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Realização da exposição "Nido Campolongo _ Design para Todos: ressignificações do cotidiano", que convida o público a mergulhar no universo criativo, ético e profundamente atual do artista plástico, designer e cenógrafo, que há mais de 50 anos mistura arte, arquitetura, design de objetos e pesquisa de materiais com profundo compromisso ambiental, social e estético. Previsão de 1 mês de exposição no CCBB - SP.
A exposição “Nido Campolongo – Design para Todos: ressignificações do cotidiano” convida o público a mergulhar no universo criativo, ético e profundamente atual de Nido Campolongo — artista plástico, designer e cenógrafo cuja trajetória de mais de cinco décadas cruza arte, arquitetura, design de objetos e pesquisa de materiais com profundo compromisso ambiental, social e estético.A exposição “Nido Campolongo – Design para Todos: ressignificações do cotidiano” convida o público a mergulhar no universo criativo, ético e profundamente atual de Nido Campolongo — artista plástico, designer e cenógrafo cuja trajetória de mais de cinco décadas cruza arte, arquitetura, design de objetos e pesquisa de materiais com profundo compromisso ambiental, social e estético.Organizada em três núcleos — Espiral, Móbile e Oca — a exposição apresenta um recorte sensível e estratégico da obra do artista. Cada módulo propõe uma vivência sensorial, educativa e simbólica:Esta é uma exposição-conceito: viva, imersiva e replicável.Replicável, porque suas soluções, formas e ideias — nascidas do reaproveitamento de resíduos e do fazer manual — podem ser aplicadas em práticas educativas, design acessível e modos sustentáveis de viver e criar.A proposta é inédita não apenas por estrear no CCBB SP, mas por sua configuração curatorial, seus conteúdos e suas obras. Cada núcleo apresenta criações novas ou reconfigurações significativas a partir de processos contemporâneos de pesquisa e experimentação:• A Espiral, originalmente concebida em 2002, ganha nova vida com materiais atualizados e aplicações inéditas.• O Móbile, embora desenvolvido anteriormente, é exibido pela primeira vez no Brasil com forma e conceito expandidos.• A Oca, apresentada agora como abrigo habitável, marca uma virada fundamental na pesquisa do artista sobre arquitetura social, ecológica e acessível.Esse ineditismo reside, portanto, na reelaboração consciente de ideias estruturantes da trajetória de Nido Campolongo — fundamentos que agora são expandidos, atualizados e ressignificados. A exposição apresenta obras inéditas, criadas a partir de novas pesquisas, descobertas técnicas e intenções estéticas, que dialogam diretamente com os desafios e horizontes do presente.No contexto em que o Brasil se prepara para sediar a COP30, a exposição se posiciona como resposta concreta e poética aos desafios da sustentabilidade — com práticas de reuso, redução de resíduos sólidos e emissão de carbono, valorização de materiais alternativos e estímulo à participação ativa do público.A inclusão social, aqui, se manifesta no acesso ampliado ao conhecimento, nas propostas de educação não formal, na simplicidade sofisticada dos materiais e na democratização dos processos de criação. Design como linguagem acessível, como possibilidade de transformação.Além da mostra, o projeto contempla ações educativas presenciais — oficinas, rodas de conversa e mediações — realizadas em sala dedicada no subsolo do CCBB SP (com possibilidade de realocação para outro espaço que melhor acomode as atividades dentro do próprio centro cultural, incluindo o prédio anexo).Aos 70 anos, Nido Campolongo compartilha não apenas obras — mas saberes, processos e formas de habitar o mundo.Uma exposição que mobiliza, ensina e inspira.Um convite direto e sensível:com o quê — e para quem — queremos construir o amanhã?
Objetivo GeralRealizar uma exposição imersiva, interativa e educativa que estimule o pensamento crítico e sensível sobre arte, sustentabilidade, design e arquitetura como práticas transformadoras — capazes de ressignificar a matéria, os modos de criar e os modos de habitar.Objetivos EspecíficosRealização de uma exposição de obras inéditas do artista Nido Campolongo a partir de suas pesquisas recentes, atualizando conceitos-chave de sua trajetória, reunindo forma, função e pensamento sustentável em três núcleos expositivos: Espiral, Móbile e Oca. Com a duração de 1 mês no CCBB - SP.Público estimado: 2.000 pessoas por diaTotal de público direto: 60.000 pessoasPromover oficinas criativas com base no conceito "design para todos", que terão como foco o processo de criação artística a partir do reaproveitamento de materiais residuais, promovendo a transformação do "lixo" em linguagem visual, objetos e obras tridimensionais. Sob condução do artista e designer Nido Campolongo, com apoio de educadores, os participantes terão contato direto com técnicas desenvolvidas ao longo de seus 50 anos de carreira, aprendendo a utilizar resíduos industriais como papelão, madeira, tecidos, vidro e metais leves para construir novas formas e narrativas visuais. O conteúdo abordará fundamentos de design sustentável, experimentação estética, processos de montagem e acabamento.Quantidade: 6 oficinasCarga horária: 3 horas cadaParticipantes por oficina: 20Total de participantes diretos: 120Promover rodas de Conversa _ Mediação e Reflexão que complementam as oficinas e têm como objetivo ampliar a reflexão sobre o papel da arte e do design no contexto contemporâneo da sustentabilidade. Serão encontros abertos ao público com mediação de Nido Campolongo e convidados da área de design, meio ambiente e economia criativa, promovendo um diálogo entre arte, ecologia e cidadania. As conversas abordarão temas como o poder transformador do reaproveitamento, o design como ferramenta de inclusão social e as novas economias sustentáveis.Quantidade: 3 rodas de conversaCarga horária: 2 horas cadaParticipantes por roda: 40Total de participantes diretos: 120Realizar um vídeo institucional sobre a força criativa da sustentabilidade que integrará a programação da exposição e apresentará o olhar do artista e designer Nido Campolongo sobre o reaproveitamento de resíduos como gesto estético, ético e social. O vídeo revelará o processo de criação da obra Espiral e outras experiências do artista que unem arte, design e consciência ambiental, mostrando como o lixo urbano se transforma em matéria-prima para a beleza e o pensamento.O conteúdo propõe uma reflexão sobre a arte como agente de transformação e inclusão, inspirando o público a repensar a relação com o consumo e o descarte. Com linguagem poética e acessível, o vídeo será exibido no espaço expositivo e disponibilizado em redes digitais do projeto.Quantidade: 1 vídeo institucional/documentalDuração: até 7 minutosExibições públicas: 1 mês - durante o período da exposição Público estimado: 2.000 pessoas por diaTotal de público direto: 60.000 pessoas
A importância deste projeto encontra respaldo no Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, que institui como dever do Estado garantir o exercício dos direitos culturais e apoiar iniciativas que ampliem a produção, a difusão e o acesso à cultura. Dessa forma, o projeto se alinha diretamente à política cultural nacional, contribuindo para a valorização da diversidade, para a democratização do acesso e para a preservação da memória e da identidade brasileiras.O projeto "Nido Campolongo _ Design para Todos: ressignificações do cotidiano" responde de maneira afirmativa e sensível aos desafios do nosso tempo — da crise ambiental à urgência por práticas culturais mais inclusivas, sustentáveis e educativas. Ele propõe uma nova percepção sobre os resíduos, o consumo e o modo como habitamos o mundo, ao transformar matéria descartada em beleza, função e consciência.Mais que uma exposição, é um gesto de atualização: Nido Campolongo retoma ideias estruturantes de sua trajetória e, por meio de novas pesquisas, processos e descobertas, cria obras inéditas e relevantes para o presente. A exposição não replica, mas reinventa. Cada módulo traduz uma etapa renovada do pensamento do artista, que combina rigor técnico, poética visual e forte compromisso com o coletivo.A trajetória de Nido reúne mais de cinco décadas de criação com consciência — do reaproveitamento de resíduos industriais ao desenho de objetos e abrigos, passando por mobiliário, instalações, esculturas, oficinas e ações educativas. Sua obra propõe um design ético, sensível e replicável — onde a estética anda de mãos dadas com a função e a sustentabilidade é prática, e não conceito.A exposição ancora-se com força e coerência nos três eixos curatoriais do edital:• DiálogosO projeto ativa trocas reais entre artista, público e território. A obra de Nido nasce do encontro com o outro — comunidades criativas, escolas, presídios, hospitais e arquitetos populares fizeram parte do seu percurso. Agora, a exposição amplia esses diálogos ao convidar estudantes, educadores, artistas, profissionais do design e visitantes em geral a interagir com formas, ideias e materiais que habitam nosso cotidiano, mas raramente ganham leitura sensível.As oficinas e rodas de conversa funcionam como pontes entre diferentes saberes, criando um campo de escuta e construção conjunta. O projeto está pronto para dialogar com públicos diversos e reforçar o compromisso do CCBB com a cultura como vetor de transformação.• ExperiênciasCada módulo — Espiral, Móbile e Oca — propõe uma experiência imersiva, sensorial e educativa. O visitante é convidado a tocar, caminhar, observar, refletir, criar. O espaço expositivo é pensado como um percurso vivo — onde cada material, forma e textura ativa os sentidos e expande o olhar. As oficinas práticas aprofundam esse convite, permitindo que o público entre em contato com o pensamento do artista e participe, de forma ativa, da transformação da matéria e da imaginação de futuros possíveis.• PluralidadeA obra de Nido é plural em essência: atravessa arte visual, design de objetos, arquitetura sustentável, cenografia, biojoalheria e práticas educativas. Sua criação utiliza materiais diversos — naturais, industriais, artesanais — em escalas distintas e com abordagens técnicas que se contaminam mutuamente. Reunindo móveis, instalações, abrigos, esculturas e ações educativas, a exposição afirma a potência do fazer brasileiro — híbrido, inventivo, sustentável e comprometido com a coletividade. Uma arte que nasce do resíduo, mas que aponta para o futuro.Este projeto afirma, com clareza e contundência, a relevância contemporânea de Nido Campolongo — um artista que, aos 70 anos, permanece em plena criação, provocando reflexões, abrindo caminhos e compartilhando saberes.Ao apresentar obras inéditas derivadas de novas pesquisas, o projeto assume sua vocação transformadora: sensibilizar, ensinar e inspirar. Uma exposição que oferece um legado vivo — um caminho possível, necessário e poético para se construir um amanhã mais equilibrado e belo.Com esta exposição pretende-se:• Apresentar um conjunto inédito de obras desenvolvidas a partir de pesquisas recentes do artista Nido Campolongo, atualizando conceitos-chave de sua trajetória e reunindo forma, função e pensamento sustentável em três núcleos expositivos: Espiral, Móbile e Oca.• Reafirmar a exposição como uma plataforma de experimentação e inovação, onde ideias estruturantes da carreira de Nido são re-interpretadas e aplicadas em contextos contemporâneos, respondendo às urgências do presente.• Evidenciar o reaproveitamento de materiais como ferramenta estética, social e ambiental, capaz de despertar a consciência do público e propor novas formas de produção, criação e moradia.• Promover oficinas criativas com base no conceito "design para todos", convidando o público a vivenciar processos de experimentação e transformação da matéria, em diálogo direto com as obras da exposição.• Engajar diferentes públicos — estudantes, educadores, arquitetos, artistas, comunidades criativas e o público em geral — em torno de práticas sustentáveis e inovadoras, utilizando a arte como canal de troca, formação e inspiração.• Reforçar o papel da pesquisa aplicada como motor do ineditismo da exposição, demonstrando como as obras apresentadas derivam de novos estudos e descobertas do artista em torno dos materiais e seus potenciais expressivos.• Valorizar o legado vivo de Nido Campolongo, ao posicionar suas criações como catalisadoras de mudança: obras que ensinam, emocionam e inspiram novos futuros possíveis.• Reafirmar o impacto do belo como linguagem transformadora: ao criar peças que se distanciam do resíduo em sua forma crua e se aproximam do sensível, o artista ativa a empatia, desloca o olhar e estimula a reflexão.
Plano de ComunicaçãoA comunicação do projeto será conduzida pela Co.Move Comunicação, que possui mais de 20 anos de experiência em comunicação cultural, institucional e de impacto social. A proposta contempla uma estratégia integrada e sensível à curadoria da exposição, com foco em visibilidade, engajamento e ampliação do acesso ao pensamento e à obra de Nido Campolongo.Objetivos:• Ampliar o alcance do projeto, dialogando com públicos diversos;• Posicionar o CCBB como difusor de práticas culturais inovadoras e sustentáveis;• Estimular o engajamento afetivo e intelectual com os temas da exposição;• Gerar um legado comunicacional acessível, educativo e duradouro.Eixos de atuação:• Identidade visual e narrativa conceitualDesenvolvimento de marca gráfica original e narrativa alinhada aos três núcleos da exposição (Espiral, Móbile, Oca), com foco em sensibilidade estética, coerência curatorial e impacto visual.• Conteúdo digital e redes sociaisSérie de postagens com vídeos de bastidores, frases do artista, curiosidades, registros das oficinas e tutoriais sobre reaproveitamento criativo. Criação de conteúdos acessíveis em Libras, com audiodescrição e linguagem inclusiva.• Site da exposiçãoPlataforma digital com navegação acessível, versão trilíngue (português, inglês e Libras), catálogo digital, vídeos, galeria de obras e agenda de eventos educativos.• Assessoria de imprensa e mídia espontâneaRelacionamento com jornalistas e influenciadores das áreas de arte, arquitetura, cultura, sustentabilidade, ESG e design. Produção de releases, pautas e sugestões de conteúdo para veículos especializados e de grande circulação.• Ações com formadores de opiniãoEngajamento de curadores, artistas, arquitetos, professores, educadores e jornalistas por meio de convites para a abertura, visitas mediadas e rodas de conversa.• Catálogo bilíngue impresso e digitalFerramenta educativa e de memória do projeto, com textos curatoriais, ensaios críticos, bastidores da montagem, imagens das obras e QR Codes com acesso a conteúdos acessíveis e vídeos.
Organizada em três núcleos — Espiral, Móbile e Oca — a exposição apresenta um recorte sensível e estratégico da obra do artista. Cada módulo propõe uma vivência sensorial, educativa e simbólica:• Espiral: a reinvenção da forma. Instalação monumental que percorre os três andares do CCBB SP com 30 anéis dispostos em hélice, representando três dimensões do artista — o pesquisador de materiais, o artista visual e o designer de objetos.Serão expostos de 30 a 34 quadros em módulos de 1m x 1m, construídos com compensado, madeira residual, elementos de PET, papelão e fibras naturais.• Móbile: o lúdico em suspensão. Escultura aérea inspirada nos filtros de sonhos da etnia Ojibwa, feita com anéis de papelão e madeira de reflorestamento. Desenvolvida pelo artista, a obra hoje está instalada na França — e será apresentada pela primeira vez no Brasil nesta exposição, em versão inédita, com atualizações e novos elementos resultantes de pesquisas recentes.Peça aérea com cerca de 60 anéis circulares, cada um com diâmetro aproximado de 1 metro, em papelão, madeira de reflorestamento e tubos de fenolite, total de até 3 m de altura.• Oca: o abrigo possível. A instalação — antes concebida como espaço de convivência efêmero em outros contextos — ressurge agora como conceito de habitação sustentável. Sua estrutura é construída com Taipaurbana, tijolo ecológico desenvolvido por Nido a partir de resíduos industriais e terra crua. A Oca é apresentada pela primeira vez como abrigo arquitetônico funcional, acessível e replicável, abrigando no interior a Coleção Círculos e vídeos educativos sobre soluções habitacionais de baixo impacto.Estrutura circular aproximada de 6 m de diâmetro, construída com tijolos Taipaurbana (terra+resíduos), madeira residual para mobiliário e forro modular.• A Espiral, originalmente concebida em 2002, ganha nova vida com materiais atualizados e aplicações inéditas.• O Móbile, embora desenvolvido anteriormente, é exibido pela primeira vez no Brasil com forma e conceito expandidos.• A Oca, apresentada agora como abrigo habitável, marca uma virada fundamental na pesquisa do artista sobre arquitetura social, ecológica e acessível.
O projeto “Nido Campolongo – Design para Todos: ressignificações do cotidiano” tem o compromisso de garantir que todos os públicos possam vivenciar a exposição com autonomia, conforto e significado. A acessibilidade, nesse contexto, não é tratada como um recurso adicional, mas como uma extensão natural e ética da própria concepção curatorial, educativa e comunicacional do projeto.Todas as ações foram planejadas com base em princípios de mediação inclusiva, considerando o diálogo com consultorias especializadas e a realidade dos espaços expositivos. A ideia é ampliar o acesso com qualidade, respeitando os diferentes perfis de visitantes e os recursos disponíveis.Ações previstas:• Tradução em Libras nos principais eventos educativos e de mediação, como oficinas e rodas de conversa agendadas, com divulgação prévia dos horários com intérprete;• Vídeos com legendas em português e versão com interpretação em Libras para os conteúdos educativos exibidos na Oca;• Audiodescrição de obras e vídeos selecionados, acessível por QR Code em totens ou materiais impressos;• Material gráfico e sinalização com alto contraste, linguagem clara e fonte ampliada, voltados a públicos com baixa visão e deficiência intelectual;• Acesso físico garantido, com rota adaptada, mobiliário de apoio e equipe preparada para o atendimento de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida;• Conteúdo digital com acessibilidade básica: compatibilidade com leitores de tela, uso de texto alternativo em imagens e vídeos legendados.Ao propor um design ético, sensível e feito para todos, o projeto afirma a inclusão como pilar de sua atuação. Garantir que todas as pessoas possam criar, refletir e se emocionar diante das obras é, aqui, não apenas uma diretriz técnica, mas um gesto de coerência com tudo o que se pretende despertar.
A exposição e as oficinas serão acessíveis, gratuitas. Realizadas ao longo de 1 mês, possibilitando o acesso a um grande número de pessoas, abertas à participação de estudantes, professores, arquitetos, artistas, profissionais da economia criativa, jovens de projetos sociais e pessoas interessadas em arte, design e sustentabilidade. Mais do que ensinar técnicas, essas atividades sensibilizam, mostram que é possível criar com o que seria descartado — e, com isso, mudar o olhar, a atitude e o mundo ao redor. É nesse gesto que reside o legado educativo de Nido: formar, inspirar e multiplicar.Atividades previstas incluem:• Oficinas práticas de criação de maquetes, objetos e estruturas utilizando papelão, plástico reciclado, fibras vegetais e outros materiais reaproveitados;Quantidade: 6 oficinasCarga horária: 3 horas cadaParticipantes por oficina: 20Total de participantes diretos: 120• Encontros com o artista e educadores convidados, promovendo trocas sobre processos criativos, ética do design, sustentabilidade e responsabilidade social;• Rodas de conversa sobre temas como “habitar sustentável”, “design acessível” e “arte e transformação social”;Quantidade: 3 rodas de conversaCarga horária: 2 horas cadaParticipantes por roda: 40Total de participantes diretos: 120• Exibição de vídeos e registros sobre o processo criativo de Nido, o desenvolvimento do Taipaurbana, a construção da Oca e inspirações na arquitetura vernacular.Quantidade: 1 vídeo institucional/documentalDuração: até 7 minutosExibições públicas: 1 mês - durante o período da exposição Público estimado: 2.000 pessoas por diaTotal de público direto: 60.000 pessoasAcessibilidadeConsultoria especializadaAtividades: Tradução em Libras, audiodescrição, adaptação de materiais gráficos e digitais, sinalização.
A equipe do projeto “Nido Campolongo – Design para Todos: ressignificações do cotidiano” reúne profissionais de excelência reconhecida nas áreas de arte, design, arquitetura, comunicação, acessibilidade e audiovisual. Com trajetórias premiadas e ampla experiência em exposições de grande porte, os integrantes garantem um projeto consistente, criativo e tecnicamente robusto, em sintonia com os objetivos e a escala da proposta.Concepção artísticaResponsável: Nido CampolongoAtividades: Criação e produção das obras, instalações e mobiliário; direção artística geral.Currículo resumido:Artista plástico, designer e cenógrafo.Com mais de 50 anos de trajetória, Nido Campolongo é um dos nomes mais originais e coerentes da arte e do design sustentáveis no Brasil. Sua obra transita entre escultura, design gráfico, mobiliário, arquitetura leve e ações educativas, sempre unindo poética, ética e transformação.Reconhecido como “artista do papel” e criador inquieto, Nido é pioneiro no reaproveitamento de resíduos industriais, materiais orgânicos e recicláveis na criação de objetos, instalações e ambientes que desafiam a fronteira entre arte e funcionalidade.Sua pesquisa nasce do cotidiano: dos tempos em que cresceu entre prensas tipográficas do pai, até seu reencontro com a terra e os materiais no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT/USP), onde desenvolveu o tijolo Taipaurbana, feito com resíduos da indústria de papel — base para sua inovadora OCA – Arquitetura para Todos. Nido realizou exposições marcantes no Museu Oscar Niemeyer, MUBE, Bienal Brasileira de Design, Bienal de Curitiba, Instituto Tomie Ohtake e diversas unidades do SESC-SP, com projetos imersivos como Brincadeiras de Papel, Impressões sobre Papel e Círculos. Participou de encontros internacionais de design e sustentabilidade na Itália, França, Espanha, Portugal, Holanda, EUA, Chile e Angola. Foi incluído no livro internacional&Fork (Phaidon, Inglaterra), entre os 100 designers mais relevantes do mundo.Seus projetos envolveram comunidades, escolas, presídios, hospitais psiquiátricos e cooperativas de reciclagem, refletindo sua crença na arte como linguagem de inclusão e na criação como ferramenta de autonomia.Como educador e multiplicador, desenvolve oficinas com foco em design acessível, reaproveitamento criativo e práticas colaborativas. Aos 70 anos, segue em plena produção, oferecendo um legado sensível, replicável e urgentemente necessário.CuradoriaResponsável: Fernanda SarmentoAtividades: Desenvolvimento do conceito curatorial, narrativa da exposição e seleção das obras.Currículo resumido:Curadora e pesquisadora em design e cultura material, Fernanda Sarmento atua na intersecção entre arte, design e educação, com foco na valorização de narrativas plurais e territórios diversos. Doutora em Design e Sustentabilidade pela FAU-USP, tem uma abordagem crítica e sensível sobre os papéis do artista, do objeto e do design no Brasil contemporâneo.Desenvolveu projetos curatoriais no MIS-SP, CCLAO-SP e Museu A CASA do Objeto Brasileiro, com destaque para exposições voltadas à mediação cultural e ao diálogo entre práticas culturais e processos formativos.ExpografiaResponsável: Pedro Mendes da RochaAtividades: Projeto expográfico, adaptação ao espaço do CCBB SP e acompanhamento da ambientação.Currículo resumido:Arquiteto formado pela FAU-USP (1987), Pedro Mendes da Rocha é um dos maiores nomes da expografia no Brasil, com mais de 200 exposições assinadas e premiações nacionais e internacionais. Projetou a arquitetura das 21a e 28a Bienais de São Paulo, Bienais de Design, Bienais de Arquitetura, mostras do CCBB (SP, RJ, DF, BH), SESCs, IMS e instituições internacionais. Seus projetos combinam precisão técnica, sofisticação formal e intensa relação poética com o espaço expositivo.Produção ExecutivaResponsável: Jacqueline Lucchesi - Co.Move ComunicaçãoAtividades: Coordenação geral, planejamento estratégico, articulação institucional, cronograma e orçamento.Currículo resumido: Proponente, coordenação geral e produção executiva Comunicadora, estrategista cultural e produtora com mais de 20 anos de experiência em comunicação institucional, cultura e impacto social. Fundadora da Co.Move Comunicação, atua na criação de narrativas, gestão de imagem e desenvolvimento de projetos autorais para artistas, marcas e instituições. Em parceria com Nido Campolongo, lidera a coordenação executiva da exposição, com foco em planejamento estratégico, articulação institucional e comunicação integrada.Mediação e OficinasEducadores convidados (coordenação: Nido Campolongo)Condução das ações educativas e rodas de conversa, com base no conceito “design para todos”.Audiovisual e DocumentaçãoResponsável: Edu Barcellos — FotocontextoAtividades: Direção, fotografia e produção de vídeos sobre a exposição, bastidores e oficinas.Currículo resumido:Audiovisual e documentaçãoFotógrafo, cineasta e diretor audiovisual com mais de 40 anos de trajetória, Edu Barcellos fundou a Fotocontexto, produtora especializada em temáticas socioculturais e documentais. Dirigiu e fotografou filmes como Paraisópolis, Vitórias Além do Pódio, A Terra Fala, Reinventando a Vida e Desvendando Museus, atuando com sensibilidade e excelência técnica em projetos de impacto social e cultural. Sua abordagem destaca histórias humanas e amplia o alcance de iniciativas educativas e artísticas por meio da imagem.AcessibilidadeConsultoria especializadaAtividades: Tradução em Libras, audiodescrição, adaptação de materiais gráficos e digitais, sinalização.Comunicação IntegradaResponsável: Co.MoveComunicação e parceiros criativosAtividades: Criação de identidade visual, divulgação, redes sociais, site, materiais impressos e catálogo.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 02/02/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.