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PRONAC 2513506Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FotoRio 2026 - Gestão

LUZ TROPICAL CULTURA & PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 750,0 mil
Aprovado
R$ 750,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-03-01
Término
2027-02-28
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O FotoRio _ Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, vai realizar a sua 18ª edição em 2026, apresentando exposições fotográficas, mesas redondas, projeções e oficinas. Haverá atividades durante todo o ano, que, juntamente com o blog e as mídias sociais, ampliarão no tempo o alcance do festival. FotoRio 2026 _ Gestão viabiliza a estrutura administrativa do festival, incluindo a operação do site e das mídias sociais, e a produção de atividades como oficinas, rodas de conversa e exposições diversas.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo geral:O projeto FotoRio 2026 _ Gestão tem como objetivo principal estruturar a 18ª edição do FotoRio _ Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, que será realizada com uma concentração de atividades preferencialmente no mês de junho, na cidade do Rio de Janeiro, tendo como foco a produção fotográfica brasileira acompanhada de exemplos marcantes da fotografia internacional, tendo como público alvo fotógrafos, curadores e artistas visuais, mas também apresentada de modo a interessar o público em geral. Dessa maneira, a proposta aqui apresentada visa a dotar o FotoRio de uma infraestrutura básica para produzir a edição de 2026.Para tanto, propomos a profissionalização dos principais operadores do festival. As atividades propostas pelo projeto são de duas naturezas distintas:- consolidação de uma estrutura administrativa que assegure a organização dos eventos previstos, a saber: exposições, oficinas, rodas de conversa / fórum de debates e intervenções urbanas;- efetivar a produção dos eventos constantes listados acima e descritos nos Objetivos específicos;Objetivos específicos:Apoio à produção e realização de 10 das seguintes exposições (que podem ser substituídas pela curadoria por outras de igual importância e qualidade):· Exposições internacionais:1. "Coladas ao céu", curadoria de Ioana MelloA exposição Coladas ao Céu, em fase final de curadoria, apresenta a obra de seis fotógrafas da América Andina: Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. O projeto se traduz em um panorama da arte fotográfica contemporânea dos países vizinhos, com destaque para o protagonismo feminino, realçando o reconhecimento e confronto de outras narrativas criadas em territórios que, como nós, pensam a condição da América Latina contemporânea.A exposição - com 30 fotos - traz uma diversidade de respostas artísticas ao rico contexto cultural dos países andinos o qual, como o nosso, é moldado tanto por povos indígenas seculares, como pelo colonialismo, conflitos civis, crises econômicas, desigualdade social, repressão e crises ecológicas, e por períodos de crescimento e de modernidades paralelas e criativas. As obras expostas, os diferentes olhares e histórias, abordam o passado e o presente da região andina e imaginam possíveis cenários futuros.2. Visitando os extremos _ coletiva com curadoria de Jean-Luc Monterosso e Milton GuranA exposição reúne 24 obras do campo das artes visuais a partir de fotografia de autoras e autores brasileiras/os e francesas/os sobre a floresta amazônica e os Alpes Franceses. O propósito é apresentar os extremos da natureza e pôr em perspectiva a situação climática e os perigos de degradação a que estão submetidos estes dois biomas.3. África transcendente, de Charles PlacideA exposição África transcendente, com trinta fotografias a cores, com foco na religiosidade dos povos de matriz Jêje-Nagô da República do Benin e apresentado ainda aspectos da vida cotidiana na cidade de Cotonou, capital deste país. Curadoria de Milton Guran· Exposições nacionais4. "E o silêncio nagô calou em mim" de Denise Camargo _Em 20 fotografias de diversos formatos, Denise Camargo apresenta uma imersão profunda nos rituais de matriz africana, desvelando uma riqueza da cultura afro-brasileira. Através de diversas linguagens artísticas, um artista revela a força e a beleza das tradições ancestrais, muitas vezes silenciadas. A exposição convida o público a uma jornada de descoberta, explorando o significado dos "silêncios" presentes nas obras e celebrando a espiritualidade afro-brasileira.5. "Para além das flores" de Kitty ParanaguáAs árvores fazem a conexão entre o mundo terrestre e o espiritual. São fuorescentes.Nesta mostra de 20 imagens de diversos formatos, o mundo vegetal é descrito com composto por seres vivos. Desempenham papel fundamental na manutenção do equilíbrio da natureza: são casas para os pássaros, para os fungos, líquens e várias outras espécies. Dão flores, frutos, sombra e oxigênio. O entendimento humano jamais dará conta da importância das árvores. Elas simplesmente são. Brilham no escuro, germinam, criam folhas, dão frutos, flores, murcham, secam, morrem, renascem.Existem várias espécies. São de tamanhos diferentes, formas idem, mas sempre fazem esta conexão do mundo que vemos com o mundo espiritual, o que está por aí. Que sentimos, mas não vemos. Estão espalhadas pela terra, inspiram os poetas, os amantes, acolhem na sua sombra, refrescam...6. "Os Jardineiros" por Thiago BarrosEm "Os Jardineiros" mostra com 20 obras - o artista visual Thiago Barros revisita seu acervo fotográfico para construir uma ponte poética entre três grandes nomes da arte: o pintor impressionista francês Jean-Claude Monet, o paisagista e artista plástico brasileiro Roberto Burle Marx, e o próprio fotógrafo. Thiago age como um curador e um "jardineiro de imagens", selecionando fotografias de jardins que foram desenhados e habitados por Monet e Burle Marx. Ele capta a essência de paisagens que já foram tema de telas consagradas, retratando-as em preto e branco.A grande inovação do projeto está na união de técnicas. Ao pintar sobre as fotos, Thiago Barros adiciona camadas de cores e texturas vibrantes, ligando a objetividade da câmera à subjetividade do pincel. O resultado é um diálogo poético entre tempos e estilos, onde a fotografia ganha o toque de uma tela, e a pintura se renova em um novo suporte.7. "Retratos extraordinários" de Moara TupinambáA artista visual indígena parte de imagens significativas da cultura brasileira, em todos os sentidos, para fazer intervenções plásticas que dão destaques a alguns aspectos em particular, produzindo assim uma obra crítica de forte impacto visual e de conteúdo. A exposição é composta por 15 obras no formato de 60 x 90cm8. Tema: Paixão _ convocatória para exposição coletivaExposição de 44 imagens em 12 paralelogramos de 160x200cm na Praça Paris, na Glória, no Rio de Janeiro. Valorizamos trabalhos que utilizem diferentes linguagens fotográficas e que apresentem uma abordagem criativa e inovadora do tema.Trabalhos que abordam questões sociais e culturais relacionadas à paixão serão especialmente bem-vindos.Como participar: as inscrições serão realizadas exclusivamente através do site do FotoRio, onde estará o edital de convocação, por um período de 2 meses em 2026 a ser definido.9. Eliane Veloso, fotógrafa _ fotos de Eliane VelosoNesta exposição a fotógrafa apresenta uma seleção de 20 fotografias realizadas durante o período em que foi gradativamente perdendo a visão, através da qual explicita seu processo de produção apesar da deficiência no principal sentido necessário ao ato de fotografar.10. Antônio Gaudério, fotógrafo - fotos de Antônio GaudérioCom curadoria de Ana Aurora Gaudério, a obre de Antônio Gaudéria é revisitada para servir de estímulo e suporte a um processo de recuperação da memória desse autor que sofreu um acidente grave ficando desmemoriado. Reporter-fotográfico reconhecido, suas fotos produzidas no registro jornalístico, demonstram de forma eloquente seu talento e rara sensibilidade nesta seleção de 20 fotografias.Além das exposições e atividades curatoriais previstas, o projeto FotoRio 2026 _ Gestão compreende a execução de três ações estruturantes e complementares, fundamentais para a consolidação e difusão do festival:1. Intervenções UrbanasSerão realizadas três intervenções urbanas sob a forma de exposições em formato lambe-lambe, com impressões em papel jornal aplicadas em espaços adequados nas vias públicas. Essas ações têm como objetivo ampliar o alcance do festival no território urbano, estabelecendo um diálogo direto entre a produção fotográfica e o cotidiano da cidade.Para essa etapa, além da convocatória pública "Tema Paixão", serão convidados artistas cujas obras estejam em sintonia com a vida urbana contemporânea, promovendo uma relação de sinergia entre o público transeunte e o FotoRio. As intervenções funcionam, assim, como dispositivo de difusão cultural e democratização do acesso à fotografia, aproximando a arte do espaço público.2. Redimensionamento do Site FotoRioO projeto prevê o redimensionamento e aprimoramento do site oficial do FotoRio, com vistas a atualizar permanentemente suas informações, agilizar a navegação e modernizar os processos de inscrição e consulta. A plataforma passará a integrar ferramentas para submissão de propostas de exposições e eventos, além de seções dedicadas à divulgação de notícias, entrevistas e registros das ações realizadas.Essa atualização tem por objetivo fortalecer a presença digital do FotoRio, tornando-o um instrumento permanente de comunicação, memória e articulação entre artistas, curadores, pesquisadores e o público em geral.3. Plano de Divulgação e ComunicaçãoO plano de comunicação do FotoRio 2026 será desenvolvido de maneira integrada, envolvendo as equipes de design gráfico, mídias sociais e assessoria de imprensa.A ação contemplará a criação da identidade visual do festival, a produção de materiais de divulgação (cards, vídeos, textos, notas e press releases) e a distribuição de conteúdo em múltiplas plataformas — site do FotoRio, Facebook, Instagram, YouTube e mídia impressa.Serão produzidos conteúdos diversificados para estimular o interesse do público, construir expectativa e incentivar a participação ativa da sociedade. A comunicação será, portanto, uma ferramenta estratégica de fortalecimento institucional, contribuindo para a visibilidade, sustentabilidade e alcance social do festival.AÇÃO FORMATIVA:Como parte do compromisso do FotoRio 2026 com a formação, a mediação cultural e a ampliação do acesso à fotografia, serão desenvolvidas atividades voltadas à reflexão, ao aprendizado e à participação ativa de diferentes públicos. Essas ações visam estimular o pensamento crítico, a produção autoral e o diálogo entre artistas, estudantes e comunidade.1. Rodas de ConversaAs Rodas de Conversa configuram-se como um formato atualizado das tradicionais mesas-redondas, com ênfase na formação e na reflexão crítica sobre práticas em fotografia e artes visuais. Cada sessão será composta por um mediador, um palestrante e um debatedor, garantindo interação direta com o público e promovendo troca de experiências e aprofundamento de conhecimentos.As atividades serão realizadas presencialmente ou de forma virtual, sempre transmitidas ao vivo pelos canais oficiais do FotoRio, ampliando o alcance formativo.Para o ano de 2026, estão previstas seis rodas de conversa, cada uma abordando temas relevantes da fotografia contemporânea, curadoria, produção artística e práticas visuais. O caráter formativo da atividade garante que os participantes tenham oportunidade de aprendizado ativo, reflexão crítica e desenvolvimento de competências relacionadas à prática e compreensão das artes visuais.Público estimado: cada roda de conversa tem expectativa de atingir aproximadamente 300 participantes.2. Oficina de Fotografia com Celular (Mobgrafia)A oficina intitulada "O Infinito da Minha Rua", coordenada por Erika Tambke, destina-se a alunos do Ensino Médio de escolas públicas localizadas, preferencialmente, nas zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro, com atenção à diversidade racial, étnica, de gênero e à inclusão de pessoas com deficiência.O projeto será realizado em três escolas, contemplando uma turma por unidade escolar, composta por 10 alunos cada, totalizando 30 participantes. Cada turma participará de uma aula semanal de três horas, ao longo de dois meses (oito semanas), resultando em oito aulas por turma e vinte e quatro aulas no total.Ao término das atividades, cada aluno terá uma fotografia selecionada para compor uma exposição em varal na respectiva escola. Os registros e relatos visuais serão reunidos em uma apresentação audiovisual (slideshow), exibida nas três unidades escolares, com o intuito de envolver a comunidade escolar e os demais estudantes no compartilhamento dos resultados.Dessa forma, a oficina busca estimular o diálogo entre as escolas, promover a troca de experiências e valorizar os diferentes olhares sobre a cidade e o território de cada participante, reforçando o caráter educativo e inclusivo do FotoRio 2026.Público estimado: a exposição em varal deve alcançar, aproximadamente, 500 pessoas por escola.

Justificativa

O FotoRio _ Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, criado em 2003, é o mais antigo festival de fotografia de grande porte em atividade contínua do país. Inicialmente bienal e anual a partir de 2013, em 2026 vai realizar a sua 19ª edição, tendo abrigado mais de 1.200 exposições, projeções, debates, cursos e atividades afins, envolvendo centenas de fotógrafos brasileiros e estrangeiros.Esses números dão bem a medida da força da fotografia no panorama cultural carioca e, vale destacar, sinalizam para a importância da cidade do Rio de Janeiro como uma referência na fotografia brasileira e internacional. Vale lembrar que a cidade abriga algumas das maiores coleções de fotografia do mundo, como é o caso da Coleção Thereza Christina Maria, da Biblioteca Nacional, palco da primeira fotografia feita ao sul do Equador, celebrada em monumento presenteado à cidade pela Prefeitura de Paris, que se encontra instalado diante do Paço Imperial, e é a única, que se tenha notícia, que ostenta um fotógrafo, Augusto Malta, no seu panteão de heróis.Reconhecido como um dos maiores e mais importantes eventos do gênero na América Latina, o FotoRio tem prestado um significativo apoio aos fotógrafos brasileiros no exterior e à difusão da nossa fotografia no plano internacional.O FotoRio não cobra taxas de qualquer ordem dos fotógrafos nem das instituições ou do público, toda adesão e todos os eventos são gratuitos, tanto da parte dos autores quanto dos espaços expositivos parceiros. A gestão do festival, nos moldes propostos, envolve o trabalho contínuo de uma equipe composta três curadores e várias coordenadorias de apoio. É imprescindível a profissionalização desta equipe em dedicação praticamente exclusiva. O Projeto Gestão 2026, que alcança o ano de produção e realização do próximo evento, propõe não só a realização de exposições, encontros, e leituras de portfólio, como possibilita a atualização e manutenção do web site do FotoRio e desenvolvimento dos canais de mídias sociais, ferramentas imprescindíveis para a divulgação e preservação da memória do festival e para o cumprimento dos seus objetivos.Assim, entendemos que o projeto atende à Lei 8313/91 em seu Art 1º nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Da mesma forma, o projeto atende ao Art. 3º da referida Lei, em especial ao inciso II, que prevê o fomento à produção cultural e artística mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

O FotoRio 2026 – Projeto de Gestão contempla ações voltadas à difusão, formação e reflexão sobre a fotografia contemporânea, reunindo exposições, intervenções urbanas, atividades formativas e publicações impressas e digitais. 1. Exposições Fotográficas Quantidade: 10 mostras individuais e coletivas, nacionais e internacionais, a serem selecionadas dentre as opções apresentadas. Todas as mostras serão gratuitas e contarão com recursos de acessibilidade física e comunicacional 2. Intervenções Urbanas Serão 3 ações urbanas em formato lambe-lambe que integrarão a programação expositiva do FotoRio, ocupando áreas públicas previamente autorizadas. As instalações apresentarão obras selecionadas por convocatória pública e terão registro audiovisual, posteriormente disponibilizado no site do festival com legendas e acessibilidade comunicacional. 3. Rodas de Conversa e Palestras A programação contará com encontros híbridos (presenciais e virtuais) voltados à reflexão sobre temas contemporâneos da fotografia, reunindo artistas, curadores e pesquisadores. As transmissões serão feitas pelos canais oficiais do FotoRio e permanecerão disponíveis após o evento, com tradução em LIBRAS, legendas e audiodescrição. 4. Oficina “O Infinito da Minha Rua” A oficina será voltada a estudantes do ensino médio da rede pública do Rio de Janeiro, com foco na prática da fotografia com celular e na criação de narrativas visuais a partir do território. As aulas combinam conteúdos teóricos e práticos, resultando em uma mostra final no formato de exposição de varal. A atividade será registrada e disponibilizada no site do festival, com recursos de acessibilidade. 5. Site e Plataformas Digitais O site oficial do FotoRio será atualizado e ampliado, funcionando como plataforma central de comunicação, inscrição, divulgação e registro das atividades. O portal abrigará conteúdos acessíveis em LIBRAS e audiodescrição, catálogos digitais, vídeos, entrevistas e galerias virtuais com as obras apresentadas, garantindo alcance nacional e internacional.

Acessibilidade

Serão adotadas medidas de acessibilidade compatíveis com a natureza do produto e dentro da viabilidade técnica e orçamentária do projeto, priorizando o acesso comunicacional e de conteúdo.Produto: Site e canais de mídia socialAcessibilidade Física: Não se aplica, por se tratar de meio digital.Acessibilidade Comunicacional: As ações de divulgação serão acessíveis, com vídeos contendo intérprete de Libras, legendas ou audiodescrição, quando necessário.As postagens nas redes sociais incluirão textos alternativos em imagens, hashtags acessíveis e contraste visual adequado.Acessibilidade de Conteúdo: O site adotará ferramentas compatíveis com leitores de tela e oferecerá navegação simplificada. Os conteúdos terão tradução em Libras e audiodescrição, garantindo acesso a pessoas com deficiência auditiva e visual.Produto: ExposiçãoAcessibilidade Física: Os espaços das exposições terão acesso livre e gratuito, com rampas, sanitários adaptados, sinalização adequada e circulação acessível para pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade Comunicacional: Materiais informativos e de divulgação das exposições serão produzidos com linguagem simples, legendas, intérprete de Libras e audiodescrição em vídeos e conteúdos multimídia.Acessibilidade de Conteúdo: As obras e os textos expográficos contarão com audiodescrição e legendas.Acessibilidade Atitudinal: A equipe de recepção e monitoria será capacitada para atendimento inclusivo e acolhedor, garantindo a participação de todos os públicos.Produto: Festival (intervenções urbanas, rodas de conversa e oficinas)Acessibilidade Física: As atividades serão realizadas em locais com acessibilidade, com rampas, sanitários adaptados, sinalização adequada e circulação acessível para pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade Comunicacional: As ações de divulgação e transmissão serão acessíveis, com janela de Libras e audiodescrição.Acessibilidade de Conteúdo: O conteúdo das rodas de conversa e oficinas são majoritariamente em linguagem oral, garantindo a participação de pessoas com deficiência visual. Caso haja participantes surdos ou ensurdecidos inscritos nas oficinas ou rodas de conversa, será oferecido intérprete de libras.

Democratização do acesso

O FotoRio tem como um de seus principais objetivos o cumprimento de uma função social voltada à democratização do acesso e do consumo de bens culturais vinculados à fotografia, bem como à formação de público nesse campo, ocupando diferentes espaços e dialogando com diversas camadas sociais de variados bairros da cidade, inclusive em comunidades.Todos os eventos serão gratuitos, e toda a programação e o conteúdo gerado serão disponibilizados gratuitamente por meio do site oficial do FotoRio e de canais digitais complementares, como Facebook, Instagram, Twitter e YouTube.O projeto prevê tradução em Libras e audiodescrição em seus conteúdos audiovisuais, garantindo acessibilidade.O público-alvo do FotoRio abrange crianças, jovens, adultos e pessoas idosas, alcançados por meio das exposições e demais eventos.Desta forma, o projeto atende ao artigo 47 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, nos incisos III, IV e VI, conforme abaixo:.Produto: SiteEm atenção ao artigo 47 da IN 23/2025, o presente produto consiste em um sítio de internet destinado à disponibilização dos registros audiovisuais do projeto, com acesso gratuito e irrestrito ao público, atendendo ao objetivo de democratização do acesso aos bens e serviços culturais, conforme previsto na Lei nº 8.313/1991 e na atual normativa:III – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhados de Libras e audiodescrição.Produto: ExposiçãoIII – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhados de Libras e audiodescrição;IV – garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e dos espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.Produto: Festival (intervenções urbanas, rodas de conversa e oficinas)III – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhados de Libras e audiodescrição;IV – garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e dos espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;Por se tratar de um projeto integralmente gratuito, o FotoRio não se enquadra no escopo do artigo 49 da referida IN, estando isento da obrigatoriedade de realizar ações formativas culturais complementares.

Ficha técnica

Proponente e Produção Executiva - Vianapole Arte e Comunicação Equipe FotoRio: Curadoria – Ioana Mello, Milton Guran e Paulo Marcos de Mendonça Lima Coordenação de exposições - Milton Guran e Paulo Marcos Mendonça de Lima Assessoria de imprensa: Anna Accioly / A Dois Comunicação A Vianapole Arte e Comunicação atua há 25 anos no mercado nas áreas de produção cultural e marketing, tendo se aprofundado cada vez mais no campo da controladoria de projetos culturais e leis de incentivo à cultura. Executamos os serviços de controller e prestação de contas dos espetáculos teatrais e projetos culturais “Tom na Fazenda” (2018 a 2025), “Tráfico” (2022 a 2025), “Experiência Seja um Detetive - Detetives do Prédio Azul” (2021 / 2022), “Festival Santo Antônio das Artes, MG” (2022), “Alethea Dreams” (2021), “Festival Cena Brasil Internacional” (2018 – 2019), “Nastácia” (2019), “8ª Edição Seleção Brasil em Cena” (2018), “A Paz Perpétua”, indicado ao Prêmio APTR (2016 – 2017), “Festival Tiradentes em Cena” (2014, 2016, 2018, 2019, 2020, 2021, 2022), “Circuito Nacional de Teatro do Espírito Santo” (2009 a 2022), entre outros. Além da administração e controller, também como produtora atuou junto a projetos como “A Serpente”, indicado ao Prêmio Shell (2017 – 2018), “Cuidado quando for falar de mim” (2020 a 2022), “Caixa Preta” (2019), “Amor é Química” (2019), “O Livro dos Monstros Guardados”, Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Texto (2015 / 2016), “Adorável Garoto” (2014 a 2016), “Cazuza, o musical - Pro Dia Nascer Feliz” (2015), “Cenas de um Casamento” (2015 / 2016), “Nunca Nade Sozinho”, indicado ao Prêmio Brasken de Teatro (2014), “Lapinha” (2014), “Popcorn” (2011 / 2012 / 2013 / 2014), “Festa Internacional de Teatro de Angra dos Reis” (2014, 2013, 2012, 2011, 2010 e 2009), entre outros. Também atua na produção musical de dezenas de programações e artistas solo, com destaque para projetos realizados através de leis de incentivo e editais. A Luz Tropical Cultura & Produções Ltda iniciou suas atividades em 2008 e é a realizadora e principal produtora do FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, evento bienal (de 2003 a 2013) e anual a partir de 2014, que realiza sua décima-oitava edição em agosto de 2026. Além do FotoRio, dentre as principais produções estão: — Exposição de vídeo “Video Short List - Máquinas de Sonhar”, coletiva com curadoria de Jean-Luc Monterosso (MEP, Paris) no MAC de Niterói (abril de 2009); — Exposição fotográfica “Olhares Sobrepostos – Dois Zecas, dois Pedros, um Chico e um Domingos”, no CCJF (julho de 2012) — Exposição “Charlotte Rampling – Álbuns Secretos,” no CCBB (maio a de 2013) — Exposição “Filhos da Terra”, no Centro Cultural Correios (dezembro de 2013 a janeiro de 2014) — Exposição “Amor Amor Amor”, fotografias da Coleção da MEP – Paris, no Centro Cultural Banco do Brasil (março de 2014). Realizou, ainda, as edições do FotoRio 2021, 2022 e 2023. Concebeu e produziu a exposição “Primeiro de Março 66 – Arquitetura de Memórias” no CCBB – RJ de 29 de junho de 2024 a 7 de abril de 2025 Milton Guran é fotógrafo, curador e antropólogo, doutor em Antropologia (EHESS, França, 1996), com pós-doutorado na USP (2003-2004), e mestre em Comunicação Social (UnB, 1991). Desde 2006, é pesquisador do LABHOI – Laboratório de História Oral e Imagem da UFF. Presidiu a União dos Fotógrafos de Brasília (1980-1982) e foi diretor-secretário da FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas (1980-1983). Foi um dos fundadores da AGIL Fotojornalismo (Brasília, 1980) e fotógrafo do Museu do Índio (Rio de Janeiro, 1986-89). Desde 1978, tem produzido uma vasta documentação sobre os povos originários no Brasil e sobre questões identitárias na África Ocidental. Em 2003, criou o FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro. Dentre suas publicações autorais, destaca-se Encontro na Bahia 1979, sobre o Congresso de Reconstrução da UNE. Ioana Mello é formada em comunicação, com mestrado em história da arte pela PUC-Rio e outro em estética e história da fotografia pela Sorbonne, além de um MBA em mercado de arte pela Sotheby’s. Atualmente é curadora independente entre o Brasil e a Europa. Trabalha com galerias, coletivos e participou de várias exposições, projeções e mesas redondas, como a exposição coletiva "What’s going on in Brazil? ", durante o festival Rencontres d'Arles, em 2019, « Terra Estrangeira », na galeria Tryzy em Lisboa, 2021, e com o projeto « GH, Gal e Hiroshima » no festival Rencontres d’Arles 2022, entre outros. Em Paris, colabora com o coletivo Iandé, o espaço Ithaque, o festival Photodays e faz parte do comitê de aquisição da BnF de fotografia brasileira. No Brasil, é membro da equipe de coordenação do festival FotoRio desde 2015, onde participa na programação artística, leitura de portfólios, curadoria de exposições... Escreve para sites e revistas, como as francesas Fisheye e Wedemain, e no momento está com dois projetos de livro em andamento. Paulo Marcos de Mendonça Lima é fotógrafo profissional desde 1978, tendo se formado nos USA. Trabalhou como fotógrafo contratado para as revistas Manchete e Veja-Rio e para o jornal O Dia. Foi editor de fotografia do Dia, d’O Globo, LANCE! , TV Globo e Brasil Econômico. No LANCE! também fui editor de projetos especiais. ´R um dos diretores do Ateliê Oriente. Jean-Luc Monterosso é filósofo de formação e fundador da Maison Européenne de la Photographie (Paris, 1996). Criador do Mês da Fotografia de Paris (França) em 1980, assegurou a curadoria de inúmeras exposições na França e no exterior, consolidando-se como referência maior na fotografia contemporânea. Anna Accioly é a criadora e atual diretora da A2 comunicação, jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica (PUCRJ) com pós-graduação em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio de Janeiro, Gestão de projetos e produção cultural pela Universidade Cândido Mendes. Com mais 20 anos de experiência em comunicação no Brasil e exterior trabalhou no Jornal do Brasil, na TV Globo, Editora Abril, na TV Gazeta SP, Editora Record, Editora Rocco, entre outros veículos de comunicação. Em 1997, fundou A Dois comunicação, empresa especializada em assessoria de comunicação e produção de conteúdo, tendo na sua carteira de clientes Centro Cultural Banco do Brasil, Aliança Francesa Rio de Janeiro, Editora Sextante, Grupo Record Editorial, Editora Rocco, Editora Leya, entre outros. Erika Tambke é fotógrafa independente, doutora em Mídia e Mediações Socioculturais na ECO/UFR enmestre em Cultura Visual pela Birkbeck College, University of London e Bacharel em Geografia (UFRJ). Sua pesquisa é sobre a fotografia popular no Rio de Janeiro, como uma forma de diversificar as narrativas da cidade, contraponto às imagens de cartão-postal. Erika coordenou em 2018 o projeto Favelas em Foto, com encontros em favelas sobre fotografia e memória. Fotógrafos: Ale Ruaro iniciou sua carreira na fotografia em 1996, tendo-se especializado na arte do retrato. Trabalhando sempre em preto e branco, suas imagens são construídas, sobretudo, em parceria com os fotografados, criando uma harmonia entre o rosto registrado e a luz que o lambe. As fotografias de Ale têm na iluminação contrastada e densa uma das suas características mais marcantes, fazendo os rostos ganharem contornos à lá pintores holandeses, como Vermeer e Rembrandt. Ale fotografa pessoas do seu tempo com o olhar suave, amoroso e solidário de um artista do século XVII. Afonso Pimenta e João Mendes, fazem parte do coletivo Retratistas do Morro e fotografam há 50 anos. O foco é mostrar a beleza que há dentro das favelas, em especial a da Serra, na Região Centro-Sul da capital mineira. Conhecido com Antônio Gaudério, o fotojornalista Antônio Carlos Matos dos Santos (Ijuí, Rio Grande do Sul, 1958), inicia, em 1980, estudos em arquitetura, que abandona para dedicar-se ao fotojornalismo. Em Florianópolis, colabora com o Diário Catarinense, até que se muda para São Paulo, onde passa a colaborar com diversos jornais, tendo sido membro da equipe da Folha de S. Paulo. Celso Brandão é fotógrafo e documentarista, alagoano, 1951, tendo realizado exposições individuais em Brasília (Caixa Econômica Federal), Maceió (Biblioteca UFAL), Rio (Funarte, Galería da Gávea), São Paulo (Galeria Fotótica, Caixa Econômica Federal) e Paris (Maison Europénne de la Photographie) e publicado fotolivros como Caixa-preta (ed. Madalena, Contrasto) Ilha do Ferro e Velas (Ed. Graciliano Ramos, Sensible Edition). Charles Placide é fotógrafo beninense autodidata que vive em Cotonu, República do Benim. Completou a sua formação com um estágio na Agence Enguérand, em Paris. Fez parte da Agência Photo Presse, de Cotonu, quando colaborou com cinco jornais diários de seu país. Suas fotos foram também publicadas no jornal Le Monde e na revista semanal Jeune Afrique, no Le Point, entre outros. Seu trabalho pessoal é centrado na espiritualidade e nos rituais de cunho religioso no Benim, tendo realizado inúmeras exposições sobre esse tema no Brasil, Portugal, França, Alemanha, Nigéria e Itália. Denise Camargo é artista visual, curadora, educadora e gestora cultural. Sua atuação artística abrange a poética das relações, as matrizes ancestrais das diásporas negras, os corpos, os territórios de resistência social e política. Sua abordagem é autobiográfica e decolonial. Eliane Veloso é uma multiartista e fotógrafa pernambucana, que vive e trabalha em Minas Gerais. Sua biografia é marcada por projetos artísticos que desenvolve em colaboração coletiva, impulsionados pela perda progressiva da visão, que a leva a buscar novas formas de expressão e interação artística. Entre seus trabalhos, destacam-se o projeto "Sentipensares", o livro "CO Gageiro" (com Oreni) e a pesquisa sobre "Rezadeiros do Rio Grande do Norte". Fernando Banzi é jornalista pós-graduado em fotografia, atuo no mercado de fotojornalismo há mais de 7 anos com foco em cobertura social, corporativa e jornalística. integrante de um coletivo artístico voltado a arquitetura, urbanismo e produção cultural em São Paulo e interior. Kitty Paranaguá é formada em Jornalismo pela PUC – RJ e pós-graduada em Fotografia - imagem, memória e comunicação na Universidade Candido Mendes. Iniciou sua carreira como repórter fotográfica no Jornal do Brasil, onde trabalhou por 4 anos. Após este período atuou por mais de 20 anos fotografando arquitetura e interiores. Junto com Paulo Marcos de Mendonça Lima, coordena o Ateliê Oriente , estrutura dedicada a promover e estimular a troca de conhecimentos práticos e teóricos voltados para a criação fotográfica através de cursos, palestras, workshops, imersões, debates; expor trabalhos que tenham a fotografia como o seu principal pilar. Moara Tupinambá é ARTvista visual e curadora independente, natural de Mairi (Belém do Pará). Sua ancestralidade Tupinambá tem origem da região do Baixo Tapajós. Faz parte do coletivo de mulheres artistas Paraense MAR, é sócia do Colabirinto e vice-presidente da associação multiétnica Wyka Kwara. Radicada em Campinas, é artista multiplataforma e utiliza: desenho, pintura, colagens, instalações, vídeo-entrevistas, fotografias, literatura e performances. Sua poética percorre cartografias da memória, identidade, ancestralidade, resistência indígena e pensamento anticolonial. Thiago Barros é formado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestre pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Leciona na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e na Sociedade Fluminense de Fotografia. Foi laboratorista de preto e branco por dezoito anos, tratando das imagens de Evandro Teixeira, Miguel Rio Branco, Walter Carvalho, Fundação Pierre Verger, MAM e MIS, além de ser colaborador do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Funarte. Possui imagens em publicações, dedica-se a estudos de residências e expõe em mostras individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Recebeu o Prêmio Internacional Juan Rulfo de Fotografia. Tem obras nas coleções da Maison Européene de la Photographie (Paris), Gilberto Chateubriand e Museu Nacional de Belas Artes.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.