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Produzir o espetáculo "Carícias", de Sergi Belbel, com temporada na cidade de São Paulo e circulação por quatro capitais brasileiras: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife. A obra, composta por cenas fragmentadas e interligadas, revela encontros e desencontros humanos marcados por desejo, violência e afeto, propondo uma reflexão poética e intensa sobre a solidão e a incomunicabilidade nas grandes cidades.
Em uma cidade contemporânea, personagens anônimos cruzam-se em encontros fragmentados, violentos ou ternos, em busca de contato humano. A peça é estruturada como uma sequência de pequenas histórias interligadas, em que carícias, físicas ou emocionais, tornam-se símbolos de desejo, carência e poder. Entre brutalidade e afeto, Belbel constrói um mosaico inquietante sobre a solidão urbana e a urgência da comunicação.
OBJETIVOS GERAIS:O projeto propõe a montagem e circulação nacional do espetáculo "Carícias", de Sergi Belbel, dramaturgo catalão consagrado como um dos renovadores da cena europeia contemporânea. Escrita no início dos anos 1990, a peça tornou-se símbolo da dramaturgia espanhola moderna, retratando, com poesia e brutalidade, a solidão urbana e a crise da comunicação em tempos de isolamento emocional e aceleração digital.A montagem busca ressignificar a força simbólica de "Carícias" a partir de uma linguagem cênica híbrida, que integra teatro físico, performance, recursos multimídia e fragmentos poéticos, traduzindo para o público contemporâneo o impacto sensorial e emocional que a obra provocou em seu contexto original. A proposta estética e conceitual pretende estimular a reflexão social e emocional sobre o papel do afeto e da comunicação nas relações humanas, conectando teatro, filosofia e experiência urbana em uma narrativa que espelha as tensões e fragilidades da vida moderna.Os personagens, interligados em uma estrutura circular, transitam entre o amor e o medo, entre o toque e a repulsa, em um jogo de aproximações e distâncias que reflete a busca contemporânea por conexão. Apesar da densidade dramática, o texto é permeado por instantes de humor e ironia, que funcionam como respiro e catarse diante do caos emocional, uma proposta que dialoga diretamente com o público atual e suas próprias contradições afetivas.O projeto pretende ainda registrar e difundir o processo criativo em formato audiovisual e digital, ampliando o alcance da experiência artística, garantindo seu registro histórico e facilitando o acesso a estudantes, pesquisadores e novos públicos em todo o país.Mais do que uma encenação, "Carícias" propõe um ato de resistência afetiva, reafirmando o teatro como espaço de encontro, reflexão e empatia, um lugar onde o toque, a escuta e a presença humana recuperam o valor perdido em um mundo mediado por telas e conexões virtuais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Realizar a temporada em São Paulo com 36 apresentações ao longo de 12 semanas (sexta a domingo), em teatros com aproximadamente 600 lugares como o TUCA e o Teatro Sérgio Cardoso, alcançando um público estimado de 21.600 pessoas.Promover a circulação nacional com 28 apresentações em quatro capitais brasileiras em teatro com capacidade estimada de 600 lugares:Rio de Janeiro - 12 apresentações;Belo Horizonte - 8 apresentações;Porto Alegre - 4 apresentações;Recife - 4 apresentações.Oferecer ingressos com valores médios de R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia-entrada), além de valores populares a R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada);Realizar uma palestra gratuita voltada a 500 alunos e professores da rede pública, sobre o teatro contemporâneo e a multiplicidade de linguagens, abordando a integração entre teatro físico, performance multimídia e recursos audiovisuais.
O projeto justifica-se pelo enquadramento no Art 1º da lei 8313/91 nos incisos abaixo:Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;E atende aos objetivos do Art 3º nos incisos e alíneas abaixo:Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante; c- realizações de espetáculos de artes cênicas;"Carícias" é um retrato contundente da solidão urbana, da incomunicabilidade e da violência simbólica que permeiam as relações humanas nas grandes metrópoles. Em um Brasil cada vez mais digitalizado, onde o contato físico e a escuta são substituídos por telas, o texto de Sergi Belbel ganha força ao colocar no palco a urgência do afeto, do toque e da empatia como formas de resistência emocional.A dramaturgia fragmentada e não linear de Belbel favorece uma experimentação estética ousada, permitindo múltiplas leituras e combinações de linguagens, como o teatro físico, a performance e o uso de recursos multimídia, que aproximam a encenação das formas expressivas contemporâneas. Essa abertura formal estimula o diálogo com um público jovem, sensível às transformações tecnológicas e interessado em experiências cênicas inovadoras.Ao mesmo tempo, a peça estabelece um olhar internacional, conectando o teatro brasileiro à dramaturgia europeia contemporânea e reafirmando a relevância do país no cenário global das artes cênicas. Em sua narrativa que transita entre ternura e brutalidade, "Carícias" conduz o espectador a uma reflexão profunda sobre o humano em tempos de isolamento e aceleração digital, resgatando o teatro como espaço essencial de encontro, presença e transformação social.
PRODUTO PRINCIPAL: PEÇA TEATRALAcessibilidade física: as apresentações serão realizadas em locais (teatros) que propiciem acesso fácil para portadores de deficiência física, idosos e gestantes, além de estrutura de banheiros adaptados.Acessibilidade para deficientes visuais: serão promovidas 3 sessões da peça com audiodescrição na cidade de São Paulo.Acessibilidade para deficientes auditivos: haverá um intérprete de libras para deficientes auditivos em uma sessão de cada cidade contemplada, no total de 5 apresentações acessíveis aos deficientes auditivos.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: haverá um assistente de produção para prestar auxílio para este público e seus familiares.PRODUTO SECUNDÁRIO: PALESTRAAcessibilidade Física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, espaço para cadeirantes.Acessibilidade para Deficientes Visuais: Este produto já é acessível aos deficientes visuais por tratar-se de uma palestra oral e gravada.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Haverá um intérprete de libras durante a palestra.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: haverá um assistente de produção para prestar auxílio para este público e seus familiares.
O critério utilizado para doação e venda dos ingressos cumprirá o estabelecido no artigo 46, da Instrução Normativa 23, de 5 de fevereiro de 2025:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - 20% dos ingressos serão vendidos ao preço promocional de R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia);Realização de um ensaio aberto na cidade de São Paulo para um público de 200 alunos de escolas públicas e/ou pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, , diversos tipos de ONGs de apoio social, cultural, educacional, associações de bairros, entre outros tipos de Instituições que tenham interesse, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico;CONTRAPARTIDA DE FORMAÇÃO:OUTRAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO: Conforme inciso II, do artigo 49, da Instrução Normativa 23, de 5 de fevereiro de 2025, o proponente realizará uma palestra gratuita para 500 alunos e/ou professores de escolas e universidades públicas, sobre o teatro contemporâneo e a multiplicidade de linguagens, abordando a integração entre teatro físico, performance multimídia e recursos audiovisuais.
A empresa proponente Companhia da Memória, representada por seu sócio Ruy Cortez, será responsável pela coordenação do projeto estando a frente das decisões gerenciais do projeto, sendo remunerada através das rubricas de coordenação do projeto e direção da peça.CURRÍCULO RESUMIDO DA COMPANHIA DA MEMÓRIA Nos seus dezoito anos de existência, a Companhia da Memória realizou 17 espetáculos e 38 temporadas, atingindo um público de aproximadamente 10 mil pessoas. A companhia se dedica à pesquisa da encenação transdisciplinar, à transposição de obras literárias para a cena teatral, a recriação de clássicos da dramaturgia, ao fomento, à criação e à encenação da dramaturgia brasileira contemporânea e à investigação da metodologia do teatro psicofísico para o trabalho do ator. Dentre os espetáculos realizados, em suas três obras iniciais, a companhia dedicou-se ao estudo da linhagem patriarcal, nos espetáculos: Rosa de Vidro (2007 - considerado pela crítica uma das montagens mais importantes sobre o universo de Tennessee Williams no Brasil), Nomes do Pai (2010 - indicado ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro na categoria de melhor dramaturgia) e Karamázov (2014 - indicado ao Prêmio Governador do Estado de São Paulo na categoria teatro; ao prêmio APCA na categoria dramaturgia; ao Prêmio Aplauso Brasil de Teatro nas categorias dramaturgia, direção, elenco, iluminação, figurino e ator; no Prêmio Melhores do Teatro R7 o ator Marcos de Andrade venceu na categoria de melhor ator). Em 2016, a Companhia inicia a Pentalogia do Feminino, conjunto de cinco espetáculos com temas autônomos, que se desdobram e se entrelaçam sob a perspectiva do feminino. Integram esse ciclo, Katierina Ivânovna [K.I.] (2017-2021). Réquiem para o desejo (2018-2019), As Três Irmãs e A Semente da Romã (2020-2022 - indicado ao prêmio APCA como melhor espetáculo, melhor direção, melhor dramaturgia e prêmio SHELL de melhor direção, vencedor dos prêmios APCA e SHELL de melhor direção) e Charlotte, em fase de pré-produção.RUY CORTEZ - COORDENAÇÃO DO PROJETO E DIREÇÃOÉ diretor teatral, pedagogo, curador artístico e programador teatral. É sócio-fundador e diretor artístico da Companhia da Memória, vice-presidente da Associação Amigos do TBC e do Teatro Brasileiro (AATBC) e foi sócio-fundador e diretor artístico-pedagógico do Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum). Suas direções mais recentes são O Jardim das Cerejeiras (2025), As Três Irmãs e A Semente da Romã (2022), com texto e dramaturgia, respectivamente, de Anton Tchékhov e Luís Alberto de Abreu (vencedor dos prêmios SHELL e APCA especial na categoria de melhor direção). Mais remotamente, dirigiu A Louca de Chaillot, com Cleyde Yáconis, agraciada por sua atuação com o Prêmio APCA 2006, Hilda Hilst O Espírito da Coisa, com Rosaly Papadopol, contemplada por seu trabalho como atriz com o Prêmio APCA 2009, Horário de Visita, A Casa Antiga e Ophélias. Mestrando em Pedagogia do Teatro, na área de Formação do Artista Teatral no programa de Pós-Graduação da ECA/USP, graduou-se em Direção Teatral também pela ECA/USP. É pesquisador do Sistema Stanislavski e das áreas de Pedagogia e Encenação do Teatro Russo, realizou três residências artísticas em Moscou. A primeira em 2006, no GITIS (Academia Russa de Arte Teatral), junto a um grupo de atores para a pesquisa e preparação do espetáculo Lázaro, a partir de Crime e Castigo de Dostoiévski, que estreou em São Paulo no mesmo ano. Voltou a Moscou em 2009 no Teatro de Moscou sob a direção de Oleg Tabakov e em 2011, contemplado pela Funarte com a Bolsa Residência em Artes Cênicas por sete meses no Teatro de Arte de Moscou (MXAT), na Faculdade ligada ao Teatro de Arte e no Centro Meyerhold. Por seu trabalho como curador artístico da programação de espetáculos do Centro Internacional de Teatro Ecum (CIT-Ecum), foi indicado junto ao conselho gestor dessa instituição, ao Prêmio Shell de Teatro 2013 na categoria inovação, pela realização plural de seu projeto artístico-pedagógico. O CIT-Ecum entre outros projetos é correalizador das cinco primeiras edições da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp). Seus espetáculos receberam mais de quarenta nominações a prêmios como; Prêmio Zé Renato, Prêmio ProAc Produção e Circulação, Prêmio Myriam Muniz, Governador do Estado de São Paulo, APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), Shell, Aplauso Brasil, R7 Melhores do Teatro, Cooperativa Paulista de Teatro, Quem Acontece, Qualidade Brasil, Bravo.JOÃO FENERICH - ATUAÇÃOJoão Fenerich é ator e produtor, formado em Técnica Meisner pelo Studio4, em Nova Iorque, onde integrou a montagem de “The Quadrangle”, de Jon Jory, dirigida por Michael Warner. No teatro, destacou-se ao atuar e produzir “O Encontro das Águas”, de Sérgio Roveri, sucesso no Festival de Curitiba de 2017, e integrou montagens como “Punk Rock”, pela Cia. da Memória. No audiovisual, participou de produções como FIM, Betinho: No Fio da Navalha, Sob Pressão, Quanto Mais Vida, Melhor! para a TV Globo/Globoplay, e Reis e Paulo, o Apóstolo para a TV Record. Protagonizou e produziu o longa 'Consequências Paralelas', selecionado em mais de 20 festivais internacionais e com diversas premiações.FLÁVIA TEIXEIRA - ATUAÇÃONatural de Pedreiras, Maranhão. Formada em Licenciatura em Teatro pela Faculdade Paulista de Artes (FPA), pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP) e pelo Núcleo Experimental de Teatro do SESI, sob a coordenação da pedagoga Maria Thais. Ao longo de sua carreira, participou de importantes festivais nacionais e internacionais, como Mirada, FIT, Porto Alegre em Cena, Amazônia das Artes, além do Tang Xianzu International Theater Festival, realizado em Fuzhou, China. Como artista colaboradora, integra a Cia Teatro Documentário, dedicada ao estudo das particularidades do teatro documental; Atualmente é mestranda no PPGAC na UFOP, junto à linha de pesquisa poéticas da cena, investiga “a atriz na encruzilhada do teatro documentário - acumulação do sensível ou memória compartilhada com orientação do Prof. Dr. Marcelo Rocco.ONDINA CLAIS - ATUAÇÃOÉ atriz, professora e também diretora artística da Companhia da Memória. Na Companhia, recentemente atuou em O Jardim das Cerejeiras (2025), As Três Irmãs e A Semente da Romã (2022), com texto e dramaturgia de Anton Tchekhov e Luís Alberto de Abreu (Prêmio APCA 2022 Especial e Prêmio SHELL 2022), Evocação de Patrícia Galvão - Pagu (out/2021), codirigiu A Dócil (2021), adaptação audiovisual para a novela homônima de Fiódor Dostoiévski, atuou em A Semente da Romã, obra audiovisual com dramaturgia de Luís Alberto de Abreu (2020), contemplada com o prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo, a obra audiovisual Desmontagem | As Três Irmãs e A Semente da Romã_minidoc.processo (2020), a obra audiovisual Desmontagem | As Três Irmãs e A Semente da Romã_minidoc.monólogos (2020), Réquiem para o desejo (2018) de Alexandre Dal Farra e nas versões audiovisual e digital do monólogo Katierina Ivânovna - K.I. (2020/2018/2017) de Fiódor Dostoiévski. Ao lado de Ruy Cortez, co-dirigiu outras duas obras da Companhia, Punk Rock (2018-2023) de Simon Stephens e Coração na Bolsa (2012) de Marcus Leoni, além de ministrar uma série de workshops sobre o sistema de Stanislávski em instituições como: Oficina Cultural Oswald de Andrade, Centro Cultural Barco, Centro Compartilhado de Criação e Centro Internacional de Teatro Ecum.MIRIAM RINALDI - ATUAÇÃOFoi atriz do grupo Teatro da Vertigem por mais de 12 anos. Morou em Nova Iorque de 2004 a 2008, onde teve a chance de cursar com Anne Bogart e Mary Overlie, mentoras do sistema de improvisação dos Viewpoints. Sua pesquisa prática e teórica culminou com a tese de Doutorado defendida em 2016 (CAC/ECA/USP), sob orientação do Prof. Jacó Guinsburg, intitulada: “Viewpoints: teoria e prática”. Foi professora do Departamento de Linguagens do Corpo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo de 2002 a 2017, ministrando aulas de improvisação, interpretação e coordenando trabalhos práticos de conclusão de curso. Trabalhou na coordenação artístico-pedagógica dos programas como Teatro Vocacional (Prefeitura SP), Ademar Guerra e Programa de Qualificação (Governo do Estado de SP). Trabalhou em gestão cultural coordenando os programas culturais da área de artes cênicas do SESI-SP por 7 anos. Desde 2020 mantém parceria com a Companhia da Memória em trabalhos como “As Três Irmãs” (2022), “O Jardim das Cerejeiras” e a retomada dos estúdios de atuação (2025).PASCOAL DA CONCEIÇÃO - ATUAÇÃOÉ ator, diretor, locutor, dublador e produtor teatral. Tem longa carreira no teatro brasileiro com participações marcantes principalmente no Teatro Oficina. Na TV fez sucesso como Doutor Abobrinha na série CASTELO RÁ TIM BUM e também como o escritor Mário de Andrade na série UM SÓ CORAÇÃO. No Teatro Oficina, dirigido por José Celso Martinez Corrêa, esteve em espetáculos como HAM-LET, BACANTES, PRA DAR UM FIM NO JUÍZO DE DEUS, entre outros. Trabalhou com diretores como BIBI FERREIRA, MAURO MENDONÇA FILHO, RUY CORTEZ, GABRIEL VILELLA, MONIQUE GARDENBERG, CARLOS ALBERTO SOFREDINI, FELIPE HIRSCH, entre outros. Em novelas esteve em “Caminho das Índias”, “Deus Salve o Rei” e no cinema em SALVE GERAL e OLGA.CONRADO COSTA - ATUAÇÃOConrado Costa é ator e músico. Cursa a Escola de Arte Dramática da USP, também concluiu o curso profissionalizante na Escola de Atores Wolf Maya. No teatro, recentemente esteve na montagem de “O Jardim das Cerejeiras”, com a Cia da Memória, no Sesc Consolação, em São Paulo. E em 2022 trabalhou como ator e assistente de direção na peça “As Três Irmãs e a Semente da Romã”, com a Cia da Memória, - peça ganhadora do prêmio especial APCA e melhor direção no prêmio SHELL.DANIEL FALLEIROS MIGLIANO - ATUAÇÃOAtor formado pela Escola de Arte Dramática EAD-ECA-USP com pós-graduação em direção pela Escola Superior de Teatro e Cinema ESTC-IPL de Lisboa. Dentre os espetáculos como ator destacam-se: "Sonata Fantasma Bandeirante" de Francisco Carlos, onde interpretava o pai Bandeirante, par da personagem de Alessandra Negrini, "Os Lusíadas " produção de Ruth Escobar e direção de Iacov Hillel, como o Capitão Vasco da Gama, "Pedro e Vanda " direção de Cristina Mutarelli onde fazia o personagem Pedro o namorado de Vanda, vivida por Gabriela Duarte, "Push-up" de Roland Schimmelpfennig e direção de César Baptista onde vivia o personagem Robert, O Interrogatório " de Peter Weiss com direção de Eduardo Wotzic onde era o personagem Advogado. ANA HARTMANN - ATUAÇÃOAna Hartmann é natural de Porto Alegre. Entre 2013 e 2018 integrou o Teatro Oficina em espetáculos como “Bacantes”, “Odisseia Cacilda” e “Macumba Antropófaga”. Atuou também com o Grupo Cemitério de Automóveis em “Killer Joe”, “Criança Enterrada” e “Quartos de Hotel”. No audiovisual, participou de séries como Me Chama de Bruna (FOX), Feras (MTV), Onde Nascem os Fortes (Globo) e Hard (HBO). Protagonizou Reality Z (Netflix, 2020) e atuou nos longas O Pastor e o Guerrilheiro (José Eduardo Belmonte) e Barba Ensopada de Sangue (Aly Muritiba). Em 2025, integrou o elenco de O Jardim das Cerejeiras, dirigida por Ruy Cortez, no Teatro Anchieta.MARCELO BACCHIN - ATUAÇÃO E CENOGRAFIAAtor e cenógrafo de festas há 26 anos. Formado no Centro de Artes e Educação Célia Helena, onde realizou o Curso Técnico Profissionalizante, depois a Faculdade de Atuação e onde ainda cursou aulas na Pós Graduação em Direção e Atuação. Realizou ainda formação de ator em cinema na Academia Internacional de Cinema (AIC). Seus últimos trabalhos como ator são: “O Céu Fora Daquela Janela” de Lucy Kirkwood, com direção de Johana Albuquerque, “Volpone” de Ben Johnson, com direção de Bete Dorgam, “Tartufo” de Moliére, com direção de Simone Boer, “O Julgamento de Luculus” de Bertolt Brecht, com direção de Fernando Nitsch, “Solilóquios” de William Shakespeare, com direção de Gabriel Miziara, “A Morta” de Oswald de Andrade, com direção de Joana Dória. Integrou uma série de treinamentos de ator: “Laboratório Dois Olhares em Perspectiva: Meyerhold e Stanislávski” com Maria Thaís, “Ler em Voz Alta” com Mika Lins, "Criação e Atuação para a Câmera" com Walter Rippel, "Intensivo de Atuação" com Lee Taylor, "Amar o Tempo" com Marcos de Andrade, "Monólogos para o audiovisual” com Adriana Pires e Daniel Lopes, "Da Idéia à Cena" com Malu Bazan e "Quando Acende a Camêra" com Eduardo Milewics, “Sistemas em Perspectiva: Viewpoints” com Miriam Rinaldi e “Sistemas em Perspectiva: Laboratório Stanislávski” com Ondina Clais e Ruy Cortez. Treina continuamente com Lucia Gayotto, “Voz e Palavra”.JOÃO VASCO - ATORJoão Vasco é ator, cientista político e produtor. Formado pela UNIRIO e com passagem pelo lendário grupo Nós do Morro, recebeu indicações a prêmios por seu trabalho com a obra de Nelson Rodrigues. Iniciou sua trajetória na Companhia da Memória como aluno e produtor dos Estúdios de Atuação voltados ao sistema Stanislavski — hoje, integra o núcleo artístico e assina a direção de produção. Nos palcos, deu vida a obras potentes do teatro como Punk Rock (2018 e 2023) de Simon Stephens, As Três Irmãs e A Semente da Romã (2020 a 2022), vencedoras dos prêmios Shell e Apca na categoria melhor direção e O Jardim das Cerejeiras (2025), ambas de A. Tchekhov. Neste novo momento da companhia, mergulha no desenvolvimento do seu primeiro monólogo, que toca em um dos temas mais pulsantes das artes no mundo.MARIA MANOELLA - ATRIZMaria Manoella é atriz com formação de teatro. Estreou no cinema com o filme Lara em 2004. No teatro, atuou em mais de 30 peças, dentre as quais A Casa de Bernarda Alba (2003) direção de Dionísio Neto, Cinema Éden, direção de Emílio de Biasi ( 2005), Ricardo III (2006), direção de Jô Soares, Cruel (2011) direção de Elias Andreato, O Teste de Turing (2016), direção de Eric Lenate, e Ala de Criados, com direção de Marco Antonio Rodrigues, o díptico das peças As Três Irmãs e A Semente da Romã (2022), com direção de Ruy Cortez e Marina Tenório, e Escute as Feras (2023) com direção de Mika Lins e Fernanda Diamant. Há 15 anos integra o grupo Cemitério de Automóveis, fundado e dirigido pelo dramaturgo Mário Bortolotto. Em 2006 começa a sua carreira na televisão, onde participou de séries na HBO, Amazon, Globoplay, GNT, entre elas Filhos do Carnaval, Mandrake e A Divisão. Na Rede Globo participou das séries JK e Treze Dias Longe Do Sol, e das novelas Três Irmãs, Sete Vidas, Deus Salve o Rei. Atualmente está no ar na novela Além da Ilusão. No cinema participou de mais de 20 longas metragens, onde se destacam Crime Delicado de Beto Brant, A Mulher Invisível, de Claudio Torres, Malu de Bicicleta, de Flávio Tambellini, Vermelho Russo, de Charly Braun , A Vida Invisível, de Karim Ainouz, vencedor do festival de Cannes 2019. Em 2024 estreou o longa vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro Ainda Estou Aqui. Em 2014 ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival “Por Amor Al Arte” em La Coruña, Espanha, pelo seu desempenho no curta “Saturnica” de Cesar Netto. Em 2016 ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Fest-Aruanda por seu desempenho em “Vermelho Russo”. MARISTELA BUENO - PRESTAÇÃO DE CONTASProdutora, roteirista e advogada. Formada em Direito pela Universidade Paulista, em Rádio e TV pela Universidade Bandeirante e pós-graduada em Direito do Entretenimento pela ESA – OAB/SP. Diretora da Pipoca Cultural, empresa que presta serviços de gestão de projetos incentivados nos segmentos de artes cênicas, visuais, humanidades e audiovisual, assessoria jurídica, produção executiva, criação de roteiros e produção de eventos culturais e corporativos. Iniciou sua carreira como produtora e roteirista em 2004. Entre 2007/2020 foi produtora executiva, roteirista e consultora jurídica da Escola de Atores Wolf Maya, trabalhando com os diretores Wolf Maya, Michael Rumam, Del Rangel, Mauro Batista Vedia, Eliana Fonseca, Renato Simões, Sérgio Ferrara, Marco Antônio Braz, Sandra Corveloni, Zé Henrique de Paula, Marco Antonio Pâmio, Ruy Cortez, Elias Andreatto, Kleber Montanheiro, Dan Rosseto, Kiko Marques e Hugo Coelho. Em 2021/22, trabalhou como produtora no Reality Masterchef edições 8 e 9, da TV Bandeirantes e produtora de conteúdo dos Realities “A Grande Conquista” edições e e 2, em 2023 e 2024 e “A Fazenda” edições 13, 14, 15, 16 e 17 (2021 a 2025), da Tv Record. É autora da peça teatral Biografia Não Autorizada (2013) e do premiado curta metragem Nóia - Um Dia No Limite (2015), com direção de Elder Fraga, o qual foi finalista em mais de 55 festivais brasileiros e internacionais, inclusive do Festival de Cannes, além de ganhar 30 prêmios, sendo premiada como melhor roteirista do I Festivou – Festival Audiovisual Independente Brasileiro. Como gestora realizou os seguintes espetáculos: “Rock Show o Musical”, de Hudson Glauber – Direção Hudson Glauber – 2008 (Teatro Brigadeiro); “O Inspetor”, de Nikolai Gogol – Direção: Hudson Glauber – 2011 (Teatro Nair Bello); “A Dama do Mar”, de Henrik Ibsen– Direção: Sérgio Ferrara – 2012 (Teatro Nair Bello); “A Hora Perigosa”, de Clara Meirelles – Direção: Daniel Herz – 2014 (Teatro Fashion Mall - RJ); “O Semeador”, de Gabriel Chalita – Direção Hudson Glauber – 2015/2016 (Teatro MuBE); “A Serpente”, de Nelson Rodrigues – Direção Eric Lenate – 2017/2018 (Teatros Viradalata e Faap); “Relaxa que é Sexo”, de Wolf Maya – Direção Wolf Maya – 2018 (Teatro Nair Bello); “Muito Louca”, de Gabriel Chalita – Direção Hudson Glauber – 2018 (Teatro Raul Cortez); “Irmãs Siamesas”, de José R Siqueira – Direção Sebastien B Michel – 2018 (Teatro A. Francesa); “Avesso”, de Daniel Torrieri Baldi – Direção Hudson Glauber – 2018/2019 (Teatro Nair Bello); “Irineu”, de Tiago Luchi – Direção Ricardo Grasson – 2024 (Teatro Marte Hall); “Funny Girl- A Garota Genial” – Direção Gustavo Barchilon – 2024 – (Teatro Porto Seguro); “O Papel de Parede Amarelo e Eu” – Direção Denise Stoklos e Alessandra Maestrini, - 2025 (Teatro FAAP); “O Palhaço Está Sem Graça” – Direção Hudson Glauber – 2025 (Teatro Nair Bello); “Dream Girls” – Direção Gustavo Barchilon – 2025 (Teatro Santander);
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.