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PRONAC 2513525Autorizada a captação total dos recursosMecenato

FESTIVAL SEMPRE ESTIVEMOS AQUI

PATXITXA PROJETOS LTDA
Solicitado
R$ 255,3 mil
Aprovado
R$ 255,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Salvaguarda do patrimônio cultural imaterial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Indígenas
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Aracruz
Início
2026-03-09
Término
2026-06-30
Locais de realização (1)
Vila Velha Espírito Santo

Resumo

O Festival SEMPRE ESTIVEMOS AQUI! celebra e fortalece as culturas indígenas do Espírito Santo em diálogo da Cultura Popular e com realizadores negros, da cidade de Vila Velha. Realizado na Prainha, o evento reunirá povos Pataxó, Tupinikim e Guarani dois dias com apresentações culturais de grupos de Congo Tupinikim, Congo Popular, música indígena - cantos e rezos tradicionais, feira de artesanatos, culinária tradicional e atividades formativas voltadas ao intercâmbio cultural e ao fortalecimento identitário.

Sinopse

O Festival SEMPRE ESTIVEMOS AQUI! é uma iniciativa de valorização e fortalecimento do patrimônio cultural dos povos indígenas - Pataxó, Tupinikim e Guarani - que estão presentes no Espirito Santo. O projeto destaca práticas tradicionais como o artesanato, a música indígena e popular, como também a produção audiovisual indígena as novas tecnologias articuladas para registro e difusão cultural.Classificação indicativa: livre.

Objetivos

Objetivo GeralPromover o fortalecimento, a visibilidade e o intercâmbio das culturas indígenas e afro-brasileiras do Espírito Santo, por meio da realização do Festival SEMPRE ESTIVEMOS AQUI!, criando um espaço de celebração, diálogo e reconhecimento das identidades coletivas que contribuíram para a formação cultural e histórica de Vila Velha e do estado.Objetivos EspecíficosRealizar o Festival SEMPRE ESTIVEMOS AQUI! durante 02 dias com uma programação composta por realizadores e artistas indígenas, negros e da Cultura Popular, além de rodas de conversa e vivências voltadas ao diálogo intercultural.Valorizar e difundir as expressões culturais indígenas do Espírito Santo por meio da realização de uma feira de artesanatos, promovendo a geração de renda, o reconhecimento das tradições e a preservação dos saberes ancestrais.Promover formações e trocas de saberes através de oficinas conduzidas por mestres e artistas indígenas e da cultura popular, abordando temas como audiovisual, ancestralidade, arte e resistência cultural.Fortalecer as relações entre os povos Pataxó, Tupinikim e Guarani e as manifestações do Congo de Vila Velha, promovendo o reconhecimento mútuo e a valorização das raízes ancestrais compartilhadas.

Justificativa

O apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é indispensável para viabilizar a estrutura, o alcance e a qualidade da programação. O projeto se enquadra nos incisos VI e VI, Art. 1º, i, da Lei 8.313/91, conforme abaixo:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Além disso, o projeto atende os objetivos estabelecidos na alínea a), do inciso II, e na alínea d), do inciso III, do artigo 3º, da Lei 8.313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Especificação técnica

Plano de Aulas das Oficinas e vivênciasPúblico-alvo (cada oficina): 15 crianças, adolescentes e jovens interessados em cultura indígena (Vila Velha - ES)1. Oficina de Audiovisual: edição no celularFacilitador(a): Harya Pataxó Período: Durante a programação do 1º dia do festivalCarga horária: 04hObjetivos:Ensinar técnicas básicas de captação de imagem e som utilizando o celular.Apresentar aplicativos acessíveis para edição de vídeos.Incentivar produções autorais sobre o cotidiano e a cultura Pataxó.Conteúdos:Noções de enquadramento, iluminação e captação de som.Edição básica em aplicativos gratuitos (corte, transições, legendas, trilha sonora).Produção coletiva de vídeos curtos sobre artesanato, culinária, música e ervas medicinais.Metodologia:Aulas expositivas com demonstrações práticas.Exercícios de gravação em grupo.Produção final de vídeos.Produto final: 2 vídeos curtos para redes sociais.2. Oficina de Música IndígenaFacilitador: Grupo Congo Tupinikim Período: Durante a programação do 1º dia do festival.Carga horária: 04 horas.Objetivos:Valorizar e transmitir os conhecimentos musicais tradicionais, cantos e ritmos dos povos indígenas, promovendo a troca intergeracional e a preservação dos saberes sonoros ancestrais.Conteúdos:Cânticos e ritmos tradicionais indígenas.O papel da música nos rituais e na espiritualidade indígena.Prática coletiva de canto e percussão.Metodologia:Vivência coletiva e imersiva, com práticas musicais guiadas pelos mestres indígenas. A oficina se baseia na oralidade e na escuta ativa, unindo canto, ritmo e corpo como instrumentos de aprendizagem e conexão espiritual.Produto final:Apresentação coletiva dos participantes, integrando os cantos aprendidos durante a oficina ao encerramento do festival.3. Vivência de Sensibilização – Famílias PCD e a Realidade Indígena Facilitadores: Educadores e artistas indígenas convidados.Período: Durante a programação do 1º dia do festival.Carga horária: 02 horas.Objetivos:Promover a inclusão cultural e a sensibilização de famílias atípicas, aproximando-as dos modos de viver, sentir e se relacionar com a cultura indígena.Conteúdos:Introdução à cosmovisão indígena e à relação com a natureza.Experiências sensoriais (sons, aromas, texturas).Conversa guiada sobre diversidade e respeito às diferenças.Metodologia:Atividades sensoriais e lúdicas em ambiente natural, utilizando elementos da terra, água, sementes e instrumentos musicais. A vivência é conduzida de forma acessível e acolhedora, valorizando o tempo e a escuta de cada participante.Produto final:Relato coletivo e registro audiovisual breve sobre as percepções da vivência.4. Vivência de Sensibilização – Conexão com a Natureza e o SagradoFacilitadores: Pajé e anciãos indígenas convidados.Período: Durante a programação do 1º dia do festival.Carga horária: 02 horas.Objetivos:Favorecer a conexão espiritual e afetiva com a natureza, promovendo o diálogo entre famílias PCD, o público geral e os saberes ancestrais indígenas.Conteúdos:Círculo de conversa sobre espiritualidade e ancestralidade.Ritual e agradecimento à terra.Metodologia:Vivência conduzida de forma circular e participativa, com ênfase na escuta e na experiência sensorial. São utilizados cânticos, rezos e elementos naturais como instrumentos de integração e cura.Produto final:Momento coletivo de encerramento simbólico das vivências, fortalecendo o sentimento de pertencimento e respeito à diversidade.5. Festival SEMPRE ESTIVEMOS AQUI! (primeiro semestre de 2026)Duração: 02 dias consecutivos de atividades, na Prainha (Vila Velha-ES).Programação:04 rodas de saberes intergeracionais, com mulheres guardiãs, anciãs e jovens.Feira de artesanatos e material do resultado das oficinas.Apresentações musicais de grupos e artistas indígenas Pataxó, Tupinikim e Guarani.Culinária tradicional com degustação e vivência de preparo coletivo.Infraestrutura: Palco cultural, sonorização de médio porte, tendas de 3x6m, iluminação, banheiros acessíveis e área de convivência comunitária.Público esperado: 3.000 visitantes.Classificação indicativa: Livre.

Acessibilidade

A) FESTIVAL CULTURAL ASPECTO ARQUITETÔNICOO Festival SEMPRE ESTIVEMOS AQUI! será realizado em ambientes ao ar livre, com infraestrutura tradicional e adequada para atender o público com deficiência e/ou com mobilidade reduzida, bem como idosos, na Praça da Prainha, Vila Velha (ES). De qualquer forma, comprometemo-nos a disponibilizar dois banheiros químicos adaptados para deficientes e oferecer uma área reservada no evento para esse público ter uma melhor visibilidade do palco, atendendo o disposto no Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018.ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOAcessibilidade para Deficientes Visuais e AuditivosDurante o festival irá acontecer na programação uma atividade sensorial na natureza, direcionada às pessoas deficientes visuais e auditivos.Acessibilidade para Deficiência Cognitiva / IntelectualTeremos monitores instruídos para atender o público com algum tipo de deficiência cognitiva ou intelectual, melhorando a interação e a assimilação do conteúdo exposto durante o Festival.B) VÍDEOSASPECTO ARQUITETÔNICOIdem ao item a) FestivalASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOAcessibilidade para Deficientes Visuais e AuditivosOs materiais produzidos das redes sociais e do acervo digital serão produzidos com acessibilidade total (Audiodescrição, Legendas Descritivas e Libras) Acessibilidade para Deficiência Cogntiva / IntelectualTeremos monitores instruídos para atender o público com algum tipo de deficiência cognitiva ou intelectual, melhorando a interação e a assimilação do conteúdo exposto no festival, bem como assegurando uma boa acomodação na plateia.C) MÚSICAASPECTO ARQUITETÔNICOIdem ao item a) FestivalASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOAcessibilidade para Deficientes VisuaisO Festival disponibilizará monitores da equipe de produção para acompanhar pessoas com deficiência visual e eventualmente informar, durante as atrações artísticas, alguns elementos para uma melhor compreensão do que está acontecendo no palco. Acessibilidade para Deficientes Auditivos O Festival contará com intérprete de libras no palco durante as intervenções do mestre de cerimônias do evento, melhorando a compreensão das atrações artísticas.Acessibilidade para Deficiência Cogntiva / IntelectualTeremos monitores instruídos para atender o público com algum tipo de deficiência cognitiva ou intelectual, melhorando a interação e a assimilação do conteúdo exposto no festival, bem como assegurando uma boa acomodação na plateia.D) PALESTRA / OFICINASASPECTO ARQUITETÔNICOIdem ao item a) FestivalASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOAcessibilidade para Deficientes VisuaisO Festival disponibilizará monitores da equipe de produção para acompanhar pessoas com deficiência visual e eventualmente informar ou esclarecer, durante as palestras, alguns elementos para uma melhor compreensão do que está acontecendo no palco. Acessibilidade para Deficientes Auditivos O Festival contará com intérprete de libras no palco durante as palestras.Acessibilidade para Deficiência Cogntiva / IntelectualTeremos monitores instruídos para atender o público com algum tipo de deficiência cognitiva ou intelectual, melhorando a interação e a assimilação do conteúdo exposto no festival, bem como assegurando uma boa acomodação na plateia.

Democratização do acesso

O festival será totalmente gratuito, garantindo acesso amplo das pessoas do municipio de Vila Velha e região, dos povos indígenas do Estado e de outros territórios e do público em geral. A distribuição dos produtos culturais será feita de forma presencial durante o festival. Com registros de artesanato, culinária, ervas medicinais e música indígena — serão feitas de forma livre e online, disponibilizada em plataformas digitais de fácil acesso, além de compartilhamento em escolas, centros culturais e outros espaços da região.AMPLIAÇÃO DO ACESSOPara ampliar o acesso ao projeto, ofereceremos transporte gratuito, com a contratação de 02 ônibus garantir 30 vagas para pessoas com deficiência participar do evento, conforme o inciso II, do artigo 47 da Instrução Normativa n° 23/2025, a saber: Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;

Ficha técnica

Karen Pataxó - Proponente e Coordenação GeralIndígena Pataxó, gestora cultural há mais de 12 anos, atuando exclusivamente no movimento indígena. Responsável pela coordenação geral do projeto, gestão administrativa e articulação com as lideranças indígenas e culturais envolvidas no festival.Paulo Tupinikim - Coordenação Cultural e Articulação Tupinikim e GuaraniLiderança Tupinikim atuante desde os anos 1990, coordenador geral da APOINME (Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo). Responsável pela articulação entre as aldeias Tupinikim e Guarani e pelo acompanhamento das atividades culturais e rituais do festival.Bruno Tupinikim - Produção Cultural (AITUPAIRA)Liderança jovem Tupinikim, presidente da AITUPAIRA e coordenador do grupo de jovens da Aldeia Irajá. Atua na produção e logística do festival, organização da equipe de apoio e recepção dos grupos participantes.Daiana Santos Rocha - Produção Cultural e Cineasta convidadaProdutora cultural vai compor a equipe de produção do festival. Cineasta, curadora e produtora audiovisual também vai participar como convidada da roda de conversa sobre audiovisual e comunicação preta, contribuindo com sua experiência no campo da produção e curadoria cinematográfica.Regika Pataxó e Akurynã Pataxó – Família Aldeia Pataxó (Grupo convidado)Liderança jovem Pataxó, artesã e cantadora. Conhecedora das ervas medicinais e integrante do coletivo Família Aldeia. Estará apresentando com o grupo Família Aldeia e na feira de artesanato.Harya Pataxó - Facilitadora da oficina de captação e edição de vídeo no celularJovem artista do povo Pataxó, comunicadora do grupo Família Aldeia e do Festival Sarã Nakíyã.Takirawã Pataxó - Curadoria Audiovisual e Mediação de Roda de ConversaIndígena Pataxó, mãe, cineasta, curadora, produtora e professora. Atua na curadoria das ações audiovisuais e na mediação da roda de conversa “O Audiovisual como Ferramenta de Resistência Cultural”.Alexandra Baum - Designer e Comunicação Visual / Redes SociaisArtista urbana, ilustradora e designer. Responsável pela criação da identidade visual do festival, materiais gráficos e gerenciamento de conteúdos nas redes sociais.Frederico de Oliveira Franco - Equipe Técnica – Som, Iluminação e MontagemArtista plástico, músico, curador com mais de 20 anos de experiência na produção artística e técnica no Espírito Santo. Responsável pela montagem da estrutura de sonorização e iluminação do evento.Grupos Convidados:Banda de Congo Tambores Tupinikim de São Benedito – Grupo tradicional representado por Paulo Tupinikim, participação nas apresentações culturais e rodas de saberes.Banda de Congo Mestre Alcides (Barra do Jucu) – Representada por Augusto Bonadiman, responsável pela articulação do grupo para participação no festival.Mulheres que Curam - Grupo de mulheres Pataxó que vão fazer os rituais de abertura durante os dias do festival e estarão na feira de artesanato.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.