Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2513538Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Heranças Vivas | Rotas dos Vitrais do Estado de São Paulo

CAMALEOA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-04-01
Término
2027-12-01
Locais de realização (5)
Campinas São PauloItu São PauloJundiaí São PauloSorocaba São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Rota dos Vitrais mapeia e documenta o patrimônio dos vitrais paulistas, arte trazida da Europa no século XIX pelos portugueses e difundida por imigrantes alemães que fundaram oficinas como a Casa Conrado, ainda ativa. A iniciativa contempla os seguintes produtos: pesquisa, safáris fotográficos e diálogos criativos, exposição itinerante e galeria virtual, além de mini-documentário, todos hospedados em site responsivo do projeto, preservando saberes artesanais e valorizando o legado cultural dos vitrais no Brasil, todos acessíveis e gratuítos.

Sinopse

O projeto Heranças Vivas | Rota dos Vitrais do Estado de São Paulo mapeia, documenta e difunde o patrimônio vitralista paulista, reconhecendo ateliês, mestres e obras que preservam essa arte centenária. Resultado de uma ampla pesquisa histórica, técnica e fotográfica, o projeto percorre cidades como São Paulo, Santo André, Campinas e Itu, revelando os processos de criação e restauração de vitrais artísticos ainda em atividade.A iniciativa reúne sete produtos principais:1. Pesquisa: Uma pesquisa inédita sobre os ateliês e obras de referência, com registro fotográfico autoral e levantamento técnico;2. Exposição Virtual: Um site com exposição virtual interativa, acessível e bilíngue, que apresenta imagens, mapas e vídeos sobre a rota dos vitrais;3. Exposição fotográfica itinerante: 5 Exposições fotográficas, realizadas nos municípios de São Paulo, Campinas, Itu, Jundiaí e Sorocaba com material fotográfico oriundo dos 4 Safáris Fotográficos realizados, com garantia de transporte acessível para visitantes com deficiência e visitas guiadas e assessoradas por monitores treinados.4. Catálogo Digital: Um catálogo digital em PDF acessível, com textos curatoriais, linguagem simples e versão em leitura ampliada e audiodescrição;5. Catálogo impresso: Um catálogo impresso bilíngue, com textos em linguagem acessível, contendo textos curatoriais, linguagem simples e versão em alto contraste, além de imagens oriundas da pesquisa e as fotografias que compõem as Exposições fotográficas itinerantes;6. Safaris Fotográficos e Encontros Criativos: Quatro Safáris Fotográficos monitorados pelas cidades de São Paulo, Itatiba, Campinas e Itú, guiados por mediadores pedagógicos a fim de produzir o material fotográfico que integrará as 5 Exposições fotográficas itinerantes e dialogar sobre patrimônio cultural e o papel da fotografia na sua preservação, bem como, instruções sobre fotografia artística. Ambos com inscrições gratuitas e recursos de acessibilidade e inclusão contemplados;7. Minidocumentário: Registro da produção do projeto em suas diferentes etapas e atores e retrato dos processos, produtos e a origem, história e evolução dos vitrais no estado de São Paulo.O projeto inclui ainda uma sessão pública online, aberta a todos, para diálogo entre pesquisadores, vitralistas e público interessado. Todas as atividades são gratuitas e acessíveis, com versões em Libras, audiodescrição e formatos digitais compatíveis com leitores de tela. Classificação indicativa: livre.Duração total: 20 meses.Abrangência: estadual (05 municípios do Estado de São Paulo).

Objetivos

OBJETIVO GERALValorizar e difundir o patrimônio cultural e artístico representado pelos vitrais e seus fabricantes no Estado de São Paulo, integrando pesquisa, registro,mediação, difusão e acessibilidade, fortalecendo a identidade e os ofícios tradicionais ligados à arte do vidro.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1.Mapear e registrar o conjunto de vitrais, com temáticas não religiosas, localizados em edifícios e espaços culturais do Estado de São Paulo, com foco em obras de Casa Conrado, Vitrais Ton Geuer, D’Falco, Lê Vitrail, Moutinho e Figueiredo, entre outros.2.Realizar quatro safáris fotográficos para fotógrafos amadores e público interessado em geral, com acompanhamento técnico e diálogos sobre fotografia e patrimônio cultural.3.Selecionar e expor as melhores imagens captadas nos safáris em exposição fotográfica itinerante em São Paulo, Campinas, Itu, Jundiaí e Sorocaba.4.Produzir um mini documentário (20_25 min) retratando os processos, produtos e a história dos vitrais paulistas.5.Criar uma exposição virtual acessível, hospedada no site do Projeto - Heranças Vivas: Rota dos Vitrais do Estado de São Paulo, que além de reunir fotografias oriundas dos Safaris realizados previamente, apresenta também, entrevistas, vídeos e tour interativo.6.Elaborar catálogo bilíngue impresso e digital (português/inglês) com imagens, textos da pesquisa e mapas da rota.7.Realizar ações de formação e democratização, incluindo mediações, contrapartidas sociais.8.Garantir plena acessibilidade comunicacional e digital, conforme a IN 23/2025.

Justificativa

A arte dos vitrais, tradicionalmente associada à arquitetura sacra europeia, chegou ao Brasil acompanhando o processo de colonização e, sobretudo, as correntes migratórias e as transformações urbanas dos séculos XIX e XX. Originários da França e da Alemanha, os vitrais foram introduzidos nas construções religiosas como forma de filtrar e colorir a luz, narrando passagens bíblicas e exaltando valores espirituais por meio da estética luminosa. No Brasil, essa tradição se consolidou a partir da segunda metade do século XIX, quando o desenvolvimento urbano e o fluxo de imigrantes europeus trouxeram novas técnicas e saberes artesanais — entre eles, o ofício do vitralista.Em São Paulo, esse movimento encontrou terreno fértil com o crescimento das cidades impulsionado pelo ciclo do café e pela industrialização. Oficinas como a Casa Conrado, fundada em 1889 pelo alemão Conrado Sorgenicht Filho, tornaram-se referências na produção e restauração de vitrais, participando de projetos emblemáticos em igrejas, teatros e edifícios públicos. Ao lado dela, outras oficinas regionais — como Ton Geuer (Campinas), D’Falco (Itatiba), Lê Vitrail (Itu), Moutinho (Santo André) e Figueiredo (São Paulo) — perpetuam a arte do vitral, unindo tradição artesanal e inovação estética.A presença dos vitrais no Estado de São Paulo transcende o campo religioso, integrando-se à arquitetura urbana, particularmente encontrados nas residências históricas e nos espaços públicos. Edifícios como o Theatro Municipal, a Estação da Júlio Prestes e o Palácio dos Campos Elíseos ilustram a importância dessa linguagem artística na construção da identidade visual e cultural paulista na capital. Contudo, grande parte desse patrimônio permanece pouco documentada, e muitos de seus mestres e oficinas correm o risco de invisibilidade frente à produção industrial e à perda de saberes tradicionais.O projeto Rota dos Vitrais do Estado de São Paulo propõe mapear, documentar e difundir esse legado, valorizando os vitrais enquanto expressão artística, patrimônio histórico-cultural e atividade econômica vinculada à economia criativa. Por meio de registros fotográficos, audiovisuais e ações de mediação cultural, a iniciativa busca aproximar a população dos processos artesanais, estimular o turismo cultural e reconhecer o papel dos vitralistas na formação da paisagem urbana do estado.A proposta se alinha aos princípios da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet/Pronac), ao promover o acesso democrático à cultura, a preservação de bens culturais materiais e imateriais e o fortalecimento de cadeias produtivas criativas:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.X _ estimular a produção ou a coprodução de jogos eletrônicos brasileiros independentes.Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos;c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. Ao unir história, arte e memória, o projeto reafirma a relevância dos vitrais como parte do patrimônio cultural contemporâneo do Estado de São Paulo e do Brasil.

Especificação técnica

1. Pesquisa: Pesquisa histórica, documental e iconográfica, focada na origem, chegada ao Brasil e desenvolvimento da produção de vitrais, sobretudo localizada no Estado de São Paulo, os principais produtos desenvolvidos e os vitrais icônicos do Estado.2. Exposição Virtual: Site com exposição virtual interativa contendo 200 fotografias inéditas, além de imagens de arquivo, mapas e vídeos sobre a rota dos vitrais. Também inclui o material textual produzido a partir dos resultados de pesquisa;O site atua como plataforma central de difusão e acervo do projeto, estruturado em cinco seções principais:2A | Conteúdo da Pesquisa2B | Mapa da Rota, com georreferenciamento e breve histórico de cada local visitado;2C | Galeria de Imagens, apresentando fotografias, oriundas dos 4 Safáris Fotográficos realizados, com audiodescrição em português e inglês e legendas em português e inglês;2 D | Catálogo Digital, disponível para leitura online e download gratuito.2 E I Minidocumentário com duração entre 15 e 20 min. realizado durante todo o período de pré-produção e produção do Projeto contendo registros dos bastidores dos Safáris Fotográficos, dos Encontros Criativos e montagem das Exposições Itinerantes, além de entrevistas e depoimentos oriundos da pesquisa realizada.O site será desenvolvido em ambiente WordPress responsivo, com domínio próprio (.com.br), interface bilíngue e ferramentas de acessibilidade (WCAG 2.1 AA), garantindo navegação intuitiva e inclusão de todos os públicos.3. Exposição fotográfica itinerante: As 5 Exposições fotográficas serão realizadas nos municípios de São Paulo, Campinas, Itu, Jundiaí e Sorocaba em locais acessíveis, gratuitos, livres de barreiras físicas e localizados em regiões de fácil acesso e deslocamento. O material fotográfico oriundo dos 4 Safáris Fotográficos realizados, contempla 50 fotografias tratadas digitalmente e ampliadas e impressas em papel fotográfico na medida de 70 x 50 cm papel fotográfico microporoso de alto brilho e 130g/m². 4. Catálogo Digital: Um catálogo digital em PDF acessível, com textos curatoriais, linguagem simples e versão em leitura ampliada e audiodescrição;5. Catálogo impresso: O catálogo impresso bilíngue, terá formato: 21 × 21 cm e 150 páginas com miolo colorido. Capa em cartão 300 g/m², impressão a 4x0 cores e laminação fosca. O miolo em papel couchê fosco 150 g/m² e impressão 4x4 cores.6. Safaris Fotográficos e Encontros Criativos: Quatro Safáris Fotográficos monitorados pelas cidades de São Paulo, Itatiba, Campinas e Itú, guiados por mediadores pedagógicos e contarão com apoio de material pedagógico personalizado.7. Minidocumentário: O minidocumentário registrará todas as etapas de produção do projeto, destacando seus principais atores, bastidores e momentos marcantes, desde a pesquisa inicial até a realização dos Safaris Fotográficos, Encontros Criativos e a montagem das Exposições Itinerantes. A narrativa audiovisual abordará, também, os processos de criação e execução das atividades, os produtos resultantes e a trajetória histórica dos vitrais no Estado de São Paulo, sua origem, técnicas, artistas envolvidos e sua evolução como elemento construtivo.A captação será realizada com câmera pessoal e iluminação natural, priorizando a espontaneidade e o caráter documental das ações. O material passará por edição na etapa de pós-produção, com duração final estimada entre 15 e 20 minutos. O vídeo contará com recursos de acessibilidade, incluindo legendas descritivas, audiodescrição e janela em Libras (tradução em Língua Brasileira de Sinais), garantindo o acesso integral de todos os públicos.

Acessibilidade

O projeto contempla ações de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo o acesso pleno de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida a todas as suas etapas e produtos.Acessibilidade Física:SAFARIS FOTOGRÁFICOS: visitas monitoradas pelas cidades do Estado de São Paulo serão planejadas considerando trajetos acessíveis, com rampas, calçadas niveladas, banheiros adaptados e acesso facilitado a transporte público. Sempre que possível, serão priorizados espaços culturais com acessibilidade universal, incluindo sinalização tátil e recursos de apoio. A equipe de mediação será capacitada para oferecer apoio individualizado e adequação de ritmo e percurso conforme as necessidades de cada grupo.EXPOSIÇÃO ITINERANTE: As mostras serão montadas em espaços culturais e públicos que atendam aos critérios de acessibilidade física, incluindo rampas, pisos táteis, corrimãos, sinalização em braile e banheiros adaptados. A disposição das obras e painéis respeitará a circulação de cadeiras de rodas e pessoas com mobilidade reduzida, garantindo ampla visibilidade e conforto. Serão adotadas medidas para facilitar o acesso de pessoas com deficiência visual e auditiva, por meio de recursos táteis, audiodescrição e vídeos com legendas e Libras.CATÁLOGO IMPRESSO: O catálogo será desenvolvido segundo princípios de acessibilidade comunicacional, com uso de tipografia legível, contraste adequado entre texto e fundo e diagramação que favoreça a leitura. Será disponibilizada versão digital acessível, compatível com leitores de tela, garantindo o acesso de pessoas com deficiência visual. Além disso, a linguagem adotada privilegiará clareza e inclusão, evitando termos técnicos sem explicação e tornando o conteúdo compreensível a públicos diversos.ENCONTROS CRIATIVOS: As atividades presenciais ocorrerão em locais com infraestrutura acessível, incluindo rampas, elevadores, sinalização adequada e mobiliário adaptado. Os encontros e diálogos serão planejadas com dinâmica inclusiva, respeitando diferentes ritmos e formas de participação. Serão oferecidos recursos de acessibilidade comunicacional, como intérprete de Libras e materiais de apoio em formatos acessíveis. A equipe pedagógica receberá orientação específica para promover a plena participação de pessoas com deficiência.Acessibilidade de Conteúdo:SITE: O site com exposição virtual seguirá as Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG), assegurando contraste adequado, navegação por teclado e descrição textual das imagens. (Em caso de vídeos - terão legendas descritivas e versão com interpretação em Libras). CATÁLOGO DIGITAL e e-BOOK: O catálogo em PDF será produzido em formato acessível a leitores de tela, com texto alternativo nas imagens e opção de fonte ampliada. Serão incluídas audiodescrições e versões em linguagem simples para ampliar a compreensão dos conteúdos. ENCONTROS CRIATIVOS: Nas visitas monitoradas, haverá possibilidade de intérprete de Libras mediante agendamento e distribuição de materiais impressos acessíveis.Em consonância com o Decreto nº 10.845/2021 e com a Instrução Normativa nº 23/2025 – Art. 39, o projeto atenderá integralmente às normas de acessibilidade, destinando até 20% do orçamento total às ações descritas, de modo a assegurar a inclusão e a participação equitativa de todos os públicos.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto Rota dos Vitrais do Estado de São Paulo foram concebidas para garantir acesso público, gratuito e inclusivo aos seus produtos e atividades, ampliando a participação de diferentes públicos, faixas etárias e contextos socioculturais. Todas as atividades e exposições terão acesso gratuito, com inscrições abertas via site e amplamente divulgadas por meio das redes institucionais, priorizando estudantes, vitralistas, fotógrafos amadores, educadores e pessoas de comunidades periféricas.Os catálogos e eventuais materiais educativos serão distribuídos gratuitamente a escolas e centros culturais, reforçando o alcance formativo e a difusão do patrimônio cultural estudado. A versão digital do catálogo será acessível, elaborada em linguagem simples, versão bilíngue (português e inglês) e compatível com leitores de tela, garantindo acessibilidade comunicacional.O mini documentário será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, com recursos de Libras e audiodescrição, ampliando o acesso de pessoas com deficiência visual e auditiva. Os conteúdos da exposição virtual e demais materiais digitais também seguirão princípios de comunicação clara e inclusiva, assegurando ampla fruição.As exposições itinerantes serão realizadas em espaços públicos e culturais de livre acesso, garantindo a gratuicidade e a acessibilidade física e comunicacional. Os locais selecionados contarão com rampas, sinalização tátil, banheiros adaptados e acesso facilitado por transporte público, assegurando o acolhimento de todos os visitantes. A montagem das mostras respeitará fluxos acessíveis e incluirá recursos de mediação inclusiva, como audiodescrição, legendas e vídeos em Libras, ampliando a fruição de pessoas com deficiência. A itinerância permitirá a circulação do conteúdo por diferentes cidades do Estado de São Paulo, aproximando o público do patrimônio artístico dos vitrais e promovendo o acesso à cultura fora dos grandes centros.O catálogo impresso terá distribuição gratuita durante as exposições e será doado a escolas públicas, centros culturais e bibliotecas municipais, ampliando seu alcance educacional e social. Seu conteúdo será elaborado em linguagem clara e acessível, com versão bilíngue (português/inglês) e edição digital compatível com leitores de tela, garantindo acesso a pessoas com deficiência visual. O projeto gráfico priorizará tipografia legível, contraste adequado e diagramação inclusiva, de modo que a publicação atue como instrumento de formação, memória e democratização do conhecimento sobre o patrimônio dos vitrais no Estado de São Paulo.As atividades de Safaris Fotográficos serão gratuitas e abertas à comunidade, com inscrições acessíveis via site e prioridade para estudantes, fotógrafos amadores, educadores e vitralistas. As rotas serão planejadas de forma a garantir trajetos acessíveis, com calçadas niveladas, rampas, banheiros adaptados e pausas programadas para diferentes ritmos de locomoção. A equipe de mediação receberá capacitação específica para atender pessoas com deficiência física, visual ou auditiva, e para promover a inclusão plena durante o percurso. A ação busca estimular o olhar criativo e participativo do público, integrando experiência artística, aprendizado e vivência urbana, e consolidando o compromisso do projeto com a formação de novos públicos e a democratização do acesso à arte.Para promover o diálogo e o envolvimento direto do público, o projeto realizará uma sessão online aberta, de caráter formativo, estimulando o intercâmbio entre equipe, participantes e interessados, e fortalecendo a rede de valorização dos vitrais paulistas.Em conjunto, essas ações reafirmam o compromisso do projeto com a democratização cultural, a livre circulação do conhecimento e a ampliação de públicos, em consonância com os princípios da Lei Rouanet e das políticas de acesso à cultura.

Ficha técnica

Coordenação Geral | ELISABETE BARBOSA CASTANHEIRAResponsável pela gestão global do projeto, acompanhamento administrativo e orçamentário, supervisão das etapas e interlocução com o Ministério da Cultura. Coordena a execução técnica, artística e financeira, assegurando o cumprimento dos prazos, a conformidade com a legislação vigente e a coerência entre pesquisa, difusão e acessibilidade. Atua também na validação dos conteúdos curatoriais e na supervisão das equipes de produção, pesquisa e comunicação.Currículo resumido:Designer de formação, com doutorado e mestrado em Arquitetura & Urbanismo; MBA em Artes Visuais - Curadoria, Museologia e Gestão de Exposições; e graduada em Comunicação Visual pela FAAP - Fundação Armando Álvares Penteado, Elisabete Castanheira é pesquisadora e consultora no desenvolvimento de projetos de design. Com experiência de mercado e acadêmica é, atualmente, docente universitária dos de Arquitetura e Urbanismo (USF - Universidade São Francisco e UNISA – Universidade Santo Amaro). Em 2017 integrou o grupo de 20 profissionais brasileiros que representou o Brasil no júri do Prêmio Cannes Lions, na categoria design de produto e coordenou a equipe que elaborou o dossiê vitorioso de candidatura de Brasília à Rede de Cidades Criativas da UNESCO, para a categoria Design. Desenvolveu uma longeva parceria com a Associação Objeto Brasil, OSCIP cujo objetivo era divulgar e fomentar o artesanato e o design no Brasil e exterior, tendo desenvolvido inúmeros projetos de curadoria e pesquisa. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7440090624630380Paulo E. Borzani Gonçalves | Coordenação ExecutivaDoutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie - UPM (2016) , Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade São Judas Tadeu - USJT (2009), MBA em Planejamento e Gestão Educacional pela Universidade São Francisco - USF (2023) e graduado em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário Belas Artes - Febasp (1989) todos de São Paulo - SP. Coordenador dos cursos de Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Francisco - USF e Titular da SAIS e-Learning - Soluções em Aprendizagem Interativa Sistematizada - EaD. Conselheiro Titular do O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (CONDEPHAC), do Município de Bragança Paulista e do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Cultural e Turístico do Município de Itatiba e do Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (CONDEPACC).Lattes: http://lattes.cnpq.br/2428187823256510Lilian Nunes da Costa | PesquisaLilian Nunes da Costa é graduada em Letras e Linguística, mestre e doutora em Linguística - Estudos Clássicos (Unicamp, com estágio de doutorado sanduíche na Ruprecht-Karls Universität – Heidelberg, Alemanha) e especialista em Planejamento e Gestão Educacional e História e Educação Afro-brasileira (USF). Com ampla vivência acadêmica, vem atuando na coordenação de núcleos (licenciaturas, formação geral) e de cursos(sobretudo o de Letras – Português e Inglês), além de realizar a assessoria pedagógica em diversos âmbitos, com destaque para a pós-graduação lato sensu e o curso de Medicina da Universidade São Francisco. Autora, tradutora e revisora de materiais didáticos, têm experiência no uso de softwares de edição de texto e de CAT tools.Lattes: http://lattes.cnpq.br/0080713596440124Dennis Flores de Souza | Coordenação DigitalDoutor em Arquitetura, Tecnologia e Cidade (2014) e Mestre em Engenharia Civil (2010) pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2006) e licenciado em Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano (2010). Possui MBA em Planejamento e Gestão Educacional pela Universidade São Francisco (2022). Atualmente cursa Engenharia de Software na Universidade São Francisco. Desde 2014, atua como docente no curso de Arquitetura eUrbanismo da Universidade São Francisco, onde também exerce a função de Assessor da Coordenação desde 2019. Sua experiência profissional e acadêmica concentra-se na área de Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em pesquisas sobre iluminação (natural e artificial), o uso de tecnologias digitais — como impressão 3D e prototipagem rápida — e, mais recentemente, as aplicações deInteligência Artificial Generativa no processo de projeto arquitetônico.Lattes: https://lattes.cnpq.br/9121722771935620Marcelo Fernandes Piovani | Coordenação de ProduçãoDocente do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade SãoFrancisco, campus Campinas, Bragança Paulista e Itatiba. Mestre emUrbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2015).Licenciado em Artes Visuais pela UNIPLENA (2017). Graduado emArquitetura e Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2008). Graduando em Engenharia Civil na Universidade São Francisco. Proprietário do escritório de Arquitetura Marcelo Piovani - Arquitetura e Construção.Lattes: https://lattes.cnpq.br/0578444890433900Patrícia Marcucci Kulaif | Coordenação de ComunicaçãoArquiteta e Urbanista de formação, pela Universidade Anhembi Morumbi em 2012, especialista pela Universidade Anhembi Morumbi em Metodologia da Educação no Ensino Superior, e Mestre em Design pela Universidade Anhembi Morumbi com dissertação intitulada "A Forma na Paisagem: Praça da Artes (SP,2012) e Museu do Amanhã (RJ,2015). MBA em Planejamento e Gestão Educacional pela Universidade São Francisco - USF (2024). Atualmente é docente no curso de arquitetura e urbanismo na Universidade São Francisconas disciplinas de planejamento e projetos urbanos, projetos arquitetônicos e trabalho de conclusão de curso. É também coordenadora e docente do curso de Pós Graduação Latu Sensu de Neuroarquitetura na Universidade São Francisco.Lattes: http://lattes.cnpq.br/3727091816167026Leandro Bueno | Coordenação TécnicaArquiteto e urbanista formado pela Universidade Paulista – UNIP (2006) e pós-graduado em Gestão de Marketing pelo UNISAL. Desde 2014 é docente no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Francisco, onde ministra componentes relacionados a representações artísticas, projetos e história da arquitetura e da arte. Paralelamente à atividade acadêmica, atua em projetos de arquitetura, articulando prática profissional e ensino.Lattes: https://lattes.cnpq.br/3547044024456167

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.