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Marco Preto é uma plataforma de memória e difusão multilinguagem dedicada ao resgate e valorização da herança negra nas cidades brasileiras. Através de uma mostra físico-digital imersiva e um museu virtual acessível, o projeto documenta paisagens urbanas, arquiteturas históricas e memórias coletivas invisibilizadas em São Paulo, Salvador, Recife e Rio de Janeiro. Com 8 minidocumentários, ensaios fotográficos, modelagens 3D e desenhos artísticos, recria espaços fundamentais da resistência negra, oferecendo uma experiência crítica, sensorial e educativa. A plataforma online inclui galerias interativas, mapas georreferenciados e conteúdos audiovisuais, democratizando o acesso e promovendo uma reflexão sobre o apagamento cultural. Como iniciativa de ativismo cultural e justiça histórica, Marco Preto busca a reativação simbólica de territórios, honrando a memória que moldou as cidades e afirmando a centralidade da cultura negra na construção do Brasil.
RESUMO DOS PRODUTOS CULTURAIS1 - PLATAFORMA DIGITAL "MARCO PRETO"Museu virtual interativo que mapeia a memória negra urbana através de minidocumentários, ensaios fotográficos, modelagens 3D e cartografia digital. Conteúdo acessível em múltiplos idiomas e formatos inclusivos.Classificação indicativa: Livre2 - EXPOSIÇÃO FÍSICA IMERSIVAMostra modular itinerante que integra instalações audiovisuais, projeções mapeadas e elementos sensoriais, reconstituindo patrimônios culturais afro-brasileiros nas quatro cidades.Classificação indicativa: Livre3 - MINIDOCUMENTÁRIOS (8 episódios)Série em curta-metragem que documenta marcos arquitetônicos, territórios de resistência e narrativas orais da presença negra no espaço urbano.Classificação indicativa: Livre4 - OFICINAS DE CARTOGRAFIA AFETIVAAtividades educativas presenciais que estimulam a leitura crítica do território através de metodologias participativas e registro de memórias locais.Classificação indicativa: Livre5 - RODAS DE CONVERSAEncontros mediados com lideranças comunitárias, pesquisadores e detentores de saberes tradicionais, promovendo diálogo sobre patrimônio cultural e direito à cidade.Classificação indicativa: 14 anos6 - PUBLICAÇÃO EDUCATIVAMaterial didático em formatos acessíveis (digital, Braille, audiobook) com conteúdo sobre preservação do patrimônio cultural afro-brasileiro.Classificação indicativa: Livre
OBJETIVO GERALCriar uma plataforma de memória e difusão multilinguagem que promova o resgate, a valorização e a visibilidade do patrimônio cultural afro-brasileiro nas cidades, materializando-se em uma exposição físico-digital imersiva e um museu virtual acessível, como gesto de reparação histórica e ativismo cultural.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1 - Desenvolver e lançar uma plataforma digital interativa (museu virtual) com:• 8 minidocumentários de 3-6 minutos cada• Ensaios fotográficos autorais• Modelagens digitais 3D de patrimônios arquitetônicos• Mapas georreferenciados dos marcos da resistência negra• Galeria virtual com ilustrações e cartografias críticas• Conteúdos em Libras, audiodescrição e legendas multilíngues2 - Realizar exposições físico-digitais imersivas em 4 cidades brasileiras (São Paulo, Salvador, Recife e Rio de Janeiro) com:• Instalações interativas e projeções audiovisuais• Elementos táteis e experiência multissensorial• Mostras modulares e itinerantes3 - Executar programa educativo com:• 2 rodas de conversa por cidade (total de 8)• 2 oficinas de Cartografia Afetiva por cidade (total de 8)• 2 visitas mediadas a marcos históricos afro-brasileiros por cidade (total de 8)4 - Constituir acervo público digital acessível, reunindo pesquisa documental de instituições como Museu Afro Brasil, IPHAN, Fundação Pierre Verger, IPN, Museu da Maré e acervos universitários.5 - Garantir acessibilidade integral por meio de:• Plataforma web acessível• Conteúdos em múltiplos formatos (áudio, visual, textual)• Recursos de navegação intuitiva• Produzir material educativo para rede pública de ensino sobre memória negra urbana, com distribuição gratuita.
Relevância Cultural e Urgência Histórica:O projeto atende ao disposto no Art. 1º, inciso VI da Lei 8.313/91 ao "estimular a divulgação da cultura brasileira no exterior". A plataforma multilíngue e o acervo digital permitirão a difusão internacional da memória afro-brasileira, contribuindo para o reconhecimento global da cultura negra como patrimônio da humanidade.Abrangência e Impacto Social:Alinha-se com o Art. 3º, inciso VI ao "estimular a distribuição regional de bens culturais de acervos". A atuação em quatro capitais de diferentes regiões (Sudeste e Nordeste) garante descentralização e capilaridade, combatendo assimetrias regionais no acesso à preservação memorial.Inovação e Tecnologia:O projeto incorpora o Art. 1º, inciso VII ao "promover a interação cultura-ciência-tecnologia" através do uso de modelagem 3D, georreferenciamento e plataforma digital interativa, modernizando a preservação patrimonial e ampliando seu alcance geracional.Sustentabilidade e Continuidade:Atende ao Art. 3º, inciso III ao "formular política nacional de cultura". O Marco Preto estabelece metodologia replicável para inventário de patrimônios negros, criando base técnica para futuras políticas públicas de preservação.Justificativa Econômica:O incentivo fiscal viabiliza investimento em setor historicamente subfinanciado - a preservação de patrimônios culturais de matriz africana. O retorno social supera o investimento através da:• Geração de empregos na cadeia criativa (pesquisadores, artistas, técnicos audiovisuais, educadores)• Qualificação e modernização de acervos públicos e privados através da digitalização• Fortalecimento do turismo cultural de base comunitária nos territórios mapeados• Documentação técnica qualificada que servirá como base para futuras ações de preservaçãoA iniciativa atua de forma preventiva, criando um "backup digital" de patrimônios em risco e estimulando seu reconhecimento social como estratégia de preservação sustentável.Aderência às Diretrizes Nacionais:O projeto dialoga com:• Plano Nacional de Cultura (Meta 13: preservar patrimônio cultural)• Estatuto da Igualdade Racial (Art. 2º: direito à memória)• Agenda 2030 da ONU (ODS 11: cidades inclusivas e sustentáveis)Viabilidade Técnica:A equipe multidisciplinar (historiadores, arquitetos, documentaristas, educadores) garante execução qualificada dentro dos prazos, com metodologia validada em instituições parceiras como IPHAN e museus afro-brasileiros.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS PRODUTOS1 - PLATAFORMA DIGITAL "MARCO PRETO"Conteúdo: 8 minidocumentários (3-6 min cada), 40 ensaios fotográficos, modelagens 3D, mapas interativosTecnologia: Site responsivo, acessível, trilíngue (PT/EN/ES)Acessibilidade: Legendas, audiodescrição e Libras2 - EXPOSIÇÃO FÍSICA IMERSIVAEquipamentos: 2 projetores 4K, 10 tablets, 5 telas touch, 4 estações sonorasMaterial expográfico: 20 painéis (90x120cm)Duração: 20 dias por cidade, 8h diárias3 - MINIDOCUMENTÁRIOSFormato: 8 episódios de 3-6 minutos cada (total: 48min)Gravação: 4K, som direto, linguagem cinematográficaFinalização: Legendas PT/EN/ES, audiodescrição, versão Libras4 - MATERIAIS DE DIVULGAÇÃOCartazes: 400 unidades A3, papel couchê 150g, QR CodeCatálogos: 800 unidades, 32 páginas, capa duraPostais: 10.000 unidades, 10x15cm, papel reciclado5 - OFICINAS E RODAS DE CONVERSADuração: 2h cada, 2 oficinas e 2 rodas por cidadeCapacidade: 20 participantes por sessãoMaterial: Kits individuais, apostilas, recursos multimídia6 - SUPORTE TÉCNICOManutenção: Plataforma digital por 12 mesesBackup: Armazenamento em nuvem com redundânciaSuporte: Equipe técnica dedicada durante toda execução
ACESSIBILIDADE INTEGRALO Marco Preto estabelece um novo paradigma em acessibilidade cultural, integrando cinco dimensões complementares que garantem acesso universal e equitativo.1 - Acessibilidade ArquitetônicaGarantiremos plena conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (13.146/2015) e Normas ABNT NBR 9050 através de:• Consultoria especializada desde a fase de concepção;• Rotas acessíveis contínuas;• Ambientes de baixa estimulação sensorial;• Áreas de descanso estratégicas para diferentes necessidades;• Iluminação adequada e acústica cuidadosamente planejada;2 - Acessibilidade ComunicacionalImplementaremos múltiplos canais de comunicação• Audiodescrição qualificada em todos os conteúdos audiovisuais;• Libras com tradutores especializados em cultura afro-brasileira;• Legendas descritivas e materiais em Braille;• Plataforma digital com navegação intuitiva e compatível;• Linguagem clara e acessível em todas as comunicações.3 - Acessibilidade AtitudinalCapacitaremos continuamente nossa equipe em:• Protocolos de acolhimento para diversas necessidades;• Comunicação não-violenta e escuta ativa;• Identificadores discretos para condições não aparentes;• Canais abertos para feedback e melhorias.4 - Acessibilidade FinanceiraAsseguraremos acesso irrestrito através de:• Entrada gratuita em todas as atividades;• Parcerias com escolas públicas e instituições sociais;• Transporte acessível para comunidades periféricas;• Conteúdo educativo disponível gratuitamente.5 - Acessibilidade ProgramáticaOtimizaremos experiências mediante:• Horários estendidos e sessões exclusivas;• Programação diversificada e ações itinerantes;• Agendamento prioritário para grupos especiais;• Parcerias com instituições de referência.Esta abordagem integral posiciona o Marco Preto como referência em inclusão cultural, assegurando que o resgate da memória negra seja acessível a todos os cidadãos.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOO Marco Preto implementará uma estratégia multidimensional para garantir a mais ampla distribuição e acesso aos seus produtos culturais, alinhada com sua missão de reparação histórica e justiça social.Distribuição e Comercialização• Acesso Gratuito Universal: Todas as exposições, plataformas digitais e atividades educativas serão inteiramente gratuitas, eliminando barreiras econômicas;• Distribuição Física Multicidade: Exposições itinerantes simultâneas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife, com posterior circulação por outras capitais;• Plataforma Digital Permanente: Museu virtual de acesso irrestrito, funcionando como repositório permanente do acervo multimídia;• Parcerias Institucionais: Distribuição de materiais educativos através de redes de ensino, museus e organizações do movimento negro.Medidas de Ampliação de Acesso• Transmissões Online Ao Vivo: Cerimônias de abertura, rodas de conversa e visitas mediadas transmitidas via streaming;• Oficinas Paralelas Acessíveis: Programação formativa em cartografia afetiva, audiovisual e memória social, com vagas gratuitas;• Conteúdos em Múltiplos Formatos: Versões adaptadas para diferentes plataformas (mobile, desktop, impresso);• Programa de Mediação Continuada: Formação de educadores e lideranças comunitárias como multiplicadores.Acessibilidade Integral• Recursos Inclusivos: Todos os conteúdos com audiodescrição, legendas, Libras e materiais táteis;• Horários Estendidos: Funcionamento em diversos turnos para diferentes públicos;Essa estrutura assegura que os bens culturais produzidos pelo Marco Preto transcendam os espaços expositivos tradicionais, alcançando territórios físicos e digitais de forma democrática e sustentável.
EQUIPE PRINCIPALThiago Sales(Pessoa Negra, LGBT+)Direção Geral, Pesquisa e Curadoria, Gestão de Projetos Audiovisual e Expográfico & Produção Executiva CAU nº A125947-4Linkedin: https://www.linkedin.com/in/thiagojsales/Link do Instagram: https://www.instagram.com/thigojsales/ Portfólio Audiovisual: https://segredofilmes.com.br/thiagosales.pdf Arquiteto Urbanista, Especializado em Gestão de Projetos, acumula em seu portfólio experiências concentradas na produção audiovisual de projetos multilinguagens nacionais e internacionais. Como Diretor de Produção e Coprodutor Executivo atuou no Festival Internacional de Cinema Indígena Cine Kurumin, da produtora Espalha Semente (BA) e em curtas de ficção da Vogal Filmes (BA). Como Produtor e colaborador na Pesquisa, fez importantes contribuições no Filme Documentário Meu Querido Bentinho/João e na série documental Diversidade, produzida para a TVE-BA pela Dois Arroz Filmes (BA), direção de Elen Linth; no curta documentário Kulturmontag, produzido no Brasil para o canal de televisão ORF(ÁUSTRIA); na série documental Retornados, da produtora Praga Conexões (RJ), produzida para o canal Curta e dirigido por Maria Pereira e Simplício Neto; na série Para Gostar de Ler, direção de Eduardo Rajabally, da produtora Prodigo Filmes (SP); no Longa-metragem documental “Kakawá – Ela vai voltar”, produção independente da Produtora Portátil (BA), direção de Emerson Dindo; e na Série Almanaque Saúde - Hora da Mudança (Canal Futura/SESI), direção Geral de Gabriel Edel. Atualmente, colabora na Segredo Filmes e na SPA4 Produções Artísticas como Produtor e Gestor de Projetos que incluem em sua carteira curtas, longas e séries ficcionais e documentais, além de projetos de formação e difusão.Emerson Dindo(Pessoa Negra, LGBT+)Consultor de Excelência Preta, Pesquisador, Coordenador de Projeto e Curador de Conteúdo - Plataforma Digital Link do Instagram: https://www.instagram.com/emerson.dindo/ Linkedin: linkedin.com/in/emersondindo Site: dialab.me (Corporativo)Emerson Dindo é empresário, produtor e cofundador da produtora independente Portátil e da DiALAB, plataforma internacional de desenvolvimento de carreiras, consultoria e networking para profissionais negres do audiovisual. Foi produtor de “O Enigma da Energia Escura”, série estrelada pelo rapper Emicida e que estreou no GNT e na Globoplay com grande repercussão. À frente de uma diversificada cartela de projetos, está finalizando a série Retrato Íntimo, que acompanha um dia na vida de 05 pessoas transexuais de Salvador. No mercado internacional, tem desenvolvido coproduções com países como Moçambique, Espanha e Inglaterra. A coprodução “O Navio e o Mar” recebeu prêmios de importantes fundos como Sundance Institute (2021, EUA), William Greaves (2020, EUA), Ecos do Atlântico Sul (2020, Brasil Alemanha) e Docubox East African Fund (2019, Quênia).Arqta e Dra. Marília Moreira Cavalcante(Mulher, Pessoa PCD)Consultora de Acessibilidade: Dra. Marília Moreira CavalcanteCAU nº A867926Link do lattes: http://lattes.cnpq.br/3930455827621342 Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (1990) e mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (2000). Doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (2012), com o tema Acessibilidade Integrada: proposta de módulo de integração para avaliação, execução e implantação do Desenho Universal. Esta METODOLOGIA intitulada MÓDULO DE ACESSIBILIDADE INTEGRADA foi objeto do projeto APLICAÇÃO DO MÓDULO DE ACESSIBILIDADE INTEGRADA - AMAI, submetido pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB ao Edital de Seleção Pública do FINEP e contemplado com o valor de 1.574.106,00. Atuou como docente do Curso de Urbanismo da Universidade do Estado da Bahia - UNEB. Atualmente é docente e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Salvador - UNIFACS, onde ministra disciplinas de Projeto de Arquitetura e Urbanismo. É professora colaboradora do PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO URBANO E REGIONAL - UNIFACS. Atuou como Diretora de Acessibilidade e Políticas Públicas da Secretaria da Justiça Cidadania e Direitos Humanos, na área de Políticas Públicas para Acessibilidade. Elaborou e coordenou o Projeto de Acessibilidade para o Centro Histórico de Salvador e o Projeto de Acessibilidade para o Parque Metropolitano de Pituaçu em Salvador. Atua como consultora em mobilidade e acessibilidade. Coordena e participa de equipes de elaboração de Planos Diretores de Desenvolvimento Urbano - PDDU, Planos de Mobilidade Urbana e Estudos de Impacto de Vizinhança. Atua também em áreas de Habitação de Interesse Social e Acessibilidade Universal.Dr. Rubens de Paula JuniorConsultor de Metodologia de Pesquisa e Coordenador de Tradução(Pessoa LGBT+)Link do lattes: http://lattes.cnpq.br/0384374556051304 Profissional com PhD e formação na área da saúde e ampla experiência em editoração e escrita científica, com atuação interdisciplinar em projetos acadêmicos no Brasil e no exterior. Possui domínio na elaboração de textos técnicos e científicos em português e inglês, com foco na comunicação clara e precisa de conteúdos complexos. Tem vivência em apoio à produção acadêmica nas áreas da saúde e ciências humanas, contribuindo para a estruturação de projetos, submissão de artigos e preparação de materiais para agências de fomento. Graduado em Biomedicina pela Universidade de Uberaba e com pós-graduação em áreas como Genética e Bioquímica, foi pesquisador visitante no The Institute of Cancer Research (ICR) em Londres, com bolsa nacional do CNPq. Atualmente, dedica-se à aplicação de sua expertise em linguagem científica para apoiar iniciativas de pesquisa e divulgação em temas como saúde coletiva, desigualdades sociais e história urbana.Josi Varjão(Mulher Negra, Pessoa LGBT+)CoProdução Executiva e Coordenação de Projeto- Plataforma Digital Portfólio Audiovisual: https://segredofilmes.com.br/josivarjao.pdf Produtora, atriz e professora de atuação com trajetória consolidada. Fundadora da SPA 4 Produções Artísticas (2013), com projetos aprovados em editais como Curta Anastácia (Salvador Cine 2022) e Prêmio Jorge Portugal (2020). Como atriz, atuou em séries da Netflix (Santo, Cidade Invisível), longas na Netflix e O2 Play, e curtas premiados. Desenvolveu mais de 30 campanhas publicitárias como locutora. Atua como produtora, assistente de direção e preparadora de elenco na Segredo Filmes desde 2013, com passagem pela série Destino SSA (HBO/O2) e curadoria da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema.Danielle Rodrigues dos Santos(Mulher e Pessoa Negra)Direção de Comunicação Estratégica e Assessoria de Imprensa: DRT/BA 3495Jornalista com 15 anos de experiência em Assessoria de Comunicação. Especialização em Comunicação e Política (UFBA) e MBA em Marketing Digital (em curso). Coordenou a comunicação do Procon-BA e da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado, além de gerenciar a comunicação da Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac-BA). Atuou no setor privado para instituições como Hospital São Rafael, Grupo Opty e Shopping Bela Vista. Editora executiva do site OCONSUMIDOR, com ampla experiência em coberturas voltadas para públicos vulneráveis e garantia de direitos humanos.Lilih Curi (Pessoa LGBT+, Mulher +50)Roteiro Documental Audiovisual e Direção de FotografiaPortfólio Audiovisual: https://segredofilmes.com.br/lilihcuri.pdf Diretora, roteirista e produtora. Fundou a Segredo Filmes (2013), realizando curtas como Carmen, Teresa, Carolina, Distopia e Preciso Falar Sobre ELA. Dirigiu a série Transviar e o documentário Palhaços do Rio Vermelho. Seus filmes foram exibidos no Canal Brasil, SESCTV e distribuídos internacionalmente. Distopia venceu o Candango de Melhor Som no Festival de Brasília. Dirigiu a Mostra Lugar de Mulher é No Cinema (2017-22) e prepara o curta Anastácia (2024).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.