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Produzir a peça "Pequenos Crimes Conjugais", de Éric-Emmanuel Schmitt, com estreia e temporada em São Paulo e circulação em três capitais (Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro), sob direção de Ruy Cortez. A obra que investiga as complexidades das relações amorosas por meio de um intenso duelo psicológico entre um casal, abordando temas como confiança, manipulação e verdades distorcidas.
Após sofrer um acidente e perder a memória, Gilles retorna para casa com sua esposa, Lisa. Entre diálogos ambíguos e cheios de tensão, o casal tenta reconstruir a história de seu relacionamento. Mas as lembranças ocultas e as meias-verdades revelam um perigoso jogo psicológico entre amor, ciúme e manipulação. Um thriller íntimo que questiona até onde conhecemos de fato quem está ao nosso lado.
OBJETIVOS GERAISPromover a montagem e circulação nacional da peça "Pequenos Crimes Conjugais", de Éric-Emmanuel Schmitt, oferecendo ao público uma experiência teatral de alta qualidade estética e reflexiva, que aborda as complexidades das relações humanas, os jogos psicológicos e as ambiguidades do amor.Contribuir para o fortalecimento da produção teatral contemporânea, estimulando a difusão de dramaturgias universais e relevantes, ampliando o acesso à cultura e fomentando o diálogo entre arte e sociedade nas principais capitais brasileiras.Valorizar o texto de Éric-Emmanuel Schmitt, reconhecido mundialmente por seu aprofundamento psicológico e abordagem filosófica, apresentando-o em uma montagem contemporânea e acessível ao público brasileiro.OBJETIVOS ESPECÍFICOSPRODUTO PRINCIPAL: PEÇA TEATRALRealizar a estreia e temporada de 36 apresentações na cidade de São Paulo, ao longo de 12 semanas (de sexta a domingo), em teatro com capacidade média de 150 lugares, oferecendo ingressos a preços acessíveis, com valor de R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia-entrada), além de sessões com ingressos a preço popular no valor de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada), alcançando um público de 5.400 pessoas durante a temporada paulista.Circular com o espetáculo por três capitais brasileiras (Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro) totalizando 16 apresentações em teatros com capacidade média de 150 lugares. A circulação compreenderá quatro apresentações em Porto Alegre (de sexta a domingo, incluindo uma sessão extra no sábado), quatro apresentações em Belo Horizonte (nos mesmos moldes) e oito apresentações no Rio de Janeiro (de quinta a domingo, por duas semanas consecutivas). Considerando a lotação média das salas para 150 pessoas, estima-se alcançar um público total de aproximadamente 2.400 pessoas durante a etapa de circulação.PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA DE FORMAÇÃORealizar uma palestra gratuita para 500 alunos e/ou professores de escolas e universidades públicas da cidade de São Paulo, sobre o papel do teatro como instrumento de transformação social, educação e fortalecimento da identidade brasileira.
O projeto justifica-se pelo enquadramento no Art 1º da lei 8313/91 nos incisos abaixo:Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memóriaE atende aos objetivos do Art 3º nos incisos e alíneas abaixo:Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante; c- realizações de espetáculos de artes cênicas;A importância de encenar "Pequenos Crimes Conjugais" reside na atualidade e na profundidade de seus temas: a tensão entre lucidez e afeto, a violência simbólica, a manipulação emocional e a crise de comunicação nas relações humanas. Embora escrita por um autor estrangeiro, a obra possui caráter universal e dialoga diretamente com questões brasileiras contemporâneas, como as violências sutis, as desigualdades de gênero e a pressão econômica sobre os lares.Trata-se de um thriller conjugal que transforma o cotidiano em um campo de batalha emocional. O texto revela o desgaste provocado pelo tempo, a crueza das verdades ocultas e o poder das palavras como instrumentos de amor e destruição, aspectos que o tornam profundamente relevantes em uma sociedade em transformação afetiva e social.Em um momento histórico marcado pela disputa de narrativas e pela dificuldade de distinguir versões da verdade, a peça reflete, no microcosmo de um casal, a complexidade de se construir confiança, seja nas relações íntimas ou no convívio coletivo. Ao abordar mecanismos de manipulação emocional como o "gaslighting", a chantagem afetiva e os silêncios punitivos, o espetáculo convida o público a reconhecer dinâmicas nocivas e a refletir sobre formas mais saudáveis de convivência.Essa montagem se mostra necessária agora porque traduz, em linguagem cênica, os dilemas mais urgentes da vida contemporânea: confiança, comunicação, saúde mental e violência psicológica. Mais do que um espetáculo, "Pequenos Crimes Conjugais" propõe uma experiência de escuta, empatia e transformação, um verdadeiro dispositivo social de diálogo sobre o amor e seus abismos.A circulação contribui ainda para a formação de plateia, o fortalecimento da cadeia produtiva das artes cênicas e a descentralização cultural, garantindo o acesso de novos públicos ao teatro contemporâneo. Assim, o projeto reafirma o compromisso da política pública de fomento à cultura com a diversidade, o pensamento crítico e a valorização do fazer artístico como instrumento de reflexão social.
PRODUTO PRINCIPAL: PEÇA TEATRALAcessibilidade física: as apresentações serão realizadas em locais (teatros) que propiciem acesso fácil para portadores de deficiência física, idosos e gestantes, além de estrutura de banheiros adaptados.Acessibilidade para deficientes visuais: serão promovidas 3 sessões da peça com audiodescrição na cidade de São Paulo.Acessibilidade para deficientes auditivos: haverá um intérprete de libras para deficientes auditivos em uma sessão em cada cidade contemplada, totalizando 4 sessões com libras.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: haverá um assistente de produção para prestar auxílio para este público e seus familiares.PRODUTO SECUNDÁRIO: PALESTRAAcessibilidade Física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, espaço para cadeirantes.Acessibilidade para Deficientes Visuais: Este produto já é acessível aos deficientes visuais por tratar-se de uma palestra oral e gravada.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Haverá um Intérprete de libras durante a palestra.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: haverá um assistente de produção para prestar auxílio para este público e seus familiares.
O critério utilizado para doação e venda dos ingressos cumprirá o estabelecido no artigo 46, da Instrução Normativa 23, de 5 de fevereiro de 2025:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - 20% dos ingressos serão vendidos ao preço promocional de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia);Realização de um ensaio aberto para um público de 200 alunos de escolas públicas e/ou pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, , diversos tipos de ONGs de apoio social, cultural, educacional, associações de bairros, entre outros tipos de Instituições que tenham interesse, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico;OUTRAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO Conforme inciso II, do artigo 49, da Instrução Normativa 23, de 5 de fevereiro de 2025, o proponente realizará uma palestra gratuita para 500 alunos e/ou professores de escolas e universidades públicas, sobre o papel do teatro como instrumento de transformação social, educação e fortalecimento da identidade brasileira.
A empresa proponente, representada por seu sócio Marcelo Bacchin, será responsável pela coordenação do projeto estando a frente das decisões gerenciais do projeto, sendo remunerada através das rubricas de coordenação administrativa, cenografia e ator.MARCELO BACCHIN - COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA, CENOGRAFIA E ATOR:Ator e cenógrafo de festas há 26 anos. Formado no Centro de Artes e Educação Célia Helena, onde realizou o Curso Técnico Profissionalizante, depois a Faculdade de Atuação e onde ainda cursou aulas na Pós Graduação em Direção e Atuação. Realizou ainda formação de ator em cinema na Academia Internacional de Cinema (AIC). Seus últimos trabalhos como ator são: “O Céu Fora Daquela Janela” de Lucy Kirkwood, com direção de Johana Albuquerque, “Volpone” de Ben Johnson, com direção de Bete Dorgam, “Tartufo” de Moliére, com direção de Simone Boer, “O Julgamento de Luculus” de Bertolt Brecht, com direção de Fernando Nitsch, “Solilóquios” de William Shakespeare, com direção de Gabriel Miziara, “A Morta” de Oswald de Andrade, com direção de Joana Dória. Integrou uma série de treinamentos de ator: “Laboratório Dois Olhares em Perspectiva: Meyerhold e Stanislávski” com Maria Thaís, “Ler em Voz Alta” com Mika Lins, "Criação e Atuação para a Câmera" com Walter Rippel, "Intensivo de Atuação" com Lee Taylor, "Amar o Tempo" com Marcos de Andrade, "Monólogos para o audiovisual” com Adriana Pires e Daniel Lopes, "Da Idéia à Cena" com Malu Bazan e "Quando Acende a Camêra" com Eduardo Milewics, “Sistemas em Perspectiva: Viewpoints” com Miriam Rinaldi e “Sistemas em Perspectiva: Laboratório Stanislávski” com Ondina Clais e Ruy Cortez. Treina continuamente com Lucia Gayotto, “Voz e Palavra”.VICTÓRIA CAMARGO - ATRIZVictória Camargo é atriz formada pela Escola de Teatro Célia Helena e graduada em Letras. Participou de várias montagens teatrais, entre elas:, “Rimbaud” e “A Casa de Bernarda Alba”, com direção de Elias Andreato, “Ophélias”, “A Casa Antiga”, “Rosa de Vidro”, “Yerma”, com direção de Ruy Cortez, “Beatriz Cenci” direção de Marcelo Marcos Fonseca, “ O Mercado do Gozo” e “Visões Siamesas” com a Cia Do Latão, direção de Sérgio de Carvalho, “Os Amigos dos Amigos”, direção de Cassio Pires, Lúdico Circo da Memória, dirigido por Tiche Viana, “Ser Tão de Origem” com direção de Alice Possani, “Édipo Rei” com direção de Alexandre Ferreira, “Jerusalém de Nós”, direção de Leo Lama. No cinema, atuou em: “Ed Mort” com direção de Alain Fresnot, “Meninos de Deus” direção de Mauro Lima, “Boleiros 2”, direção de Hugo Giorgetti, “Otávio e as Letras”, direção de Marcelo Masagão.RUY CORTEZ – DIRETORÉ diretor teatral, pedagogo, curador artístico e programador teatral. É sócio-fundador e diretor artístico da Companhia da Memória, vice-presidente da Associação Amigos do TBC e do Teatro Brasileiro (AATBC) e foi sócio-fundador e diretor artístico-pedagógico do Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum). Suas direções mais recentes são O Jardim das Cerejeiras (2025), As Três Irmãs e A Semente da Romã (2022), com texto e dramaturgia, respectivamente, de Anton Tchékhov e Luís Alberto de Abreu (vencedor dos prêmios SHELL e APCA especial na categoria de melhor direção). Mais remotamente, dirigiu A Louca de Chaillot, com Cleyde Yáconis, agraciada por sua atuação com o Prêmio APCA 2006, Hilda Hilst O Espírito da Coisa, com Rosaly Papadopol, contemplada por seu trabalho como atriz com o Prêmio APCA 2009, Horário de Visita, A Casa Antiga e Ophélias. Mestrando em Pedagogia do Teatro, na área de Formação do Artista Teatral no programa de Pós-Graduação da ECA/USP, graduou-se em Direção Teatral também pela ECA/USP. É pesquisador do Sistema Stanislavski e das áreas de Pedagogia e Encenação do Teatro Russo, realizou três residências artísticas em Moscou. A primeira em 2006, no GITIS (Academia Russa de Arte Teatral), junto a um grupo de atores para a pesquisa e preparação do espetáculo Lázaro, a partir de Crime e Castigo de Dostoiévski, que estreou em São Paulo no mesmo ano. Voltou a Moscou em 2009 no Teatro de Moscou sob a direção de Oleg Tabakov e em 2011, contemplado pela Funarte com a Bolsa Residência em Artes Cênicas por sete meses no Teatro de Arte de Moscou (MXAT), na Faculdade ligada ao Teatro de Arte e no Centro Meyerhold. Por seu trabalho como curador artístico da programação de espetáculos do Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum), foi indicado junto ao conselho gestor dessa instituição, ao Prêmio Shell de Teatro 2013 na categoria inovação, pela realização plural de seu projeto artístico-pedagógico. O CIT-Ecum entre outros projetos é correalizador das cinco primeiras edições da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp). Seus espetáculos receberam mais de quarenta nominações a prêmios como; Prêmio Zé Renato, Prêmio ProAc Produção e Circulação, Prêmio Myriam Muniz, Governador do Estado de São Paulo, APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), Shell, Aplauso Brasil, R7 Melhores do Teatro, Cooperativa Paulista de Teatro, Quem Acontece, Qualidade Brasil, Bravo.FABIO NAMATAME: FIGURINISTACenógrafo e figurinista, formado em Comunicação e Artes pela FAAP, tem entre os seus principais trabalhos musicais, óperas, balés e teatro de prosa. Desenhou os figurinos de My Fair Lady, West Side Story, O Rei e Eu, Evita, Cabaret, Crazy For You, Chaplin– O Musical, Antes Tarde do que Nuncae Alegria, Alegria. Tem ainda em sua trajetória espetáculos como Master Class, Uma Relação Tão Delicada, Joana Darck, Loba de Rain Ban, O Libertino e Vermelho, além de óperas como Bodas de Fígaro, Romeu e Julieta, O Pescador de Pérolas, Olga, Madame Butterfly e A Viúva Alegre. Recebeu dezenas de prêmios importantes como Shell, APETESP e APCAMARISTELA BUENO - PRESTAÇÃO DE CONTASProdutora, roteirista e advogada. Formada em Direito pela Universidade Paulista, em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante e pós-graduada em Direito do Entretenimento pela ESA – OAB/SP. Diretora da Pipoca Cultural, empresa que presta serviços de gestão de projetos incentivados nos segmentos de artes cênicas, visuais, humanidades e audiovisual, assessoria jurídica, produção executiva, criação de roteiros e produção de eventos culturais e corporativos. Iniciou sua carreira como produtora e roteirista em 2004. Entre 2007/2020 foi produtora executiva, roteirista e consultora jurídica da Escola de Atores Wolf Maya, trabalhando com os diretores Wolf Maya, Michael Rumam, Del Rangel, Mauro Batista Vedia, Eliana Fonseca, Renato Simões, Sérgio Ferrara, Marco Antônio Braz, Sandra Corveloni, Zé Henrique de Paula, Marco Antonio Pâmio, Ruy Cortez, Elias Andreatto, Kleber Montanheiro, Dan Rosseto, Kiko Marques e Hugo Coelho. Em 2021/22, trabalhou como produtora no Reality Masterchef edições 8 e 9, da TV Bandeirantes e produtora de conteúdo dos Realities “A Grande Conquista” edições e e 2, em 2023 e 2024 e “A Fazenda” edições 13, 14, 15, 16 e 17 (2021 a 2025), da Tv Record.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.