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PRONAC 251357Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

TODOS OS AMORES, MENOS AQUELE

PANENKA REALIZACOES CULTURAIS E ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 205,7 mil
Aprovado
R$ 205,7 mil
Captado
R$ 61,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

29.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-07-16
Término
2026-06-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem de espetáculo teatral. Estima-se um alcance de 2.500 pessoas ao longo de uma temporada de 2 meses, com 4 apresentações semanais, com ingressos no valor de R$ 45,00 inteira, distribuídos tal qual apresentado no plano de distribuição.Está prevista, também, como contrapartida, a realização de palestras gratuitas para público de comunidades periféricas, com alcance estimado em 500 pessoas.

Sinopse

No monólogo, uma mulher em crise e em busca de libertação, reflete e repassa as etapas do relacionamento abusivo que vivenciou durante anos, conversando consigo mesma; diretamente com o público e com seu subconsciente (uma boneca - a criança interior, com todos os sonhos e anseios - que ela precisa "matar", para poder recomeçar). Movimentos corporais característicos do teatro físico se apresentam como uma narrativa paralela e adicional ao texto, fazendo chegar ao espectador os diversos níveis de angústia que acometem as vítimas desse tipo de violência. Outra personagem, uma psicanalista, de tom cômico, e que também se dirige à plateia, pontua traços e comportamentos típicos da psicopatia social que origina e permeia as relações de caráter tóxico e abusivo. Imagens projetadas (em tecidos em formato de teia, numa alusão à teia à qual a vítima se vê enredada), hora ilustram a cena, hora retratam os sentimentos conflitantes da personagem. Músicas cantadas ao vivo pela atriz permeiam as cenas, delimitam abertura e encerramento. A atriz executa, também ao vivo, instrumentos percussivos, cuja sonoridade remete ao tribal, aos cânticos e rituais da ancestralidade feminina, àquela voz interior do feminino chamada intuição.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:O objetivo geral é a montagem de um monólogo musicado, que visa chamar a atenção para o círculo vicioso que se estabelece nesses tipos de relacionamentos nos quais um dos parceiros se vê dominado e manipulado pelo outro - social, emocional, financeira, sexual , e/ou fisicamente -, enredado em uma teia de emoções e sentimentos que vão do desejo de ser feliz à perda total da autoestima.Outro objetivo é a realização de palestras e debates com público-alvo (mulheres em geral e de comunidades periféricas) com a participação de profissionais e especialistas da área de psicologia da mulher e de segurança pública. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 32 apresentações do espetáculo em temporada de 2 meses;- Fazer o conteúdo do espetáculo chegar ao público feminino, particularmente às mulheres de baixa renda e de áreas periféricas, com o auxílio de parcerias; - Entreter, provocando reflexão; - Criar um espaço no qual o público, por meio da identificação ou empatia com a situação e sentimentos da personagem, seja capaz de se conscientizar do problema; - Utilizar o teatro como espaço de reflexão, contribuindo com o debate de importantes questões sociais contemporâneas;Contrapartida Social: - Realizar debates e palestras com o público das apresentações, bem como de comunidades periféricas;

Justificativa

O Teatro é um excelente veículo para se abordar as questões do abuso, da psicopatia relacional e dos relacionamentos abusivos porque tem a qualidade de conseguir fazer chegar ao público, de uma forma bem-humorada, leve, às vezes até poética, temas que, dado o grau de violência e sofrimento, podem encontrar dificuldade de serem alcançados por outras vias. Vivemos um momento muito particular em nosso país no que concerne às temáticas tratadas no âmbito da arte, em seus diversos segmentos. O público de teatro, de uma maneira geral, vem se mostrando cada vez mais aberto para narrativas que têm como foco a denúncia de problemas sociais, como o racismo, as questões identitárias e de gênero, as pautas das chamadas "minorias". Desse prisma, abriu-se um enorme e fértil espaço para a comunicação, o debate e a propagação de conteúdos que visem conscientizar a audiência sobre os nossos dilemas contemporâneos. O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking de feminicídio de acordo com a ONU Mulheres. Os índices são alarmantes. Cerca de 41% dos casos de violência acontecem dentro de casa. Além disso, 3 em cada 5 mulheres sofreram, sofrem ou sofrerão violência em um relacionamento afetivo. O feminicídio é uma das consequências letais desse tipo de relacionamento, no caso das mulheres. Porém, diversos outros transtornos não letais acometem as vítimas de abuso, como, depressão profunda, ausência total de autoestima, perda completa da autoconfiança, tristeza, ansiedade, síndrome do pânico, transtorno alimentar, entre outros distúrbios psicológicos e físicos. Assim, PRECISAMOS FALAR SOBRE RELACIONAMENTO ABUSIVO! Até porque, embora atinja majoritariamente a população feminina, o problema não se restringe às mulheres, vitimando pessoas de diferentes gêneros, raças, idades e classes sociais, em diferentes status de relacionamento pessoal, o que amplia a abrangência de interesse do monólogo aqui proposto. Apesar da questão alcançar diferentes recortes sociais, identitários e de gênero, o espetáculo leva em conta as estatísticas atuais, e se concentra em um relacionamento heterossexual, no qual essa violência tem motivações e implicações de gênero, e retrata uma mulher que se vê enredada nas teias da psicopatia e dos jogos psicológicos de seu parceiro, passando por todas as etapas características desse tipo de relacionamento tóxico, até encontrar sua libertação, deixando, assim, para o público, uma mensagem positiva, encorajadora e esperançosa. Dessa forma, o projeto demonstra sua capacidade para entreter, enquanto produto artístico-cultural; de informar, na medida que se baseia em estudos e pesquisas atuais sobre a questão bordada e, ainda, de acolher, no sentido de se voltar para um público vítima - muitas vezes inconsciente - do problema apresentado no espetáculo. No que se refere ao Artigo 1 da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, o fomento público ao projeto se justifica por: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Já ao que concerne ao Art. 3°, da referida lei, o projeto atende aos seguintes objetivos: um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição de cota gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

Monólogo teatral musicado em um ato.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Considerando as características do projeto e o valor solicitado, bem como o fato de, no momento desta inscrição, o espaço para as apresentações ser ainda desconhecido, a produção se compromete com as seguintes ações de acessibilidade: ESPETÁCULO - ARTES CÊNICAS i) Comunicacional: Participação diária de profissional de Língua Brasileira de Sinais – Libras, isto é, nas 32 apresentações. (A remuneração do profissional está incluída nos custos administrativos - 2.200,00/mês = 4.400,00) ii) Atitudinal: contratação de equipe para auxílio no deslocamento e acomodação de PcD; CONTRAPARTIDA06 Encontros para Debates e palestras para público de comunidades periféricas, com profissional de LIBRAS. (Custo pago com recusrsos próprios)

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO O público-alvo são as mulheres e, assim, a produção empenhará esforços para encontrar parcerias de ONGs e órgãos públicos e privados que auxiliem na tarefa de levar ao teatro o maior contingente possível de mulheres de baixa renda e de áreas periféricas da cidade, possibilitando que elas acessem gratuitamente o conteúdo do espetáculo. De acordo com a logística conseguida e com a quantidade de público a ser alcançado, esta ação poderá ser distribuída ao longo da temporada, por meio de reserva diária de ingressos, ou, se for o caso, por meio de uma apresentação exclusiva e gratuita para este público. Com profissionais que tratam vítimas de relacionamentos abusivos, como Assistentes Sociais e Psicólogos, a produção pretende articular a realização de uma palestra gratuita e aberta ao público em geral, que poderá se realizar no próprio local de apresentação do espetáculo, e que contará com a participação da autora e atriz do monólogo, que durante anos se debruçou sobre pesquisa quanto a psicopatia e relação abusiva. Será disponibilizada uma cota de ingresso (de acordo com a capacidade do teatro) para ações públicas de democratização dos bens culturais produzidos e formação de plateia, como o Programa Passaporte Cultural, por exemplo, da Secretaria de Estado de Cultura do RJ, entre outros.É compromisso da produção o atendimento aos seguintes incisos da IN:DO ESPETÁCULO ARTES CÊNCIASArt.46I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações dedivulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo,incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais).§ 2º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue:I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013;II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; eArt. 47I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo (Mulheres de comunidades periféricas)V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos - Bate-papo pós espetáculo e Palestras conforme descrito na apresentação do projeto.DA CONTRAPARTIDA SOCIAL (Art. 49)V - realizar, gratuitamente, 01 ensaio aberto, palestras e debates;X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional deIncentivo à Cultura. APRESENTAÇÃO SEGUIDA DE DEBATES EM COMUNIDADES PERIFÉRICAS.

Ficha técnica

AUTORA / ATRIZ / COMPOSIÇÕES E ARRANJOS - MÁRCIAH LUNA CABRAL Cantora, atriz, bailarina, Bacharel em Música Popular Brasileira ( Arranjo) pela UNIRIO, Licenciatura Plena em Música UCAM, com especialização em Arteterapia em Educação e Saúde e MBA em Liderança, Inovação e Gestão 4 .0 PUCRS, teve os primeiros contatos a música na escola em Praga, na Tchecoslováquia, onde viveu parte da sua infância. Atuou em EVITA, no papel principal, no antigo Palace em Moema - SP. Participou dos espetáculos Theatro Musical Bras ile iro I , de 1860 a 1910 e Theatro Musical Brazileiro II, de 1919 a 1945 , de Luis Antônio Martinez Correa. Fez Porgy and Bess, um musical, cantando as principais árias da ópera dos irmãos Gershwin. Cantou no Festival Internacional de Jaz z da Cidade do México. Trabalhou com o ator e diretor Sérgio Brito no espetáculo autobiográfico Meninos, eu vivi. Foi convidada para cantar no Festival Internacional de Jazz da Cidade do México na Sala Silves tre Revueltas do Centro Cultural Ollin Yoliztli. (CO) DIREÇÃO ARTÍSTICA E GERAL - ROGÉRIO FANJU Ator, Diretor e Produtor. Formado em TEATRO pela (ex) Faculdade da Cidade na coordenação de Bia Lessa, e emCINEMA (tecnólogo e diretor) na Universidade Estácio de Sá. Como DIRETOR, entre diversos trabalhos, destaca-se: Diretor da Rádio novela “Em um lugar chamado LugarNenhum”, primeiro podcast dramatúrgico apresentado pelo Sesc RJ, 2021. CINEMA: co-diretor e co-produtor de “Maria Ninguém” filme com Fernanda Lima (curta-metragem brasileiroselecionado na mostra de 2009 do FESTIVAL DE CANNES) e que ganhou o Prêmio de melhor curta-metragem emLos Angeles THE WIFTS Foundation Honorees and Filmmakers; diretor de elenco de “Primrose” . TEATRO: AS PESSOAS (2022); Olho por Olho (2019 CCJF/RJ), Órbita (2019 SESI-FIRJAN), Em um lugar chamadoLugar Nenhum (2015 CCBB/2016), 7 vidas (2010 Teatro Laura Alvin). CO-DIREÇÃO ARTÍSTICA - MÁRCIA SANTOS Cientista Política (UniRio); Mestra em Sociologia Política (IUPERJ/Candido Mendes) e Bacharel em Artes Cênicas(UniRio). Atriz, cantora, diretora, autora e produtora teatral. Profissional multidisciplinar, com atuação nas áreas artístico-cultural, política e de pesquisa acadêmica. Atualmente está em cartaz no Teatro Laura Alvim, com o monólogo AS PESSOAS, de sua autoria, premiado com o Prêmio Sesc Artes Cênicas 2022. Joãosinho e Laíla – Ratos e Urubus, Larguem Minha Fantasia Melhor Ator), peça de sua autoria, acaba de ser contemplada com o Prêmio Shell de Teatro 2023 na categoria Melhor Ator. Circula pelo Sesc – RJ como atriz em Luíza Mahin – Eu Ainda Continuo Aqui, texto também de sua autoria, que circulou pelo SESI SP em 2022, (premiado no Festival Nacional de Teatro de Varginha -MG - Melhor Espetáculo e Melhor Atriz: Márcia Santos) e concorreu ao Prêmio Shell 2023 na categoria Melhor Direção Musical. DIREÇÃO DE MOVIMENTO (PREP. CORPORAL E COREOGRAFIAS) - LUIZA LOROZA Atriz, cantora, poeta e diretora. Formada pela Escola de Atores Wolf Maya e aluna do curso de Artes Cênicas da UNIRIO. Em 2023, dirigiu o espetáculo ERÊ, onde também assina a adaptação de dramaturgia, assinou a direção de movimento e a adaptação dramaturgia do espetáculo LECI BRANDÃO - NA PALMA DA MÃO. Está no elenco de TEMPESTADE de Shakespeare, em cartaz no Teatro Poeira, RJ. Integrou o elenco da 1ª. fase da novela Vai Na Fé, da Globo, como Cristal. Destaque para os trabalhos como atriz com o espetáculo JACKSONS DO PANDEIRO - O MUSICAL, com a direção de Duda Maia e MUSEU NACIONAL, com direção de Vinicius Calderoni - onde além de atuar, escreveu uma das cenas dapeça, “museu do futuro”. Em 2019 venceu o prêmio de melhor atriz no 9° Festu com o solo “mar seco que terra molhada” e no mesmo ano o SLAM DAS MINAS/RJ. Em 2021 foi indicada para o PRÊMIO APTR na categoria Jovens Talentos. PRODUÇÃO E EDIÇÃO DE IMAGENS - INEZ CABRAL Começou sua carreira no audiovisual participando de filmes como Toda nudez será castigada, de Arnaldo Jabor; Soledade, de Paulo Thiago; Morte e vida severina, de Zelito Vianna, entre outros Roteirizou e dirigiu dois curtas-metragens, Pipoca moderna e Zoonistia. Em 1980 passou a trabalhar na TV Educativa RJ, onde trabalhou com Geraldo Casé, Flávio Migliaccio, entre outros. Roteirizou e dirigiu programas da emissora: Tá contigo, dirigido ao público infanto-juvenil; Especial John Lennon, por ocasião de sua morte. Laranjeiras em Festa, em Laranjeiras (Se), durante festa folclórica local. Fata Morgana, ópera de Jocy de Oliveira. Fez vários vídeos independentes Pedro Nava e o Rio prêmio de melhor roteiro UERJ 40 Anos. Dois vídeos Saúde sim e Cólera não, uma coprodução UERJ, UFRJ e FIOCRUZ e o vídeo independente Romance policial brasileiro ilustração do poema homônimo de Braulio Tavares. Do fundo do meu coração vídeo exibido no show de Fafá de Belém do mesmo nome. ILUMINAÇÃO - AURÉLIO DE SIMONI Com mais de trinta anos de carreira, Aurélio de Simoni é considerado um dos maiores nomes da iluminação do país. Em parceria com Luiz Paulo Nenen, com quem cria e realiza a iluminação de uma média de oito espetáculos por ano até 1984, entre eles: Dzi Croquetes - TV Croquete Canal Dzi, criação coletiva do grupo, 1980; Poleiro dos Anjos, de Buza Ferraz, 1981; Serafim Ponte Grande, de Oswald de Andrade (1890 - 1954), Bar Doce Bar, roteiro deÁlvaro Ramos, Pedro Cardoso e Felipe Pinheiro, e As Lágrimas Amargas de Petra von Kant, de Fassbinder, em1982; A Família Titanic - a Família que Afunda Rindo, de Mauro Rasi, Folias do Coração, adaptação de Geraldo Carneiro, Quem Tem Medo de Itália Fausta, de Ricardo de Almeida e Miguel Magno, Viúva, porém Honesta, de Nelson Rodrigues, e A Terra dos Meninos Pelados, adaptação da obra de Graciliano Ramos, em 1983; Ensaio nº 1- A Tragédia Brasileira, de Sérgio Sant'Anna, 1984, ambas direções de Bia Lessa. Em 1982, a dupla de iluminadores recebe o Troféu Mambembe pelo conjunto de trabalhos. A partir de 1984, passa a trabalhar sozinho, realizando a iluminação para diversos diretores nos espetáculos. CENOGRAFIA - DANIEL LEÃO Arquiteto pela Universidade Santa Úrsula e Cenógrafo pela UNIRIO. Sócio da Estúdio Sauá, que desenvolve projetos e obras de Arquitetura e atua em Produções Culturais, desde a concepção até a execução, contando com uma equipe multidisciplinar para Cenários, Exposições, temporárias e permanentes, instalações artísticas, arquitetura efêmera, além de produções culturais. Atualmente é responsável pelo setor de Artes Visuais do SESC Quitandinha, em Petrópolis. Assinou a cenografia de: João Caetano ou Morte - um ensaio com Luiz Gama (2023); AS PESSOAS (2022); Ópera no Bolso (musical) - 2007; Ópera Caipira (musical) – 2008; Livro em Cena - Bienal RJ 2009; Senhora dos Afogados –2010; Livro em Cena - Bienal RJ 2011; Mil cartas de brinquedo - Solar de Botafogo - 2012; Peça Meu queixo caiu(musical) Solar de Botafogo - RJ 2013. FOTOGRAFIA – CLÁUDIA RIBEIRO Tem formação em fotografia pelo Senac em 1986/1987. Cursou Photoshop pelo Senac 2008 Cursou fotografia de estúdio na Abaf (2003). Fotografou centenas de peças no RJ, incluindo da Cia dos Atores, Os Privilegiados, Intrépida Trupe, Cia 151, e muitas outras. Fez exposição de fotos de teatro infantil no Teatro do Jóquei, em 2004; Foi a fotógrafa do livro “A Teatralidade do Humano” de Ana Lucia Pardo. Suas fotos estão presentes no livro “A Dramaturgia de Luz” de Paulo Cesar Medeiros, "Na Cia dos Atores"(da Cia dos Atores) e vários outros livros de teatro. FIGURINO E ASSESSORIA DE IMPRENSA - NÃO DEFINIDOS.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.