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"DO OUTRO LADO" é um espetáculo musical cômico e dramático que acompanha dois antigos parceiros que tentam reorganizar a vida quando o trabalho começa a pautar horário, corpo e afeto. O reencontro vira um acordo instável: um precisa cumprir metas, o outro tenta ajudar sem se perder. A peça trata de como a vida laboral infiltra a intimidade e testa limites de cuidado, lealdade e autonomia. Produtos: 2 meses de dramaturgia, 3 meses de ensaios, 24 apresentações em São Paulo e 3 oficinas (3 encontros/3h; 25 vagas cada), com preços populares e sessões com LIBRAS e Audiodescrição
Espetáculo Dois antigos parceiros se reencontram quando dívidas e metas começam a pautar horário, corpo e afeto. O favor vira acordo, o acordo vira rotina, e o trabalho passa a reorganizar a intimidade: mensagens de madrugada, promessas adiadas, cuidado que vira tarefa. A encenação acompanha escolhas que parecem resolver o hoje e cobram amanhã; não há vilões, há contas, prazos e medo de falhar. O gesto final é decidir o que ainda é escolha e o que já é só sobrevivência. Classificação indicativa sugerida: 16 anos (a confirmar após finalização do desenvolvimento dramatúrgico e cênico).Workshop (Contrapartida Social)A Oficina de Composição Cênica: Música, Cena e Dança é uma imersão criativa de 3 dias destinada a artistas e entusiastas do teatro, da dança e da música que desejam explorar a integração dessas linguagens artísticas. Com duração de 3 horas diárias, a oficina oferece um ambiente colaborativo e experimental, onde os participantes desenvolverão habilidades práticas e teóricas para a criação de performances híbridas, a partir do estudo de mestrado de Gustavo Valezzi, sobre a composição da cena híbrida, defendida em 2012 na Unicamp. A oficina tem como objetivo capacitar os participantes a compor cenas cênicas que integrem música e dança de maneira orgânica e expressiva. Através de exercícios práticos e atividades de sensibilização, os participantes serão incentivados a explorar a relação entre movimento, som e narrativa, desenvolvendo uma linguagem cênica pessoal.
OBJETIVOS GERAIS Realizar a estreia e a temporada de DO OUTRO LADO, ampliando o acesso do público às artes cênicas e estimulando, pela via da narrativa e do conflito entre dois antigos parceiros, a reflexão prática sobre como o trabalho reorganiza tempo, corpo e vínculos — e quais limites éticos e de cuidado são sustentáveis no cotidiano.OBJETIVOS ESPECÍFICOSFinalizar a dramaturgia em até 2 meses Concluir 3 meses de ensaios, com caderno de encenação e desenhos técnicos fechados.Selecionar e manter 2 protagonistas, 1 coadjuvante e 6 integrantes de coro, além das equipes artística, técnica e de produção, todos com contratos formais e jornadas/pausas definidas.Cumprir 24 apresentações em 2 meses em São Paulo, com política de preços populares e calendário de LIBRAS e audiodescrição divulgado com antecedência.Realizar 3 oficinas de composição cênica (3 encontros/3h; 25 vagas por edição), com seleção aberta, registro e certificação dos participantes.Executar plano de comunicação com releases, peças e clipping comprovado; produzir registro fotográfico e audiovisual da temporada.Aplicar pesquisa de público em ≥50% das sessões e publicar relatório-síntese com indicadores (ocupação, perfil, percepção).Entregar prestação de contas completa no SALIC com todos os comprovantes e relatórios técnicos.
DO OUTRO LADO foca menos em tese e mais em consequência: acompanha escolhas que parecem úteis no começo e, com o acúmulo de metas, prazos e dívidas, passam a cobrar mais do que oferecem. O conflito é íntimo — dois antigos parceiros tentando manter vínculos quando o trabalho invade a hora de dormir, transforma cuidado em tarefa e converte conversa em planilha. A peça propõe que o público reconheça situações que já viveu, onde a ética surge nos detalhes do cotidiano.Para sustentar esse resultado, o projeto exige desenvolvimento prolongado, equipe numerosa e desenhos técnicos de luz, som e vídeo, além de medidas de acessibilidade e política de preços populares. A bilheteria, nessas condições, não cobre risco e custo fixo; o mecanismo de incentivo é, portanto, o instrumento adequado para garantir estabilidade de caixa, contratações antecipadas, condições seguras de trabalho e difusão continuada em 24 sessões com avaliação de impacto. No plano cultural, a obra amplia repertórios ao tratar a vida laboral por meio de personagens e escolhas ambíguas, forma público com temporada contínua e deixa lastro formativo nas três oficinas documentadas.O enquadramento atende o Art. 1º da Lei 8.313/1991: I (acesso), II (valorização da produção artística nacional), III (difusão), IV (pluralidade de expressões) e IX (priorização do produto cultural brasileiro). Cumpre objetivos do Art. 3º: II.c (realização de espetáculo de artes cênicas) e I.c (oficina/curso de formação). Em termos de política pública, ativa a economia criativa local (contratos formais, fornecedores e ocupação de teatro), organiza indicadores claros de entrega e garante transparência dos resultados. ODS — foco e contribuição As metas do projeto se alinham principalmente aos ODS 8, 3 e 4. Em ODS 8 (Trabalho decente e crescimento econômico), a montagem consolida práticas de contratação formal, jornadas seguras, pausas e protocolos de convivência, movimenta fornecedores locais e sustenta uma cadeia criativa com indicadores verificáveis (ocupação, bilheteria popular, empregos gerados). Em ODS 3 (Saúde e bem-estar), o conteúdo dramatúrgico e as ações de mediação tratam de prevenção de adoecimento ligado ao trabalho, estimulam autocuidado e encaminhamento a canais de apoio, além de organizar rotina de ensaios e temporada com critérios de segurança e bem-estar da equipe. Em ODS 4 (Educação de qualidade), a oficina de composição cênica com metodologia prática forma 25 participantes por edição, documenta processo e difunde conhecimento aplicável em escolas, CEUs e coletivos parceiros.Como efeitos indiretos e menores, o projeto contribui para ODS 5 (Igualdade de gênero) ao adotar políticas de respeito e composição de equipe com diversidade; ODS 10 (Redução das desigualdades) via ingressos populares e ações de formação voltadas a públicos de baixa renda; e ODS 17 (Parcerias) pela articulação com teatros, coletivos e redes locais para viabilizar temporada, formação e difusão.
Não se aplica.
EspetáculoLinguagem e formato. Dramédia musical com música ao vivo e trilha original (direção musical: Leo Cavalcanti). Possibilidade de híbrido: base pré-gravada + elementos ao vivo (violão/teclado/percussão leve). Projeções mapeadas pontuais para transições e sobreposições de ambiente.Palco e espaço cênico (previsão). Palco italiano preferencial; área útil mínima recomendada 8 m (boca) × 6 m (prof.) × 5 m (pé-direito). Blackbox possível com ajuste de pendurais. Coxia bilateral ou upstage para quick-changes. Piso regular, sem desníveis; marcação de segurança luminosa nas rotas.Iluminação (previsão). Grid convencional com ~24 recortes/PCs (ou equivalentes LED); 4 fresnéis frontais, 6 recortes para recortes de rosto/solo, 8 para contra e laterais, 6 para ambientes; 2 moving leves opcionais para texturas; 1 máquina de haze (opcional). Mesa compatível (Avolites/MA/ETC); patch enviado com antecedência; tempo técnico: 6–8 h para foco e memórias.Vídeo/Projeção (previsão). 1 projetor 7–10k lumens (mín.), resolução full HD, lente adequada ao arremesso do teatro; superfície de projeção 6–8 m de base (tela, ciclorama ou cenário); playback via media server/notebook dedicado; HDMI/SDI; técnico de vídeo na operação.Som (previsão). PA estéreo compatível com o espaço; 2 monitores de palco (side-fills); mesa digital 16–24 canais (ex.: SQ5/X32/QL/CL). Input list (base): 9 microfones sem fio de cabeça/lav (3 protagonistas + 6 coro), 2 handholds reserva, 2 DI estéreo (playback/teclado), 1 ambience L/R, 1 talkback; retorno de fones para operação de AD. Coordenação de RF com o teatro; pilhas recarregáveis ou insumo diário. Soundcheck: 90 min em dias de sessão.Acessibilidade em cena. Calendário com LIBRAS e AD previamente divulgado; até 20 receptores de AD por sessão (ou parque do teatro), higienização e checagem antes do público. Visita sensorial nas datas com AD. Sinalização de rotas acessíveis no foyer e plateia.Duração. 90 min (previsão). Classificação indicativa. Sugerida 16 anos (a confirmar).Equipe técnica mínima em sessão. Operador(a) de luz, operador(a) de som, operador(a) de vídeo, camareira(o)/contrarregragem, produtor(a) de frente de sala; intérprete(s) de LIBRAS e audiodescritor(a) conforme calendário.WorkshopPROJETO PEDAGÓGICO — Oficina de Composição Cênica (contrapartida social)Apresentação e objetivos A Oficina de Composição Cênica: Música, Cena e Dança é uma imersão criativa de 3 dias destinada a artistas e entusiastas do teatro, da dança e da música que desejam explorar a integração dessas linguagens artísticas. Com duração de 3 horas diárias, a oficina oferece um ambiente colaborativo e experimental, onde os participantes desenvolverão habilidades práticas e teóricas para a criação de performances híbridas, a partir do estudo de mestrado de Gustavo Valezzi, sobre a composição da cena híbrida, defendida em 2012 na Unicamp.Objetivo: A oficina tem como objetivo capacitar os participantes a compor cenas cênicas que integrem música e dança de maneira orgânica e expressiva. Através de exercícios práticos e atividades de sensibilização, os participantes serão incentivados a explorar a relação entre movimento, som e narrativa, desenvolvendo uma linguagem cênica pessoal.Público-alvo e critérios Artistas iniciantes e intermediários de teatro/dança/música a partir de 16 anos; 25 vagas; seleção por formulário on-line, priorizando diversidade territorial e socioeconômica. Sem pré-requisito técnico específico.Carga horária e estrutura 3 encontros presenciais × 3h (total 9h), sala ampla com piso liso, som básico (player e caixas), cadeiras, possibilidade de espelhos.Conteúdos por encontroEncontro 1: Aquecimentos; noções de partitura (corporal, sonora e de ação-física); relação ação-movimento-som; exercícios de escuta; composição em duplas.Encontro 2: Elementos de composição (ritmo, pausas, espacialidade, intensidade, etc..); Criação de pequenas partituras/microcenas.Encontro 3: Apresentações e estudos de cada microcena; feedback estruturado (clareza de objetivo, ritmo, segurança, elementos composicionais); Metodologia Aulas presenciais, exercícios práticos, criação guiada, feedback formativo e registro audiovisual. Materiais de apoio digitais (roteiro de exercícios e bibliografia/midiografia) disponibilizados via QR code.Acessibilidade pedagógicaAcessibilidade sob demanda, com pré-reserva de 2 vagas para pessoas com deficiência; Quando solicitado com antecedência haverá: intérprete de LIBRAS; materiais em alto contraste e versão em áudio; indicação de rotas acessíveis do teatro.Avaliação e certificação Frequência mínima de 75% e participação nas atividades. Entrega de certificado nominal (9h). Aplicação de formulário de avaliação final.Entregas e comprovação Lista de presença assinada, plano de aula, registro fotográfico/vídeo, formulário de avaliação tabulado e relatório sintetizando aprendizados e perfil dos participantes.
ACESSIBILIDADE FÍSICAA contratação do teatro exigirá rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos reservados e sinalização tátil nas áreas de circulação. A rota acessível (entrada → foyer → plateia → sanitários) será validada na visita técnica e indicada no material de serviço. Nas mesmas datas com audiodescrição, antes do espetáculo haverá visita sensorial para exploração tátil de figurinos e elementos cênicos, com equipe mediadora e tempo dedicado.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOA recepção será treinada para atendimento prioritário de pessoas com mobilidade reduzida, com reserva antecipada de lugares e orientação sobre a rota acessível. Em ao menos 12 das 24 sessões (≥50%) haverá LIBRAS e audiodescrição por fone, com aviso prévio na bilheteria on-line e instruções de retirada/devolução dos equipamentos no foyer. Os materiais de divulgação terão legendas descritivas e versão em alto contraste; a sinopse estará disponível também em áudio via QR code. Equipamentos de AD passam por checagem e higienização antes de cada sessão.
A venda será híbrida (on-line e bilheteria física), com exibição clara de taxas e meios de pagamento. 10% dos ingressos serão destinados a ONGs, coletivos culturais e escolas públicas nas sessões regulares, mediante cadastro simples e confirmação com antecedência mínima (coordenação feita pela produção junto às organizações da cidade). Haverá ainda 20% de ingressos populares dentro de faixa definida, mantendo a meia-entrada legal. As 24 apresentações em temporada contínua ampliam janelas de fruição e permitem ação educativa: após sessões selecionadas haverá conversa mediada com a equipe. A oficina de composição cênica (25 vagas) integra o acesso formativo, com seleção aberta e critérios de diversidade territorial e socioeconômica. Será realizado um ensaio aberto antes da temporada, para aproximar o público do processo de criação e do elenco.
DIREÇÃOGeorgette Fadel DIREÇÃO MUSICAL E TRILHA SONORALeo Cavalcanti ELENCOGustavo Valezzi, Pedro Machitte (e mais um convidado a encontrar) PREPARAÇÃO DE ATORESCarolina Victor PREPARAÇÃO CORPORAL E COREOGRAFIASCarina Nagib PREPARAÇÃO VOCALJuliana NavarroFIGURINOLaura FrançozoILUMINAÇÃOBruno GarciaVJ e IMAGENSPedro Brandão (VJ Não Consta)PRODUÇÃOcult_BHistórico da produtoraCult_B: Atualmente, em parceria com Cultura e Mercado, é produtor do projeto Caravana, que oferece formações para gestores socioculturais em regiões com menos oportunidades, e produz seus próprios espetáculos cênicos. Em parceria com Galharufa produções, realizou a produção de Um Jardim para Tchekhov (Maria Padilha) em São Paulo, e faz agora em 2025 a circulação de Tom na Fazenda (Armando Babaioff) pelo interior de São Paulo. Especialista em Leis de Incentivo, foi Gerente de Projetos Incentivados na Visualfarm de ago/22 a maio/24, coordenando o Festival de Luzes 22 em São Paulo e 23 no Rio de Janeiro. Atualmente, oferece consultoria para empresas patrocinadoras e artistas como Favela da Paz, Hugo Bonemer, Ricardo Grasson, Nosso Cultural, Renata Vinciprova e Dinah Feldman. Em 2022 e 2024, produz com a Aflorar Cultura o grupo peruano Yuyachkani no SESC Mirada. Em 2021, produziu o Festival Nossos Palcos, o evento Mestres On Stage e a produção audiovisual do duo Músicas de Superfície (Fabiana Lian e Vladmir Safatle) em parceria com OnStage Lab. É diretor responsável do PLiJ – Prêmio Literário de Jacareí desde 2018. Foi produtor do Grupo Saracura (São Paulo) e parceiro das produtoras Sorella Produções, Périplo Produções e Cultura e Mercado, colaborando em diversos projetos e turnês internacionais. Direção || Georgette FadelGeorgette Fadel é diretora e atriz de formação acadêmica. Durante os anos 90 se engaja e faz parte do florescimento de um forte movimento de grupos na cidade de São Paulo. Participa da fundação de companhias como Cia do Latão, Núcleo Bartolomeu de depoimentos e Cia São Jorge de Variedades, onde dirigiu e atuou em diversos espetáculos marcantes do movimento estético da virada do século como “O nome do Sujeito”, “Bartolomeu que será que nele deu”, “Biedermann e os incendiários,” “Bastianas”, “Barafonda” e “Quem não sabe mais quem é, o que é onde está, precisa se mexer”. Como atriz foi dirigida por Cristiane Paoli Quito, Tiche Viana, Francisco Medeiros, Cibele Forjaz, Frank Castorf, Felipe Hirsch e Daniela Thomas. Como professora, lecionou em escolas como ELT, EAD Estúdio Nova Dança. Sua trajetória é profundamente ligada à construção da performer livre e consciente dos movimentos do seu tempo.Direção Musical || Leo CavalcantiO cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor musical paulistano Leo Cavalcanti começou a trabalhar profissionalmente com música aos 13 anos de idade, fazendo parte do grupo do selo de música infantil de grande sucesso "Palavra Cantada” e na banda do cantor e compositor Péricles Cavalcanti. Não demorou muito para que Leo começasse a trilhar seu caminho como artista solo, participando ativamente de todas as camadas de seu trabalho. Hoje, Leo Cavalcanti tem três discos lançados: "Religar" (2010), "Despertador" (2014) e CANÇÕES EM CHAMAS (2024). Leo já colaborou com nomes como Elza Soares, Arnaldo Antunes, Pepeu Gomes, Fernanda Takai, Paulinho Moska, Tulipa Ruiz, entre outros. Entre participações em programas de TV (como o Som Brasil, da Rede Globo, em homenagem à Nelson Motta), festivais, turnês internacionais, álbuns de artistas diversos, shows nacionais e internacionais, Leo também colaborou em algumas trilhas sonoras de cinema, documentários e peças publicitárias tanto como intérprete quanto como produtor musical. Em Março de 2024, lança seu terceiro álbum, CANÇÕES EM CHAMAS, lançado pela gravadora DECK, com participações de Caetano Veloso (na faixa NÓS NUS, que foi lançada como single logo antes do lançamento do álbum), além de Josyara e Hiran. Em setembro de 2024, a música NÓS NUS entrou para a trilha sonora da novela das nove “Mania de Você”, da Globo.Dramaturgo, Ator e Dir. Produção || Gustavo ValezziSe graduou pela UNICAMP em 2010 se tornou Mestre em Artes da Cena na mesma instituição em 2012, com a pesquisa: “A Composição e o Corpo Cênico; Um estudo de artes corporais para a composição de uma cena híbrida.”, orientado pela Profa. Dra. Verônica Fabrini e co-orientado pela Prof. Dra. Holly Cavrell em que investiga a composição da cena sob o olhar da dança, teatro e da música. Hoje tem vinte anos de experiência em teatro, com prêmios em festivais no Brasil e no exterior. No hibridismo entre o teatro, a dança e a música, participou de espetáculos como "Persephassa" e "Posso Dançar pra Você" da Cia Domínio Público, de "Cartas do Paraíso" e "Um Artista da Fome" da Boa Companhia, entre outras diversas performances. Hoje, após 4 anos de estudo sobre a Técnica Meisner, hoje aprofunda seu olhar para a cena sob a ótica do Método Lee Strasberg no Estúdio Estrela Straus, com Carolina Victor, esta também diretora do espetáculo "A Última Palavra", que está em cartaz no West Plaza em Setembro e Outubro de 2025. Há 20 anos pesquisa interpretação para cinema. Entre longas-metragens, destaca-se sua participação em "A Train Station" da Collab Feature, (Lançado em Michigan/EUA em 2015 e no Berlin Independent Film Festival).Ator || Pedro Machitte (Mercedez Vulcão)Se formou em Artes Cênicas pela UNICAMP em 2009, onde fundou a Cia de Teatro Acidental. Com eles participou dos seguintes editais: ProAC 2010, com o espetáculo “Mahagonny”, sob direção de Marcelo Lazzaratto; Edital SESI 2011, onde se estreou o espetáculo “O Rinoceronte”, sob direção de Carlos Canhameiro, com circulação por 15 cidades do Estado de São Paulo. Em 2012 ingressou no Grupo XPTO, com direção de Osvaldo Gabrieli e direção musical de Beto Firmino, onde participou do projeto “Arte no Canteiro”, musical apresentado em canteiros de obra pelo Estado de MG em 2012/2013; de 2014 a 2018 participou do projeto “Relix”, musical apresentado em empresas e escolas estaduais em PE, AL e PB. Começou a fazer drag em 2015. De 2018 a 2021 fez parte da Cia Canastra, uma companhia com o objetivo de trabalhar a Drag Queen no teatro, onde foi criado o musical "As Bunytas do Rádio”, o espetáculo “Café com Trauma” e a ocupação de arte Drag no Teatro Alfredo Mesquita. Participou do Drag Race Brazil 2025 (WOW Presents Plus) e Queen Stars Brasil, reality show da HBOmax, apresentado por Pabllo Vittar e Luísa Sonza. Lançou em abril de 2022, com o selo independente M6records, o seu primeiro EP autoral “SEM AR” - disponível em todas as plataformas de streaming. Em 2022, atuou como drag e ator no espetáculo “AGAMENON 12H”, dirigido por Carlos Canhameiro, que realizou uma temporada no Sesc Paulista. Em 2023, estreou o espetáculo “Revista Babadeira”, com direção de Neyde Veneziano e direção musical de Dagoberto Feliz, com temporada de 3 meses no espaço da Cia da Revista. Também foi assistente de direção nos espetáculos “O Quarto Minguante” (2023) e “Daqui Ninguém me Tira” (2024), da Tozi Produções e dirigidos por Neyde Veneziano. Atualmente faz parte do elenco do espetáculo REI LEAR, da Cia Extemporânea, direção Inês Bushatsky, com estreia prevista para julho/2024 no Sesc Consolação.VJ Não Consta || Pedro BrandãoPedro Brandão é o artista por trás do projeto VJ Não Consta e atua desde 2016 como artista visual em eventos de música, vídeo mapping e apresentações de arte performance. Focado na produção de conteúdo 3D, assinou a produção dos palcos virtuais da série de shows da MC Soffia (2021), participou dos festivais nacionais e internacionais de vídeo mapping tais como FDUK (UK-2022), Immersphere (2022), l-Ibit Mapping (2021), SSA Mapping (2021 e 2023) e Brasília Mapping (2021) e dos festivais de arte tecnologia SP Tech Week (2019), Perfídia (2019), Ateliê Aberto (2019) e Comuna Intergalática II (2018). Entre os teus trabalhos mais recentes estão a coordenação técnica para Ludmilla no festival Coachella (USA), visuais para Ivete Sangalo no Rock in Rio Lisboa (Portugal), Sandy, Jão e Nação Zumbi em sua turnê de 30 anos. Produziu videoclipes para os artistas Audax, Mister Ruiz, Klaas e Hyglu, sendo este premiado pelo edital RespiraArte (2021). Realizou shows com o artista norte-americano Curses e os artistas nacionais B Negão, Laud, Murilo Sá e Macaco Bong.Preparação de Elenco || Carolina VictorFormada em artes cênicas pelo Célia Helena Centro de Artes e Educação. Participou do curso de formação do NAC – Núcleo de Artes Cênicas, ministrado por Lee Taylor e Hercules Moraes. É diretora, preparadora de atores, professora e atriz e se dedica aos estudos do Método Lee Strasberg desde 2013, tendo estudado com Estrela Straus e Robert Castle. É professora do Estúdio Estrela Straus desde sua criação, em 2018. Dirigiu a montagem da peça “Os Sobreviventes”, texto de Caio Fernando Abreu, que cumpriu temporada no Viga Espaço Cênico. Preparou o elenco do longa metragem “O_Monstro”, dirigido por Helena Guerra, que se encontra em etapa de pós produção. Preparação Corporal e Coreografias || Carina NagibFormada em Dança pela Universidade Estadual de Campinas e atualmente mestranda na ECA-USP, tornou-se especialista nas áreas de dança teatro, butoh, coreografia e preparação teatral. Dirige o Bando Cia Teatral desde 2017. Atualmente, dança com Sayonara Pereira (Germain Dance) e foi dirigida integrando companhias de dança e teatro. Citando algumas: Alex Soares, Luiz Fernando Bongiovani (dança contemporânea), Alice K. (Butoh e teatro japone), Roberto Laje, Mário Bortolotto (teatro), Zé Alex (view points). Além de cursos complementares com artistas, para citar apenas alguns, como Hannes Langolf (DV8), Minako Seki(butoh), Elias Coin (teatro físico) e Cristiane Paoli Quito (palhaço).Preparação Vocal || Juliana NavarroJu Navarro é cantora e atriz formada pelo Celia Helena. Participou dos Musicais “Adoráveis Vilãs” Dir. Carlos Mira; “Garçonete” da Motivo Live e foi backing vocal da montagem de Mamma Mia do ECP. Realizou a Mentoria para professores de canto do Rafael Villar e André Barroso. Dá aulas de canto particulares e na escola Les Arts. Na área de interpretação, realizou diversas vezes o treinamento do Método Strasberg no Estúdio Estrela Straus, o qual aplica também em suas aulas de canto.Iluminação || Bruno GarciaAtor e iluminador. Foi docente na pós-graduação do Centro de Artes Célia Helena, e na pós da Universidade Belas Artes. Formado pela UNICAMP com mestrado em Artes da Cena. Atua na Cia. Bendita como ator e iluminador. Em 2020, o espetáculo “Elagalinha” foi vencedor APCA de Melhor Espetáculo Infantil. Na Cia. Zero Zero, trabalhou com diversos diretores: Jean Jacques Mutin, Marcelo Lazzaratto, Tiche Vianna, Marcio Tadeu e Alice K. O espetáculo O Caderno da Morte foi contemplado pelo SESI para Montagem de Espetáculos Inéditos em 2008 e Circulação do SESI em 2009, e indicado dois anos seguidos pro troféu HQ MIX por Melhor Adaptação para Outro Meio. Também trabalha como Light Designer freelancer, desenhou e operou iluminação para Cia Bendita, Cia do Latão, Boa Companhia, Cia Teatro Balagan, Lume Teatro, Teatro Fábrica, Velha Companhia, Cia. Elevador de Teatro, entre outros. Foi responsável técnico por produções internacionais trazidas pela Périplo Produções e pelo Feverestival - Festival Internacional de Teatro de Campinas.Figurinos || Laura Françozo Laura Françozo é bacharel em Artes visuais pela Unicamp e mestre em Artes pela USP. Desde 2014 atua como cenógrafa e figurinista em peças de grupos como a Cia. Beira Serra (Botucatu), Cia dos Náufragos (Campinas) e no solo “Subterrânea” da atriz Juliana Birchal. Atuou em diversas funções dentro do Festival Amazonas de Ópera, desde assistente de figurino, coordenadora de produção de figurino e figurinista. Foi figurinista de várias óperas, entre elas "Onde Vivem os monstros" (Theatro São Pedro, 2016), "Tannhäuser" (FAO 2017), "Acis and Galatea" (Fao 2018), "Alma" (FAO, 2019 - prêmio melhor ópera do ano pela revista Concerto) e “The Rake’s Progress” (TMSP, 2021). Atualmente é produtora executiva no Theatro Municipal de São Paulo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.