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O projeto "Raízes em Movimento: Companhia Afro Contemporânea Corpus Entre Mundos" dá continuidade e expansão às ações continuadas da companhia, contempladas pela Funarte, com o objetivo de fortalecer a dança afro contemporânea e a valorização da cultura negra no Brasil e na diáspora africana. A proposta, agora ampliada via Lei Rouanet, visa complementar a execução das atividades formativas, criativas e de circulação nacional e internacional, abrangendo aulas regulares, cursos de férias, residências artísticas, espetáculos, documentário e produção audiovisual acessível, garantindo melhores condições técnicas, artísticas e estruturais para a sustentabilidade e consolidação da companhia como referência na dança afro contemporânea.
Sinopse da Obra — Projeto “Raízes em Movimento”O projeto “Raízes em Movimento”, da Companhia Afro Contemporânea Corpus Entre Mundos, é uma ampla ação artístico-formativa que une criação, circulação, formação e difusão da dança afro contemporânea em âmbito nacional e internacional. O projeto contempla três grandes eixos estruturantes: produção artística, formação e mediação cultural e acessibilidade e difusão digital, configurando-se como um ciclo completo de atividades continuadas ao longo de 12 meses.No eixo artístico, o projeto inclui a manutenção e circulação do repertório da companhia, com destaque para os espetáculos “Memórias da Água”, “Semutsoc”, “Ekesa Sanko” e a nova criação “Dandara e Zumbi”, uma obra inédita que celebra as forças ancestrais, a resistência e o protagonismo negro no Brasil e na diáspora africana. As apresentações ocorrerão em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Luanda (Angola), Madri (Espanha) e Maputo (Moçambique), reafirmando o caráter transnacional da companhia e a valorização das heranças culturais afro-brasileiras e africanas.A proposta contempla ainda a realização de residências artísticas, temporadas de espetáculos, cursos regulares de dança, cursos de férias, e o programa formativo Corpus Vivências, que promove intercâmbios entre artistas e comunidades periféricas. Além das apresentações, o público poderá participar de bate-papos pós-espetáculo, ações de mediação cultural, e oficinas de dança afro contemporânea, proporcionando experiências de imersão na linguagem da companhia.No eixo formativo, serão gravadas e disponibilizadas 24 videoaulas inéditas na plataforma Ngangudance, ampliando o alcance do projeto e permitindo o acesso gratuito ao conteúdo pedagógico de dança afro contemporânea para estudantes e artistas de todo o Brasil e do exterior. As aulas abordarão fundamentos técnicos, históricos e simbólicos da dança afro-brasileira, com a participação de professores convidados e mestres da cultura popular.O eixo de acessibilidade e democratização garante que todas as ações contem com recursos de Libras, audiodescrição, legendas, materiais em Braille e acessibilidade digital, assegurando o acesso de pessoas com deficiência física, auditiva e visual. Todas as apresentações terão tradução simultânea e mediação inclusiva, além de espaços acessíveis ao público.O projeto também prevê a produção de um documentário audiovisual que registrará todo o processo — dos ensaios às apresentações — evidenciando os bastidores, a poética e os impactos sociais e culturais da companhia.A obra e as atividades de “Raízes em Movimento” são indicadas para todas as idades e têm como classificação livre, por seu caráter educativo, poético e intercultural. O projeto propõe uma celebração do corpo negro, da ancestralidade, da espiritualidade e da coletividade, unindo tradição e contemporaneidade em uma proposta artística que dialoga com o Brasil, a África e o mundo.Em síntese, “Raízes em Movimento” é mais do que um espetáculo: é um movimento vivo de continuidade cultural, que busca afirmar o papel da dança afro contemporânea como linguagem de resistência, memória e transformação social.
Objetivo Geral: Fortalecer e ampliar as ações da Companhia Afro Contemporânea Corpus Entre Mundos, consolidando-a como uma referência nacional e internacional na dança afro contemporânea, por meio da formação, criação, circulação e difusão de obras e conteúdos que valorizam as culturas negras do Brasil e da diáspora africana. O projeto tem como finalidade garantir a continuidade das atividades já contempladas pela Funarte _ Ações Continuadas, ampliando seu alcance e impacto sociocultural com o apoio complementar da Lei Rouanet (SALIC). Busca-se assegurar condições estruturais e financeiras para o pleno desenvolvimento das ações formativas, artísticas, pedagógicas, técnicas e de acessibilidade, promovendo a sustentabilidade e a autonomia da companhia a longo prazo. Objetivos Específicos:1- Garantir a sustentabilidade estrutural e artística da companhia, complementando o apoio da Funarte com recursos da Lei Rouanet para cobrir lacunas orçamentárias e permitir uma execução completa e qualificada das ações previstas para o biênio 2026_2027.2- Valorizar e difundir a dança afro contemporânea por meio da realização de circulações nacionais e internacionais, levando os espetáculos Memórias da Água, Em Suas Marcas e Dandara e Zumbi a cidades como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Luanda (Angola), Maputo (Moçambique) e Madri (Espanha).3- Realizar ações formativas gratuitas e acessíveis, incluindo aulas regulares, cursos de férias e residências artísticas, atendendo cerca de 3.500 pessoas por ano, com foco em estudantes da rede pública, artistas negros, pessoas LGBTQIA+ e com deficiência.4- Complementar a remuneração da equipe artística e técnica principal (direção artística, coreógrafo, ensaiadora, produção executiva, bailarinos e equipe técnica), de modo a garantir remunerações compatíveis com a carga de trabalho e a importância artística e pedagógica do projeto.5- Ampliar a equipe técnica e operacional, contratando novos profissionais especializados em acessibilidade, logística, iluminação, figurino, tradução, documentação audiovisual e produção executiva, fortalecendo a infraestrutura humana da companhia.6- Aprimorar as condições técnicas das produções cênicas, com investimentos adicionais em figurinos, equipamentos de luz e som, seguros, transporte, manutenção e acessibilidade, garantindo apresentações de alto padrão técnico e artístico.7- Produzir e divulgar conteúdos audiovisuais acessíveis, com gravação de 24 videoaulas, produção de um documentário e materiais educativos sobre o projeto e os processos de criação, com legendas, audiodescrição e Libras, ampliando o acesso ao público digital via plataforma Ngangu Dance e redes sociais.8- Fortalecer as ações de mediação cultural e acessibilidade, garantindo intérpretes de Libras, materiais em Braille, audiodescrição e apoio especializado em todas as apresentações e oficinas, estimulando o diálogo com o público e a inclusão plena.9- Aprimorar a comunicação institucional e visibilidade pública da companhia, com estratégias de marketing cultural, assessoria de imprensa, campanhas digitais e materiais gráficos, reforçando a imagem da Corpus Entre Mundos como um polo de referência artística afro-brasileira e afro-diaspórica.10- Promover intercâmbios culturais entre Brasil, África e Europa, fomentando parcerias com instituições e artistas de Angola, Moçambique, França e Espanha, criando redes de colaboração e fortalecendo o protagonismo negro no cenário internacional da dança.11- Desenvolver ações de bem-estar e sustentabilidade artística, incluindo atendimentos de fisioterapia, acupuntura e prevenção de lesões, assegurando a saúde física e emocional da equipe diante da intensa rotina de ensaios e apresentações.12- Fomentar a educação e sensibilização ambiental, adotando práticas sustentáveis em todas as etapas do projeto — desde o reaproveitamento de figurinos e materiais até o uso racional de energia e recursos — integrando a arte à consciência socioambiental.13- Assegurar a gestão e transparência dos recursos captados, com apoio técnico-contábil especializado, acompanhamento orçamentário contínuo e relatórios detalhados de execução, garantindo o cumprimento das metas e a excelência na prestação de contas.14- Ampliar o impacto cultural e social da companhia, fortalecendo a formação de público e o reconhecimento da dança afro contemporânea como patrimônio imaterial e expressão da identidade negra, contribuindo para a democratização do acesso à cultura no Brasil e no exterior.
A presente proposta visa a complementação financeira e estrutural do projeto aprovado pela Funarte _ Programa de Apoio a Ações Continuadas, por meio do Mecanismo de Incentivo Fiscal da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet / SALIC), conforme previsto nos incisos I, II, III e V do Art. 1º da referida norma, que reconhecem a importância do apoio, incentivo e valorização das artes cênicas, da preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro e do estímulo à formação artística e cultural.O projeto da Companhia Afro Contemporânea Corpus Entre Mundos, sob direção de Lenna Siqueira e Dilo Paulo, tem o objetivo de garantir a continuidade, o fortalecimento e a ampliação de suas ações artísticas, pedagógicas e de circulação, desenvolvidas ao longo de mais de uma década de trajetória. A companhia atua de forma ininterrupta na criação e difusão da dança afro contemporânea, sendo reconhecida por integrar referências da cultura afro-brasileira, das danças tradicionais angolanas e da linguagem contemporânea em uma pesquisa estética singular, de profundo impacto artístico e social.A Lei Rouanet apresenta-se como o instrumento ideal para complementar o apoio já concedido pela Funarte, uma vez que permite captar recursos adicionais da iniciativa privada e de pessoas físicas, sem sobreposição de valores, para cobrir lacunas de investimento que inviabilizariam a execução completa do cronograma já aprovado. O incentivo fiscal torna possível remunerar de forma adequada a equipe artística e técnica, contratar novos profissionais, investir em acessibilidade, infraestrutura, circulação internacional e comunicação — dimensões que garantem a sustentabilidade e expansão das ações culturais previstas.O projeto se enquadra ainda nos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, especialmente nos incisos:I _ Estimular a produção e difusão cultural e artística nacional: por meio da realização de espetáculos, residências, cursos e circulação nacional e internacional de obras de dança afro contemporânea, promovendo o intercâmbio entre artistas do Brasil, África e Europa.II _ Proteger e valorizar o pluralismo cultural e a diversidade étnica: fortalecendo a representação e visibilidade de artistas negros, periféricos e da diáspora africana, e reafirmando a dança afro contemporânea como expressão viva da identidade afro-brasileira.III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais brasileiras e regionais: integrando linguagens artísticas, saberes tradicionais e experiências contemporâneas, que representam de maneira autêntica o diálogo entre ancestralidade e contemporaneidade.IV _ Proporcionar meios para que a população em geral tenha acesso às fontes da cultura nacional: por meio de ações formativas gratuitas, mediação cultural, videoaulas acessíveis, espetáculos com audiodescrição, Libras e materiais em Braille.V _ Priorizar o acesso da população trabalhadora aos bens culturais: garantindo a descentralização geográfica e social, com atividades em escolas públicas, centros culturais e comunidades periféricas.VII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de caráter educativo e informativo: através da gravação de 24 videoaulas, do documentário "Memórias da Água _ Ancestralidade em Movimento", e da produção de kits pedagógicos e cartilhas educativas voltadas ao ensino da dança afro contemporânea.VIII _ Apoiar a preservação e difusão de acervos e obras artísticas: com a documentação audiovisual de todo o processo criativo, que comporá o acervo digital e pedagógico da plataforma Ngangu Dance.A necessidade de captação pela Lei Rouanet justifica-se pelo caráter estratégico, complementar e de sustentabilidade institucional. O aporte adicional de R$ 500.000,00 permitirá que a Companhia mantenha um padrão profissional compatível com sua relevância artística, fortalecendo o ecossistema cultural afro-brasileiro e ampliando seu alcance no território nacional e internacional. Sem esse incentivo, parte das ações — como as circulações internacionais, as contratações técnicas especializadas e as produções audiovisuais — seriam comprometidas.A proposta também responde diretamente às diretrizes do Plano Nacional de Cultura (PNC), ao fomentar a diversidade cultural, a inclusão, a formação e a difusão de bens simbólicos, reforçando o papel do Estado e da sociedade civil no apoio a iniciativas que promovem a igualdade racial e a democratização do acesso à arte.Além disso, o projeto contribui com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente:ODS 4 _ Educação de qualidade (ações formativas e pedagógicas gratuitas),ODS 5 _ Igualdade de gênero (liderança feminina e valorização da mulher negra),ODS 10 _ Redução das desigualdades (acessibilidade e inclusão social),ODS 11 _ Cidades e comunidades sustentáveis (atividades culturais em territórios periféricos e urbanos), eODS 16 _ Paz, justiça e instituições eficazes (fortalecimento da cidadania cultural).A Companhia Corpus Entre Mundos possui um histórico de gestão eficiente, com mais de 14 espetáculos de repertório, circulação em mais de 10 países, e parcerias com instituições públicas e privadas. O reconhecimento da Funarte reforça a seriedade e a importância do trabalho desenvolvido, enquanto a Lei Rouanet permitirá dar um salto qualitativo e quantitativo em termos de estrutura, remuneração e alcance social.Em síntese, a utilização do Mecanismo de Incentivo Fiscal é fundamental para assegurar a perenidade e o impacto cultural do projeto, fortalecendo a representatividade negra, a internacionalização da dança afro contemporânea e o direito de acesso à cultura. A Rouanet, neste caso, não é um complemento meramente financeiro, mas um instrumento de política cultural que garante a equidade de condições para que a arte negra brasileira continue a se expandir, resistir e inspirar.
O projeto “Raízes em Movimento”, proposto pela Companhia Afro Contemporânea Corpus Entre Mundos, representa uma ação estratégica de fortalecimento institucional, sustentabilidade artística e expansão internacional de uma das mais atuantes companhias de dança negra contemporânea do Brasil. A proposta é fundamentada em mais de uma década de atuação contínua, com amplo reconhecimento em festivais nacionais e internacionais, e articula dimensões culturais, pedagógicas e sociais em um plano de trabalho de 12 meses, com impacto direto e mensurável. 1. Complementaridade com o Apoio da FunarteEsta proposta via Lei Rouanet se apresenta como etapa complementar e de expansão do projeto aprovado pela Funarte – Ações Continuadas 2025-2026, sem qualquer sobreposição de valores. Enquanto o recurso da Funarte (R$ 500 mil) garante a base institucional, pedagógica e de manutenção das atividades regulares da companhia, o investimento solicitado à Lei Rouanet (R$ 500 mil) amplia o alcance e a qualidade das ações, permitindo:Melhoria nas condições de trabalho da equipe artística e técnica (valorização profissional);Aumento da abrangência das ações internacionais;Ampliação dos mecanismos de acessibilidade, comunicação e saúde ocupacional;Modernização dos processos de difusão e documentação audiovisual;Criação de novas frentes de formação e intercâmbio cultural.Com isso, o total de R$ 1 milhão (soma dos apoios Funarte + Rouanet) garante a integração completa do plano anual de trabalho da companhia, fortalecendo sua sustentabilidade e consolidando sua projeção internacional. 2. Relevância Artística e CulturalA Companhia Corpus Entre Mundos, dirigida por Lenna Siqueira e Dilo Paulo, é reconhecida por sua atuação em mais de 15 países e 200 cidades, com um repertório de mais de 14 espetáculos que integram elementos da cultura afro-brasileira e africana em uma linguagem contemporânea e plural. A companhia é referência no desenvolvimento da dança afro contemporânea, promovendo a visibilidade de artistas negros e periféricos, e contribuindo para a descentralização da produção cultural no Brasil. Além da relevância artística, o projeto carrega um compromisso social e educacional, formando novas gerações de artistas e fortalecendo o protagonismo afro-brasileiro na cena da dança. 3. Parcerias e ColaboraçõesO projeto conta com parcerias institucionais e culturais no Brasil e no exterior, incluindo:Centro de Dança do DF (sede das atividades formativas e ensaios);Compañía Nacional de Danza de España (residência artística e intercâmbio);SESC RJ e SESC SP (espaços de circulação e apresentações);Espaço Afro da Espanha, Festival Kontornu (Cabo Verde) e Festival IDAEB – Intercâmbio de Dança Angola e Brasil, promovendo a integração entre América Latina, África e Europa.Essas parcerias consolidam o papel da companhia como agente de diplomacia cultural e de intercâmbio afro-diaspórico. 4. Sustentabilidade e GestãoA proposta foi elaborada com base em um planejamento técnico e financeiro detalhado, apoiado por equipe de gestão especializada. A estrutura administrativa inclui produção executiva, coordenação pedagógica, equipe técnica e consultoria contábil, garantindo transparência, rastreabilidade e eficiência na execução. Além disso, a companhia mantém o programa Ngangudance, uma plataforma digital que gera conteúdo educacional gratuito em dança afro contemporânea, fortalecendo a sustentabilidade e o impacto do projeto a longo prazo. 5. Impacto Social, Educacional e EconômicoO projeto prevê resultados concretos e mensuráveis:Mais de 5 mil beneficiários diretos entre público, alunos e participantes;24 videoaulas e 1 documentário distribuídos gratuitamente;10 bate-papos de mediação cultural e acessível em Libras e audiodescrição;3 cursos de férias, 1 residência artística e 2 temporadas nacionais e internacionais;Geração de mais de 40 postos de trabalho diretos e indiretos, priorizando profissionais negros e periféricos;Ampliação da acessibilidade cultural, com materiais em Braille, intérpretes de Libras, legendas descritivas e audiodescrição.Esses resultados reforçam o papel transformador da arte como instrumento de inclusão, formação e cidadania. 6. Perspectiva InternacionalA proposta consolida a internacionalização da companhia com apresentações e intercâmbios em Luanda (Angola), Madri (Espanha) e Maputo (Moçambique), além de articulações com redes de dança afro contemporânea europeias e africanas. Essas ações fortalecem a imagem da produção artística brasileira no exterior e contribuem para a circulação global da arte negra contemporânea. 7. Legado e ContinuidadeO projeto “Raízes em Movimento” não se encerra em suas atividades anuais: ele estabelece bases sólidas para a criação de um Centro de Formação e Pesquisa em Dança Afro Contemporânea, um sonho de longo prazo da Companhia Corpus Entre Mundos. A combinação entre FUNARTE e Lei Rouanet garante não apenas a execução de um ciclo artístico, mas a consolidação de um modelo sustentável de gestão e criação artística afro-brasileira, de impacto nacional e internacional.
Especificações Técnicas do Produto – Projeto “Raízes em Movimento”O projeto “Raízes em Movimento”, proposto pela Companhia Afro Contemporânea Corpus Entre Mundos, é estruturado em múltiplos produtos culturais interconectados — espetáculos, oficinas, residências, videoaulas, documentário e ações de mediação cultural — com o objetivo de fortalecer a difusão da dança afro contemporânea no Brasil e no exterior. A seguir, são detalhadas as especificações técnicas de cada produto: 1. Espetáculos e Circulações Nacionais e InternacionaisProdutos: Espetáculos Memórias da Água, Semutsoc, Ekesa Sanko e a nova criação Dandara e Zumbi.Formato: Performances de dança afro contemporânea com duração média de 60 a 75 minutos.Ficha técnica: Elenco composto por 9 bailarinos, 1 coreógrafo (Dilo Paulo), 1 diretora artística (Lenna Siqueira), 1 ensaiadora, 1 técnica de luz e som, 1 produtora executiva, 1 assistente de palco e 1 coordenadora de acessibilidade.Estrutura técnica:Palco italiano ou espaço alternativo plano de no mínimo 8m x 8m;Sistema de som profissional (2 caixas frontais, mesa de 8 canais);Iluminação cênica com 12 refletores LED e dimmer;Linóleo preto ou piso antiderrapante;Camarim com espelhos e vestiários;Acessibilidade: rampas, intérprete de Libras e audiodescrição.Circulação: Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Luanda (Angola), Madri (Espanha) e Maputo (Moçambique).Documentação técnica: ficha de luz, trilha sonora original, roteiro cênico e roteiro de mediação cultural. 2. Residência Artística – 5ª EdiçãoDuração: 14 dias intensivos.Público-alvo: bailarinos, artistas independentes e professores de dança afro.Metodologia: vivências de corpo, improvisação, ancestralidade e criação coletiva.Local: Centro de Dança do DF.Materiais: colchonetes, instrumentos percussivos, tecidos, projetor multimídia e sistema de som portátil.Equipe: direção artística, coreógrafo, ensaiadora, professores convidados e videomaker.Produto final: demonstração pública do processo artístico e bate-papo com o público. 3. Cursos Regulares e Cursos de FériasCursos Regulares:Período: fevereiro a dezembro de 2026;Frequência: 3 vezes por semana;Modalidades: Dança Afro Contemporânea, Danças Populares Afro-brasileiras, e Técnica Corporal;Carga horária: 144h anuais;Corpo docente: 4 professores regulares + coordenadora pedagógica.Cursos de Férias:Períodos: janeiro, julho e dezembro (3 edições);Duração: 6 dias cada curso, carga horária total de 36h por edição;Conteúdo: Técnica de Dança Afro Contemporânea, Criação Coreográfica, e Ritmos Africanos.Material didático: apostilas impressas, fichas pedagógicas e materiais digitais de apoio. 4. Programa “Corpus Vivências” – 11ª EdiçãoDuração: 4 dias consecutivos.Local: Brasília (DF).Formato: Encontros presenciais com artistas e mestres da cultura afro-brasileira, envolvendo oficinas, rodas de conversa, performances e mostra de processos criativos.Estrutura: auditório, espaço aberto, som, iluminação simples e intérprete de Libras.Produto final: Mostra artística aberta ao público e registro audiovisual. 5. Produção de Videoaulas – Plataforma NgangudanceTotal: 24 videoaulas inéditas.Formato: vídeos de 10 a 15 minutos cada, em alta resolução (4K).Conteúdo: técnicas corporais, fundamentos da dança afro-brasileira, musicalidade e entrevistas com mestres convidados.Equipe técnica: direção de vídeo, operador de som, iluminador e edição profissional.Acessibilidade: legendas descritivas, interpretação em Libras e audiodescrição.Distribuição: gratuita via YouTube e site da companhia. 6. Documentário “Raízes em Movimento”Duração: 30 minutos.Formato: documentário audiovisual em HD, captando o processo criativo e a circulação internacional do projeto.Equipe: direção artística, videomaker, técnico de som, editor e roteirista.Roteiro: dividido em três blocos — processo, viagem e impacto social.Produto final: disponibilização online e exibições públicas gratuitas. 7. Acessibilidade e InclusãoRecursos técnicos:Intérprete de Libras presencial em todas as apresentações;Audiodescrição gravada para espetáculos e vídeos;Produção de materiais em Braille (folders, programas e cartilhas);Legendas descritivas em todos os vídeos e documentários;Rampas e acessos nivelados em todos os espaços de circulação. 8. Materiais Gráficos e ComunicaçãoMateriais: cartazes, banners, folders, catálogos, camisas e kits educativos.Design: visual contemporâneo com grafismos inspirados nas culturas afro-diaspóricas.Distribuição: em espaços culturais, escolas públicas e comunidades parceiras.
O projeto “Raízes em Movimento – Dança Afro Contemporânea e Interculturalidade”, proposto pela Companhia de Dança Corpus Entre Mundos, compreende a acessibilidade como um eixo estruturante e transversal em todas as suas ações — pedagógicas, artísticas, formativas e de difusão. O compromisso com a inclusão está presente desde a concepção até a execução das atividades, assegurando que pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e diferentes formas de percepção sensorial possam participar integralmente das experiências culturais propostas.1. Acessibilidade FísicaTodas as atividades presenciais serão realizadas em espaços que ofereçam condições de acessibilidade universal, conforme as normas da ABNT NBR 9050, garantindo mobilidade, segurança e autonomia para o público e a equipe.As medidas incluem:Rampa de acesso e corrimãos adequados, assegurando deslocamento confortável para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;Banheiros adaptados e sinalizados, tanto nos espaços de ensaio quanto nos locais de apresentação e oficinas;Espaços reservados para cadeiras de rodas e acompanhantes nas plateias, conforme as normas de acessibilidade em eventos culturais;Sinalização tátil e visual em áreas de circulação, com guias táteis e placas em braille para banheiros, entradas e saídas de emergência;Iluminação adequada e contraste visual nos pisos, para pessoas com baixa visão;Equipe de produção capacitada para acolher e orientar pessoas com deficiência, com formação básica em atendimento inclusivo;Disponibilização de transporte acessível quando necessário, em ações de circulação e atividades externas.A seleção dos espaços leva em conta, prioritariamente, centros culturais, teatros públicos e instituições parceiras que já atendam a esses requisitos, como o Centro de Dança do DF, Sesi Lab (DF), SESCs e CCBBs nas cidades parceiras, garantindo uma estrutura acessível em todas as etapas do cronograma.2. Acessibilidade de ConteúdoAlém da infraestrutura física, o projeto prevê um robusto conjunto de ações voltadas à acessibilidade comunicacional e de conteúdo, assegurando a democratização do acesso à arte e à formação em dança. As estratégias contemplam:a) Libras (Língua Brasileira de Sinais)Tradução simultânea em Libras nas apresentações, oficinas e rodas de conversa (mediações culturais).Intérpretes de Libras presentes em cursos e videoaulas, garantindo acesso à comunidade surda.Produção de materiais visuais com tradução em Libras para redes sociais e plataformas digitais.b) AudiodescriçãoAudiodescrição completa dos espetáculos, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam o enredo, o movimento e a atmosfera cênica.Audiodescrição em videoaulas e documentário, com descrição detalhada de figurinos, coreografias e expressões corporais.Produção de roteiros específicos para audiodescritores, realizados por profissionais capacitados.c) Legenda Descritiva e Legendagem AcessívelInserção de legendas descritivas em português em todos os vídeos, entrevistas e conteúdos formativos da plataforma Ngangu Dance e do canal da companhia no YouTube.As legendas contemplarão não apenas falas, mas também sons relevantes (música, aplausos, efeitos sonoros).d) Braille e Materiais TáteisImpressão de materiais informativos e programas em Braille, distribuídos em todas as temporadas e apresentações do projeto.Produção de folders, cartazes e convites com informações acessíveis, incluindo QR Codes com versões em áudio e Libras.Desenvolvimento de kits pedagógicos táteis para oficinas, permitindo que pessoas com deficiência visual participem das atividades corporais de forma sensorial e segura.e) Visitas Sensoriais e Mediação InclusivaRealização de visitas sensoriais nos bastidores e palcos antes das apresentações, onde pessoas com deficiência visual poderão explorar figurinos, adereços e o espaço cênico por meio do toque e da escuta.Implementação de rodas de conversa pós-espetáculo com recursos inclusivos, estimulando a participação de todos os públicos na reflexão crítica sobre a obra.f) Coordenação e Equipe de AcessibilidadeA acessibilidade será coordenada por Rebeca Costa Amâncio, profissional especializada na área, que supervisionará a execução de todas as medidas inclusivas.Contará com uma equipe composta por intérpretes de Libras, audiodescritores, revisores de braille e assistentes de acessibilidade em campo, atuando nas diferentes cidades de circulação.Todos os profissionais de acessibilidade serão devidamente contratados e remunerados conforme valores de mercado, conforme previsto na planilha da SALIC.3. Acessibilidade Digital e Comunicação InclusivaO projeto também se compromete com a acessibilidade digital, garantindo que os conteúdos online sejam plenamente acessíveis:Website e redes sociais da companhia adaptados com ferramentas de leitura automática, contraste visual e textos alternativos em imagens;Plataforma Ngangu Dance (portal de formação da companhia) com compatibilidade para leitores de tela e acessibilidade em vídeo;Documentário e videoaulas legendados e com audiodescrição, promovendo o acesso remoto e gratuito para pessoas com deficiência em todo o país;Campanhas de comunicação inclusiva, utilizando linguagem simples, ícones visuais e hashtags acessíveis.4. Compromisso Ético e EducacionalA acessibilidade no projeto não é apenas uma exigência técnica, mas uma postura ética, pedagógica e estética. A Companhia Corpus Entre Mundos acredita que a dança é um direito universal, e que garantir a inclusão é também reconhecer a pluralidade de corpos, percepções e modos de existir.Assim, a acessibilidade será avaliada, registrada e relatada em todas as etapas, desde a seleção dos espaços até a prestação de contas. Relatórios específicos serão produzidos com evidências (fotos, vídeos, depoimentos e laudos técnicos) comprovando a execução de cada medida acessível.5. Síntese das Ações de Acessibilidade (previstas na planilha SALIC)Coordenação de acessibilidade: 1 profissional fixo (12 meses)Intérpretes de Libras: em todas as apresentações e mediaçõesAudiodescrição: 10 serviçosMateriais em Braille: 100 unidadesAssistente de acessibilidade em campo: 4 mesesProdução de legendas acessíveis e audiodescrição digital (33 vídeos)
Democratização de AcessoA proposta “Raízes em Movimento – Dança Afro Contemporânea e Interculturalidade”, da Companhia de Dança Corpus Entre Mundos, estrutura-se sobre o princípio da democratização do acesso à arte e à cultura como direito social e instrumento de transformação coletiva. A companhia entende que a difusão da arte deve alcançar diferentes públicos, territórios e contextos socioculturais, promovendo acesso gratuito, formação continuada e intercâmbio cultural entre o Brasil, a África e outros países parceiros.O projeto, que já conta com o apoio da Funarte (R$ 500.000) e solicita complementação via Lei Rouanet (R$ 500.000), assegura que todos os seus produtos e atividades sejam gratuitos ou de acesso ampliado, garantindo não apenas o consumo cultural, mas a participação ativa da comunidade em todos os processos criativos, formativos e reflexivos. 1. Distribuição e Acesso aos Produtos CulturaisTodos os produtos previstos no projeto serão distribuídos de forma gratuita ou a preços simbólicos acessíveis, respeitando os princípios da Lei Rouanet e priorizando a inclusão sociocultural.a) Espetáculos Presenciais e CirculaçõesAs apresentações dos espetáculos “Memórias da Água”, “Semutsoc” e “Dandara e Zumbi” serão gratuitas e abertas ao público, com ingressos distribuídos antecipadamente em centros culturais, escolas públicas e plataformas digitais.Cada temporada contará com ações de mediação cultural, como bate-papos pós-espetáculo e vivências corporais com o elenco, para fortalecer o diálogo entre artistas e espectadores.As circulações nacionais e internacionais (Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Luanda e Moçambique) terão parte das vagas reservadas a escolas públicas, instituições sociais e comunidades periféricas, incluindo transporte coletivo para grupos convidados quando possível.b) Cursos, Oficinas e Residências ArtísticasAs aulas regulares de dança afro contemporânea serão gratuitas, realizadas de segunda a sábado, no Centro de Dança do DF, atendendo prioritariamente jovens artistas e estudantes de baixa renda.O Curso de Férias (em três edições anuais: janeiro, julho e dezembro) oferecerá 60 vagas gratuitas por edição, com certificados de participação e material pedagógico digital.A Residência Artística – 5ª Edição, com 20 participantes, promoverá imersão formativa gratuita com artistas brasileiros e africanos, fortalecendo redes de criação e pesquisa em dança negra contemporânea.As oficinas e vivências do projeto “Corpus Vivências” (11ª Edição) acontecerão em escolas, universidades e espaços públicos, sempre de acesso livre e gratuito.c) Produção Digital e Conteúdo OnlineSerão gravadas 24 novas videoaulas para a plataforma Ngangu Dance, ampliando o alcance formativo do projeto. As aulas serão disponibilizadas gratuitamente pela internet, com legendas, Libras e audiodescrição, garantindo acessibilidade total.O documentário sobre o projeto, que retrata o processo criativo e as vivências culturais da companhia, será exibido gratuitamente em redes sociais, YouTube e eventos culturais, além de distribuído a instituições de ensino e centros de pesquisa em arte.Serão realizados ensaios abertos e transmissões ao vivo (streaming) durante as residências e temporadas, permitindo o acesso remoto de públicos de outras cidades e países. 2. Medidas de Ampliação de AcessoA companhia adota uma série de estratégias complementares para garantir o alcance social e territorial do projeto, promovendo a democratização de forma contínua e descentralizada:a) Ensaios Abertos e Processos CompartilhadosAntes de cada estreia, haverá ensaios abertos ao público, com convite especial a escolas, coletivos de dança e grupos comunitários, permitindo o contato direto com o processo criativo.Esses momentos serão registrados e posteriormente compartilhados nas redes sociais da companhia, estimulando o diálogo entre artistas e público.b) Ações de Mediação CulturalEm todas as cidades de circulação, haverá bate-papos pós-espetáculo, conduzidos por mediadores culturais, com tradução em Libras e audiodescrição.As ações de mediação abordarão temas como ancestralidade, corporeidade negra, pertencimento e diversidade cultural, aproximando o público da linguagem da dança afro contemporânea.c) Comunicação Inclusiva e ParticipativaA divulgação do projeto será feita por meio de redes sociais, rádios comunitárias, TVs públicas, mídia impressa e digital, priorizando comunidades periféricas, quilombolas e estudantis.Serão realizadas campanhas de impulsionamento digital inclusivo, com linguagem simples, legendas e tradução em Libras.O site e as redes da companhia terão formulários acessíveis para inscrições gratuitas em oficinas, cursos e residências.d) Intercâmbio Cultural e TerritorialA circulação nacional e internacional será utilizada como plataforma de intercâmbio entre artistas brasileiros e africanos, fortalecendo o diálogo entre territórios da diáspora afro-atlântica.Oficinas de dança e rodas de conversa nas cidades visitadas promoverão trocas simbólicas e técnicas com grupos locais, ampliando o impacto educativo e cultural da circulação.e) Políticas de Público e MonitoramentoO projeto adotará sistemas de inscrição e controle de público que priorizem a diversidade: estudantes, pessoas com deficiência, idosos, artistas locais e integrantes de projetos sociais.Serão aplicados questionários de avaliação de acesso e inclusão para medir o alcance das ações e aprimorar as próximas edições. 3. Compromisso com a Formação de PúblicosO projeto visa formar novos públicos para a dança, especialmente jovens periféricos, afrodescendentes e estudantes da rede pública, oferecendo formação gratuita, apresentações acessíveis e participação ativa nos processos criativos.A companhia acredita que a democratização do acesso cultural não se limita ao ingresso gratuito, mas à criação de relações contínuas entre artistas e comunidades, fortalecendo o protagonismo de corpos e narrativas historicamente marginalizadas. 4. Resultados EsperadosMais de 10 mil pessoas beneficiadas diretamente (presencial e digitalmente);60 apresentações gratuitas em 6 cidades (nacionais e internacionais);150 vagas gratuitas em oficinas e cursos;24 videoaulas acessíveis publicadas gratuitamente online;1 documentário distribuído livremente em plataformas digitais e espaços culturais;Ampliação da visibilidade da dança afro contemporânea, fortalecendo a representatividade negra e periférica no cenário cultural brasileiro.
Ficha TécnicaA Companhia de Dança Corpus Entre Mundos, sob direção de Lenna Siqueira e Dilo Paulo, será responsável pela realização integral do projeto, coordenando as ações artísticas, pedagógicas e produtivas. Ambos atuarão como Diretores Artísticos e Coreógrafos, supervisionando os ensaios, oficinas e apresentações. A equipe técnica e artística é composta por profissionais experientes e de reconhecida trajetória nas áreas da dança, produção cultural, iluminação, acessibilidade e comunicação.Direção Geral e Coreografia Lenna Siqueira – Bailarina, coreógrafa, professora e produtora cultural. Licenciada em Dança pela Escola e Faculdade Angel Vianna, pós-graduada em Metodologia do Ensino em Artes e em Produção Cultural, com especialização em Metodologia da Dança Clássica. Iniciou sua formação no Theatro Municipal do Rio e integrou a Cia Brasileira de Ballet, com turnês nacionais e internacionais. Participou das aberturas das Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016 e do Rock in Rio. Fundadora da Cia Corpus Entre Mundos (2013) e do Intercâmbio de Dança Angola e Brasil – IDAEB (2017). Atua também como diretora de movimento de artistas como Lucy Alves e Titica.Direção e Coreografia Dilo Paulo – Bailarino, coreógrafo e videomaker angolano, residente no Brasil há 12 anos. Licenciado em Dança pela Escola Angel Vianna, pós-graduado em Metodologia do Ensino em Artes e em Gestão Comercial e Marketing Digital. Foi vencedor do concurso Bounce Angola (2011), eleito melhor bailarino do país. Atuou na Cia Deborah Colker (2016) e é fundador da Cia Corpus Entre Mundos e do IDAEB. Participou de festivais internacionais de dança em mais de 15 países e dirigiu espetáculos apresentados em Luanda, Paris e Madri. Em 2025, assina a direção de “Memórias da Água” e “Ekesa Sanko”.Produção Executiva e Logística Luiz Alves de Noronha Júnior – Produtor cultural com mais de 15 anos de experiência. Atuou como produtor executivo do Movimento Internacional de Dança (MID), do Festival Afro Urbano e do Festival do Teatro Brasileiro. Graduado em Relações Internacionais (IESB), é especialista em produção cultural e logística de eventos, com experiência em projetos realizados com CCBB, Sesc e FAC-DF.Produção e Assessoria de Comunicação Juliana Cézar Nunes – Jornalista e pesquisadora. Mestre em Comunicação pela UnB, com mais de 20 anos de atuação em comunicação pública e cultural. Jornalista concursada da EBC e assessora da Paó Comunicação, com prêmios como Prêmio Petrobras, Prêmio Herzog e Tim Lopes. Responsável pela estratégia de imprensa e comunicação do projeto.Coordenação Financeira e Produção de Campo Divanne Silva – Engenheira e produtora cultural, com experiência em gestão financeira de projetos culturais (FAC e IDAEB). Atua na Cia Corpus Entre Mundos desde 2024 como produtora de apoio e assistente de produção.Acessibilidade e Tradução em Libras Rebeca Amâncio – Intérprete de Libras com experiência em eventos culturais, no Senado Federal e no STJ. Pós-graduanda em Libras, atua com tradução simultânea em espetáculos, oficinas e debates culturais.Iluminação e Técnica de Palco Gilderlei Menezes – Iluminador com mais de 30 anos de experiência em teatro e dança. Atuou em festivais nacionais e internacionais, incluindo o Festival IDAEB (2024) e o espetáculo “Memórias da Água” (CCBB, 2024). Trabalha com a Cia Corpus Entre Mundos desde 2023.Assistente de Produção e Comunicação Luiza Gusmão – Bailarina, professora e diretora artística do Instituto Garatuja. Licenciada em Dança pelo IFB, atua na Cia Corpus Entre Mundos desde 2022. Responsável pelo apoio em produção e oficinas de dança.Bailarinos Intérpretes-Criadores Bruno Lucena, Mara Maravilha, Luiza Gusmão, entre outros 7 artistas que integram o elenco fixo da Cia Corpus Entre Mundos. Todos possuem formação em dança contemporânea, afro-brasileira e clássica, com participações em festivais e projetos nacionais e internacionais (MID, Marco Zero, Cena Contemporânea, Festival IDAEB, entre outros).Consultoria Artística e Oficina Afro-Dança Julio César (Julio Prana) – Dançarino e músico com mais de 30 anos de trajetória em dança afro-brasileira. Atuou com o Teatro Folclórico Brasileiro de Solano Trindade e ministra oficinas de ritmos afro-brasileiros em projetos do FAC e da Fundação Palmares.Direção Musical e Performance Vocal Rose Monteiro – Cantora e bailarina, cofundadora da “Mestiza Produções” e idealizadora do evento “Hafla das Pretas”. Atua com música e dança afro-brasileira, coordenando as intervenções musicais ao vivo do projeto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.