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PRONAC 2513594Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Street River Amazônia – Ilha do Combu

STRIVER PRODUCAO CULTURAL E DE ARTE LTDA
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2026-03-09
Término
2026-05-25
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O projeto visa promover a arte urbana em comunidades ribeirinhas do entorno de Belém do Pará, reunindo/convidando artistas do graffiti, da região amazônica, e levando-os para o coração da capital do Pará a fim de promover intercâmbio e criar murais nas paredes de (12) casas localizadas às margens dos rios, integrando a arte contemporânea à paisagem natural e cultural da região, ampliando a Galeria Fluvial da Amazônia, criação do artista visual Sebá Tapajós, nas ilhas do Pará, e promovendo (2) oficinas para a comunidade local, e, prioritariamente, para crianças e adolescentes.

Sinopse

1. Produção de um ciclo de pinturas, constituindo-se na produção de 12 murais de grafiti: 1.1. Artistas e produção irão vivenciar a ilha do Combu, em convivência com a comunidade, em trocas diárias para a organização de calendário conjunto de ações; 1.2. Artistas grafiteiros convidados produzirão murais em 12 casas ribeirinhas na ilha do Combu, em Belém (PA); 2. Realização de um ciclo de 2 oficinas culturais para a comunidade 2.1. Duas oficinas de iniciação às artes visuais serão ministradas para crianças e jovens da ilha do Combu, e interessados em geral, com práticas de desenho e pintura; 2.2. As oficinas serão realizadas em momentos e turnos distintos, a fim de possibilitar a participação a um número maior de pessoas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL- Ampliação da Galeria Fluvial da Amazônia na ilha do Combu, em Belém do Pará, com pinturas de fachadas de casas ribeirinhas.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Promover exposição de arte grafitti, advinda de 1 ciclo de pinturas em (12) casas na ilha do Combu, em Belém do Pará, realizando ao mesmo tempo a valorização do local, e promovendo intercâmbio entre artistas da Amazônia,- Oferecer e realizar 1 ciclo de (2) oficinas culturais para crianças e adolescentes do lugar, e entorno.

Justificativa

A Ilha do Combu, área de proteção ambiental de aproximadamente 15,9 km², localizada a vinte minutos de barco do centro de Belém, é um ponto turístico da cidade e recebe visitantes do mundo inteiro que buscam contato com as belezas naturais da Amazônia e com a gastronomia regional. Os moradores locais têm como principal fonte de renda o extrativismo vegetal (açaí e cacau) e a pesca, além do turismo crescente. A ilha está situada na região insular de Belém, capital do estado do Pará, e mantém, entre muitas outras características de ocupação voltadas para o setor turístico, entre pousadas e restaurantes em vários pontos, a contemplação e o aspecto bucólico, sendo este um dos atrativos do lugar, que conta com uma população de cerca de 1.500 habitantes.Os serviços essenciais são executados pela Prefeitura Municipal de Belém, que mantém, na ilha, uma unidade básica de saúde (UBS) e duas escolas atendendo crianças e jovens: uma delas, a Escola Municipal do Campo Milton Monte (EMEC) fica no Furo São Benedito, é certificada pelo Fundo das Nações Unidas (Unicef) como Unidade Amiga da Primeira Infância (Uapi).As primeiras edições do Street River Amazônia foram feitas de forma independente e colaborativa pelo idealizador do projeto, o artista Sebá Tapajós, que, em 2015, pintou as primeiras cinco casas na ilha.Ao transformar palafitas em obras de arte a céu aberto, o projeto chama a atenção para a vida do povo ribeirinho e traz visibilidade para a urgência de preservação da Amazônia, dos seus rios e da sua cultura. Ao oferecer oficinas de desenho e pintura a crianças e jovens, prioritariamente, o artista aposta na sensibilização e na ampliação da visão de futuro profissional ao público alvo. Ao propiciar água potável o projeto cumpre com um papel social e oferece condições mais dignas às pessoas do Combu, também como resposta à receptividade às ações do Street River.O projeto dialoga com a Lei 8313/91, e ao seu Art. 1º, nos seguintes itens:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E atendendo os objetivos da referida lei, o projeto atende alguns requisitos do Art. 3º, segundo o item: II - fomento à produção cultural e artística Que reza: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

O Street River não é um projeto que aconteceu. Ele continua acontecendo. É permanente.Beto Macedo (diretor/TILT REC)O artista Sebá Tapajós vem realizando, já há alguns anos, um trabalho de imersão e vivência em comunidades ribeirinhas no estado do Pará, que desemboca em uma profusão de cores e formas em várias casas das comunidades visitadas, o que constitui em um museu a céu aberto, e se torna um chamariz ao turismo nessas áreas. Ano a ano o artista busca parcerias para incrementar esse trabalho, como uma forma de valorização das comunidades e chamar a atenção das administrações públicas, e iniciativas privadas, para as necessidades e precariedades que ainda persistem nesses lugares cheios de vida e cultura.

Especificação técnica

1. Murais- (Produzidos em (12) casas, que receberão pinturas de artistas amazônicos, ao final de vivência e intercambio; - As tintas utilizadas são específicas para o clima quente e úmido da região amazônica: são anti-mofo, preservam a qualidade do ar e as madeiras usadas na construção das casas; 2. Oficinas (2) Oficinas de iniciação às artes visuais – conhecimentos básicos de desenho e pinturaEmenta: Oferecer rudimentos do desenho e da pintura com ferramentas práticas a instigar a criatividade para a produção autônoma de personagens e desenhos em geral. Carga horária: 15 horas (3 horas/dia - 5 dias) Módulos (1 por dia): estrutura e proporção, desenho de memória e observação, luz e sombra. Material: Papel chamex e aquarela, lápis e borracha, pincéis, telas, lápis e canetas coloridas, verniz e cola.

Acessibilidade

Importante dizer que todas as ações do projeto Street River Amazônia – Ilha do Combu serão acompanhadas por profissionais da acessibilidade no atendimento a PcDs com características diversas; as ações serão divulgadas utilizando-se sinalização apropriada, assim como os chamamentos à participação da comunidade da ilha do Combu, com sinalização de ferramentas de acessibilidades nas peças gráficas criadas para esse fim a serem veiculadas em redes sociais e/ou veículos de comunicação, além de visitação presencial. Serão utilizadas, portanto:Ferramenta de audiodescrição para PcDs visuais; Intérpretes de Libras para PcDs auditivos; Profissionais treinados para dar suporte a PcDs intelectuais;De maneira que todos/as interessados/as, em qualquer situação, sejam atendidos/as.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto serão realizadas e oferecidas gratuitamente ao público alvo, e interessado, em consonância ao item V do art. 47, da IN 23 (fevereiro de 2025), e também: - o transporte para as oficinas será gratuito para os habitantes da ilha do Combu; - o registro das atividades será aberto à população, assim como aos meios de comunicação, inclusive os públicos.

Ficha técnica

Coordenação GeralSebá Tapajós – Artista plástico e grafiteiro. Carrega no nome a linhagem artística e origens amazônicas. Filho do consagrado violonista Sebastião Tapajós (1943-2021), sempre conviveu com as artes e escolheu trabalhar com as cores como expressão maior, embora seja daltônico. O movimento é o elemento central e uma referência à sinuosidade dos rios que cortam a região amazônica, inspirando a criação das formas por ele trabalhadas. Está à frente do projeto Street River Amazônia, que já realizou cinco edições no Pará.Produção GeralMarisa Carneiro é produtora cultural com sólida atuação em projetos de arte urbana e contemporânea. Participou da criação e produção do Reduto Walls (2014), evento que destacou o grafite como linguagem artística, e integrou a equipe do Artrua (RJ, 2016). Desde 2016, produz o StreetRiver, projeto que ocupa o espaço público com intervenções artísticas, com edições realizadas em 2016, 2017, 2018, 2022 e 2024. Sua trajetória é marcada pela valorização da arte de rua e pela promoção de artistas emergentes.Coordenação pedagógica (oficinas)Ghasper, nome artístico de Anderson Serra. Grafiteiro, tatuador e produtor cultural de Belém do Pará. Fundador da RPC (Resistência Periférica Crew), é idealizador do projeto Vielas da Vila e produtor cultural do Street River. Começou no graffiti em 2007, no projeto “Metrópole em Cores”, da Prefeitura de Belém. Após isso, se especializou com cursos na Fundação Curro Velho, como pintura em mural, serigrafia e desenho. Participou de encontros nacionais de graffiti como o TBC Festival (SP), Cores da Vila (MA), e outros em Belém. Atua com tatuagem e graffiti com foco em realismo. Usa a arte como ferramenta de transformação social nas periferias. Seu trabalho valoriza a cultura urbana e as raízes periféricas da Amazônia. É hoje um nome consolidado na cena artística do Norte do Brasil.Oficineiros1.Naylson Amorim Santos. Preto NayNascido e criado no bairro Águas Lindas em Ananindeua (PA). Artista visual, DJ e produtor cultural desde 2016, produziu e participou musicalmente de vários eventos pela capital.A partir do ano de 2020 começou a atuar nas artes visuais, participou dos seguintes eventos: "Ubuntu" 1° encontro negro de graffiti, Pimp my carroça, Street River, e na exposição coletiva, Insurgencias e o contraponto do longe. Também participou da produção do mutirão de Hip hop Vielas da vila.Atualmente segue com os trabalhos na área da arte visual ministrando oficinas e também produzindo murais em eventos como mutirões de Graffiti em Belém e região metropolitana. 2.Adren Melo Chipaia, conhecido artisticamente como Denak Chip, é graffiteiro e artista visual de 20 anos de idade, atuante no movimento do grafite desde 2021. Desenvolve oficinas artísticas com foco em projetos sociais, escolares e comunitários, utilizando o grafite como ferramenta de expressão coletiva, educação e valorização cultural. Já participou de duas edições do projeto Pimp My Carroça, contribuindo com a arte urbana na valorização de catadores e trabalhadores invisibilizados. Em 2022, integrou as equipes de produção dos projetos Street River e Vielas da Vila (Vila da Barca, em Belém do Pará), atuando como produtor auxiliar e oficineiro em ações que conectam arte urbana, território e juventude periférica.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.