.Serão realizadas 8 apresentações gratuitas na cidade de Vitória (ES), em espaços culturais e públicos de fácil acesso, garantindo que públicos diversos — estudantes, quilombolas, comunidades periféricas, pessoas com deficiência e grupos de minorias sociais — possam participar das atividades e desfrutar do espetáculo. A distribuição de ingressos será gratuita e articulada em parceria com escolas públicas, instituições sociais, coletivos de mulheres, movimentos negros e associações culturais.Além das apresentações, o projeto prevê ações formativas e educativas, como workshops e encontros com o elenco e equipe técnica, voltados para alunos e professores da rede pública, refugiados e integrantes de projetos sociais. Essas atividades visam aproximar o público dos processos criativos e promover o reconhecimento do samba como patrimônio cultural afro-brasileiro e expressão de resistência.A equipe técnica e artística do projeto adota uma política de valorização da diversidade, priorizando a contratação de mulheres, pessoas com deficiência, pessoas trans e profissionais de diferentes origens étnico-raciais e socioculturais. Essa diretriz amplia o impacto social do projeto, assegurando equidade de oportunidades e fortalecendo a representatividade dentro do setor cultural.As ações serão amplamente divulgadas em meios digitais e comunitários, com materiais acessíveis em Libras, legenda e audiodescrição, garantindo que o acesso à informação também seja inclusivo.Dessa forma, PELO TELEFONE reafirma seu compromisso com uma cultura democrática, diversa e acessível, contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas de inclusão, a formação de novos públicos e o reconhecimento das manifestações afro-brasileiras como parte essencial da identidade cultural nacional.
Ficha Técnica do espetáculo PELO TELEFONEAutoria do Texto - Annie Lima Nascimento Rodrigues - Xanxan- Pesquisadora e ativista cultural-tem especialidade em pesquisas etnomusicais.Direção Artística e Geral - Verônica Gomes- renomada artista capixaba que atua como atriz, cineasta, diretora e produtora, com grande contribuição para a cultura do Espírito Santo. Sua carreira, que começou no teatro ainda na adolescência, se estendeu ao jornalismo e ao cinema, solidificando seu nome no cenário cultural do estado. Em 2025, foi homenageada no 32º Festival de Cinema de Vitória por sua notável trajetóriaProdução Executiva- Priscilla Huapaya-Mestre em Comunicação e Territorialidades pela Universidade Federal do Espírito Santo,gosta de explorar as diversas ferramentas da arte para a elaboração de trabalhos criativos com impacto social.Possui mais de 15 anos de experiência de trabalhos com projetos de produção audiovisual, cinema e indústria criativa.Em seu currículo constam trabalhos em mais 8 longas-metragens, programas de televisão, espetáculos teatrais, musicais e projetos sociais.https://www.behance.net/prishihuFigurino - Regina Schimitt-figurinista, aderecista e cenógrafa com uma longa trajetória no Espírito Santo, atuando desde 1977. Ela é uma figura notável na cena cultural capixaba, com mais de 100 espetáculos em seu currículo, 8 longas-metragem e também ministra oficinas de figurinoAdereços - Ana Teresa Amaro-Artista plástica e aderecista de formação e vocação, ela aplica todo o seu talento para a concepção visual e material de espetáculos e produções audiovisuais.Direção de Dança e Coreografia - Gil Mendes- é coreógrafo e professor de dança na Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música (Fafi), em Vitória, Espírito Santo. Desde 1994, ele compartilha sua paixão e conhecimento em dança, especialmente a afro e contemporânea, com alunos de diversas idades. Sua formação pela UFBA e o trabalho na Fafi o consagram como uma figura importante para a cultura capixaba.Cenário e Projeto de Arquitetura - Mariana Borgo Riedel e Vinicius Ferreira de Oliveira- serviços especializados em arquitetura e design de interiores. A atuação da profissional é consolidada no mercado capixaba, refletida por sua participação no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) do estado. A arquiteta e designer tem trabalhos reconhecidos, inclusive em parcerias, como a que realizou com a empresa PBA Stones, onde seu talento foi evidenciado. A carreira de Mariana Borgo Riedel, portanto, destaca-se pela sua expertise em criar projetos arquitetônicos e de interiores, com um trabalho de qualidade reconhecido em Vitória e no Espírito Santo.Direção de Comunicação - Suely Maria Bispo dos Santos-A atriz e poeta Suely Bispo é formada em História e Mestre em Estudos Literários pela UFES. Com mais de vinte anos de carreira no Teatro e no Cinema, no ano de 2016 chegou à TV interpretando Doninha, na novela Velho Chico, na Rede Globo.No mestrado realizou o primeiro trabalho acadêmico sobre o poeta Solano Trindade, no Espírito Santo. Tem diversos trabalhos publicados na área de História e Literatura. Em 2009 publicou seu primeiro livro de poemas Desnudalmas, pela GSA, e em 2016, Lágrima fora do lugar, pela editora Cousa.Produção Executiva-Carpintaria/Marcineiro/Serralheiro - Farly PogianDireção Musical - Gessé PaixãoAssessoria de Comunicação - Elaine Rodrigues Dal GobboDançarino - José Elídio Pereira Neto-Locutor 1 - Carlos AlbertoLocutor 2 - Wênio Alves CaldeiraAssistência de Direção: Saulo Santana NunesDireção de Produção - Angela Maria Lima RonconiAssistência de Produção - Regina Márcia Coutinho RibeiroLocutor 1 - Carlos AlbertoLocutor 2 - Wênio Alves CaldeiraDançarina - Rissiani Pereira QueirozDançarino - Rafael Mascarenhas dos Santos FalcãoDançarina - Emília Gomes de JesusMúsico - Maicon Gomes DamascenoMúsico - Lindo dos Santos PaixãoDançarina - Izabela AzevedoDançarina - Gracielli Monteiro SilvaSocial Mídia - Carol AlvarengaIdentidade Visual - Claude CoimbraFotógrafo z Sérgio CardosoAssessoria Jurídica - Fernando Gomes dos SantosAssessoria Contábil - Andressa Nascimento WenceslauGravação e Edição de Vídeo - Sandy VasconcelosCamareira - A ContratarGrupo de Capoeira - A Contratar06 Atores/Atrizes - Contratar por via de testes
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com tipo pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email dfind.sefic@cultura.gov.br.