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PRONAC 2513541Autorizada a captação total dos recursosMecenato

(De)ssincronizando o ocidente

MARIANA DE SOUZA FERREIRA LTDA
Solicitado
R$ 938,7 mil
Aprovado
R$ 938,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisSão Paulo São Paulo

Resumo

(De)ssincronizando o Ocidente é uma exposição e uma instalação audiovisual imersiva que investiga os desencontros e ressonâncias entre tempos, técnicas e cosmologias, a partir de uma experiência de pesquisa de campo na China realizada por Marcelo Maia e Natacha Rena em 2023. Em um ambiente com múltiplas telas, videowalls, paisagens sonoras e mobiliário expográfico tátil, a exposição propõe um gesto de "dessincronizar" o olhar ocidental — abrindo espaço para ritmos sociais mais plurais e não lineares. O projeto prevê a realização da exposição em Belo Horizonte e São Paulo, Conversas Públicas com artistas-pesquisadores e o filósofo chinês Yuk Hui, performance sonora na abertura com o músico Lowmonotone, livro-catálogo impresso e digital de distribuição gratuita e publicação do acervo sonoro e site documental. Todas as ações serão gratuitas, com ações educativas e políticas robustas de democratização e acessibilidade.

Sinopse

SINOPSEExposição (De)ssincronizando o ocidenteA exposição apresenta uma instalação audiovisual imersiva que investiga os encontros e desencontros entre tempos, técnicas e visões de mundo. Composta por um conjunto de telas dispostas em cavaletes metálicos de diferentes alturas e orientações, a obra cria um ambiente em constante transformação, onde imagens e sons urbanos capturados em viagens pela China e pelo Brasil se (de)sincronizam em fluxos visuais e sonoros.O visitante percorre um espaço de múltiplos ritmos, onde o som — ora disperso, ora uníssono — se torna matéria viva de recomposição. A instalação propõe uma experiência sensorial e filosófica sobre a ideia de sincronização como paradigma ocidental de progresso e controle, contraposta às temporalidades locais e às formas outras de coexistência e criação tecnológica.Dialogando com referências como os cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi e a obra “Uma Vista” (2002) de Cássio Vasconcellos, a exposição entrelaça tempo, deslocamento e percepção para revelar uma paisagem em recomposição contínua — uma meditação estética sobre o que emerge quando mundos e técnicas se desencontram, mas continuam a ressoar.Mobiliário superfície-gráfica de suporte expositivoO Mobiliário superfície-gráfica de suporte expositivo foi concebido especialmente para a exposição como elemento narrativo e material da instalação. Trata-se de um conjunto modular de estruturas que combinam função expositiva e expressão gráfica, funcionando como suporte físico e conceitual para objetos, livros, imagens e documentos do projeto.Suas superfícies são gravadas em baixo-relevo a laser, inspiradas nas técnicas tradicionais de entalhe e marchetaria chinesas, evocando a relação entre arte, técnica e tempo. As gravações formam uma trama visual que remete às cronologias descontínuas e sobrepostas que estruturam a exposição — um modo de narrar por camadas, intervalos e recomposições.Além de sua função prática, o mobiliário atua como dispositivo de leitura e memória, revelando, através das texturas e marcas, a passagem entre temporalidades distintas. Assim, transforma-se em uma superfície de pensamento, onde o fazer artesanal e a tecnologia digital se encontram para expressar a continuidade entre o material, o simbólico e o histórico.Contrapartida Social / Conversas PúblicasAs Conversas Públicas integram a contrapartida social da exposição configurando-se como um espaço aberto de diálogo entre artistas, pesquisadores, técnicos, estudantes e o público em geral. O formato propõe encontros presenciais em torno dos processos de criação, pesquisa e montagem da exposição, compartilhando experiências, relatos e reflexões que emergiram durante o projeto.Mais do que uma fala institucional ou explicativa, as Conversas Públicas são pensadas como momentos de troca. Esses encontros abordam temas como tecnodiversidade, arte e urbanização.Livro / Catálogo TrilíngueO Livro-Catálogo Trilíngue (português, inglês e chinês) reúne os registros, textos e reflexões da exposição (De)ssincronizando o Ocidente, funcionando simultaneamente como catálogo, ensaio visual e documento de processo. A publicação articula imagens da instalação, registros das viagens de pesquisa, textos curatoriais, ensaios teóricos e depoimentos dos artistas.Performance Áudio-VisualA performance áudio-visual será apresentada durante a abertura pública da exposição, transformando registros sonoros em ato de recomposição ao vivo. Sons capturados em cidades da China — vozes, ruídos, tráfegos, máquinas, passos — são editados, processados e reinterpretados em tempo real, criando uma paisagem sonora em movimento.Inspirada no conceito de paisagem sonora desenvolvido por R. Murray Schafer, a performance entende o som como parte essencial da experiência estética e ambiental. Aqui, ele deixa de ser documento e passa a ser matéria de invenção, oscilando entre dispersão e unidade até se reorganizar em ritmos cíclicos e uníssonos, que refletem o movimento entre desincronização e reencontro.Executada pelos artistas Alemar Rena e Marcelo Maia, a ação utiliza a própria instalação audiovisual como instrumento performativo, integrando imagem, som e espaço.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Realizar uma experiência artística e reflexiva sobre tempos, técnicas e modos de vida, por meio de uma instalação audiovisual imersiva que convoca o público a experimentar descompassos e convergências entre ritmos civilizacionais, contribuindo para a circulação de bens culturais e para o debate contemporâneo sobre pluralidade temporal e tecnodiversidade.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Realizar a exposição (De)ssincronizando o Ocidente em Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP), com entrada gratuita.- Desenvolver instalação audiovisual imersiva com 16_24 telas e 2 videowalls, articulando registros visuais e sonoros de pesquisa.- Oferecer abertura pública com performance sonora com Lowmonotone em cada uma das cidades- Realizar Conversas Públicas com os artistas-pesquisadores e o filósofo Yuk Hui.- Publicar o catálogo impresso (1.000 exemplares) e edição digital aberta;- Disponibilizar o acervo sonoro em plataforma de livre acesso e site documental do projeto.- Implementar políticas de democratização (gratuidade; cotas para escolas públicas e comunidades) e acessibilidade (física, visual, auditiva e cognitiva).- Desenvolver ações educativas vinculadas à rede pública de ensino, a centros culturais e universidades nas duas cidades.- Implantar plano de comunicação multiplataforma (inclusive descrições #pracegover e tradução de conteúdos), assegurando alcance ampliado.- Estabelecer indicadores de acompanhamento e avaliação (público, participação de grupos prioritários, acessibilidade, alcance digital, satisfação e aprendizado).No total, serão realizadas 2 exposições com performance sonora em Belo Horizonte e São Paulo, 2 bate-papos de abertura com convidados, publicação de catálogo com 1.000 exemplares.

Justificativa

O projeto (De)ssincronizando o Ocidente propõe uma inflexão crítica e sensível diante das formas de tempo, técnica e conhecimento impostas pela modernidade ocidental. Em vez de representar a China ou narrar um encontro cultural, ela experimenta — por meio da imagem, do som e do espaço — o que ocorre quando diferentes ritmos civilizacionais se cruzam, se desajustam e se transformam mutuamente.Sua relevância está em traduzir uma experiência de descompasso — não como erro, mas como potência —, revelando modos alternativos de perceber o tempo, o desenvolvimento e a própria noção de progresso. Em tempos de globalização acelerada, homogeneização tecnológica e sincronização digital, a exposição atua como um gesto de resistência estética e filosófica, propondo a desaceleração, o desvio e a escuta de outras temporalidades.A exposição toma como referência o pensamento do filósofo Yuk Hui, cuja noção de tecnodiversidade propõe uma alternativa à homogeneização tecnológica e cultural imposta pela ideia de uma única modernidade. Hui argumenta que cada sociedade desenvolve suas próprias formas de técnica, enraizadas em cosmologias, histórias e modos de pensar específicos, e que reconhecer essas diferenças é fundamental para imaginar futuros não subordinados à lógica da singularidade tecnológica. Essa perspectiva sustenta a proposta curatorial da mostra, que busca tornar visíveis as divergências, os descompassos e as coexistências entre diferentes ritmos civilizacionais, técnicos e sensoriais.Assim, (De)ssincronizando o Ocidente não é apenas uma experiência artística, mas também uma proposição teórica e política: reabrir o campo do sensível para tempos, histórias e cosmotécnicas que escapam ao padrão linear da modernidade. Trata-se de uma prática de reequilíbrio entre mundos — um convite a reaprender a ver, ouvir e existir em um planeta plural.A exposição reúne quatro dispositivos que articulam imagem, som e matéria em um mesmo ambiente expositivo. A instalação audiovisual imersiva ocupa o espaço com um conjunto de telas montadas em cavaletes metálicos de diferentes alturas e orientações, exibindo vídeos e sons que se desalinham e reencontram em ciclos variáveis. Por meio da instalação audiovisual — em que cada tela e som segue seu próprio ritmo, mas por instantes se alinha ao conjunto —, a exposição materializa a tensão entre sincronismo e diferença, ordem e variação, universal e local. Em um plano de fundo um video wall documental apresentando registros de campo realizados na China, compondo um relato visual narrativo estruturado. O mobiliário superfície-gráfica de suporte expositivo, desenvolvido especialmente para a mostra, integra madeira e metal com gravações a laser inspiradas em técnicas chinesas de entalhe, funcionando como estrutura narrativa para a exposição de objetos. Durante a abertura, uma performance audiovisual transforma as paisagens sonoras em composição ao vivo.Como ação para democratizar e ampliar o acesso ao conteúdo do projeto, será publicado o catálogo impresso (1.000 exemplares) e edição digital aberta, que será disponibilizada juntamente com o acervo sonoro na plataforma documental do projeto. Também serão realizadas as Conversas Públicas nas duas cidades que receberão as ações do projeto, com a participação dos artistas-pesquisadores e o filósofo Yuk Hui como Contrapartida Social voltada à rede pública de ensino, a centros culturais e universidades nas duas cidades. O bate-papo será um momento aberto ao público em que os artistas e demais integrantes da equipe de produção compartilharão os processos, experiências e relatos vividos durante a realização da exposição, seguido de uma conversa interativa com o público.Para consolidar e aprofundar o conteúdo artístico do projeto, três anos após a primeira expedição, os artistas retornam à China em uma nova viagem-residência dedicada à curadoria de texturas, paisagens visuais e sonoras, vozes e temporalidades. Ao longo de três a quatro semanas de campo, serão revisitados os pontos-chave da investigação de 2023, agora com registros audiovisuais profissionais — fotografia, vídeo e som — voltados tanto à ampliação do acervo expositivo quanto à elaboração de um documentário em vídeo. Essa nova etapa também incluirá o levantamento de técnicas e materiais tradicionais, e a coleta de cerâmicas e outros objetos que integrarão o conjunto da mostra. O resultado desse processo será reunido em um caderno de campo, documento que será incorporado à exposição como parte essencial de sua narrativa.O projeto (De)ssincronizando o Ocidente se ancora na Lei nº 8.313/1991, especialmente nos artigos 1º e 2º, que tratam da promoção, difusão, formação e fruição de bens e atividades culturais, bem como da preservação de referências e saberes. O apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental para a realização do projeto e se mostra como importante ferramenta para possibilitar a experimentação artística e filósofica.

Estratégia de execução

* Os artistas-curadores e músico convidado da performance são funcionários públicos federais e não irão receber para execução de suas ações no projeto, respeitando a normativa vigente. * Locação ou aquisição de eequipamento será definido com ma mior economicidade. No caso de aquisição de equipamentos, os mesmos serão doados para a Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais, para uso e aproveitamento da escola em suas atividades culturais.PRODUTO EXPOSIÇÃO- Exposição - 2 cidades - gratuita - Instalação audiovisual - 2 cidades - gratuita- Performance de abertura - 2 cidades - gratuita- Disponibilização no site - online - gratuitaPRODUTO LIVRO- 1 catálogo trilingue - distribuição gratuita nas duas cidades e versão onlinePRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL- Conversas Públicas de abertura - 2 cidades - gratuita

Especificação técnica

Especificações técnicas do produtoEXPOSIÇÃO Mobiliário superfície-gráfica de suporte expositivoEstrutura e materiaisMaterial base: madeira multilaminada de reflorestamento (pinho ou tauari), certificada FSC.Acabamento: verniz fosco natural, com proteção UV e camada final de cera microcristalina.Dimensões modulares:Módulos base: 90 × 60 × 75 cm (altura da superfície)Módulos verticais: 90 × 60 × 120 cmEspessura da chapa: 25 mmSistema construtivo: encaixes tipo “pino e espiga” (sem parafusos aparentes), inspirados nas técnicas tradicionais de marcenaria chinesa (Sunmao).Montagem: modular e reversível, com ferragens ocultas e travas metálicas internas.Pés: base de borracha natural antiderrapante, permitindo nivelamento.Superfícies gráficasTipo de gravação: baixo-relevo cortado a laser (profundidade 2–3 mm).Referência estética: entalhe e marchetaria chinesa (tihua e xiangqian).Materiais para gravação: compensado de madeira nobre com superfície tratada a óleo vegetal.Motivos gráficos: abstrações derivadas de formas cerâmicas, cronologias dinásticas e padrões ornamentais chineses, reinterpretadas em linguagem contemporânea.Tecnologia empregada: corte a laser CNC com precisão de 0,01 mm; arquivos vetoriais produzidos em software.Configuração espacialDisposição: módulos combináveis entre si (em linha).Iluminação dedicada: spots focais, com temperatura de cor 3.000 K (luz quente difusa).Conteúdo expostoOs módulos abrigam:Objetos cerâmicos selecionados entre outros objetos selecionados em viagem;Fragmentos de materiais e documentos;Inscrições em relevo que sugerem uma “cronologia por matérias”, relacionando tempo, técnica e civilização.Instalação audiovisual imersivaEstrutura física e espacialEspaço expositivo: sala ampla, de planta livre, piso contínuo e paredes neutras.Suportes: cavaletes metálicos individuais (suportes de TV com base e haste regulável), dispostos de maneira randômica no espaço.Número de telas: entre 16 e 32 televisores LED (55”) em posições variadas.Orientações das telas: vertical e horizontal.Inclinação: alguns monitores inclinados para cima (ângulo de até 30°) e outros para baixo, criando variação perceptiva de perspectiva e escala.Alturas variáveis: entre 40 cm e 180 cm do solo, simulando uma topografia de planos de imagem.Distribuição espacial: aleatória e não hierárquica — evocando o campo livre dos cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi e a recomposição visual fragmentada de Cássio Vasconcellos em Uma Vista (2002).Circulação: livre, sem roteiro predeterminado; o visitante pode atravessar o espaço em múltiplas direções, criando seu próprio percurso visual e sonoro.Sistema de vídeoFormato de exibição: vídeo digital Full HD (1920×1080).Duração dos vídeos: de 8 a 24 minutos cada, com ciclos contínuos de reprodução (loop). (múltiplos de 8)Conteúdo: fragmentos de paisagens urbanas, sons, vozes e deslocamentos captados durante o período de pesquisa na China (fotografias, vídeos, relatos e registros sonoros).Edição: cada vídeo é autônomo, mas sincronizável em determinados momentos — o conjunto forma ciclos de (de)sincronização visual planejados.Sincronismo programado: intervalos a cada 8 min em que imagens se alinham para formar uma composição única ou sequência sonora uníssona.Sistema de áudioSaída individual de áudio: cada TV possui seu próprio sistema de som ativo (alto-falantes embutidos).Mixagem espacial: a sobreposição sonora cria uma paisagem auditiva dinâmica, percebida em movimento.Fontes sonoras: gravações urbanas e rurais, vozes humanas, sons tecnológicos e música tradicional chinesa — processados digitalmente e distribuídos de modo independente.Picos de sincronismo: em determinados ciclos, todos os canais sonoros convergem em harmonia temporal ou tonal.Video WallFormato: Instalação audiovisual em múltiplas telas – módulos de vídeo documental. Será utilizado um Processador HDMI 3×3 Splitter para exibir vídeos em um vídeo wall ou em formato panorâmico / em linha. Estrutura físicaNúmero de módulos: 2 (instalados lateralmente ao mobiliário principal).Configuração de cada módulo: 3 × 3 telas (9 telas no total).Tamanho das telas: 55” (diagonal), resolução Full HD (1920×1080).Dimensão total do conjunto: aproximadamente 3,6 m de largura × 2,1 m de altura.Montagem: estrutura metálica modular com sistema VESA mount; ajuste de nivelamento e espaçamento mínimo (2–3 mm entre telas).Acabamento: estrutura aparente em metal preto fosco, sem molduras adicionais — enfatizando a continuidade da imagem.Sistema de vídeoReprodução: 1 processador HDMI 3×3 Video Wall Controller por módulo (1 entrada / 9 saídas HDMI).Fonte de vídeo: player de mídia digital dedicado (computador ou mini-PC com saída HDMI 4K).Conteúdo: edição documental baseada nos registros audiovisuais da viagem à China (fotografias, vídeos, entrevistas, sons urbanos, trajetos ferroviários, rituais, ruídos tecnológicos e paisagens).CATÁLOGO TRILINGUECatálogo: trilingue, impresso e digital - Capa: 48,3x24cm, 4x4 cores, Tinta Escala em Supremo 250g. Preparação CTP. Prova por pdf. Miolo: 420 pgs, 17x24cm, 4 cores, Tinta Escala em Off-set 90g. Preparação CTP. Prova por pdf. Lombada:19mm, Refile, Laminação Fosca, Nro de Lados 1(Capa), Dobrado(Miolo), Alceado(Miolo), Cola PUR, Dobra de orelha(Capa). Obs.: (Orelhas de 6 cm)

Acessibilidade

Produto: Exposição (De)ssincronizando o Ocidente / Instalação AudiovisualAcessibilidade física: realização em espaços com rampas, elevadores e banheiros adaptados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;Acessibilidade auditiva: presença de intérprete de Libras em todas as visitas mediadas, legendagem em português nos vídeos exibidos;Acessibilidade visual: uso de #pracegover nos materiais de divulgação; catálogo em braile; disponibilização de audiodescrição para conteúdos audiovisuais; visita tátil a modelos arquitetônicos;Acessibilidade cognitiva: monitores preparados para acolher pessoas com espectros ou síndromes que demandem suporte adicional.Produto: Contrapartida socialConversas PúblicasAcessibilidade física: realização em espaços com acessibilidade universal (rampas, elevadores, banheiros adaptados);Acessibilidade auditiva: intérprete de Libras em todas as atividades;Acessibilidade visual: descrição #pracegover em materiais; audiodescrição em caso de participantes com deficiência visual;Acessibilidade cognitiva: acompanhamento por assistente/monitor especializado; flexibilidade no ritmo das atividades para atender diferentes necessidades.Produto: LivroCatálogo TrilíngueAcessibilidade física: distribuição gratuita de parte da tiragem em bibliotecas públicas, escolas e instituições culturais acessíveis;Acessibilidade auditiva: não se aplica (produto escrito);Acessibilidade visual: versão digital compatível com leitores de telaAcessibilidade cognitiva: disponibilização de uma versão em “linguagem simples” no material digital.

Democratização do acesso

Todas as atividades previstas serão gratuitas para o público.Produto: Exposição (De)ssincronizando o Ocidente / Instalação Audiovisual- Entrada gratuita em todos os locais de realização;- Reserva de 20% das vagas/ingressos para escolas públicas e comunidades locais, assegurando prioridade a públicos historicamente afastados do acesso cultural;- Programação de visitas mediadas específicas para grupos escolares, com agendamento prévio.Produto: Contrapartida socialConversas Públicas- Oferta gratuita e aberta à comunidade;- Priorização de vagas para professores da rede pública, estudantes de universidades públicas e agentes culturais locais;- Realização de atividades em parceria com universidades, escolas e centros culturais comunitários.Produto: LivroCatálogo Trilíngue- Distribuição gratuita de exemplares impressos a bibliotecas públicas, universidades e escolas de arquitetura, história e artes;- Disponibilização de versão digital aberta no site.

Ficha técnica

Ficha técnicaArtistas-Curadores: Marcelo Maia e Natacha RenaMúsica e Performance: Alemar Rena (Lowmonotone) e Marcelo MaiaFilósofo palestrante: Yuk HuiVídeo: Tanto Expresso Direção de Produção: Mariana Ferreira Produções Produção: Vinicius Santos--Mariana Ferreira Produções - Direção de ProduçãoProdutora cultural com experiência em gestão e execução de projetos nas áreas de música, audiovisual e festivais. Atualmente, atua como Analista de Projetos no Instituto Inhotim. Em sua trajetória, integrou a equipe da Appa | CEFART, colaborando em ações de produção cultural, e da Nossa Senhora das Produções, onde participou de projetos como o Natal da Mineiridade e a Virada da Liberdade. No portfólio, destacam-se ainda trabalhos em eventos como o Savassi Festival, o Festival É Tudo Criança e o Prêmio BDMG Instrumental, com sólida atuação em produção artística, logística e elaboração de projetos culturais.Marcelo Maia - Artista-curadorMarcelo Maia é arquiteto e urbanista, com graduação em 1998, pós-graduação em Arquitetura Contemporânea, Design e Crítica (2001), mestrado (2006) e doutorado (2013) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP). Durante seu doutorado, realizou estágio na Media and Design Laboratory (LDM EPFL) em Lausanne, Suíça (2012), com financiamento da CAPES. Concluiu seu pós-doutorado em Ciências Econômicas na UERJ (2022-23), incluindo estágio pós-doutoral na School of Architecture and Urban Planning da HUST (SAUP-HUST), em Wuhan, China, com apoio do CNPq. Atualmente, é professor adjunto no Departamento de Planejamento Urbano da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), membro do Centro de Estudos Asiáticos Orientais (CEAO-UFMG) e professor visitante na SAUP-HUST, em Wuhan. Já atuou na gestão acadêmica como Vice-Reitor Acadêmico do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix (2007-2010) e Coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMG (2016-2021). Além disso, colaborou com o BASIS/INEP na avaliação e credenciamento de cursos de graduação. É vice-líder do Grupo de Pesquisa “Geopolítica e Planejamento Territorial (GeoPT)” e membro do “New Economics of Design (NEP)”. Coordena o projeto “Construção de Indicadores de Desenvolvimento Territorial em Grandes Projetos de Infraestrutura e Integração Transnacional”, financiado pelo CNPq. Também participa das iniciativas IndAtlas – Plataforma Tecnopolítica para Pesquisa Urbana e Sistemas Inteligentes de Transporte (FAPEMIG) e do Projeto MAPAS – Mapeamento, Análise, Prognóstico e Ações Socioambientais (UFMG, IFMG e VLI). Além da pesquisa e docência, é editor da revista Indisciplinar (Qualis B3), editor do @Geopoliticacanal, e curador-organizador da EXPO CHINA, evento de pesquisa e exposição sobre o desenvolvimento urbano chinês. A iniciativa envolve cartografia de 40 cidades da Belt and Road Initiative e mobilizou mais de 180 participantes, incluindo alunos de graduação e pós-graduação, palestrantes e convidados ilustres, como a ex-presidenta Dilma Rousseff e o Ministro Conselheiro da Embaixada da China, Qu Yuhui. Marcelo também possui atuação no campo das artes visuais e sonoras, tendo participado de exposições coletivas e individuais, além de ter recebido prêmios com trabalhos fotográficos e audiovisuais no Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), na Bienal de Arquitetura de São Paulo e no Salão Cataguases-Usiminas de Arte Contemporânea. Sua produção inclui arte digital e música eletrônica.Alemar Rena - Áudio produtor e músicoAlemar Rena é músico, produtor de áudio e professor, conhecido pelo nome artístico Lowmonotone. Sua trajetória atravessa a música eletrônica, o experimentalismo sonoro e a pesquisa em arte e tecnologia. Atua na criação de paisagens sonoras, performances e trilhas que exploram o som como matéria estética, ambiental e política, frequentemente em diálogo com o urbanismo, a filosofia e a ecologia. Como Lowmonotone, lançou em 2023 o álbum Wild Jungle, inteiramente composto, gravado e mixado por ele em Porto Seguro (BA), e em 2020 o álbum Avatarez, reafirmando seu interesse em fusões entre som digital, ritmos orgânicos e processos de autogravação. Em 2020, também lançou o projeto Rossi, uma homenagem musical a Reginaldo Rossi, em que une brega, rap e experimentação eletrônica, mostrando a amplitude de sua pesquisa sonora e cultural. Paralelamente à criação artística, Alemar é professor e pesquisador da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), onde atua em programas de formação em Artes e investiga temas ligados à tecnopolítica, comunicação em rede, arte eletrônica e processos coletivos de criação. Participou de redes como o Cidade Eletronika e o INCT Tecnopolíticas, voltadas a discutir as relações entre tecnologia, estética e território. Seus projetos articulam investigação sonora, experimentação digital e pedagogia artística, propondo modos sensíveis de escuta e criação coletiva que atravessam fronteiras entre arte, ciência e filosofia.Natacha Rena - Artista e Curadora Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Escola de Arquitetura da UFMG (1995). Mestre em Arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (2000). Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade de São Paulo (2006). Pós-doutora pela Universidad de Sevilla (2016). Professora Associada dos cursos de Arquitetura e de Design da EA UFMG, assim como dos programas de pós-graduação NPGAU e PACPS, ambos vinculados à EA UFMG. Atualmente também é Chefe do Departamento de História e Teoria da Arquitetura e do Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG e é professora visitante na HUST, Wuhan, China, onde realizou Estágio Pós-doutoral em 2023. Coordenou o CENEX - Centro de Extensão - da Escola de Arquitetura da UFMG entre 2011-2015 e entre 2017 e 2018, assim como, os Programas extensionistas: ASAS e DESEJACA, ambos premiados nacionalmente. Atualmente é vice-líder do Grupo de Pesquisa "Indisciplinar" e líder do Grupo de Pesquisa "Geopolitica e Planejamento Territorial (GeoPT)"; coordena o Programa de Extensão IndLab. Investigadora de 3 Projetos de Pesquisa: Cartografia da percepção popular do Orçamento Participativo em Belo Horizonte (Emenda Parlamentar); IndAtlas - Plataforma Tecnopolítica de investigação urbana (FAPEMIG); Geopolítica e Território (PRPQ/UFMG). Coordena 3 Projetos de Extensão: Cartografias Emergentes; Geopolítica e Cidades; Plataforma Urbanismo Biopolítico. Alguns livros publicados são: "III Seminário Internacional Urbanismo Biopolítico"; "II Seminário Internacional Urbanismo Biopolítico"; "I Seminário Internacional Urbanismo Biopolítico"; "Cidade Estado-Capital"; "Cidade Eletronika: Tecnopolíticas do comum: artes, urbanismo e democracia"; "Arte e Espaço: uma situação política no Século XXI"; "Design e Política"; "DESEJACA: arquitetura, artesanias e tecnologia social no Jardim Canadá". Publicou diversos artigos em periódicos, capítulos de livros, artigos completos em anais e em mais de 12 livros. Orientou mais de 90 trabalhos de iniciação científica/extensão e mais de 70 trabalhos de conclusão de curso. Organizou 21 eventos internacionais. Recebeu 37 prêmios e/ou homenagens. Desde 2000 participou de 18 projetos de pesquisa na UFMG, sendo que coordenou 12 destes. Atualmente é curadora e organizadora do evento-dispositivo de pesquisa-exposição EXPO CHINA e é coordenadora do projeto de pesquisa em inovação considerado Projeto de Desenvolvimento Tecnológico em uma parceria entre universidade (UFMG + IFMG) e empresa (VLI), denominado "Projeto MAPAS - Mapeamento, Análise, Prognóstico e Ações Socioambientais". Pesquisadora desde 2021 do grupo de pesquisa da Faculdade de Economia da UFMG "Núcleo de Estudos e Pesquisas em Economia da China (NEP-China)" junto com o Professor Elias Jabbour da UERJ.. Coordena a pesquisa "Bem viver + Ecocivilização, Arquitetura Saudável e Paisagem Cultural: construindo diretrizes tecnológicas para um Desenvolvimento de Alta Qualidade em tempos de Globalização Alternativa e Multipolar" (Chamada CNPq/MCTI No 10/2023) e participa da pesquisa "Construção de indicadores de desenvolvimento territorial envolvendo Grandes Projetos de Infraestrutura e Integração Transnacional (GPIIT)" (Chamada CNPq No 26/2021). Também criou e é atual presidente do Comitê de Rotas Culturais do ICOMOS/ Unesco no Brasil e coordena o Projeto de Extensão “Rotas Culturais e Infraestruturais” que tem como sua principal atividade produzir informação e divulgar as relações entre China e Brasil, tanto de logísticas comerciais quanto de trocas culturais. Realizou a curadoria da Exposição from the Tea Fields to the Ports”. Fonte: http://lattes.cnpq.br/5202973767095132Tanto Expresso - VídeoA TantoExpresso se especializou no desenvolvimento de ações de mobilização e educação ambiental, destacando a criação, planejamento e execução de ações educativas, didáticas, eventos públicos, projetos itinerantes, ações promocionais e lúdico - pedagógicas. Os projetos têm as premissas básicas de atingir a população local por meio da realização de eventos populares e divulgação para a sociedade em geral, reverberando o conteúdo através da comunicação online, gerenciamento de redes sociais, assessoria de imprensa e demais ferramentas de comunicação integrada. Esse tipo de ação tem um forte poder de mobilização, sensibilizando pessoas, envolvendo as comunidades e gerando mídia espontânea, nas esferas municipal, regional, estadual e nacional, como fato histórico e fator de memorização. Ao longo da sua trajetória no desenvolvimento de projetos de mobilização social e envolvimento com as comunidades, a TantoExpresso adquiriu know - how, expertise e metodologia própria, se tornando referência em Minas Gerais neste tipo de ação. Com o projeto Nadando com o Theo pelo Rio das Velhas desenvolvido para a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Governo de Minas Gerais em 2013 e 2014, a TantoExpresso foi reconhecida com dois méritos. Um deles foi o reconhecimento como “ Melhor Exemplo em Educação Ambiental pelo Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza 2015 ” da Revista Ecológico, uma das mais importantes publicações jornalísticas especializadas em meio ambiente e sustentabilidade do Brasil. Outra menção foi pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que em reunião de apresentação do projeto pela SEMAD no dia 25/09/2015, considerou a metodologia empregada como exemplo de atuação em Educação Ambiental, Mobilização Social e envolvimento do Poder Público e Sociedade no estado de Minas Gerais.Yuk Hui - Filósofo palestranteYuk Hui (Prof. Dr. phil. habil.) é Professor Titular de Filosofia na Erasmus University Rotterdam, onde ocupa a Cátedra de Condições Humanas e atua como diretor do Erasmus Institute for Philosophy and Technology. Hui estudou engenharia da computação na Universidade de Hong Kong e filosofia no Goldsmiths College, em Londres, onde escreveu sua tese de doutorado sob orientação do filósofo francês Bernard Stiegler (1952–2020). Obteve sua Habilitação em Filosofia. Foi professor na City University of Hong Kong e professor visitante na Universidade de Tóquio e na China Academy of Art. Desde 2020, é jurado do Prêmio Berggruen de Filosofia e Cultura (atualmente presidente do júri) e, desde 2014, atua como coordenador da Research Network for Philosophy and Technology. O filósofo Yuk Hui propõe o conceito de tecnodiversidade como uma alternativa à convergência tecnológica e cultural que culmina na chamada singularidade tecnológica. Em sua reflexão, Hui convida artistas, cientistas e intelectuais a reconhecerem que a técnica não é universal, mas múltipla — resultado de histórias, cosmologias e modos de pensamento diversos, muitas vezes não sincronizados com a modernização ocidental. Sua filosofia busca abrir espaço para diferentes formas de relação entre tecnologia, cultura e mundo, onde cada sociedade possa inventar su

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.