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PRONAC 2513529Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Arte em Movimento: Poética Ribeirinha

MUSEU COLECAO KARANDASH DE ARTE POPULAR E CONTEMPORANEA
Solicitado
R$ 339,9 mil
Aprovado
R$ 339,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Ribeirinhos
Ano
25

Localização e período

UF principal
AL
Município
Maceió
Início
2026-09-08
Término
2027-09-08
Locais de realização (1)
Pão de Açúcar Alagoas

Resumo

A partir da avaliação e resultados obtidos em edições anteriores, com este projeto pretende-se: Realizar 6 vivências artísticas/oficinas com intercâmbio de saberes e práticas de inovação na região do Baixo São Francisco, no estado de Alagoas. Organizar uma exposição itinerante no Barco-Museu, com obras de artistas ribeirinhos, divulgando e promovendo reconhecimento da identidade coletiva. Oferecer um apoio didático à professores da rede pública de ensino para despertar nos alunos o interesse pela cultura e pelas artes, a partir das oficinas realizadas in loco e da visitação à exposição que estará sendo apresentada no Barco-Museu. Essa 19ª edição de ação continuada, se apresenta de forma mais inclusiva e diversificada consolidando e ampliando o propósito de formação de olhar sobre ARTE, além do seu impacto social e cultural.

Sinopse

O projeto contemplará: · 06 vivências artísticas/oficinas nos segmentos de bordado, pintura de embarcações, esculturas e objetos de madeira, cerâmica e técnicas variadas(Público: estudantes da rede pública e moradores das comunidades contempladas a partir de 16 anos) · 01 Plano de Aula que será desenvolvido e compartilhado com a rede pública de ensino para a aplicação em sala de aula (Público: Professores da rede pública) · 01 Exposição itinerante no barco-museu com parte do acervo da Coleção Karandash que navegará pelo Baixo São Francisco, para comunidades ribeirinhas objetivando divulgar e promover a arte produzida na região para reconhecimento dos próprios habitantes (Todos os Públicos e todas as idades)· 03 Tour guiados nos ateliês dos mestres artesãos da Ilha do Ferro e seus arredores (Todos os Públicos e todas as idades)· 01 Video documentário com as ações do projeto que será disponibilizado no Youtube no Canal da Coleção Karandash (Todos os Públicos e todas as idades)

Objetivos

OBJETIVO GERALPromover o fortalecimento da arte e da cultura alagoana por meio de 6 vivências artísticas e ações de arte-educação, estimulando a criação coletiva, o reconhecimento da identidade cultural local e a democratização do acesso às artes visuais, culminando em uma exposição itinerante no Barco-Museu e na produção de um vídeo-documentário que valorizem os participantes e ampliem o alcance das expressões artísticas do estado. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar 6 vivências artísticas (oficinas) imersivas nas seguintes localidades do município de Pão de Açúcar-AL: Pão de Açúcar (Pintura de embarcação), Ilha do Ferro (Madeira e Bordado), Assentamentos Riacho Grande e Alemar (Madeira) e comunidade quilombola Chifre do Bode (Cerâmica e Técnicas variadas). Com impacto artístico-cultural nas regiões atendidas. Com produção de obras autênticas sem deixar de lado a identidade cultural local; propagação da arte e cultura alagoana. - Possibilitar à rede pública de ensino um apoio didático de arte-educação com Plano de Aula pronto para ser aplicado nas escolas públicas municipais gerando participantes engajados com as artes visuais praticadas na região com reconhecimento, autovalorização e pertencimento.- Promover uma Exposição itinerante com o acervo da Coleção Karandash (pelo Baixo São Francisco) no Barco-Museu, com uma estimativa de público de no mínimo 200 pessoas para divulgação da arte alagoana no próprio estado para valorização, propagação e reconhecimento da cultura. Mostrando que Alagoas não se resume apenas às suas belezas naturais, mas também é um polo de produção artística, com identidade própria. - 01 vídeo-documentário que registre o processo pedagógico e artístico do projeto, valorizando os participantes e democratizando o acesso ao conteúdo cultural para gerar presença ativa nas plataformas digitais ampliando o alcance e o impacto do projeto, promovendo a participação do público e valorizando a produção artística das ações.- Executar como contrapartida social tours guiados aos ateliês dos mestres artesãos da Ilha do Ferro e seus arredores com os participantes do projeto.

Justificativa

A proposta se enquadra nos seguintes incisos e objetivos da Lei 8313/91 do Mecanismo de Incentivo a Cultura: Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; "O Museu no Balanço das Águas" vem se constituindo, a mais de uma década, como mecanismo de incentivo, inspiração e estímulo de produção artística na região do Rio São Francisco, nas margens alagoana e sergipana. Pretende, nessa edição intitulada POÉTICA RIBEIRINHA, retomar suas atividades com nova proposta de interação fazendo uso de diversas linguagens artísticas por entre saberes tradicionais e contemporâneos, contemplando uma comunidade quilombola junto às comunidades tradicionais de bordado e arte em madeira que coabitam esse território.A proposta é dar continuidade às interações entre artistas notórios e mestres artesãos em Pão de Açúcar, um município banhado pelo Rio São Francisco identificado como território criativo. O sentido é estimular abertura para novas linguagens visuais nesse circuito ribeirinho junto a essas comunidades criativas de saberes tradicionais (bordado, escultura, cerâmica, pintura de embarcações e arte quilombola).O Museu Coleção Karandash vem realizando desde 2010, diversas ações do projeto ARTE EM MOVIMENTO com seu Barco-Museu nessa região ribeirinha e aperfeiçoando seu método de trabalho a partir dos resultados percebidos e metas alcançadas em cada edição realizada. Nas edições anteriores, como pode ser observado no portfólio da Instituição, o Museu fez um grande investimento na formação de olhar para a arte em comunidades carentes do Baixo e Médio São Francisco e na formação de novos talentos artísticos. Com essa premissa, realizou exposições de arte, festa literária, difusão de cinema, audiovisual, fotografia e saberes tradicionais numa dinâmica diversificada entre esses ribeirinhos e artistas do cenário nacional mesclando oficinas e mostras, cumprindo com isso, a sua função enquanto Ponto de Cultura e Museu, disposto na sua proposta estatutária: ser o organismo articulador e mediador entre a arte e comunidades divulgando e promovendo o conceito de ARTE POPULAR para o público em geral e a promoção da atividade artística. Através de editais e captação de recursos via Lei de Incentivo à Cultura, o Museu vem conseguindo desenvolver ações em várias cidades e povoados da margem alagoana e sergipana: Piranhas, Entremontes, Ilha do Ferro, Jacarezinho, Mato da Onça, Santiago, Pão-de-Açúcar, Belo Monte, Traipu, Niterói, Bonsucesso, Ilha de São Pedro, Porto da Folha, Ilha do Ouro e Gararu. Foram oficinas, rodas de conversa, workshops e exposições, de forma a demonstrar o potencial inovador e o pensamento crítico resultante dessas ações interativas em comunidades que detém potencial criativo mas que se encontram distantes do circuito das artes tradicionais como galerias e museus.A partir da avaliação e resultados obtidos em edições anteriores, com este projeto pretende-se realizar:a) Vivências Artísticas promovendo intercâmbio de saberes e práticas de inovação contribuindo para o crescimento da economia criativa na região;b) Exposição itinerante (pelo Rio São Francisco) no Barco-Museu com obras de artistas ribeirinhos da Coleção Karandash com o propósito de divulgar a produção da região provocando o sentimento de autovalorização e de reconhecimento da identidade coletiva;c) Apoio didático a um grupo de professores da rede pública de ensino de primeiro e segundo grau do município envolvido para que possam despertar nos alunos o interesse pela cultura e pelas artes, a partir das oficinas realizadas in loco e da visitação ao acervo presencial da Coleção Karandash que estará sendo apresentado no Barco-Museu. Essas atividades estarão contidas em um Plano de Aula desenvolvido por uma arte-educadora especializada e membro da equipe técnica do Museu que vem dando suporte aos projetos junto as escolas. O professor do Ensino Fundamental poderá mediar uma discussão em sala de aula sobre o que é arte e, especificamente sobre a denominada arte popular, tendo como principal tarefa quebrar preconceitos sobre a ideia que a arte popular é menos valiosa que a erudita, por exemplo.d) Como contrapartida social, realizar tours guiados aos ateliês dos artesãos da Ilha do Ferro e seus arredores com os participantes do projeto. Para que eles tenham contato com o processo de trabalho e obras dos Mestres da região.Essa 19ª edição aqui proposta, se apresenta de forma mais inclusiva e diversificada consolidando e ampliando o propósito de formação de olhar sobre ARTE, além do seu impacto social e cultural.

Estratégia de execução

Serão distribuídos certificados de participação de cada oficina.

Especificação técnica

Especificações Técnicas dos Produtos1. Vivências Artísticas/Oficinas (06 unidades)Segmentos: bordado, pintura de embarcações, esculturas e objetos em madeira, cerâmica e técnicas variadas.Público-alvo: estudantes da rede pública e moradores das comunidades contempladas (a partir de 16 anos).Formato: encontros presenciais com caráter prático e teórico.Duração: cada oficina com carga horária de 120 horas divididas em 2 meses.Material didático: materiais artísticos específicos de cada oficina (oficina de bordado: linhas, tecidos, tesouras, agulhas e bastidor; oficina de pintura de embarcações: tintas, pincéis, lixas, cola, fita crepe e adesiva; oficina de madeira: madeira, goivas, facas, estiletes, pregos de aço, furadeiras, lixadeiras, serra tico tico, cola; oficina de cerâmica: argila, ferramentas, pincel, tintas, etc.).Espaço: ateliês dos mestres locais e espaços culturais parceiros.Equipe envolvida: instrutores, coordenador do projeto, coordenador educativo, arte-educador(a), assistente de produção e monitor(a).Registro: fotos e vídeos para documentação, divulgação e produção do video documentário. 2. Plano de Aula de Arte-Educação (01 unidade)Formato: documento digital em PDF (também impresso em pequena tiragem para distribuição nas escolas).Conteúdo: orientações pedagógicas, objetivos de aprendizagem, metodologia, cronograma e atividades práticas relacionadas às vivências artísticas.Projeto pedagógico: voltado à valorização da cultura regional e da arte popular.Público-alvo: professores da rede pública municipal e estadual. 3. Exposição Itinerante no Barco-Museu (01 unidade)Formato: mostra itinerante a bordo do barco-museu, contendo parte do acervo da Coleção Karandash e obras produzidas durante as vivências.Roteiro: navegação pelo Baixo São Francisco, com paradas em comunidades ribeirinhas.Montagem expográfica: painéis, suportes e iluminação adaptados ao espaço do barco.Duração: circulação por 30 dias, com permanência média de 2 a 3 dias em cada localidade.Materiais: estrutura expositiva em madeira e acrílico, painéis de PVC, molduras.Acessibilidade: sinalização com legendas e visitas guiadas com linguagem oral.Público: livre, para todas as idades. 4. Tours Guiados nos Ateliês dos Mestres Artesãos (03 unidades)Formato: visitas guiadas gratuitas com acompanhamento de guia e curador especializado.Locais: ateliês da Ilha do Ferro e arredores.Duração: aproximadamente 2 horas cada tour.Público: aberto a todas as idades, mediante inscrição prévia.Recursos: encontro no mirante do povoado.Registro: captação de imagens e entrevistas para compor o documentário. 5. Vídeo Documentário (01 unidade)Formato: vídeo digital de curta-metragem (aprox. 15 minutos).Conteúdo: registro das ações do projeto, depoimentos de artistas, participantes e equipe técnica.Legendagem: legendas em português.Edição: montagem, trilha sonora, legendagem e inserção de marcas do patrocinador e apoios.Distribuição: publicação gratuita no canal do YouTube da Coleção Karandash e envio a parceiros institucionais.

Acessibilidade

Produto VIVÊNCIAS ARTÍSTICAS/OFICINASSerá priorizado a execução com a inserção de medidas de acessibilidade para idosos, pessoas com necessidades especiais e/ou mobilidade reduzida.No primeiro encontro para apresentação dos trabalhos, a equipe que se deslocará até o local aonde a comunidade artística reside, seja no quilombo, assentamento ou nas sedes das associações dentro dos povoados.As VIVÊNCIAS ARTÍSTICAS serão nas sedes de associações ou em locais tipo galpão térreo, locados pelo projeto, de fácil acesso e locomoção pelos participantes. Para os que não possuam o sentido da visão e/ou atividade motora, uma arte-educadora especializada fará intermediação e orientação. Já para as localidades que não se encontram na margem ribeirinha do São Francisco, como a comunidade quilombola e assentamento, será locado transporte de van ou similar para a mobilidade dos participantes e visitantes para as vivências artísticas e para o Barco Museu, assegurando o acesso para todas as pessoas. *Em todos os locais de realização do projeto, será assegurado o acesso de pessoas com necessidades especiais.*Equipe especializada e sensibilizada nas questões de diversidade e inclusão, atuante em projetos culturais.*Se houver no grupo participantes com deficiência visual, auditiva, entre outras, serão utilizadas medidas para garantir a compreensão e conforto desse público durante o projeto.*Todos os locais onde serão desenvolvidas as ações do projeto serão térreos, amplos e de fácil locomoção, portanto será assegurado o acesso de pessoas com necessidades especiais em todos os eventos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rotas acessíveis, locais térreos e iluminação adequada nos espaços das oficinas.DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras (se for necessário). DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral.ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAIS: supervisão constante, comunicação clara e inclusiva com linguagem simples, demonstração prática e flexibilidade no ritmo. Produto PLANO DE AULAACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica.DEFICIENTES AUDITIVOS: O plano de aula será disponibilizado de foma textual.DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAIS: Planejamento inclusivo com narrativa simples e linguagem clara. Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: rotas acessíveis e iluminação adequada no local da exposição.DEFICIENTES AUDITIVOS: legendas nas obras.DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAIS: planejamento e curadoria inclusiva com uma sequência visual de fácil compreensão, legendas nas obras; visitas guiadas com mediadores capacitados. Produto VÍDEOACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica.DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem do video, uso de imagens e elementos visuais que facilitem a compreensão.DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral e áudio.ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAIS: narrativa simples, objetiva com linguagem clara e enfoque visual; legendas simplificadas; cuidado na velocidade do video; publicação em plataformas acessíveis e descrição complementar.Produto CONTRAPARTIDA SOCIALACESSIBILIDADE FÍSICA: rotas acessíveis e auxílio para locomoção.DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras (se for necessário).DEFICIENTES VISUAIS: mediadores capacitados para guiar o trajeto.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: guia capacitado com monitoramento e supervisão constante durante o trajeto.

Democratização do acesso

PRODUTO: VIVÊNCIAS ARTÍSTICAS/OFICINASI. As 4 oficinas serão gratuitas, com entrada livre, faixa etária a partir de 16 anos, sem limite de gênero;II. Os materias utilizados serão disponibilizados gratuitamente;II. Todas as medidas para garantia de acessibilidade serão tomadas no local das oficinas. PRODUTO: PLANO DE AULA I. O Plano de Aula será disponibilizado gratuitamente à rede pública de ensino municipal e estadual, podendo ser aplicado por professores de arte, educação infantil e ensino fundamental;II. O material será compartilhado em formato digital (PDF), por grupo no whatsapp com as comunidades e link disponibilizado na rede social do projeto e da Coleção Karandash garantindo o acesso a educadores, estudantes e interessados em arte-educação;III. Serão realizadas oficinas de apresentação e capacitação para professores da rede pública, com o objetivo de demonstrar as possibilidades pedagógicas do material e incentivar sua aplicação em sala de aula;IV. A ação contará com um encontro aberto ao público docente, no qual será apresentado o processo de criação do plano e os resultados das vivências artísticas que o originaram.PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTESI. Todas as medidas para garantia de acessibilidade serão tomadas no local da exposição;II. A entrada será gratuita, livre e sem limite de gênero. PRODUTO: VÍDEOI. Serão produzidos pequenos vídeos para as redes sociais (Instagram) e um vídeo-documentário com as ações do projeto que será disponibilizado no Youtube, com livre acesso;II. Os vídeos serão legendados para acessibilidade de pessoas com deficiência intelectual e auditiva.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALI. O tour guiado pelos ateliês dos artistas será gratuito e aberto à comunidade, com acompanhamento de um guia e curador especializado que apresentará os processos criativos e as técnicas utilizadas;II. As visitas serão previamente agendadas, priorizando estudantes de escolas públicas, grupos culturais e moradores da região.III. A ação visa aproximar o público dos artistas locais, promovendo o acesso direto à produção artística e fortalecendo o vínculo entre comunidade e cultura.

Ficha técnica

Atribuição da Instituição no Projeto: Produção GeralMaria Amelia VieiraAtribuições no projeto: Coordenadora geral (articuladora das ações junto às comunidades, responsável pela organização e produção de todas as etapas do projeto) Artista visual. Expôs seus trabalhos em diferentes espaços: Pinacoteca Universitária (AL), Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Casa Pronta - Recife 95 - Projeto Miguel Ângelo (PE), Galeria Época (BA). Em exposições coletivas, participou de: Mostra Rio de Esculturas Monumentais (RJ), Alagoas Presente – Museu da República (RJ), Brasil in San Francisco – Mission Cultural Center, San Francisco (U.S.A), Rituals and Rhythms of Brazil – Neuhoff Gallery - New York (NY), entre outras. Possui obras em acervos do Brasil e do exterior: Museu Sant' Egídio Roma Itália, Galeria Documenta (SP), Claúdio Bernardes – Stúdio 999 (RJ). Participou dos videodocumentários: Fernando Rodrigues, o guardião de memórias – Argumento e Roteiro; D. Irinéia , a senhora do barro – Argumento e Roteiro; O universo lúdico de Resendio – Argumento e Roteiro; Arte Popular das Alagoas: O QUE HÁ DE NOVO? – Roteiro e Edição; O Museu no Balanço das Águas – Uma exposição itinerante pelo rio São Francisco – Direção.Dalton CostaAtribuições no projeto: Curadoria e montagem da exposição no Barco-Museu.Artista visual, formado em Artes Visuais – UFGO, e curador de exposições. Instrutor das oficinas itinerantes de artes visuais e curador das exposições itinerantes do Barco-Museu. Participou de exposições Individuais: Galeria Pontes (SP), Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Galeria Época (BA), Karandash Arte Contemporânea (AL). Expôs em coletivas: Elementa 5 (RJ), Exposição “Artistas Brasileiros” – Salão Negro do Palácio do Congresso Nacional, Galeria César Revorêdo (RN), Brazil in San Francisco - Mission Cultural Center, San Francisco (USA), Embaixada do Brasil no Japão - Tóquio – Japão, Na Trilha da Cor e da Geometria Tropical - UNAMA (PA), 8o Salão Brasileiro de Artes - Fundação Mokite Okada (SP), Itaú Galeria – Goiânia (GO), I Prêmio Pirelli - Pintura Jovem - Masp (SP). Produziu os videodocumentários: Fernando Rodrigues, o guardião de memórias – Direção e Imagens; D. Irinéia , a senhora do barro – Direção e Imagens; O universo lúdico de Resendio – Direção e Imagens; O Museu no Balanço das Águas/ Coleção Karandash – Imagens; Cinema no Balanço das Águas – Direção e Imagens. Marta Maria de MeloAtribuições no projeto: Supervisão do ProjetoArquiteta e consultora especializada em design e gestão de projetos culturais desde 2005. Vem se dedicando à pesquisa sobre o patrimônio artístico alagoano.Rejeny RochaAtribuições no projeto: Arte-Educadora responsável por desenvolver o Plano de AulaArquiteta e arte educadora. Atua como arte educadora desde do ano 2000, já desenvolveu trabalhos de instrutoria e consultoria em escolas públicas no estado de Alagoas e coordenou oficinas de artes visuais em edições passadas. Cleciano Sandes da Silva Atribuição no projeto: Instrutor da Vivência Artística/Oficina de madeira no Assentamento Riacho GrandeJosé Petrônio Farias dos AnjosAtribuição no projeto: Instrutor de Vivência Artística/Oficina de madeira no povoado Ilha do FerroGirleno Alves AmorimAtribuição no projeto: Instrutor da Vivência Artística/Oficina de madeira no Assentamento AlemarGedevaldo de Almeida BezerraAtribuição no projeto: Instrutor da Vivência Artística/Oficina Pintura de Embarcação no povoado Ilha do FerroCooperativa Art'IlhaAtribuição no projeto: Instrutoria da Vivência Artística/Oficina de Bordado no povoado Ilha do Ferro Equipe Técnica de Arte Educadores da Galeria KarandashAtribuição no projeto: Instrutoria da Vivência Artística/Oficina de Cerâmica e Técnicas Variadas na comunidade quilombola Chifre do BodeFelipe CameloAtribuições no projeto: Assessor de ImprensaJornalista alagoano, formado no Rio de Janeiro, possui páginas na revista mensal "Painel de Alagoas" e coluna diária no jornal "Correio Alagoano" abordando a temática cultura.Karandash Arte ContemporâneaAtribuições no projeto: Video DocumentárioInscrita na Ancine, desde 2007 realiza produções audiovisuais de projetos culturais e cultura ribeirinha.Joana VieiraAtribuições no projeto: Cenografia e ExpografiaAtua profissionalmente nos segmentos de arquitetura e urbanismo, cenografia e produção de eventos. Contribui na concepção e no desenvolvimento de projetos associando conhecimentos da arquitetura com arte e cultura. Além disso, foi responsável pela expografia de diversas exposições como exemplo: Diálogos Essenciais: Entre Culturas (Diteal/2022), SP-Arte e ArtRio (2022e 2023).Natália SilveiraAtribuições no Projeto: Coordenação de ComunicaçãoDesigner com especialização em Comunicação Digital e Novas Mídias. Há 15 anos atua na área de comunicação e produção de conteúdo voltada para projetos culturais e audiovisuais. Sua trajetória é marcada por parcerias com empresas, produtoras e profissionais de diferentes áreas criativas.No campo audiovisual e cultural, foi responsável pela comunicação de três edições da Mostra Sururu de Cinema Alagoano — incluindo a Mostra Inclusão, dedicada a filmes acessíveis. Coordenou também a comunicação das três edições do Festival Revoada de Cinema e da primeira edição do projeto Oficina de Sabores no Balanço das Águas. Atualmente, desenvolve a comunicação para empresas privadas, produtoras de filmes e projetos culturais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.