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PRONAC 2513507Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Programa Educativo FGV Arte - 2026

FUNDACAO GETULIO VARGAS
Solicitado
R$ 1,38 mi
Aprovado
R$ 1,38 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2027-02-28
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realização de ações educativas da FGV Arte, abrangendo visitas mediadas de escolas públicas, oficinas criativas, curso e seminários. O projeto visa contribuir com as exposições em cartaz da FGV Arte, com ações educativas inclusivas, recursos tecnológicos e de acessibilidade.

Sinopse

Programa educativo - Visitas mediadas de escolas públicas Promover o acesso democrático à cultura e à arte por meio de um programa educativo que una mediação e atividades pedagógicas, consolidando a FGV Arte como espaço de formação crítica, criatividade e cidadania.Meta anual para o programa:100 escolas públicas do município e do estado do Rio de Janeiro atendidas.200 visitas educativas (duas turmas por escola), contemplando transporte gratuito e lanche para os estudantes.1 oficina criativa por mês, com foco em crianças, atendendo 50 participantes por edição.Total estimado de 5.000 estudantes impactados ao longo do ano.Eixos de AçãoMediaçãoVisitas educativas para escolas públicas com foco em acolhimento e diálogo crítico.Cada visita contempla até duas turmas, com média de 40 crianças por grupo.Transporte (ônibus gratuito) e lanche incluídos, garantindo acessibilidade plena.Conteúdo adaptado à faixa etária e realidade dos visitantes, sempre conectado à linha curatorial das exposições.

Objetivos

Objetivo GeralPromover o acesso democrático à cultura e à arte por meio de um programa educativo que una artes visuais, mediação e atividades pedagógicas, consolidando a FGV Arte como espaço de formação crítica, criatividade e cidadania.Objetivos específicos- Oferecer ações educativas 100% gratuitas, com foco nas exposições de arte em cartaz;- Realizar visitas mediadas para alunos de escolas públicas da cidade do Rio de Janeiro, atendendo 100 escolas;- Ofertar transporte gratuito às escolas para visitação;- Oferecer lanche para todas as crianças da visita;- Realizar uma oficina criativa por mês, para crianças, atendendo um total de público de 300 pessoas;Cursos e Seminários;- Promover cursos e seminários voltados às exposições de arte em cartaz, atendendo um total de 100 participantes.

Justificativa

A programação proposta pela FGV Arte para 2026 está alinhada à missão institucional da Fundação Getúlio Vargas de promover o desenvolvimento do país por meio da educação e do conhecimento. Desde sua criação em setembro de 2023, a FGV Arte tem se constituído como um espaço de exposições, de formação e de debate sobre a arte e a cultura, fortalecendo o papel da Fundação como agente na valorização da produção cultural brasileira e na construção de um pensamento plural. As exposições de arte em cartaz constituem o eixo central em torno do qual se articulam as ações educativas da FGV Arte. As visitas mediadas, oficinas criativas e atividades formativas são concebidas em diálogo direto com as mostras, ampliando o acesso do público aos conteúdos curatoriais e promovendo experiências de aprendizagem sensíveis e contextualizadas. Dessa forma, o programa educativo não apenas complementa as exposições, mas também as transforma em espaços ativos de formação e reflexão crítica.A diversidade de temas contemplados nos cursos, seminários e palestras reafirma esse compromisso. A programação aborda questões centrais para a compreensão e difusão da arte no Brasil (da internacionalização da produção artística à revisão de movimentos históricos como o Neoconcretismo, da valorização da arte afro-brasileira a discussões sobre ética, mercado e novos meios tecnológicos). Ao reunir pesquisadores, artistas e curadores de diferentes gerações e perspectivas, o programa promove o diálogo interdisciplinar e estimula a produção de conhecimento em sintonia com as demandas contemporâneas.Essas iniciativas se estruturam também como instrumentos de democratização do acesso à arte e de fortalecimento da educação cultural (objetivos centrais da FGV Arte). Os cursos e debates são concebidos para acolher tanto públicos especializados quanto participantes em formação, incentivando a reflexão coletiva e criando condições para que novos agentes (estudantes, artistas, gestores e público em geral) se integrem ao circuito cultural com maior preparo e consciência crítica.Dessa forma, a programação de 2026 consolida a FGV Arte como um espaço de experimentação e valorização artística em diálogo com os setores criativos e heterogêneos da sociedade brasileira. Ao promover atividades que unem artes visuais e compromisso social, a instituição reforça sua posição como referência no campo da arte e da educação cultural, contribuindo para a ampliação e a qualificação do debate artístico no país.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - Contribuir, para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - Estimular a produção e a difusão dos bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Os objetivos do Art. 3º da referida norma a serem alcançados são:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico , destinados à formação, especialização de aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;I - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes

Especificação técnica

Oficinas Criativas MensaisRealização de 12 oficinas.Cada oficina atende 50 crianças e propõe práticas artísticas que estimulem criatividade, imaginação e expressão.Temáticas alinhadas à curadoria e às questões contemporâneas (arte, meio ambiente, cidadania, diversidade, memória).Plano pedagógico dos cursos e semináriosMarçoCurso: A internacionalização da arte brasileira no fim do século XX, com Adriano PedrosaResumo: Esse curso vai explorar os caminhos, tensões e transformações da arte brasileira nas últimas décadas do século XX – como ela se inseriu em circuitos internacionais, as influências recíprocas, os agentes que participaram desse processo (artistas, curadores, instituições), e os efeitos no presente.Adriano Pedrosa – diretor do MASP, com forte atuação em exposições que dialogam com arte brasileira contemporânea e internacional. AbrilDiálogo: Arte contemporânea e os limites da inteligência artificial, com Marcelo Coelho e Jane de AlmeidaResumo: Painel que debate como a inteligência artificial está sendo usada para criação, curadoria, crítica, estética: quais são os seus limites técnicos, éticos e estéticos, e como artistas e instituições vêm lidando com essas fronteiras.Convidados(as):Marcelo Coelho – é artista / designer computacional que trabalha na interseção de máquina, imagem e expressão artística interativa.Jane de Almeida – pesquisadora em arte contemporânea, novos media, cinema, com trabalho acadêmico relevante no Brasil. MaioII Seminário de Curadoria de Arte Afro-brasileira, com Ana Beatriz Almeida, Carolina Rodrigues, Diane Lima, Hélio Menezes, Raquel Barreto, Thiago de Paula de SouzaResumo: A segunda edição desse seminário vai aprofundar debates já em curso sobre os modos de ver, documentar, exibir e legitimar arte afro-brasileira. Olhar para instituições, práticas curatoriais e trajetórias artísticas que desafiam a invisibilidade e produzem novos paradigmas.Convidados(as):Ana Beatriz Almeida – cofundadora da 0101 Art Platform; atuante em iniciativas de arte contemporânea e curadoria com ênfase em inovação expositiva.Carolina Rodrigues – museóloga/curadora associada ao Museu do Bispo do Rosário; trabalho ligado à cultura afro-brasileira, memória e patrimônio.Diane Lima – curadora, escritora e pesquisadora independente, nascida em 1986, Bahia. Com mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, seu trabalho investiga práticas curatoriais decoloniais, memória negra, ancestralidade, e invisibilidades institucionais no Brasil.Hélio Menezes – antropólogo, curador, crítico e pesquisador, nascido em 1986, Salvador-BA. Mestre e doutorando em Antropologia Social pela USP; atua sobre arte contemporânea, identidades raciais, diáspora, ativismo cultural.Raquel Barreto – curadora do MAM-Rio com atuação na promoção, difusão e preservação da arte brasileira contemporânea, especialmente em contextos de diversidade.Thiago de Paula de Souza – cocurador da 36ª Bienal de São Paulo; experiente em mediação institucional e exposição de arte contemporânea. JunhoPalestra com Roberto Conduru sobre os futuros da arte contemporânea brasileiraResumo: Uma palestra voltada para o futuro: quais rumos a arte contemporânea brasileira pode tomar nos próximos anos, diante de desafios como globalização, mercados, midiatização, ética ecológica, inteligência artificial, diversidade.Roberto Luís Torres Conduru – historiador da arte, doutor em História Social da Cultura pela Universidade Federal Fluminense, com forte trabalho sobre arte afro-brasileira, modernismo, relações Brasil-África, memória, identidade. JulhoDiálogo: Mercado de arte e curadoria para galerias, com Luísa Duarte e Lucas AlbuquerqueResumo: Conversa entre profissionais para discutir as tensões e complementaridades entre curadoria e mercado privado: como galerias operam sua curadoria, critérios de seleção de artistas, impactos no valor simbólico da arte, estratégias de sustentabilidade, visibilidade e inserção internacional.Convidados(as):Luísa Duarte – curadora da Galeria Flexa; atua na cena contemporânea, ligado a exposições que lidam com novos formatos visuais, artistas emergentes.Lucas Albuquerque – curador independente com atuação vinculada a comunidades, produções locais e experimentações curatoriais que rompem fronteiras geográficas e institucionais. AgostoCurso: Uma introdução às histórias da performance, com Eleonora FabiãoResumo: Curso que traça genealogias da performance artística – desde as vanguardas até as práticas contemporâneas –, explorando linguagens do corpo, espaço público vs. privado, política da presença, intermediação, arquivo do efêmero.Eleonora Fabião – performer e pesquisadora na UFRJ; trabalha com performance corporal, interações entre corpo, memória, linguagem e espaço; envolvida com práticas de pesquisa-criação. SetembroII Seminário Neoconcretismo, com César Oiticica Filho, Flávio Moura, Pollyana Quintela, Renato Rodrigues da Silva, Ronaldo Brito e Sérgio MartinsResumo: Segunda edição de seminário dedicado ao Neoconcretismo, movimento artístico brasileiro dos anos 1950-60: sua teoria estética, práticas, interações com o público, legado para arte contemporânea, possíveis releituras e ressonâncias atuais.Convidados(as):César Oiticica Filho – ligado ao projeto Hélio Oiticica; herdeiro de legado de vanguardas, ativista cultural em práticas coletivas.Flávio Moura – sociólogo com trabalho interdisciplinar nas artes, cultura visual, estética política.Pollyana Quintela – curadora na Pinacoteca-SP, envolvida em teoria e curadoria de arte moderna/contemporânea.Renato Rodrigues da Silva – museólogo da UNIRIO, pesquisa em história da arte brasileira, museologia crítica.Ronaldo Brito – crítico de arte com extensa produção sobre modernismo, vanguardas, poéticas do concreto e neoconcreto.Sérgio Martins – historiador da arte da PUC-Rio, especialista em arte moderna brasileira; pesquisa movimentos da arte concretista e neoconcretista. OutubroPainel: Curadoria e historiografia: entre a exposição e o arquivo, com Felipe Scovino, Flavia Rios, Isabela Ono e Leno VerasResumo: Debate sobre as práticas curatoriais que atravessam o limiar entre mostrar arte (exposição) e preservá-la (arquivo), compreender como historiografia do próprio fazer expositivo inscreve ou omite narrativas; quem escreve história, como, com que critérios, e como arquivos materiais e conceituais entram nesse processo.Convidados(as):Felipe Scovino – Professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, pesquisador em arte brasileira, curadoria, modernismo.Flavia Rios – Socióloga, curadora e professora na USP.Isabela Ono – Diretora do Instituto Burle Marx.Leno Veras – Curador com atuação em exposições de arte contemporânea; pesquisa de campo. NovembroCurso: Como olhar uma obra de arte? Introdução à apreciação estética, com Luiz Camillo OsórioResumo: Curso introdutório para leigos ou para quem quer aprofundar o olhar estético: abordar elementos formais, simbólicos, contextuais na obra de arte; discutir percepção, sensação, interpretação, crítica visual, história do olhar.Luiz Camillo Osório – Trabalha na área de Estética e Filosofia da Arte. Principais focos de interesse na pesquisa: as articulações entre arte, estética e política; autonomia e engajamento; teorias do gênio, desinteresse e sublime; curadoria, crítica e história da arte; as relações entre arte, museu e mercado. paralelamente à pesquisa acadêmica atua como crítico e curador. É curador do Instituto PIPA desde 2016. DezembroPalestra com Ricardo Basbaum sobre o papel do artista nos circuitos da arte no Brasil hojeResumo: Reflexão sobre como o artista se posiciona nos circuitos contemporâneos – galerias, instituições, bienais, mídia, redes digitais; sobre autonomia, inserção, função social, e transformações recentes nos modos de difusão da arte no Brasil.Ricardo Basbaum – artista visual e crítico brasileiro, professor, com trajetória de engajamento conceitual, práticas coletivas, intervenções artísticas; seu trabalho aponta reflexões sobre institucionalidade, participação, resistência, linguagens artísticas contemporâneas.

Acessibilidade

Produto Seminário / Encontro - Ações Educativas e capacitaçãoAcessibilidade Aspecto Arquitetônico:Os locais de realização das ações educativas estarão aptos a oferecer facilitadores para mobilidade reduzida, como rampas de acesso, banheiros adaptados e pisos táteis.Rubrica o orçamento: não será necessário inclusão de nenhuma despesa.Acessibilidade ComunicacionalACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Contaremos com interpretação de libras nas visitações e em todas as atividades educativas e capacitações.Rubrica o orçamento: intérprete de libras (custos de acessibilidade)ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serão implantados audiodescrição de obras e textos, através de QRCode que direciona ao áudio. Teremos monitores treinados para acompanhar ao público com deficiência visual.Itens orçamentários audiodescrição (custos de acessibilidade) e arte educador. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COM PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DO CONTEÚDO: Teremos profissionais treinados para acompanhar esse público, auxiliando em qualquer demanda necessária.Rubrica no orçamento: agente educativo (arte educador)

Democratização do acesso

Toda a programação do programa educativo será gratuita e aberta ao público.Visitas mediadas das exposiçõesSerão realizadas visitas mediadas às exposições de arte em cartaz, com o objetivo de ampliar o acesso do público escolar aos conteúdos curatoriais e promover a formação de novos públicos para a arte. Ofertaremos transporte e lanche gratuito para as escolas participantes das visitações. A ação será disponibilizada a grupos escolares e instituições que desempenhem função de interesse público, como organizações não governamentais, instituições de cultura e afins.Público-alvo: estudantes das redes públicas da cidade do Rio de Janeiro, da rede municipal e estadual, com idade acima de 10 anos.Seminários / cursos (previstos)A participação será feita mediante inscrição prévia por formulários disponibilizados nos canais online da FGV.Março - A internacionalização da arte brasileira no fim do século XXAbri - Arte contemporânea e os limites da inteligência artificialMaio - II Seminário de Curadoria de Arte Afro-brasileiraJunho - Os futuros da arte contemporânea brasileiraJulho - Mercado de arte e curadoria para galeriasAgosto - Uma introdução às histórias da performanceSetembro - II Seminário NeoconcretismoOutubro - Curadoria e historiografia: entre a exposição e o arquivoNovembro - Como olhar uma obra de arte? Introdução à apreciação estéticaDezembro - O papel do artista nos circuitos da arte no Brasil hojePúblico alvo: estudantes das rede pública e particular de ensino, universitários, professores, artistas, historiadores, público frequentadores de museus e espaços culturais, moradores da cidade do Rio de Janeiro, Ongs.Oficinas (previstas)Oficina de azulejaria e montagem de muralOficina de AquarelaOficina de OrigamisOficina de fabulações poéticas Oficina de impressões com recicláveisOficina de cerâmicaOficina experimental de desenhoOficina Retrato contemporâneoOficina de miçangasOficina de lambe-lambeOficina de fotografia*Atendendo ao disposto no artigo 47º da instrução normativa nº 23, de 05 de fevereiro de 2025 do Ministério da Cultura serão realizadas as seguintes ações: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

Coordenação do projeto - Maria Fernanda BaigurArtista visual e produtora formada pela PUC-Rio e pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com mais de 20 anos de carreira consolidada em criação, produção e inovação de projetos em grandes empresas como L'Oréal, Chanel e Coca-Cola. Em 2015, migrei para o setor cultural como produtora executiva independente, trazendo uma valiosa experiência do universo corporativo para a criação, realização, captação de recursos e curadoria de projetos culturais, exposições de arte contemporânea e festivais. Do campo das artes, trago um aprofundamento estético e pensamento crítico apurado, sendo vencedora do XVI Prêmio Marc Ferrez de Fotografia realizado pela Funarte em 2021. Essa combinação de experiência corporativa e cultural me torna uma profissional versátil e criativa, preparada para enfrentar desafios e contribuir significativamente para o sucesso dos projetos em que estou envolvida.Coordenação pedagógica - Felipe Barros da SilvaÉ Artista visual e arte educador, Niterói - RJ. Mestre e doutorando em Arte e cultura contemporâneas pelo PPGArtes/UERJ. Em sua formação atística, fez parte do programa de formação “Fundamentação” em Artes da EAV- Parque Lage (2013). Integrou companhias e coletivos teatrais, desenvolvendo trabalhos em festivais pelo Brasil como ator e diretor de arte (2009 – 2018). Em 2018 participou da “Residência em Performance LOBO” no Cena Brasil Internacional (2018) com Carolina Bianchi, integrando o elenco de performers em temporadas no CCBB-RJ e no Teatro Oficina em São Paulo. Foi bolsista no programa de acompanhamento “Imersões Poéticas” (2019) da Escola sem sítio e do programa de “Residência Artística da Casa da Escada Colorida” (2021). Foi educador do MAM (2014 - 2016) e do Museu do Amanhã (2016 - 2024). Atuou como professor na rede privada e pública de educação, em destaque o Colégio Pedro II e Secretaria Municipal do RJ. Sua pesquisa se debruça nos campos da Arte educação e dos processos artísticos contemporâneos. Atualmente é Coordenador Pedagógico do Educativo da FGV Arte.Produção executiva - Julia Rebello Formada em Desenho Industrial l Projeto de Produto na Universidade do Estado de Santa Catarina e Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro, em 2009. Formada em Design de Moda pela Escola de Moda Candido Mendes, em 1998.Trabalha como produtora desde 2012. Foi produtora das galerias Amarelonegro, Nara Roesler, Cavalo e A Gentil Carioca. Foi produtora da Automatica Producão Contemporânea. Realizou a produção da exposição inaugural do Museu VassourasArte educador - Alan Muniz É artista, cria da Maré, Rio de Janeiro, e de família originária do sertão paraibano. Suas práticas artísticas envolvem a experimentação com escrita, composição e criação de objetos, ações performativas e sonoras. Através do manejo de objetos cotidianos, de arquivo e de memória, busca materializar sonhos, criar crônicas visuais, perpetuar oralidades e trazer para o centro da importância temas banalizados e a ordinariedade em ser a própria vida.Educou-se em História da Arte pela Escola de Belas Artes da UFRJ e em Qualificação Profissional em Produção Cultural pelo Polo Educacional Sesc e outros estudos sobre Arte, Crítica, Cultura, Curadoria e Educação. Atua com Arte educação; Assistências operacionais, de curadoria, executivas e de produção; Pesquisa e Acompanhamento teórico e cultural. Compondo em sua trajetória com instituições como ARTRIO, Casa Firjan, Redes da Maré, SESC e MAM.Arte educador - Camila de Medeiros FaleirosÉ artista visual e educadora cultural, Niterói-RJ. Graduada em Direito pela UNIRIO. Fez parte do projeto de Direitos Humanos do Núcleo de Assessoria Jurídica Popular Amarildo de Souza (2013-2015). Cursando Artes Visuais pela UERJ (2026). Trabalhou como educadora referência na modalidade bolsa cultura (2024/2025), fazendo parte também do Laboratório de Acessibilidade Estética. Integrante da mesa "Cultura e Formação Acadêmica" no Primeiro Fórum de Cultura da UERJ (2025). Membro do Grupo de Trabalho organizado pelo Departamento se Cultura da UERJ responsável pela formulação de diretrizes para implementação da cultura na formação acadêmica. Integrando do Núcleo de Livres Estudos de Arte e Cultura Contemporânea (CNPq) onde pesquisa Representações da não-monogamia na História da Arte. Sua pesquisa poética discorre sobre Rizoma e Não-monogamia poética.Arte educador - Carlos Eduardo de Azevedo SilvaÉ graduando em Relações Internacionais pela UFRJ. Formou-se em teatro por meio de cursos livres no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2005–2007), Casa da Gávea (2007–2008), O Tablado (2008–2009) e Casa de Dramaturgia Carioca (2010). Também participou do curso de práticas circenses no Galpão Aplauso (2009) e, desde 2007, integra diversas montagens independentes e universitárias. Desde setembro de 2023, faz parte da equipe de educação do FGV Arte, onde entrelaça sua experiência com o teatro e a corporeidade às práticas lúdico-pedagógicas desenvolvidas pelo programa.Arte educador - Georges GonçalvesÉ arte educador, licenciado em Artes Visuais pela UERJ e mestrando em História da Arte (PPGHA), com pesquisa sobre decolonialidade e curadorias contemporâneas. Atuou como assistente dos artistas Romano (2011) e Orlando Mollica (2012). Fez parte do programa de Fundamentação oferecido pela Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage em 2011, onde também participou de diversos cursos livres. De dezembro de 2015 a junho de 2020 compôs a equipe de educação do Museu de Arte do Rio (MAR), onde em 2016 participou do Curso de Formação de Mediadores, organizado por Gleyce Kelly Heitor e gerência de educação da mesma instituição. Colaborou com a publicação do livro "Dispositivos artístico-pedagógicos" (2019), bem como da edição de 2020 da revista "Jacaranda Arte e Poder". Também em 2020 participou do curso de Imersões Curatoriais da Escola Sem Sítio, sob condução de Marcelo Campos, que resultou na exposição virtual "Nzanza", e em outubro de 2024 participou da pesquisa de obras da mostra "Guanabara, o abraço do mar", com a curadoria de Paulo Herkenhoff, Marcus Monteiro e Luiz Alberto Oliveira (na galeria da FGV ARTE). Atua como educador em espaços culturais desde 2014, compondo a equipe de educação da FGV ARTE desde setembro de 2023.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.