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A proposta apresenta a exposição fotográfica "Novos Olhares: Entre a Imagem e a Matéria" que propõe um diálogo entre a fotografia e a assemblagem, unindo o olhar que captura e o gesto que transforma. Fotografias e objetos reaproveitados revelam a beleza do que é comumente esquecido, criando novas formas e sentidos. Integrando vídeo, luz, som e aromas, a mostra convida o público a uma imersão poética que transforma o ordinário em poesia visual e sensorial.
O projeto “Novos Olhares: Entre a Imagem e a Matéria” é uma exposição que une fotografia e assemblagem, apresentando imagens e objetos reaproveitados que revelam a beleza do cotidiano comumente esquecido. A mostra integra vídeo, luz, som e aromas naturais, criando uma experiência sensorial, poética e imersiva. A organização do espaço inclui fotos em tecido em grande escala, cabana de bambu para exibição de vídeos e assemblagens em diálogo com imagens impressas em diferentes superfícies, aproximando o público do patrimônio cultural e estético representado pelas obras.Classificação Indicativa: Livre
OBJETIVO GERAL: O objetivo geral do projeto é promover uma experiência artística que propõe um diálogo entre a fotografia e a assemblagem, unindo o olhar que captura e o gesto que transforma. A exposição busca revelar a beleza presente no que é comumente esquecido, por meio de fotografias e objetos reaproveitados que ganham novas formas e sentidos. Ao integrar vídeo, luz, som e aromas, a proposta amplia a percepção do público, convidando-o a uma imersão poética que transforma o ordinário em poesia visual e sensorial. Com isso, amplia-se o acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, alinhando-se aos incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.OBJETIVO ESPECÍFICO: Realizar exposição que une fotografia e assemblagem, apresentando fotos e obras criadas com materiais reaproveitados. A mostra terá duração de 30 dias na cidade do Rio de Janeiro, com ambientação que inclui fotos em tecido em grande escala, cabana de bambu com exibição de vídeos, som ambiente e aromas naturais, além da exposição das assemblagens em diálogo com imagens impressas em diferentes superfícies. As ações têm como finalidade valorizar a criação artística contemporânea e difundir novas formas de expressão visual e sensorial. Estima-se o alcance de aproximadamente 1.000 pessoas ao longo das atividades.
A essência da exposição está em propor um diálogo entre a fotografia e a assemblagem, revelando a beleza presente no que é comumente esquecido. O projeto nasce do desejo de transformar fragmentos do cotidiano em novas formas e sentidos, integrando diferentes linguagens artísticas como vídeo, luz, som e aromas, que conduzem o público a uma experiência poética e sensorial. Ao unir imagem e matéria, a mostra reafirma o papel da arte como instrumento de ressignificação e sensibilização estética.A realização deste projeto conta com o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, fundamental para viabilizar produções que estimulam a criação contemporânea e o acesso da população a experiências artísticas inovadoras. O incentivo permite ampliar a difusão da arte e promover o diálogo entre diferentes expressões visuais, fortalecendo o reconhecimento da produção autoral e o valor simbólico da arte na sociedade.Art. 1º da Lei 8.313/91 _ Incisos contemplados:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ incentivar a criação, produção, difusão e fruição de obras, bens e serviços culturais;III _ apoiar iniciativas que valorizem a diversidade cultural e os patrimônios materiais e imateriais;Art. 3º da Lei 8.313/91 _ Objetivos alcançados com o projeto:I _ promover o acesso e a participação da população nas manifestações culturais;II _ valorizar e preservar a memória e as tradições culturais;IV _ incentivar a produção e difusão de obras artísticas e culturais;
Não se aplica.
Exposição Acessibilidade Física: O local da exposição será escolhido e/ou adaptado para pessoas com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, sinalização tátil e espaços adequados para circulação de cadeirantes.Item na planilha: Custos de acessibilidadeAcessibilidade ao Conteúdo: Serão disponibilizadas legendas e audiodescrições em QR Codes para as obras expostas, permitindo que pessoas com deficiência visual possam apreciar o conteúdo.Item na planilha: Custos de acessibilidade e intérprete de libras
A exposição será gratuita e aberta ao público, com conteúdo acessível via plataformas digitais (YouTube e Instagram), incluindo recursos de acessibilidade como legendas e audiodescrição. Dessa forma, amplia-se o alcance para além dos visitantes presenciais, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do Artigo 29 da IN MINC nº 11/2024. Além da distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 30 da IN MINC nº 11/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube e Instagram.
Marisa Davidovich - Artista e Coordenadora de Projeto(Rio de Janeiro, 1960) é fotógrafa digital que explora linhas, formas e texturas, muitas vezes buscando o abstrato nas formas naturais. Influenciada pelo conceito de reaproveitamento criativo de materiais, desenvolve trabalhos que reinventam e reconfiguram imagens já capturadas, conferindo-lhes novas roupagens visuais.Integra o coletivo Atraca-Treco e o Ateliê 442. Em 2023, realizou a pesquisa e exposição individual Texturas, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian. Desde 2021, participa de diversas mostras coletivas em espaços como Santa Teresa de Portas Abertas, Parque Glória Maria, Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, Centro de Artes Calouste Gulbenkian e, em 2025, na exposição Metamorfoses III, no Espaço Oscar Niemeyer, em Brasília.Jac Carrara - Artista(São Paulo, 1964) vive no Rio de Janeiro há 25 anos, cidade que adotou. Artista visual com mestrado em Artes pela PUC-Rio, desenvolve seu trabalho voltado à sustentabilidade, a partir da pesquisa de materiais descartados na criação de assemblagens e reobjetos artísticos.Frequentou diversos cursos livres de artes e hoje orienta, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, o curso de Reaproveitamento Criativo de Materiais, além de organizar o coletivo Atraca-Treco. É também integrante do Ateliê 442, em Santa Teresa.Jac participa ativamente de exposições coletivas em espaços como Galeria Gáu, Fábrica Bhering, Parque Glória Maria, CCBB Rio, Correios Niterói, entre outros. Recebeu o Prêmio Erbo Stenzel em Curitiba e realizou exposições individuais no Galpão das Artes Urbanas e Mama Shelter. Mantém constante engajamento em projetos socioculturais e, atualmente, integra a equipe do projeto As Carolinas de Jacutinga.Instituto Foto em Curso - Coordenação GeralO Instituto Foto em Curso, fundado em 2016 e localizado em Brasília, é o proponente e coordenador geral do projeto, responsável pela gestão financeira e execução das atividades decisórias. Desde sua criação, o Instituto já formou mais de 1200 fotógrafos e é uma referência em ensino fotográfico. Focado no desenvolvimento artístico, o Instituto busca inspirar seus alunos a produzirem obras únicas, apoiando o crescimento técnico e criativo de cada um. A filosofia central do Instituto é a de que a fotografia vai além da técnica: cada imagem deve se tornar uma obra de arte que reflete a identidade e o olhar pessoal do fotógrafo. O Instituto também realiza exposições anuais com os trabalhos dos alunos, onde novos talentos são destacados. Os destaques são a Exposição "Metamorfoses", realizada anualmente no espaço Oscar Niemeyer, na Praça dos Três Poderes, recebendo destaque da imprensa e aumentando em 40% a visitação do espaço no coração da capital.Katarzyna Chiluta - CuradoraKatarzyna Chiluta, coordenadora e professora do Instituto Foto em Curso, é uma fotógrafa de origem polonesa com uma vasta formação internacional. Estudou em Roma, Polônia e Brasil, e possui graduação em História da Arte e Fotografia, concluída no Centro Universitário IESB, onde recebeu a láurea acadêmica de melhor aluna. Com forte atuação no cenário cultural de Brasília, Katarzyna já expôs em mostras significativas, como a exposição Domus no Museu da República, que atraiu mais de 200 mil visitantes. Em 2021, ela foi premiada em dois concursos europeus de fotografia, consolidando seu trabalho internacionalmente.Monique Andrade - ProdutoraFormada em Teoria, Crítica e História da Arte pela Universidade de Brasília (UnB) e formada em Fotografia pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB). Especialista em curadoria e produção cultural, Monique já atuou em projetos importantes e premiados, como o “Kwá Yepé Turusú Yuriri Assojaba Tupinambá”, selecionado como uma das melhores exposições de 2021 pela revista Select. Além disso, foi produtora e curadora da mostra coletiva Metamorfoses, reunindo mais de 300 obras fotográficas de artistas de todo o Brasil, realizada no Espaço Oscar Niemeyer em Brasília.Monique também participou do curso de crítica de arte do projeto BSB Plano das Artes, onde aprimorou suas habilidades em análise crítica e curadoria experimental. Com um trabalho que mistura linguagens visuais e outros suportes artísticos, ela possui uma abordagem sensível e inovadora, pautada em memórias e processos criativos. Em 2022, foi curadora da exposição individual “Sobre Tempos que Descansam” de Alexandra Martins, na galeria A Pilastra, e, em 2023, da mostra “Aterrar o chão, Recolher horizontes”, individual do artista Igu Krieger.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.