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PRONAC 2513619Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Circuito Jazz na Ilha

BERNARDO SOARES BRAVO PRODUCAO MUSICAL
Solicitado
R$ 749,3 mil
Aprovado
R$ 749,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-01-01
Término
2026-09-01
Locais de realização (6)
Antonina ParanáCuritiba ParanáGuaraqueçaba ParanáMatinhos ParanáMorretes ParanáParanaguá Paraná

Resumo

O Circuito Jazz na Ilha é um festival de música instrumental que acontecerá nas cidades de Matinhos, Ilha das Peças, Paranaguá, Curitiba, Guaraqueçaba, Morretes e Antonina com apresentações musicais e oficinas de formação em música.

Sinopse

Sinopse – Circuito Jazz na IlhaO Circuito Ilha promoverá 30 apresentações musicais gratuitas, com capacidade média de 360 pessoas por sessão, alcançando cerca de 10.800 beneficiados. O projeto contará ainda com 10 oficinas formativas (300 vagas) voltadas à capacitação em artes e 6 oficinas educativas em formato de mutirão (180 vagas), de caráter comunitário e participativo. Ao todo, serão impactadas diretamente cerca de 11.280 pessoas, articulando fruição artística, formação cultural e mobilização comunitária em diferentes territórios.Com atividades gratuitas em espaços públicos e ações de formação cultural, o projeto democratiza o acesso à música de qualidade, fomenta a economia criativa local e estimula o turismo cultural. O Circuito Jazz na Ilha também reforça seu compromisso com a sustentabilidade e a inclusão, oferecendo oficinas comunitárias, mutirões de limpeza e recursos de acessibilidade (Libras, legendagem, audiodescrição e materiais em Braille).

Objetivos

Objetivo GeralPromover a difusão do jazz e da música instrumental em diferentes regiões do Paraná, ampliando o acesso do público a bens culturais de qualidade, fortalecendo a cena musical brasileira e estimulando o turismo sustentável.Objetivos EspecíficosRealizar 30 atrações musicais gratuitas.Realizar 10 oficinas formativas, voltadas à capacitação e ao aprofundamento de conhecimentos, com carga horária de três horas e participação de até 30 pessoas por turma, totalizando 300 vagas.Realizar 6 oficinas educativas em formato de mutirão, com caráter comunitário e participativo, que buscam estimular o engajamento local, a troca de saberes e a vivência coletiva da cultura, alcançando diretamente 180 pessoas.Implementar recursos de acessibilidade em todas as atividades, incluindo tradução em Libras, legendagem nos vídeos e audiodescrição em conteúdos audiovisuais.Estimular a formação de plateias para a música instrumental e o jazz, com atividades de aproximação em escolas e espaços culturais.Fomentar a cultura local, inserindo artistas regionais na programação e promovendo intercâmbio com músicos consagrados.Promover ações de sustentabilidade, como mutirões de limpeza, uso de copos reutilizáveis e campanhas educativas.Criar espaços de networking e interação para artistas, produtores e profissionais do setor cultural e turístico.Produzir e disponibilizar gratuitamente um documentário e vídeos legendados do evento, democratizando o acesso ao conteúdo.Além das apresentações musicais, o projeto prevê a realização de 10 oficinas formativas, voltadas à capacitação e ao aprofundamento de conhecimentos, com carga horária de três horas e participação de até 30 pessoas por turma, totalizando 300 vagas. Complementarmente, serão realizadas 6 oficinas educativas em formato de mutirão, com caráter comunitário e participativo, que buscam estimular o engajamento local, a troca de saberes e a vivência coletiva da cultura, alcançando diretamente 180 pessoas. As duas modalidades se complementam, garantindo tanto a formação artística quanto a mobilização comunitária.

Justificativa

O Circuito Jazz na Ilha surge como desdobramento necessário, descentralizando as ações para além da Ilha do Mel e levando-as a outros territórios estratégicos do litoral e interior do Paraná.A mudança do calendário para os meses de janeiro a dezembro integra o projeto ao período de maior fluxo turístico, ampliando o impacto econômico positivo sobre setores como hospedagem, alimentação, transporte e comércio.Do ponto de vista cultural, o circuito promove aproximação entre artistas e público, fortalece a cena musical paranaense e insere novos espaços no mapa da música instrumental. As oficinas e atividades paralelas estimulam a formação de público e o protagonismo juvenil, enquanto as práticas de sustentabilidade reforçam o compromisso socioambiental.Assim, o projeto se justifica pela relevância artística, pelo impacto econômico, pela promoção da inclusão social e pela contribuição para o desenvolvimento sustentável regional.O litoral paranaense e sua região histórica abrigam cidades que combinam belezas naturais, patrimônio cultural e relevância turística, configurando-se como cenários ideais para a realização de um circuito cultural de grande impacto. Ilha do Mel, Paranaguá, Morretes, Antonina, Guaraqueçaba e Matinhos, somadas a Curitiba, reúnem condições únicas para receber um evento que integra música, turismo e sustentabilidade. O Circuito Jazz na Ilha surge como oportunidade de descentralizar a oferta cultural, fortalecendo a identidade das cidades e ampliando o acesso do público a bens culturais de qualidade.Paranaguá, a cidade mais antiga do Paraná, é referência histórica por sua fundação no século XVI e por abrigar o porto mais importante do Estado. Seu patrimônio arquitetônico e sua relevância cultural fazem do município um polo estratégico para ações culturais que dialoguem com a tradição e com a contemporaneidade. Já Morretes e Antonina, com seus centros históricos coloniais e forte vocação turística, oferecem um ambiente singular para a integração entre música e patrimônio, ampliando o impacto cultural do projeto na região.A Ilha do Mel é um dos destinos turísticos mais visitados do Brasil, reconhecida por sua preservação ambiental e tombada pelo IPHAN. Ao sediar etapas do Circuito, o projeto fortalece a integração entre cultura e turismo sustentável, qualificando a experiência do visitante e promovendo a valorização de um dos cartões-postais do país. Guaraqueçaba, por sua vez, integra a maior área contínua de Mata Atlântica preservada do Brasil, sendo Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, e destaca-se como território estratégico para a promoção de práticas culturais aliadas à preservação ambiental.Curitiba, capital do Paraná, é um importante polo de inovação cultural e criativa, reconhecida por sua infraestrutura e pela formação de público para atividades artísticas diversas. A inserção da cidade no circuito fortalece a conexão entre o interior, o litoral e o centro urbano, criando um fluxo cultural integrado e possibilitando maior visibilidade para artistas locais, regionais e nacionais. Já Matinhos, com destaque para a Praia de Caiobá, é um dos destinos mais movimentados do litoral paranaense durante a alta temporada, e sua participação no projeto amplia a difusão cultural justamente em um período de grande concentração turística.Assim, o Circuito Jazz na Ilha justifica-se como ação estratégica que une cultura, turismo e desenvolvimento regional. Ao percorrer cidades com relevância histórica, ambiental e turística, o projeto fomenta a economia criativa, valoriza a identidade local e democratiza o acesso à música instrumental de qualidade. Além disso, promove a sustentabilidade, incentiva a circulação de artistas e estimula a formação de público, consolidando o Paraná como referência nacional em festivais que integram patrimônio, cultura e natureza.

Estratégia de execução

1. Impacto Cultural e SocialO Circuito Jazz na Ilha será um evento de grande impacto cultural e social para a região do litoral paranaense. Além de promover a música instrumental, especialmente o jazz, o circuito reforça a valorização da cultura local e contribui para a formação de plateia. A integração da música com a educação ambiental, por meio de oficinas e atividades sustentáveis, garante que o evento tenha um impacto positivo não só nas comunidades participantes, mas também no público em geral, fomentando um ambiente de consciência e engajamento.2. Desenvolvimento Econômico LocalAo ser realizado em um período de baixa temporada (janeiro a dezembro), o circuito contribui para a movimentação econômica das cidades envolvidas. Além do turismo gerado pelas apresentações e oficinas, o evento estimula o comércio local, como restaurantes, hotéis e serviços turísticos, criando uma economia criativa e sustentável. A realização de mutirões de limpeza e atividades em parceria com a comunidade também garante um legado positivo para o território.3. Parcerias Locais e RegionaisO circuito tem como um de seus pilares a promoção de parcerias com instituições locais, como escolas públicas, centros culturais, ONGs e associações comunitárias. Isso garante um engajamento ativo da população, a troca de experiências culturais e o fortalecimento das redes de colaboração na região. Além disso, o projeto buscará o apoio de patrocinadores que compartilhem os valores de sustentabilidade, educação e promoção cultural, ampliando ainda mais a capacidade de alcance e impacto do evento.4. Ações Pós-CircuitoApós o evento, o legado do Circuito Jazz na Ilha será mantido com a disponibilização online de vídeos, documentários e materiais educativos produzidos durante o circuito. Isso permitirá que o impacto do evento se estenda para além da duração do circuito, criando uma memória cultural acessível a qualquer pessoa, em qualquer lugar. Também serão realizadas pesquisas de avaliação do evento, com o objetivo de medir o impacto social, econômico e ambiental, além de obter feedback sobre a experiência do público e parceiros.5. Compromisso com a SustentabilidadeO circuito se compromete com a sustentabilidade ambiental ao adotar práticas como a compensação de carbono (com o plantio de árvores em parceria com escolas locais) e o uso de materiais reutilizáveis durante o evento (copos e utensílios). Além disso, haverá campanhas de conscientização sobre o consumo consciente, o uso adequado de resíduos e a preservação do ecossistema local, envolvendo os participantes e a comunidade local.6. Monitoramento e Avaliação do ProjetoO sucesso do projeto será monitorado de forma contínua, com relatórios semanais durante a execução, que avaliarão a adesão do público, a execução das atividades e o impacto nas comunidades. Após o evento, um relatório completo será elaborado, com avaliação dos resultados obtidos, engajamento do público, impactos econômicos e ambientais, e sugestões de melhorias para futuras edições.7. Visibilidade e DivulgaçãoO circuito contará com uma ampla campanha de divulgação e visibilidade, utilizando mídia local (rádios, jornais, TV) e digital (redes sociais, site oficial do evento). A divulgação será inclusiva, com conteúdos acessíveis, como legendas e imagens descritivas, para garantir que todos os públicos sejam alcançados. Além disso, a transmissão ao vivo das apresentações permitirá que o evento tenha uma audiência além da comunidade local, aumentando o alcance da proposta.8. Inclusão Cultural e DiversidadeO Circuito Jazz na Ilha tem como objetivo ser um evento inclusivo e representativo da diversidade cultural brasileira. A programação artística será cuidadosamente curada para incluir músicos de diferentes origens, com especial atenção à inclusão de artistas locais e mulheres na música instrumental, além de proporcionar um espaço para apresentações de grupos de jazz de diferentes regiões do Brasil. O circuito será um reflexo da diversidade e pluralidade da cena musical brasileira, oferecendo a todos uma plataforma para a expressão artística e cultural.9. Legado CulturalAlém de sua realização anual, o Circuito Jazz na Ilha pretende se tornar um evento de referência no cenário cultural do Paraná e do Brasil. O legado do circuito será consolidado através da continuidade das oficinas, a capacitação de jovens músicos e a ampliação do conhecimento sobre jazz, além da sensibilização da comunidade sobre a importância da sustentabilidade e da preservação ambiental. A documentação gerada (vídeos, fotos, relatórios) será um material valioso para futuras edições e para o uso de outras iniciativas culturais que desejem seguir um modelo sustentável e acessível.

Especificação técnica

Não aplicável.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaO Circuito Jazz na Ilha será realizado em espaços públicos acessíveis, como a Praia de Fora e o Trapiche de Brasília, que já possuem estrutura para garantir a mobilidade de pessoas com deficiência. Para garantir maior inclusão, serão implementadas as seguintes medidas:Espaços Reservados: Haverá áreas específicas para pessoas com deficiência auditiva, visual e mobilidade reduzida, com visibilidade privilegiada para as apresentações e demais atividades.Acessibilidade de ConteúdoO projeto visa proporcionar uma experiência inclusiva e acessível para todas as pessoas, garantindo que todos possam usufruir das apresentações e atividades formativas. Para isso, serão implementadas as seguintes ações:Tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais): Durante todas as apresentações musicais e oficinas, haverá intérpretes de Libras, garantindo que a comunidade surda tenha pleno acesso às atividades.Legendagem: os vídeos do projeto todos terão legendagem.

Democratização do acesso

Gratuidade: Todos os shows em praças e palcos abertos serão gratuitos; ingressos sociais serão distribuídos para moradores em situação de vulnerabilidade nos espaços privados.Acessibilidade: Todas as atividades contarão com tradução em Libras e legendagem dos vídeos de registro; conteúdos audiovisuais terão audiodescrição. Estruturas físicas serão adaptadas para garantir acessibilidade plena.Contrapartida Social: Serão realizadas 10 oficinas gratuitas de música, produção cultural e sustentabilidade (3h cada, capacidade para 30 pessoas), totalizando 300 beneficiados diretamente. O público-alvo inclui estudantes de escolas públicas, jovens artistas e membros da comunidade local.Inclusão: Programação aberta e descentralizada, com apresentações em espaços públicos, garantindo o acesso irrestrito à cultura.Registro e Memória: Produção de documentário e vídeos legendados disponibilizados gratuitamente online.

Ficha técnica

Coordenação Financeira/ Direção Geral: Luis Henrique Stinglin de OliveiraLuis Henrique Stinglin de Oliveira é empreendedor cultural com mais de 17 anos de atuação na gestão de eventos, festivais e espaços de entretenimento. Graduado em Administração (UFPR) e Marketing (Faculdades Opet), idealizou e dirigiu o Festival Jazz na Ilha (2014–2022), referência no cenário cultural do litoral do Paraná. Foi responsável também pela criação da Biblioteca Livre da Figueira (2015–2020) e pela gestão da Galeria Astral da Ilha e do espaço Estação B12. Com sólida experiência em produção cultural e comunitária, alia visão empreendedora, curadoria artística e práticas de sustentabilidade cultural, atualmente residindo em Pontal do Paraná – PR.Coordenação de Comunicação: Camila AguiarCami Aguiar é produtora executiva e consultora em comunicação, formada em Direito, com atuação em projetos culturais, musicais e de branding. Coordenou a comunicação de festivais como FIMS - Feira Internacional de Música do Sul, Ópera da Serra da Capivara e Festival Paulo Leminski, além de trabalhar com artistas como Bruna Pena, Rodi Mendes e Raissa Fayet. É produtora especializada em estratégias criativas para arte e cultura.Proponente/ Curadoria: Bernardo BravoBernardo Bravo é Mestre em Artes, Bacharel em Direito e trabalha com música há 15 anos. Como compositor, lançou 6 álbuns e 3 dvds. Como produtor é um dos criadores do Festival Musicletada, Festival Suave e Festival Música na Cidade e Levante de Musica Curitibana.Já circulou como convidado dos projetos Levada Oi Futuro (Teatro Ipanema), Novos Autores (Sesc Vila Mariana).Ganhou o Prêmio Arte Paraná e o Ibermúsica, sendo convidado a apresentar o disco YANAY na Berklee College de Valência e na Universidade da ONU em Torino. Já realizou apresentações nos Festivais SXSW, Libélula e Virada Cultural Paraná. Coordenou o setor de música do Festival Psicodália durante 9 anos e atualmente é Coordenador Geral da Ópera da Serra da Capivara.Coordenação de Produção: Giusy de LucaGiusy de Luca trabalha como produtora cultural há mais de 17 anos e está à frente da Mucha Tinta Produções Culturais. Formada em Design Gráfico pela PUCPR e especializada em slowdesign pela Design ao Vivo, Giusy desenvolve projetos multidisciplinares que envolvam redes de criação e comunicação. Sua principal área de atuação são ações culturais que abrangem gestões públicas, empresas privadas e artistas, com foco em arte e educação, shows, eventos corporativos e agenciamento.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.