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O projeto "Costura Viva - Tramas do Futuro" propõe a realização de um programa formativo gratuito em costura criativa, design sustentável e técnicas têxteis artesanais voltado a 20 mulheres cis e trans em situação de vulnerabilidade social em Goiânia (GO). Ao longo de oito meses, serão ministradas 32 oficinas presenciais, oito rodas de conversa com mestres da cultura popular e quatro mentorias especializadas em moda e empreendedorismo criativo. Como resultado, as participantes desenvolverão uma coleção autoral inédita composta por 20 a 25 peças produzidas a partir de resíduos têxteis e tecidos doados. O projeto culmina em dois desfiles gratuitos e acessíveis, um em Goiânia e outro em São Paulo, integrando trilha sonora original, cenografia e mediação cultural em Libras. "Costura Viva - Tramas do Futuro" valoriza os saberes manuais femininos como patrimônio imaterial e reafirma a moda como expressão artística, sustentável e socialmente transformadora.
“Costura Viva – Tramas do Futuro” é um projeto de formação, criação e difusão cultural que propõe uma imersão no universo da costura criativa e das artes têxteis como linguagens artísticas e expressões de identidade. A proposta envolve mulheres cis e trans em situação de vulnerabilidade social, oferecendo um percurso educativo e criativo que alia técnica, sustentabilidade e experimentação estética.Ao longo de oito meses, as participantes vivenciam 32 oficinas presenciais, com conteúdos que abrangem costura criativa, bordado, crochê, macramê, tapeçaria, tingimento natural, reaproveitamento têxtil e design autoral. As formações são complementadas por 8 rodas de conversa com mestres da cultura popular, artistas, estilistas e empreendedoras criativas, e 4 mentorias especializadas voltadas ao empreendedorismo cultural, gestão de marca e autonomia produtiva.O percurso formativo culmina na criação coletiva da coleção autoral “Tramas do Futuro”, composta por cerca de 20 a 25 peças de vestuário e acessórios confeccionados a partir de resíduos têxteis e tecidos doados. Cada peça traz em si a síntese do processo pedagógico e simbólico vivido pelas participantes, representando um novo olhar sobre o fazer manual, o pertencimento e a inovação sustentável.Como produtos finais, serão realizados dois desfiles gratuitos e acessíveis. O primeiro, em Goiânia (GO), apresenta ao público local o resultado do processo formativo e artístico, em um evento aberto, com cenografia, trilha sonora original e mediação cultural em Libras. O segundo desfile, em São Paulo (SP), funciona como ação de difusão nacional, inserindo o projeto no circuito contemporâneo da moda sustentável e da economia criativa, com o mesmo caráter gratuito e acessível.Além dos desfiles, o projeto prevê a entrega de 20 kits de continuidade produtiva, contendo ferramentas e insumos de costura, que permitirão às participantes dar sequência à sua prática criativa e empreendedora após o término do projeto, consolidando o impacto formativo e social da ação.O projeto tem classificação indicativa livre, sendo adequado para todos os públicos, inclusive famílias, estudantes e interessados em moda, cultura, sustentabilidade e economia criativa.“Costura Viva – Tramas do Futuro” é, portanto, uma experiência estética e social que costura memória, arte e autonomia, promovendo o encontro entre tradição e futuro, território e criação, ancestralidade e inovação.
OBJETIVO GERAL: Promover, por meio da moda e das artes têxteis, a formação criativa, a valorização do patrimônio cultural imaterial e o fortalecimento da autonomia produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade social em Goiânia (GO), utilizando a costura criativa e o design sustentável como instrumentos de inclusão sociocultural, sustentabilidade e expressão identitária. O projeto busca reposicionar os saberes manuais femininos como práticas culturais legítimas, capazes de gerar oportunidades, reconhecimento e transformação social, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e para o fortalecimento da economia criativa local.OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produto Curso/Oficina/Capacitação- Oferecer 32 oficinas presenciais gratuitas de 4h/a cada, ao longo de oito meses, abordando técnicas de costura criativa, bordado, crochê, macramê, tapeçaria, tingimento natural, reaproveitamento têxtil e design autoral, beneficiando diretamente 20 mulheres cis e trans em situação de vulnerabilidade social.- Realizar 8 rodas de conversa mensais com mestres da cultura popular, estilistas e convidadas(os) das áreas de moda, cultura e empreendedorismo criativo, promovendo trocas intergeracionais e ampliação de repertório cultural.- Conduzir 4 mentorias especializadas em empreendedorismo cultural e gestão criativa, com foco em precificação, marca própria, posicionamento e continuidade produtiva das participantes.- Desenvolver coletivamente uma coleção autoral inédita, composta por 20 a 25 peças de vestuário e acessórios produzidos a partir de resíduos têxteis e tecidos doados, aplicando as técnicas aprendidas ao longo da formação.- Reaproveitar ao menos 80% dos materiais têxteis utilizados, reduzindo impactos ambientais e promovendo práticas de sustentabilidade.- Implementar ações de comunicação e engajamento digital, com pelo menos 40 publicações em redes sociais e cobertura de imprensa local e nacional, ampliando a visibilidade do projeto e de suas participantes.Produto Exposição Cultural/Artística- Realizar 2 desfiles gratuitos e acessíveis, sendo um em Goiânia (GO) e outro em São Paulo (SP), com estimativa de público de 300 pessoas em cada cidade, integrando cenografia, trilha sonora original, mediação cultural e recursos de acessibilidade comunicacional.
O projeto "Costura Viva - Tramas do Futuro" surge em consonância com as diretrizes constitucionais e com as metas do Plano Nacional de Cultura, ao propor uma ação de formação artística, inclusão social e sustentabilidade, utilizando a moda e as artes têxteis como instrumentos de valorização simbólica, emancipação feminina e transformação coletiva. A proposta busca resgatar e reposicionar os saberes manuais historicamente transmitidos entre mulheres, como a costura, o bordado, o crochê e o tingimento natural, enquanto patrimônio imaterial e linguagem contemporânea, conferindo visibilidade e legitimidade a práticas culturais que compõem a base da identidade brasileira.O contexto que justifica a necessidade deste projeto é multifacetado. No campo ambiental, a Fundação Ellen MacArthur, uma das principais instituições globais em economia circular, demonstra em seu relatório A New Textiles Economy: Redesigning Fashion’s Future que menos de 1% dos materiais utilizados na produção de roupas é efetivamente reciclado. Segundo o estudo, a indústria da moda é responsável por aproximadamente 10% das emissões globais de carbono e gera, todos os anos, cerca de 92 milhões de toneladas de resíduos têxteis descartados no planeta. Essa produção é regida por um modelo linear, baseado no ciclo de produzir, consumir e descartar, que gera enormes perdas econômicas e ambientais. A Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente (ONU Meio Ambiente) reforça que o setor da moda é o segundo maior consumidor de água do mundo e que, a cada segundo, o equivalente a um caminhão de lixo têxtil é despejado em aterros ou incinerado. Esses dados evidenciam a urgência de ações que promovam o reaproveitamento de materiais e o consumo responsável, fundamentos centrais do projeto aqui apresentado, que prevê a reutilização de pelo menos 80% dos tecidos empregados nas criações.Em escala nacional, o Brasil apresenta números igualmente expressivos e desafiadores. Segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), o setor faturou R$ 203,9 bilhões em 2023, movimentando uma das cadeias mais extensas e empregadoras da economia criativa. Ainda assim, estima-se que o país descarte cerca de 4 milhões de toneladas de resíduos têxteis por ano, conforme dados divulgados pela Agência Brasil e pela S2F Partners, com apenas 20% desse volume sendo reaproveitado de alguma forma. O Sebrae Nacional também aponta que o reaproveitamento têxtil ainda é incipiente e que os resíduos de confecção e de descarte doméstico têm grande potencial de transformação em produtos criativos e educativos, justamente o foco metodológico do projeto "Costura Viva".No campo social, o projeto enfrenta outro problema estrutural: a desigualdade de gênero no acesso a oportunidades produtivas e de reconhecimento. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que as mulheres representam mais de 52% da população brasileira e 47% da força de trabalho, mas ainda recebem, em média, 22% menos que os homens. Essa disparidade se agrava quando cruzada com fatores como raça, classe e identidade de gênero. As mulheres em situação de vulnerabilidade social, sobretudo as que vivem em regiões periféricas e atuam em trabalhos informais, estão entre as mais afetadas pela precarização. Nesse sentido, o projeto propõe um modelo de formação que ultrapassa o ensino técnico e atua como mecanismo de autonomia econômica e valorização simbólica, ao reconhecer a produção artesanal como uma forma legítima de expressão e de geração de renda.O projeto "Costura Viva - Tramas do Futuro" também se destaca por promover a circulação cultural entre regiões, ampliando a difusão de seus resultados por meio de dois desfiles gratuitos e acessíveis, o primeiro em Goiânia (GO), reafirmando a valorização do território e das artistas locais, e o segundo em São Paulo (SP), cidade reconhecida como principal polo da moda brasileira e centro articulador de visibilidade para projetos autorais e sustentáveis. A inclusão da capital paulista como etapa final é uma estratégia de projeção simbólica e de inserção das participantes em um circuito ampliado, conectando a produção artesanal goiana ao mercado criativo nacional e a instituições culturais de referência.Em termos de impacto mensurável, o projeto prevê a realização de 32 oficinas formativas, 8 rodas de conversa com mestres e profissionais da cultura e 4 mentorias especializadas em moda e empreendedorismo criativo, totalizando mais de 600 horas de atividades educativas e criativas gratuitas. Cada ação é documentada e auditável, assegurando transparência e conformidade com os critérios técnicos exigidos pelo Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (SALIC). Além disso, as ações de acessibilidade, mediação cultural e comunicação garantem que o projeto seja efetivamente inclusivo e aberto ao público.A adoção do Mecanismo de Incentivo à Cultura da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é fundamental para a execução do projeto. Trata-se de uma iniciativa sem fins lucrativos, de acesso gratuito e voltada ao interesse público, cuja viabilidade depende da renúncia fiscal para custear a equipe técnica, garantir condições adequadas de produção, realizar os desfiles com acessibilidade plena e assegurar a gratuidade integral das formações.O projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei Rouanet, ao:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Quanto aos objetivos do Artigo 3º, a proposta atende:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;Dessa forma, "Costura Viva - Tramas do Futuro" reafirma a cultura como vetor de transformação social e ambiental. Ao transformar resíduos em repertórios, saberes manuais em linguagem artística e mulheres invisibilizadas em protagonistas criativas, o projeto materializa os princípios centrais da Lei Rouanet e do Plano Nacional de Cultura, consolidando-se como um investimento público de alto retorno simbólico, social e cultural para o Brasil.
O projeto “Costura Viva – Tramas do Futuro” apresenta impacto direto nas dimensões sociocultural, econômica e ambiental, atuando na interseção entre formação artística, geração de renda, valorização do patrimônio imaterial e sustentabilidade. Sua execução cria um modelo replicável de desenvolvimento local e inclusão produtiva, alinhado aos princípios da Lei nº 8.313/91, do Plano Nacional de Cultura e da Agenda 2030 da ONU.Do ponto de vista social e educacional, o projeto contribui para a ampliação do acesso à cultura e à formação continuada, beneficiando diretamente 20 mulheres cis e trans em situação de vulnerabilidade social. Essas participantes terão acesso gratuito a uma capacitação completa em artes têxteis, sustentabilidade e empreendedorismo criativo, 156 horas de atividades formativas diretas, complementadas por horas de estudo orientado e produção prática da coleção. Indiretamente, estima-se o alcance de cerca de 2.000 pessoas, considerando familiares, público dos desfiles, comunidade escolar e audiência digital. A metodologia participativa e o estímulo à criação coletiva promovem autoestima, pertencimento e protagonismo, fortalecendo redes de solidariedade e empoderamento feminino no território goiano.No aspecto econômico, o projeto movimenta a cadeia produtiva da cultura e da moda sustentável ao contratar profissionais locais e fornecedores regionais de materiais e serviços. Estima-se a geração de cerca de 40 postos de trabalho diretos e indiretos, envolvendo profissionais de pedagogia, design, produção, comunicação, audiovisual, modelagem e montagem técnica. Essa movimentação econômica se estende também ao setor criativo, pois as participantes formadas poderão aplicar os conhecimentos adquiridos na criação de produtos, microempreendimentos e serviços relacionados à costura e à moda autoral. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), o setor emprega mais de 1,5 milhão de pessoas no país, sendo 75% mulheres, o que reforça a relevância do projeto para o fortalecimento da participação feminina na economia criativa.O impacto cultural e simbólico do projeto se expressa na valorização dos saberes manuais tradicionais e na integração entre arte, território e identidade. Ao reconhecer práticas como o bordado, o crochê e o tingimento natural como expressões do patrimônio imaterial brasileiro, o projeto contribui para a preservação e atualização dessas linguagens. O desfile “Tramas do Futuro” simboliza o encontro entre tradição e inovação, apresentando ao público o resultado de um processo criativo coletivo que transforma resíduos em arte e histórias de vida em peças de moda sustentável. Essa abordagem dialoga com o movimento contemporâneo de reconfiguração da moda como campo de reflexão estética e ética, fortalecendo o posicionamento do Brasil como referência em design cultural e sustentabilidade.O impacto ambiental positivo é outro diferencial da proposta. O reaproveitamento de resíduos têxteis, uniformes em desuso e tecidos doados evita o descarte de materiais e promove a conscientização sobre consumo responsável. Cada oficina e desfile opera sob o princípio de economia circular, reduzindo significativamente a geração de resíduos e estimulando práticas ecológicas entre as participantes e o público.Além disso, o projeto amplia a visibilidade de Goiânia e do Centro-Oeste no cenário nacional da moda sustentável, ao articular uma circulação interestadual que conecta a capital goiana ao polo de São Paulo. Essa troca simbólica entre territórios contribui para descentralizar a produção cultural, fortalecendo a diversidade regional e o intercâmbio entre artistas, produtores e públicos.Por fim, o projeto gera retorno social mensurável e difusão simbólica de alto valor cultural, consolidando-se como política pública de impacto. O investimento incentivado por meio da Lei Rouanet resulta não apenas na qualificação profissional de mulheres e na geração de renda, mas também na formação de cidadãs criadoras de cultura, conscientes de seu papel na sociedade e no meio ambiente. “Costura Viva – Tramas do Futuro” é, portanto, um exemplo concreto de como a cultura pode transformar realidades, estimular novas economias e costurar futuros mais justos, criativos e sustentáveis.
O projeto “Costura Viva – Tramas do Futuro” é composto por um conjunto de ações formativas e de difusão cultural voltadas à valorização das artes têxteis, à sustentabilidade e à inclusão social, estruturadas em quatro eixos principais: oficinas, rodas de conversa, mentorias e desfiles. Todas as etapas serão realizadas de forma presencial, com acessibilidade e documentação audiovisual.Produto Curso/Oficina/Capacitação1. Oficinas FormativasQuantidade: 32 oficinas presenciais.Duração: 4 horas cada (total de 128 horas formativas).Período: Março a outubro de 2026.Metodologia: As oficinas seguem um plano pedagógico contínuo, com abordagem teórico-prática e metodologia participativa. O conteúdo está dividido em módulos progressivos que abrangem: costura criativa, bordado, crochê, macramê, tapeçaria, tingimento natural, reaproveitamento têxtil e design autoral.Materiais e Recursos: Tecidos reaproveitados, linhas, agulhas, tesouras, moldes, bastidores, pigmentos naturais, máquinas de costura domésticas e industriais, manequins, ferramentas de modelagem e suporte audiovisual.Público: 20 mulheres cis e trans em situação de vulnerabilidade social, previamente selecionadas por chamada pública.Resultados esperados: Capacitação técnica e artística das participantes, produção das peças que comporão a coleção autoral “Tramas do Futuro” e estímulo à autonomia produtiva e à formação continuada. 2. Rodas de ConversaQuantidade: 8 encontros presenciais.Duração: 2 horas cada (total de 16 horas).Formato: Mesa de diálogo aberta com mediação, conduzida por convidadas e convidados de diferentes áreas — mestres da cultura popular, estilistas, artistas, ativistas e profissionais da economia criativa.Temáticas: Cultura popular e saberes manuais, moda e sustentabilidade, representatividade e diversidade de gênero, empreendedorismo criativo, comunicação e economia circular.Materiais de apoio: Projetor multimídia, microfones, sistema de som, material gráfico de apoio e registro audiovisual.Objetivo: Promover trocas intergeracionais, ampliação de repertório cultural e reflexão sobre o papel das artes têxteis no desenvolvimento humano e social. 3. Mentorias EspecializadasQuantidade: 4 mentorias (uma a cada dois meses).Duração: 3 horas cada (total de 12 horas).Formato: Encontros presenciais e consultorias individualizadas com foco na continuidade produtiva das participantes.Temáticas: Empreendedorismo cultural, desenvolvimento de marca autoral, precificação, comunicação, planejamento e gestão financeira de pequenos negócios criativos.Objetivo: Oferecer suporte técnico e estratégico para que as participantes possam transformar o conhecimento adquirido em oportunidades concretas de geração de renda e inserção no mercado criativo. Produto Exposição Cultural/ArtísticaDesfilesQuantidade: 2 desfiles gratuitos e acessíveis.Locais: Goiânia (GO) e São Paulo (SP).Duração: 90 minutos cada (incluindo apresentações artísticas, mediação e agradecimentos).Estrutura Técnica: Passarela, cenografia com elementos sustentáveis, iluminação cênica, sonorização profissional, trilha sonora original, figurinos desenvolvidos no curso, equipe de backstage, intérpretes de Libras, legendagem descritiva e mediação cultural.Classificação Indicativa: Livre.Objetivo: Apresentar publicamente os resultados artísticos e formativos do projeto, valorizar o trabalho das participantes e difundir a moda sustentável como expressão cultural e instrumento de transformação social. Para o desfile em São Paulo, serão previstos transporte e seguro das peças, passagens e diárias da equipe essencial, além de contratação de intérpretes de Libras e serviços de legendagem. A trilha será original; caso sejam utilizadas obras preexistentes, os recolhimentos autorais cabíveis serão providenciados.
O projeto “Costura Viva – Tramas do Futuro” adota a acessibilidade como princípio estruturante de sua concepção e execução, garantindo condições equitativas de participação, fruição e comunicação a todas as pessoas envolvidas ou beneficiadas. As medidas de acessibilidade estão planejadas de forma integrada às etapas formativas, aos produtos culturais e aos eventos públicos, contemplando tanto a acessibilidade física quanto a acessibilidade de conteúdo.Produtos Curso/Oficina/Capacitação e Exposição Cultural/ArtísticaAcessibilidade Física: Todas as atividades presenciais do projeto, incluindo oficinas, mentorias, rodas de conversa e desfiles, serão realizadas em espaços com infraestrutura adequada para o atendimento de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos e gestantes. A escolha dos locais seguirá critérios técnicos de acessibilidade arquitetônica, priorizando instituições culturais ou espaços públicos que possuam rampas de acesso, sanitários adaptados, sinalização tátil e rotas acessíveis. O desfile em Goiânia será realizado em um espaço público ou institucional acessível, com área reservada para pessoas com deficiência e acompanhantes, enquanto o desfile em São Paulo ocorrerá em local que atenda às normas da ABNT NBR 9050/2020, assegurando ampla mobilidade e segurança. As oficinas terão turmas reduzidas, permitindo acompanhamento individualizado e acolhimento de participantes com diferentes necessidades específicas.Acessibilidade de Conteúdo: O projeto garantirá o acesso comunicacional e sensorial às atividades e produtos culturais por meio da implementação de recursos inclusivos. O desfile final em Goiânia e o desfile de difusão em São Paulo contarão com interpretação simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais), assegurando a participação de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Haverá legendagem descritiva nas projeções audiovisuais apresentadas durante os eventos e nos vídeos institucionais de divulgação, além de textos informativos acessíveis elaborados em linguagem clara e objetiva para painéis e materiais impressos. Durante as oficinas, a equipe técnica receberá orientações para utilização de linguagem inclusiva e estratégias de comunicação acessível, de modo a garantir a plena compreensão dos conteúdos por parte de todas as participantes. A comunicação digital do projeto também seguirá princípios de acessibilidade virtual, com publicações em redes sociais acompanhadas de legendas e descrições de imagem (texto alternativo), ampliando o alcance das ações.
O projeto “Costura Viva – Tramas do Futuro” tem como eixo central a democratização do acesso à cultura, à formação artística e à produção simbólica, assegurando que todas as suas atividades e produtos sejam gratuitos, públicos e de interesse coletivo. Não haverá qualquer tipo de comercialização das ações, produtos ou resultados decorrentes do projeto, uma vez que a proposta é integralmente voltada à formação, à difusão e ao fortalecimento do patrimônio cultural imaterial.A formação principal será ofertada gratuitamente a 20 mulheres cis e trans em situação de vulnerabilidade social, residentes em Goiânia (GO) e região metropolitana, selecionadas por meio de chamada pública com critérios de inclusão social, em articulação com redes comunitárias, coletivos de mulheres, organizações sociais e políticas públicas locais. As oficinas presenciais terão acompanhamento pedagógico e serão realizadas em local acessível e seguro, de modo a garantir igualdade de condições de participação.Os dois desfiles gratuitos e acessíveis representam os principais produtos de difusão do projeto. O primeiro será realizado em Goiânia, com acesso livre e ampla divulgação em escolas públicas, centros culturais, organizações sociais e meios de comunicação locais. O segundo desfile ocorrerá em São Paulo, em local de grande visibilidade, com entrada franca e ações de mediação cultural para o público. Em ambos os eventos, haverá interpretação em Libras, legendas e sinalização acessível, assegurando condições plenas de fruição por parte de diferentes públicos.As peças produzidas durante o processo formativo não terão fins comerciais e não serão vendidas. Serão apresentadas nos desfiles como resultado simbólico e artístico da trajetória de aprendizagem das participantes. Após as apresentações, parte das peças será destinada à guarda institucional do projeto, como acervo educativo e de referência, e outra parte permanecerá com as participantes, como estímulo à continuidade produtiva e à autonomia criativa.Além disso, o projeto prevê a distribuição de 20 kits de continuidade produtiva, contendo ferramentas e insumos básicos de costura, para que cada participante possa seguir produzindo, empreendendo e multiplicando os saberes adquiridos. Essa ação funciona como contrapartida social e pedagógica, estendendo o impacto da formação para além da duração do projeto.A estratégia de divulgação e engajamento digital também faz parte do compromisso de democratização do acesso. Serão produzidas publicações, vídeos e conteúdos nas redes sociais do projeto e de seus parceiros, ampliando o alcance dos resultados e garantindo que o público em geral tenha contato com o processo e as produções artísticas realizadas. Todo o conteúdo será de acesso livre e gratuito, sem restrição territorial, reforçando a dimensão pública e inclusiva da iniciativa.Portanto, a proposta cumpre o disposto no Art. 47 da IN 23/2025 ao:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
Gabrielle Ramos de Carvalho – Coordenadora Executiva Turismóloga e pós-graduanda em Produção Cultural. Fundadora e Diretora Executiva da Fluir Experiências, empresa de produção cultural e eventos criativos sediada em Goiânia (GO). Atua desde 2019 na elaboração, gestão e execução de projetos culturais, esportivos e ambientais. Coordenou eventos de grande porte como Tim Music Goiás, Festival Parada Beer, Sinfonia Singular, além de produções para marcas autorais de moda como Thear, com desfiles na São Paulo Fashion Week (SPFW) e no Amarê Fashion. Possui ampla experiência em captação de patrocínios, planejamento de cronogramas técnicos e gestão de equipes multidisciplinares, com atuação voltada à sustentabilidade e inclusão de gênero nos processos culturais.Anne Carolynne Borges – Produtora Executiva Turismóloga com experiências internacionais nos Estados Unidos e Escócia, e trajetória consolidada na produção de eventos e gestão de projetos culturais. Atuou na Secretaria de Turismo e Cultura, onde coordenou ações voltadas à promoção do turismo cultural e ao fortalecimento da economia criativa local. Desde 2023 integra a equipe da Fluir Experiências, colaborando diretamente na produção executiva, elaboração de relatórios técnicos e prestação de contas de projetos realizados via Lei Rouanet e Programas Estaduais de Incentivo à Cultura. Atua com enfoque na logística operacional e na articulação entre equipes de campo e gestão administrativa.Tiago Alchuffi – Coordenador Técnico Produtor cultural com mais de dez anos de experiência em bastidores de eventos presenciais e virtuais. Atuou em desfiles e produções de moda como São Paulo Fashion Week, Casa de Criadores, Amarê Fashion e Cerrado Fashion Week, além de festivais musicais e exposições artísticas em diversas capitais brasileiras. É responsável pela coordenação de backstage, montagem e desmontagem técnica, cronograma de passarela e acompanhamento de camarins, unindo precisão operacional e sensibilidade artística. Também atua na sistematização de relatórios de produção e no controle de custos de eventos culturais.Theodora Alexandre – Coordenadora Geral Designer de moda, fundadora e diretora criativa da marca Thear, referência em moda sustentável e na valorização do Cerrado como inspiração estética e simbólica. Sua trajetória é marcada por coleções autorais que transitam entre arte, design e sustentabilidade, apresentadas em eventos como SPFW (São Paulo Fashion Week), Amarê Fashion e Casa de Criadores. Idealizadora da Casa Thear, espaço cultural que integra moda, artesanato e formação. Atua como curadora e orientadora artística do projeto, conduzindo a criação da coleção “Tramas do Futuro” com base em reaproveitamento têxtil, inovação criativa e protagonismo feminino.Thais Carmona – Assistente de Estilo Designer de moda e ilustradora com mais de 20 anos de experiência no setor têxtil e de confecção. Iniciou sua carreira em 2002 atuando em desenvolvimento de coleções no atacado e branding de marcas autorais. Participou da equipe criativa da coleção “Elementos” apresentada na SPFW e desenvolve projetos que combinam pesquisa de comportamento, ilustração de moda e design visual. No projeto, é responsável pela assistência direta à Direção Criativa, colaborando na construção de moodboards, definição de paleta de cores, desenhos técnicos e acompanhamento do processo de modelagem e acabamento das peças.Camila de Sousa Sena – Coordenadora de Produção Produtora cultural com ampla experiência em eventos musicais, festivais e produção artística. Atuou na coordenação de camarins e estrutura de palco para artistas de renome nacional, além de eventos independentes e produções locais. É responsável pela logística geral do projeto, gestão de cronogramas, controle orçamentário e interface entre as equipes de design, comunicação e execução. Seu trabalho prioriza metodologias colaborativas e práticas sustentáveis na gestão da produção cultural.Tattiany Menezes – Coordenadora Artística Pedagoga e designer de moda, atua na intersecção entre educação, cultura e moda sustentável. Coordena a execução da marca Thear em eventos como SPFW, Casa de Criadores e Amarê Fashion, onde desenvolve processos de integração entre ensino, prática criativa e sustentabilidade. No projeto, responde pela supervisão executiva das ações formativas, orientação pedagógica das oficinas e acompanhamento do desenvolvimento técnico das participantes.Gleidcileia Rosa – Modelista Designer de moda e docente universitária, especialista em gestão de produtos e modelagem, com atuação desde 2006 em instituições de ensino e confecção industrial. Possui vasta experiência em desenvolvimento de moldes, modelagem tridimensional e adequação de peças para diferentes tipos de corpo. No projeto, é responsável pela orientação técnica em corte, modelagem e acabamento, acompanhando todas as etapas de construção da coleção autoral.Francisco Nogueira – Stylist Stylist e consultor criativo, com atuação em editoriais, desfiles e campanhas de moda autoral. Participou de produções como Goiânia Fashion Week e Cerrado Fashion Week, além de colaborar com designers emergentes e projetos culturais que exploram estética e identidade regional. É responsável pela curadoria de looks, coordenação visual das passarelas e harmonização estética entre figurino, cenografia e direção artística.Convidados – Rodas de Conversa e MentoríasCyntia Barcellos – Advogada, ativista LGBTQIAPN+ e palestrante sobre diversidade e equidade de gênero. Atua em políticas de inclusão e direitos humanos, promovendo o diálogo entre cultura, cidadania e representatividade.Levi Mortosa – Especialista em marketing digital e tráfego pago, ex-produtor cultural e articulador de projetos independentes. Participa como mentor convidado sobre estratégias de divulgação e posicionamento de marcas autorais.Mila Damasceno – DJ, produtora e idealizadora de eventos da cena queer em Goiânia, com foco em cultura urbana e diversidade. Contribui nas rodas de conversa sobre representatividade, produção independente e economia criativa.
PROJETO ARQUIVADO.