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PRONAC 2513535Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cultura na periferia

M. BELLAO
Solicitado
R$ 147,8 mil
Aprovado
R$ 147,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Limeira
Início
2026-01-10
Término
2026-12-20
Locais de realização (1)
Piracicaba São Paulo

Resumo

O Projeto visa a realização de 03 oficinas _ Breake, Fotografia e Graffiti, duas vezes por semana, em escola estadual na periferia de Piracicaba/SP.Após o encerramento das atividades educativas, será realizado um festival em comemoração ao Dia da Favela com apresentações musicais, exposição de fotografia, feira de emprego, batalha de rima, dança, palestra e expositores.

Sinopse

O projeto abrange diversas áreas, como capacitação, arte-educação, urbanismo e acesso à informação. Exemplos incluem oficinas de fotografia, artes visuais, Break, empreendedorismo e até mesmo projetos para discussão de dados sociais, envolvendo parceria com a comunidade local, o uso de linguagem acessível e a criação de oportunidades que estimulem a autoestima e o desenvolvimento dos participantes da periferia.A classificação etária é livre e o público alvo para as oficinas são adolescentes e jovens, de 11 a 18 anos e para o Festival crianças, adolescente, jovens, adultos e idosos moradores das favelas do município de Piracicaba e região e público em geral, facilitando a interrelação de diversas classes sociais.Descrição dos Produtos Culturais1. Oficina de Graffiti – Cultura e Expressão UrbanaOficina prática e teórica voltada à introdução e aprofundamento nas técnicas de arte urbana e pintura mural. Os participantes aprenderão fundamentos de desenho, uso de cores, sombreamento, pintura em parede e noções de identidade visual. O curso resultará em uma intervenção artística coletiva em obras que serão exibidas no festival. Público-alvo: estudantes da rede pública da comunidade periférica. Duração: 2 meses (março e abril/2026). Carga horária: 24h/aula. Classificação indicativa: Livre. Acesso: gratuito.2. Oficina de Fotografia – Becos e VielasOficina formativa com abordagem prática e criativa sobre fotografia contemporânea e cultura periférica. O conteúdo inclui breve história da fotografia, curiosidade sobre o processo químico, enquadramento, luz natural, composição, fotografia com celular e narrativa visual, introduzindo os participantes ao universo da fotografia, despertando o olhar sensível e criativo por meio de uma vivência prática com câmeras analógicas e experimentos de luz. As imagens produzidas integrarão a exposição “Becos e Vielas”, no Festival.Público-alvo: estudantes da rede pública da comunidade periférica. Duração: 2 meses (maio e junho/2026). Carga horária: 24h/aula. Classificação indicativa: Livre. Acesso: gratuito.3. Oficina de Break – Dança e MovimentoAtividade formativa sobre dança urbana (breakdance), com foco em fundamentos, expressão corporal, ritmo, improvisação e noções históricas da cultura hip-hop. As aulas resultarão em apresentações e batalhas de dança no festival. Público-alvo: estudantes da rede pública da comunidade periférica. Duração: 2 meses (agosto e setembro/2026). Carga horária: 24h/aula. Classificação indicativa: Livre. Acesso: gratuito.4. Exposição Fotográfica “Becos e Vielas”Mostra pública com imagens produzidas pelos alunos das oficinas de fotografia, apresentando olhares sobre a periferia de Piracicaba. A exposição será montada no Engenho Central, durante o Festival. Formato: exposição fixa. Classificação indicativa: Livre. Acesso: gratuito.5. Festival – Dia da FavelaEvento cultural gratuito e inclusivo em comemoração ao Dia da Favela, realizado no Engenho Central de Piracicaba, com shows, batalhas de rima, apresentações de dança, graffiti ao vivo, palestra, feira de emprego e expositores de artesanato e economia criativa. O festival integra os resultados das oficinas e promove o intercâmbio entre artistas locais e a comunidade. Duração: 1 dia (novembro/2026). Ambientes: Teatro do Engenho e Barracão de Exposições/Salão do Humor. Classificação indicativa: Livre. Acesso: gratuito, com medidas de acessibilidade física e comunicacional.6. Sarau LiterárioEspaço de integração literária entre participantes que se inscrevem para declamar poesias, contos entre outros. Formato: presencial, com intérprete de Libras – Teatro do Engenho. Duração: 1h30. Classificação indicativa: Livre. Acesso: gratuito. 7. Palestra “Favelas e Cultura: Potência e Pertencimento”Roda de conversa com convidados locais e especialistas em cultura periférica, abordando representatividade, políticas públicas e arte como instrumento de transformação social. Formato: presencial, com intérprete de Libras – Teatro do Engenho. Duração: 1h30. Classificação indicativa: Livre. Acesso: gratuito. 8. Registro Audiovisual e Difusão OnlineProdução de vídeo documental com registros das oficinas e do Festival, destacando o processo formativo, os resultados artísticos e depoimentos dos participantes. O material será disponibilizado gratuitamente na internet, com legendas e libras. Formato: vídeo-documentário (15 min). Classificação indicativa: Livre. Acesso: gratuito e online.

Objetivos

Objetivo GeralO objetivo desse projeto é oferecer oficinas de formação sobre atividades de interesse decorrente dos territórios periféricos, podendo assim dialogar com a população/estudantes locais. As oficinas são de Dança Breake, Fotografia - esta com conteúdo também para uso com aparelho celular e pintura Graffiti, oferecendo aprendizado cultural.Através do festival que acontece em comemoração ao Dia da Favela no Engenho Central de Piracicaba o objetivo é fortalecer a cultura periférica, dando sentido de pertencimento à população mais vulnerável e promovendo a desmistificação de que nas favelas só existe violência. Objetivo específico· Realizar durante 06 meses oficinas de formação nas áreas de Breake, Graffiti e Fotografia, sendo 02 meses para cada tema.As aulas acontecem às quartas e sextas, das 7h00 às 8h30, no ambiente escolar da E.E. Hélio Penteado de Castros Professor, em Piracicaba/SP. No total serão 24 horas/Aula por atividade.A oficina de Graffiti acontece nos meses de março e abril, a de fotografia em maio e junho, e a de break nos meses setembro e outubro.· Realizar um festival em comemoração ao Dia da Favela, no Engenho Central de Piracicaba, com dois ambientes _ um barracão e o Teatro do Engenho, em que aconteçam apresentação de 02 DJs, 01 batalha/apresentação de Break, 03 atrações musicais, 01 palestra, 01 batalha de rima com premiação feminino e masculino, 01 graffiti ao vivo durante o evento, 01 exposição de fotografias dos alunos da oficina trazendo como tema Becos e Vielas _ permanentemente por todo o evento, 01 Feira do Emprego com a participação de 15 empresas parceiras do município de Piracicaba e 15 expositores de artesanato e/ou cultura.

Justificativa

O projeto Oficinas e Festival das Favelas propõe a realização de oficinas de Break, Fotografia e Graffiti em escola estadual na periferia de Piracicaba/SP, culminando em um festival cultural no Engenho Central em comemoração ao Dia da Favela. A ação visa promover o acesso à formação artística e à fruição cultural, fortalecendo a identidade e a valorização da cultura periférica como expressão legítima da sociedade brasileira.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) é fundamental para viabilizar o projeto, tendo em vista que o público-alvo é formado majoritariamente por estudantes e jovens de territórios periféricos, com restrito acesso a oportunidades culturais. O apoio financeiro permitirá a gratuidade integral das oficinas e do festival, garantindo a inclusão sociocultural e a democratização do acesso aos bens culturais.A proposta atende diretamente ao Art. 1º, incisos I, II, III e V da Lei, ao:I _ Contribuir para facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, oferecendo oficinas gratuitas e um festival aberto ao público;II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural, valorizando artistas, oficineiros e conteúdos locais da cidade de Piracicaba e região;III _ Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais periféricas e urbanas (break, graffiti, rima e fotografia);V _ Salvaguardar e fortalecer modos de criar e viver próprios das comunidades periféricas e faveladas, contribuindo para sua visibilidade e permanência como parte integrante da cultura brasileira.Em conformidade com o Art. 3º da mesma lei, o projeto alcança os seguintes objetivos:Inciso I, alínea "c" _ Incentivo à formação artística e cultural, mediante instalação de oficinas culturais em ambiente educacional, sem fins lucrativos, destinados à formação e aperfeiçoamento de jovens de 11 a 18 anos;Inciso II, alínea "c" _ Fomento à produção cultural e artística, por meio da realização de festival e apresentações musicais, de dança e artes visuais;Inciso IV, alínea "a" _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, com distribuição gratuita e pública de acesso às atividades do festival e às exposições artísticas.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO – Oficinas de Graffiti, Fotografia e Break1. Objetivo GeralPromover a formação artística e cultural de jovens e estudantes de territórios periféricos de Piracicaba, através de oficinas práticas e teóricas de Graffiti, Fotografia e Break, valorizando as expressões culturais urbanas e fortalecendo o sentimento de pertencimento e identidade social por meio da arte.2. Objetivos EspecíficosOferecer formação gratuita e acessível nas linguagens de artes urbanas, com foco na prática criativa;Estimular o desenvolvimento da expressão pessoal e coletiva através da arte e da cultura de periferia;Valorizar a produção cultural local e as narrativas das comunidades faveladas e populares;Desenvolver competências técnicas e estéticas relacionadas ao graffiti, à fotografia e à dança de rua;Preparar os participantes para apresentar e expor suas criações no Festival pelo Dia das Favelas;Incentivar o uso da arte como ferramenta de transformação social e cidadania cultural.3. JustificativaAs periferias urbanas concentram grande potencial criativo, mas enfrentam barreiras históricas de acesso à formação cultural. O projeto busca ampliar o acesso à educação artística, valorizando a cultura hip-hop, o graffiti e a fotografia como linguagens legítimas de expressão social. A realização das oficinas dentro do ambiente escolar amplia o alcance educativo e integra a escola à comunidade, contribuindo para o combate à evasão escolar e ao estigma da favela como espaço de exclusão. O projeto, portanto, alinha-se ao Art. 1º e 3º da Lei Rouanet, ao promover formação cultural, difusão artística e democratização do acesso à cultura.4. Carga Horária CompletaCada oficina terá 24 horas/aula, distribuídas em dois encontros semanais (quartas e sextas-feiras) com 1h30 de duração, durante dois meses consecutivos.Graffiti: março e abril/2026Fotografia: maio e junho/2026Break: agosto e setembro/2026 Total geral de formação: 72 horas/aula (24h cada módulo).5. Público-Alvo e Critério de SeleçãoPúblico-alvo: estudantes da E.E. Professor Hélio Penteado de Castro, jovens e adolescentes de 11 a 18 anos residente do núcleo Vila Sônia, em Piracicaba/SP.Critério de seleção: Inscrições realizadas gratuitamente na escola, com preenchimento de ficha de interesse e autorização dos responsáveis.6. Metodologia de EnsinoAs oficinas utilizarão metodologia participativa e vivencial, baseada na pedagogia da experiência e na prática criativa.Graffiti: aulas expositivas e práticas em tapume e papel, com exercícios de traço, cor, sombreamento e criação coletiva.Fotografia: aprendizado por meio de prática orientada (câmera analógica cedida do acervo pessoal da oficineira e fotografia com celular), leitura de imagens e produção de ensaio temático.Break: aulas práticas com noções de ritmo, movimento e improvisação, promovendo respeito, disciplina e expressão corporal. Cada oficina finaliza com uma atividade pública de exibição (mural coletivo, exposição e apresentação). A metodologia privilegia o aprendizado pela prática, o trabalho em grupo e a valorização da identidade cultural dos participantes.7. Material DidáticoGraffiti: tintas spray, máscaras, luvas, papéis A3, lápis, canetas, pincéis, tapume de madeirite e superfícies de teste;Fotografia: câmeras analógicas de acervo da oficineira e celulares pessoais, caixa de sapato ou lata para construção de pinhole, tesoura, fita adesiva, papel alumínio, agulha computador para edição, painel de exibição, impressões e papel fotográfico (para exposição);Break: sistema de som portátil, tapete de EVA, roupas confortáveis e material audiovisual de apoio (vídeos de referência). Será fornecido kit básico gratuito a cada participante, contendo materiais essenciais para acompanhamento das atividades.8. Conteúdos ProgramáticosOficina de GraffitiHistória do graffiti e da arte urbana;Técnicas de desenho e pintura;Composição e uso de cores;Pintura coletiva e intervenção pública.Oficina de FotografiaIntrodução à fotografia digital e com celular;Enquadramento, luz, sombras e composição;Narrativas visuais e fotografia social;Exploração do ambiente escolar com câmeras analógicas;Curadoria e montagem da exposição “Becos e Vielas”.Oficina de Break (Dança de Rua)História e fundamentos do hip-hop e do break;Ritmo, equilíbrio e movimento;Improvisação e coreografia;Preparação para apresentações públicas.9. Profissionais EnvolvidosProdutor Chefe: coordenação geral e acompanhamento pedagógico;Coordenador Pedagógico: articulação entre escola e equipe de oficineiros, controle de frequência e metodologia;Oficineiro de Graffiti: Diógenes Moura, artista visual especialista em arte urbana, residente em Piracicaba/SP;Oficineiro de Fotografia: Giovana Angelo, fotógrafa, artista visual e educadora cultural, residente em Limeira-SP;Oficineiro de Break: Professores da Casa do Hip Hop de Piracicaba: dançarinos e instrutores com experiência em cultura hip-hop;Assistente de Produção: apoio logístico e registro audiovisual das atividades;Monitor de inclusão: acompanhamento de atividades e apoio para participantes com TEA.10. Resultados EsperadosFormação de 60 alunos em três linguagens artísticas;Criação de mural coletivo e exposição fotográfica;Apresentações de dança e batalhas no Festival pelo Dia das Favelas;Ampliação do acesso à cultura e valorização da arte periférica;Fortalecimento do vínculo entre escola e comunidade.CONTRAPARTIDA SOCIALSerá oferecido como atividade formativa extra uma oficina de elaboração de projetos culturais. Essa ação visa trazer mais conhecimento para os fazedores de cultura da periferia de Piracicaba ajudando a comunidade local na participação de editais de fomento e outras formas de desenvolvimento dos projetos.Após a execução das oficinas serão escolhidos 02 estagiários para compor a equipe de produção do festival que culmina no encerramento do projeto. Os dois alunos escolhidos terão treinamento para trabalho em festivais com a coordenação de produção do festival.São 03 dias consecutivos, ministrados pela oficineira e produtora cultural Marta Bellão, da MaBê Cultural, chefe responsável pela equipe de organização do projeto. Para participar, o interessado se inscreve através de um formulário online. A atividade visa atingir públicos de faixa etária acima de 16 anos. Não é necessário ter conhecimento prévio.Carga horária: 3 aulas de 2h30.Objetivos: Capacitar participantes e coletivos para estruturar e escrever projetos culturais de forma clara e objetiva, com coerência e consistência aumentando assim a compreensão dos processos de seleção, fortalecendo a segurança na escrita e assim elevando as possibilidades de aprovação em editais públicos e privados e da continuidade da prática após a oficina.Aula 1:· O que é produção cultural e produtor cultural?· Entendendo editais: o que é um edital?· Conhecendo cada parte de um edital – leitura e explicação tópico a tópico.· O que é proponente?· Processo de seleção e avaliação – Critérios de avaliação· O que é um projeto cultural?· Ciclo de vida de um projeto cultural.· Explicando um a um: tópicos padrão.· Título do projeto.· Apresentação resumida.Aula 2:· Objetivos gerais e específicos.· Justificativa e relevância.· Público alvo.· Cronograma e plano de trabalho.· Ficha técnica.· Currículo reduzido, completo e portifólio.Aula 3:· Plano de divulgação.· Orçamento. · Acessibilidade e democratização de acesso.· Anexos.· Documentação.· Vídeo explicativo e demonstrativo· ContrapartidaMetodologia:Exposição dialogada com exemplos de projetos aprovados, discussão em grupo sobre as experiências anteriores dos alunos e possíveis dificuldades enfrentadas, análise de possíveis projetos dos participantes.

Acessibilidade

Em cumprimento aos arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), ao art. 46 do Decreto nº 3.298/1999 e ao Decreto nº 9.404/2018, o projeto assegura medidas de acessibilidade física, comunicacional e de conteúdo, considerando adaptações razoáveis e tecnicamente compatíveis com as características das atividades.Para as oficinas na escola teremos a presença de um monitor de inclusão com capacidade para tratamento com autistas visando a correta condução do participante para que este possa aproveitar a atividade na sua totalidade. Esse profissional de apoio fica a disposição durante todas as atividades. Nas oficinas não será disponibilizado um intérprete de libras pois a escola em que ocorre as atividades não possui alunos surdos.A linguagem adotada é simples e de fácil entendimento e interpretação, e a didática adotada respeita os limites de cada aluno.Para o Festival, o local do evento já possui acessibilidade arquitetônica como banheiros adaptados, rampas de acesso e pisos táteis, sendo acessível para pessoas com cadeiras de rodas, idosos e pessoas com mobilidade reduzida.Abriremos um espaço para entidades de inclusão do município expor as atividades desenvolvidas.A palestra e o Sarau, que ocorrem no teatro do Engenho, terão a tradução simultânea em libras, além do uso da linguagem simples.Haverá lugares garantidos para cadeirantes ou pessoas com TEA e seus acompanhantes na primeira fileira das atividades, com visibilidade adequada. Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído para pessoas com TEA;O projeto conta com a contratação de um Consultor de Diversidade, Acessibilidade e Inclusão, que analisará e direcionará a equipe no desenvolvimento de práticas e atitudes que incluam a todos. Após a análise da consultoria, visando a promoção de uma atitude inclusiva e respeitosa pela equipe de trabalho, será oferecido treinamento específico, com o intuito da familiarização de todos com as melhores práticas e estratégias para promoção de um ambiente inclusivo efetivamente, principalmente trazendo métodos de tratamento com as pessoas PCD, para que toda a equipe esteja preparada e possa compreender melhor as necessidades e melhorar a experiência de todos.Em toda a divulgação em audiovisual será inserido a legenda e a libras. Nos cartazes de divulgação irá conter as informações sobre a disponibilização de medidas de acessibilidade adotadas, com ênfase demonstrando que o evento conta com uma assessora de acessibilidade disponível. Nos textos das postagens terá a #pratodosverem inseridas, com a devida explicação do conteúdo visual.

Democratização do acesso

Em atendimento ao disposto no art. 47 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, o projeto adotará como medida de ampliação de acesso o previsto no inciso II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras; V, realizando atividades gratuitas paralelas ao produto principal, e no inciso VI, desenvolvendo ação cultural voltada a crianças, adolescentes, jovens e educadores da rede pública, conforme descrito abaixo:O projeto é uma ação democrática, pois 100% de todas as atividades e atrações são gratuitas ao público, além de fomentar a cultura oferecendo dentro da proposta iniciativas de integração comunitária e atividades principalmente em território periférico. São oferecidas na programação 03 oficinas de formação, 01 exposição de fotografias, 01 sarau literário e 01 palestra, fazendo com que o festival não seja apenas um evento de consumo, mas também um espaço de aprendizado, onde o público terá acesso ao processo criativo.As oficinas garantes a participação de crianças, adolescentes e jovens pois, além das atividades em ambiente escolar, a programação do evento é de interesse dessa faixa etária.O festival garante a participação de pessoas menos assistidas ou menos favorecidas pois além de contar com a gratuidade e atividades que são de interesse da comunidade, é disponibilizado meio de transporte gratuito através da contratação de ônibus fretados que partem de bairros periféricos como Renascer, Alto da Esperança, Bosque do Lenheiro, Algodoal, Portelinha e IAA – este um conjunto habitacional com mais de 500 moradias.A proposta prevê dar acesso às regiões de vulnerabilidade através de parcerias com a Secretaria de Cultura e a CUFA, além das demais associações presentes no território para divulgação direta a esse nicho de público, garantindo o alcance efetivo, incluindo crianças e idosos.Será produzido um vídeo-curta sobre o evento e sua importância. No vídeo, cenas do evento e depoimento dos participantes e público, com tradução em libras.Os vídeos produzidos no projeto serão incluídos em plataformas gratuitas da internet com livre acesso à população em geral.

Ficha técnica

· M.Bellão – MaBê Cultural – sob responsabilidade de sua representante legal Marta Bellão.Atua como Coordenadora geral e responsável direta pela produção executiva, coordenação técnica e acompanhamento e execução financeira em todas as etapas do projeto.Compreende como suas funções a do planejamento técnico, artístico e administrativo, coordenação da execução orçamentária, assegurando o cumprimento das normas da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) e da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, supervisiona as contratações, gere o cronograma e os processos de prestação de contas, participa das decisões curatoriais, de comunicação e acessibilidade e representa o projeto junto aos patrocinadores, parceiros e órgão público.Desta forma, a profissional responde integralmente pela gestão decisória do projeto, garantindo a correta aplicação dos recursos incentivados e o pleno cumprimento dos objetivos culturais propostos.Fabricio Clemente Gonçalves – CPF: 263.403.768-60 – Produtor - Fabricio Clemente é produtor executivo e cultural com mais de 30 anos de experiência na área de produção de eventos e projetos culturais.Cursou Hotelaria com ênfase em Eventos pela Faculdade Hebraico Brasileira Renascença (SP), iniciou sua carreira em 1993 na produção de shows musicais, atuando até 1999 na casa Reggae Night (Santos/SP), com artistas como Skank, Cidade Negra, Legião Urbana, Tim Maia, Shakira, Charlie Brown Jr. e outros.Entre 2005 e 2008, trabalhou em Barcelona (Espanha) como produtor de eventos no Cal Tala. De volta ao Brasil, foi assistente de produção executiva de Inimigos da HP (2009) e O Rappa (2012), e entre 2012 e 2014, atuou na produtora Oceania (Campinas/SP) com grandes nomes como Ivete Sangalo, Lulu Santos, Marisa Monte, Gal Costa, Gilberto Gil e Nando Reis.De 2014 a 2022, integrou a equipe de Nando Reis, responsável pela pré-produção e produção executiva de turnês nacionais. Também participou da turnê “Trinca de Ases” (Gilberto Gil, Nando Reis e Gal Costa).Desde 2022, trabalha com a MaBê Cultura, realizando diversos projetos culturais de múisica, formação, audiovisual, patrimônio histórico, teatro e artes visuais.Giovana Angelo – CPF: 419.174.698-70 – Oficineira (fotografia) - Artista visual formada em Fotografia pela UNIMEP (2012) e em Licenciatura em Artes Visuais pela FAAL (2023). Possui ampla experiência, atuando desde 2011 em estúdios fotográficos, onde foi assistente, produtora e gerente.De forma autônoma, já realizou muitos trabalhos fotográficos em eventos e shows, além de projetos autorais e exposições fotográficas como “SBO em Preto e Branco” (2014), “Seo Pub Sua Arte” (2014) e a participação no “1º Festival de Artes de Santa Bárbara” (2021).No campo audiovisual, desenvolveu roteiros, atuou na direção criativa, direção de arte e produção em videoclipes, como “Teoria dos Jogos” (Diretriz x Aprimore, 2023), Metatron” (Escafandro, 2024) e “Tranquilo” (Serjão, 2025), este último, recém premiado no Festival Nacional de Cinema de Videoclipe – FestClip como melhor fotografia.Complementando sua formação, realizou cursos livres como “Fotografia Básica” (2011) “Storytelling e Dramaturgia” (2024) e “Produção Cultural” (2025), que reforçam sua atuação criação e desenvolvimento de projetos visuais e audiovisuais.A artista também desenvolve trabalhos em pintura, muralismo, grafite, lettering e design, com ênfase na transformação de espaços por meio de intervenções visuais. Participou de projetos e exposições relevantes, entre eles a produção com lettering na “Bienal Naïfs do Brasil” (Sesc Piracicaba, 2018), o “Festival de grafite Maria de Lourdes Teixeira” (São Pedro, 2022), o “SBO Rock Fest” (2019 e 2025), além dos projetos “CorRedor em Movimento” (2023) e “Grafite Inclusivo” (2025). Também integrou exposições como “Modo de Habitar o Cosmo” (2025) e “Margens” (2025), que evidenciam sua pesquisa em artes visuais e urbanas.Na área educativa, ministrou ofi­cinas e workshops de lettering e artes visuais em escolas, instituições culturais e projetos sociais, contribuindo para a difusão do conhecimento artístico e para a formação de novos públicos.Jefferson Henrique dos Santos Fischer – CPF: 428.504.258-42- Gringo - Oficineiro (Grafite) - Grafiteiro | Tatuador | Letrista | Artista Urbano Piracicaba/SP – Bairro Boa EsperançaPiracicabano nascido e criado no Bairro Boa Esperança, iniciou sua trajetória nas artes visuais em 2019, explorando o universo das mandalas e das telas pintadas à mão.Com o tempo, encontrou no grafite de rua sua principal forma de expressão, dedicando-se ao estilo de letras e assinaturas — técnica que se tornou sua marca registrada. Suas obras estão espalhadas por diversos bairros de Piracicaba, reconhecidas pela originalidade, fluidez das linhas e impacto visual.Especialista em lettering e caligrafia, o artista desenvolveu um estilo autêntico que transita entre o urbano e o artesanal, consolidando seu nome na cena local.Premiações Tattoo Fest Piracicaba – Categoria Lettering/CaligrafiaBicampeão: Edições de 2024 e 2025Projetos e ParceriasParticipação em ações culturais e oficinas de arte urbana promovidas pela Casa do Hip-Hop Piracicaba.Colaborações com o SESC Piracicaba em projetos voltados à valorização da cultura de rua e à formação artística de jovens.Realização de murais colaborativos e intervenções urbanas em espaços públicos e eventos culturais da cidade.Além da produção artística, o artista é presença ativa na cena do Hip-Hop piracicabano, participando de batalhas de rima, eventos culturais e ações em comunidades periféricas. Sua arte reflete resistência, identidade e valorização da cultura de rua, transformando muros e peles em veículos de expressão e transformação social.Jone Roque Ribeiro da Silva – Branquelo - CPF: 353.399.588-76 – oficineiro – Dança Break Website para vídeos de demonstração: Instagram, branquelojoneNascido em Rondônia, 01/02/1988* FormaçãoEnsino médio completo* work shop e palestras sobre Break. • curso de socorrista (APH). • sou bombeiro civil. •Curso de animais peçonhentos. •Oficina de Capoeira no sesc. TRAJETÓRIA* Aulas de breaking (dança do Hip Hop) e HIP HOP em geral, no clube 13 de maio.* Em 2002 me tornei integrante do grupo star break onde passamos a apresentações e participar de eventos e campeonatos pelo estado de São Paulo. Com os integrantes Jueder, Juraci, Felipe, Ricardo e Samuel.* 1* lugar campeonato de breakin da cidade de votorantim-SP em 2008;•1* lugar campeonato ibiuna SP em 2009.* 2* lugar campeonato de breakin da cidade de campo do meio em Minas Gerais em 2013* 1° lugar campeonato em Tatuí Sp em 2014.* 1* lugar em Mauá Sp 2016 modalidade dupla.* ⁠1*lugar em Itaquera Sp em 2018.* Também fiz parte do grupo Dragon Ball Crew criado pelo b.boy Kabal com jovens da Casa do HIP HOP de Piracicaba em 13/04/2006.* Aulas de dança na entidade Casa do Amor Fraterno, bairro Novo Horizonte Piracicaba-SP em 2004* 3° lugar no campeonato da casa hip-hop em 2015.* Parceria com o grupo wed nigas em Sp.* Participação no campeonato cidade VS cidade em Ribeirão Preto/SP 2010.* Ministrando aulas para crianças e adolescentes na igreja quadrangular Piracicaba-SP desde 2019.Herold Eugênio de Souza – CPF: 343.643.658.58 – Produtor - Presidente da Central Única das Favelas (CUFA) – Piracicaba/SPLíder comunitário e gestor social com forte atuação em projetos esportivos, culturais e educacionais voltados à inclusão social em áreas periféricas de Piracicaba. Cursou faculdade de Educação Física e está à frente da Central Única das Favelas (CUFA) Piracicaba, coordena ações que promovem cidadania, oportunidades e o fortalecimento das comunidades, utilizando o esporte, a cultura e a educação como ferramentas de transformação social.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.